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A Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira – Parte 4

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A Primeira Ala de Defesa Aérea (1ª ALADA), sediada na Base Aérea de Anápolis, em Goiás, passou depois a ser denominada Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA).

Ativada em 9 de fevereiro de 1970, a 1ª ALADA foi criada para ser o braço armado do Sistema de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (SISDACTA), implantado para prover uma rede de meios eletrônicos de detecção capaz de rastrear e identificar as aeronaves que sobrevoam o território brasileiro.

Para equipar essa nova unidade, foram adquiridos em maio de 1970 os jatos supersônicos franceses Mirage III, fabricados pela Avions Marcel Dassault Breguet Aviation, nas versões monoplaces EBR e biplaces DBR, conhecidos oficialmente na Força Aérea Brasileira como F-103E e F-103D, respectivamente.

A 1ª ALADA foi depois reestruturada, passando a ser denominada de Base Aérea de Anápolis (BAAN) e sediando o Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA) criado no dia 11 de abril de 1979, através do Decreto Presidencial Reservado nº 4.

Os Mirage III da Força Aérea Brasileira foram desativados oficialmente no dia 14 de dezembro de 2005, iniciando o período de preparação do Esquadrão Jaguar para o recebimento dos Dassault Mirage 2000, adquiridos na França.

As doze aeronaves, dez do modelo C e dois do modelo B, foram desativadas na Força Aérea Francesa e reformadas para serem entregues para a FAB. As duas primeiras chegaram no dia 04 de setembro de 2006, com previsão de recebimento de novas aeronaves em dezembro de 2007 e dezembro de 2008.

Na Força Aérea Brasileira o Mirage 2000C recebeu a designação de F-2000C e o Mirage 2000B passou a ser o F-2000B. Ambos os modelos são equipados com turbofans SNECMA M53-P2 capazes de desenvolver 9,5 toneladas de empuxo e armamento fixo composto por dois canhões GIAT/DEFA 554 de 30 mm, além de terem a capacidade de transportar bombas e mísseis nos diversos pilones sob a asa e a fuselagem.

Entre o período da desativação do Mirage III e o completo reaparelhamento com os Mirage 2000, o Esquadrão Jaguar utilizou jatos Embraer AT-26 Xavante para manter a operacionalidade de seus pilotos, enquanto as missões de alerta foram realizadas pelos Northrop F-5E Tiger II do Primeiro Grupo de Caça e do Esquadrão Pampa.

FOTOS: Arquivo Aparecido Camazano Alamino

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Mauricio R.
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Mauricio R.

Compraramos essas tranqueiras p/ o que mesmo???
Ah, deveria ser p/ ajudar nossos parceiros estratégicos a desocupar algum espaço em alguma base aérea.
Somos tão camaradas, que até pagamos p/ receber o lixo deles.
Nada que um par de F-5EM não resolvessem, mas aí seria conveniente conversar antecipadamente c/ a garota enxaqueca em permanente tpm da indústria aeronáutica nacional a fazer o trabalho p/ o qual fora contratada, somente isso.

RenanZ
Visitante
RenanZ

Po..

O M2000 é uma boa aeronave de interceptação, mas, sinceramente, 12 unidades apenas não servem de nada. Preferia que fossem adquiridos outros 12 ou mais F-5E para serem modernizados até a chegada do F-X (Pffff, outra lenda urbana)

Elizabeth
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Elizabeth

Vamos fazer um pequeno histórico das vendas externas do Mirage-2000. Seus clientes externos são; Brasil – 12 Egito – 20 Emirados Árabes Unidos (Abu Dhabi) – 68 Grécia – 65 Índia – 59 Peru – 12 Qatar – 12 Taiwan – 60 Agora vamos analisar caso a caso. Egito: Opera o F-16. Tem como adversario Israel que é aliado americano. Emirados Árabes Unidos: Opera o F-16. Esta inserido no complexo tabuleiro politico e militar do oriente médio. Grécia: Opera o F-16. Tem como adversaria a Turquia que tambem é membro da Otan Índia: Opera o Mig-29. Tem como adversaria a… Read more »

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

Os Mirage do Qatar estão estocados, pois o Comando Central americano está estabelecido lá, então eles são um tanto qnto redundantes. Taiwan opera o Chin Kuo além de F-16 de block exclusivo e M-2000, é a força aérea que tem a maior coleção de queixas contra esta tranqueira francesa, até indenização já recebeu da Snecma, devido a defeitos nas palhetas da turbina M-53. No geral os países listados operam pencas de F-16, os EAU tem até uma versão exclusiva o F-16E/F Desert Falcon c/ radar AESA que a USAF não opera, e somente alguns poucos M-2000, exceto a Índia que… Read more »

Nick
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Nick

Como sempre, bela análise Elizabeth!

Esses M-2000C usados foram os grandes vencedores do FX-1 😛
Tava na cara que desde essa época, a “parceria” com a França já estava traçada.

[]’s

Mauricio R.
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Mauricio R.

Ou seja, o M-2000 nunca fez falta ao mercado pois haviam, aliás como hoje, melhores opções disponíveis.

MatheusTS
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MatheusTS

Bem ninguem pode falar que eles são caças ruins mais são poucos…
Se focem 48 modernisados até que seria bom.Mais o FX-1 seria um sonho o SU-30 cocertesa nese FX estariamos de SU-35 e PAK se a decisão foce os SU-30 mais faser oque não podemos voltar no tempo para corrigir sertos erros.

Hudson
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Hudson

OS f-2000 são bons para a missão a qual lhes foi concedida.

Paulo Andrade
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Paulo Andrade

Realmente achei a análise da colaboradora Elizabeth bastante interessante. Mas me permita fazer apenas algumas colocações utilizando os mesmos países que operam o Mirage 2000. Brasil: Operou anteriormente o Mirage III Egito: Operou anteriormente o Mirage III e o Mirage V além do Alpha Jet. EAU: Operou anteriormente o Mirage III e o Mirage V Grécia: Operou anteriormente o Mirage F1 India: Operou anteriormente o SEPECAT Jaguar que era co-produzido pela francesa Breguet que se associou no início da década de 70 com a Dassault. Além, é claro, de ser operadora do Dassult Ouragan, mas aí já é puxar muito… Read more »

Paulo Andrade
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Paulo Andrade

Mas apenas tentar desqualificar o Mirage 2000 me parece algo de muito mal gosto além de pura desinformação.

Que seria um erro escolher esse modelo no primeiro F-X, mesmo com o o apoio explícito da EMBRAER na época, não tenho dúvidas, mas a escolha do mesmo como caça tampão depois da aposentadoria dos Mirage III me pareceu algo bem lógico e simples além de ter um bom custo-benefício.

Acho que a tentativa de desqualificar a indústria francesa olhando o FX-2 acaba trazendo erros bobos e análises simplistas demais para um tema tão complexo

Vplemes
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Vplemes

O M2000 para caça tampão não foi uma “escolha” da FAB. Ele foi empurrado goela abaixo do CA. O plano inicial era colocar os Mikes para realizar a função de tampão. Não tinha sentido para a FAB criar mais uma cauda logistica para apenas 12 caças. O interesse era utilizar os Mikes e simplificar a logistica. Mas então apareceu uma sumidade em defesa aérea chamada Lulla, e empurrou os M2000 goela abaixo da FAb. Há quem diga que o ParTido governista precisava quitar algumas dividas de campanha com uma certa empresa francesa, que por coincidência fabrica caças.

Erikson
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Erikson

Os M2000 estão realizando muito bem a sua principal missão a que foram destinados, unicamente defender o DF, na época realmente foi a melhor opção, porque? A FAB já vinha do MIII, e pela urgência da situação, era o pacote pronto mais rápido possível, pois já vieram junto os Super 530 e era só oque a FAB precisava para aquele momento, sem ter que perder tempo.

Erikson
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Erikson

Agora ter optado por F5 ao invés dos M2000 não seria uma boa escolha para a função do GDA, pois não se compara o poder de interceptação proporcionado pelas 9,5 tn de empuxo deste pelos quase 4,5 tn das GE, então o F5 não teria a mesma “musculatura” nessa função.

Paulo Andrade
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Paulo Andrade

Vplemes, acho que jogar a discussão para o campo político não condiz com as diretrizes do blog. Sinceramente acho que os editores verificarão isso e tomarão as devidas providências. Acho, particularmente, que a escolha do Mirage 2000 era mais lógica do que a escolha dos Kfir que, por pouco, não foi oficializada Aliás, para quem tiver um pingo de memória, havia informações na época que afirmavam que todos os competidores do primeiro F-X haviam dado opções para caças-tampão. A SAAB oferecia Gripens usados da F.A. da Suécia. A LM oferecia F-16 usados da Holanda (seriam os mesmos que depois foram… Read more »

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

Complementando a interpretação: “Brasil: Operou anteriormente o Mirage III” e o F-5, aliás ainda opera. “Egito: Operou anteriormente o Mirage III e o Mirage V além do Alpha Jet.” Vc esqueceu do monte de Mig-15, -17, -19, -21, uns poucos -23 e -27 e de alguns Sukhoi Su-7 e -20. EAU: Operou anteriormente o Mirage III e o Mirage V “Grécia: Operou anteriormente o Mirage F1” Além de montes de F-4 e de alguns A-7. “India: Operou anteriormente o SEPECAT Jaguar que era co-produzido pela francesa Breguet que se associou no início da década de 70 com a Dassault.” O… Read more »

Alexandre GRS
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Alexandre GRS

Prezado Paulo Andrade,

Interessantíssima análise. Adiciono ainda à sua fala, o fato de diversos especialistas da FAB terem travado contacto com o M-2000, especialmente nos deslocamentos da ADLA a américa do sul e é claro ao Brasil.
Na época, não fora surpresa nenhuma a escolha do vetor.
A FAB chegou mesmo a enviar uma equipe a Israel para avaliar o Kfir-C10, concluindo não viável a compra/leasing do material oferecido.

Sds.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“…a época realmente foi a melhor opção, porque? A FAB já vinha do MIII, e pela urgência da situação, era o pacote pronto mais rápido possível,…”

A melhor solução possível era transferir uns poucos F-5 p/ Brasilia, pois p/ cada Mirage a FAB tinha pelo menos 3 células de F-5.
Além do que, seria uma linha logistica a menos p/ sustentar, pois a linha do M-III não tem nada em comum a do M-2000, além do nome.

Paulo Andrade
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Paulo Andrade

Maurício R., eu não esqueci nada não. Pode dizer que o primeiro comentário sim não citou os outros modelos que vc citou agora. Eu me limitei a fazer a análise por outro lado, ou seja, mostrar que os operadores do Mirage 2000 em sua maioria conheciam os produtos franceses de outras datas. O que na minha opinião é um fator positivo para a dassault, pois mostra que muitos operadores repetiram a dose. Mas deve ser apenas por corrupção não é mesmo? Afinal tudo que é fabricado pela Dassault é lixo… Agora me surpreendi com a informação de que a frota… Read more »

Paulo Andrade
Visitante
Paulo Andrade

Mauricio, faz o seguinte, manda teu CV para o MD. Quem sabe te escolhem comandante da FAB. Afinal não é todo dia que se encontram pessoas que entendem melhor da FAB do que o próprio comandante Bueno.

Paulo Andrade
Visitante
Paulo Andrade

Obrigado Alexandre. Mas quero deixar claro que achei a análise da colaboradora Elizabeth muito interessante também.

Apenas tentei contribuir analisando por outro ângulo.

Uma pena que algumas pessoas não tenham a capacidade de debater e busquem apenas agredir os demais colaboradores.

Creio que seja questão de educação ou de auto-afirmação, vai saber…

Alexandre GRS
Visitante
Alexandre GRS

Prezado Paulo Andrade,

É como dizia um superior meu: “o pior do piores são os aprendizes de feitiçeiro. Não sabem de nada mas necessitam de ego inflado…”

Sds.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“O que na minha opinião é um fator positivo para a dassault, pois mostra que muitos operadores repetiram a dose…”

Mas sempre tinham outras aeronaves e em maiores qntidades que os produtos da Dassault.

“Uma pena que algumas pessoas não tenham a capacidade de debater e busquem apenas agredir os demais colaboradores.”

Me parece que vc não aceita bem a opinião alheia, ainda mais se discordam de vc

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

A respeito de uma possível retirada de serviço dos Mirage 2000 de Taiwan:

“The Air Force’s 56 Mirage 2000-5 fighters suffer from high maintenance costs and lack required spare parts. They are “technologically advanced, but they require frequent, expensive maintenance that adversely affects their operational readiness rate.” There are also “chronic difficulties with the aircraft’s turbine fan blades” that have “severely hampered the fighters’ readiness rates.”

The Air Force is considering mothballing the fighters and “focusing resources on a more sustainable aircraft,” according to the report.”

(http://www.defensenews.com/story.php?i=4508720&c=ASI&s=AIR)

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

Ou é apenas mais uma de suas conhecidas pérolas?

A concha da ostra me mandou esse link, aí embaixo:

(http://pbrasil.wordpress.com/2010/01/30/taiwan-quer-revender-seus-cacas-mirage-2000-5-devido-ao-custo-elevado-de-manutencao/)

grifo
Visitante
grifo

Porque apenas 1 país no mundo, o inexpressivo Qatar, comprou o Mirage-2000 (novos) e não colocou em operação juntamente com ele o F-16 e Mig-29 que são técnicamente equivalentes?

Justiça seja feita, existe um outro país que também fez o mesmo: a própria França. Mas lá certamente as condições e o apoio pós-venda prestado pela Dassault são MUITO diferentes do que eles fazem com os outros países.

grifo
Visitante
grifo

Acho, particularmente, que a escolha do Mirage 2000 era mais lógica do que a escolha dos Kfir que, por pouco, não foi oficializada Caro Paulo Andrade, me desculpe mas você está querendo dizer que o Mirage 2000 era o preferido da FAB? Que a FAB quis o Mirage 2000 de livre e espontânea vontade? Qualquer pessoa que conheça o histórico dos Mirage III no Brasil sabe que a FAB queria distância de mais um produto da Dassault. Péssimo suporte logístico, descumprimento de contratos, preços extorsivos… poderíamos citar muitos exemplos aqui. O fato da Dassault ter tentado ir “por cima” e… Read more »

grifo
Visitante
grifo

Opa, onde está Colombia (F-16) leia-se Colombia (Kfir).

Alexandre
Visitante
Alexandre

A Fab chegou a cogitar o uso de F5Br no esquadrão de anapolis. O problema que o uso dos mesmos acarretaria em um enfraquecimento dos esquadrões de canoas e santa cruz. Fora os f5 e que foram entregues para serem modernizados. A compra do m2000 foi acertada para a missão que a ele ia ser determinado, ou seja de interceptador e nesse campo o m2000 dá um banho no F5BR. Pois o mesmo além de voar mais o que possibilita interceptações mais rápido, o mesmo possui mais autonomia e poder de fogo. O F5Br mal consegue voar com dois misseis… Read more »

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

O fato de diversos operadores do F-16 terem comprado o Mirage 2000 também, aponta o fato desses operadores não terem muita confiança nos EUA. Se eles não confiam na França, tão pouco confiam nos EUA.

Vplemes
Visitante
Vplemes

Caro Sr. Paulo Andrade,

Infelizmente, quando uma ingerência politica se sobrepõe a uma decisão técnica, não há como deixar de falar em politica ao comenta-la. Se te incomodou, problema seu. Quanto à direção do blog me moderar, isso é direito deles, que respeito. O que não aceito é que apareça você querendo PaTrulhar a mim ou qualquer outro. Isto é prerrogativa da direção, e até onde sei, eles são ativos e inteligentes o suficiente para faze-lo sem ajuda.

Vplemes
Visitante
Vplemes

Algumas considerações sobre a compra do M-2000. A primeira opção da FAB, sempre foi a realocação de um esquadrão de Mikes para Anapolis. As propostas de fornecimento de caças da Russia, Suécia e EUA, nunca foram levadas muito a sério pelo CA. Pelo simples motivo de que tanto o FX1 e principalmente o FX2, foram pensados para padronizar os vetores da FAB. Fazia mais sentido comprar mais alguns F-5 e moderniza-los, e assim manter uma força de caças adequada, homogênea e bem adestrada, do que comprar 12 caças usados, que a priori deveriam voar poucos anos, e pior ainda, aumentando… Read more »

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“O problema que o uso dos mesmos acarretaria em um enfraquecimento dos esquadrões de canoas e santa cruz.” Não haveria a necessidade de migrar tdo um esquadrão def-5 p/ Anápolis, somente 1 ou 2 elementos. “…ou seja de interceptador e nesse campo o m2000 dá um banho no F5BR.” Dada a necessidade e a disponibilidade a FAB podia se virar c/ o F-5 em Anápolis, atá um vetor adequado ser escolhido. “O F5Br mal consegue voar com dois misseis modernos na ponta da sua asa o que dirá com mais tanques e etc…” Como então se deu a interceptação do… Read more »

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“…apenas 12 vetores, consumam uma parcela enorme do orçamento de custeio da IIIª FAE.”

A fonte segundo alguns não lá das melhores, mas vamos citar mesmo assim:

“Até mesmo no consumo de combustível, quando um F-16 e um Mirage 2000-5 estão em missões na mesma altitude, com o mesma velocidade de cruzeiro, o consumo de combustível do Mirage 2000-5 é pelo menos 1,5 mais alto do que o do F-16.”

(http://pbrasil.wordpress.com/2010/01/30/taiwan-quer-revender-seus-cacas-mirage-2000-5-devido-ao-custo-elevado-de-manutencao/)

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“…também, aponta o fato desses operadores não terem muita confiança nos EUA.”

Somente que esses operadores tem 2 ou 3 F-16 ou Fulcrum ou Flanker, p/ cada M-2000.

grifo
Visitante
grifo

O problema que o uso dos mesmos acarretaria em um enfraquecimento dos esquadrões de canoas e santa cruz. Fora os f5 e que foram entregues para serem modernizados. Caro Alexandre, a modernização realmente era um problema, mas não o deslocamento de um dos dois esquadrões do Grupo de Caça para Anápolis. Por sinal os F-5 foram deslocados para Anápolis para a função de interceptação no hiato entre a desativação dos M-III e a chegada dos M-2000. O F5Br mal consegue voar com dois misseis modernos na ponta da sua asa o que dirá com mais tanques e etc… Aqui está… Read more »

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

@Mauricio R.
Como então se deu a interceptação do Vulcan em 1982???
Lembre-se de que na mesma época um IL-62 cubano deu um baile nos M-III.

Você poderia descrever melhor esse baile. Ou o que o Il-62 fez para que a interceptação fosse dificultada? Porque eu tenho uma RFA com uma reportagem sobre essa interceptação e eu não vi baile nenhum dado pelo Ilyushin.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“Porque eu tenho uma RFA com uma reportagem sobre essa interceptação…”

Então leia o memento em que mandam telefonar p/ Santa Cruz.

Paulo Andrade
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Paulo Andrade

Oras sr. Maurício…então são essas informações e links que vc utiliza para justificar sua pérola de que os caças Mirage 2000 de Taiwan estariam encostados? Faça o favor de ter um pouco de seriedade e reconheça que falou besteira (mais uma vez…). Na própria notícia de seu segundo link há textualmente a afirmação de uma oficial de Taiwan que diz : “Não tivemos problemas, e os caças Mirage 2000-5 estão numa boa condição operacional de combate em Taiwan”. E seu primeiro link nada trás de novo. Ou seja, se aconteceram problemas com os motores franceses eles foram resolvidos. Leia o… Read more »

Paulo Andrade
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Paulo Andrade

Com relação à outra nova pérola sua, a respeito das interceptações da década de 80, prove o que diz… Somente um gênio como vc para comparar a interceptação do avião cubano com a do Vulcan. Ou o Vulcan não estava “a caminho” do Rio por falta de combustível e problemas na sonda de reabastecimento? A interceptação foi mera formalidade. Porém executada com todo o primor pela FAB. Quanto a entrar em contato com outras unidades isso é mais do que óbvio. Imagino que seja até padrão. Faça o seguinte meu caro, dispa-se um pouco de seus preconceitos e leia um… Read more »

Paulo Andrade
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Paulo Andrade

Meu caro Grifo, respondendo ao seu questionamento eu devo dizer que imagino que o Mirage 2000 não era a primeira opção da FAB. Imagino que essa era a de comprar novos caças a tempo de integrá-los à força antes da baixa dos Mirage III. Acredito também que mesmo o Mirage 2000 BR oferecido naquela ocasião pela parceria EMBRAER/Dassault/Thales também não era o preferido. Pois se fosse, nada teria impedido a realização da compra e finalização do primeiro F-X. O que acho é que o Mirage 2000 acabou sendo a melhor opção para ser utilizado como caça-tampão até a efetivação da… Read more »

Mauricio R.
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Mauricio R.

“Faça o seguinte meu caro, dispa-se um pouco de seus preconceitos e leia um pouco mais. Vai te fazer bem com certeza”

Faça isso vc e deixe de relativizar o que os outros escrevem.

Mauricio R.
Visitante
Mauricio R.

“Mas não minta que é feio. Não faça afirmações que não possa provar e, se fizer, tenha a decência de reconhecer seu erro.”

Não se pretenda estar acima do bem e do mal, não condiz c/ a tal humildade que vc tanto reclama faltar em mim.

Paulo Andrade
Visitante
Paulo Andrade

Sr. Vplemes, a mim não incomoda nada e também não patrulho ninguém.

Só acho que esse espaço deveria ficar livre de panfletagens como as suas.

E vc tem rrazão, cabe aos editores verificarem isso.

Enquanto isso mande o endereço do blog onde fez sua panfletagem para seus patrões para provar que conseguiu. Talvez role uma graninha por tarefa cumprida…

Paulo Andrade
Visitante
Paulo Andrade

Oras Mauricio, ou prove que os Mirage 2000 de Taiwan estão encostados ou tenha a decência de reconhecer que exagerou e errou em sua afirmação passada.

Simples assim…

Fora isso é apenas a comprovação de que seus argumentos nesse caso são muito fracos

Mauricio R.
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Mauricio R.

Não tenho que provar nada p/ ninguém, especialmente p/ alguém que não aceita a opinião alheia se contrária a sua própria, quem quiser saber algo mais sobre o que interessa á RoCAF, que procure na internet ou questione o governo de Taiwan.

Juarezj
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Juarezj

Srs.
a época da escolha do M 2000 com gap para definição do FX, o CA ananlisou e concluiu que sob o aspecto logistico e seria mais interessante par a força ter concluído a compra de células adicionais de F 5 e repontencializa-las)o que veio acontecer agora e tem um motivo) realocando ce´çlulas que iriam compor o GDA, mas como o colega comentou,a FAB a época foi “bypassada” pelo GF que determinou que fosse inicada uma negociação com a Dassault.

Grande abraço

Vplemes
Visitante
Vplemes

Sr. Paulo Andrade, Normalmente não me rebaixo a ficar respondendo trolagens, mas no seu caso abro uma exceção. Se não te incomoda, porque tanta animosidade? Quanto ao espaço dever ficar livre de panfletagens, concordo, para isto seria de bom tom que vossa senhoria deixasse de falar m…das. O “Aereo” é e sempre foi um espaço para discussões (algumas até um pouco rispidas), mas os membros sempre procuraram se tratar com respeito e civilidade. Agora, o senhor “cai de paraquedas” aqui, e de cara, com toda a sua arrogância e falta de educação, se põe a tentar impor suas idéias e… Read more »

Justin Case
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Justin Case

Juarezj disse: 11 de julho de 2010 às 16:55 “Srs. a época da escolha do M 2000 com gap para definição do FX, o CA ananlisou e concluiu que sob o aspecto logistico e seria mais interessante par a força ter concluído a compra de células adicionais de F 5 e repontencializa-las)o que veio acontecer agora e tem um motivo) realocando ce´çlulas que iriam compor o GDA, mas como o colega comentou,a FAB a época foi “bypassada” pelo GF que determinou que fosse inicada uma negociação com a Dassault. Grande abraço Juarez, Quem matou a aquisição dos F-5 adicionais, em… Read more »

Clésio Luiz
Visitante
Clésio Luiz

@Mauricio R.
“Então leia o memento em que mandam telefonar p/ Santa Cruz.”

Sim e qual foi o problema? Um oficial viu o avião arremetendo e por causa disso ficou nervoso, enquanto os dois Mirages que o acompanhava o Il-62 ainda estavam na área? Então não ouve baile algum, pois em nenhum momento os Mirage deixaram de dominar a situação… Fora que se o combustível destes acabasse, havia mais dois prontos para decolar se necessário.

Juarezj
Visitante
Juarezj

Justin Case disse: 11 de julho de 2010 às 17:03 Juarezj disse: 11 de julho de 2010 às 16:55 “Srs. a época da escolha do M 2000 com gap para definição do FX, o CA ananlisou e concluiu que sob o aspecto logistico e seria mais interessante par a força ter concluído a compra de células adicionais de F 5 e repontencializa-las)o que veio acontecer agora e tem um motivo) realocando ce´çlulas que iriam compor o GDA, mas como o colega comentou,a FAB a época foi “bypassada” pelo GF que determinou que fosse inicada uma negociação com a Dassault. Grande… Read more »