Mais sobre o Sea Gripen

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    Comentário em destaque

    Senhores, no projeto do Sea Gripen estão previstos um novo trem de pouso frontal, reforço na infraestrutura e um gancho de parada reforçado.

    Talvez não seja de conhecimento de muitos, mas o Gripen NG já tem um gancho de parada, que foi incluído no projeto a pedido da Noruega. Este gancho será reforçado para permitir operação embarcada.

    Não é necessário um novo nariz e muito menos um novo radar. Todos os sensores e aviônicos são os mesmos do Gripen NG. O motor F-414G já é navalizado (obrigado US Navy!) e será também o mesmo do Gripen NG. O Gripen NG já faz pouso com alta razão de descida, e não se esperam mudanças aerodinâmicas significativas.

    O projeto será liderado pela Embraer e a qualificação será feita pela MB, que dispõe de porta-aviões e de toda a doutrina para operação embarcada. Nesta área a SAAB tem a consultoria de ex-oficiais da Royal Navy, incluindo o líder do projeto.

    Grifo

    164 COMMENTS

    1. Já disse antes e vou repetir. Virei a casaca. O Rafale é uma das mais avançadas máquinas bélicas, mais analisando a proposta da Saab acabei por mudar de idéia. Torço para que seja ele o vencedor do FX-2 e se isso
      ocorrer tenho fé que será uma máquina tão ou mais capaz que o Rafale.

    2. Caramba Galante, não era para tanto! 😉

      Para quem acha que na SAAB ninguém sabe nada de operação embarcada:

      http://www.stratpost.com/gripen-presents-naval-variant-to-navy

      Tony Ogilvy, Vice President, International Marketing for Gripen informed StratPost that his company had made presentations to the navy last week and said the response was ‘very good’.

      Ogilvy, ***who is also a former Royal Navy Buccaneer and Sea Harrier pilot***, said the ‘inherent design characteristics’ of the Gripen aircraft make it ‘very similar to a deck based aircraft’.

    3. Eu não coloco fé no sea gripen. Depois que o direitor da dassault falou que vai pular um protótipo (isso foi motivo de piada na EMBRAER), eu não consigo ver comprometimento com o sea gripen.
      Um caça naval exige muita coisa. Não é só trocar o trem de pouso e colocar um gancho de parada para ficar navalizado. Praticamente toda a estrutura da aeronave é reavaliada porque o desgaste é maior e mais rápido. Aliás, também as junções são todas refeitas.

      O fato do avião ter um guincho de parada não quer dizer que ele será naval. Nossos F-5 tem esses ganchos e não são navais. O gancho também é usado para operações de emergência onde a aeronave pode não frear por is mesma e para evitar a perda do aparelho, se usa o guincho de parada em uma pista convencional.
      Se fosse assim tão fácil, qualquer avião poderia ser naval e não penaríamos atrás de um caça para o nosso PA. Se assim fosse, a Inglaterra e Espanha já teriam ef-2000 navais a pelo menos uma década atrás e o F-15 hoje estaria no lugar do Super Hornet na marinha americana.

      Está muito estranho isso tudo. Primeiro o diretor alega que vai pular o protótipo. Depois essa informação de que trocando trem de pouso e colocando gancho ele fica naval. Eu não estou vendo comprometimento por parte da Suécia nesses projetos porque não é assim que funciona no mundo da engenharia.

    4. O que se escalarece é que o tal gancho e fuselagem não serão projetados do zero, pois o avião tem caracsterísticas de pouso curto, alta razão de descida, simples assim!

      Não é preciso reiventar a roda e com certeza terá de cumprir certificações e homologações que a SAAB afirma (aqui no blog há matérias) já ter várias por causa de seu projeto para pouso/decolagem em estradas.

      Será que a FAB e MB não tem capacidade para avaliar isso, se pode fazer como a Índia e testar o equipamento exaustivamente? O que a SAAB ganha em tentar vender uma farsa, se até hoje sempre o que demonstrou foi a qualidade de seus caças?

    5. mario Blaya disse:
      25 de outubro de 2010 às 12:28

      A Willians usando um motor mais fraco como o Cosworth, estaria sendo a única equipe a usar esse motor e ficar sempre entre os 10 sem a experiência de Barrichello no acerto dos carros? E Brawn e Button seriam sem campeões sem a mesma ajuda de Barrichelo? Por que Button com uma Mclarem na mão este ano já não luta mai pelo título?

      Afirmar que a experiência dos pilotos não faz diferença só pode ser brincadeira! São eles que encontram um porta-aviões, que por maior que seja, no mar parecem uma cabeça de alfinete e conseguem pousar e decolar em poucos metros…..

    6. “por causa de seu projeto para pouso/decolagem em estradas.”

      Só que a estrada está imóvel e não em movimento como é o convôo. O pouso num convôo exige muito mais do avião porque o convôo sobe e desce porque está no mar!
      É por isso que quando fizeram a versão naval do Su-27 e do Mig-29, refizeram praticamente toda a célula do avião e não simples aplicação de gancho e troca de trem de pouso.

    7. A partir do momento que mudarem a nomenclatura deste caça para apenas GRIPEN E/F e sea Gripen E/F, acho que seus críticos iam se opor menos a este projeto. Mesmo que seu país de origem ão o tena comprado ainda. Mas vejo que o Gripen E/F/NG, não depende de seus país para se vender como o Rafale( mais nótio caso) e todos os outros caças. Abraços.
      Estamos no século 21, até os simpsons são feitos na china, por quê não um caça desses não possa ser altamente democrático e montado por vários países? Ou em negócios militares não cabe o termo “redução de custos”? Ou sempre viveremos a sombras de embargos de armas e os tais softwares que simplesmente param o avião? Isso é uma indagação amigos. Ainda não tenho minha opinião totalmente feita sobre isto. GRIFO, RAFALE ou SH.

    8. Seria um desafio para a Embraer desenvolver a versão naval do Gripen NG, mesmo que com apoio da SAAB, consultores ingleses e americanos. Se o Gripen Ng já sofreu as modificações estruturais para suportar o uso contínuo em PAs, faltaria modificações menores como um novo trem de pouso. Ae acredito na viabilidade do projeto, tem ver por exemplo, se nos cálculos de resistência estrutural da estrutura que a Akaer vem realizando conta com esse tipo de utilização.
      Mas mesmo com apoio de simulações em computador, eu gostaria de ver uma consultoria da Boeing ou LM só para garantir.

      []’s

    9. Gabriel T., qual parte você não entendeu?

      “A concepção do Sea Gripen levou em consideração o que eu preciso fazer hoje no NG para não precisar recalcular mais adiante.
      (…)
      seu projeto já incorpora características bem próximas das exigidas para a operação embarcada.
      (…)
      Hoje existem ferramentas de projeto muito avançadas e a possibilidade de emprego de novos materiais.
      (…)
      (um cálculo preciso já foi feito mas não posso divulgá-lo)
      (…)
      Ou seja, já está sendo feito um pré-trabalho para facilitar o desenvolvimento do Sea Gripen.
      (…)
      O Gripen pousa em rodopista, se não me falha a memória, de 13 a 14 pés por segundo de impacto e a especificação para pousar em porta-aviões e na faixa dos 18 a 20 pés por segundo”

      Parceiro, o Sea Gripen não apenas é viável tecnicamente como JÁ ESTÁ SENDO ESTUDADO EM CONJUNTO COM O GRIPEN NG!

      Evidentemente há todas as questões mercadológico-financeiras que não podem ser ignoradas de forma alguma, mas capacidade técnica de produzir uma aeronave naval eu não tenho a menor que a SAAB possui.

      Sds.

    10. Mauricio R. disse:
      25 de outubro de 2010 às 12:14

      Ou seja o mesmo que foi feito na Le Jaca, aonde a maior diferença entre as Jacas B/C e a Jaca M é o nariz!!!

      Maurício, boa tarde.

      Os Rafale utilizam o mesmo nariz e o mesmo radar, não importando se são M, B ou C.

      Veja no link uma foto do Rafale M ao lado de um Rafale B. Compare as diferenças de trem de pouso quanto à altura e características gerais.

      http://holding-point.fr/photos/highdef/3695.jpg

      Abraços, Justin

    11. Engraçado quando se fala do Rafale se diz que não tem escala e ect…
      Se o Sea Gripen NG vier ao mundo o BRASIL será o único operador mundial… ESCALA ZERO…
      Só seria diferente se a Índia adotasse o Gripen…
      Acho MUITO difícil de acontecer já que na visão indiana o Gripen NG é muito próximo do seu projeto TEJAS…

      Realmente o Gripen é tão fantásticamente superior e bem projetado que é só fazer duas ou três modificações e vira caça aeronaval…

      Etâ marketinguezinho bom…

      O Rafale Naval tem de diminuir bico, o Super Tucano Naval é IMPOSSÍVEL e caro demais e operação de aeronave em porta-aviões é a coisa mais complicada do mundo…

      Mas para os suecos da SAAB que NUNCA viram um PA na vida tudo é simples,fácil e ja tá pronto…

      ARGH !!! QUE NOJO…

    12. Gabriel T. disse:
      25 de outubro de 2010 às 12:43

      Leia mais (Read More): Mais sobre o Sea Gripen | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil

      Já ouviu falar em teoria da relatividade?

      Óbivio que há diferenças mas, querer justificar uma impossibilidade não é plausível ….

    13. as ultimas materias sobre o caça virtual nos dão a seguinte impressão:

      1 – a transferencia de tecnologia começou com o Brasil transferindo conhecimento para a SAAB por meio da AKAER

      2 – o caça é apenas um ensaio teorico,

      3 – por terem gancho e o motor navalizado do F-18 caber no caça acham que praticamente eles tem um projeto de avião embarcado.

      4 – o Brasil irá bancar o desenvolvimento de um caça que ninguém sabe quais serão os custos operacionais ou perfomance!

      ou seja um possivel micão!

    14. Se se pesquisar aqui no blog mesmo verá que o que diz não é novidade, inclusive a tal alteração estrutural elevaria o pesoa da aeronave em torno de 400kg.

      Não há enganação, já está muita coisa explicada…..

    15. mario Blaya disse:
      25 de outubro de 2010 às 12:28

      “piloto não projeta aviões, ter consultores da Royal Navy e o mesmo que dizer que o Massa irá projetar uma ferrari!”

      Meu amigo, e quem aqui falou em piloto? Pode muito bem ser alguém que efetivamente participou do projeto de alguma aeronave para a Royal Navy operar em seus NAe’s…

      Ou será que a Royal Navy só tem pilotos e marinheiros, mas não engenheiros?

      – 180 Gripen E/F BR
      – 084 5G-BR em parceria com Suécia, África do Sul, Coreia do Sul, etc.
      – 048 Sea Gripen p/ a MB
      – 024 5G-BR navais para a MB
      – 200 Super Tucanos

      É assim que eu gostaria de ver nossa aviação de caça em 2030, mas…

    16. Vader/ZE

      Eu entendi sim., O que não concordo é o conteúdo que vocês alegam, desde previsões da mãe Diná até teoria da relatividade…

    17. Bom no que se diz ai na matéria, esta a meio caminho o Sea Gripen.
      Eu me relutei muito em escolher um favorito, acho que se ficasse imparcial poderia refletir melhor e entender melhor a escolha do Brasil, mas depois de anos acompanhando o FX, de alguns meses para cá o Gripen NG vem convencendo assim como muitos que tenho percebido aqui no Blog.

    18. Gabriel T. disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:15

      Se você observar em meu comentário não usei nem previsão de Diná nem Teoria da Relatividade. E ademais, fiz a ressalva das questões mercadológicas que não podem ser ignoradas para uma aeronave do tipo.

      Mas o fato é que o Gripen Naval JÁ É uma realidade TÉCNICA. Gostem as rafalechetes ou não.

      Aliás, se a França consegue fazer sua Jaca M, porque a Suécia em parceria com o Brasil não conseguiria?

      Afinal, a Suécia constrói aviões há 60 anos.

      E nós operamos PAs há 40 anos, ou seja: a não ser que a tal “manutenção de doutrina” que a MB prega como razão de existência de seu Opalão não valha um níquel furado, alguma coisa, depois de 40 anos, ela deve ser capaz de ensinar a respeito de operações embarcadas né? Ou os chineses, por exemplo, não estariam (supostamente) vindo aqui aprender com ela como se opera um alvo flut… ops… Porta-Aviões, né? 🙂

    19. “Não é necessário um novo nariz e muito menos um novo radar. Todos os sensores e aviônicos são os mesmos do Gripen NG. O motor F-414G já é navalizado (obrigado US Navy!) e será também o mesmo do Gripen NG”

      Jãozinho, vc leu o texto? A qual alteração feitas na Jaca A/B e Jaca M vc faz comparações? Nariz? Os Rafales, ou Jaca como vc prefere, tem o mesmo “focinho”! Se houveram alterações, não foi no tamanho em si, mas na incorporação de sensores…

    20. Engraçado quando se fala do Rafale se diz que não tem escala e ect…
      Se o Sea Gripen NG vier ao mundo o BRASIL será o único operador mundial… ESCALA ZERO…

      Caro Gilberto Rezende, da mesma forma o Mig 29-K somente tem um único operador (Índia), e o Rafale M um único operador (França). Estes projetos no entanto foram viáveis por causa da grande comunalidade com a versão não-embarcada.

      Note que se o PEAMB for realmente levado a sério, a MB vai encomendar 48 aviões de caça. Para comparação, a Índia encomendou um total de 45 Mig 29K, e a França encomendou até agora 47 Rafale M (de um total previsto de 60 se todos os 294 vierem). Se Índia e França tem escala, não entendo porque o Brasil não teria.

    21. Gabriel T. disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:15

      Em tempo: não tenho nada contra vc parceiro e concordo com a maior parte de seus comentários; não entre em trollagem de vermelhuxo imbecil, que perderá, à tôa, pontos com quem realmente conta (não me refiro a mim).

      Na dúvida, mande um e-mail para a editoria da Trilogia que eles certamente confirmarão quem é quem por aqui. De minha parte lhe adianto: eu não sou ZE, e levaria numa boa essa brincadeira, não tivesse ela surgido da parte de um cretino de marca maior que ganha dinheiro para espalhar canalhice em comunidades por aí.

      No mais, como a maioria de nós, você ficaria tremendamente surpreso e até lisonjeado se soubesse quem são alguns dos nossos participantes mais “fiéis”…

      Sds.

    22. Aqui nos comentários eu achei que já tinha visto de tudo: gente calcular RCS por foto, estimar autonomia por foto e até mesmo pesar avião pela foto.

      Mas agora fiquei sabendo que dá também para ver se existe visão da pista por foto – e externa!

    23. Edu Nicácio disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:09

      seria de perguntar que tipo de especialistas da Royal Navy estão dando suporte a SAAB?

      e principalmente, quando foi projetado o ultimo aparelho embarcado convencional da royal navy, o Harrier e um pouco diferente dos aparelhos convencionais!

    24. Vader, eu estou conversando com respeito. Eu não acho legal essa coisa de chamar os outros de gripentes, rafalechetes, etc. Acho que podemos manter o nível. Eu torço pelo SH e não gostaria de ser taxado por apenas torcer por um avião porque nunca taxei ninguém aqui.

      “A concepção do Sea Gripen levou em consideração o que eu preciso fazer hoje no NG para não precisar recalcular mais adiante.”

      E o que foi feito no NG? Nada mais do que um simples upgrade do JAS—39C/D. Para aqueles que estão por fora, o gripen não é naval, portanto, ele não tem projeto de um caça naval.

      “seu projeto já incorpora características bem próximas das exigidas para a operação embarcada.”

      Além de não incorporar características de um caça naval, deixa muito bem claro “bem próximas”. Ser próximo de um caça naval NÃO É A MESMA COISA que ser. Não exite meio grávida, ou está ou não está. A mesma coisa com um caça. Ou ele é ou não é naval. Não existe essa coisa de “bem próximo” para operação embarcada porque não existe meio naval. Nunca pararam para pensar porque nunca operamos um bandeirulha no A-11 ou no A-12? É porque a EMBRAER teria que refazer todo o Bandeirante para que ele fosse navalizado.

      “Hoje existem ferramentas de projeto muito avançadas e a possibilidade de emprego de novos materiais.”

      Sim, é uma dádiva da engenharia aeronáutica. Mas não foram usados no gripen para ser naval, porque pelos mesmos parágrafos que você destacou, ele não foi projetado como um caça naval e sua performance não é naval pois ainda querem chegar a “algo próximo de uma operação embarcada”.

      “(um cálculo preciso já foi feito mas não posso divulgá-)”

      Essa parte da entrevista se chama vaselina. Se ele tivesse divulgado um nº arredondado, aí sim estaríamos diante de um projeto sério, que está sendo levado de forma séria. Vocês acham que na FAB não tem pessoal com conhecimento técnico? Se isso fosse sério, a primeira coisa que a SAAB faria era divulgar um orçamento, mesmo que preliminar. Porque para chegar num valor, é porque você antes pesquisou e viu quanto que vai sair a brincadeira toda.

      Se você omite o valor aí é uma de duas. Ou a pessoa quer esconder a inviabilidade do projeto, ou o custo para isso tudo vai ser muito maior do que se esperava. E para não afugentar o cliente, “mas não posso divulgá-lo”. Leoa-se $$$$$$$$.

      “Ou seja, já está sendo feito um pré-trabalho para facilitar o desenvolvimento do Sea Gripen.”

      Se o pré-trabalho for algo sem números e reprojetos, aí será uma roleta russa.

      “O Gripen pousa em rodopista, se não me falha a memória, de 13 a 14 pés por segundo de impacto e a especificação para pousar em porta-aviões e na faixa dos 18 a 20 pés por segundo”

      Uma vez nos anos 80 um F-5 fez a mesma coisa numa rodovia brasileira, não me lembro onde. Mas isso não quer dizer que ele é naval. Vai em capslock. A PISTA ESTÁ IMÓVEL e com centenas de metros a frente. Aí é fácil, o avião pousa como se pousasse em uma pista normal. Agora pouse numa “pista” que está se mexendo para cima e para baixo, para direita e para esquerda. E tudo isso para pousar em menos de 40 metros. O avião praticamente sofre uma queda controlada.
      Agora faça isso em um avião que não é naval. Em muitos poucos anos ele terá baixa de serviço por colapso de fadiga.

    25. Grifo, boa tarde.

      Só um complemento quanto ao Rafale:

      O Rafale M não é “viável porque tem grande comunalidade com a versão não-embarcada”.

      Ele já foi concebido e nasceu para ser operar embarcado E na Força Aérea.

      Abraço,

      Justin

      “Justin Case supports Rafale”

      • Gostaria de pedir aos senhores que evitem os apelidos aqui no blog.
        Isso é uma forma pouco educada de se referir aos colegas.
        Vamos nos ater as discussões sobre as aeronaves sem querer taxar os colegas porque isso não agrega nenhum valor para os debates.
        Obrigado!

    26. Errei Vader. Não era o ZE, era o Grifo. Vader/Grifo, pq me direcionava a vocês 2.

      É que o grifo e o ZE defendem tanto a mesma coisa que acabei me confundindo. Concordo sobre a pessoa que começou isso tudo e minhas desculpas pelo mal entendido.

    27. “…a MB vai encomendar 48 aviões de caça… a Índia encomendou um total de 45 Mig 29K, e a França encomendou até agora 47 Rafale M…”

      Pois é, Grifo…

      45 MiG-29K, É escala; 47 Rafale M, É escala; 24 Su-33 É escala; mas 48 Sea Gripen para a MB NÃO É escala…

      Vai entender…

    28. A proposta é muito boa, mas duvido que que o Sea Gripen se torne operacional se depender do Brasil.

      Não está claro se a nossa Marinha irá mesmo continuar a operar Porta Aviões. É um navio muito caro de construir, de comprar, de operar, de manter e sua utilidade na atual END, (que prioriza a defesa de nosso mar territorial e não projeção de poder) é duvidosa.

      Portanto, primeiramente devemos determinar que Marinha queremos, quanto podemos gastar para depois planejar as aquisições.

      Acredito que nossa Marinha não terá outro PA após o São Paulo ( a não ser que uma compra de oportunidade surja num horizonte de 15 anos) e possivelmente a MB utilizará a versão normal do NG e não o Sea Gripen.

    29. Gabriel T. disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:42

      “Vader, eu estou conversando com respeito. Eu não acho legal essa coisa de chamar os outros de gripentes, rafalechetes, etc”

      Eu também não gosto que vc me chame de ZE. Não ligo dos imbecis do Buraco Negro, do Lago Paranoá, do Disneylândia Brasil ou do Paranóia Brasil repetirem essa asnice, mas não gosto que gente inteligente caia nessa besteira.

      E não me referi a você, pois sei que você é “torcedor” do SH.

      Sds.

    30. O Rafale M não é “viável porque tem grande comunalidade com a versão não-embarcada”.

      Ele já foi concebido e nasceu para ser operar embarcado E na Força Aérea.

      Caro Justin Case, estava atendo somente ao tema “escala” colocado pelo Gilberto Rezende.

      Acredito que os custos operacionais do Rafale M são aceitáveis pela grande comunalidade com o Rafale da AdlA, inclusive quanto ao treinamento. Isto é uma vantagem e não uma desvantagem do Rafale.

    31. “No entanto, o Gripen não é um caça qualquer, e eu desafio qualquer caça existente de porta aviões a conseguir pousar nas mais severas condições climáticas, com neve/chuva e fortes ventos de través, em uma pista padrão de estrada sueca de 17 x 800 metros. O Gripen inclusive já provou exigir menos pista ainda: 9 x 600m, sendo re-armado e reabastecido em menos que dez minutos e decolando em seguida. Isso, obviamente, feito não apenas uma única vez, para efeitos de exibição. O avião tem que ser projetado desde o início , com desempenho de sistemas embarcados, com um conceito de operações adequado e alta tolerância ao impacto operacional, durante uma vida operacional de trinta anos de operações diurnas nestas condições.”
      http://www.alide.com.br/joomla/index.php/capa/75-extra/948-saab-detalhes-do-programa-sea-gripen

      []s!

    32. grifo disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:39

      “Aqui nos comentários eu achei que já tinha visto de tudo: gente calcular RCS por foto, estimar autonomia por foto e até mesmo pesar avião pela foto.
      Mas agora fiquei sabendo que dá também para ver se existe visão da pista por foto – e externa!”

      Grifo,

      Você está certo. Foto externa não é argumento adequado.

      Proponho utilizar a lógica então:

      Os franceses resolveram usar um nariz curto, de grande ângulo; e um canopy bem alto porque eles são bobos e não entendem nada de operação aeronaval.

      Eles não gostam de colocar antena grande no radar e também não sabem que um perfil mais afilado tem menor arrasto aerodinâmico.

      Também a engenharia deles não sabe projetar um delta + canard que faça aproximação final com ângulo de ataque de avião convencional.

      Obs.: é só jogo de palavras. Não é disputa, muito menos, briga. 😉

      Abraço,

      Justin

      “Justin Case supports Rafale”

    33. Ser próximo de um caça naval NÃO É A MESMA COISA que ser.

      Caro Gabriel T., concordo. Mas ser próximo também não é mesma coisa que ser distante. Existe uma diferença enorme entre navalizar um Gripen NG e navalizar por exemplo um F-104.

      Uma vez nos anos 80 um F-5 fez a mesma coisa numa rodovia brasileira, não me lembro onde.

      Eu conheço o piloto que fez este pouso, se não me engano por pane seca. Te asseguro que ele não quer fazer de novo.

      Pouso em rodovia é realmente muito diferente de um pouso embarcado. Da mesma forma que rodovia não se mexe, ela também não “fabrica vento” nem se aproa no sentido mais favorável. O que se afirmou é que várias características que permitem o pouso em rodovias deixam o Gripen NG mais *próximo* de uma versão naval.

    34. mario Blaya disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:40

      “seria de perguntar que tipo de especialistas da Royal Navy estão dando suporte a SAAB?”

      Sim, tem que se ver antes qual o profissional e que tipo de suporte eles estão recebendo. Pode fazer muito tempo que projetaram o Harrier, mas acredito que a Royal Navy deu um ou dois pitacos a respeito do F-35, afinal, é o deles que está na reta, e os EUA não são os “sabe tudo” que muitos pensam que são… Gente boa há em todo lugar, basta procurar…

      Seria a mesma coisa a Odebretch anunciar que possui suporte de um pessoal do Exército. Oras, o EB tem de soldados rasos a doutores em física nuclear e peritos em guerra cibernética… Não podemos generalizar e achar que só há pessoal camuflado com um FAL nas mãos…

      Forte abraço.

    35. O argumento da falta de escala não pode ser levado em conta. Se for verdade o que a Saab diz, (eles são sérios) muitas das propriedades estruturais necessárias para as operações navais já estão presentes no NG. Pode-se imaginar que as mudanças necessárias não requerem custos tão elevados assim, embora tais custos não tenham sido revelados. É claro que o sea Gripen será mais caro que o NG, mas isso é normal. A escala do sea se relaciona com a escala do NG.

      É bom lembrar que a Embraer já fez estudos para a navalização do AMX.

      Agora tem que ver. O que custa mais caro de adquirir e manter?
      88 Rafale F3 + 25 Rafale M ?
      113 Super Hornet ?
      88 Gripen NG + 25 sea Gripen NG? (custeado o desenvolvimento da versão naval)

      Acho que ainda o Gripen é mais barato. Sem falar na experiência adquirida em aprender a desenvolver um caça naval.

    36. Em Resumo, se formos de Gripen vamos ter que pagar o desenvolvimento do Sea Gripen além de completar o desenvolvimento do Gripen E/F e ser o primeiro comprador do avião, e mesmo assim, pode apostar que seria mais barato que o Caça-Jaca da Assault.

      Qualquer um pode ver claramente que o Super-Hornet é a melhor proposta tanto para nossa marinha, quanto para nossa aeronáutica, não há nem o que discutir.

      A única coisa que impede o Hornet de emplacar aqui é o pensamento tupiniquim que os E.U.A são nossos inimigos ao invés de nossos maiores aliados.

    37. Caro Justin Case, da mesma forma quando os suecos dizem que vão usar o mesmo radar na versão naval, é porque estão mentindo só para ganhar o contrato no Brasil e/ou na Índia.

      Depois do contrato assinado, quando alguém perguntar eles vão se fazer de desentendidos e dizer “Sea quem? Não conheço!”.

      Muito espertos estes suecos! Por isso é que eles tem essa fama. Jamais empreste ou compre nada deles.

    38. Gabriel T. disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:42

      “E o que foi feito no NG? Nada mais do que um simples upgrade do JAS—39C/D”

      Como a entrevista deixou claro, está acontecendo um reprojeto completo da parte interna da aeronave: sem alterações na aerodinâmica, mas com alterações nas estruturas internas. A Akaer por exemplo toma parte nisso.

      “Além de não incorporar características de um caça naval, deixa muito bem claro “bem próximas”.”

      O que ele quis dizer com bem próximas é que o Gripen NG já terá estruturação interna para ser navalizado, faltando o trem de pouso e alguns outros itens.

      “Mas não foram usados no gripen para ser naval”

      No Gripen não, mas está sendo no Gripen NG.

      “Se ele tivesse divulgado um nº arredondado, aí sim estaríamos diante de um projeto sério, que está sendo levado de forma séria”

      Penso que se ele tivesse divulgado um número redondo ele perderia o emprego. Amigo, segredos industriais são segredos industriais…

      “Vocês acham que na FAB não tem pessoal com conhecimento técnico?”

      Nunca disse isso. Mas no caso do Gripen naval seria a Marinha, não?

      “Se isso fosse sério, a primeira coisa que a SAAB faria era divulgar um orçamento, mesmo que preliminar”

      Penso que o que a SAAB está fazendo é legítimo. É dizer: “olha, temos condições técnicas de fazê-lo”. Evidente que ela não o fará de graça e nem a preço de banana. E creio que ninguém sério exigiria isso.

      “Se o pré-trabalho for algo sem números e reprojetos, aí será uma roleta russa”

      Não me parece ser o caso da SAAB, me desculpe. E o parágrafo anterior, o “já há um cálculo preciso” demonstra isso.

      “O avião praticamente sofre uma queda controlada. Agora faça isso em um avião que não é naval. Em muitos poucos anos ele terá baixa de serviço por colapso de fadiga”

      Concordo, e acho que até em muito menos tempo, meu caro. Mas é por isso que as estruturas internas do Gripen NG já estão sendo projetadas levando-se em consideração sua possível navalização.

      _______________

      Concluindo, o que quero dizer é: sim, a SAAB pode fazê-lo. Na verdade ESTÁ fazendo.

      Se será viável ou não do ponto de vista econômico são outros quinhentos. Mas que está sendo feito, está.

      Sds.

      PS: acho que ninguém na Trilogia Blog é mais crítico do uso de PAs pelo Brasil do que eu. Não precisamos de um Gripen Naval. Não precisamos de um Opalão. Precisamos de um Gripen que possa operar de bases no litoral e em pistas curtas (em ilhotas?), isso sim.

    39. O Super-Hornet é o avião que atende melhor as exigências brasileiras, tanto marinha, quanto aeronáutica, coisa que o russo Su35 não poderia fazer, não há mais o que discutir, qualquer proposta que vise ampliar a defesa nacional escolheria o Hornet.

    40. Pessoal, não so muito fã da política brasileira , porém acredito muito no projeto do Gripen NG e o Sea Gripen, só formado em ADM de empresas, recentemente em uma entrevista a Revista força aérea ano 15 Nº 63 abr/maio o Dr. Jairo Candido (Diretor- titular do Departamento de Defesa e Segurança da FIESP) informa que a única forma de um empresário investir em torna de US$ 50 milhões em um projeto é participando de forma ativa a essa idéia, onde ele ganhe experiência e escala de produção, traduzindo assim será que Akaer uma empresa respeitada enxergou que a Saab foi a única apresentar o conceito de parceria. Participei recentemente da palestra intitulada A indústria aeronáutica do Brasil, proferida por Frederico Fleury Curado, Presidente da Embraer realizada no dia 27/05/2010 no Auditório “Ernesto Igel” promovida pelo CIEE, ele foi categórico a afirmar que nenhuma empresa transfere tecnologia, a meu ver isso só é feito em projetos conjuntos podemos dizer um Joint -Venture. Assim é preciso pensar nos prospectos de riscos e acreditar na indústria nacional, e somente assim e que o FX será um sucesso.

    41. grifo disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:58

      “Mas ser próximo também não é mesma coisa que ser distante. Existe uma diferença enorme entre navalizar um Gripen NG e navalizar por exemplo um F-104”

      “Da mesma forma que rodovia não se mexe, ela também não “fabrica vento” nem se aproa no sentido mais favorável. O que se afirmou é que várias características que permitem o pouso em rodovias deixam o Gripen NG mais *próximo* de uma versão naval.”

      Prezado Grifo, desse jeito o Galante vai ter de editar outro post em cima de um seu comentário.

      B-R-I-L-H-A-N-T-E!

      Sds.

    42. Boa tarde!

      Amigos a pelea Gripen x Rafale é tão cega que esta fazendo muitos aqui que sei que entende do assunto esquecer que quando o tema é Naval os EUA são imbativeis.

      Sds.

    43. Vader, como vc tem se mostrado prestativo e pacienta nas suas explicações, eu tomo a liberdade de perguntar:

      E quanto aos quinhentos que falta? Os custos de desenvolvimento, uma vez amortizados pelos custos operacionais menores do Gripen (25 un. da MB + 88un. da Fab) seriam capazes de tornar o projeto tão caro como operar 113 Super Hornet, caso esses pudessem operar do A-12?

    44. Edu Nicácio disse:
      25 de outubro de 2010 às 14:00

      o que a RN pode ter apresentado no projeto do F-35 seriam suas necessidades operacionais, uma coisa e vc ter conhecimento dos problemas outra totalmente diferente e saber soluciona-los.

      suecos jamais projetaram um caça naval, eles podem e tem condições de acertarem, mas o tempo que levarão para consegui-lo e a que custo que interessa. O Brasil não tem necessidade de ser parceiro nesse desenvolvimento, pois o mercado para aviões embarcado e bem restrito.

    45. zmun disse:
      25 de outubro de 2010 às 14:25

      Zmun, não tenho essa resposta e acho que ninguém a tem. Se estimar os custos do Gripen NG já é missão impossível, imagine de uma sua versão para operação embarcada.

      O que é importante no NG é sua garantia de fornecimento a preço fixo. O resto é problema da SAAB.

      Mas com certeza um Gripen NG embarcado não sairá barato. Pode colocar aí bem uns 30% a mais do que o Gripen NG “comum”. Se a SAAB mantiver o mesmo compromisso, pode até compensar para a MB, mas isso deve ser negociado em separado, para a MB não melar os projetos da FAB (e vice versa).

      Acho apenas que, caso o Brasil insista nessa tonteria de manter aviação naval em PA, deveríamos antes de mais nada ter um PA condizente com a aviação naval moderna, e não um arremedo de PA que só pode operar “full” com A-4 Skyhawk.

      Quanto a operar SH no Opalão, já foi visto e revisto que não rola. Então não percamos tempo né?

      Sds.

    46. Grifo

      Era isso mesmo, uma pane seca. Me lembro de ter lido isso na época. E naquele momento tinham carros passando pela rodovia. O cara foi macho para pousar assim. Na Suécia é diferente, claro. Se o caça vai pousar, antes o pessoal bloqueia aquela parte de pista para pousar sem riscos.

      Vader

      A Akaer não vai ajudar a reprojetal nada, ela só vai no máximo construir o modelo pronto. Antes de falar em Sea Gripen, temos de ver como será o E/F porque já se decidiu que o caça do FX será o mesmo da Marinha e a prioridade é a FAB no momento. É por isso que acho tudo muito estranho quando a SAAB não cita valores para o cliente, já quer pular o protótipo. E também a FAB não pode ficar presa à Marinha. Seria a SAAB fazendo um caça para a FAB e um outro para a Marinha, ou seja, nuts. É muito estranho porque um sea gripen não fica operacional antes de 2020 se fizerem como se faz com um caça naval. O que pode ser uma boa porque até lá os A-4 vão voar um monte ainda. Mas o que os suecos fazem agora é acelerar tudo ao máximo para dar a impressão de que se pode fazer isso tudo em curto espaço de tempo. Isso é impossível.

      A SAAB pode muito bem fazer um gripen naval. Mas não pensem que um caça é como um carro que se troca a roda ou o motor e ele pode fazer rally. Na aviação é completamente diferente. Nunca fizemos um bandeirulha embarcado porque não teria sentido refazer todo o aparelho. Isso são para países ricos, como a Rússia que refez todo o Mig-29 e Su-27 para ser embarcado.

      Um outro exemplo. O jaguar era um avião de ataque e em um belo dia resolveram fazer uma concorrência para um avião naval de ataque para a França. Praticamente o jaguar foi reprojetado e mesmo assim ficou capenga, ficou pesado demais, ganhando um avião mais simples que ele, o Super Entendard, porque já tinha como modelo um avião que já era naval. A derivação do F-8, o A-7 deu certo porqueo F-8 já era um caça naval.

      Um gripen naval é possível, mas temos que ver o quanto isso irá custar. Será que vai valer a pena? Esse é o risco que o NG perdeu na COPAC. É completamente possível, mas há um custo para isso que precisa ser estudado.

      E pessoal, como vocês colocam o texto em itálico?

    47. Gabriel T. disse:
      25 de outubro de 2010 às 14:43

      Gabriel, verifique direito, a Akaer é um empresa de PROJETOS, ela não constrói nem um parafuso.

      No mais, já convergimos em algo. É possível (não significa que será feito). E o reprojeto interno do Gripen NG já leva essa possibilidade em consideração.

      Sds.

    48. Gabriel T. disse:
      25 de outubro de 2010 às 14:43

      Putz, não saiu. Use a tag “sinal de menor”, letra “i”, “sinal de maior”, digite o texto, e feche com “sinal de menor”, barra, letra “i” e sinal de maior.

      Sds.

    49. Mad_Max disse:
      25 de outubro de 2010 às 14:09

      Boa tarde Mad…. acho eu que a questão não é “os EEUU serem nossos inimigos”! De fato não o são. São, se não me engano, nossos maiores parceiros comerciais… me corrija se eu estiver enganado. Se não forem os maiores, estão entre os…
      A questão é que com eles não garantem ToT. A Boeing chegou a dizer que estava disposta a fazer um tipo de “seguro ToT”, para o caso de o Congresso Americano não aprovar o que foi pedido pelo Brasil… só não me aprofundarei pq confesso, não saberia lhe dizer se este seguro era um tipo de indenização por não cumprimento das clausulas contratuais!
      Ai algumas pessoas, talvez por desinformação, ou por falta do que fazer, ficam criando estereótipos!
      O SH é de longe o mais produzido, e mais beneficiado pela escala… mas o que o Brasil quer é outra coisa. E parece estar disposto a pagar, e caro, por isso! Eu torço pelo NG, mas é certo que qualquer que seja o vencedor, nos colocará anos a frente… alguns com mais dor de cabeça do que os outros, mas, como eu disse, será o preço a se pagar.
      Uma boa tarde.

    50. Olá,

      O projeto Sea Gripen é apenas um factoide para criar tumulto no processo do FX2, se o NG tem chances minimas de existir, imagina Sea Gripen?

      Mais um projeto de autocad, e diga-se de passagem, com uma cor de muito mau gosto.

      A SAAB sabe jogar com a midia, os unicos prejudicados são os que adiam projetos em prou de “uma ideia navalizada”….

      Abraços,

    51. Leo disse:
      25 de outubro de 2010 às 15:10

      vc está falando serio, pousar um caça num PA somente por instrumentos? vc tem em mente a tradicional escola japonesa de formação de pilotos Kamicases não é mesmo?

    52. Edcreek disse:
      25 de outubro de 2010 às 15:19

      “O projeto Sea Gripen é apenas um factoide para criar tumulto no processo do FX2, se o NG tem chances minimas de existir, imagina Sea Gripen?”

      Edcreek, sobre o Sea Gripen eu não sei, mas as chances do NG existir são, hoje, muito maiores do que as do Rafale ser exportado.

    53. o que e nitido, é que para o bem ou para o mal, essa discussão acabara após a eleição, quem for a pessoa escolhida para nos governar, dará um basta nisso.

      por esse motivo alguém realmente acredita que a SAAB esta gastando alguma coisa com desenvolvimento antes dessa definição? A SAAB deseja ardentemente melar o FX-2 para tentar uma nova cartada.

    54. Boa tarde Galera

      Como não gosto muito de “inventar moda”, se fosse pra escolhe escolhia o SH logo de cara, se da certo pro´s gringo vai dar certo pra “nois”, o unico problema é que o SH não pera no opalão, pra dar certo o SH teriamos que comprar o CV-63 junto, ai é olhar os gastos, compensa mais comprar o SH junto com o CV-63 (que nem sei se os gringos querem vender), ou arcar com os custos do SEA Gripen, que devido à seu peso é o unico que pdoe operar Full a partir do opalão.
      Como já foi dito antes o SH é pesado d+ para as catapultas, elevadores e aparelho de parada do A-12, os franceses já testaram o Rafaele no A-12 mas não sei até que ponto compensa, pois a operação ficaria bemmmmm limitada, então das duas uma: ou desenvolve o SEA Gripen ou transforma o opalão em museo e compra um novo PA.

    55. Luiz Padilha disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:54

      Pode até prever, mas não acredito que construiremos um PA. Torço para estar errado, mas duvido. Só se for algum navio de segunda mão e olha lá se o Opalão não servir por mais uns 30, 40 anos

    56. Olá, Gunsalmo

      Eu diria que a chance do Rafale ser exportado ainda esse ano é igual a do NG existir(já que nem a Suecia ainda não comprou nenhuma unidade), nas circunstancias atuais ambas são de Zero, lembrando que se a situação ganhar no Brasil, abemus Rafale, goela baixo como dizem os entusiasta do caça Anlo-Americano de fabricação Sueca.

      Abraços,

    57. Acho que todos leram as postagens de ontem sobre o Gripen eo Sea Gripen aqui no blog.

      Então oque falta é apenas uma encomenda para viabilizar o Sea Gripen. Oque acredito é que não teremos encomendas da MB.

      Se não temos verbas nem para manter nossas corvetas (que saem para o mar com problemas sérios), nem para pessoal suficiente para operar nossos navios, então como teremos dinheiro para comprar, operar e manter um Sea Gripen?

      Acredito sim que a MB comprará novos caças, mas convencionais, não navalizados e para operarem a partir de bases no litoral. Ou ainda mais aviões usados, para serem modernizados.

      A prioridade da MB parece ser novas escoltas e submarinos.

    58. Zorann disse:
      25 de outubro de 2010 às 15:56

      o PAK também precisava de encomendas para se viabilizar, se eu quiser fazer um avião em casa eu preciso que alguém pague para que eu o faça, então dizer que “basta’ encomendar para viabilizar o Sea Grippem e chover no molhado meu caro.

      o problema e o custo disso, os Rafales estarão sendo entregues em 4 ou 5 anos, até lá provavelmente a MB terá uma difinição sobre seu novo PA. Apenas para sua informação, os maiores equipamentos de elevação em estaleiros até o inicio do ano, estavam nos estaleiros americanos especializados em fabricar PA. eram de 1000 toneladas, agoro teremos no Brasil estaleiros com equipamentos para movimentar componentes com mais de 1500 ton, obviamente não basta apenas isso, mas serve apenas para ilustrar que teremos um potencial de produção elevado para os proximos anos!

    59. Edcreek disse:
      25 de outubro de 2010 às 15:52

      “Eu diria que a chance do Rafale ser exportado ainda esse ano é igual a do NG existir(já que nem a Suecia ainda não comprou nenhuma unidade), nas circunstancias atuais ambas são de Zero, lembrando que se a situação ganhar no Brasil, abemus Rafale, goela baixo como dizem os entusiasta do caça Anlo-Americano de fabricação Sueca.”

      Edcreek, não me referia a esse ano.
      Eu acho que a chance do Rafale ser exportado ALGUM DIA, é menor do que a do NG emplacar.

      Quanto ao resultado das eleições, não acredito que o Lula (e, consequentemente, a Dilma) ainda queira o Rafale.
      Acho que o atual governo esperava contrapartidas da França em relação a um acordo de livre comércio e também em relação à politica externa. Quando perceberam que essas contrapartidas não viriam, o Rafale (e de resto, o FX-2) perderam importância.

      O Jobim tem dito que a decisão não saiu ainda por causa das eleições, mas, a verdade é que o assunto Defesa não dá (nem tira) votos.
      Acho mais provavel, que o governo ainda esteja esperando algum avanço na questão dos subsídios agrícolas. Quando perceber que não virá, as chances do Rafale acabam.

      Aí então, a preferencia da FIESP, Embraer, Sindicatos, etc falará mais alto.

    60. mario Blaya disse:
      25 de outubro de 2010 às 16:15

      Não disse que não temos capacidade. Basta ver o número de novos estaleiros no Brasil, principalmente visando atender a Vale (que apesar disso prefira encomendar novos navios no exterior por possuirem preços melhores) e a Petrobrás. A questão está em não termos dinheiro para isso.

      É claro que o desenvolvimento de um novo caça naval para a aquisição de apenas 12 unidades deve encarecer em muito o custo unitário. E do jeito que a coisa vai, não acredito que sejamos o país lançador do Sea Gripen. Talvez se algum outro país selecionasse o modelo, a MB poderia pegar carona no projeto. Mas sozinha não acredito. É muito mais provável, na minha opnião, que um novo PA não seja construido e que a MB passe a operar aviões em bases no litoral. Não temos continuidade e muito menos algum planejamento sério para a sua construção.

      Planos todos nós fazemos e dependendo do tamanho dos planos, costumamos chamar de “sonhos”. Agora planejamento orçamentário que torne algum desses sonhos uma realidade, nunca tivemos por aqui. E não acredito em mudanças a curto prazo, pois se tomarmos como base os ultimos 16 anos (parece que foi ontem), pouca coisa mudou.

      Quando disse que basta uma encomenda para que o Sea Gripen se torne uma realidade, quiz dizer que os estudos já estão em fase avançada, ou já estão sendo feitos para tornar o NG mais facil de ser navalizado. Talvez tenha me expressado mal, faltou eu me explicar melhor.

      Se não temos nem dinheiro para operar oque já temos de forma satisfatória, você acredita que gastos da monta de um novo PA possam ser feitos?

    61. Edcreek disse:
      25 de outubro de 2010 às 15:52

      “Eu diria que a chance do Rafale ser exportado ainda esse ano é igual a do NG existir(já que nem a Suecia ainda não comprou nenhuma unidade), nas circunstancias atuais ambas são de Zero.”

      Edcreek, não me referia a esse ano. Acho que as chances do Rafale ser exportado ALGUM DIA, são menores que a do NG emplacar.

    62. grifo disse 25 de outubro de 2010 às 13:39
      Aqui nos comentários eu achei que já tinha visto de tudo: gente calcular RCS por foto, estimar autonomia por foto e até mesmo pesar avião pela foto.
      Mas agora fiquei sabendo que dá também para ver se existe visão da pista por foto – e externa

      Caro GRIFO, não seja cruel com o Justin. Ele ao menos debate, e o faz bem, contribuindo para o nível deste blog. Confesso que assino em baixo seu comentário, mas o que é mais que nos resta: nem seuqre tem um desses por estas bandas para uma olhadela no hangar!

      O que eu fico impressionado é a maneira leviana como outros insistem em propagar factóides de internet ou apostar nesse ou naquele caça como se fosse uma final de estadual: gremio x internacional, flamengo x vasco ou santos x são paulo…..E pensar que esse FX é o tudo ou nada para a nossa FAB!

      Voltando ao tópico, afirmo que uma coisa não se pode negar neste blog ou em qualquer outro fórum de defesa: a SAAB está dando de dez a zero na Dassault em marketing, divulgação e ações pró-ativas. E sabes porque?? Porque a Dassault aposta unicamente na escolha política enquanto a Saab faz os dois.

      Agora, se a decisão da Dassault é porque não confia mais no seu produto ou se é porque os manda-chuvas de lá tomaram uma decisão estratégica aí eu não sei e qualquer afirmação nesse sentido seria leviana….

      A SAAB vem fazendo trabalho de formiga, e bem feito. Não vejo porque tanta celeuma em torno do Gripen Naval. Desde muito antes de se falar nele já havíamos lido em boas matérias do blog que uma das diferenças do NG para o Gripne C era o reforço estrutural e o redesenho da estrutura interna. Isso não soluciona nada mas já é um passo a mais na direção do caça naval. Mais a mais, não vamos nos esquecer de que dos 3 finalistas do FX (quando foi divulgado mesmo? Que ano?) só o Gripen não tinha versão naval. Creio que a SAAB, que deve ter uma bolinha de cristial no departamento de futurologia, correu um pouco nesta direção antevendo as necessidades da MB, afinal era só ler a END!

    63. Só rindo mesmo, não existe o ovo e querem depenar a galinha…

      Engraçado que os defensores do NG ficam todos alvoroçados com esta conversa fiada de marketing… e, propositadamente, caem nesta de que fazer um caça naval é fácil… mesmo partindo de um “conceito” que já parte de um “Frankstaein” de um caça que nunca foi pensado em ser naval…
      é o mesmo que pegar um M2000 e “fazê-lo” naval, apenas com promessas!…
      E ainda acreditam que um caça naval possa pesar apenas 400kg a mais… eu até poderia entender se falassem que o NG seria 1tonelada mais leve que o demo… e o NG naval seria apenas 400kg mais pesado que o demo… mas a SAAB deve ter descoberto como fazer um trem de pouso, longarinas, etc.. etc… de isopor de resistência “alienígena”… vindo de Kryptônia… rsrsrs

      Cálculos, riscos, participações mil sem atrasos… tudo já está acertado e resolvido pelas calculadores e livros jurídicos dos amigos NGetes! rsrsrsrs – este mundo de faz-de-conta é maravilhoso! 🙂

      SAAB! comece e termine uma coisa para poder falar de outra! coisa mais malandra isso!

      Sds!

    64. Justin Case disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:29

      Você insiste com este argumento furado do comprimento do nariz…

      Os americanos, ingleses e russos sempre construíram aviões com narizes longos, radares descentes e para o seu espanto operando embarcados.

      Se os franceses por algum motivo qual não me interessa, fizeram algo diferente limitando o desenvolvimento de radar do seu avião..

      É um problema deles..

      Você precisa arcar com este problema ?

      Eu tenho certeza, que eu não preciso…

      Aproveitando que o colega Mario Blaya apareceu por aqui…

      Ainda aguardo links oficiais afirmando que as armas chilenas estão nos EUA.

    65. Rodrigo,

      Meu comentário é sobre aviões de ASA DELTA mais CANARD.
      Já disse também que para os aviões americanos que tem asa enflexada e empenagem normal isso não se aplica.
      Desculpe se não me fiz entender nos comentários anteriores.
      Acho que é bom os nossos engenheiros ao menos pensarem no caso se não querem arcar com o problema no futuro.
      Abraço,

      Justin

      “Justin Case supports Rafale”

    66. Justin Case disse:
      25 de outubro de 2010 às 17:46

      Entendi…

      Então os franceses para variar fizeram uma m….., criando um projeto comum para operação terrestre e naval.

      E por isto vamos ter que arcar com ela ?

      Mais uma vez peço que você use um pouco mais de senso crítico.

      ——————————————————————-

      É altamente injusto comparar o NG com este Sea Gripen…

      Bom…

      O NG tem financiamento assegurado pelo Governo sueco, como N vezes já comprovado. Certo ?

      O Sea Gripen é um desenvolvimento para um cliente externo e será pago pelo mesmo.

      Acreditar que isto se fará apenas com esta meia dúzia de cálculos e só meter um novo trem de pouso e gancho de parada é coisa de quem não tem a menor noção de cálculo estrutural.

      É besteirada, do mesmo patamar que acreditar piamente nos cálculos de RCS e assinatura IR feitos por fotos ou de que o Gripen NG não terá protótipos completos, como já oficialmente desmentido pela SAAB.

      Se fosse o inverso eu e do Sea Gripen, surgisse o Gripen, eu seria um entusiasta do projeto e digamos que poderíamos desenvolver a nossa versão terrestre exclusiva( como N vezes eu já sugeri que seria uma boa também com o SH).

      Os indianos já tem o Mig29K, é difícil se interessarem pelo Sea Gripen, serão filhos únicos da MB.

    67. Amigos,

      Só para contribuir para o debate:

      O Rafale M (monoplace) é em torno de 600 Kg mais pesado do que o Rafale C (também monoplace).

      A diferença entre os dois é muito pequena pois a célula, de forma geral, já foi concebida para a operação nos dois perfis.

      Para garantir a comunalidade, a célula não-naval tem a mesma resistência estrutural que foi requerida para a configuração naval.

      Nesse caso do Rafale, a diferença de peso está somente nos sistemas e equipamentos que são diferentes, como gancho de parada e trem de pouso entre outros menores.

      Abraços,

      Justin

      “Justin Case supports Rafale”

    68. Pô, Rodrigo.

      O Super Hornet também é vendido para operação a partir de terra, como o F-18 legacy, e ninguém sai por aí dizendo que os americanos fizeram uma m…
      Vai com calma… 😐
      Abraço,

      Justin

      “Justin Case supports Rafale”

    69. Caro GRIFO, não seja cruel com o Justin. Ele ao menos debate, e o faz bem, contribuindo para o nível deste blog.

      Caro Cronista, além do seu invejável conhecimento técnico, o Justin Case é um gentleman e certamente não deve ter levado a brincadeira para o lado pessoal. Caso contrário minhas desculpas ao Justin Case.

      Os americanos, ingleses e russos sempre construíram aviões com narizes longos, radares descentes e para o seu espanto operando embarcados.

      Caro Rodrigo, o problema que o Justin Case levanta é real e foi um dos que supostamente fez com que a Royal Navy descartasse um Typhoon naval. No entanto o Gripen tem uma aerodinâmica distinta já adaptada a pousos com alta razão de descida, e acredito que ele possa manter uma velocidade compatível de aproximação mesmo com um ângulo de ataque mais baixo.

    70. Vader ,obrigado pela dica.

      Teste – Dassault-Saab

      Rodrigo, mais uma vez concordo com tudo.

      Justin, o nariz do avião não tem nada a ver com o uso em PAs. Veja o tamanho do radome do F-14, F-4, Su-27 ou até mesmo o RA-5 Vigilant. O único avião que teve o radome achatado para melhor ângulo de visão foi o Mig-27, que sequer foi operado a bordo de um PA. O RAFALE tem um nariz pequeno porque o radar do RAFALE foi projetado para ter aquele tamanho para um desempenho de alcance menor se comparado com outros eurocanards. Aí dá a falsa impressão que o canopi do RAFALE é aumentado para ter ângulo no pouso em PA. Se você colocar um radome pequeno em qualquer avião com radome grande, vai ter essa falsa impressão.

    71. SAAB: Detalhes do Programa Sea Gripen
      Escrito por Felipe Salles
      Ter, 29 de Dezembro de 2009 17:03

      Nesta semana, ALIDE encaminhou ao Sr Peter Nilsson, VP de Capacitação Operacional do Gripen na Saab, um conjunto de perguntas visando esclarecer aos nossos leitores, um pouco melhor, sobre o recém anunciado programa Sea Gripen, a versão navalizada do caça sueco, voltada para o uso em navios aeródromos. A carta abaixo é a tradução para o português do texto integral que recebemos em resposta.

      “…No total, o reprojeto deverá adicionar peso à célula, o que dará ao avião um peso vazio entre 7500 e 8000 kg, ou seja, cerca de 400kg de peso extra quando comparado com o Gripen NG…”

      http://www.alide.com.br/joomla/index.php/capa/75-extra/948-saab-detalhes-do-programa-sea-gripen

      É so o pessoal do Sarkozy e da Dassault que dizem a verdade, que sabem projetar aviões ?

    72. Sei que o assunto é o Sea Gripen, mas, estou assistindo no True TV HD, um reality show chamado Escola de Pilotos, que se passa na Base Aérea de Cold Lake, Canadá.

      Os participantes são Pilotos, sendo que um deles tem mais de 1.000 hs de vôo, estão ali para fazer a conversão para o F 18 Canadense.

      Cada Imagem!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      PS: no segundo episódio haverá um eliminado por não…….. acharam que eu ia contar né.

    73. Bom,
      Eu acredito que se é para desenvolver uma aeronave em solo tupiniquim, com total transferência de tecnologia, é óbvio que tem que ser o SG. Eu já escrevi em outro momento que se for só a MB a possuí-lo, serão pouquíssimas unidades, com muito boa vontade teríamos umas 40 células, vejam bem, células, isso não quer dizer que todas entrariam no inventário ativo, ou seja, sería tão caro quanto foi o desenvolvimento do AMX e isso que foram quase duzentas* unidades!
      Então é preciso que a FAB opte pelo mesmo avião que a MB e se possível(coisa que não acontecerá) a Marinha da Índia também entre no projeto para ajudar no rateio dos custos.
      Outra coisa, a $aab jura de pé junto que toda a produção mundial do SG será em solo tupiniquim. Ao meu ver é o melhor off-set que se pode oferecer.
      Por mim enterra o “efexis” e assina o contrato!
      Alguns dirão que a FAB não pode ter o mesmo caça que a MB. Lembro-os do F-18.
      O mesmo defendo para o Rafaele M, que se for dotar a MB e a FAB com o caça da Da$$ault, que seja a versão M então para ambas as Forças…se é para baratear e racionalizar custos(se bem que nesse caso quem conseguir merece o Nobel de economia!)…

      Nunca pensei que escreveria isso, mas o NG é muito mais viável economicamente que o SG…

      *= FAB + AMI

    74. Justin Case disse:
      25 de outubro de 2010 às 18:09

      “O Rafale M (monoplace) é em torno de 600 Kg mais pesado do que o Rafale C (também monoplace). A diferença entre os dois é muito pequena pois a célula, de forma geral, já foi concebida para a operação nos dois perfis. Para garantir a comunalidade, a célula não-naval tem a mesma resistência estrutural que foi requerida para a configuração naval. Nesse caso do Rafale, a diferença de peso está somente nos sistemas e equipamentos que são diferentes, como gancho de parada e trem de pouso entre outros menores.”

      Prezado Justin, muito interessante seu comentário. Demonstra que não é preciso enormes reengenharias, mas sim pensar numa versão naval desde o princípio do projeto.

      Isso é precisamente o que a SAAB está fazendo com o Gripen NG: uma única concepção de célula para as duas operações, naval e terrestre. Com a diferença residindo nos aparelhos específicos. E com a diferença de peso ficando em torno de meia tonelada.

      Sds.

    75. Rodrigo disse:
      25 de outubro de 2010 às 17:31

      “Aproveitando que o colega Mario Blaya apareceu por aqui… Ainda aguardo links oficiais afirmando que as armas chilenas estão nos EUA”

      Rodrigo, como eu não sou “magoado” com o cidadão em questão, rsrs, sou mais bonzinho que você: não exijo link oficial não, basta uma evidência crível (não vale Disneylândia Brasil, Paranóia Brasil, etc).

      Mas ele não respondeu no tópico do http://www.aereo.jor.br/2010/10/21/o-pacotao-de-quase-us-30-bilhoes-dos-novos-f-15sa-da-royal-saudi-air-force/#comment-186490

      E não vai responder nesse também.

      Então a gente faz assim: continua chamando a afirmação dele de “trollagem” antiamericana da braba…

      Abs.

    76. Srs.

      Conforme os comentários acima, uma coisa pareçe que ficou clara: Esse projeto só seria realmente interessante caso se pense no F-39 Grifo BR já projetando ele primeiramente como aeronave naval, ou seja, primeiramente se faz o SG e só depois parte-se para a versão terrestre do mesmo: particularmente na minha visão de leigo, faz sentido! 😉

      Agora uma pergunta aos entendidos, que sinceramente não consigo entender – sempre se comenta aqui sobre essas questões do aviões embarcados, que tem que diminuir isso, diminuir aquilo, que tal NAe é pequeno demais, dai tem que operar avião A ou B meia-boca – ou seja um monte de alterações e cálculos para operar os caças ocidentais em porta-aviões… Mas como se explica então o vídeo que vi recentemente dos gigantes SU-33 decolando fácil das NAe’s russas sem catapulta … o que os russos fizeram diferente pra não precisarem dessa “frescurada” toda?! 😛 (o que eles fizeram de diferente? Potência dos motores, tamanho das NAe’s?)

      Sds.

    77. Luiz Eduardo disse:
      25 de outubro de 2010 às 20:52

      O Su-33 Naval Flanker tem duas turbinas Lyulka AL-31 afterburning turbofans….. e decolla com força máxima dos motores com uma rampa de inclinação integrada na proa do navio, que permite às aeronaves decolar utilizando os seus próprios motores.

      Sds.

    78. Luiz Eduardo disse:
      25 de outubro de 2010 às 21:51

      Questão de doutrina e método…. nós, ocidentais, usamos as doutrinas os métodos e meios desenvolvidos pelos maiores usuários e naturalmente os responsáveis pelo criação e aperfeiçoamento de NAes… os ingleses e americanos. Os Russos preferiram ter um projeto de NAe misto e não tem espaço disponível para uma catapulta, como podes pesquisar (no caso do porta-aviões Alm. Kuznetsov…)

      Sds.

    79. É complicado essa questão, se navalizar um avião terrestre fosse tão fácil, o Royal Navy não estaria operando Harrier ate hoje.

      Caro Ronaldo, se navalizar avião terrestre fosse tão difícil, a US Navy não teria feito o T-45 Goshawk.

    80. Poxa

      Primeiro comentário pertinente de um rafalista que eu leio por aqui e escrotizam o cara…
      Parabéns Justin, concordo com sua avaliação
      O Rafale tem um bico que foi projetando levando em conta o ângulo de ataque de uma aeronave asa delta em pouso
      O Gripen, por sua vez, é bicudo porque não havia esse compromisso em seu requisito
      Como foi bem lembrado, F-14, F-18 e Su-33 tem configuraçao convencional e o angulo de ataque no pouso é bem menor, o cidadão ainda consegue enxergar algo próximo e abaixo

      Enfim, muito pertinente, muito bem observado. Como é bom ter alguém com quem se possa debater!

      Mas, pensando com meus botões, no caso do Gripen seria mais uma coisa pra engenharia brasileira aprender fazendo.
      Eu acredito que pessoas focadas, com um objetivo bem definido e recursos fazem qualquer coisa. Claro que pode levar mais tempo, se não tiver ninguém com experiência prévia no assunto por perto (por isso a importância de ter parceiros experientes, e um objeto para desenvolver e “ter o que perguntar” para os experientes)

      Abs
      Larry

    81. Amigo, me pergunto, adianta insistir com o FOCH bota esse lixo cheito de amianto no museu, treina os pilotos da marinha no Super Hornet e encomenda um que preste, pode ser feito meio no exterior, meio aqui dentro mesmo, temos que parar de pensar em quebrar galho e termos alguma arma de defesa efetiva.

      Os Super Hornets são o começo, se houver uma estratégia de defesa bem definida, quando formos aposentar os Mikes que continuaram em operação em conjunto com os Hornets estaremos fabricando aqui mini Hornets como quer ser o Gripen, só teremos defesas efetivas se comprarmos o SH e só aprenderemos fazer se nos propusermos a fazer um caça novo a partir da tecnologia adquirida com ele.

      Quando vejo os números do conflito Irã-Iraque fica uma certeza, os F-14 dominavam e os F-5 iranianos eram apenas número de sustenção.

      O SH faria tranquilamente o papel que o Tom Cat fez para o Irã se fosse preciso, já o Gripen.

      A jaca francesa é carta fora do baralho, não precisa nem comentar, dado seu indigesto preço.

    82. Precisamos do Sea Gripen porque nosso PA não comporta o SH, daí te pergunto, quando tenho um pé grande para um sapato pequeno, jogo o sapato fora ou corto o pé?

      Se ele não comporta aviões atuais, imagine o que será dele no futuro, não jogue dinheiro fora, compre um PA novo que será usado para futuras aeronaves.

    83. GRIFO disse:
      “Caro Gilberto Rezende, da mesma forma o Mig 29-K somente tem um único operador (Índia), e o Rafale M um único operador (França). Estes projetos no entanto foram viáveis por causa da grande comunalidade com a versão não-embarcada.

      Note que se o PEAMB for realmente levado a sério, a MB vai encomendar 48 aviões de caça. Para comparação, a Índia encomendou um total de 45 Mig 29K, e a França encomendou até agora 47 Rafale M (de um total previsto de 60 se todos os 294 vierem). Se Índia e França tem escala, não entendo porque o Brasil não teria.”

      Caro Grifo,

      A França tem escala porque projetou sua aeronave.

      A Índia é o único operador do MIG-29K PORQUE FOI VENDA CASADA COM O PA RUSSO ADQUIRIDO…

      Nosso caso é DIFERENTE, se vamos comprar um caça Naval o RACIONAL é adquirir uma realidade OPERACIONAL e não uma (SIC) “realidade técnica” como o Sea Gripen NG como disse antes alguém…
      Seja lá o que venha a ser ISSO ???

      Se viabilizado os 48 FX-2 para a MB, com a adoção do Rafale teríamos MAIS QUE O DOBRO de escala e uma outra força para compartilhar exercícios e experiência operacional..

      Com o Gripen NG… ZERO.

      Com o Super Hornet seria muito maior de escala MAS, é um projeto mais antigo e na sua origem um readaptação de um projeto ainda mais antigo F/A-18 HORNET e que originalmente era caça LOW que perdeu a concorrencia para a USAF para o F-16 e virou o LOW do F-14 da US NAVY pois ela não admitia um F-16 NAVAL por ser MONOTURBINA…
      Foi o substituto do A-4 na US NAVY apartir da década de 80…

    84. “Não era fácil esconder um avião completamente novo debaixo de “alterações cosméticas” no nome e na designação. Alguns indivíduos, principalmente no Congresso, começaram a suspeitar do programa e uma auditoria interna do Departamento de Defesa teve início em dezembro de 1991.”

      “A verdade é que o Super Hornet é uma nova aeronave. Em primeiro lugar, somente 15% da sua estrutura é compatível com a da versão anterior. A maior parte das semelhanças estruturais está na parte anterior da fuselagem.”

      http://www.aereo.jor.br/destaques/do-hornet-ao-super-hornet/

      Não precisa ir longe para perceber que o SH não é um projeto mais velho que o Rafale é sim mais novo. Isso muitos membros do Congresso Americano achavam. O SH pode ser acusado de tudo, menos de ser o Hornet low atingo.

    85. Luiz Padilha

      O Justin Case (disse: 25 de outubro de 2010 às 13:06) postou a foto comparativa com os 2 Rafale, note no trem de pouso do naval, o painel com as 3 luzes de aproximação para pouso em idêntica posição dos SH’s, trocado por um farol.

      E o quanto são diferentes os trens de pouso, tamanho de rodas e gancho de partida no naval, concluindo que o refazer um calculo estrutural, para o bico, tem que serem levadas considerações não sómente o angulo de visada, mas a carga do empuxo da catapulta de todo peso do conjunto (aí c/ combustiveis e armas). Então como dito que é só trocar o trem de pouso pressupôem-se que no PROJETO tenha sido incluidos todos esses componentes ( inclusive de pouso), dando para se afirmar que estruturalmente o NG é “porreta” quando analisado sob o ponto de vista comum, ou seja não naval. A liga de alumínio para construção aeronáutica aguenta bem quando construida de forma única, ou seja, a estrutura moldada à partir de um unico bloco, evitando o maximo possível de “encaixes”, chegando a conclusão que apesar do preço ser o mais barato em relação aos concorrentes, a sua estrutura não é econômica.
      Só fico pensando no fator “motor único”.

    86. Gilberto Rezende-Rio Grande/RS disse:
      26 de outubro de 2010 às 0:53

      “Se viabilizado os 48 FX-2 para a MB, com a adoção do Rafale teríamos MAIS QUE O DOBRO de escala e uma outra força para compartilhar exercícios e experiência operacional”

      QUARENTA E OITO???? Só na Marinha? Pra começo de conversa cabe tanta JACA-M no Opalão?

      Vamos lá pras continhas então? 48 X 142,3 dá precisos 6,830 bilhões de euros, ou US$ 9,300 bilhões, ou seja, UM OUTRO FX2, só que só pra MB!

      Se já tá difícil sair 36 pra FAB, imagine os 48 pra MB… 🙂

      Não, e pra que! Pra equipar uma josta inútil de PA da década de 1960 que, forçando muuuuuuito a barra, vai ficar até 2025 na ativa.

      Será que a MB não tem outras prioridades?

      Ah e o detalhe: se a JACA “terrestre” já é caríssima de se operar, imagine a naval.

      Paro por aqui. O amigo não pode estar a falar sério.

    87. algumas seitas antigas adotavam palavras ou numeros simbolo de adoração, eram individuos que não entendiam o seu significado por desconhecerem a escrita, e adoravam a forma grafica,
      aqui temos um colega que venera um numero 142 milhões!

    88. A França tem escala porque projetou sua aeronave.

      Caro Gilberto Rezende, eu achava que escala dependia do número de aparelhos produzidos. Se a França projetou sua aeronave, ótimo, parabéns para ela, mas isso nada tem a ver com escala.

      A Índia é o único operador do MIG-29K PORQUE FOI VENDA CASADA COM O PA RUSSO ADQUIRIDO…

      Também não entendi como isto dá escala a Índia.

      O ponto é que tanto a França quanto a Índia operam hoje caças navais que teriam menos encomendas que o Sea Gripen. E ambos fazem isso com custos mais aceitáveis porque ambos os caças tem um alto grau de comunalidade com as suas versões “terrestres”.

      Com o Super Hornet seria muito maior de escala MAS, é um projeto mais antigo e na sua origem um readaptação de um projeto ainda mais antigo F/A-18 HORNET…

      Deixa ver se eu entendi: o importante é comprar um caça naval já operacional em uma outra marinha para poder compartilhar informações, mas o Super Hornet não serve mesmo estando em serviço na maior marinha do mundo porque é “antigo”? Desculpa, isso não faz o menor sentido.

    89. no FX dos 03 concorrentes o unico que não possui a versão naval e o hipotetico caça sueco, a escolha desse aparelho seria um ato de descompromisso com a segurança do pais, pois estariamos dando um cheque em branco para os suecos.

      o SH, apesar de achar que seria o melhor aparelho para a função, as limitações operacionais do atual PA restringiriam sua operação somente para o seu substituto, que se vier, demoraria pelo menos uns 10 anos no minimo para entrar em operação. a opção acaba caindo sobre o Rafale.

    90. mario blaya disse:
      26 de outubro de 2010 às 7:56

      “o SH, apesar de achar que seria o melhor aparelho para a função, as limitações operacionais do atual PA restringiriam sua operação somente para o seu substituto, que se vier, demoraria pelo menos uns 10 anos no minimo para entrar em operação. a opção acaba caindo sobre o Rafale”

      Nananinanaum Mário, a JACA-M também opera com restrições no Sucatão da MB. Tanto quanto o Super-Hornet.

    91. Vader disse:
      26 de outubro de 2010 às 7:45

      honestidade meu caro, honestidade! esse valor já foi discutido ao limite do aceitavel, o relatorio já foi explicado, mas você tem um problema seria de reconhecer que esta errado.

      fica repetindo um inverdade tal qual Goebbles ensinou, com um objetivo de tentar fazer incautos acreditarem que seja verdade.

      leia o relatorio e depois conversaremos!

    92. Sr Vader, deixa o Mário Blaya compra uma JACA de 142 milhões, ele adora JACA.

      Srs

      O poucos percebem é que podemos ajudar a construir um novo caça, podemos errar, claro que sim e nos custaria muito caro isso, mas não tentar seria deixar nossa FAB amarrada em vários pontos negativos que os outros vetores possuem.

      A JACA já esta pronta, o que podemos aprender de novo nela, praticamente nada, aliás o Mr Sarko prometeu “mundos e fundos” em transferência de tecnologia, mas será que perguntou em casa se isto era possível, sem contar o preço.

      O SH também já esta pronto e duvido que o Tio Sam faça alguma transferência relevante de tecnologia, principalmente na abertura dos códigos fontes, um excelente caça na minha opnião, mas ficariamos amarrados na compra dos armamentos, não devemos esquecer que estamos tentando constuir o nossos próprios A-Darte.

      Quanto custa substituir os F5, mais 36 no FX-2 e mais uns 36 para caças para MB? Certamente ultrapassará e muito nossos parcos 1,54% do PIB gastos em Defesa.

      Não devemos nos esquecer que a Defesa não é somente o caça, nosso EB, MB e FAB precisam se modernizar e rápido e se manter.

      Abraço

      Gripeiro

    93. Vader disse:
      26 de outubro de 2010 às 8:01

      o SH não teria como operar no Nae São Paulo, sucatão e o que os suecos querem nos vender, o Rafale teria condições operacionais limitadas, mas mesmo assim seria superior à um caça inexistente.

    94. o odio de alguns para com o Rafale somente apareceu porque o presidente Lula o escolheu, tenho certeza que boa parte dos criticos do caça frances fariam o mesmo que o Lula tivesse dito que a opção do governo brasileiro seria a compra de uma caça que o fabricante não tem recursos para concluir o desenvolvimento.

      criticas desse tipo devem ser relegadas ao plano de torcida.

    95. Caro Mario Blaya,

      Esquece o Rafale M no A-12. No A-12 Até o Gripen navalizado operaria não com 100% de sua capacidade, que seria um caça mais leve e de dimensões menores. Qualquer um dos 3 FX-2 tem de ser pensado para o próximo PA da Marinha, o A-14 (vamos pular o A-13 🙂 )

      Se o GF finalmente decidir por um dos 3 e se esse for o Gripen NG , a viabilidade do Gripen Naval ficaria mais pelo aspecto financeiro do que o técnico, já que as modificações necessárias viriam de financimento nacional, com Embraer liderando o projeto(apoiado é claro pela SAAB e outros).

      Eu só queria ter certeza que a estrutura reforçada do Gripen Ng é suficiente sem modificações adicionais para a versão Naval. Uma consultoria da Boeing viria a calhar para avaliar essa estrutura.

      []’s

    96. Nick,

      o caso e que tanto o SH e o Rafale existem, e se tem noção de sua adaptabilidade ao São Paulo, o Gripen não existe e não se sabe sua real condição operacional.

      o que eu penso e que os custos de desenvolvimento serão pagos pelo Brasil, é e uma condição de risco, que não temos porque assumir. Afinal pagaremos para a SAAB adquirir um conhecimento que pouco será util ao Brasil, pois em 30 anos a aviação passara por mudanças que não temos como imaginar no momento. A tecnologica embarcada atual pouco importará nesse periodo!

    97. mario blaya disse:
      26 de outubro de 2010 às 8:36

      Mario Blabla, um rafanático como V. Sa. a cobrar honestidade fica até esquisito! Então, como o sr. aparenta ser novo aqui, vou lhe explicar o que acontece:

      Já ouvimos aqui que a JACA “esfrega” F-22 e “humilha” Typhoon.
      Já ouvimos que tinha “escudo de plasma” que o tornaria invisível.
      Já ouvimos que seu rcs seria menor que o de um F-35.
      Já ouvimos que a bambooshka SPECTRA detecta o grelinho de uma pulga a 400 anos-luz de distância.
      Já ouvimos que o AESA da JACA seria capaz de detectar, travar, atacar e acertar ao mesmo tempo uma aeronave, um carro de combate e um navio, com três mísseis de três tipos diferentes sendo disparados ao mesmo tempo. Já ouvimos, enfim, que as contra-medidas rafalíticas seriam capazes de “desviar” a poucos metros de distância um míssil já travado na JACA.

      Tudo isso foi graças à nossa mui atenta contestação, a seu tempo devidamente desmentido e caído no ridículo. Aqui não se tornou uma “Disneylândia Brasil” ou um “Paranóia Brasil” porque a corja que estava aqui só para trollar em nome de interesses excusos foi sendo desmentida e, aos poucos, expulsa do blog por não conseguir manter suas teses sem atacar os outros.

      Tinha um leitor aqui no Aéreo, o “fabiano” Sirkis (que talvez tenha sido “calado” por expressar suas opiniões, se é que me entende), que inclusive cunhou o “Manual das Rafalices”, com todas as sandices e asneiras que as rafalechetes purulentas cunharam em todos esses anos de trollagem, desde que a JACA foi enfiada na RFI da FAB pela Casa Civil e Itamaraty Bolivariano. Evidentemente que nós, conhecedores de alguma coisa de aviação e torcedores da Força Aérea Brasileira e do Brasil (e não-membros do PIAIG), só percebemos o que vinha acontecendo quando nosso Grande Timoneiro fez o estrambólico anúncio da JACA antes mesmo da Força entregar seu relatório técnico. Apenas aí percebemos a armação toda. E começamos a enxergar que tinha (como ainda tem) gente que GANHA pra fazer propaganda da decisão governamental.

      Mas já tinha muita gente aqui, eu inclusive, que conhecendo as propostas, apoiava tanto o Gripen quanto o Super-Hornet. De minha parte estou aqui desde final de 2008, logo após a abertura do Aéreo, e SEMPRE achei a proposta do Gripen melhor. Os mais antigos de Aéreo são testemunhas.

      De maneira que não tem essa de ser contrário à “decisão” do Lula não, até porque já tenho motivos de sobra para detestar ele, seu governo e seu partido, não são patéticos 36 aviões que, como paisano, talvez tenha a chance de ver uma ou duas vezes na vida, que mudarão ou influenciarão, nem pra mais nem pra menos, o que já penso.

      A JACA é um mal negócio “de per si”! Ela não precisa do apoio do Lula pra ficar pior.

      E o preço dela é este mesmo, de 142,3 milhões peladinha como um recém-nascido. Ou algo bem próximo disso. Gostem vocês ou não.

    98. grifo disse 25 de outubro de 2010 às 18:28
      (…)Caro Cronista, além do seu invejável conhecimento técnico, o Justin Case é um gentleman e certamente não deve ter levado a brincadeira para o lado pessoal. Caso contrário minhas desculpas ao Justin Case(..)

      GRIFO, minha intenção era, justamente, de enaltecer as qualidades de debatedor do Justin. Perdão se não me fiz entender plenamente, mas meu foco era a boa discussão, o bom combate. Em que pese que nenhum de nós, ao menos em tese, pode influenciar o FX-2, creio que este espaço é o ideal para que tantas pessoas de tantos ramos diferentes possam discutir. Eu só fico fulo da vida com duas coisas: agressões gratuitas, que não são raras, e propagação de besteira, de falácia da internet.

      Voltando ao tópico, creio que a opção da SAAB pela inserção do Gripen naval no debate se dá justamente porque os outros competidores tinham versões assim.

      Se o SH for o escolhido a MB poderia pegar alguns, já que não existe uma versão terrestre e outra naval, e seguir a END e partrir para um novo PA ou, quem sabe, ficar com alguns F-18A/C usados e insistir no A-12.

      Se o Rafale ganhar, é capaz de se optar pela versão naval para otimizar a frota ou, como bem disse o Justin, em função das poucas diferenças cada força ficar com os seus.

      Creio que essa ofensiva de marketing da SAAB pelo Sea Gripen se dá porque eles, os suecos, estãpo apostando na END e na Marinha. Nesse caso acenam com a possibilidade de desenvolvimento conjunto de “dois coelhos”, o que é desejável.

      By the way, hoje eu sou Gripen pela oportunidade. Se é para arriscar, que se arrisque naquele que vai, em tese, me ensinar mais.

      F-18 traz consigo o risco de vetos e não execução do ToT, tanto é que a Boeing chegou a oferecer um seguro para isso…
      Rafale traz consigo o risco de não desenvolvimento futuro já que a Dassault vai mal (fato comprovado até por entrevistas de franceses). Se o caça não emplacar uma venda externa “pesada”, vai complicar a vida do fabricante.
      Gripen traz o risco do desenvolvimento, não é possível que tudo seja céu debrigadeiro como faz crer a SAAB.
      Dos riscos, eu prefiro o do Gripen.

      Leia mais (Read More): Mais sobre o Sea Gripen | Poder Aéreo – Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil

    99. “Nananinanaum Mário, a JACA-M também opera com restrições no Sucatão da MB. Tanto quanto o Super-Hornet.”

      Nananinanaum Vader, como pode um caça, SH, que pesa 4 toneladas a mais, com menos carga alar, ter restrições iguais ao Rafale? esta sua calculadora heim… rsrsrs

      Sds!

    100. Caro Mario Blaya,

      Realmente tanto o Super Hornet como o Rafale existem (apesar que a versão F3+ ainda não).

      Se você prefere uma prateleirada , ótimo, qualquer um dos dois serve para um futuro A-14. Eu de minha parte to cansado de prateleiradas e tampax. Quero que o Brasil começe a quebrar esse ciclo, que aliás a END preconiza. Veja que em 2012, os pré-série do Gripen NG estarão sendo montados(inclusive com componentes nacionais) e iniciarão seus primeiros testes aqui. Na minha visão isso é muito melhor que ficar olhando a Dassault fabricando lá na França os Rafales F3+. Ou montando em CKD os F-18 SH lá em Gavião Peixoto.

      O Gripen Navalizado seria mais um desafio para a indústria nacional, a Embraer em particular. É o tipo de risco que eu quero, não o risco de ter de ficar aguardando componentes dos EUA, ou da França.

      []’s

    101. Nick disse 26 de outubro de 2010 às 10:03
      (…)O Gripen Navalizado seria mais um desafio para a indústria nacional, a Embraer em particular. É o tipo de risco que eu quero, não o risco de ter de ficar aguardando componentes dos EUA, ou da França.

      Apoiado! Risco por risco fico com o que vai me ensinar!
      (mas que im mix com o F-18 via FMS seria bom, isso seria!!!)

    102. “Eu só queria ter certeza que a estrutura reforçada do Gripen Ng é suficiente sem modificações adicionais para a versão Naval. Uma consultoria da Boeing viria a calhar para avaliar essa estrutura.”

      Nick, parabéns pela “quase” lucidez! rsrsrs
      porém o NG, como disse o representante da SAAB, não existe ainda e o Demo não é o NG… logo se vier a existir e a SAAB pretender disputar mercado com uma opção naval, já terá que fazer a estrutura navalizada, o que custará muito mais tempo e dinheiro…
      Quem sabe não seria bom parar tudo, chamar a SAAB e mandar ela enfiar o NG… no armário, rsrsrsrs – e começar um projeto conjunto de 5ª geração? minha dúvida é se a SAAB teria condições técnicas e, se os equipamentos e motores e radar continuariam sendo de fora da Suécia… muito provavelmente sim…

      Abraço broh!

    103. “É o tipo de risco que eu quero, não o risco de ter de ficar aguardando componentes dos EUA, ou da França.”

      então sifu! rsrsrs , pois os Gripens, todos, tem um “recheio” digamos, nada sueco…
      Sobre o risco, é sério e provável! o AMX II está a vista!

      Sds!

    104. Aleluiaa ,esse pais esta acordando para a realidade,o sea gripen é o melhor caça naval que eu ja vi,e atende e sobresai os interesses da MB,pois a Nae São Paulo não pode carregar muito peso!!!!,dai o problema com os A4 Skyhanwk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
      Sea gripen-o voo mais alto do Brasil!

    105. que eu saiba, os nossos F5 operam sem problemas de reposição de peças, sem falar nos helicopteros diversos. não sei se os americanos são assim tão ruíns com seus “parceiros”.

    106. Caro Chico AMX,

      Valeu pelo “quase lucidez”! 😀

      Nesse aspecto, reconheço que à curto prazo(20 anos) não existe a menor possiblidade de sermos auto suficientes em termos de radar, motores, e outros sistemas embarcados.
      O ideal nesse caso, seria “queimar etapas”, com TT específicas, por exemplo de Radar, de IRST, sistemas de EW, etc.. Algo parecido com o que foi feito no caso do A-Darter.

      Onde temos a maior possiblidade em um prazo relativamente curto, termos alguma autossuficiência? Na estrutura do caça, alguns aviônicos, nas armas (mísseis e bombas inteligentes).

      A proposta do Gripen NG é perfeita?? Não. Mas é superior de longe, ao objetivo de reequipamento das FAs com participação nacional, como a END preconiza.

      E sobre parar tudo e mudar a proposta para uma prateleira agora e início imediato de um 5ª geração (como aquele modelo em escala do Sthealt Gripen, por exemplo) . Sou a FAVOR sim!. Mas tem que ser bem negociado, tudo amarrado, acordado, contratado, para não ficarmos apenas na parte da prateleira…. 😉

      []’s

    107. Vader quem mencionou os 48 FX-2 navais foi o Grifo. Além da sua costumeira arrogante citação do São Paulo como Opalão confunde as coisas. O PEAMB prevê a LONGO PRAZO e numa hipótese ideal da MB operar dois porta-aviões do porte aproximado de 50.000 ton de deslocamento cada PA com duas asas de 12 aeronaves de ataque.
      Daí o total ideal de 48 aeronaves FX-2 para a MB.
      CRESCE!

      GRIFO, eu faleu que a FRANÇA projetou sua aeronave Naval para SUA ESCALA.

      A ÍNDIA é um caso ÚNICO NO MUNDO e a profusão e variedade de seu material militar mostra claramente que preocupações de escala, padronização logística, e custo de hora voada não fazem parte das preocupações prioritárias indianas… A INDIA FINANCIOU a reforma do seu PA e a aeronave que opera NA RÚSSIA.
      Talvez explique AQUELE artigo do Galante de quanto custou para ÍNDIA a dupla PA russo-MIG 29K e quanto custou ao Brasil a dupla São Paulo-A-4… 10 vezes menos…

      grifo disse:

      “O ponto é que tanto a França quanto a Índia operam hoje caças navais que teriam menos encomendas que o Sea Gripen.”

      Como assim? Gripen NG é uma coisa SEA Gripen NG é outra coisa. Quais as OUTRAS vendas de Sea Gripen NG você contabiliza além das 48 do Brasil (que o Vader duvida, BTW) para fundamentar sua ALTAMENTE otimista afirmativa???

      O Super Hornet, como disse no post original, cumpre até melhor que o Rafale o requesito de fornecimento rápido, escala industrial e de compartilhamento de informação pois é operado por dois países mas é operado como caça naval APENAS pela US NAVY a Austrália opera a aeronave pela sua Força Aérea…
      Realmente se ambas as Marinhas compartilharem informação CLARO que que a US NAVY tem mais a compartilhar… Se ela quiser…

      A MINHA restrição é que a trajetória ANTIGA e de eterno segundo melhor e solução alternativa PRESUPÕE que seu conteúdo não é tão espetacular assim…
      Quem acredita que um projeto com esta história ao virar SUPER HORNET sumiu con todas as suas características genéticas anteriores de caça de baixo custo LOW é TÃO CRÉDULO quanto aqueles que acreditam no risco ZERO do Gripen NG…

      E quanto ao SUPER HORNET nem comentei o argumento VETO da coleira tecnológica americana…

    108. Senhores,

      até o momento a SAAB em nenhum momento, deixou claro, quanto saíria o desenvolvimento do Gripen NG. Segundo o Vader, se calcula o preco a partir do valor do projeto, por isso eu pergunto: como a SAAB justifica o preco do NG em $50.000.000 de dolares? O projeto para desenvolver um caca x 36 unidades sairia somente $1.800 bilhoes de dolares?Se for mais, quem arcará com a diferenca? A SAAB?

      Saindo nas mesmo questionamento sobre o Sea Gripen: Quanto seria o desenvolvimento do Sea Gripen, sendo que possivelmente a MB iria comprar uma quantidade perto de12 a 24 aeronaves(`não acredito em 48 cacas).

      Aguardo suas opniòes,

      abraco

      Paulo

    109. Olá, Paulo

      Agora a conta fica difente já que é para o caça Sueco não pode ser levado em conta o projeto todo…..

      São uns fanfarões esses entusiastas no NG.

      O Rafale não sairá pelo preço citado no documento Frances, sendo aquele o valor total do projeto, qualquer criança com uma calculadora chega nesse resultado obvio.

      Abraços,

    110. Gilberto :”Com o Super Hornet seria muito maior de escala MAS, é um projeto mais antigo”.

      Negativo. O SH fez seu primeiro vôo uma década depois do RAFALE. O SH já incorporou tudo de superior que se tinha uma década depois do RAFALE.

      “E quanto ao SUPER HORNET nem comentei o argumento VETO da coleira tecnológica americana”.

      É bom não comentar. Sabia que os motores do ST são americanos?
      Eu não sei porque essa necessidade de se curvar aos franceses que oferecem muito menos. A guerra fria acabou e não precisamos mais viver nesse lenga-lenga de EUA o grande inimigo do universo.

    111. “O Rafale não sairá pelo preço citado no documento Frances, sendo aquele o valor total do projeto, qualquer criança com uma calculadora chega nesse resultado obvio.”

      Por favor, então com sua calculadora nos diga quanto sairá cada RAFALE. Eu gostaria de ver como você fará esses cálculos. Por favor, poste aqui os seus dados e a forma de como será calculado isso tudo.

    112. Gilberto:

      Por que vc considera o Gripen NG uma coisa e o Sea Gripen outra coisa, e quando fala de Rafale põe as duas versões, naval e terrestre, tudo junto?

      Outra coisa: a essa altura, só mesmo você acredita em 2 NAes de 50000 ton para a MB e mais 48 aviões de caça. Só se for para 2060!!!

      Eu gostei muito dos esclarecimentos da SAAB, comprovou-se aquilo que se julgou “factoide” à um ano atrás, e da mesma forma, se quisermos, o Sea Gripen também sairá do papel. Só depende de nós.

    113. Caro Cmte Fred, boa tarde!

      O número de cacas para a MB está mais para 12(um PA somente) do que 24(dois PA). Este caca Sea Gripen, se pensando até o momento com apenas a MB operando 12 cacas, será a um preco acessível para a MB?

      Abracos

      Paulo

    114. Senhores, atualmente não podemos nem pensar em Sea Gripen, Rafale M e tão pouco SH para o São Paulo. É melhor esperar o A-13, para ver sua capacidade futura. Estaremos bem servido temporariamente com os A-4 M.

      Abracos

      Paulo

    115. No final vao ficar todos chupando o dedo…nem f-18, nem rafaele, nem gripen, nem nada…
      a fab ainda tem o recurso de conseguir mais F-5 pelo mundo, ja a marinha vai ficar na mao mesmo…
      acredito mais num amx naval do que nessa gambiarra embarcada…

    116. O número de cacas para a MB está mais para 12(um PA somente) do que 24(dois PA). Este caca Sea Gripen, se pensando até o momento com apenas a MB operando 12 cacas, será a um preco acessível para a MB?

      Caro Paulo Silva, fui eu quem mencionou o número de 48 aqui, e o fiz porque é o número que consta no PEAMB. Eu não conheço nenhum outro número vindo de fonte oficial. Também acho difícil, mas se a MB diz que esta é a quantidade que ela quer…

      Só será possível saber o custo de um Sea Gripen depois que a MB pedir uma proposta. Hoje só sabemos o preço do Gripen NG.

    117. Gilberto Rezende-Rio Grande RS disse:
      26 de outubro de 2010 às 12:44

      Prezado Gilberto, saia de seu Mundinho Mágico da Xuxa e venha para o Lado Escuro da Força, ahahaha…

      Sabe quando a MB vai operar 2 PAs de 50.000 toneladas? Quando eu conseguir lamber meu cotovelo e assoviar “Singing In The Rain” ao mesmo tempo, que é pro Sinatra cantar junto, ahahahahaha…

      Quanto ao PEAMB, Braço-Forte, e bossas do gênero, fazem uns 30 anos que eu deixei de acreditar no Saci, no Boitatá e no Menino do Pastoreio, então… 🙂

      Cresça você!

    118. Paulo Silva disse:
      26 de outubro de 2010 às 14:26

      O número de cacas para a MB está mais para 12(um PA somente) do que 24(dois PA). Este caca Sea Gripen, se pensando até o momento com apenas a MB operando 12 cacas, será a um preco acessível para a MB?

      para uns quando se fala em gripen, aí sim, pode, mas quando se fala em rafaele, sentam o pau!
      Nao precisa muito esforço, da pra calcular em papel de pao que 12 sea gripen custariam mais que 12 rafaele M…e a Marinha nao fecharia contrato para apenas 12 jah que a disponibilidade deles nunca seria de 100%…

    119. Paulo Silva disse:
      26 de outubro de 2010 às 13:35

      “até o momento a SAAB em nenhum momento, deixou claro, quanto saíria o desenvolvimento do Gripen NG”

      Fato. Mas comunalidade é tudo, e o Gripen NG terá com o Gripen C/D e com o Super-Hornet.

      “como a SAAB justifica o preco do NG em $50.000.000 de dolares?”

      Uai, mas você mesmo disse que a SAAB não deu nenhum preço! Quem falou nesse valor?

      “O projeto para desenvolver um caca x 36 unidades sairia somente $1.800 bilhoes de dolares?”

      Começa que não são 36 unidades, são pelo menos 66 com as encomendas suecas.

      No mais, a diferença do Gripen NG pro Rafale reside na comunalidade. O Gripen NG não é um projeto integralmente novo desde a prancheta (ao contrário por exemplo do Rafale e do F-35) e aposta na comunalidade (com o Gripen C/D e com o SH) e na horizontalização (e não no 100% francês como o Rafale) pra baixar e muito os custos de projeto.

      “Se for mais, quem arcará com a diferenca? A SAAB?”

      E o Reino da Suécia. A partir do momento em que o contrato assinado FIXAR um custo pelas aeronaves prontas é problema da SAAB, com aval do Reino da Suécia “dar seus pulos” para nos entregar as aeronaves prontas, com os característicos contratados.

      “Quanto seria o desenvolvimento do Sea Gripen, sendo que possivelmente a MB iria comprar uma quantidade perto de12 a 24 aeronaves.”

      Caro, sem dúvida. Mas perceba: da mesma forma que o Rafale M e o MiG-29K não são novas aeronaves, mas versões de aeronaves já existentes, tem-se comunalidade com as outras versões. Se o projeto do Gripen ainda for, como o do Rafale, preparado desde o princípio para uma possível conversão naval com o mínimo de modificações, é bem factível tal construção em pequena escala.

      Sds.

    120. Caro Vader, obrigado por suas conclusoões!

      Este preco ($50.000 milhões)está em Blogs como FBM e outros, mas a minha pergunta foi sobre o projeto NG!

      Sobre este número de 66(36 para FAB e 30 para Forca Sueca gostaria de saber se já está assinado?) ainda não está confirmado, são somente promessas sem fundamento.Se no futuro próximo o Governo Sueco, entender que a SAAB deverá projetar um caca de 5 geracão, e esquecer o NG, então adeus os 30 suecos.

      Vader, voce respondeu, caso tiver um custo extra, quem paga e o governo sueco e a SAAB, mas na hora de aceitar o preco do Rafale, você joga o preco total do projeto dividido pelas células que estão construidas, então a conta não bate.`Não seria uma discrepancia o preco de $142 milhões de dolares para o Rafale e para os outros Gripen NG$50.000 milhões e para o SH $55.000 milhões? Dois pesos e duas medidas, não é?

      Sobre o Sea Gripen, ainda acredito que apenas 12 deles construídos é muito pouco!

      Realmente com todo problema que os EUA ainda criam para a FAB e MB, ainda prefiro o FH-18 SH para o futuro da FAB e PA da marinha brasileira.

      Agradeco a sua atencão mais uma vez,

      Paulo

    121. Chico AMX disse:
      26 de outubro de 2010 às 9:57

      “como pode um caça, SH, que pesa 4 toneladas a mais, com menos carga alar, ter restrições iguais ao Rafale?”

      Oq Chico, eu disse que as restrições eram “iguais”??? Releia lá meu coment de 26 de outubro de 2010 às 8:01…

      Sds.

    122. Caro Mad Max,

      Essas Cruzex vai ser interessante mesmo, apesar de que já estão dizendo que vão facilitar para que os Rafales não façam feio.

      []’s

    123. Caro Giordani RS, acredito que realmente existe uma falta de respeito sobre os Rafales

      .A todo momento falam que a Franca comprou poucos Rafales, mas na minha opnião, o que estão fazendo é correto.Se ainda existem Mirages operacionais, em seu inventário, não tem porquê aposenta-los prematuramente de seu tempo de vida.Por isso que são poucos, mais estaram futuramente previstos pouco menos de 300.Os Rafales ainda estão em seu desenvolvimento, e acredito que futuramente será, mesmo caro de operar, um caca excelente.

      O meu caca, já disse no post acima é o SH. A único senão deste caca e a parte de transferência de tecnologia, que fora isso teriamos na FAB e na MB um caca de muito respeito para a america latina.

      Abracos

      Paulo

    124. Paulo Silva disse:
      26 de outubro de 2010 às 16:17

      “Este preco ($50.000 milhões)está em Blogs como FBM e outros”

      Bem, tá explicado… 🙂

      Na minha opinião o preço final do Gripen NG para comprador externo será bem maior do que isso, devendo estar por volta dos US$ 80 milhões. O que ainda é bem mais barato que o Rafale, por exemplo. Mas é apenas um chute.

      Porém a real vantagem do Gripen NG não reside no seu preço de aquisição, mas sim no de sua hora-vôo.

      Sobre este número de 66(36 para FAB e 30 para Forca Sueca gostaria de saber se já está assinado?) ainda não está confirmado, são somente promessas sem fundamento.Se no futuro próximo o Governo Sueco, entender que a SAAB deverá projetar um caca de 5 geracão, e esquecer o NG, então adeus os 30 suecos.

      Discordo. O ZE outro dia postou aqui documento do Parlamento da Suécia dando conta do “move on” do Gripen NG, independente de compras externas.

      Não acho que a Suécia esteja em condições de bancar um projeto de 5a geração independente e jogar no lixo seu projeto de maior sucesso, o Gripen. Ela não o fará e, se as condições político-militares a obrigarem a ter um caça de 5a geração ela comprará F-35, sem o menor pudor ou problema, mantendo o Gripen NG como sua 2a linha.

      E na verdade acredito que, exceção feita aos tanques conformais e às baias internas (o que concordo que é uma baita diferença) o Gripen não deixa muito a desejar em termos de rcs, ao menos quando desarmado. Até pelo tamanho é o menor rcs de um caça “não-stealth”. E pelos próximos 10/15 anos é mais que suficiente para a Suécia. E por muito além disso para o Brasil.

      O Gripen NG terá tudo que uma aeronave de 5a geração tem, exceção ao rcs stealth (embora este seja muito baixo), por metade do preço.

      “caso tiver um custo extra, quem paga e o governo sueco e a SAAB, mas na hora de aceitar o preco do Rafale, você joga o preco total do projeto dividido pelas células que estão construidas, então a conta não bate”

      Mas meu caro, é evidente que o Brasil pagará o custo de projeto pelo Gripen NG também. É assim em todo o lugar do mundo, exceção feita ao F-22, que é um projeto deficitário por escolha estratégica.

      Com uma diferença crucial: o NG é uma evolução, um “major upgrade” do Gripen ABCD, mas que mantém enorme comunalidade com este. O NG não é uma aeronave nova desde a prancheta, vale dizer: não é um PROJETO INTEIRO. Partes dele serão reprojetadas, mas boa parte será aproveitada do Gripen.

      E além disso conta com a horizontalização, ou seja: os suecos não tiveram que desenvolver sozinhos e do zero o motor, pois compraram pronto; não tiveram que desenvolver sozinhos e do zero o towed decoy, pois compraram pronto; não tiveram que desenvolver sozinhos e do zero o radar; e assim por diante. Com isso, aproveitaram-se dos fornecedores e negociaram os melhores preços pelos melhores produtos.

      Essa é aliás a essência do sucesso do Gripen, o que deixa furiosos os defensores do Rafale, que não entendem e não se conformam de um caça ser no mínimo tão bom quanto o Rafale por um preço tão inferior.

      Por outro lado, o custo de projeto do Gripen ABCD já está PAGO, pois as aeronaves PROJETADAS já foram CONSTRUÍDAS (mais de 250), já foram VENDIDAS, e já foram inclusive EXPORTADAS, enquanto que dos 286 (?) Rafales projetados pouco mais de 80 foram construídos, estando o restante ainda no PAPEL!

      Aliás, se existe um “avião de papel” este é o Rafale, ao menos em termos comerciais. Tudo nele aponta para o fiasco e a futura diminuição desse número (286?), ou seja: o custo de produção do Rafale pode aumentar AINDA MAIS, se ele não for exportado.

      Precisamos comprar esse problema? Me parece claro que não…

      “Não seria uma discrepancia o preco de $142 milhões de dolares para o Rafale e para os outros Gripen NG$50.000 milhões e para o SH $55.000 milhões? Dois pesos e duas medidas, não é?”

      Bem, torna-se chato ter de repetir sempre a mesma ladainha, mas vamos lá:

      Se o preço do Rafale for menor que 142,3 milhões de EUROS (e não de dólares, o que é uma diferença crucial), o Estado Francês está SUBSIDIANDO a sua compra. Simples demais de entender, se se pensar que não existe almoço grátis.

      Agora, evidentemente a França pode nos vender Rafales a R$ 1,99, desde que alguém pague por isso. Muito bem. Alguém em sã consciência acredita que farão isso, no momento de crise financeira e quebra-pau político que a França passa?

      “Sobre o Sea Gripen, ainda acredito que apenas 12 deles construídos é muito pouco!”

      Talvez, mas então os 28 Rafale M também são.

      Sds.

    125. Sea Gripado???
      Aff….Pessoal gosta de sonhar…
      Se o mig e o su já deram um trabalho para passar para versão naval….
      Ai vem pessoas e falam que não dara trabalho quase nenhum passar o gripado para a versão naval…aff……
      O gripado ng tem que entrar em escala de produção…..pra vender pra alguem….ai quem sabe…..uma versão naval….
      Querem correr com o projeto sem ele nem existir……
      Aff….cada um…. 🙂

    126. Tomara que, se concretizem as melhores esperanças em relação ao Sea Gripen, e assim quem sabe, tanto a FA quanto a MB terão ao menos caças que possam Voar.
      Em vez de ficar entupindo os Hangares de Bases e de Pa, por ai.

    127. Outra coisa, ele já vendeu para quem mesmo nesses 24 anos????
      Qualquer versão, Qualquer Celula, Qualquer COISA MESMO, Voce saberia Dizer??

    128. Justin Case disse:
      25 de outubro de 2010 às 13:29

      Agora vejam um Gripen em aproximação para pouso. Tracem mentalmente uma linha desde os olhos do piloto por sobre o cone do radar.

      http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/photos/9/3/1/1362139.jpg

      Dá para ver o deck?

      Justin

      “Justin Case supports Rafale”
      ___________________________________________________

      Por esse raciocínio Justin … concluo que o Super Hornet NÃO É UM CAÇA NAVAL … precisamos “avisar” os gringos … 😀

      http://cdn-www.airliners.net/aviation-photos/middle/2/5/9/1801952.jpg

      Dá para ver o Deck ???

      kaleu

      kaleu “no supports” rafale … na verdade “ogiriza” !!!

    129. Prezados,
      Não acredito que a MB irá adquirir novos caças navais em futuro próximo, até porque a prioridade da mesma é a negação do uso do mar, utlizando seus parcos recursos neste sentido.
      Quando a MB realmente for avaliar um novo caça embarcado ( acredito que por volta de 2025/2030 ) e isto após ter se decidido por um novo Porta Aviões ( projeto ou compra de oportunidade ) e provavelmente não tendo condições orçamentárias de adquirir o melhor ( F35 ), acredito ( opinião minha ) que a opção mais viável seria o Super Hornet, o que não inviabiliza o Sea Gripen, desde que seu irmão ( Gipen NG/E/F ) seja a opção tomada pela “FAB” para reequipamento de seus meios.
      A questão mencionada por alguns acima de que a SAAB não tem condições de desenvolver uma versão naval é balela, haja visto que a Embraer fez estudos parecidos quanto ao A1. Ou que a diferença entre caças embarcados e caças baseados em terra é grande é uma verdade tão obvia que nem merecia ser comentada, porém isto em nada anula a possibilidade de se fazer as modificações necessárias, e muito menos inviabiliza uma empresa como a SAAB a realiza-la.
      A unica opção que não deve ser levada a sério para a FAB e muito menos para a MB é o Rafale, menos pelas qualidades da aeronave em si e mais pelos custos absurdos e abusivos deste projeto, pois as outras opções realizam o mesmo por um custo muito mais acessível a seus orçamentos extremamente restritos.

    130. Ronaldo disse:
      26 de outubro de 2010 às 17:28

      Ei Ronaldo, o Rafale é ALEGADAMENTE 100% francês. Na verdade a essa altura até você sabe que isso é “relativo” (eufemismo para não dizer que é uma mentira descarada preparada adrede pra aguçar os apetites imbecis do bolivariano/antiamericano).

      Veja bem, é de se louvar o esforço francês de produzir tudo na França. É válido. O dinheiro fica lá, não sai. No final é a França pagando à França. Essa dinheirama toda vira impostos, salários, riqueza, gira a economia francesa, gera mais riqueza, etc.

      Dinheiro não é pra ficar entesourado: o Rafale, ainda que arrombe o orçamento do Estado francês, pode ser um bom negócio. Mas PARA A FRANÇA.

      É uma gelada para nós. E para qualquer comprador externo.

    131. Como é dureza aguentar as conversas moles de alguns…. cada dia que passa fica pior….

      A realidade, senhores…. a realidade é muito mais amarga e tem os seus números próprios e não as fantasias e extrapolações aqui colocadas.

      A realidade nos mostra a morte de mais um FX….
      A realidade nos mostra uma leve melhora nos orçamentos das forças….para logo ali adiante, vir um corte ou diminuição pura e simples dos números…
      A realidade nos mostra uma FAB usando tampax….
      A realidade nos mostra que virão mais tampax….
      A realidade nos mostra que os tampax que virão serão usadões….
      A realidade nos mostra a MB apenas com os 12 A-4 modernizados lá para 2016….
      A realidade nos mostra a MB usando o A-12 vaga-lume até que a ferrugem o consuma….
      A realidade nos mostra que na MB, dois PAs novos de 50 mil ton só 50 anos após a nova vinda do messias….
      A realidade nos mostra que o próximo governante (homem ou mulher) não está nem aí para o setor de defesa….
      A realidade nos mostra e nos bate na cara todos os dias !!!

      Acordemos, pois….. e chega de viver em “berço esplêndido”…..

      Pão e circo….ííí´cccc…..

      Sds.

    132. Baschera disse 26 de outubro de 2010 às 20:41
      Como é dureza aguentar as conversas moles de alguns…. cada dia que passa fica pior….

      Para o pessimista o copo está metade vazio, para o otimista metade cheio!

      Vejamos: KC-390, Scorpéne, SNA, Base em Itaguaí, acordos navais com França, Itália e Reino Unido, EC-725, novos blindados sobre rodas….
      Não vamos medir tudo pelo FX-2, ainda que os mikes jordanianos estejam, como noticiado o novo post, a caminho do 1º GDA.
      A END ainda é nova e teremos que esperar para ver se dá frutos ou não. Aí poderemos discutir melhor se o copo está metade vazio ou metade cheio!!!!
      Brasil!!!

    133. Cronista disse:
      26 de outubro de 2010 às 21:07

      Respeito sua opinião … porém o copo não está nem meio cheio nem meio vazio … ta na metade mesmo … sem falsas espectativas …

      A indignação do Baschera talves seja direcionada a inúmeros comentários, comuns aqui, desconsiderando os custos nas avaliações dos equipamentos a serem adquiridos pelo Brasil … justificando essa postura por apontar um Brasil “super-abastado” que pulula seus imaginários …

      É de conhecimento público que o exercito tem dificuldades de manter a “alimentação” dos soldados … a primeira parcela do acordo dos Subs foi “desviado” dos recursos destinados a manutenção dos equipamentos da MB … isso não é divulgado …

      É de conhecimento público que o nosso MinDef alterou os critérios de avaliação para favorecimento de SUA escolha … na prática … eliminou o seu maior problema diminuindo consideravelmente o “peso” dos custos na avaliação … e teve a CORAGEM de dizer que era para “enquadrar ao END” … isso causa indignação não somente no Baschera, mas em todos que conhecem, mesmo que superficialmente, um pouco das condições de nossas FFAAs …

      Ao ler o END não encontramos respaldo para isso … muito pelo contrário …

      Na minha opinião … o importante não é COMO enchergamos o copo … com otimismo ou pessimismo … o importante é termos a “responsabilidade” de analisar com sobriedade o conteúdo do copo e podermos distribuí-la de forma que “ninguém” fique com sede …

      Temos o exemplo de uma Força Aérea estrangeira, que para manter seu ufanismo e “status quo” vem sacrificando os recursos de seu exército e marinha … será que a quantidade de agua do NOSSO copo pode se dar a esse luxo ? … seria essa a experiência que queremos importar ? … é isso que queremos para o Brasil ?

      São parguntas que devem ser ponderadas … na minha opinião, claro !

      abc
      kaleu

    134. Cronista disse:
      26 de outubro de 2010 às 21:07

      KC-390 – não saiu do papel; e se sair dever-se-á mais à competência da Embraer do que do gf;

      Scorpéne – roubalheira; e está roubando recursos da MB, por contingenciamento de verbas;

      SNA – roubalheira e não saiu do papel, após 40 anos de projeto e gasto de recursos. O verdadeiro “buraco sem fundo” da Marinha;

      Base em Itaguaí – roubalheira; que o diga a Odebrecht (a empreiteira “amiga” dos cumpanhero);

      acordos navais com França, Itália e Reino Unido – papelaço: não virará nada disso aí;

      EC-725 – roubalheira total e descarada: pagamos US$ 50 milhões por uma kombi do ar; dava pra comprar 1 F-16 Block 50, ou 3 NH-90 por este preço;

      novos blindados sobre rodas – de qualidade discutível, mas que além disso não saiu do papel até agora.

      Como vê, não é o caso de copo-meio cheio não. O copo está LOTADO, ATÉ A BOCA, de sujeira, podridão, atraso e incompetência.

    135. Paulo Silva disse:
      26 de outubro de 2010 às 13:35
      grifo disse:
      26 de outubro de 2010 às 14:34
      Senhores, o numero de caças pretendidos pela Marinha, 48, justifica-se ante a necessidade que esta vê me criar uma segunda esquadra, talvez baseada no nordeste, compondo cada esquadra de um porta-aviões. Não ficou claro se a Marinha pretende fazer mais uma “compra de prateleira” ou se pretende um projeto novo… espero que seja a segunda opção pq pelamor, chega de velharia! Quem gosta de véio é reumatismo! Desculpem a piada, mas só assim pra não aloprar de vez.
      Faz parte dos planos da Marinha também um substancial incremento na força de submarinos, inclusive com 4 subnuc…e SE NÃO ME ENGANO 15 subconv… vou procurar onde li isso, e se houver duvidas posto aqui! Me corrijam se tiverem dados mais corretos.
      Boa tarde.

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