segunda-feira, outubro 18, 2021

Gripen para o Brasil

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Já que o conflito na Líbia é considerado uma vitrine de armamentos…

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

…vamos mostrar algumas belas fotos dessa exposição de armas aéreas, novas ou veteranas

FOTOS via OTAN – página NATO and Libya

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Vader

Me chama a atenção a pintura mais brilhante dos caças franceses, em comparação com os demais parceiros.

Penso que brilhos desse tipo deveriam ser evitados. Isso facilita para identificação visual.

Ivan

Mas fica mais bonito na foto… he he he…

edcreek

Olá,

Interessante o Rafale da direita carrega o pod damoclès e o da esquerda me pareçe que não, porém o armamento é o mesmo nas aeronaves. Pelo visto o pod está totalmente operacional e com enlaçe de dados iliminando o alvo para Rafales amigos.

A imagem do F-16 decolando está demais…..

Abraços,

Wagner

Gostei da foto do F 18, daria um belo poster…

Marcelo Martins

Se depois de todos esses vôos do Rafale, em ambiente real de combate, onde ele pode mostrar as suas capacidades, a França não conseguir exportar um mísero exemplar sequer, pode embrulhar todos e jogar no Mediterrâneo.

Justin Case

Marcelo,

Para exportar, não basta ser bom ou excelente operacionalmente.
Tem que ser “affordable”. Tem que caber no bolso do comprador.
Não é para qualquer um. Espero que nós não estejamos nessa lista dos “qualquer um”.
Abraço,

Justin

Marcelo Martins

É verdade Justin, mas com toda a grana que os franceses já investiram nesse avião! Eles devem estar se arrependendo até hoje de terem abandonado o programa ACF? europeu que acabou gerando o Typhon.
Que a Europa aprenda a lição. Não dá mais pra ficar brincando de bancar projetos individuais. Mas para que isso aconteça, tem que haver cooperação e uniformização de requisitos entre os países.

Justin Case

Marcelo,

Acho que já aprenderam. Essa opção por compartilhar tecnologias e fazer programas conjuntos, como o Meteor, o Neuron, já é resultado disso.
Mas não creio que aceitem ser só contribuintes em parte do desenvolvimento, como acontece no F-35. Acho que a tendência deles é só fazer parceria com conhecimento total do projeto.

Justin

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