O governo de Israel aprovou oficialmente os planos para comprar os caças Stealth F-35 dos Estados Unidos. O escritório do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu informou na quinta-feira, 16 de setembro, que a compra fortalecerá significativamente os militares israelenses, mas não deu mais detalhes.
Israel planeja comprar 20 caças F-35 por cerca de US$ 3 bilhões, e o governo israelense começará a receber os aviões de combate em 2015. Os aviões seriam capazes de atingir o Irã sem serem detectados pelos radares. Israel considera o Irã uma ameaça estratégica, citando o pedido de autoridades iranianas pela destruição do Estado judeu, o suspeito programa nucelar de Teerã e sua tecnologia de mísseis.
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“comprar 20 caças F-35 por cerca de US$ 3 bilhões, e o governo israelense começará a receber os aviões de combate em 2015″.
E nós de vai de JACA. 36 por 10 bi.
Os israelenses não iam comprar o PAKFA ?
Bem, aí está, Israel é oficialmente o primeiro comprador do F-35 (possivelmente a versão A) fora do Consórcio JSF.
A reportagem não fala, mas a aquisição será via FMS, ou seja: na prática o governo americano estará apoiando Israel mais uma vez.
Como é ruim ser amigo do Tio Sam né?
Uma senhora resposta aos críticos de tal aeronave, dado que Israel quase não entende nada de guerra ou de aviação de combate… e quase não é ameaçado…
Cabe pontuar também que o F-35 já tem mais vendas externas que o Dassault Rafale, preferido de nossos bolivarianos do gf…
Quanto à relação Irão X Israel, há alguns bons especialistas que dizem que a tranquilidade iraniana ao alertar Israel sobre as consequências de um ataque a suas instalações nucleares traduz o fato de que o Irão já teria condições de retaliar efetivamente Israel. Mísseis convencionais já se sabe que eles tem, embora não se divulgue a quantidade e/ou qualidade. E embora Israel tenha possivelmente a melhor, mais preparada e mais moderna rede de defesas antimísseis do mundo.
Pessoalmente ainda acho que é blefe da tirania iraniana. Mas a se confirmar tal fato (e os serviços secretos israelenses estão entre os mais eficazes do mundo, e devem saber a real situação), a política israelense e do mundo árabe em relação aos persas há de mudar.
Não olvide-se ainda que a recente aproximação e as recentes concessões israelenses ao governo da Autoridade Nacional Palestina podem levar Israel a enfim fazer a paz com o mundo árabe, seus primos de sangue, em nome de uma proteção contra o “inimigo maior” tanto de judeus quanto de árabes, o persa xiita.
O recente incremento urgente no rearmamento de nações árabes (AS comprando Typhoon e F-15SE, EAU adquirindo F/A-18E, etc.) pode indicar que o eixo de confrontação do OM se deslocará para leste.
Se o Irão efetivamente tiver condições de retaliar Israel (ainda que não nuclearmente, por ora, mas com certeza via arma de destruição em massa) uma nova “Guerra Fria” pode surgir na região, com o Irão isolado fazendo frente a uma coalizão árabico-israelense, com apoio e armamento dos Estados Unidos/Europa.
Retornarão assim os países à situação de DMA: a “destruição mutuamente assegurada”. Como anteriormente, ganhará tal guerra o país que dispuser de economia, recursos e aliados mais sólidos.
Saudações.
Vader…
Coloquei uns links lá no seu blog agora, para matar as Rafaletes.
Vader, só para constar, Israel e os Arabes, são irmãos de sangue.
eu não compraria o F 35, por ser ele o mais moderno, entrando em operação vai o que tio san, desliga ele, e acabe com minha brincadeira.
Geralmente material de defesa americano, novo ou usado, vem acompanhado de uns troços que os demais países não entendem.
As tais das salvaguardas.
No caso israelense é o contrário, é quase uma licença p/ matar, tipo daquela do 007 do cinema.
É entregar o equipamento na mão deles, e começar a contar qnto tempo vão levar p/ aprontarem algo espetacular.
Compra de prateleira por míseros 260 milhões de reais por aeronave. Baratinho, baratinho…
Querem apostar que daqui a pouco o Irã vai lançar o seu “caça ultra-super-hiper-mega Stealth” ?
Depois de mais de mil anos de pesquisa, os persas já lançaram a V-2 e o F-5 com nomes modificados. Isso é que é tecnologia iraniana de ponta !!!!!!!!!
[ ]s
OFF TOPIC…
…mas nem tanto!!!
O míssil Meteor que nem em serviço se encontra ainda, já tem assim por dizer uma versão p/ F-35, segue link:
(http://www.flightglobal.com/articles/2010/09/17/347416/picture-mbda-reveals-clipped-fin-meteor-for-f-35.html)
Chora e esperneia, Rafale!!!
Vader disse:
19 de setembro de 2010 às 11:02
“”"Como é ruim ser amigo do Tio Sam né? “”"
Meu amigo Felipe, a questão central não é ser amigo e sim toda uma geopolítica. Se Israel não estivesse naquela área e que grande parte do capital financeiro americano não fosse Judeu, a situação não seria esta.
Israel é um ponto de equilíbrio militar amaricano em uma região rica de um produto que abastece o mundo, mas que israel não foi abençoada com nada.
Na realidade é um caldeirão explosivo.
Quanto aquela história do Jobim com o Sato no epsódio do F-35 a resposta foi em cima do Jobim e muita infantilidade do Sato achar que os EEUU iria oferecer o F-35 para os latinos americanos.
POR ISSO, achar que ser amigo do tio Sam pode significar muita coisa…..
Arabia saudita de F15 e Israel de F35….. eles sabem negociar!!
Se os F35 invadirem o espaço aereo da Arabia do Sul conseguem os novos F-15 derrubar os F35?
Leo disse:
19 de setembro de 2010 às 11:59
O Rafale custa exatos 142,3 milhões de euros, este valor é mais que o dobro que o veiculado pelos insiders do FX2.
E mais caro que o F35.
——————————————-
Robson Br disse:
19 de setembro de 2010 às 13:21
A proposta da Lockheed oficialmente era a dupla F16 e F35.
Uma pena o que aconteceu com a Persia, foi um imperio conhecido por sua tolerencia com os povos vencidos, hoje esta nas maos de um bando de malucos, Cambises deve se revirar no tumulo
A coisa é muito simples…negócios são negócios! Os EUA, como falou Robson Br, tem seus interesses e Israel vive uma perfeita simbiose com o Tio Sam. Nem vamos entrar em detalhes de que o Congresso Americano está cheio de “judeus”, muitos financistas e grandes indústrias (sem contar as de armas). É uma democracia e, no caso dos políticos, foram eleitos democraticamente. Em Israel também é assim. Nas relações entre nações não existem “bobinhos”, são interesses e o Brasil deveria ficar mais atento nas relações que realmente possa nos trazer benefícios. Talvez, toda essa embromação do “FX 2, 3, 4, …. ” não teria acontecido se nossos verdadeiros interesses (de nação) fossem procurados na prática.
Rodrigo,
O valor estipulado para a aquisição de 120 Rafales girará em torno de 20 bilhões de reais segundo fontes do MD. Se você fizer a divisão verá que cada aeronave custaria então algo entre 160 e 170 milhões de reais, valor esse no mesmo patamar que os adquiridos pela AdA. Lembre que esses preços são para aeronaves + técnologia. Não podemos analizar esse negócio de forma parcial (36 vetores) e sim globalmente (120 vetores), pois dessa forma o valor da ToT se dissipará entre os 120 caças. Isso evidentemente vale para os três concorrentes.
Abraço
Criticaram tanto o F-35, que não valia mais hoje, que a sua tecnologia era cara, que blá blá blá e Israel já o comprou.
Leo, 120 RAFALES por 20 bilhões nem na China. Essa sua fonte do MD está de gozação.
Leo disse:
19 de setembro de 2010 às 16:47
Vocês se contradizem diariamente…
O preço atual para Adla é de 143 milhões de euros…
Mais caro que o F35.
Gabriel T. disse:
19 de setembro de 2010 às 17:03
É o papo do Pepê e outros emissários do GF, que dão o preço do Rafale, como 60-65 milhões de euros…
Diziam que é o preço da Adla, que agora foi desmascarado pela própria midia francesa e passaou apra 142,3 milhões de euros.
pp_muscimol,
No caso de um ataque Israelense ao Iran, os F-15 árabes vão fazer “escolta” e abrir passagem para os F-35.
Exagerei um pouco mas o fato e que não é por medo de Israel que os países árabes estão gastando como nunca em armamento.
Em tempo, Iranianos não são árabes, são persas e Xiitas que tem pendengas mortais com os povos arabes de maioria Sunita.
Rodrigo disse:
19 de setembro de 2010 às 17:26
Rodrigo, segundo nosso amigo Penguin….. bem vou colocar aqui a resposta dele, abaixo. Entre o PP e o nosso amigo, fico com o nosso amigo…. mata a cobra e mostra o páu !!
Publié le 09/02/2010
lepoint.fr
RAPPORT 2010
COUR DES COMPTES – Le prix du Rafale dévoilé
TRIBUNAL DE CONTAS – O preço do Rafale revelado
http://www.lepoint.fr/actualites-monde/ … 8/0/422158
———————————
Relatório do COUR DES COMPTES (TRIBUNAL DE CONTAS): http://www.ccomptes.fr/fr/CC/documents/ … mement.pdf
Preço unitário atual (no âmbito do programa): 142,3 milhões de euros (286 unidades a um custo total de 40,7 bilhões de euros)
Preço unitário de produção: 101,1 milhões de euros.
Sds.
Não importa o valor correto do Rafale…. qualquer jeito é um escárnio !!
PS: Vem aí…… , possivelmente, um novo lote de helis MI-35M2….
Sds.
O que leva os persas a acharem que dão conta de Israel?
Que conseguirão destruir antes de ser destruídos pelo império americano?
Que terão sucesso onde o irmão (viviam brigando, mas o sangue é o mesmo…) Iraque falhou?
Claro que essa é a opinião de um brasileiro, sem nenhum sangue arábe, persa ou judeu, mas que me parece insanidade, parece…
Religião é um negócio muito, muito esquisito…
Rodrigo,
“Rafale: falta de contrato internacional custará 800 milhões de euros à França.”
Matéria recente aqui do blog, dizendo que 11 Rafales custarão 800 milhões de euros a França. Faça a divisão Rodrigo e verá que os valores são muito diferentes dos que você cita.
sds.
BOM…o assunto não é FX-2, mas…..no fundo até gosto..tem mais graça..rrsrsrsrsr
Tem gente aqui que em qualquer assunto volta ao Rafale.
Até parece parece torcida do Flamengo…Metade torce à favor e a outra contra. Parece que so tem ele no rio…..rsrsrsrsrsr
Como o outro não existe…..o geito para mutios é pegar a calculadora e tsctsc… e chegar a cada resultado…..rsrsrsr
Bom…..é melhor voltar ao assunto….que o F-35….rsrsrsrsr
Infelizmente alguém vai achar que o preço do F-35 é alto demais quando caças de 4 geração custam muito mais do que ele. Infelizmente as desculpas serão as que já conhecemos, como a parceria estratégica e a end. Infelizmente o Brasil vai pelo sentido contrário. Mas felizmente não dá tempo para nada e quem sabe no futuro o Brasil possa entrar no F-35. A oferta já foi feita para nós mas o Jobim achou melhor não.
O F-35 tem tudo para ser o mesmo sucesso que foi o F-16. Bastam ver que até agora temos 11 países que estão no programa. Só para comparar, o RAFALE tem 1 país, o SH 1 país e o NG nenhum. O T-50 já tem 2 países. Afinal, em que direção vai o mundo e o Brasil?
Ah sei… a parceria estratégica…
israel e cliente cativo dos eua, porque atua como a cão de guarda no oriente medio, então era mais que obvio que iriam comprar o f-35 em condições modicas.
o que não se informou e qual é o contrato completo, avionics e armas além do suporte pos-entrega.
O que chama a atenção é a data de entrega, em 2015.
…”No caso de um ataque Israelense ao Iran, os F-15 árabes vão fazer “escolta” e abrir passagem para os F-35…..”
Nao sei nao….a Arabia Saudita ja disse que existem dois paises que nao merecem existir …. acho que nao se iam aliar com Israel com medo duma revolta interna….
so gostava de saber se a Arabia com os F15 tem capacidade de interceptar e bloquer tal accao de Israel ou vao ser obrigados a dizer ..”ok passem”…mas apenas por incapacidade de combater od F35 com os F15!!
sds
Arabia Saudita, EAU, etc irao protestar qualquer ataque de Israel no Iran, dirao que a diplomacia eh o correto, haverah muita elevacao de tom e manchetes nos jornais locais, mas serah tudo de fachada. De verdade mesmo, eh que eles nao querem, em hipotese alguma, um Ira com capacidade nuclear. Apenas p/ lembrar tres fatos:
- A rebeliao recentemente ocorrida na Arabia Saudita, inclusive com mortes de soldados, teve apoio do Iran;
- O EAU tiveram 3 ilhas estrategicas tomadas pelo Iran (faz tempo eh verdade), e o governo atual instalou base militares lah e nao quer saber de conversa;
- Bahrain tem tido problemas por causa da pop. xiita que busca enfraquecer os Sheikhs sunitas (em menor extensao tb eh o caso no Kuwait). Eles acusam o Iran de fomentar uma revolta
Yeap, na fachada serah “brothers” p/ cah, “cousins” p/ lah, mas irao concordar com um ataque…
[]s!
P.S.: o problema do Iran eh a teocracia, nao a pop. em si, que tem tb tracos de modernidade
MAX e Drcockroach,…
mas uma coisa é querer e outra é poder…a minha pergunta é simples….se a Arabia Saudita quiser tem ou nao capacidade aerea de impedir Israel de atravessar o seu espaço aereo?!
Leo disse:
19 de setembro de 2010 às 21:42
“Matéria recente aqui do blog, dizendo que 11 Rafales custarão 800 milhões de euros a França.”
Caro Leo, esse são custos de PRODUÇÃO da aeronave, que serão suportados pelo contribuinte francês devido à falta de exportação do Rafale.
Uma coisa é o custo de produção. Outra o custo do AdlA. E outro o do comprador externo.
A Dassault não estará tirando lucro algum com esses valores, e nem sequer minimizando prejuízos (já realizados). Tais valores, inicialmente não previstos no orçamento francês, são apenas para evitar que a linha de montagem do Rafale se encerre por impossibilidade de mantê-la aberta.
Perceba que o “invendável” é tão encalhado que o contribuinte tem de subsidiar sua produção antecipadamente, sob pena de a Dassault quebrar.
Que beleza esse avião hein?
Sds.
pp_muscimol disse:
20 de setembro de 2010 às 8:17
“mas uma coisa é querer e outra é poder…a minha pergunta é simples….se a Arabia Saudita quiser tem ou nao capacidade aerea de impedir Israel de atravessar o seu espaço aereo?!”
Digamos que seria trabalhoso pra Israel atravessar pela AS com Typhoons e F-15. Valeria mais a pena ir pela Jordânia e Iraque.
Mas sim, caso fosse uma necessidade incontornável Israel teria sim como atravessar o espaço aéreo saudita, não sem perdas e sem uma guerra generalizada na região (pois a AS além de tudo é território sagrado para os muiçulmanos).
Sds.
…”Perceba que o “invendável” é tão encalhado que o contribuinte tem de subsidiar sua produção antecipadamente, sob pena de a Dassault quebrar.
Que beleza esse avião hein?”
….os Franceses estao dispostos a pagar esse preço….aliais tem orgulho em pagar esse preço….é o preço a pagar para ter algum orgulho nas forças armadas que nao gozam de muita fama no que toca a guerras de “verdade”. Os meus colegas de esquerda claro que acham que esse dinheiro deveria ser gasto em ajudas sociais….etc ..mas esses normalmente so conhecem os problemas a muito curto espaço de tempo. Enfim!!
…..
pp_muscimol disse:
20 de setembro de 2010 às 8:57
“os Franceses estao dispostos a pagar esse preço….aliais tem orgulho em pagar esse preço…”
Talvez. Que eles continuem com seu orgulho, pagando o prejuízo, e não tentem dividí-lo conosco…
Sds.
acho muito engraçada essa discussão, por alguns acharem que o F-35 é fantástico porque Israel o comprou. Era evidente e questão de tempo Israel comprar essa aeronave, o que ninguém fala aqui é que eles queriam 100 unidades e tiveram que comprar 20 devido ao alto preço. Também ninguém comenta que eles queriam colocar a eletrônica deles e os EUA vetaram (assim como vetaram radar AESA no F50 coreano), o máximo que foi permitido no F-35I é integração de alguns armamentos israelenses e nem se sabe se serão os israelenses é que irão fazer a integração. Também é bom lembrar que Israel estava buscando uma capacidade própria na fabricação de caças com o Lavi e tiveram que parar a pedido dos EUA, que não queriam um competidor apra o F-16. O F-35 será o melhor bombardeiro tático dos próximos 30 anos, isso é fato, mas estará longe de ser tão polivalente como é o F-16. Israel precisa do F-35, justamente para poder ter opções contra o Irã e Síria, e teve que concordar com as condições colcoadas pelos EUA para sua aquisição.
Leo disse:
19 de setembro de 2010 às 21:42
Quem deu este valor foi o Governo francês não eu.
101 milhões de Euros de custo de produção
143 milhões de Euros para venda…
Infelizmente a matemática é sempre contrária aos cegos apoiadores do GF.
Marcelo disse:
20 de setembro de 2010 às 10:22
“acho muito engraçada essa discussão, por alguns acharem que o F-35 é fantástico porque Israel o comprou.”
Não, não é fantástico porque Israel comprou. É fantástico porque desde o projeto demonstra que o vetor terá enorme ESCALA, coisa que o “invendável” não tem ou terá.
“Era evidente e questão de tempo Israel comprar essa aeronave”
Ora, ora, então agora é “evidente”? E quando falavam que Israel iria comprar PAK-FA? Ali não era tão “evidente”?
“o que ninguém fala aqui é que eles queriam 100 unidades e tiveram que comprar 20 devido ao alto preço”
Jura? E Israel lá tergiversa com armamentos por causa de preço? Se Israel quisesse 100, teria 100. Simples assim.
O que ocorre é que estes primeiros 20 são apenas o lote de teste das capacidades do F-35 e, olha só que teste para tal vetor: equipará a possivelmente mais bem treinada força aérea do mundo, e a que tem maior probabilidade de entrar em confronto real atualmente.
“Também ninguém comenta que eles queriam colocar a eletrônica deles e os EUA vetaram”
E mesmo assim eles adquiriram… Tolinhos esses israelenses né? Gostam de ser vetados…
“o máximo que foi permitido no F-35I é integração de alguns armamentos israelenses e nem se sabe se serão os israelenses é que irão fazer a integração”
De novo: mesmo assim, com todas estas restrições, eles compraram assim mesmo. Porque? Porque provavelmente chegaram à conclusão (óbvia, ademais) que o F-35 com aviônica americana ainda é muito melhor do que qualquer outra coisa que voe no mundo.
“Também é bom lembrar que Israel estava buscando uma capacidade própria na fabricação de caças com o Lavi e tiveram que parar a pedido dos EUA, que não queriam um competidor apra o F-16.”
Isso. Eles pararam a pedido dos EUA, exatamente como fizeram com o KFIR/Mirage… E depois ainda, como eles gostam de sofrer, foram lá e compraram os mofinos F-16, aqueles mesmo que “quebraram” o sacrossanto projeto Lavi… Tsc, tsc, tsc, esse Israel não entende nada de guerra e de indústria de defesa mesmo… Que falta que lhes fazem alguns bolivarianos judeus…
“O F-35 será o melhor bombardeiro tático dos próximos 30 anos, isso é fato, mas estará longe de ser tão polivalente como é o F-16.”
F-16: um caça com capacidade ar-solo;
F-35: um multirole stealth desde o princípio pensado em cumprir as funções de air-superiority E ground attack.
Quem será que é mais polivalente? Ou será que Israel nãopoderia ter adquirido mais F-16?
“Israel precisa do F-35, justamente para poder ter opções contra o Irã e Síria, e teve que concordar com as condições colcoadas pelos EUA para sua aquisição”
Ora, Israel tinha outra opção: ter desenvolvido seu próprio caça stealth. Mas como não o fez, e precisa (?) do armamento americano, teve juízo suficiente e se dobrou a quem o possui. Simples. Nem por isso estão reclamando “duzamericanu bobu, feiu, chatu i malvadu, cumedô di criancinha”…
E é assim que funciona o mundo; quem não gosta, experimente viver em Marte…
Pois é… US$ 3 bilhões por 20 aeronaves = US$ 150 milhões por aeronave. Se ‘tivéssemos’ US$ 9 bilhões para investir em caças de 5ª geração (e temos essa grana), poderíamos montar 5 esquadrões (60 aeronaves) de F-35 em cinco bases aéreas dispersas pelo território nacional. Somam-se a eles os 120/150 FX-2 que o Governo pretende adquirir (em substituição aos F-5M e A-1M), e teríamos 180/210 aeronaves de 1ª linha protegendo nosso espaço aéreo.
Pode ser pouco (pelas dimensões do país e pela necessidade de defesa dos nossos recursos), mas já é muito mais do que temos hoje.
Investimentos necessários para a FAB em 20 anos (meu ponto de vista):
240 caças de 4 ½ª geração FX-2 – US$ 16,8 bilhões
120 caças de 5ª geração F-35A – US$ 18,0 bilhões
200 EMB-314 Super Tucano* – US$ 1,2 bilhão
60 treinadores avançados (M-346) – US$ 1,8 bilhão
60 treinadores básicos (EMB-312 Tucano)** – US$ 420 milhões
60 cargueiros leves C-390 da Embraer – US$ 3,6 bilhões
20 cargueiros médios Antonov An-70 – US$ 1,5 bilhão
12 cargueiros estratégicos Antonov An-124-150 – US$ 1,44 bilhão
12 reabastecedores K-390 da Embraer – US$ 0,96 bilhão
4 reabastecedores Boeing 767/Airbus 330 – US$ 1,2 bilhão
TOTAL – US$ 46,920 bilhões (ou US$ 2,346 bilhões/ano).
Com INVESTIMENTOS de apenas US$ 2,4 bilhões/ano – ou 0,1% do PIB, em 20 anos teríamos uma das maiores forças aéreas do mundo, com mais de 560 aeronaves de combate de 1ª linha (200 Super Tucano, 240 FX-2, 120 F-35A).
Somando-se os 48 caças embarcados da Marinha (que pode ser F-18 Super Hornet, Rafale Marine ou F-35C), e prevendo-se que a MB operaria caças em bases aeronavais (pelo menos cinco bases com 12 aparelhos cada, ou mais 60 aeronaves), seriam então mais 108 caças a se juntar às unidades da FAB, aumentando a quantidade de aeronaves de combate para 668 caças de primeira linha em apenas 20 anos.
Investimentos necessários para a aviação naval da Marinha em 20 anos:
Cenário 4 ½ª Geração
108 caças de 4 ½ª geração FX-2 – US$ 7,56 bilhões
TOTAL – US$ 7,56 bilhões
Cenário misto
48 caças de 4 ½ª geração FX-2 – US$ 3,36 bilhões
60 caças de 5ª geração F-35C – US$ 9,0 bilhões
TOTAL – US$ 12,36 bilhões
Cenário 5ª geração
108 caças de 5ª geração F-35C – US$ 16,2 bilhões
TOTAL – US$ 16,2 bilhões
Pelos cenários acima, vejo que o melhor custo-benefício se dá através da aquisição de aeronaves de 4 ½ª geração, como o F-18 Super Hornet ou o Rafale Marine, que mesmo hoje são as espinhas dorsais das marinhas dos EUA e França, respectivamente.
A solução intermediária até seria desejável, pois é composta por um mix de 48 caças embarcados F-18, por exemplo, e de 60 F-35C (navais) baseados em terra. Um porta-aviões em guerra poderia, em caso de perda de seus F-18, retornar à base e ser recarregado com F-35C para operação naval.
A solução TOP de linha, e também a mais custosa, seria a MB operar, já em 2025 (ano previsto para a entrada em operação do nosso novo Navio Aeródromo, substituto do A-12), os caças F-35C de lançamento por catapulta, desenvolvidos para a US Navy e seus super porta-aviões. Nesse caso, o nosso novo navio aeródromo deveria ter um deslocamento de 50 ou 60 mil toneladas, aproximadamente o dobro do nosso A-12. Também deve ser prevista a operação de algo entre 40 e 60 aeronaves, como caças, reabastecedores, aviões de patrulha, helicópteros, etc. em cada novo NAe nacional.
Se pegarmos o menor preço para aviação naval (US$ 7,56 bilhões) e dividirmos por 20 anos, seriam míseros US$ 378 milhões/ano a serem investidos. Se pegarmos o segundo cenário (força mista de 4 ½ª e 5ª gerações), seriam ainda parcos US$ 618 milhões/ano durante esse período de 20 anos a serem investidos. E, se pensarmos na solução mais TOP de linha, ou seja, a MB operar apenas aeronaves de 5ª geração (F-35C), seriam necessários investimentos médios de US$ 810 milhões/ano ao longo de 20 anos.
Hoje eu vejo que o país possui os recursos necessários para que nossas FFAA realizem o DEVER constitucional de defesa do nosso território. Para isso, é necessário que nossos políticos tenham visão estratégica de longo prazo, que fomentem o renascimento da nossa indústria de defesa e proporcionem ao país o salto necessário para que ele se afirme como uma das maiores potências do século XXI.
OBS – Os valores citados acima não incluem nacionalização de componentes, armamentos, logística e custos de manutenção das aeronaves. Todos os valores foram extraídos da Internet, em especial da Wikipédia em português.
PS – Antes que os pacifistas de plantão se manifestem, armas não matam pessoas. Pessoas matam pessoas.
PS – Antes que os “vira-latas” de plantão se manifestem, sim, o Brasil é um país pacífico e busca resolver seus conflitos por vias diplomáticas. O Brasil é assim, não quer dizer que os outros países são assim. Com OTAN, 4ª Frota e o CS não se brinca. Se eles quiserem, arranjarão qualquer pretexto – ambiental, energético ou risco de proliferação nuclear – para se apoderarem das nossas duas Amazônias, a Azul e a Verde.
*O país já possui encomendas de 99 Super Tucanos.
**O país já conta com Tucanos como treinadores leves.
É o papel e o teclado permitem viagens como a acima descrita….
Sempre cabe elembrar aos amigos que COMPRAR NÃO SIGUINIFICA OPERAR….
gRANDE ABRAÇO
ps Israel conhece e pratica este dito a muito tempo…..
será mesmo que os paises arabes tem medo de um Irã nuclear?
o Irã jamais atacaria a arabia saudita, uma vez que lá e a terra santa do mundo islamico, nem que os iranianos são persas e os sauditas arabes, o que uniria todo o mundo arabe contra o Irã, nem que o paquistão e aliado dos sauditas e certamente muito bem armados para conter o Irã.
O Irã nuclear serve para sossegar Israel, torna-lo mais aberto a negociações, serve para enquadrar os americanos que não terão no golfo persico um lago como antes, serve também para que os americanos não queiram incomodar os reinos com mudanças sociais e politicas, e por ai vai.
Um Irã nuclear e ruim para os eua, israel e otan. E bom para os arabes vizinhos,
Mario Blaya disse:
20 de setembro de 2010 às 17:12
“será mesmo que os paises arabes tem medo de um Irã nuclear?”
Não, eles estão comprando Typhoon, F-15 e F/A-18E com medo da invasão dos Klingon…
Sei nao Mario,
Acho que um Ira nuclear só será possível se EUA ou Israel, resolverem “nuclearizá-los”…
Vader,
se prefere assim, que seja! mas o inimigo dos sauditas e Israel e não o Irã!
rodrigo,
se Israel tivesso como atacar o Irã já teria feito, não o fez porque não pode ou tem medo do preço ser alto demais para isso. Além do mais, eu duvido muito que tenha um unico alvo para ser atingido que resolvesse o problema de Israel. Os iranianos devem ter aprendido com o ataque a central iraquiana e devem ter espalhado os equipamentos que eram possiveis serem dispersados.
Irã esta sinucando eles, e para piorar as coisas, a opinião publica mundial já não é mais simpatica aos israelenses. Nos ultimos 10 anos, os paises arabes investiram pesadamente para mudar sua imagem junto aos demais paises.
Mario Blaya disse:
20 de setembro de 2010 às 17:34
Prezado Mario, a Arábia Saudita não faz fronteira com Israel e jamais teve qualquer contencioso fático com este Estado. E ambos vivem sob o guarda-chuva americano, vale dizer: usam armas americanas e, se o Tio Sam não quiser, eles não entram em briga alguma entre eles.
Mario,
Acho que Israel acompanha de perto os avanços nucleares do Ira ( talvez mais perto do que possamos supor, visto a competencia de seus serviços de inteligencia)
E que os Iranianos espalharam seu programa por diversos pontos do país também é sabido, inclusive uma nova planta foi instalada na cidade de Qom ( descoberta tratada como surpresa pelo Ocidente).
Será ingenuidade achar que eles colocarao a sua sobrevivencia nas maos de terceiros ( aí incluídos os EUA). Planos de ataque com certeza já devem existir e nao consistem necessariamente na destruiçao do programa, mas garantir um consideravel atraso.
Nao acredito que os EUA deixarao o Iraque, que possui uma maioria xiita, ser influenciado por um Ira nuclear. Por isso acho que um bombardeio é inevitável. Ainda mais um EUA republicano ( algo que nao parece dificil de acontecer em breve)
Abs
Nao tinha lido tudo deste post e li uma sensacional tirada do Vader:
“” esse Israel não entende nada de guerra e de indústria de defesa mesmo… Que falta que lhes fazem alguns bolivarianos judeus…
“”
Parabéns cara!
Pra quem não sabe, os Sauditas cooperam com Israel (uma base no deserto saudita, não muito longe da fronterira)… já dispoe de equipamento militar (mísseis, bombas de penetração, equipamentos de reposição, tanques sobreçalentes, munição diversa etc.) de propriedade israelense e americana… visando um possível ataque de repressália ao Irã. Os sauditas, em acordo secreto, também permitirão em caso de necessidade, o sobrevôo de aeronaves israelitas com alvo ao Irã.
Sds.
Baschera disse:
20 de setembro de 2010 às 21:28
essa eu não sabia, onde vc obteve essa informação? alias se o acordo e secreto como todo mundo sabe? eu sempre pensei que sauditas e principalmente israelenses eram muito discretos!
Mario Blaya disse:
20 de setembro de 2010 às 22:14
Hehehe… tenho minhas fontes……
Mas neste caso, lí num artigo de um jornal americano, pena que não guardei o link…. lembro apenas que estava viajando…. mas há pistas em vários links na net…..
Entenda que os sauditas (sunitas), inimigos de morte dos iranianos, que aliás são persas e tem lá uma minoria de etnia arabe xiita. Nem na época do Xá do Irã eram amigos…. quando este caíu (revolução islâmica) os USA se voltaram para a família dos Al Saud como ponto de equlíbrio no mundo árabe e na substituição do fornecimento de petróleo iraniano pelo saudita (até então em escala menor).
A real familia saudita, oficiosamente, não entra em atritos velados com os israelenses ( por baixo dos panos, alguns príncipes sauditas mais novos o fazem, mas por intermediários ou apoiando causas árabes ou facções, como os palestinos da cisjordânia) e além disto o Irã é inimigo comum dos dois países e de seu aliado incondicional, os USA, que é quem dão as cartas no médio oriente.
Sds.
Mario Blaya disse:
20 de setembro de 2010 às 22:14
Já coloquei um link aqui sobre a cooperação dos sauditas com os israelenses no caso do Irã.
Os israelenses estão estocando munição na Arábia Saudita e usarão as suas bases.
Acredito que a troca tenham sido os Eagles novos que os gringos liberaram muito fácil.
“Juarezj”
Viajar faz parte… O que seria da humanidade se ninguém sonhasse?