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Os Pilotos de Provas do Grupo Especial de Ensaio em Vôo (GEEV) da Força Aérea Brasileira (FAB) iniciaram campanha de testes com bombas inteligentes guiadas a laser. O primeiro voo aconteceu no dia 26 de agosto, com o emprego de uma aeronave A-1A.

“No ambiente da guerra moderna, é um salto operacional significativo”, afirma o piloto de provas do GEEV que realizou o primeiro voo, Capitão-Aviador Diogo Silva Castilho.

Poucos países tem capacidade tecnológica de empregar esse tipo de armamento, que é mais eficaz, diminui o risco de perda de aeronaves e pilotos porque permite que o lançamento a grande altitude e distância do alvo. Ao mesmo tempo, reduz a possibilidade de danos colaterais nas proximidades dos alvos militares.

A aeronave A-1 voou equipada com mísseis, tanques subalares, “pod designador laser” e duas bombas de 460 kg cada, capazes de atingir com precisão um alvo iluminado por laser através de guiamento.

FONTE / FOTO: FAB

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About Fernando "Nunão" De Martini

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Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

113 Responses to “Realizado primeiro voo com bombas inteligentes no Brasil” Subscribe

  1. Luiz Ricardo 1 de setembro de 2010 at 13:13 #

    Muito Bom =D

  2. Sabre 1 de setembro de 2010 at 13:19 #

    ótima notícia, mas não entendi esses misseis, o AMX brasileiro não tem capacidade de disparar misseis!

  3. Vinicius Kober 1 de setembro de 2010 at 13:28 #

    Essas bombas seriam as Lizzards ou as novas SMKB-82/83 desenvolvidas pela Britanite?

  4. Alex 1 de setembro de 2010 at 13:45 #

    longo caminho a percorrer, mas tudo tem um inicio….

  5. Vader 1 de setembro de 2010 at 13:48 #

    Parabéns à FAB, essa sim é uma ótima notícia.

  6. Fabio 1 de setembro de 2010 at 14:03 #

    parabéns a FAB…depois de desenvolver doutrina/tecnica para misseis alem do alcance visual…agora doutrina/técnica para bombas guiadas!

    ótima noticia!

    mesmo com poucos recursos…esta dando um salto operacional fantastico!

    não podemos esquecer que agora sim teremos uma capacidade de ataque estratégica com o A-1 + bombas inteligentes (com o A-1M será melhor ainda).

  7. Rodrigo 1 de setembro de 2010 at 14:06 #

    Que mal pergunte..

    Que bombas são estas ? Nacionais ou from Jeru ?

  8. Gutex 1 de setembro de 2010 at 14:08 #

    Sabre, você não entendeu mesmo, pois a materia não trata de misseis, e sim de bombas guiadas a laser, sendo dois artefatos distintos.
    Bombas não possuem propulsão propria ao contrário dos misseis…
    No mais, os AMX contiam sem capacidade de disparar misseis….

  9. Justin Case 1 de setembro de 2010 at 14:15 #

    Gutex,

    Como exceção à regra geral que você apresentou, existem sim algumas bombas propulsadas.
    Como exemplo, você talvez lembre das antigas bombas antipista, tais como as Durandal e BAPI francesas, que tinham foguetes para auxiliar no poder de penetração (essas não eram guiadas).
    Atualmente existem versões de bombas guiadas propulsadas por foguetes, o que auxilia tanto o poder de penetração como a capacidade de emprego à distância mais segura “stand off”.
    Veja as informações sobre as atuais AASM também francesas.
    Abraço,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  10. ALDO GHISOLFI 1 de setembro de 2010 at 14:24 #

    Enfim! Parabéns e que isso seja apenas um marco inicial.

  11. Rodrigo 1 de setembro de 2010 at 14:26 #

    Veja sobre as antigas AGM123 Skipper

    Estes franceses são atrasados mesmo ahahahahaahah

    Brincadeira Justin, não resisti.

  12. Galileu 1 de setembro de 2010 at 14:39 #

    Já é um começo, pra quem está 40 anos atrasado!

  13. GBeck 1 de setembro de 2010 at 14:41 #

    Pois é.. a foto não mostra quase nada, só um pedaço do Litening. A bomba parece que vamos ficar na curiosidade. Deve ser segredo, embora já tenham aparecido fotos do F5 com a Lizzard e dos Skyhawks com as bombas da Britanite. Se alguém souber, seria bom comentar.

  14. hms tireless 1 de setembro de 2010 at 14:41 #

    Provavelmente eram as LIzzard pois o A-1 estava portando um Pod Litening. Pena que ao que tudo indica teremos de recomeçar do zero já que a FAB terá de abrir mão do Litening, da LIzzard e talvez das bombas da Britanite pela introdução da duplinha AASM/Damocles.

  15. paulomaffi 1 de setembro de 2010 at 14:42 #

    Fico feliz e triste ao mesmo tempo! Feliz por mais este avanço; mas triste pelo tempo que isso levou para acontecer!

  16. Justin Case 1 de setembro de 2010 at 14:43 #

    Rodrigo,

    É verdade.
    Com relação as tecnologias de armas, depois da Guerra Fria todo mundo corre atrás do prejuízo.
    E os Estados Unidos continuam sempre à frente.
    Ainda não dá para alcançar, mas quem sabe poderemos chegar mais perto?
    Pelo menos, nesse caso específico do Litening e armas guiadas no AMX, já existe participação majoritária de brasileiros no processo de integração.
    Abraço,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  17. GBeck 1 de setembro de 2010 at 14:46 #

    Bem lembrado Hms. Muito embora acho que sejam sistemas complementares. Cada um no seu “quadrado”. O maior alcance das AASM talvez tenha uma aplicação mais “estratégica”. Mas isso é só meu chute, também tenho minhas dúvidas se uma Spice não é tão efetiva quanto a AASM.

  18. Justin Case 1 de setembro de 2010 at 14:47 #

    Tireless,

    A integração do Litening e dos armamentos já existentes no inventário brasileiro é, com certeza, requisito do Projeto F-X.
    Todos devem ter ofertado e quem ganhar vai ter que cumprir, seja sueco, francês ou americano.
    Abraços,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  19. Mauricio R. 1 de setembro de 2010 at 15:22 #

    Xí…isso aí na Colômbia, é carne de vaca e tem alvo real.

  20. Rodrigo 1 de setembro de 2010 at 15:23 #

    Estas integrações nacionais, atualmente são mais lenda que uma necessidade em si.

    Por que usar o Litening no Rafale se ele tem um pod mais moderno ?

    Por que usar o Litening no SH se ele tem um pod mais moderno ?

    O NG eu nem sei o que usa :D

    Idem para as armas…

    Que armas nacionais teremos em 2014 pronta para integrar no vencedor ?

    O Rafale, com o Mica e o SH com o AIM120, por que perder tempo integrando o Derby ?

    A Lizzard idem.

    Por que usar a Lizzard no Rafale, que já virá com o AASM faz-tudo e pagar milhões aos franceses para integrá-la ?

    Não sei se a Lizzard é integrada ao SH, mas por ser israelense é capaz de já estar ou ser muito simples.

    Resumindo…

    Pagar para se usar o que se tem hj no FX eu vejo como perda de tempo.

    Que sejam integradas as armas nacionais quando fizerem o MLU dele.

    Deixem as armas atuais para o F5, AMX, A4, etc..

  21. Justin Case 1 de setembro de 2010 at 15:37 #

    Rodrigo disse:
    1 de setembro de 2010 às 15:23

    Rodrigo,

    Em relação à contenção dos custos e à eficiência operacional inicial acho que você tem toda razão.

    Mas tem outro aspecto que talvez você não tenha lembrado.

    Essa integração de armas, pods e sensores é que proporcionará o campo de trabalho para alcançar o conhecimento pleno dos sistemas da aeronave e a absorção de tecnologia.

    Precisaremos muito disso durante o ciclo de vida da aeronave, para poder atualizá-la com as mais novas capacidades e tecnologias que pudermos alcançar.

    Não seria um gasto desnecessário, mas um investimento.

    Abraço,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  22. Tysock 1 de setembro de 2010 at 15:45 #

    Hummmm…uma boa notícia. Uma pena que somente agora, entrando na segunda Década do Século XXI, a FAB começe a utilizar estes equipamentos…
    Bem lembrado Rodrigo, esse FX além de ser desgastante é ilógico…mas vejo que até a FAB já percebeu que se for esperar pela definição politica, já era…
    Quanto a informação de que o A-1 estava armado com mísseis, não faz sentido, já que não existe sistema de refrigeração para a arma no caça, então é de se supor que seja somente para ficar bem na foto…
    A noticia é boa. Triste é saber que nossos pilotos são alvos…

  23. Rodrigo 1 de setembro de 2010 at 15:51 #

    Este domínio da tecnologia de sistemas, também é outra lenda.

    Em termos de sistemas, vão entregar somente as bibliotecas de acesso que nos permitirá integrar novas armas e sensores.

    O resto é mais uma fantasia jobiniana.

    Se vierem as bancadas de teste de sistemas e documentação descente( o que não é o padrão francês), vai ser algo de valor muito maior que pagar para estrangeiro integrar nossas armas.

    Quando tivermos domínio disto os problemas de integração irão ser praticamente eliminados.

    Não é um trabalho da noite para o dia, por isto acho mais negócio fazer estas coisas no MLU.

  24. Sabre 1 de setembro de 2010 at 15:53 #

    Gutex, leia de novo a notícia ela diz que o A-1 vôo equipado com misseis, tanques, pods e as bombas! Só queria saber quem eles querem enganar quando colocam ,”equipados com misseis”, quando sabemos que não passam de misseis de engodo, no máximo para estabilizar um pouco o avião no vôo!Ou seja não precisa mensionar o que não não é funcional!

  25. hms tireless 1 de setembro de 2010 at 16:09 #

    Rodrigo:
    Tenho mihas dúvidas se o Damocles é mais moderno que o Litening. Creio que não. No máximo o Damocles deve ser equivalente ao Litening, que hoje em dia é amplamente usado tendo sido selecionado para os Typhoon da RAF e Luftwaffe.

  26. grifo 1 de setembro de 2010 at 16:11 #

    Estas integrações nacionais, atualmente são mais lenda que uma necessidade em si.

    Caro Rodrigo, assim como você eu não acredito que todos os equipamentos existentes hoje na FAB serão integrados no novo vetor. Se o fornecedor tem um produto melhor já integrado e em uso na força aérea de origem, provavelmente é melhor usá-lo.

    O ponto no entanto é que esta vai ser uma decisão *da FAB* e não do fornecedor. Este tem que fornecer toda a capacidade de integração a FAB, incluindo documentação, códigos, rig aviônico, etc.

    Note que esta exigência não é tanto para aproveitar o que existe hoje de inventário. Ela existe porque quem desenvolve armamento aéreo precisa ter um plataforma de desenvolvimento e testes. É isso o que estamos querendo.

    O resto é mais uma fantasia jobiniana.

    Não acho. Quem fez a RFP e avaliou as propostas sabe muito bem o que pedir nesta área.

  27. ouragan 1 de setembro de 2010 at 16:11 #

    Rodrigo
    Ainda sim, os caminhos das “Indias” com os Franceses será mais fácil do que com o Suecos uma vez que quase 100% dá tecnologia embarcada no Rafale é de origem Francesa e no Arenque é “importada”…
    Por isso que estranho o fato dos Suecos ofereceram e garantirem ToT maior que os Franceses.. qualquer engenheiro acharia isso por demais estranho já que, o Gripen NG é um projeto adaptado e o Rafale um projeto pronto…
    Sei lá né?…

  28. tomas 1 de setembro de 2010 at 16:14 #

    Parabéns à FAB e até que enfín, pois já estamos com anos de atraso se comparados com o Chile, o Perú, a Colômbia e a Venezuela.

  29. Edmar 1 de setembro de 2010 at 16:17 #

    Caros Amigos Sabre, Hms tireless, Rodrigo, Vader e Demais Amigos do Blog .:

    Se pelo menos fosse assim a FAB hoje.:

    46 caças……..”F-5M”
    48 aviões…….”AMX A-1M”
    36 caças……..”FX 2″

    No momento teriamos uma Força Aérea mais consistente:

  30. Tysock 1 de setembro de 2010 at 16:28 #

    Edmar disse:
    1 de setembro de 2010 às 16:17
    Caros Amigos Sabre, Hms tireless, Rodrigo, Vader e Demais Amigos do Blog .:
    Se pelo menos fosse assim a FAB hoje.:
    46 caças……..”F-5M”
    48 aviões…….”AMX A-1M”
    36 caças……..”FX 2″
    No momento teriamos uma Força Aérea mais consistente:

    Tá…mas quantos estariam disponíveis?
    F-5 deveríam ser 100 unidades! para termos de 60 à 80 em prontidão.
    A-1, no mínimo 80 unidades.
    FX 48 unidades divididos em três esquadrões, um em anápolis, um no nordeste e outro no sul.

    hoje o único caça com disponibilidade real é o A-29…

  31. Gabriel T. 1 de setembro de 2010 at 16:32 #

    Qualquer dos 3 do Fx terá que integrar as armas aqui produzidas. Os 3 mostraram que são aptos para essa tarefa em suas propostas finais.

  32. Nunão 1 de setembro de 2010 at 16:32 #

    Sobre o trecho da matéria que se refere a mísseis, apenas um palpite:

    Vejam que o avião é um A-1 que está sendo utilizado para testes de armamento, por pilotos do GEEV (Grupo Especial de Ensaios em Voo).

    Aeronaves específicas são modificadas para realizar testes de armas, seja em lançamentos, ou mesmo para testar as mudanças na aerodinâmica quando carregadas com equipamentos também específicos. Isso é parte do que se chama ensaio em voo.

    Afinal, elas testam armas que posteriormente poderão ser integradas às outras do tipo. É disso que trata a matéria.

    Nessa lógica, já houve aeronave AT-26 que disparou mísseis, embora as operadas pelos outros esquadrões equipados com a mesma aeronave não eram equipadas para tanto.

    Assim são os ensaios e as aeronaves modificadas para ensaios

    Logo…

    Como escrevi, apenas um palpite.

  33. Deivid 1 de setembro de 2010 at 16:34 #

    AAAAAAAMENNNNNNNNNNNNN!!!!! ALELUIA SENHOR XIIIIIIIIiiiiiiiiiiiiii…..senhores..deus esite sim xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii……..

    Já tinha passado da hora da FAB entrar nos tempos atuais,mas queria ver uma foto do AMX equipado com a Bomba,ia direto para o meu orkut hehehehe.
    E a proposito,não compramo esse sistema construimo e desenvouvemo com suor Brasileiro!!!

    http://www.aereo.jor.br/2010/07/26/iae-realiza-ensaios-em-primeira-bomba-guiada-nacional/

  34. Deivid 1 de setembro de 2010 at 16:36 #

    PS:”construimo,desenvouvemo…nossa a emoção foi tanta que me atrapalhei kkk

  35. jakson almeida 1 de setembro de 2010 at 16:52 #

    Tem gente chamando o rafale de projeto pronto,eu gostaria de saber o que é isso,pois se você conclui e fabrica um produto projetado ele se torna um produto de mercado.Eu sou engenheiro e vejo mais transferência de tecnologia no gripen ng assim como os engenheiros da fab e da Embraer.

  36. Rodrigo 1 de setembro de 2010 at 16:57 #

    ouragan disse:
    1 de setembro de 2010 às 16:11

    Mas integrar armas e sensores não é ToT, pois só receberemos bibliotecas.

    Se no MD consideram isto ToT, a coisa é mais chinfrim que eu pensava.

  37. ouragan 1 de setembro de 2010 at 17:02 #

    sorry Sir, mas a Embraer sempre viu nos produtos Dassaul Rafale/Mirage-200 -5BR muito mais ToT do que em outros projetos! tanto que a Saab quer “construir” outra fábrica aqui em solo brasileiro…
    E você, como engenheiro, deveria saber que o Rafale, enquanto projeto, é bem mais interessante que o Gripen… pois o Rafale teve uma genêse… ele não foi evolução de algo… diferente do Arenque que é uma modernização… claro, o Rafale faz uso de recursos testados e aplicados nos traços 5, últimas versões do mirage – 2000.
    Já o Arenque é um remendo aqui e ali. Claro uma boa aeronave, mas sei lá… entre um projeto fruto de uma modulação e um saido do zero… sem dúvida fico com o último. E sei não se engenheiro do ITA topa o Arenque.. não foi o que eu ouvi não…

  38. ouragan 1 de setembro de 2010 at 17:05 #

    Integrar armas não é simplesmente pegar as bibliotecas e pronto. É bem mais complexo… Agora se você acha que teremos Know-How para isso.. então a coisa é pior do que eu pensava…

  39. Nunão 1 de setembro de 2010 at 17:10 #

    Sugestão pra vocês:

    Que tal deixar a briga de torcidas do F-X2 ao menos para tópicos mais diretamente relacionados ao F-X2?

    Esse é sobre o A-1 e a integração de armas ao mesmo.

    Mas tudo bem, se querem falar de F-X2 aqui, já que o assunto de integração tem a ver, pelo menos deixem de lado a briga de torcida e os tradicionais adjetivos de parte a parte, porque senão a discussão descamba.

    Próximos avisos dos editores serão feitos diretamente em notas nos comentários, e provavelmente com menos tolerância do que esse.

    Atenciosamente,
    Nunão

  40. SEAL 1 de setembro de 2010 at 17:52 #

    Boa notícia!

    A FAB demorou mas iniciou pegando pesado: 2 bombas guiadas de 460Kg cada!!!

    As aeronaves de ensaio de voo para testes são adaptadas para tal fim,diferente das usadas nos esquadrões.

    Quando a empresa francesa Sagem e a DGA (agência francesa de aquisição de material de defesa) anunciaram ter realizado com sucesso o primeiro lançamento de uma versão de demonstração da arma ar-solo ASSM, era de 250kg, com guiagem terminal a laser. A nova variante combina GPS com guiagem inercial e a laser para possibilitar à ASSM engajar com precisão alvos móveis terrestres ou marítimos.

    Já estão qualificadas para uso no Rafale duas versões: uma com guiagem GPS/Inercial e outra com GPS/Inercial/Infravermelho. O ensaio da nova variante foi feito a partir de um Rafale voando a média altitude contra um alvo localizado a 25km, designado por um iluminador DHY-307, idêntico àqueles utilizados pelos observadores avançados do Exército francês. Mesmo com as coordenadas GPS do alvo tendo sido deslocadas 100m, a arma conseguiu um impacto a um metro do objetivo.

    No final de 2009, a DGA concedeu à Sagem um contrato para 3.400 exemplares da AASM (incluindo 640 encomendas firmes). Esse contrato inclui a versão com guiagem a laser, cuja produção será iniciada em 2012. A AASM atual compreende um “kit” de guiagem e aumento de alcance integrado a uma bomba de 250kg, mas a família eventualmente incluirá bombas de 125kg, 500kg e 1.000kg. A arma pode ser utilizada de dia ou de noite, em quaisquer condições atmosféricas, e seu alcance máximo é de 50km.

  41. Bosco 1 de setembro de 2010 at 18:04 #

    De modo geral são usados foguetes em bombas (AASM, AGM130, Skiper, etc) quando se quer aumentar o alcance partindo de um lançamento de baixa e média altitude.
    Já usar bombas dotadas de asas extensíveis (JDAM/ER, SDB, Spice 1000, etc) aumenta o alcance significativamente se lançadas de maiores altitudes.
    Claro, levando-se em conta um vôo nivelado e não técnicas como o lançamento por “arremesso”, onde os dois métodos podem ser eficazes.
    No geral o foguete dobra o alcance de lançamento em relação à velocidade/altitude, já o uso de asas, quadruplica o alcance.
    adotam os dois métodos, foguetes mais asas extensíveis, tais como
    Não sendo possível uma maior aproximação em baixa altitude ou em grande altitude aí o jeito é usar um legítimo míssil cruise propulsado por jato.

  42. pedro 1 de setembro de 2010 at 18:19 #

    Pedro, A FAB SÓ TEM BOMBAS A MECTRON- NÃO FORNECEU PARA FAB, MISSIL ANTI RADAR NÃO PODERIA TESTALOS NO POLIGUINO DE TIRO

  43. jakson almeida 1 de setembro de 2010 at 18:21 #

    Caro Ouragan:
    O rafale ,assim como o f-35 e o pakfa são evoluções do Messerschmitt Me 262 que foi o primeiro caça a jato operacional(não estou considerando outros aviões a jato apenas o Messerschmitt Me 262 como caça)simplesmente desconsiderar todos os aviões franceses que sem a menor sombra de duvidas a Dassault utilizou a experiência no rafale assim como a Saab utilizou a experiência no draken e no viggen para desenvolver o gripen é não conhecer a capacidade de experiência acumulada de conhecimento que a engenharia propicia ao engenheiro.Pela sua visão de projeto o f-22, o pakfa,o próprio rafale e todos os demais caças são simplesmente remendos do Messerschmitt Me 262.O kc-390 da embraer no qual, sem a menor sombra de duvidas, a embraer ira usar toda a experiência que ela adquiriu ao longo de decadas em aviões civis e militares que foram desenvolvidos no brasil ele sera simplesmente um “remendão”.

  44. Galileu 1 de setembro de 2010 at 18:50 #

    “As aeronaves do Fx deverão ter capacidade de integração com os armamentos que a FAB quiser.”

    hahahahahah quanta besteira.

    Quem irá correr atrás de “alguma” integração é a FAB e a Embraer, isso de houver ToT.
    Como eu disse a Embraer já trabalha na criação de softwares para aeronaves, integração armamento/caça.mas nem 30% tá pronto.

  45. Joker 1 de setembro de 2010 at 19:11 #

    Vamos deixar o raFAIL, o GRIPAdo e a VeSpA de lado…

    Procuremos refletir sobre o ganho doutrinario e operacional da FABr ao utilizar armamento inteligente.;)

  46. ouragan 1 de setembro de 2010 at 20:49 #

    jackson almeida, você está sendo simplista por demais… não foi nesse sentido que eu postei meu comentário. Disse sim que o Gripen NG é sim uma modernização do Gripen C/D e o é de fato. Já o Rafale foi não foi, em si mesmo, um desenvolvimento de nenhuma outra aeronave. Óbvio que ele se usou do expertise se outro projetos, mas toda a sua concepção foi pensada a partir de um marco zero, foi essa a minha colocação. E, enquanto engenheiro, creio ser este o modo mais desafiador que se produzir algo…

  47. Djalma L.A. 1 de setembro de 2010 at 20:53 #

    Opa!

    Mesmo 40 atrasados, a capacidade de lançamento deste tipo de bomba, está de acordo com as eventuais ameaças vizinhas.
    Equador,Bolívia, Venezuela e Cia.

    Abç a todos

  48. Baschera 1 de setembro de 2010 at 21:00 #

    O ganho doutrinário é muito importante.

    Acredito serem as Lizard (lote recentemente recebido), já devidamente integradas ao pod Litening da Rafael.

    Sds.

  49. Rodrigo 1 de setembro de 2010 at 21:09 #

    ouragan disse:
    1 de setembro de 2010 às 17:02

    A EMBRAER oficialmente falou o que ? ;)

    A FAB mostra que consegue integrar armas e por incrível que pareça sem a ajuda dos franceses.

  50. Mauricio R. 1 de setembro de 2010 at 21:58 #

    “Integrar armas não é simplesmente pegar as bibliotecas e pronto.”

    Cingapura que o diga.

    “O ganho doutrinário é muito importante.”

    É nenhum ganho, pois ainda está restrito ao esquadrão de teste e avaliação.
    Ou seja, a doutrina ainda está por escrever.

  51. Marcelo M 1 de setembro de 2010 at 23:10 #

    Se me permitem uma crítica, há pessoas que preferem ver que o copo esta meio vazio do que o copo esta meio cheio….
    Sim, vários anos depois estamos operando algo que no mundo já se usa a décadas, mas chegamos lá…
    Além disso, pelo menos nos próximos 10/15 anos a FAB não será só FX2, será FX2(tomara), F-5M e A-1M. Partindo do pressuposto que o FX2 terá armas próprias, o que em parte duvido, esses dois ultimos serão armados com que?
    Então temos que continuar a aumentar o leque de armas de nossos vetores, especialmente pelo aumento de capacidade que a modernização do A-1 trará…
    Sobre os mísseis, será que não estão apenas relacionando os mísseis ar-ar que os A-1 levam nas asas não?
    Lembrando os cabides de armamento do A-1, este deve ter voado com ar-ar na ponta das asas, tanques nos cabides subalares externos, as bombas nos subalares internos e o pod no central da fuselagem…
    é como “traduzi” o texto acima
    abçs
    MM

  52. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 9:15 #

    Mauricio R. disse:
    1 de setembro de 2010 às 21:58

    Tirando a parte do software a FAB já domina tudo isto faz tempo.

    O que será necessário para o FX2, é somente dominar os sistemas do avião.

    Atribuir falta de capacidade da Força para esta tarefa é cair na estratégia de denegrir a Força que eu tenho visto em vários fóruns por aí, para justificar este maior controle do MD.

  53. ouragan 2 de setembro de 2010 at 9:24 #

    Não sei porque tanta resistência ao MD. Ele está ai e pronto. Em todos os outros paises exportadores de Know-How, é assim que funciona. Acabou-se o tempo dos Feudos…

  54. fredy 2 de setembro de 2010 at 9:29 #

    Parabéns para a FAB. E bem vinda aos anos 80.

  55. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 9:34 #

    eheheheeh

    Vocês sempre se entregam.

    O problema não é o MD, mas o que estão fazendo com ele ou você é mais um que acredita que os 500 cargos comissionados que estão criando serão por técnicos da área ?

    Não existe tanta gente assim no Brasil habilitada na área sobrando e principalmente que topem ir morar em Brasília e a receber o que paga o Governo.

    Como digo, o estrutural que precisa ser mudado ninguém move uma palha porque precisa de trabalho sério e gente capacitada.

  56. ouragan 2 de setembro de 2010 at 9:54 #

    “Não existe tanta gente assim no Brasil habilitada na área sobrando e principalmente que topem ir morar em Brasília e a receber o que paga o Governo.”

    Olha desculpe-me mas existem sim. E propostas a irem aonde for. Alias, 500 é até pouco. Basta você fazer um search por diversas escolas que você verá que existe sim Capital intelectual para tal.

    “Como digo, o estrutural que precisa ser mudado ninguém move uma palha porque precisa de trabalho sério e gente capacitada.”

    A própria criação do MD e do END é prova da mudança estrutural acontecendo.. o que se precisa é de uma mudança Consciêncial. E isso sim leva tempo.

    Abs.

  57. ouragan 2 de setembro de 2010 at 10:00 #

    E a primeira força que está dando conta desse novo modelo e a Marinha. Se ela consegue, todas as outras conseguem também.

  58. Curvo 2 de setembro de 2010 at 10:02 #

    Me desculpe Ouragan mas com o nosso ___________, não dá, não vou me dilatar neste assunto senão serei editado por propaganda política, mas nesse _______________, não acredito !!! Opção minha é claro !!!

    NOTA DOS EDITORES:
    DE FATO, FOI EDITADO POR PROPAGANDA POLÍTICA.

  59. Curvo 2 de setembro de 2010 at 10:04 #

    É … boa sorte aos nossos Marujos, tendo de passar o chapéu para pagar aos francêses, pois aumento de verbas para cobrir estes novos gastos é puro devaneio de uma noite de verão !!!

  60. ouragan 2 de setembro de 2010 at 10:08 #

    Citoyen, isso é política de estado… que começou em outra gestão… alias, aquela transição entre a gestão FHC para a gestão Lula, também teve como objetivo expor todos esses “detalhes” para a atual gestão… Sei lá.. não vejo isso com sendo meramente partidário… até porque, vi mais coisas serem feitas para a Fa´s nessa gestão do que na passada… isso quem diz são os números.. eu só reproduzo…

  61. Giordani RS 2 de setembro de 2010 at 10:08 #

    O assunto perdeu o foco…
    Mas é como disse o Fredy, bem vinda aos Anos 80…
    Demorou, de mais até, mas chegou…se algum colombiano, peruano ou chileno estiver lendo isso agora, vai pensar: Como eles atacavam? Ainda faziam bombardeio de nível?
    É FAB, bem vinda aos Anos 80…

    Sobre a questão dos mísseis, a coisa é bem clara. Mesmo sendo um avião do grupo de desenvolvimento, não acredito que ele esteja capacitado para “lançar” um AAM, mas para o teste com a bomba, é preciso pensar na configuração para a qual o AMX foi proposto, ou seja, para penetrar o espaço aéreo inimigo e defendido com algum meio aéreo, o A-1 deverá portar mísseis ar-ar. Além do mais, essa configuração, em muitos casos, é um “plus” na área alar. O próprio F-5, F-16 e F-18 se beneficiam disso.
    Se o A-1 é incapaz de usar AAM´s, isso já é outra história, mas história da incompetencia política dos nossos governantes, mas isso já é assunto tão batido quanto o FX…
    Mas há um lado bom nisso; Graças aos deuses, nunca precisamos usar nossas FFAA´s…no final dos Anos 90 a FAB se tornou uma força 24H…agora, além de 24H ingressa nos Anos 80…
    :-(

    NOTA DOS EDITORES:
    DE FATO, GIORDANI, PERDEU O FOCO, MESMO APÓS O AVISO DE UM EDITOR.
    AGRADECEMOS PELA TENTATIVA DE TRAZER O ASSUNTO DE VOLTA AO DEBATE PRODUTIVO.

  62. ouragan 2 de setembro de 2010 at 10:09 #

    Se você considera o Alm. Moura um sonhador… quem sou eu para retrucar né?

  63. Curvo 2 de setembro de 2010 at 10:13 #

    Ouragan, veja a situação em que estavamos no contexto geral, economia, finanças, descrédito, etc… no governo anterior, e tudo que a herança “maldita” nos deixou (estabilidade financeira e democrática), com reais possibilidades de crescimento.
    Depois de fazer este exercício “talvez” você você chegue à mesma conclusão que eu, ou seja, que este (des)governo fez foi muito pouco, agora chega senão serei editado por propaganda eleitoral, sê vocÊ acredita ou não é problema seu, não meu !!!!

  64. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 10:16 #

    Amigo, como você quer discutir aviação com pessoas que nunca voaram _________ nenhuma ou não são engenheiros aeronáuticos ?

    Aqui no Brasil não tem nem 500 PCA/PCH sobrando! A ANAC teve que abrir o mercado para pilotos estrangeiros( que é outro erro, mas é para outro tópico).

    Imagine 500s engenheiros.

    Quem é competente não aceita a miséria que o Governo paga por patriotismo, todo mundo tem que comer e filho para criar.

    Idem para os especialistas navais e de sistemas para o EB.

    Entupir o MD de companheiros, matemáticos, filósofos, jornalistas e todo tipo de imbecil que não tem o menor conhecimento prático sobre o que afirmam é o que está comprometendo a capacidade operacional das FFAA, ao contrário do festival de cascata ufanista que eu tenho visto por aí.

    Acorda amiguinho, se liga.

    Desculpem os palavrões, mas tem hora que torra o saco estas viagens.

    COMENTÁRIO EDITADO, APESAR DAS DESCULPAS

  65. JOSEF SIMAS Jr. 2 de setembro de 2010 at 10:33 #

    Gente, aproveito a gancho do Giordani:

    1. Esta história da incompetencia política dos nossos governantes, já é assunto tão batido e repetitivo, temos que compartilhar a culpa com as nossas proprias FFAA tambem. Politico nao entende de armas…

    2. A maioria do gasto / orcamento de nossas FFAA, o maior da America Latina disparado, segue indo (70-80%) para pensionistas e inativos. E assim nao ha dinheiro para os temas fundamentais.

    3. Como e’ que paises muito mais modestos como o Peru, o Chile, a Colombia ja’ usam armamento inteligente ja’ desde o anos 80 ? Os nossos militares dormiram muito tempo. O proprio A-1 e’ o maior exemplo, nem sequer existe um prototipo completo depois de quase 30 anos ! O aviao segue sem radar, sem misseis, sem armas inteligentes… Comparemos com os similares Italianos, sao completamente assimetricos…

    4. Vejam os Super Tucanos da Colombia, sao bem mais completos que os nossos…

    5. Mas voltemos as bombas inteligentes. Gostaria de saber quando serao os testes de lancamentos de precisao e a comparacao com os padroes internacionais de acertos.

  66. Adhelfi_zerouno 2 de setembro de 2010 at 10:36 #

    Só um segredinho, os AMX do 3º podem sim lançar mísseis.

  67. ouragan 2 de setembro de 2010 at 10:41 #

    Olha, você tem todo direito de ter o seu ponto de vista.. ainda que eu o ache feudal e descabido da realidade. Mas se essa a sua capacidade de entendimento do que está acontecendo, OK. O futuro dirá quem está certo ou errado… Agora,se você achaque somente engenheiro entende das coisas… ai não posso fazer nada… até porque a multidisciplinaridade que o MD quer atingir vai muito na contra-mão do que você postou. Alias, tem muitos militares por ai, formados nas mais diverdas áreas que gostariam e muito de trabalhar para o MD. Como eu falei, essa visão tecnocráta é o que não se quer atingir. Em uma sociedade onde informação e conhecimento é commodity, seguir por essa via é suicídio. Veja como funcionam o MD Britanico, Alemão, Francês, Japonês… e vislumbrará um pouco do que eu falo… O problema não é o MD, mas é o fato de ele ser gerido por cívis, e ser subordinado a um governo democráticamente eleito. No fundo, tudo isso é birra partidária, enquanto a nação que se dane.. e a mesmice de sempre. logo, a platéia do incrédulos berra… mas isso muda… fatalmente muda… a abertura do Brasil para o mundo, para uma sociedade globalizada, também passa por isso… como citei antes: pensar como feudos é inaceitável nos dias atuais.

  68. Leo 2 de setembro de 2010 at 10:42 #

    Concordo com vc ouragan, há sim uma mudança estrutural em curso, o que considero fundamental para modernização de nossa defesa.

    Abraço

  69. Giordani RS 2 de setembro de 2010 at 10:50 #

    Adhelfi,
    Procurei a informação, mas nada localizei, só referencias ao radar MAS-1 “quando” instalado e nada sobre os sistemas de refrigeração para o sensor de calor do Sidewinder…

  70. ouragan 2 de setembro de 2010 at 10:51 #

    Valeu Leo. Obrigado mesmo.

  71. Edmar 2 de setembro de 2010 at 10:56 #

    Caros Amigos do Blog.:

    Depois que os “AMX A-1″ forem modernizados as suas qualidades operacionais vão melhoram em muito. Mesmo que este avião seja subsônico ele depois de modernizado vai poder realizar ataques com segurança e atingir os alvos de uma distancia maior sem que a célula e o piloto corram riscos.

  72. AceCombat 2 de setembro de 2010 at 10:58 #

    Antes tarde do que nunca, para os próximos 10 anos Brasil com certeza estará operando um vetor aéreo de 4º geração ou mais avançando o FX ao meu ver foi apenas para estudo critico para ver o que poderíamos ter em mãos a médio e longo prazo e do jeito que as coisas estão indo provavelmente entraremos em algum projeto chave com total independência.

  73. Sabre 2 de setembro de 2010 at 11:03 #

    Marcelo M, verdade concerteza são os “da ponta da asa”, mesmo porque com dois tanques, duas bombas mais o pod, não existiria outro lugar para colocar “misseis”, mas como o Nunão disse talvez por ser um avião de teste de equipamentos, talvez tenha a capacidade de usar misseis, mas normalmente se tratando de A-1,é mais para equilíbrio dinâmico da aerenave e para Fotex :) , triste o A-1 não ter a capacidade de se defender, espero que com a modernização ela se torne um avião com todas capacidades FULL!

  74. ouragan 2 de setembro de 2010 at 11:06 #

    O A-1 sempre foi uma excelente aeronave. A real necessidade da epóca era que o Brasil precisava de um super xavante e a Italia um mini tornado… o Brasil sentia falta de um vetor puro de ataque desde a desativação de diversos vetores e a Italia precisava substituir o GY-91. Acontece que, operando com a Italia o AMX, como ele é conhecido por lá, foi muito bem explorado, usado nos mais diversos exercicios da OTAN bem como em ações militares, usando inclusive armamento inteligente. Enquanto que aqui no Brasil ele foi sub-utilizado… e tinha piloto que nem acreditava nele… claro, junto ao 1/16 GAV, ele participou da Red Flag 98.. e mais recentemente também. Mas foi só.
    O caminho do A-1 na FAB foi duro gente… depois de alguns anos de uso foi que a FAB percebeu o potencial da aeronave… e hoje correm contra o tempo.
    Mas ainda vejo um futuro bom para o nosso A-1…

  75. Nick 2 de setembro de 2010 at 11:08 #

    Caro Adelphi,

    Misseis Ar-Ar?

    []‘s

  76. Sabre 2 de setembro de 2010 at 11:09 #

    É quase inacreditavel esse avião ter ficado vinde e poucos anos , sem um radar, e sem a capacidade de utilizar misseis e bombas inteligentes!

  77. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 11:10 #

    Como no Ministério da Fazenda, uma hora vocês entenderão o problema que é aparelhar o MD..

    A ANAC já foi e faz tempo que eu só vejo sair besteira ali de dentro.

    Ai quero ver como a multidisciplinaridade, vai se mostrar inútil quando se precisa de conhecimento especializado, mais bobagem vai aparecer.

    O que eu tenho visto indo para o MD, são ex-militares e normalmente aqueles preteridos para promoções que são passados para a reserva. Tem um famoso CMG falador de abobrinha de um fórum que muito provavelmente vai acontecer isto com ele ano que vem, sairá da MB e no dia seguinte voltará para o MD!

    “Em uma sociedade onde informação e conhecimento é commodity, seguir por essa via é suicídio”

    Conhecimento não brota de reunião, amiguinho.

    Tem que suar muito sangue em cima de livro, tentar muito, errar mais ainda, para no fim conseguir acertar.

    Esta é a diferença entre as áreas técnicas e humanas, que vocês não conseguem compreender e até entendo o porque.

    “No fundo, tudo isso é birra partidária, enquanto a nação que se dane.. e a mesmice de sempre. logo, a platéia do incrédulos berra… mas isso muda… fatalmente muda… a abertura do Brasil para o mundo, para uma sociedade globalizada, também passa por isso… como citei antes: pensar como feudos é inaceitável nos dias atuais.”

    De novo esta besteirada ?

    Desculpe, mas qual a sua profissão ?

  78. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 11:12 #

    Assim como no A29 e KC390.

    Deixem a turma de azul trabalhar que a coisa sai, não no ritmo que desejamos mas dentro da realidade orçamentária possível.

  79. ouragan 2 de setembro de 2010 at 11:19 #

    Colega, não adianta… você pode falar e falar… para você, as coisas tem que ser como no século passao.. você parou no tempo… as coisas evoluiram.. ops e agora?…
    Quanto a oficiais que foram preteridos? que sandice é essa? absurdo total essa sua colocação… mas tudo bem… relevarei…
    Quanto a uma possível disputa humana x técnica isso é outra besteira… as duas áreas tem que trabalhar em uníssono… e de fato, conhecimento não brota de reunião colega… mas de equipes multidisciplinares envolvidas nos mais diversos projetos, gerando ai sim conhecimento explícito.
    Quanto a minha profissão nem deveria falar, já que não lhe devo explicação.. mas tudo bem né?… sou Engenheiro de Computação, especializado em gestão de projetos, mestrando em Relações Internacionais militar da reserva (FN) por opção e consultor do MD… e você?
    Paraquedista de Brigadeiro?…

  80. ouragan 2 de setembro de 2010 at 11:34 #

    “Assim como no A29 e KC390.

    Deixem a turma de azul trabalhar que a coisa sai, não no ritmo que desejamos mas dentro da realidade orçamentária possível.”

    Não fosse a EMBRAER assessorada por EX OFICIAIS DA FAB hoje no quadro da EMBRAER, as coisas não sairiam. Cmd´s Chester e Lima que o digam.

  81. Tysock 2 de setembro de 2010 at 11:36 #

    Rodrigo disse:
    2 de setembro de 2010 às 11:12

    Amigo,
    Não perca seu tempo. Eles jamais entenderão. É impossível. O som não se propaga no vácuo…

  82. ouragan 2 de setembro de 2010 at 11:48 #

    “Amigo,
    Não perca seu tempo. Eles jamais entenderão. É impossível. O som não se propaga no vácuo…”

    é… o Jackerl o Bueno e o Saito que o digam…

  83. Curvo 2 de setembro de 2010 at 11:55 #

    Concordo contigo Ouragan, pois o Saito fala, fala, fala e no GF e MD somente o vácuo por resposta …

  84. grifo 2 de setembro de 2010 at 12:11 #

    sou Engenheiro de Computação, especializado em gestão de projetos, mestrando em Relações Internacionais militar da reserva (FN) por opção e consultor do MD

    Depois do fake Embraer, acho que agora temos um fake militar da MB. Não é possível que um oficial fuzileiro fale tanta besteira assim sobre um assunto de outra força sobre o qual nada sabe.

    NOTA DOS EDITORES:
    ESSA DISCUSSÃO SOBRE “FAKES” NÃO VAI LEVAR A LUGAR NENHUM. VOLTEM AO DEBATE DO ASSUNTO.

  85. ouragan 2 de setembro de 2010 at 12:28 #

    Prove que eu sou Fake. Alias e você o que é?


    NOTA DOS EDITORES:
    ESSA DISCUSSÃO SOBRE “FAKES” NÃO VAI LEVAR A LUGAR NENHUM. VOLTEM AO DEBATE DO ASSUNTO.

    OURAGAN, UM ADENDO DOS EDITORES, A RESPEITO DESSE ASSUNTO DE FAKE E NÃO FAKE:

    SEU IP APARECE AQUI COM MAIS DE UMA IDENTIDADE, GOSTARÍAMOS DE SABER SE ESSA (E SÓ ESSA) SERÁ A USADA DAQUI PRA FRENTE (VOCÊ JÁ FOI ALERTADO QUE OS EDITORES ESTAVAM DE OLHO EM SUA IDENTIDADE “OURAGAN” LOGO NOS PRIMEIROS COMENTÁRIOS). PARA A DISCUSSÃO DISSO NÃO PROSSEGUIR INUTILMENTE, PEDIMOS APENAS UM SIM OU NÃO COMO RESPOSTA.

  86. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 12:35 #

    Não duvido nada grifo, de Eng. coxa, o mundo está cheio.

    Só acho complicado alguém que se diz Eng. defender tanto a intervenção de leigos.

    É um caso inédito!

    Eu trabalho com leigos, não sou o dono do Banco ;)

    Eles decidem O QUE QUEREM e eu COMO FAZER!

    Esta é a integração entre as áreas e assim que funciona

    Simple like that!

    Enfim, mais um “consultor” do MD que sai da casinha.

    NOTA DOS EDITORES:
    ESSA DISCUSSÃO SOBRE “FAKES” NÃO VAI LEVAR A LUGAR NENHUM. VOLTEM AO DEBATE DO ASSUNTO.

  87. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 12:44 #

    ouragan disse:
    2 de setembro de 2010 às 11:34

    Mais uma vez você se entrega…

    Quem é bom no que faz, quando se reforma arruma emprego na iniciativa privada. Isto acontece diariamente em SBMT…

    É um tal de gente “atravessando” a pista ;)

    É o caso dos profissionais ex-FAB, que estão na EMBRAER hoje em dia! Os caras são muito bons!

    Infelizmente amigo e colega de profissão, o mundo real é cruel!

    Boa sorte no seu mestrado de relações internacionais!

    Espero que seja melhor que os dois que eu comecei e abandonei na UFRN!

  88. ouragan 2 de setembro de 2010 at 13:10 #

    Colega nunca me entreguei… sou o que eu sou é ponto. Eu dou a cara a tapa e digo ao invés de me esconder como alguns aqui fazem.. (não falo necessariamente de você) aliás, no MD esse blog tem muitos seguidores… claro que muitas vezes nós rimos de muitos post aqui… mas é isso. É a vida. Fogo é ter que aguentar “aluninho” falando como oficial… mas…
    No mais o Blog está de parabéns!
    A e para quem não sabe, ele foi idealizado por um Ex-Naval! que coisa né grifo? mas é…
    Dou por finda a discussão.
    Agora uma curiosidade: você diz que não acabou 2 mestrados certo? que tal a ESG? quem sabe né? aposto que com o seu conhecimento você entra lá “facin’.

  89. ouragan 2 de setembro de 2010 at 13:12 #

    Editores até onde eu sei tenho somente essa ID! olhem nos Logs dos Servers…

    NOTA DOS EDITORES:
    ENTÃO PODEMOS CONSIDERAR SUA RESPOSTA UM SIM?

  90. grifo 2 de setembro de 2010 at 13:27 #

    A e para quem não sabe, ele foi idealizado por um Ex-Naval! que coisa né grifo? mas é…

    Caro Ouragan, exatamente. É justamente por ter o maior respeito pelos oficiais da MB que me custa a acreditar que você seja um deles.

    Mas tudo bem. Dentro do MD tudo é possível, até Rafale operando no A-12.

  91. grifo 2 de setembro de 2010 at 13:30 #

    Caros Editores, desculpem respondi antes de ver as advertências sobre o assunto.

  92. Giordani RS 2 de setembro de 2010 at 13:45 #

    Tá…e as bombas do A-1? E o radar? E os AAM? esqueceram?

  93. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 13:47 #

    Galante,

    Não acredito que seja o caso do colega e nem ele tem pinta de fake, o discurso dele é consistente com o mandamento corrente do MD.

    Mas arrumar ID´s diversos é fácil, até mesmo para mim que não consegui instalar o roteador wireless na minha casa!

    Um exemplo:
    Acesso de um micro, de um celular e de um note com modem 3g, não daria três ID´s bem distintos ?

    NOTA DOS EDITORES:
    LEIA A NOTA DOS EDITORES E VERÁ QUE A QUESTÃO NÃO É ESSA.
    ASSUNTO FORA DO TÓPICO ENCERRADO, OK?

  94. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 13:49 #

    Dá uma olhada se o meu da noite não é diferente do dia rsss

    Eu uso duas redes distintas.

  95. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 14:06 #

    Para finalizar o off do Mestrado:

    Abandonei, não por motivo acadêmico e sim porque eu ia assistir aula e tinha que ficar escutando este mesmo discurso que você faz e isto em 2000!

    Depois que eu vi que não era um defeito dos cursos e sim da universidade federal aahahahahahah

    ————————

    Um pouco de gestão de projetos:

    Ao contrário de vocês neófitos de tecnologia eu trabalho com isto ha 12 anos! Se fosse contar o meu tempo de adolescente e amador são 24 anos( ui! pode zoar turma de Campinas)!

    E toda esta idéia de “humanização da área”, “disseminação/democratização do conhecimento” eu já escutei e muito.

    Só que isto já foi abandonado faz tempo, com a segmentação dos cargos.

    Já não trabalho mais com a área técnica 100% do meu tempo e faço a ponte entre os técnicos e leigos das áreas de negócios.

    Um não vive sem o outro, mas não dá em hipótese alguma para misturar ou um especificar o trabalho do outro!

    Até pediria para o Gabriel, descrever como funciona na EMBRAER e vamos ver que não é muito diferente.

    ——————————

    Voltando ao tema:

    ouragan disse:
    2 de setembro de 2010 às 11:48

    Você foi muito claro ao afirmar que o Saito fala para quem não quer ouvir…

    O Saito conhece do assunto e vocês não.

    Questionar o patriotismo e capacidade técnica da Força Aérea Brasileira, para impor uma solução que só leigos acham adequada é beirar o fascismo e mostra a verdadeira face dos “homens de bem, que trabalham enquanto os críticos gralham e blá blá blá blá blá blá”

    Olha ai Ed, quando eu falo que a coisa vai degringolar :D :D :D
    ——————————

    Me retiro do debate, já mostrei os meus pontos.

  96. ouragan 2 de setembro de 2010 at 14:16 #

    Rodrigo, como falei, te respeito. Porém, o seu radicalismo, tal qual o da FAB, não permite você enchergar além. Como falei, tente um mestrado ou quem sabe mesmo especialização na ESG (Escola Superior de Guerra) que dai você vai começar a entender o porque do MD agir como age…
    É só isso…

  97. Alexandre Galante 2 de setembro de 2010 at 14:16 #

    Estou muito feliz com a FAB começando a operar bomba guiada a laser e até pedi ao CECOMSAER para mandarem pra gente fotos das bombas e do avião armado.
    Estamos atrasados, mas vamos recuperar o tempo perdido, isso é o que importa.
    Daqui a pouco chega a vez dos Falcões da Marinha utilizarem o mesmo armamento.

  98. Edmar 2 de setembro de 2010 at 14:46 #

    Caros Amigos Rodrigo, Vader, Ouragan, Alexandre Galante e Demais Amigos do Blog.:

    O “AMX A-1″ é um bom avião de ataque e também respeitado pelos paises vizinhos pois eles sabem do que ele é capaz.

    Na guerra da Bósnia, o “AMX” provou ser bom cumprindo todas suas missões com sucesso.

    Depois que os “AMX A-1″ da FAB forem modernizados as suas qualidades operacionais vão melhoram em muito. Mesmo que este avião seja subsônico ele depois de modernizado vai poder realizar ataques com segurança e atingir os alvos de uma distancia maior sem que a célula e o piloto corram riscos.

    Acho que se tivesse um pouco mais de vontade dos políticos brasileiros, os “AMX A-1″ já poderiam ter sido modernizados a mais tempo.
    Os “AF 1 A-4″ da Marinha vão ter o mesmo sistema de ataque do “AMX A-1″ e terá também capacidade de dispara mísseis ar-ar como o “F-5M”.

  99. Dinho 2 de setembro de 2010 at 15:02 #

    Aos Editores:
    Sugiro um filtro para a publicação de comentários que tratam apenas de disputas individuais, ex. rodrigo x ouragan, pois poluem o post e distanciam da discussão aqueles que tenham interesse pelo assutno abordado.

    NOTA DOS EDITORES:
    AMBOS (E OUTROS) FORAM AVISADOS.

  100. Tito 2 de setembro de 2010 at 15:26 #

    Belíssima noticia, é muito bom ficar três dias afastado e ser surpreendido assim.
    Vou ficar mais três dias e ai que sabe sai o FX. :)

  101. Gabriel T. 2 de setembro de 2010 at 15:26 #

    Nunão, por favor você poderia dar um fim nessa trolagem do Grifo ao acusar os outros de fake? Além de fugir do tema do tópico o mesmo só gera brigas e confusões. As pessoas até deixam de postar e comentar por causa disso e faz cair muito o nível do blog. Veja que as provocações dele geram mais e mais mensagens fora do tópico. Está praticamente impossível debater em qualquer tópico.


    NOTA DOS EDITORES:

    OS AVISOS A RESPEITO DO ASSUN TO “FAKE” JÁ FOI DADO, E A MAIS DE UM LEITOR.

    PROVOCAÇÕES EXISTEM POR PARTE DE DIVERSOS LEITORES E, POR DIVERSAS VEZES, SOLICITAMOS AOS LEITORES QUE NÃO AS FAÇAM.

    QUE ESSE ASSUNTO SE ENCERRE AQUI.

  102. Gabriel T. 2 de setembro de 2010 at 15:28 #

    O Galante levantou uma bola interessante. O A-4 poderá usar sem restrições essas bombas guiadas? Nunca vi uma catapultagem do A-4 com bombas.

  103. Alexandre Galante 2 de setembro de 2010 at 15:47 #

    Sim Gabriel, o A-4 poderá usar essas armas sem restrições, após a modernização.

  104. Edmar 2 de setembro de 2010 at 15:54 #

    Caros Amigos.:

    O caça “AF 1 A-4″ vai poder operar depois de modernizados bombas guiadas a lazer, míssil anti-navio e míssis ar-ar.
    A diferença do “AMX A-1M” para o “AF 1 A-4M” vai ser apenas a integração de mísseis ar-ar nos caças da Marinha.

  105. Gabriel T. 2 de setembro de 2010 at 16:05 #

    Galante e Edmar, boas as notícias então. A minha dúvida é sobre a possibilidade do nosso PA lançar um A-4 com 2 bombas, dois MAA e um tanque centerline. Pergunto porque marinha não é minha praia.

  106. Nunão 2 de setembro de 2010 at 16:10 #

    A princípio sem problemas, Gabriel T, porque não vai ultrapassar o peso máximo para catapultar e, pela descrição das cargas que você colocou, creio que também não deverá ultrapassar a carga máxima de um A-4 (dependendo, logicamente, do peso das bombas não ultrapassar os limites dos pilones das asas).

  107. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 16:12 #

    Já que outros me citaram.

    Dinho, não existe disputa individual.

    O que eu gosto de atentar para vocês é o constante bombardeio sistemático que os que estão no poder atualmente fazem contra a FAB, desqualificando os profissionais que lá estão como incompetentes, entreguistas, cabeças-duras, etc., para impor o seu modo de pensar, sem respaldo técnico algum.

    Taí a LGB como exemplo de competência técnica, não é fácil integrar sensores e armas modernas a aviões antigos.

    Temos outros exemplos de projetos prontos e que não tiveram os recursos seriamente comprometidos, por isto funcionam a contento dentro do seu tempo e são referências dentro e fora do Brasil .

    Eu não sou fabiano, ex-fabiano, nunca fui militar e muito menos advogado da FAB ou do Saito.

    Pelo contrário, eu tenho um pé e meio na aviação civil, motivos para reclamar da FAB não me faltam( acredito que todos os aviadores civis aqui do fórum tenham o seu quinhão de reclamações também :D ), mas eu não consigo ser intelectualmente desonesto a ponto de tirar o extremo valor das pessoas da Força por não concordar com algumas políticas da Força.

    Nesta brincadeira eles estão há mais de 50 anos e eu há um e meio.

    —————-

    Saiu deste tópico.

  108. grifo 2 de setembro de 2010 at 16:21 #

    A princípio sem problemas, Gabriel T, porque não vai ultrapassar o peso máximo para catapultar

    Caro Nunão, acho que o problema aqui é o pouso e não a decolagem. O AF-1 pode até decolar com duas bombas de 1000lb mas acho muito difícil que possa voltar com elas.

  109. Rodrigo 2 de setembro de 2010 at 16:22 #

    Nunão disse:
    2 de setembro de 2010 às 16:10

    E para voltar com elas, vai dar ?

    O Hornet Legacy normalmente mandava tudo pro saco antes de pousar.

  110. Drcockroach 2 de setembro de 2010 at 16:36 #

    Curiosidades:

    - Por quantos anos os A-1 ainda devem operar?
    - Por que os italianos tem (Kosovo, Afeganistao) tecnologias ainda nao disponiveis aqui? Quais seriam as estimativas de recursos (financeiros e intelectuais) necessarios? Fala-se no FX-2, fundamental eh claro, mas quanto seria necessario p/ atualizar os A-1?

    Just food for thought!

    []s!

    P.S.: Entre tantos outros, e a lista eh grande, considero o Grifo e o Justin in Case verdadeiros ativos deste Blog.

  111. Marcelo M 2 de setembro de 2010 at 16:36 #

    A bomba por GPS também estava sendo ensaiada(fonte Revista força Aérea, nº 65, pág 17), deve ter chegado a vez das laser.
    Galante, já teve foto do A-4 com bombas GPS, sabe dizer se a marinha já comprou para usar nos modernizados ou foi só “para inglês ver”, rs.
    abçs
    MM

  112. Nunão 2 de setembro de 2010 at 16:46 #

    Grifo e Rodrigo, o Gabriel perguntou sobre lançar, não sobre recolher!!!

    Vale lembrar que o Gabriel também não precisou onde estaria instalado um pod iluminador no A-4.

    Para a questão de recolher, tem que ver os dados do peso máximo de do A-4 (na versão do VF-1, que está entre as mais capazes de todas) e da capacidade do aparelho de parada. Lembrando que a questão da capacidade “bring back” afeta diversas aeronaves mais antigas, não só o A-4.

    Para quem quiser pesquisar a respeito, trazer dados e debater o assunto, recomendo transferir a conversa para a matéria (muito bonita, por sinal) feita pelo Wiltgen, Galante e Padilha no Poder Naval.

  113. Fabio ASC 2 de setembro de 2010 at 22:57 #

    O que o A1 tem pra se defender então?

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