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‘Warm up’

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Vídeo gravado pelo Poder Aéreo na Academia da Força Aérea (Pirassununga, São Paulo), mostrando o acionamento dos motores do F-5EM e o check externo antes de uma decolagem noturna. Vinte minutos depois, o piloto do 1ºGAVCA já estava em casa para o jantar.

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24 COMMENTS

  1. Ir voltar e chegar em casa em 20 minutos? Então foi só uma volta no quarteirão… rsrsrs

    Bom seria quase isso se ele estivesse no trânsito caótico de São Paulo…

    Mto legal o vídeo!

    Sds.

  2. Vinte minutos? É mais ou menos o que eu demoro do serviço para casa, só que eu moro a 8 Km do trabalho! Isso se o transito não estiver péssimo.

    Muito legal o vídeo.

  3. O importante seja quem for o vencedor do FX, é que a rapaziada passe mais tempo em treinamento e no cockipt do que no hangar.

    Não adianta ter F-super trunfo e descuidar do treinamento. A história dos combates aéreos comprova tal assertiva.

    Parabéns a Aeronáutica e aos rapazes pelo nível de excelência demonstrado em inúmeros exercícios internacionais, motivo de orgulho para todos nós Brasileiros!

    Sds.

    Ps. Ótima sacada a TV do Poder Aéreo.

  4. Provavelmente aumentar o ângulo de ataque para a decolagem e evitar sustentação negativa. Caso contrário não conseguiria rodar a aeronave.

    • Patriota, se você viu entre ontem e hoje, é copy-paste, pois o vídeo foi feito por nós.

      Mas se viu antes, trata-se de outro vídeo.

      Você tem o link desse blog? Manda pra gente, por favor, só pra confirmar

      Saudações!

  5. Para quem fica de pronta-ação é muito tempo para reação. Tudo bem que devemos ter “times” diferentes, uma coisa é estar efetuando os procedimentos de check corretos, sem crises, é extremamente seguro e deve ser assim mesmo, e outra é para as respostas rápidas, que ao meu ver demanda tempo demais – devia ser como nos Pit-stop da F1=” fast, very fast”. Sendo o mesmo, tem-se uma justificativa, porque durante a “Guerra das Malvinas” o Vulcan “assinalado” em radar próximo a Cabo Frio, só foi “alcançado” na entrada da “Baía da Guanabara”, já com o Galeão à vista. Não é crítica, mas reflexão, ou seja, na hora da escolha, quesitos, de uma aeronave, quanto o menor tempo de reação na prontidão, melhor. Quanto menor o apoio de terra necessário, melhor, e quanto o menor check list humano, melhor tb. Para um “interceptador” o F-5 não deve ser ideal, diferente do que ser um caça, com missão programada, “briefings”, escolha de armas. Mas o video e legendas ficaram excelentes, didaticos. Ótimo para noções a leigos. Abraços.

    • SCintra,

      Como você percebeu, o que o vídeo mostra é um procedimento de “warm up” para uma situação normal de decolagem, um voo de traslado, com a realização de checks etc (e o vídeo está editado – o tempo total para isso é, aproximadamente, o dobro).

      Mas vale lembrar que, para aeronaves prontas para o alerta de defesa aérea 24h, o tempo de preparação para a decolagem é muito menor, pois as aeronaves já se encontram checadas, nos hangaretes de alerta. Já vi demonstrações de decolagem de F-5 de alerta em que, do disparo do sinal, passando pela amarração do piloto, acionamento dos motores etc, até o momento em que o caça deixa o solo, o tempo foi de aproximadamente 5 minutos. O que é um tempo bastante satisfatório – veja exemplo da USAF na matéria abaixo (que traz comentários interessantes a respeito):

      http://www.aereo.jor.br/2009/12/08/f-16-em-alerta-aereo-nos-eua-no-ar-em-7min15seg/

      De resto, concordo com o que você escreveu sobre pesar essas questões para futuras aeronaves, incluindo o tempo para turn over etc.

  6. Nunão

    Sobre o acima no Warm-up do F-5, tire uma duvida – complementar, teve um gerador externo para acionamento das turbinas. Todos F-5 (M e não) são assim? Sabe se a “jaca” também precisa?
    Estou conjecturando – A Suécia tem dentro de sua doutrina, trabalhar desdobrada, até mesmo em estradas/ rodovias – já fizemos experiência com os ST e Bandeirantes – deduz-se que os Gripen(s) possua algum APU, não necessitando de grande apoio em terra, e os F-5’s ficariam restritos a locais que podem oferecer geradores, Isso é “vero”? Ou teriam condições de acionamento independente? Abraços.

    • SCintra, tanto o Rafale quanto o Gripen têm APU.

      O F-5 é que depende de fonte externa para a partida (o que é absolutamente comum em caças mais antigos).

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