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BAE Systems continua com os testes do Paveway IV no Typhoon

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Warton, Reino Unido — O primeiro lançamento de uma bomba teleguiada de precisão Paveway IV de um caça Typhoon, usando um sistema de aviônicos para a liberação segura da arma, foi realizado em um voo de teste, com duração de uma hora, sobre o Campo de Provas de Aberporth, no País de Gales. A integração do Paveway IV é prova do compromisso assumido pela empresa com o aperfeiçoamento e modernização da capacidade do Typhoon em seu papel de ataque terrestre, como parte do processo de Atualização da Capacidade Futura do Typhoon.

De acordo com o piloto de teste do Typhoon, Nat Makepeace, que estava no controle da aeronave de desenvolvimento IPA6: “Este teste foi um sucesso, comprovando que o sistema de aviônicos da aeronave é capaz de usar dados provenientes do sistema de posicionamento global (GPS), bem como informações de alvo fornecidas pela aeronave, no preparo de uma liberação. Todas as comunicações com a aeronave e a soltura segura da bomba transcorreram conforme planejado”.

Paveway IV é uma bomba teleguiada de alta precisão e exatidão, capaz de minimizar significativamente eventuais danos colaterais. Seu custo é baixo e os pilotos do Typhoon poderão contar com o que há de melhor em tecnologia de operações, em todas as condições meteorológicas, dia e noite.

O teste faz parte de um programa em andamento que visa integrar a bomba Paveway IV na aeronave, fundamentando-se nos testes ambientais e de lançamento, já realizados.

A bomba Paveway IV deverá ser fornecida ao Ministério da Defesa do Reino Unido no início de 2012, quando a Real Força Aérea (RAF) começará suas avaliações operacionais.

Este trabalho é mais uma demonstração da capacidade de integração de sistemas da equipe da BAE Systems para o Typhoon, essencial para seu desenvolvimento contínuo. A equipe trabalha estreitamente com o Ministério da Defesa do Reino Unidos, os países do consórcio Eurofighter e a Raytheon neste programa de desenvolvimento.

Sobre a Paveway

Paveway™IV é uma arma teleguiada de última geração, selecionada pelo Ministério da Defesa do Reino Unido para seu Programa de Bomba Teleguiada de Precisão (PGB). Em um ambiente em que o tempo de captura do alvo é fundamental para o sucesso da missão, a bomba Paveway™IV confere aos pilotos a última palavra em flexibilidade operacional. O guiamento em duplo modo, já comprovado em combate, associado à altura da explosão e à capacidade de penetração, reunidos em um só sistema de arma, torna possível que a decisão de engajamento no alvo seja feita bem em cima do ponto de liberação.

A bomba Paveway™IV já foi integrada, com sucesso, nas aeronaves Harrier GR9/9A e Tornado GR4 e, seguindo um contrato, a bomba também está sendo integrada no Typhoon e na Aeronave de Combate Conjunta. Esta bomba ultrapassa as fronteiras das tradicionais armas teleguiadas a laser e também supera a gama das outras bombas concorrentes, teleguiadas por GPS. Sua excepcional zona de lançamento aumenta a eficácia das armas utilizadas e a sobrevivência da plataforma.

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Wagner
Wagner
9 anos atrás

Esta é a grande vantagem de vc seguir sempre aperfeiçoando um projeto existente. Nunca se deve abandonar uma plataforma enquanto o máximo dela ainda não tiver sido explorada. Paveway I Paveway II Paveway III Paveway IV… Me 109, Me 109 C, me 109 E, F, Gustav, K… Su 27, Su 30, Su 34, 35, 37… F 16 A, B, C, D, E, F… Por isso considero prematura a idéia da Usaf de aposentar seus projetos clássicos, acho que eles tem muito a oferecer ainda… F 14 ( JAMAIS deveria ter sido aposentado), F 15 ( já pensaram esse aí com… Read more »

Wagner
Wagner
9 anos atrás

E a grande vantagem : os custos se reduzem. Vc não precisa treinar tuuuudo de novo tooodos os pilotos, tooodos os mecânicos, trocar tooooda a cadeia logistica, mudar tooooda a doutrina de combate…

E em comparação com os atuais projetos, o custo de produção em larga escala promove uma grande exportação, para países que já possuem tais modelos.

Eu acho que compensa…

Nick
Nick
9 anos atrás

Por falar em F-15 vetorizado, me lembro de um desenho antigo, de um F-15 com canards e bocais retangulares.

link:

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[]’s

Groo
Groo
9 anos atrás

Falando em bombas:

http://br.reuters.com/article/worldNews/idBRSPE72KG2L20110316

Apenas os títulos das matérias falam que foi um bombardeiro. Se for um bombardeiro, a chance de ser um Super Tucano é grande.

Mauricio R.
Mauricio R.
9 anos atrás

O ST não é o único ac capaz ce matar integrantesdas Farc, nas forças armadas da Colômbia.

Vader
9 anos atrás

Nossa, 4 Paveway, 4 AIM-120, 3 tanques sub-alares e 2 Iris-T. E ainda sobrou alguns cabides.

Impressionante a carga bélica que esse caça pode carregar.

Vader
9 anos atrás

Wagner disse: 15 de março de 2011 às 16:38 Prezado Wagner, você como bom russófilo e um sujeito conservador, está apenas querendo justificar a penúria russa em termos de novos projetos, quando em comparação com os EUA. Não nego que o Su-27 seja uma boa plataforma; mas suas atualizações “eternas” não se deram apenas porque é uma boa plataforma, mas sim porque os russos simplesmente não tem mais “fôlego” financeiro para aportar em novas soluções aéreas. E o T-50 é a prova disso: basicamente um Su-27 stealth. Igualmente o F-14 e F-15: ambos são boas plataformas, mas foram planejados para… Read more »

Ivan
Ivan
9 anos atrás

Lord Vader, Permita-me tomar a defesa da indústria de defesa russa. As condições de uso nos teatros de operação que a Rússia teria que defender são simplesmente terríveis e com infraestrutura quase sempre sofrível. As estepes na Rússia européia são planas, sem maiores obstáculos, com invernos rigorosos e verões poerentos. Para lutar neste território é necessário quantidade e robustez. A Sibéria não demanda maiores comentários, enorme e gelada, é um desafio para qualquer equipamento, particularmente militar. O Sul / Sudeste da Rússia asiática possue um relevo acidentado, ‘tipo Afeganistão’, com grandes espaços vazios e infraestrutura sofrível. Não tem jeito, todo… Read more »

Vader
9 anos atrás

Ivan disse: 16 de março de 2011 às 11:48 Ivan, o Grande. 🙂 Olha só broe: o F/A-18 já opera no Canadá, tão frio quanto a Rússia. O F-22 no Alasca (que aliás já foi Rússia). Igualmente o F-35 operará em ambos. Frio não é desculpa. O SH opera no continente mais desértico do planeta (Austrália). O F-22 opera em regiões desérticas americanas (Colorado). O F-35 está sendo testado em Edwards, em pleno deserto de Sonora. Ambos também tem condições de operar no deserto. Calor e secura não são desculpas. O F-22 opera em Guam (uma ilha oceânica). O F/A-18… Read more »

Ivan
Ivan
9 anos atrás

Mi Lord Vader, Voltamos a nos entender… he he he. Mas ainda com algumas divergências… ka ka ka. O frio do Canadá ou Alaska é tão frio quanto a Sibéria. Entretanto as pistas são diferentes, principalmente para a aviação tática russa, cuja doutrina preconiza a mudança constante para aeródromos sempre próximos a linha de frente. Uma doutrina usada por todos na Segunda Grande Guerra que os norte americanos optarão por não lembrar (com honrosa excessão dos Marines). Evidentemente é possível construir um caça de alto desempenho, sofisticado, eletronicamente avançado e robusto o suficiente para operar em pistas despreparadas ou mesmo… Read more »