Um jovem piloto de 22 anos escapou por pouco da morte na segunda-feira durante show de acrobacias realizado em El Trebol, na província argentina de Santa Fé. Dino Moline realizava manobras quando uma das asas da aeronave se partiu, fazendo com que a aeronave entrasse em queda livre.

Imediatamente, o piloto acionou o paraquedas, fazendo com que o avião perdesse a força de impacto com o chão. Dino Moline teve apenas ferimentos leves. O acidente ocorreu no momento em que 3,5 mil espectadores observavam a apresentação.

FONTE: Reuters

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14 Comentários para “Avião perde asa e piloto é salvo pelo paraquedas balístico”

  1. Mikhail Aleksandrovitch Bakunin 19 de agosto de 2010 at 19:30 #

    Fernando Meligeni, o glorioso Fininho, após encerrar sua carreira de tenista, quem diria, retornou à Argentina para pilotar aviões acrobáticos.

  2. Colt 19 de agosto de 2010 at 19:51 #

    É..tá certo!!!
    O seguro morreu de velho! rs
    Mas, que o cara teve sorte na hora de abrir o paraquedas ele teve.

  3. rodrigo ds 19 de agosto de 2010 at 21:12 #

    off topic: Aos editores: vcs por acaso teriam alguma informção sobre a queda de um caça norte coreano (acho que foi um MIG15) que caiu na china, parece que o piloto tentava fugir para a Russia, mas a aeronave caiu como uma pedra. Se puderem por favor postar, ok!!

  4. MatheusTS 19 de agosto de 2010 at 21:48 #

    A mectron tem um paraquedas parcido mais com a função diferente e aviões diferentes como de passageiros..

    Tailchute

    O “Tailchute Recovery System” é um dispositivo de emergência que permite à Aeronave sair de condições críticas em que haja perda de eficiência das superfícies de controle aerodinâmicas.
    Consiste basicamente
    de um pára-quedas especial, instalado no cone de cauda
    da Aeronave, o qual, uma vez aberto, aumenta o arrasto, diminuindo a velocidade e produzindo uma força que
    alinha o nariz da Aeronave com seu vetor de velocidade.

    Fonte: http://www.mectron.com.br/index_produtos.html
    tem exemplos la achei muito interessante é que nem isso só que ele só serve em grandes altitudes…

  5. defourt 19 de agosto de 2010 at 22:22 #

    Andá com fé eu vou
    Que a fé não costuma faiá
    Olêlê!

    Andá com fé eu vou
    Que a fé não costuma faiá
    Olálá!…

  6. bruno 20 de agosto de 2010 at 8:27 #

    Nossa até arrepiei sobre este assunto, pois esses dias atrás estava a pensar em Para-quedas para evitar possíveis tragédias em aviões de menor porte no qual poderia ter salvo o piloto do Tucano.
    Que bom que o piloto Sobreviveu.

  7. João Gabriel 20 de agosto de 2010 at 9:18 #

    Interessante esse recurso do para-quedas,me pergunto porque os aviões da Segunda Guerra,como ainda não havia assentos ejetores,não tiveram esse recurso,talvez isso poderia ter salvado varias vidas…

    Abraços

  8. Leamartine Pinheiro de Souza 20 de agosto de 2010 at 9:59 #

    Depois de ter saído de um mergulho, já com a aeronave estabilizada, de repente, ele perde a asa e IMEDIATAMENTE dispara o para-quedas ?!!

    Aqui entre nós, será que não fora uma simples armação para se projetar mais do que faria com uma simples acrobacia ?!!

    Isto, para mim, é presença de espírito demais para o meu gosto !!!

  9. Nunão 20 de agosto de 2010 at 12:38 #

    Leamartine,

    Discordo do “imediatamente” do seu comentário. A noção de passagem do tempo numa emergência dessas, lá em cima, é bem diferente da noção de quem olha daqui de baixo.

    Esse tempo de pouco mais de um segundo entre a quebra da asa e a perda de controle e o acionamento do paraquedas, lá em cima, é uma eternidade. E, para um piloto treinado nos procedimentos de emergência, é tempo suficiente para perceber, envolvido que está no voo, que algo deu errado e realizar os procedimentos necessários.

    Em todo caso, creio que uma investigação sobre o acidente será feita e, em caso de armação, acredito que isso seria facilmente comprovado.

    Saudações!

  10. Rodrigo 20 de agosto de 2010 at 12:42 #

    Isto…

    O Piloto puxou uma cordinha no cockpit e soltou o lacinho que prendia a asa, só para aparecer.

    Se simular manobra de emergência já não é agradável, imagine passar uma situação destas lá em cima.

  11. defourt 20 de agosto de 2010 at 13:12 #

    Senhores editores: troféu melhores do més para este comentário!
    Um VOTO:

    “Fernando Meligeni, o glorioso Fininho, após encerrar sua carreira de tenista, quem diria, retornou à Argentina para pilotar aviões acrobáticos.”

  12. Leamartine Pinheiro de Souza 20 de agosto de 2010 at 18:23 #

    Prezado Sr Nunão,

    Depois de vosso comentário, fiz a cronometragem do evento e, entre a ruptura da asa e o aparecimento do para-quedas, houve um lapso de tempo de 2 segundos e 54 centésimos, o que torna o lapso temporal aceitável em termos de reflexo condicionado.

    Nas primeiras observações do evento, talvez, pela tensão da ocorrência, pareceu-me uma reação quase instantânea, o que, obviamente, deixaria a reação como previamente esperada e, por conseguinte, previamente preparada.

    Neste caso, a vossa observação é plenamente pertinente.

  13. SABRE 20 de agosto de 2010 at 22:42 #

    Vazo ruim não quebra(Argentino), se fosse de outra nacionalidade …..

  14. Cmte Fred 21 de agosto de 2010 at 11:05 #

    Ainda bem que no meu aviãozim tem um paraquedas desses, hehe…

    Agora, realmente acreditar que alguém tenha perdido a asa de propósito, francamente…

    Um piloto nunca sabe se vai sair inteiro de um pouso forçado, após uma pane de motor, por exemplo. Numa situação daquelas, então, era morte certa se não fosse o balístico.

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