quinta-feira, março 4, 2021

Gripen para o Brasil

Primeiro voo do FA-50 da Coreia do Sul

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Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

A Korea Aerospace Industries (KAI) noticiou que seu caça bombardeiro leve FA-50 voou hoje com sucesso pela primeira vez, dia 4 de maio de 2011. O novo avião é a versão armada do jato de treinamento avançado (LIFT – Lead-In Fighter Trainer) T-50 Golden Eagle.

FONTE/FOTOS: Korea Aerospace Industries

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Mauricio R.

Qndo se acabarem as células de F-5 passíveis de upgrade, a FAB vai comprar esse aí.
Afinal p/ uma força aérea que voou T-33 e AT-26 como “aviões de caça”, esse aí será um tremendo progresso.

Alexandre Galante

Mauricio, mais fácil a FAB comprar o M-346.

Almeida

Por que mais fácil a FAB comprar o Master, Galante? Até onde sei é mais caro de comprar e operar (duas turbinas sem tanta escala quanto o GE 404) e nossas relações com a Itália não vão muito bem graças ao nosso ex-presidente.

Alexandre Galante

O Brasil já fabricou o Xavante e o AMX, em parceria com a Itália. Nossa tradição em trabalhar com os italianos é mais forte que esses problemas diplomáticos temporários.

Com os coreanos não temos tradição nenhuma.

Guilherme Poggio

Galante disse:

Com os coreanos não temos tradição nenhuma.

O que não quer dizer que não possamos ter no futuro.

Almeida

Se a FAB fosse esperta, corria por fora com verbas de seus próprios orçamentos anuais e comprava uns 24 desses. Se fizerem sem pompa, sem licitação (não precisam) e sem ficar falando no valor total do contrato aos quatro ventos, mas o quanto irão gastar em 10 anos para trazê-los, como fizeram com vários outros projetos de aquisição bem sucedidos, teríamos um vetor low melhor que o A1-M e tão bom quanto o F-5M. E bem fácil de justificar. Melhor que qualquer aquisição de aviões em fim de vida e difícil de manter. E melhor que qualquer tampão. À U$… Read more »

Almeida

Não que eu seja contra uma parceria com a Itália, o Master também é um ótimo vetor. Só acho mais caro de obter (U$ 30 milhões/unidade), manter (biturbina), um pouco inferior em performance final e menos maduro que o Golden Eagle. E tenho receio que uma parceria de produção venha a se tornar uma novela como o FX-2.

Alexandre Galante

Para mim, qualquer um dos dois seria ótimo para a FAB.

Fernando "Nunão" De Martini

A comparação do T-50 / FA-50 com o M346 é interessante no quesito motores, mas não necessariamente a operação do bimotor seria mais cara que a do monomotor. Há prós e contras dos dois lados. O monomotor (T-50) é supersônico utilizando pós-combustão, com operação suficientemente econômica em voo subsônico, porém tendo que “carregar” um peso maior, outro (M-346) consegue voo supersônico (porém com número máximo mach ser inferior ao T-50) sem pós-combustão, pois é mais leve e a potência somada de seus dois motores dá uma relação superior a 1/1 dependendo de sua carga de combustível, com bastante agilidade (a… Read more »

Mauricio R.

Pelo amor de Deus, deixem a Embraer e a AEL fora disto, não são necessárias, pois é uma aeronave nova.
E sai mais barato p/ a FAB.
Aliás a integração de armamento, normalmente é feita pelo fabricante em conjunto c/ a força armada cliente.

Ivan

O que é o Golden Eagle? Um LIFT ou um caça leve? Ao meu ver é uma aeronave com dupla identidade, como alguns personagens dos quadrinhos, sendo um pacífico treinador em tempo de paz e um pequeno guerreiro em tempo de guerra. Provavelmente atende perfeitamente a necessidade da Coréia do Sul, tanto na formação dos pilotos dos KF-16 como dos F-15K, os caças do segmento High da Republic of Korea Air Force – ROKAF, como devem substituir os antigos F-5E Tiger II no segmento Low. (Vai sobrar mais F-5 para a FAB… he he he.) Engraçado é que esta dupla… Read more »

Ivan

A FAB (do Brasil) precisa de um LIFT?

Na minha opnião SIM.

Poderia tentar embasar minha opnião neste espaço, mas prefiro indicar o texto de um experiente piloto que, obviamente, entende muito mais do assunto que este entusiasta nordestino.

Gilberto Schittini, na sua coluna ‘Visão de um piloto vivido’, defendeu com autoridade a necessidade de um LIFT, no texto:
“A formação de caçadores: o próximo passo.”

O AEREO reproduziu o mesmo via Notimp:
http://www.aereo.jor.br/2011/01/14/a-formacao-de-cacadores-o-proximo-passo/
Respeitosamente sugiro aos amigos a releitura.

Sds,
Ivan, o Antigo.

Ivan

Finalmente: Seria o Golden Eagle adequado para o Brasil?

Na minha opnião depende do vencedor do F-X2 ou F-X3, quando acabar esta novela ou quando os longevos F-5 M Bicudos se esfarelarem pelas pistas de tão antigos, o que ocorrer primeiro.

Mas antes de escrever gostaria de lembrar um post muito interessante de Elizabeth Koslowa em 24 de fevereiro de 2010 acerca deste assunto.
É o último da matéria linkada abaixo:
http://www.aereo.jor.br/2010/02/23/reviravolta-nos-emirados/

Sds,
Ivan Ivanovich.

Nick

Se tivessem dado prosseguimento no AMX, desenvolvendo uma versão NG, com LERX nas asas, um motor mais atual, e sistemas update, teríamos um produto similar ao FA-50. E talvez, eu disse talvez, mais barato. Poderia ser tanto um LIFT, como um caça leve.

[]’s

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