Avião perde asa e piloto é salvo pelo paraquedas balístico

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    Um jovem piloto de 22 anos escapou por pouco da morte na segunda-feira durante show de acrobacias realizado em El Trebol, na província argentina de Santa Fé. Dino Moline realizava manobras quando uma das asas da aeronave se partiu, fazendo com que a aeronave entrasse em queda livre.

    Imediatamente, o piloto acionou o paraquedas, fazendo com que o avião perdesse a força de impacto com o chão. Dino Moline teve apenas ferimentos leves. O acidente ocorreu no momento em que 3,5 mil espectadores observavam a apresentação.

    FONTE: Reuters

    14 COMMENTS

    1. off topic: Aos editores: vcs por acaso teriam alguma informção sobre a queda de um caça norte coreano (acho que foi um MIG15) que caiu na china, parece que o piloto tentava fugir para a Russia, mas a aeronave caiu como uma pedra. Se puderem por favor postar, ok!!

    2. A mectron tem um paraquedas parcido mais com a função diferente e aviões diferentes como de passageiros..

      Tailchute

      O “Tailchute Recovery System” é um dispositivo de emergência que permite à Aeronave sair de condições críticas em que haja perda de eficiência das superfícies de controle aerodinâmicas.
      Consiste basicamente
      de um pára-quedas especial, instalado no cone de cauda
      da Aeronave, o qual, uma vez aberto, aumenta o arrasto, diminuindo a velocidade e produzindo uma força que
      alinha o nariz da Aeronave com seu vetor de velocidade.

      Fonte: http://www.mectron.com.br/index_produtos.html
      tem exemplos la achei muito interessante é que nem isso só que ele só serve em grandes altitudes…

    3. Andá com fé eu vou
      Que a fé não costuma faiá
      Olêlê!

      Andá com fé eu vou
      Que a fé não costuma faiá
      Olálá!…

    4. Nossa até arrepiei sobre este assunto, pois esses dias atrás estava a pensar em Para-quedas para evitar possíveis tragédias em aviões de menor porte no qual poderia ter salvo o piloto do Tucano.
      Que bom que o piloto Sobreviveu.

    5. Interessante esse recurso do para-quedas,me pergunto porque os aviões da Segunda Guerra,como ainda não havia assentos ejetores,não tiveram esse recurso,talvez isso poderia ter salvado varias vidas…

      Abraços

    6. Depois de ter saído de um mergulho, já com a aeronave estabilizada, de repente, ele perde a asa e IMEDIATAMENTE dispara o para-quedas ?!!

      Aqui entre nós, será que não fora uma simples armação para se projetar mais do que faria com uma simples acrobacia ?!!

      Isto, para mim, é presença de espírito demais para o meu gosto !!!

    7. Leamartine,

      Discordo do “imediatamente” do seu comentário. A noção de passagem do tempo numa emergência dessas, lá em cima, é bem diferente da noção de quem olha daqui de baixo.

      Esse tempo de pouco mais de um segundo entre a quebra da asa e a perda de controle e o acionamento do paraquedas, lá em cima, é uma eternidade. E, para um piloto treinado nos procedimentos de emergência, é tempo suficiente para perceber, envolvido que está no voo, que algo deu errado e realizar os procedimentos necessários.

      Em todo caso, creio que uma investigação sobre o acidente será feita e, em caso de armação, acredito que isso seria facilmente comprovado.

      Saudações!

    8. Isto…

      O Piloto puxou uma cordinha no cockpit e soltou o lacinho que prendia a asa, só para aparecer.

      Se simular manobra de emergência já não é agradável, imagine passar uma situação destas lá em cima.

    9. Senhores editores: troféu melhores do més para este comentário!
      Um VOTO:

      “Fernando Meligeni, o glorioso Fininho, após encerrar sua carreira de tenista, quem diria, retornou à Argentina para pilotar aviões acrobáticos.”

    10. Prezado Sr Nunão,

      Depois de vosso comentário, fiz a cronometragem do evento e, entre a ruptura da asa e o aparecimento do para-quedas, houve um lapso de tempo de 2 segundos e 54 centésimos, o que torna o lapso temporal aceitável em termos de reflexo condicionado.

      Nas primeiras observações do evento, talvez, pela tensão da ocorrência, pareceu-me uma reação quase instantânea, o que, obviamente, deixaria a reação como previamente esperada e, por conseguinte, previamente preparada.

      Neste caso, a vossa observação é plenamente pertinente.

    11. Ainda bem que no meu aviãozim tem um paraquedas desses, hehe…

      Agora, realmente acreditar que alguém tenha perdido a asa de propósito, francamente…

      Um piloto nunca sabe se vai sair inteiro de um pouso forçado, após uma pane de motor, por exemplo. Numa situação daquelas, então, era morte certa se não fosse o balístico.

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