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Dilma revê ofertas e recomeça processo de escolha de caças

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A presidente Dilma Rousseff decidiu adiar a escolha do fornecedor de jatos de combate da Força Aérea e vai reavaliar todas as ofertas finalistas para buscar novas garantias e acertar questões sensíveis, como transferência de tecnologia.

A decisão marca uma reviravolta no processo, uma vez que o antecessor de Dilma, Luiz Inácio Lula da Silva, repetidamente expressou preferência pela oferta da francesa Dassault e seus jatos Rafale. Mas Lula deixou o governo sem tomar uma decisão, deixando-a a cargo de Dilma.

A presidente decidiu reiniciar o processo de avaliação das aeronaves e, a esta altura, não tem preferência por qualquer fornecedor, disse uma fonte do governo. Os outros finalistas da licitação, avaliada em pelo menos US$ 4 bilhões, são o caça Gripen NG, da sueca Saab, e o F18 Super Hornet, da norte-americana Boeing.

Na semana passada, Dilma teria pedido pessoalmente a senadores norte-americanos por garantias adicionais do Congresso dos Estados Unidos para transferência de tecnologia na proposta da Boeing.

FONTE: Reuters via Terra Notícias

NOTA DO BLOG: confira o texto original de 4 páginas da Reuters, em inglês, clicando aqui (colaborou: Grifo)

BATE-PAPO ONLINE: Converse com outros leitores sobre este e outros assuntos no ‘Xat’ do Poder Aéreo, clicando aqui.

37 COMMENTS

  1. Revisar! em quanto tempo? a FAB precisa urgente desse caça… Se for para escolher o mais barato e que traz mais conhecimento técnico vai ser o NG, se for por lobby internacional somente, poderá ser a JACA ou SH, até que este último seria interessante, também.
    Vamos aguardar cenas dos próximo capítulos dessa “Malhação”.

  2. A presidente decidiu reiniciar o processo de avaliação das aeronaves e, a esta altura, não tem preferência por qualquer fornecedor, disse uma fonte do governo.

    Tradução:

    “decidiu reiniciar o processo de avaliação” = o parecer do Jobim foi direto para o lixo.

    “a esta altura não tem preferência por qualquer fornecedor” = o que o Lula falou no 7 de setembro também não vale mais nada.

  3. Eu não vejo nada de errado nisso !

    A presidente apenas resolveu acabar com certos pareceres VICIADOS e, de uma forma TÉCNICA, escolher o MELHOR vetor para o Brasil.

    Por “melhor”, leia-se: melhor preço, tecnologia, transferência de tecnologia, offset…

    Se tudo tivesse sido feito de uma forma profissional, reta, imparcial, digna, a Dilma já teria escolhido o caça.

    Notem bem: a culpa por tudo isso NÃO é da FAB. Aliás, a FAB se mostrou uma Força realmente profissional.

    A culpa por esse imbróglio digno de uma comédia pastelão, é de um certo presidente da república, e de um certo ministro da defesa que gosta de ir à França ficar tomando vinhos caríssimos em castelo.

    OBS: Galante, os ultra-super-híper-mega fontados devem estar com a pressão arterial batendo no teto.

    O seu “coleguinha” jura que a Dilma vai comprar 36 Rafale em um primeiro batch. Segundo ele, serão mais 86 em um segundo batch !

    Esse seu “colega” não deu nenhuma dentro até hoje. Pelas minhas contas, ele já errou em suas previsões umas 7/10 vezes !

    Creio que ele queira vencer pelo cansaço.

    Esses seus “coleguinhas” jornalistas !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    [ ]s

  4. A Dilma esta renovando as minhas esperancas de que os F/A-18E/F Super Hornets poderiam ser adquiridos para a FAB.

    Washington esta preparada a fazer consecoes, a US NAVY treinara os pilotos e a Boeing repassara Know How.

    Chega de reformar os F-5E. Nao devemos sucatear a FAB jamais. Chega.

  5. Grifo, aquela galerinha fontada deve ir pros balões de oxigênio hoje, hein?

    🙂 E o grupinho de “aspones” do Ministério da Defesa, que precisou usar toda a sua criatividade para criar um relatório que provava por A + B que o pior colocado na avaliação da FAB era na verdade a melhor oferta para o Brasil? Que pena, tanto trabalho jogado fora…

  6. Olha o Rafale indo pro espaço!! Coitado dos franceses…..devem estar suando frio a essa hora. Se não venderem para o Brasil, vão ficar com um baita de um mico na mão.

    Pelo amor de Deus Sra. Presidente: Não precisa perder tempo com análises. A FAB já fez isso, basta a Sra. escolher o avião que a FAB escolheu, que é o Gripen.
    Se quiser fazer uma escolha política, que seja pelo Super Hornet, que é mais barato que o Rafale, quer seja no preço, quer seja na hora de vôo, e tem maior escala de produção. E ainda podemos condicionar com a venda do Super Tucano para os Estados Unidos.

  7. Alexandre Galante disse:
    17 de janeiro de 2011 às 13:07

    ZE, “advogado pensa que é Deus e o jornalista tem certeza”.

    Galante, essa foi na VEIA !

  8. Já ia esquecendo.

    Lembrem-se que a Dilma também pediu um parecer ao Ministro do Desenvolvimento Industrial, Fernando Pimentel.

    O objetivo de tal parecer será demonstrar qual o caça (on the job doing, tranferência de tecnologia, offset de um modo geral…) irá gerar mais empregos no Brasil.

    Creio que já podemos considerar o Rafale carta fora do baralho !

    [ ]s

  9. Melhor notícia de todo o processo. Vai dar uma organizada na bagunça que virou com o Lula e o Sarkô.

    Será que a reviravolta vai ressuscitar o SU-35 Russo? Quanto ao Typhoon, esse não deve ter chance mesmo.

    Minha humilde opinião é que a revisão serve apenas para justificar a exclusão do Rafale, já anunciado pelo Lula como vencedor.

  10. ZÉ, boa tarde.

    1. “On the job doing”: Expressão redundante, indevida e inexistente em inglês. Foi criada (em momento de descuido) pela SAAB no Brasil e assumida pela imprensa. Quer dizer o mesmo que “on the job training” que é aprender ao mesmo tempo que trabalha no projeto real.

    2. Transferência de tecnologia: Cada projeto tem suas vantagens e desvantagens.

    3. Offset de um modo geral: Há o requisito de 100% do valor do contrato comercial. Cada ofertante apresentou um percentual. Se é percentual, projeto mais caro pode trazer mais resultado como offset.

    4. Qual irá gerar mais empregos no Brasil: Não espalhe essa ideia por aí. Para gerar mais emprego é melhor usar esse dinheiro e construir casas populares, melhorar saneamento…

    Abraço,

    Justin

  11. A Lei 8.666/93 (contratos e licitações) não contém nenhuma ocorrência dos verbos “revisar” e “reiniciar”. Uma aquisição de material e de serviços -conduzida sob as suas ordens- jamais será revisada ou reiniciada!

    A mesma Lei contempla, nos artigos 38 a 53, as exigências aplicáveis ao procedimento [licitatório] e [a seu] julgamento. Evidentemente o FX-2 não será revisado nem reiniciado. Foi, ou será, revogado, nos termos do “caput” do art. 49, onde se lê: “A autoridade competente para a aprovação do procedimento somente poderá revogar a licitação por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, pertinente e suficiente para justificar tal conduta, devendo anulá-la por ilegalidade, de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado.”

    Deste FX-2 não se aproveita mais nenhum passo formal! Morto. A Resolução 655 TCU-Plenário de dez/96 concede uma sobrevida de 60 (sessenta) meses aos editais de licitação feitos sob os ditames da Lei 8.666/93, devido à natureza especial do material licitado. Este prazo venceu em 2007. Agora não se pode – e, certamente, não se quer – aproveitar nem o edital inicial.

    Que pena!

    Franco Ferreira

  12. Sobre os empregos, fica somente a pergunta: como é que a construção de casas populares e saneamento vão criar empregos de engenheiro aeronáutico, engenheiro eletrônico, engenheiro de materiais, desenvolvedor de software embarcado, etc.?

    Não adianta nada centros de excelência como o ITA formarem profissionais deste tipo que depois migram para o mercado financeiro ou para outros países por falta de oportunidades na indústria de defesa do Brasil.

    Por isso a criação de empregos é corretamente um dos critérios políticos mais importantes em qualquer decisão de investimentos governamentais. E o povo que vai pagar a conta quer saber se o dinheiro pago vai criar empregos altamente especializados aqui no Brasil, ou na França.

  13. Grifo,

    Acho que meu comentário sobre empregos foi indevido ou sutil demais. Acabei confundindo até quem conhece.
    Eu queria dizer que a quantidade de empregos temporários, fazendo “mais do mesmo” traria resultado inferior ao decorrente da aquisição de uma tecnologia mais crítica, que garantisse competitividade e sobrevivência duradoura para a indústria aeronáutica.
    Foi também um apoio à qualidade, em detrimento da quantidade.
    Abraço,

    Justin

  14. Detesto dizer aos adeptos do Rafale mas preciso dizer:

    “Eu avisei!”

    Era óbvio que tinha algo errado no anúncio da vitória do Rafale, cuja confirmação era sempre postergada (para o segundo semestre, para mês que vem, para depois das eleições, durante a Cruzex, etc.).

    Como o único argumento para a compra era a famosa “parceria estratégica”, isto só poderia ocorrer pelas mãs do Lula, devido ao custo político da escolha. O próprio Lula viu que havia se precipitado no anúncio e empurrou com a barriga até o final do mandato.

    Agora, as prioridades são outras. Sinceramente, não sei como a Presidente Dilma vai fazer um anúncio de compra de material militar de bilhões de dólares tendo que, de outro lado, cortar bilhões em despesas.

    E só surgem fatos novos para desaconselhar qualquer compra. Imaginem se depois do desastre anunciado no Estado do Rio de Janeiro, cuja solução demanda também bilhões, a presidente vai ter coragem de anunciar qualquer compra.

    Ela também vai empurrar a compra por meses, aproveitando do fato que vai estudar novamente todas as propostas.

    Caso não tenham notado: o FX-2 MORREU E COMEÇOU O FX-3.

  15. Sema mais delongas, a presidente deveria sentar-se à mesa com o pessoal da FAB e decidir baseado no que querem.

    Para comprar e fechar acordos como a aquisição do Mil Mi-35, do carro de combate Guarani não precisou de tanta frescura……

  16. Eu queria dizer que a quantidade de empregos temporários, fazendo “mais do mesmo” traria resultado inferior ao decorrente da aquisição de uma tecnologia mais crítica, que garantisse competitividade e sobrevivência duradoura para a indústria aeronáutica.

    Caro Justin Case, realmente não tinha entendido este sentido no seu comentário. Talvez a referência a casas populares e saneamento tenha me confundido.

    Não acho que exista um dilema entre a aquisição de tecnologias críticas e a geração de empregos. O ideal é ter tanto um quanto o outro. Vale lembrar os diversos exemplos de empresas de defesa que adquiriram tecnologia mas não tiveram fluxo de trabalho (e de caixa) para manter os seus funcionários, e acabaram perdendo a tecnologia adquirida e eventualmente quebrando.

  17. Pessoal,

    Ou teremos FX-3 ou teremos um novo caça tampão.

    Eu creio que a Dilma vai querer receber novas propostas.

    Vai começar tudo de novo. E do zero.

    Eu creio que ela é muito mais pragmática que o nosso (ainda bem!) ex-presidente. Não resolve nada na base do “eu acho”, mas sim com base em números.

    Embora eu torça pelo projeto do Gripen, creio que ela vai embarcar no SH, pelas contrapartidas que serão oferecidas.

  18. Grifo,

    Concordo. No final, a demanda por serviços e produtos é que vai gerar os empregos.
    Também é mais fácil contabilizar os empregos diretos do que aqueles resultantes do spin off.
    Os empregos diretos normalmente são importantes para a sobrevivência imediata, mas podem morrer com o final do projeto.
    Os empregos futuros geram desenvolvimento industrial, são mais consistentes e duradores, mas dependem de um projeto bem planejado e bem executado. Não é à toa que demoram tanto a decidir.
    Abraço,

    Justin

  19. Justin Case disse:
    17 de janeiro de 2011 às 16:38

    1) Justin, com relação ao “on the job doing”, eu sei que é indevido na língua Inglesa, mas eu resolvi me dar a liberdade de usá-la. Gostei da expressão !

    Alguns chegaram até o limite de dizer que a expressão é um pleonasmo (com certeza é).

    A língua é um código (aquele papo chato do significante sobre o significado. Só de pensar que eu perdi o meu tempo na Universidade lendo essa porcaria…).

    Se você entendeu o código (e você entendeu), é o que basta !

    2) Eu acho que a “vantagem” da Dassault é, na verdade, uma desvantagem.

    3) Atualmente, quase todos (senão todos) os offsets de grandes contratos no meio militar vão além dos 150%. O “X” da questão não é o valor total do offset, mas sim qual parte dele irá nos beneficiar de verdade.

    Em sentido “LATO” (eu disse lato), podemos ter como exemplo a porcaria daquele contrato do EC725 e a sua maldita Tranferência de Tecnologia para otário ver.

    5) O melhor é pegar esse dinheiro que será alocado para comprar os caças para criar empregos no Brasil e garantir a tranferência de tecnologia. O nome disso é: MAXIMIZAR OS PROVEITOS DE UM CONTRATO !

    [ ]S

  20. A questão de empregos é delicada, mas no meu entendimento é a SAAB que demonstra maior interesse de trabalhar continuamente com a indústria aeronáutica brasileira.

    Talvez por ser a menor das três concorrentes, percebeu que poderia ter um futuro interessante juntando seus conhecimentos na área militar com o potencial de crescimento brasileiro, além da expertise da Embraer no mercado civil, com um pós-venda respeitável.

    Há um grande potencial de crescimento entre a indústria aeronáutica brasileira e sueca. Inclusive acredito em um processo contínuo de desenvolvimento de novas aeronaves e produtos.

    Este potencial de crescimento não vejo com a Dassault, que é inclusive concorrente da Embraer no mercado de jatos executivos.

    Já com a Boeing poderia significar uma mudança de rumo para a indústria aeronáutica brasileira, produzindo partes de aeronaves para a própria Boeing ou para as FFAA americanas. Porém, de certa forma, corre o risco de ficar em uma posição secundária.

    Outro ponto. Como o Gripen NG é um caça menor e mais barato, sendo ainda fabricado em grande parte no Brasil, caberia naturalmente novas encomendas enquanto não se desenvolva outro vetor.

    O exemplo do F-5 é interessante. A FAB não ficou apenas nos 42 iniciais, mas foi além, com novas compras e principalmente com MLU nacional.

    Se a aeronave é fabricada no país, tudo fica mais fácil.

    Sds,
    Ivan.

  21. Acredito que a Dilma vá se utilizar da mesma short-list (F/A-18, Gripen NG e Rafale) ….. então continuará sendo o FX-2.

    No entanto, se mais a diante, se propuser uma nova short-list, incluindo-se, trocando ou até mesmo excluindo algum dos listados, aí sim se poderia chamar o processo de FX-3 ou de FX-2,5…..

    Tudo é possível, mas acho que a Presidente não vai jogar todo o estudo de milhares de páginas da COPAC/FAB no lixo e iniciar tudo de novo…. até porque não há tempo hábil e os valores monetários cresceriam ainda mais.

    Sds.

  22. Vcs são engraçados, mesmo….

    Zé você muda de opinião a cada post.

    Uma hora diz que o NG, representa o tal do aprender fazendo, que eu nunca vi funcionar a contento na prática, nem em Engenhara de Software que podemos errar a vontade, sem prejuízo algum.

    Outra hora diz que quatro protótipos full voarão ainda este ano. Se isto é verdade MÓÓÓRRÉÉU toda a suposta vantagem industrial da SAAB, pois o projeto está congelado e não mudará muito mais.

    Então amigo decida-se.

    Cuidado Grifo, com o relatório da Catãnhede, vá por mim.

    Quem avisa, amigo é.

  23. Só posso celebrar mais uma decisão sensata e coerente com a responsabilidade de gestora que deve ser a da Sra. presidente do Brasil.

    Essa foi a pá de cal na malandragem da Dassault. Que seja feita a melhor opção para o Brasil e não para interesses de alguns pouquíssimos!!!

    Sds, Yluss

  24. Cont…

    E tendo lido a reportagem original da Reuters, me surpreendi com essa afirmação:

    “Last Monday, Rousseff asked U.S. Senator John McCain — the ranking member of the Senate Armed Services Committee, which has jurisdiction over aeronautical issues — and fellow Republican Senator John Barrasso if the U.S. Congress would be able to provide an additional, formal guarantee of technology transfers in the Boeing bid.

    “It’s relevant that she was the one who raised the subject,” one of the sources said, also speaking on condition of anonymity.”

    Se foi isso mesmo, podemos finalmente ver uma negócio bem bolado entre o Brasil e os EUA que contemplará possivelmente Super Tucanos, nosso lindo futuro cargueiro e uma nova realidade comercial na área de defesa entre os dois países. Sou muito favorável!! 🙂

    Sds

  25. Franco Ferreira disse:
    17 de janeiro de 2011 às 16:46
    A Lei 8.666/93 (contratos e licitações) não contém nenhuma ocorrência dos verbos “revisar” e “reiniciar”. Uma aquisição de material e de serviços -conduzida sob as suas ordens- jamais será revisada ou reiniciada!

    Franco,

    O processo de seleção do F-X2 nunca foi uma licitação. A Lei 8.666/93 não se aplica! No caso de material de Defesa a Licitação é dispensada. Trata-se de um pedido de ofertas.

  26. Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4895853-EI7896,00-Dilma+ampliara+concorrencia+para+compra+de+cacas+diz+jornal.html

    Dilma ampliará concorrência para compra de caças, diz jornal

    A presidente Dilma Rousseff decidiu suspender o processo de escolha de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB) e abrir uma nova disputa, com a possibilidade de participação de novos concorrentes. Com isso, outras empresas poderão se juntar à francesa Dassault, dos caças Rafale; à americana Boeing, dos F18 Super Hornet; e à sueca Saab, dos Gripen NG, que já pleiteavam a venda para o Brasil. As informações são do jornal O Globo.
    A proposta dos russos, descartada ainda no mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva, deve voltar a ser avaliada. A decisão de rever as propostas foi motivada pela forte pressão internacional, já que diversos fabricantes manifestaram interesse em vender aviões para a FAB, um negócio de bilhões de dólares. Em reunião com Dilma na semana passada, o senador americano John McCain reforçou o desejo de que o governo brasileiro acolha a oferta da Boeing. Até deixar a presidência, Lula dava sinais de que preferia os caças franceses, principalmente em função de a Dassault ter incluído no pacote de venda dos aviões Rafale a transferência de toda a tecnologia de produção dos aviões.

  27. Nautilus disse:
    18 de janeiro de 2011 às 3:21

    “Franco,

    O processo de seleção do F-X2 nunca foi uma licitação. A Lei 8.666/93 não se aplica! No caso de material de Defesa a Licitação é dispensada. Trata-se de um pedido de ofertas.”

    Prezado amigo;

    A sua respeitosa contestação mereceu um texto que não consegui postar neste espaço porque apagaram-se os negritos, tachados e sublinhados (e eu não sei como corrigir esta questão!).

    Remete-lo-ei aos editores que, se quiserem, farão chegar a Ti.

    Fraternal abraço.

    Franco Ferreira

    NOTA DOS EDITORES:
    Prezado Franco, pode colocar o texto sem os negritos, sublinhados etc no seu próprio comentário, sem problemas.
    Mas, se quiser usar itálicos para destacar pontos importantes, basta cercar o texto com os seguintes caracteres:

    < em > com os caracteres todos juntos, sem espaço, antes do início do texto que quiser destacar.

    < / em > com os caracteres todos juntos, sem espaço, ao final do texto que quiser destacar.

    Os negritos preferimos deixar só para as observações dos editores, como esta.

  28. Nautilus disse:
    18 de janeiro de 2011 às 3:21

    “O processo de seleção do F-X2 nunca foi uma licitação. A Lei 8.666/93 não se aplica! No caso de material de Defesa a Licitação é dispensada. Trata-se de um pedido de ofertas”.

    Caro Nautilus, isso é uma confusão recorrente !

    Trata-se sim de uma concorrência (viciada e com cartas marcadas, mas uma concorrência).

    A COPAC é uma COMISSÃO e, portanto, deve respeitar os ditames da Lei 8666/93 (como não poderia ser diferente).

    Para exemplificar o que estou dizendo:

    Você poderia nos fornecer a DISPENSA DE LICITAÇÃO para o F-X2 ?

    Pois é, ela NÃO EXISTE !

    Assim sendo, trata-se de uma LICITAÇÃO (fraudulenta, mas uma licitação).

    [ ]s

  29. Alexandre Galante disse:
    18 de janeiro de 2011 às 12:09

    O seu amigo jornalista vai ter que reescrever o blog dele !

    É uma pena que eu só escreva aqui.

    Vontade eu tenho de passar lá e dar uma sacaneada nele.

    Só de pensar que ele se acha o cara mais mega-híper-ultra-super-dooper fontado do jornalismo brasileiro !

    Imagino as desculpas que ele e seus seguidores estão arranjando !

    [ ]s

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