Gripen NG Demo decolando de Malmen - 5

(…) em função de estar em fase inicial de projeto (é apenas um demonstrador de conceito), o custo final do desenvolvimento do Gripen NG é totalmente desconhecido, podendo se tornar um verdadeiro “saco sem fundo”. Alguns países que fecharam negócios semelhantes no passado acabaram por desistir do projeto após centenas de milhões de dólares de investimento, como ocorreu com o Japão e Israel com aeronaves que incorporavam tecnologias dos próprios países e norte-americanas.

Noruega e Dinamarca, nações economicamente sólidas e parceiras históricas da Suécia, não quiseram assumir o risco financeiro do projeto do Gripen NG. Além do risco de custo, existe risco elevado quanto ao prazo de entrega. No caso do Rafale, o custo de produção está estabilizado. Não há risco quanto ao custo e prazo. (…)

FONTE: Rafale Internacional

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Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

173 Responses to “Os riscos do Gripen NG (segundo o consórcio Rafale Internacional)” Subscribe

  1. Misael 20 de junho de 2010 at 20:57 #

    Avaliando pela lógica de mercado, é a opinião de um concorrente. Sem mais… ;)

  2. Tito 20 de junho de 2010 at 21:06 #

    Mais uma da categoria “contra lobby”. :)

    E realmente o custo de produção do Rafale esta estabilizado, já é um saco sem fundo.

  3. Marcos 20 de junho de 2010 at 21:24 #

    Caro Tito

    Parabéns, disse bem.
    o RaFAIL, já era, o que resta a eles é falar mal dos concorrentes.

  4. DrCockroach 21 de junho de 2010 at 0:23 #

    A verdade eh que da concorrencia na Noruega (e Dinamarca) nem a Dassault nem a Eurofighter quiseram participar; mais do que isto, a Eurofighter desistiu no ultimo momento criticando a Noruega por conduzir um processo com ganhador escolhido antecipadamente:

    http://www.reuters.com/article/idUSL2123657220071221

    A SAAB entrou na “concorrencia” e viu calcularem seus custos com um numero diferente de jets, diferente numero de anos, com pressuposto que quase metade deles seriam desativados em 30 anos, etc, etc.. Pior, projetaram os custos ascendentes do Draken e do Viggen p/ projetar is custos do Gripen, quando na verdade os custos tem sido descendentes para os Gripens A/B/C/Ds, vide grafico abaixo:

    http://img410.imageshack.us/img410/1590/gripenlccmg4.jpg

    Um doc preliminar da SAAB aqui:

    http://feed.ne.cision.com/wpyfs/00/00/00/00/00/0D/D9/F5/wkr0009.pdf

    Mais ainda, os valores do Gripen NG sao fixos, ou seja, os riscos sao da SAAB e dos parceiros de risco deles, etc, etc… cansei…

    Obrigado ao Blog (beleza Poggio, vc eh rapido no teclado tanto quanto com as excelentes fotos que tira) pela oportunidade de esclarecer isto. Uma sugestao agora, gostaria de ver uma materia sobrea importancia para os engenheiros e pilotos da FAB e ind. local de verem e acompanharam a construcao de um segundo prototipo do Gripen NG no Brasil, imediatamente apos a assinatura do contrato pelo gov. brasileiro. Algumas entervistas seriam interessantes. Posso antecipar que pilotos de testes e engenheiros seriam sorrisos de orelha a orelha.

    Fica a sugestao da materia :)

    []s!

  5. ZE 21 de junho de 2010 at 1:08 #

    Vamos lá:

    “(…) em função de estar em fase inicial de projeto (é apenas um demonstrador de conceito), o custo final do desenvolvimento do Gripen NG é totalmente desconhecido, podendo se tornar um verdadeiro “saco sem fundo”.

    Bem, o Gripen NG não é um avião novo. O Gripen NG é uma grande atualização do já consagrado Gripen C/D.

    Portanto, não se trata de um projeto totalmente novo, mas sim um grande upgrade.

    Desse modo, os riscos são muitíssimo menores do que seriam em um projeto totalmente novo.

    Aliás, o Gripen NG tem cumprido à risca o seu roadmap. Não há falhas ou atrasos !!!

    Setores críticos em um avião, como por exemplo, seu motor, já foi testado. Em verdade, o F-414 é um dos motores de maior sucesso internacional atualmente.

    Ou seja, não haverá nenhum problema. Só para se ter uma ideia, o caça indiano Hal Tejas está sofrendo com o seu complicado e anêmico motor Kaveri.

    O problem é tão grande, que os indianos compraram o motor F-404 (o antecessor do F-414) para equipá-lo.

    Atualmente, o sucessor do F-404 (motor do Hornet e do Gripen), o F-414 (motor do Gripen NG, Super Hornet, Growler) está sendo considerado para equipar os novos batchs do Hal tejas (dizem que o número chegará a 120 motores).

    Como vocês podem ver no post do Blog logo abaixo, já houve 432 entregas do Super Hornet. Isso sem contar as entregas do Growler.

    Haverá em 2015, 539 Super Hornet e Growler produzidos. Eles usam o mesmo motor do Gripen NG, tornando os seus custos muito baixos.

    Um pouco mais do que 1/3 do custo total de um avião vem de seu motor !!!

    Pois bem, estamos falando de um motor (F-414) com mais de 1.000 exemplares produzidos até hoje (no futuro vindouro, esse espantoso número será ainda maior).

    Em dezembro desse ano (2010), os testes com a mais recente versão desse motor (F-414 EDE/EPE) estarão prontos.

    Haverá 2 possibilidades:

    O operador poderá escolher a versão com mais durabilidade. Esta versão terá partes do motor com 300% a mais de durabilidade. Além disso, o motor será 3% mais econômico. Sua manutenção será também mais rápida e barata.

    A segunda versão, será a versão mais potente. Ela terá 20% a mais de potência do que o existente F-414. Só a título de comparação, o F-414 tem 20 % a mais de potência do que o seu antecessor, o F-404.

    O Rafale não dispõe de tal luxo. Não há dinheiro para desenvolver tal motor.

    É sempre bom lembrar que os norte-americanos levaram 3 anos e meio para desenvolver essa nova versão do F-414.

    O Reino da Suécia e o consórcio SAAB já disseram que eventuais aumentos (se existirem) de custos serão pagos por eles.

    Bengt Janér, Diretor da SAAB no F-X2 já disse, inclusive no Senado Federal, que se o Gripen NG ganhar a concorrência de araque do F-X2, haverá uma CLÁUSULA CONTRATUAL ESTIPULANDO QUE EVENTUAL SOBREPREÇO SERÁ ARCADO EXCLUSIVAMENTE PELOS SUECOS !!!

    Assim sendo, o custo para o Brasil é FIXO !!!!

    Para os que encasquetarem com isso: haverá cláusulas penitenciais, assim, se os suecos não honrarem com o prometido, basta o Brasil cancelar o contrato e exigir a cláusula penitencial (multa que os suecos deverão pagar) no foro competente (pode se eleger um foro internacional).

    “Noruega e Dinamarca, nações economicamente sólidas e parceiras históricas da Suécia, não quiseram assumir o risco financeiro do projeto do Gripen NG”

    A Noruega e a Dinamarca escolheram ir pelo caminho de um caça ultra sofisticado de 5ª geração, o F-35 Lightning II, e não o caminho de um caça de 4ª geração !!!!

    Ainda assim, a Noruega está revendo a sua posição !

    O nosso país precisa ter acesso às tecnologias de um avião de 4ª geração para que, no futuro, possamos desenvolver um de 5ª geração.

    Se assim não fosse, a FAB teria que obrigatoriamente ter escolhido o F-35 ou o PAK-FA.

    O Rafale, assim como o Gripen NG, é um avião de 4ª geração.

    Por favor, não me venham com essa conversa mole que o Rafale é um vetor de 4,5 geração. Ele é tão de 4,5 geração como o Gripen NG.

    Essa coisa de 4,5 geração é uma jogada boba de marketing. Ou se é de 4ª geração, ou de 5ª geração. Jogada boba de marketing não cola nesse blog.

    Eu gostaria se saber o que é uma coisa meia furtiva (4,5 geração).

    Ou o vetor é furtivo, ou ele não o é !!!!

    É a mesma coisa do que meio Gay.

    2ª, 4ª, 6ª, o sujeito é heterossexual. 3ª, 5ª, sábado, o cara é Gay. Domingo é o dia de descanso, e ele é assexualdo.

    4,5 geração é a mesma coisa: Jogo Bobo de Marketing !!!

    “Além do risco de custo, existe risco elevado quanto ao prazo de entrega. No caso do Rafale, o custo de produção está estabilizado. Não há risco quanto ao custo e prazo. (…)”

    Todos os prazos do Gripen NG estão sendo cumpridos à risca !!!

    O custo de produção do Rafale é altíssimo.

    Como já dito, na França esse avião é subsidiado pelo Governo Francês (vale dizer, pelo povo da França).

    Esse vetor não tem ESCALA.

    O seu motor, o M-88, jamais terá a mesma escala do F-414.

    No futuro, o upgrade do Rafale será caríssimo, justamente pela falta de ESCALA.

    Tudo nesse caça é caríssimo, e no futuro ficará ainda mais caro !!!

    Ao contrário do Eurofighter Typhoon que conta com o mercado cativo de 4 países (Alemanha, Reino Unido, Itália, Espanha), o Mercado cativo do Rafale é só o mercado da França.

    Em época de crise econômica, o orçamento das Forças Armadas Francesas foi diminuído em 10% no ano passado (2009).

    Esse ano, eles estão pensando em diminuir ainda mais o orçamento.

    É certo que todas as Forças Armadas dos Países desenvolvidos terão os seus orçamentos militares revistos para baixo. Mas como eu disse, são 4 MECADOS CATIVOS X 1 MERCADO CATIVO.

    Aliás, o orçamento das nossas Forças Armadas também DIMINUIU.

    O Rafale é um caça caríssimo de se comprar e ainda mais caro de se manter.

    Ele não tem mercado, fora da França. Esse caça está condenado a ser caça de um país só (a França e mais ninguém).

    Segundo o Roadmap fornecido pela própria Dassault, em 2020, ou seja, meros 3 anos após o recebimento pela FAB do último dos 36 vetores Rafale, haverá um midlife upgrade.

    Assim, teremos caças velhos com menos de 3 anos de uso.

    É uma situação, no mínimo, caricata.

    Ah, sim, reclamações com a Dassault, e não comigo !!

    [ ]s

  6. Andre_Oliveira 21 de junho de 2010 at 1:24 #

    Os três caças tem vantagens e desvantagens e qualquer um deles será destaque numa arena de combate real…Estou agora na base da mulher com mais de 30 que não casou.. Qualquer coisa tá valendo e o que interessa é o matrimônio…o f-18 é comprovadíssismo em combate, o Rafale onde foi testado não fez feio e o Gripen segue a mesma linha…

    A QUESTÃO FUNDAMENTAL AGORA É TORÇER PARA QUE O PROGRAMA NÃO SEJA ADIADO, OU MESMO CANCELADO E NÃO SE O VENCEDOR SERÁ O CAÇA A, B OU C…

    Além do que se os caças saírem será necessário um investimento quase igual num sistema de defesa anti aéreo capaz de proteger as bases aéreas e isto em âmbito continental. Sem isso não haverá nem de longe um sistema de defesa realmente eficaz.. Além do que será fundamental a elaboração de uma rede capaz de integrar os caças a uma eventual armada de submarinos com capacidade de disparar mísseis e torpedos de última geração e por aí vai…

  7. ZE 21 de junho de 2010 at 1:53 #

    Permita-me só esclarecer algo:

    Eu NÃO sou homofóbico ou algo que o valha !!!

    Acredito que todos (heterossexuais e homossexuais) têm o direito de casar, adotar e herdar.

    O exemplo que dei, me veio à cabeça de uma certa curiosidade à epoca.

    Certa vez, eu estava em Madrid, e comecei a dançar com duas garotas autríacas.

    Dança vai, dança vem, eu comecei a beijar as duas garotas. Uma delas, após certo tempo, só quis ficar olhando eu beijar a sua amiga.

    Depois, elas começaram a se beijar também.

    Na minha curiosidade, eu perguntei se elas eram gays.

    Para a minha surpresa, elas responderam: mais ou menos.

    Eu não tive tempo de descubrir o que esse tal de “mais ou menos” significava, pois achei que eu iria me dar melhor com a gata norte-americana que estava dando mole para mim.

    Em suma, fui para o hotel com a americana (foi uma droga, pois além de travada, ela era maluca), discuti com ela, não _______, voltei para o bar, mas não vi mais o casal “mais ou menos”.

    Foi até bom, pois saímos com umas espanholas (nem tão bonitas, mas muito gente boa), rodamos de carro Madrid toda.

    Tomei todas, e lá para as 6 da matina, estávamos em um clube de música latina (salsa, merengue…), tendo aulas de dança !!!!

    Bem, esse tal de “mais ou menos” ficou reverberando na minha cabeça até hoje.

    [ ]s

  8. Eduardo 21 de junho de 2010 at 2:07 #

    Excelente analise do Zé, sensacional mesmo! Brasil deveria ir de Gripen NG!

    Mas zé, essa sua viagem a madri, eu rachei o bico aki! uAHUAHUAHu

  9. DrCockroach 21 de junho de 2010 at 2:24 #

    Maravilha de caso ZE, digo, a das austricas! Conta mais…

    Posso falar das Suecas. Estive uma vez numa festa e uma Sueca nao sabia quem agarrava primeiro, eu ou minha esposa, parecia uma crianca vendo sorvete… :) No fim, so ganhei uns beijinhos tb porque o marido ciumento dela tirou ela da festa porque acho que ela jah tinha bebido demais (imagina?! uma vaia p/ ele: Buuuu!)

    O que isto tem a ver com o FX2? Ora, que se o Gripen ganhar todos os gripeiros aqui terao direito a uma festa com Suecas (Ou suecos, porque, como o ZE, eu tb nao tenho preconceito quanto a preferencia dos outros…)

    Levanta a mao ai que eh gripeiro agora?!…. :)
    []s!

    NOTA DOS EDITORES:
    DRCOCKROACK E ZE, HISTÓRIAS BASTANTE DIVERTIDAS AS SUAS, MAS VAMOS VOLTAR A TRATAR DOS RISCOS PARA O NG, E NÃO DOS RISCOS PARA O MATRIMÔNIO.

  10. Hornet 21 de junho de 2010 at 2:42 #

    Pensei que o Chicão fosse escrever o post…

    Mas até que ele comente aqui, deixo uma crítica um pouquinho mais consistente que as palavras de vendedor do Merialdo que o blog reproduziu.

    Antes disso, só pra lembrar: não existe o “risco em si”, existe o risco para este ou aquele país, dentro dos processos de escolhas que ocorrem e tal. No nosso caso, dentro das nossas especificações para o FX2 e para o jogo político que queremos jogar, existem vários “senões” que pesaram para o NG ter sido preterido.

    E ainda sobre os “riscos”, uma questão que deve ser colocada também é: qual o risco do NG para a própria SAAB como empresa? Para sua saúde financeira. Quantos NG precisariam ser vendidos para pagar esse projeto da empresa suéca? Como fica o mercado interno (que não existe para o NG), que é quem geralmente alavanca um projeto desta natureza? Seria como a Embraer projetar e o Brasil não ter comprado o Super Tucano. Uma coisa bem louca isso que acontece com o NG, não conheço nada semelhante no mundo.

    Mas voltando aos “riscos” para o FX2 na concepção do MD e também de parte da FAB (os pilotos da FAB não gostaram muito da idéia do NG):

    “Pilotos da Força Aérea Brasileira e alguns brigadeiros, que dão preferência ao jato da Boeing, dizem que a proposta sueca “é honesta, mas de alto risco”. O problema básico é o de que o avião da Saab existe apenas no papel. Ainda não voou. Não há sequer um protótipo pronto. Os outros dois jatos já operam há anos.

    Outro detalhe intriga o Palácio do Planalto, que se inclina mais para o avião francês : o fato de que nem o próprio governo da Suécia se comprometeu a comprar o jato da Saab:

    - Se ele é tão bom, por que não compram logo? – perguntou um funcionário federal que acompanha a licitação.

    Um terceiro fator comprometeria a oferta sueca: tanto o motor quanto o software utilizados no Gripen NG são made in USA. Ou seja: ao optar por esse avião, o Brasil teria de pedir autorização de transferência de tecnologia aos EUA.”

    http://oglobo.globo.com/pais/mat/2010/01/06/favorito-da-fab-caca-da-saab-nao-voou-existe-so-no-papel-915479962.asp

    abraços a todos

  11. Hornet 21 de junho de 2010 at 3:00 #

    Sobre a questão de quantos NG a SAAB precisaria vender pra viabilizar este projeto, saiu no Defese News, tempos atrás, uma análise interessante. Estou reproduzindo trechos (traduzidos):

    “Vários executivos da indústria concordam que seja necessária uma grande encomenda para ajudar o desenvolvimento completo do Gripen próxima geração (NG), observando que o jato sueco tomou um baque pesado quando os noruegueses escolheram o F-35 Joint Strike Fighter (JSF).

    Richard Aboulafia, analista do Teal Group, disse que de todos os fabricantes de caças ocidentais, a Saab é “especialmente vulnerável”.

    O Gripen está enfrentando um momento crítico. Um mercado interno fraco e uma carteira de encomendas de exportação limitada significa que eles (SAAB) têm mais 18 a 24 meses para encontrar clientes. Eurofighter tem alguns anos e Rafale deve fazê-lo para 2018 ou depois” Aboulafia disse.

    http://www.defensenews.com/story.php?i=4116302

    Agora, a tábua de salvação do NG é a India (uma vez que dançou no Brasil), se não vingar por lá…o NG fará companhia ao F-20, na história da aviação. Pois é necessário uma encomenda de peso pra alavancar este projeto, e não será com encomendas de países pequenos (em termos de quantidade de compra de aviões) que o NG decolará…por isso que o DEMO não vira protótipo nunca, pois não tem pedido firme. Só vingará quando tiver pedido firme, e pra ter pedido firme talvez precise virar protótipo logo…este é o drama.

    abraços a todos

  12. Hornet 21 de junho de 2010 at 3:35 #

    E completaria com uma visão minha de mais um risco que correríamos, caso comprássemos (o que não vai ocorrer) o NG: não obter totalmente o prestígio perdido, que o FX2 também tem no horizonte, dentre as FAs da América do Sul.

    O que o NG pode fazer, por exemplo, contra um SU-35 (que a Venezuela pretende comprar)?

    Não vejo o NG em condições de “enfrentar” o SU-35 BM, e se o Chile modenizar os F-16 (basta colocar um AESA no F-16, não precisa muito), ou comprar o Typhoon (como corre o boato) o NG ficará devendo também, pois o Gripen não é páreo para o F-16 de forma alguma (na melhor das hipóteses, empata) e perto do Typhoon é melhor nem comentar. E não estou falando de guerra, mas somente de prestigio para a FAB.

    abraços a todos

  13. grifo 21 de junho de 2010 at 4:52 #

    Em todo programa de desenvolvimento, existe três riscos básicos:

    - Custo: o programa sair mais caro do que o estimado inicialmente.
    - Prazo: o produto ficar pronto depois do que o estimado.
    - Qualidade: o produto final ficar aquém dos objetivos desejados.

    Por exigência do governo brasileiro o custo do programa é fixo para o Brasil, o que reduz consideravelmente o risco para o país neste item. Note que ao mesmo tempo o preço cobrado aumentou, porque essencialmente a SAAB tem que fazer hedge do seu lado, mas isto não é problema para os suecos porque ainda assim ficaram com preço menor do que os concorrentes.

    Em termos de qualidade o projeto reduz os riscos por usar componentes COTS, e por ser uma evolução de um produto já existente. O nível de risco aqui é bem menor do que por exemplo do programa F-35. O preço disto no entanto é que o Gripen NG não é um avião no estado da arte como o dos gringos.

    Para mim o real risco do programa Gripen NG é o prazo. Dá para ficar pronto em 2015? Acho que dá, mas pode ser que não dê. Se o presidente seguir a recomendação da FAB e escolher o Gripen NG, certamente deverá ser feito um plano de contingência no caso de atraso.

  14. Nick 21 de junho de 2010 at 9:09 #

    Caro Hornet,

    Eu perguntaria: O que um Rafale pode fazer contra um Su-35BM? Ou um F-35? Porque contra um Su-30MKV ou F-16C B-50 Qualquer um dos 3 concorrentes dão conta tranquilamente em um embate ar-ar.

    Sinceramente, eu fico mais preocupado com um embate Rafale X Su-35Bm do que um embate Gripen BR x Su-35BM. O Gripen por suas caractrísticas, permite uma consciencia situacional multiplicada por até 4 coisa que em nenhum lugar li sobre o Rafale. Nenhum mesmo, e pesquisei bastante sobre isso. O Gripen por suas características tem um rcs menor o que permite maior aproximação em relação ao Rafale. Ou seja em termos de superioridade aérea eu diria que o Gripen permite maior capacidade.

    O único senão para mim em relação ao Gripen BR é o fato de não ser 5ª geração puro, o que limitaria sua capacidade em futuros embates contra um F-35 ou PAKFA, por exemplo. Mas nesse sentido, F-18E e Rafale também não darão conta.

    E para finalizar com Brasil ou não, Com India ou não, o Gripen E/F voará pela Suécia.

    Com relação aos argumentos do francês, eu diria que, os custos do desenvolvimento do Gripen NG estão praticamente amortizados.
    Sobre vendas externas, o potencial do futuro Gripen E/F na minha opinião são maiores que um Rafale, visto que em termos de custos operacionais e aquisição versus benéficios o Gripen leva nítida vantagem.

    Resta ao Rafale, vencer onde questões técnicas, operacionais ou econômicas são menos importantes que políticos. Ou seja, aqui.

    []‘s

  15. Marcos 21 de junho de 2010 at 10:04 #

    Ze

    Só na cabeça das RAfaletes que esta coisa Horrivel é de 5ªG, e mais stealth, é forçar a amizade né?
    Se fossemos fazer uma inspeção rigorosa nessa “Coisa”, ele não passaria de uma 3ª (Se he que existe).
    No mais como disse o Drcockroach, rachei o bico de tanto rir com sua historia em Madri.

    Sds

  16. Jorge 21 de junho de 2010 at 10:33 #

    ZE disse:
    21 de junho de 2010 às 1:08

    Vamos lá:…

    BRAVO !!!

  17. curvo 21 de junho de 2010 at 10:37 #

    grifo 21 de junho de 2010 às 4:52

    Concordo contigo, por isto defender dobradinha F-18 S/H e Gripen N/G, pois aí (na minha humilde opinião de leigo) teríamos o melhor dos mundos !!!

    Poderia ser 36+ 36 (não me importo), assim fugiríamos do “Risco Rafale” (= Rainha de hangar !!! hehehehe) e do Risco de prazos !!!

    O único senão é de que será que teríamos bala na agulha de forma consistente e segura (ou seja Din-Din) ?

    Com a palavra o Zé (aliás parabéns pelo ótimo post !!!) !!!

    Drcockroach adorei o teu texto, dei muita risada ….. :)

  18. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 10:39 #

    Hornet, eu acho engraçado você dizer que o Gripen não pode fazer nada contra o Su-35BM. Você não leu nada sobre RCS?

    Não tem ideia de como funciona o data-link do Gripen? Não sabe que o Gripen operando com AEW e com radares desligados tem vantagem sobre qualquer caça, mesmo stealth?

    Hornet, combate aéreo não é filosofia, tem que se levar em conta dados técnicos e não achismos.

    A Suécia não é o Brasil, seu sistema de Defesa foi feito para combater caças russos e vencê-los. Lá em cima é ameaça real todos os dias!

    É triste ver que depois de dois anos de matérias publicadas no Poder Aéreo, tem gente que parece que não leu nada.

  19. ZE 21 de junho de 2010 at 10:44 #

    Eduardo disse:
    21 de junho de 2010 às 2:07

    DrCockroach disse:
    21 de junho de 2010 às 2:24

    Marcos disse:
    21 de junho de 2010 às 10:04

    Jorge disse:
    21 de junho de 2010 às 10:33

    curvo disse:
    21 de junho de 2010 às 10:37

    Obrigado, pessoal !!!

    E olha que não se trata de nenhum “causo”, mas sim da pura verdade !!

    [ ]s

    NOTA DOS EDITORES:
    ZE, REPETINDO NOTA COLOCADA TAMBÉM NO COMENTÁRIO DE DRCOCKROACH: HISTÓRIAS BASTANTE DIVERTIDAS AS SUAS, MAS VAMOS VOLTAR A TRATAR DOS RISCOS PARA O NG, E NÃO DOS RISCOS PARA O MATRIMÔNIO.

  20. curvo 21 de junho de 2010 at 10:48 #

    Hornet,

    Só um detalhe, o mundo tem uma dinâmica toda própria, as notícias que você postou são antigas, você teria notícia mais nova para dar embasamento às suas idéias ????

    Eu não acredito nos mesmos pontos de vista, antes eu era francamente À favor do F-18, mas lendo os posts daqui (não quero jogar confete À toa, pois são realmente muito bons) e os comentários, aprendi algo e vi a possibilidade concreta do Gripen, não apenas promessas vagas !!!

    Este debate tá virando algo assim : Ou você é corinthiano, ou é contra o Corinthians (ridiculo !!!), existem muito mais opções no horizonte(apenas complementando o Corinthians aqui seria o Rafale ou Gripen ??? Você decide !!!! hahahahahahaha).

  21. Vader 21 de junho de 2010 at 11:16 #

    Parabéns ZE e Dr. Barata pelos excelentes comentários.

    Rafalechetes e “insiders-fakes”: parem de “contra-lobear” e nos brindar com toda sua “sabedoria supertrúnfica”, ao dizer que o Gripen não seria páreo para um Su-30/35…

    John Boyd PROVOU com o F-16 que tamanho não é documento quando se trata de caças, pelo contrário.

    Em suma, pesquisem aqui no blog, estudem, se informem antes de falar m. e desinformar aos pobres leigos. Aliás, comecem analisando os dados de RCS de um de outro: o Gripen tem RCS de 0,001m2, ao passo que o RCS dos Su´s deve ser do tamanho de o de uma baleia-azul…

    Os suecos sofrem com a ameaça russa do seu lado desde antes da Segunda Guerra Mundial, e o Gripen foi desenvolvido desde o princípio para enfrentar precisamente os monstrengos acrobáticos soviéticos (depois russos).

    As simulações conduzidas pela SAAB mostram que o Gripen, armado com o Iris-T e o Meteor, MÓI o Su-35 em uma escala de 6:1, ou seja: um Gripen para cada 6 Su´s abatidos! Senhores: SEIS para UM! É GOLEADA!

    Ah sim, são simulações e, ainda, conduzidas pela SAAB. Ok.

    Rafaletes: ainda que haja algum exagero, a história da aviação e as características do Gripen o tornam um adversário visivelmente temível especialmente para aeronaves grandes como no caso o Su-27 e suas derivações. Desprezar a lógica, nesse caso, é coisa de gente mal-intencionada! Gente de má-fé!

    Quanto ao F-16: não somos vizinhos do Chile, e jamais tivemos contencioso algum com tal país. Mas o Gripen NG “seria páreo” para os F-16 chilenos? Sem sombra de dúvidas: inclusive o Gripen C/D já detonou o F-16 em exercícios (Red Flag).

    Dizer que o Gripen “não é páreo” para o Su-35 ou para o F-16 só demonstra a absoluta ignorância e/ou a má-fé que os conduz.

    Quanto ao F-35: nenhuma, friso, NENHUMA aeronave será páreo para o F-35 nos próximos 20/30 anos, e incluo nesse saco de gatos o F-22 e o Su-50. Nem o Gripen nem nenhum caça da dita “4a geração” (incluindo-se a JACA podre) foi feito para combater F-35.

    Para combater o F-35 durante os próximos 20/30 anos só existirá uma única aeronave: o F-35!

    Mas vocês sabem disso tudo né? Vocês não enxergam porque tem o intento apenas de desinformar. O velho “contra-lobby” né?

  22. Vader 21 de junho de 2010 at 11:21 #

    Alexandre Galante disse:
    21 de junho de 2010 às 10:39

    Discordo Galante, não deveria lhe dar tristeza não: isso aí não é ignorância, pois burro o sujeito não é: isso aí é AGENDA em movimento. “Contra-lobby”, como ele mesmo definiu certa feita. Apenas isso.

    É de se lamentar que alguém se preste a isso. Mas é assim. Não se entristeça não. Só lamente.

    Abs.

  23. william 21 de junho de 2010 at 11:38 #

    Putz….falar que o Rafale não daria conta contra o su-35….ñ acredito que eu li isso…
    O rafale é seperior tecnologicamente ao Gripen N inguem G arante…
    O Rafale é equipado com um poderoso sensor IRST OSF (Optroniques Secteur Frontal) fabricado pela Thales/Sagen que detecta de forma passiva, pela radiação infravermelha, um avião inimigo à até 70km, que permite manter o radar desligado, dificultando para o inimigo sua identificação e ainda podendo monitorar a posição do seu adversário. De fato o Rafale foi projetado para ser difícil de se detectar, mas sem a capacidade furtiva do F-22, mas com maior poder de invisibilidade do que os outros aviões convencionais.
    Existe uma capacidade de receber e mandar dados via data link que permite ao piloto do Rafale saber o que seus colegas em outros Rafales ou mesmo de um AWACS, vêem em seus monitores, tornando muito mais flexível a tática de interceptação e combate. Eletronicamente esse avião é espetacular e somando seu desempenho de voo em combate, pode-se concluir de que se trata de um dos melhores aviões de combate atualmente.
    Ainda o Rafale é equipado com um sistema DVI (Direct Voice Imput) onde muitas funções podem ser executadas por simples comando de voz do piloto, agilizando e facilitando o trabalho de pilotar um avião em combate.
    A capacidade de guerra eletrônica, também foi pensada pelos projetistas da Dassault na concepção do Rafale. O sistema Spectra é um dos mais completos e eficazes sistemas de contramedidas eletrônicas ECS e de interferência (Jammer) já instalado em um caça. O Spectra fornece alerta de iluminação de radar hostil, assim como alerta de iluminação de laser e alerta de aproximação de mísseis. O Spectra ativa automaticamente o sistema de iscas flares e chaff assim que detecta a aproximação de um míssil.
    Continuo afirmando o rafale continua sendo tecnologicamente melhor que o Gripen NG…..O que pesa contra é seu preço que é maior que o gripen NG.

  24. Hornet 21 de junho de 2010 at 11:42 #

    Galante,

    Li sim. E por isso mesmo que acho que o NG não chega nem perto do SU-35 BM, que tem RCS diminuído drasticamente além de contar com uma série de outras contra-medidas e materiais que estão sendo (ou estarão) usados no PAK-FA.

    E não disse combate aéreo, disse prestígio. Pra combate a FAB conta com mais opções (que não se resume ao caça usado) que a Venezuela, mesmo hoje, com a Venezuela com o SU-30 e o Brasil sem o FX2. Mas o SU-30 não é o F-5 M. Em termos de prestígio a Venezuela está na frente da FAB hoje.

    Nick,

    o Rafale, ao menos, pode tentar. Quanto ao NG, não boto fé nenhuma contra o SU-35 BM. Pra falar a verdade, se o NG ficar no mesmo nível do F-16 já seria um avanço incrível.

    Já contra caças stealths, como o F-35, nem um dos 3 do FX2, em tese, tem alguma chance. Embora o Super Hornet e o Rafale ao meu ver tenham mais chances que o NG, pois ao menos possuem uma capacidade de resistência em combate maior que o Gripen.

    abraços aos dois

  25. hms_tireless 21 de junho de 2010 at 11:46 #

    Caro Hornet:

    Já que sob a sua ótica, e em que pese as abalizadas respostas do Galante e do Vader explicando categoricamente as reais possibilidades do Gripen em derrotar os SU-35 BM, o Gripen seria “inferior”, quais motivos o levam a crer que a donzela Francesa poderia ter bom desempenho?

  26. Hornet 21 de junho de 2010 at 11:51 #

    hms_tireless,

    já disse acima: tem maior resistência em combate.

    além de equipamentos eletrônicos embarcados mais sofisticados.

    abração

  27. william 21 de junho de 2010 at 11:52 #

    A Lockheed Martin simulou seu F-35 contra o Su-35BM em 2008. O resultado foi 4 X 1 em favor do F-35.
    Agora me digam se o F-35, que e um caca de quinta geracao, fez 4 X1, porque o Gripen NG faria 6 X 1.

    Mistérios da JABULANiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

  28. Vader 21 de junho de 2010 at 12:05 #

    william disse:
    21 de junho de 2010 às 11:52

    Pode nos postar um link que comprove tal simulação F-35 X Su-35? Porque eu confesso que nunca ouvi falar dela.

    Mas posso estar enganado, claro…

  29. william 21 de junho de 2010 at 12:09 #

    Air Tactical Leadership Course (DPAC) que segundo foi noticiado seria a reunião da “Elite” da caça mundial,o exercício teve como terreno os Emirados Árabes Unidos e foi efetuado entre 15 novembro – 9 dezembro de 2009.
    Tudo corria relativamente em sua normalidade até entrar em operação o Dassault Rafale que de posse de sua moderna suíte Optoeletrônica fez com que o jogo mudasse rapidamente. O Rafale pode identificar visualmente alvos nas metas de 30/40 km, enquanto a identificação de defesa aérea provida pelos demais vetores ficou na casa dos habituais 3/5 km.

    O Rafale teria ainda detectado emissões provenientes de vários pontos no solo coisa que os F-16 da USAF, o principal destacado para isto não o conseguiu, marcando ponto no quesito Guerra Eletrônica. Um Rafale teria conseguido o feito de poder disparar uma rajada simulada de 6 armas ar-terra (A2SM) em seis alvos distintos à uma distância de 20 a 40 km e em seguida procedeu um combate ar-ar, disparando três mísseis ar-ar Mica, tudo isto no curto espaço de 60 segundos, confirmando a versatilidade e a capacidade omnirole do vetor.

    No cenário ar-ar, o Rafale deu mais provas de sua superioridade frente aos Typhoon britânicos, aeronaves muitas vezes consideradas superiores e uma das máquinas mais poderosas presentes no exercício. Nos confrontos 4 contra 4 os rafales levaram a vantagem em 7 x 1.

    E ainda tem gente que diz que o Ralale F3 é inferior ao Gipen ng…

    Fonte: Secret Defenses

  30. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 12:19 #

    Hornet, nunca o Su-35BM terá menor RCS que o NG, a começar pelo tamanho das aeronaves. Por mais RAM que se coloque no Su-35BM, ele não consegue chegar ao RCS do Gripen. É uma impossibilidade técnica.

    E quais são os “equipamentos eletrônicos mais sofisticados”? Dá pra detalhar?

  31. DrCockroach 21 de junho de 2010 at 12:19 #

    “WAR OF WORDS: RAFALE VS TYPHOON
    After the Dubai Air Shows on the web
    circulated a series of unofficial reports about
    exercises held in the UAE with both Rafales
    and Typhoons. The fact that these reports
    are unofficial could be a sign of our French
    competitor frustration in not having signed
    the much anticipated contract with UAE or
    possibly even to fulfil a basic need to develop
    positive stories about the currently unexported
    fighter.
    The unofficial reports were circulated
    using French Air Force Rafale pilots who
    used their blogs to say that Rafale won 4 vs
    1 engagements with RAF Typhoons during
    the exercises in UAE. Propaganda is a science,
    but in this specific case the stories
    about the Rafale vs Typhoon are unjustified
    and an unfair representations of reality because
    in the exercise sorties Typhoons and
    Rafales worked together on the same team!
    There were red Typhoon/Rafale combos
    and blue Typhoon/Rafale combos which
    took part in the exercise. On the CT (Continuation
    Training) sorties both Typhoon and
    Rafale squadrons were conducting work-up
    sorties for their junior pilots and this is in
    fact the subject and source of the unofficial
    reports. To be quoting results from this
    training does not give a true reflection of
    aircraft superiority not to mention the fact
    that similar results against the Rafale and
    in Typhoons favour also occurred in this
    training too, thus dissolving the basis on
    which these unofficial reports are based.
    Throughout the exercise Typhoon was
    always carrying a greater payload than
    Rafale, Typhoon always came into the fight
    above Rafale and Typhoon take off performance
    was always more stunning than
    Rafale – all fully as expected.

    http://www.eurofighter.com/fileadmin/web_data/downloads/efworld/ef_world_1_2010low.pdf

    []s!

  32. william 21 de junho de 2010 at 12:28 #

    É logico que a eurofighter vai tentar tirar o “dela” da reta….rsss
    Isso é fato…rsss

  33. Guilherme Poggio 21 de junho de 2010 at 12:29 #

    Hornet escreveu:

    Em termos de prestígio a Venezuela está na frente da FAB hoje.

    Na comparação “Super Trunfo” a FAV sempre esteve à frente da FAB (tirando período IIGM e algum tempo depois) como eu já expliquei em outros comentários.

    Prestígio de uma Força Aérea não está ligado somente ao tipo e quantidade de vetores (o que eu chamo de “fator Super Trunfo”). O que torna uma Força Aérea digna e eficaz é um conjunto de itens.

    Então poderíamos incluir: preparo dos profissionais (da equipe de manutenção ao comandante da força), domínio das táticas e sua correta aplicação, tamanho e complexidade do parque de manutenção, indústria aeroespacial, quantidade e frequência dos treinos, interação com outras FA e assimilação de novas técnicas e doutrinas, aeronaves de transporte, suprimentos e apoio.

    Como você vê, não acredito no prestígio maior da FAV em relação à FAB. E é assim que as outras forças aéreas também enxergam. Vai uma pergunta aí. A FAV até hoje não conseguiu criar e gerenciar um exercício do porte da CRUZEX. Por que será?

    Um terceiro fator comprometeria a oferta sueca: tanto o motor quanto o software utilizados no Gripen NG são made in USA. Ou seja: ao optar por esse avião, o Brasil teria de pedir autorização de transferência de tecnologia aos EUA.”

    O software é tipo “open source”, o que é um ponto positivo para o caça sueco.

    Dez em cada dez motores dos E-Jets produzidos pela Embraer são “made in USA”. Os motores do F-5 também. Assim como os motores do Tucano, Super Tucano, Brasília, Bandeirante, Hercules, P-3, Blackhawk, Sapão e outros. É a opção que fizemos (por sinal muito boa, pois os motores de todos estes aviões citados acima são excelentes).

    O problema básico é o de que o avião da Saab existe apenas no papel. Ainda não voou.

    Ah não Hornet. Esse papo novamente não. Ta parecendo até má fé.

    Recuso-me a responder

  34. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 12:32 #

    Complementando o Dr. Barata.

    Quem fica fazendo comparação de desempenho de aeronaves de caça em exercícios como o Red Flag e similares (Caça X ganhou de caça Y por 7 x0) não tem a menor ideia de como esses exercícios se realizam.

    Cada esquadrão recebe uma missão, fazendo parte de um “pacote” maior. Muitas vezes um esquadrão é enviado para uma missão mais difícil, para funcionar como chamariz, enquanto outros podem agir mais livremente e com menos atrição.

    Tanto que nesse tipo de exercício nunca se diz que tal esquadrão perdeu e outro ganhou.

  35. william 21 de junho de 2010 at 12:34 #

    Rafale no Red Flag e na Suíça

    Quatro caças supersônicos Dassault Rafale da Armée d’Lair (Força Aérea Francesa) completaram recentemente nos EUA um circuito com duração de um mês participando de exercícios de intercâmbio na Base Aérea de Luke, no estado do Arizona, e tomando parte na Red Flag 2008 na Base Aérea de Nellis, estado de Nevada.

    De acordo com fontes da Dassault, nenhum Rafale foi “abatido” durante os exercícios e os oficiais da USAF ficaram impressionados com a precisão das bombas Sagem AASM, cujo híbrido sistema de guiagem INS/GPS/Laser propicia um erro máximo em torno de 1 metro do ponto de impacto previsto.

    Na função ataque ao solo nem se fala!!!

    Fonte. Tecnodefesa

  36. Hornet 21 de junho de 2010 at 12:35 #

    Galante,

    o tamanho não é mais tão importante hoje em dia e você sabe disso. O SU-35 BM incorpora materiais compostos usados no PAK-FA. Seu RCS é menor ou igual aos melhores caças de quarta geração ocidentais, ainda que o SU-35 seja bem maior que eles. E sem falar da eletrônica embarcada no SU-35, do TVC, do IRBIS, da capacidade de carga, do alcance etc. que o transforma num oponente difícil até mesmo para um F-35, para um NG seria brincadeira a comparação.

    No caso da eletrônica do Rafale, seus sistemas de detecção e de contramedidas integrados são muito superiores a qualquer coisa que o Gripen tenha hoje (ou mesmo amanhã, caso exista um amanhã…hehe). Desde o OSF até o SPECTRA.

    abração

  37. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 12:37 #

    Willian, nenhum AMX da FAB também foi abatido no Red Flag, ou seja, o AMX é tão bom quanto o Rafale no ataque ao solo.

  38. william 21 de junho de 2010 at 12:38 #

    c não pode fazer comparação em exercicio….então devemos obter a comparação em que?
    Super Trunfo?
    Cara ou coroa?
    Não acredito!

  39. william 21 de junho de 2010 at 12:40 #

    O AMX tbm é um ótimo vetor VOLTADO para o ataque ao solo.
    Adoro o AMX!
    A FAB faz um exelente trabalho.

  40. DrCockroach 21 de junho de 2010 at 12:44 #

    “The Gripen fleet flew 95% of its planned sorties during the Red Flag Nellis exercise”

    http://www.flightglobal.com/articles/2008/10/07/316841/nato-exercises-test-gripen-credentials.html

    Qual seria o percentual do Rafale? Um numero por favor.
    “Secret Defenses” eh aquele Blog Frances? Nao consegui fazer o upload.

    []s!

  41. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 12:45 #

    Hornet, para caça tamanho sempre foi e sempre será fundamental. O RCS do Su-35BM pode ser menor que os caças de quarta-geração, mas nunca será menor do que o do NG. O NG sempre verá o Su-35 primeiro e vai disparar primeiro.

    Hornet, apresente dados técnicos que comprovem a superioridade dos sistemas de contramedidas do Rafale contra os sistemas do Gripen. Não vale ficar usando marketing da Dassault.

    Os sistemas no máximo se equivalem. Não há nada no Rafale que o Gripen não tenha no mesmo nível tecnológico.

  42. CAL 21 de junho de 2010 at 12:49 #

    A história que o Hornet contou, lembra a nossa Engesa, que foi a falência por falta de investimento do próprio país. Mas acredito que os Suecos devem ter feito um bom planejamento estratégico e uma boa análise financeira e econômica, analisando possiveis cenários em relação a esta venda.
    Acredito que nem mesmo o Brasil faria negócios com a SAAB, sem analisar a situação dela.
    Alguém do blog já viu alguma demonstração contábil (DRE, BP, DFC, EBIT, EBITDA), ou calculou alguma VPL, TIR ou Payback sobre o negócio?
    Pois sem isso, não tem nenhum embasamento técnico, é dedução pura, nada mais!

  43. hms_tireless 21 de junho de 2010 at 12:50 #

    “Hornet disse:
    21 de junho de 2010 às 11:51
    hms_tireless,

    já disse acima: tem maior resistência em combate”

    O Gripen pode levar até 08 mísseis ar-ar ao passo que o Rafale leva, no máximo, 06 mísseis. Então não vejo como o Rafale pode ter maior persistência em combate com menos mísseis.

    “além de equipamentos eletrônicos embarcados mais sofisticados.”

    Desculpe a franqueza mas isso revela total desconhecimento acerca do Gripen, em especial sobre suas capacidades de Datalink e NCW (Guerra centrada em redes). Quanto ao “fabuloso” SPECTRA, é tão somente um jogada de marketing da Dassault

    abração

  44. Fuzila 21 de junho de 2010 at 12:50 #

    Alexandre Galante disse:
    21 de junho de 2010 às 12:19

    Hornet, nunca o Su-35BM terá menor RCS que o NG, a começar pelo tamanho das aeronaves. Por mais RAM que se coloque no Su-35BM, ele não consegue chegar ao RCS do Gripen. É uma impossibilidade técnica.

    E quais são os “equipamentos eletrônicos mais sofisticados”? Dá pra detalhar?”

    Se menor tamanho = menor RCS, eu juro que não entendi nada do que eu li até hoje …

    O B1 e o B2 que o digam … O desenho da aeronave e os materiais compostos que são importantes, não ?

    Galante, poderia ser mais preciso do porque da “impossibilidade técnica”?

  45. william 21 de junho de 2010 at 12:51 #

    No papel eu acredito que o RCS do Su-35 seja maior….
    Ainda mais c ele estiver todo armado…..
    Mas ñ podemos esquecer que o RCS varia com chuva….calor….frio….resumindo, fatores externos tbm são fundamentais para detectar um inimigo.
    No papel é uma coisa, mas na pratica………………………………

  46. william 21 de junho de 2010 at 12:55 #

    hms_tireless.
    O gripen foi testado em guerra?
    O Rafale já….E foi muito bem elogiado.
    O “fabuloso” SPECTRA é fato comprovado.
    Agora…e o gripen?

  47. hms_tireless 21 de junho de 2010 at 12:56 #

    Willian:

    Como você espera que eu, o Galante, o Vader e outros foristas possamos acreditar no Secret defenses, um blog francês; Rafale 7x1Typhoon? ainda mais quando conhecemos a rixa entre França e Grã-Bretanha e também que o Eurofighter já conseguiu ser exportado, ao contrário da Donzela Francesa?

  48. Nick 21 de junho de 2010 at 12:56 #

    Caro Hornet,

    Em um hipotético 1×1 , O SU35-BM leva vantagem sobre Rafale, Typhoon, F-18E e Gripen. Em teoria, levando-se em consideração que seu rcs foi diminuído para algo em torno de 1m2, radar de 400km de alcance, seu OLS e sistemas de EW atualizados. Como citei, eu aposto mais no Gripen em relação ao Rafale por sua capacidade de compartilhamento de sensores e dados. É um fator multiplicador que não pode ser desconsiderado.

    Com relação aos sensores do Rafale, não veria grandes vantagens não. Rafale tem OSF? Gripen terá IRST. Rafale tem o DDM-NG? Gripen terá o MAWS. Ambos tem sensores RWR distribuídos pela aeronave. Ambos possuem sistemas de contramedidas automatizados como Chaffs e Flares. E de quebra o Gripen terá towed decoys, coisa que não tem no Rafale.
    Os radares RBE2AESA x Raven ES05 1000 seriam equivalentes. Com certa vantagem para o Raven por sua tecnologia Swashplate.

    Caro William

    Esses exercícios não dizem muita coisa não. Normalmente nenhum dos combatentes exibem seus “segredos”.

    Mas no caso do Rafale x Typhoon as ROE eram apenas canhões. Ou seja o combate for reduzido a canhões os Rafales levariam vantagens sobre os Typhoon.

    []‘s

  49. william 21 de junho de 2010 at 12:56 #

    Exatamente Fuzila.

  50. william 21 de junho de 2010 at 12:58 #

    Devo acreditar na eurofighter…..
    Dá no mesmo.

  51. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 12:59 #

    Sim, o Rafale foi testado contra a força aérea talibã e foi muito elogiado.

    O “fabuloso” SPECTRA nada mais é que você pegar um RWR, um MAWS, LAR e ECM e integrá-los, com um nome bonitinho. Nada demais.

  52. Fuzila 21 de junho de 2010 at 12:59 #

    “hms_tireless disse:
    21 de junho de 2010 às 12:50

    Quanto ao “fabuloso” SPECTRA, é tão somente um jogada de marketing da Dassault

    abração”

    Vocês falam do Hornet mas soltam algumas informações sem embasamento técnico ou sem mencionar fonte …

    Em todos os exercícios aéreos que foram disponibilizadas informações, o SPECTRA teve um papel determinante no combate aéreo aproximado …

    E nenhuma outra fonte desmentiu essas informações.

    Um abraço.

  53. william 21 de junho de 2010 at 13:04 #

    Rafale é equipado com um poderoso sensor IRST OSF (Optroniques Secteur Frontal) fabricado pela Thales/Sagen que detecta de forma passiva, pela radiação infravermelha, um avião inimigo à até 70km, que permite manter o radar desligado, dificultando para o inimigo sua identificação e ainda podendo monitorar a posição do seu adversário.

    Ainda o Rafale é equipado com um sistema DVI (Direct Voice Imput) onde muitas funções podem ser executadas por simples comando de voz do piloto, agilizando e facilitando o trabalho de pilotar um avião em combate.

    O canhão do rafale é realmente bom apesar de ser voltado mais pro ataque ao solo, é um canhão Nexter M-791 de 30mm é o armamento organico do Rafale sendo especialmente eficaz contra veiculos terrestres. Sua cadencia de tiro é de, até, 2500 disparos por minuto podendo ser diminuída para 1500, 600 ou até 300 tiros por minuto através de um controle disponivel para o piloto.

  54. william 21 de junho de 2010 at 13:07 #

    Alexandre, não me venha com ironia quando faltar argumentos….
    O rafale é amplamente elogiado em suas missões….
    C vc quiser eu posso colocar um monte de link aqui……
    Mas uma outra hora pq eu to no trabalho. :)

  55. Fuzila 21 de junho de 2010 at 13:11 #

    “grifo disse:
    21 de junho de 2010 às 4:52″

    Concordo com a sua análise.

    Um abraço.

  56. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 13:12 #

    Willian, vc que usou de ironia quando disse que o Rafale foi testado em combate e elogiado.

    Não precisa mandar links, aqui no Poder Aéreo temos dezenas de notícias e informações já publicadas sobre o Rafale, é só puxar no campo busca.

    E o post trata dos riscos do Gripen NG e não do Rafale.

  57. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 13:19 #

    Nick, o RCS “conhecido” (estamos falando de dados classificados) do Gripen é de 0,1m2, no NG será menor ainda. 400km de alcance para o radar do Su-35BM é só pra alvo de superfície do tamanho de um porta-aviões, contra caças de 4a. geração é menos da metade disso.
    É preciso lembrar que hoje em dia em combate aéreo o que se evita justamente é ligar o radar do caça, pois quando este faz isso, revela sua posição aos RWR dos caças inimigos.
    A aparente vantagem do grande alcance do radar do Su-35, na verdade pode ser um chamariz para ser alvo.

  58. Hornet 21 de junho de 2010 at 13:24 #

    Galante,

    se tamamho fosse documento (ops!..hehe), o B-2 não teria um RCS menor que ou equivalente ao F-35. E nem o SH e o Rafale teriam um RCS menor ou equivalente ao Gripen. Como vc explica isso dentro desta sua teoria?

    hehehe…justamente vc vem falar em dados que não sejam discurso do vendedor….hehehe

    Mas tá bom, vou colocar um link aqui que não é da Dassault, é de um site holandês, com um comentário sobre os sistemas do Rafale:

    http://www.dutchaviationsupport.com/Articles/RafaleM-UK.pdf

    Agora me mostra um link que não seja da SAAB (e nem das filiais, tipo jornal do ABCD, Catanhede etc.) falando dessas maravilhas todas que dizem ser o NG. Pode ser algum jornal da Holanda que está valendo. Ou da Noruega (hehehe)… Fico no aguardo.

    abração

  59. william 21 de junho de 2010 at 13:26 #

    Eu sei que aqui tem boas informações…mas é sempre bom alpliar os horizontes e buscar tbm informações de outras fontes….
    Não é verdade?

  60. william 21 de junho de 2010 at 13:26 #

    *ampliar

  61. Nick 21 de junho de 2010 at 13:35 #

    Realmente Galante,

    Se o Gripen NG tiver um rcs menor ainda que 0.1m2 , o fator de detecção do IRBIS-E seria muito degradado. restaria saber onde exatamente ele “enchergaria” o GripenNG. Poderia ser a tempo ou tarde demais?? Eu tinha feito uma análise considerando-se esse rcs de 0,1m2 contra o fator de detecção do IRBIS. Este detectaria o Gripen à 150km de distancia, à tempo de lançar seus BVR. Agora, se por exemplo o Gripen NG for de um rcs de 0,05m2 essa distancia seria reduzida para 120km, ae já poderia ser tarde para o SU-35Bm.

    []‘s

  62. athalyba 21 de junho de 2010 at 13:35 #

    O software é tipo “open source”, o que é um ponto positivo para o caça sueco.

    Poggio, você pode explicar um pouco mais desse “open source” ??? Ou quais componentes “open source” existem nos aviônicos do Grifo ???

    Sempre achei que o calcanhar de aquiles em ToT do Grifo fossem a turbina e os aviônicos …

  63. Vader 21 de junho de 2010 at 13:41 #

    william disse:
    21 de junho de 2010 às 12:09

    Continuo querendo um link da simulação F-35 X Su-35 em que o o F-35 teria “vencido” o Su-35 por apenas 4:1.

    No mais, nem irei comentar (de novo) o tal exercício de Dubai, em que o Rafale teria “humilhado” o Typhoon e “esfregado” o F-22… Paciência tem limite…

  64. william 21 de junho de 2010 at 13:46 #

    “Galante”: Willian, vc que usou de ironia quando disse que o Rafale foi testado em combate e elogiado.

    Você que sempre esta baseado em dados….
    Tá de brincadeira em falar isso….
    Estados Unidos que o diga….
    Elogiam sempre as atuações do Rafale…
    Agora….Qual foi o resultado da atuação em combate do Gripen?

  65. william 21 de junho de 2010 at 13:52 #

    Vader,eu ñ to achando agora o link nem tenho tempo para uma busca mais aprofundada…
    Depois eu procuro melhor lá na comunidade “Aviações de combate” lá no orkut….
    Tenho certeza que esta lá…
    Mas o termo HUMILHADO….ESFREGADO……..quem esta digitando é vc.
    Não tente jogar as palavras!

  66. Alexandre Galante 21 de junho de 2010 at 13:54 #

    OK, meu último BVR pra vc hoje: gaste proporcionamente no Gripen o mesmo valor para reduzir a RCS que se gastou no B-2, tire as superfícies verticais em 90 graus e você terá o mesmo. Compensa pagar o preço?

    Se você pegar um F-15 e um F-16 e investir os mesmos recursos em material RAM e redesenho, o F-16 terá sempre RCS menor que o F-15. O mesmo vale para Su-35 e Gripen.

    Tentar reduzir o RCS do Su-35 é como tentar reduzir o RCS de uma jamanta, o tamanho sempre vai atrapalhar, além é claro daquelas duas caudas em 90 graus.

    Por isso nasceu o PAK FA.

  67. william 21 de junho de 2010 at 14:00 #

    E´verdade, tentaram modificar um pouco o RCS do Su-35 mas acho que ñ foi avante…..
    Melhorias essa que ficaram pro Pak Fa

  68. hms_tireless 21 de junho de 2010 at 14:14 #

    william disse:
    21 de junho de 2010 às 12:55
    hms_tireless.
    “O gripen foi testado em guerra?
    O Rafale já….E foi muito bem elogiado.”

    De fato o Rafale foi testado em combate…jogando bombas contra os Talibãs que nem defesa antiaérea tem e, graças a seus “sofisticados” sistemas de pontaria, teve de se fazer acompanhar por um Mirage 2000N que iluminava os alvos….foi bem elogiado? claro, pelo Secrets Defense….

    “O “fabuloso” SPECTRA é fato comprovado.”

    Ah é né? segundo o Secrets Defense ele teria ludibriado os Radares APG-79 dos Super Hornets……é p rir né?

  69. Vader 21 de junho de 2010 at 14:23 #

    Bem pessoal, fico por aqui e retiro-me da discussão. Paciência tem limite, e depois que vi “insider” dizendo que o RCS do Gripen é igual ou maior do que o do Super-Hornet ou da JACA, vi que o dito cidadão está usando e abusando da má-fé. Nada de mais, sendo quem (ou o que) é…

    Abraço aos de boa-fé.

  70. ZE 21 de junho de 2010 at 14:32 #

    Alguma boa alma poderia me dizer em que guerra o Rafale foi testado ??

    Essa eu não sabia !!!

    Rafale testado em guerra ???

    Peraí, o Afeganistão não vale !!!

    Ah, já sei, o Rafale combateu a moderna e enorme Força Aérea dos Taliban (que nem existe !!!).

    Ou será que ele bombardeou alguns alvos SEMPRE COM A AJUDA DE UM MIRAGE OU UM COMANDO EM TERRA para DESIGNAR os ALVOS !!!

    Espero que o Rafale melhore no quesito “deixar de ser cego”. Ele é muito caro para ser cego !!!!

    [ ]s

  71. Vader 21 de junho de 2010 at 14:33 #

    william disse:
    21 de junho de 2010 às 13:52

    William: se você não pode provar uma assertiva dessas não afirme. Como eu disse (e me acho razoavelmente informado sobre o JSF, até por ser um assunto que muito me interessa), JAMAIS ouvi falar em simulação feita pela LM dele contra o Su-35. Nem muito menos em tão singelo resultado (4:1)… Mas claro, posso estar enganado…

    Então, prove ou não afirme. Ou colocarei você no mesmo bolo dos que aqui atuam de má-fé: os “insiders”, que nada sabem além de repetir as balelas que eles colhem aqui e ali, em fóruns tão confiáveis quanto eles próprios.

    E agora me retiro definitivamente do tópico.

    Sds.

  72. william 21 de junho de 2010 at 14:39 #

    O armamento do Rafale é formado pelo moderno e manobrável míssil Mica que tem alcance de 60 km e com total capacidade de combate de curta distancia graças a sua vetoração de empuxo que lhe garante alta agilidade em manobras de curto alcance, quando a queima do combustivel ainda está ativa. Logo, o Rafale, será homologado para disparar o novo míssil Meteor que terá alcance maior que a do míssil Mica (cerca de 100 Km.) e será guiado por radar ativo, sendo capaz, também, de combates a curta distancia. O míssil R-550 Magic 2 também pode ser transportado, mas esse míssil está sendo substituído pelo Mica IR. Para missões Ar Terra, o Apache é a arma que representa a “estrela” desse caça, porque é capaz de atingir o alvo a 140 km, com uma diversidade de ogivas para poder ter mais flexibilidade tatica. Outra arma disponível é o novíssimo míssil AASM cujo alcance pode chegar a 50 km se o lançamento ocorrer a altas altitudes. Com guiagem inercial assistida por GPS/INS o AASM foi idealizado para destruir alvos fortificados como bunkers. O AASM tem um peso unitário de 340 kg podendo ser transportado, como as GBU-12, em cabides triplos no Rafale.
    Só isso eu acho que basta para entender que mesmo com ou sem força aérea afega.. isso já faz um estrago….

    Afeganistão não vale….???
    Então agente tem que torcer para ter mais guerra…
    Já o Gripen N inguem G arante………………….

  73. Guilherme Poggio 21 de junho de 2010 at 14:39 #

    athalyba escreveu:

    Poggio, você pode explicar um pouco mais desse “open source” ??? Ou quais componentes “open source” existem nos aviônicos do Grifo ???

    Claro athalyba,

    Em primeiro lugar é preciso separar as coisas. Eu estava falando sobre software e não sobre aviônicos. Como aviônico podemos entender qualquer dispositivo eletrônico em um avião. Então nós temos o sistema de coleta de dados atmosféricos, o sistema de armas, o radar, o sistema de ECM, RWR e outros.

    Todos estes equipamentos precisam estar integrados e falando a mesma língua. Essa língua é o software. Se você tiver conhecimento dela poderá integrar outros armamentos e outros sensores de diversas origens. Caso contrário ficará na mão do fabricante.

    Este é o ponto central do F-X2 e a FAB não abre mão dele. Ela quer o conhecimento do software para poder fazer o que bem entender com a aeronave.

  74. Francisco AMX 21 de junho de 2010 at 14:45 #

    Nossa… depois criticam o Hornet! porém, ao meu ver, ele foi, senão o único, um dos únicos, a falar sobre os riscos do NG…

    Eu sei que contestar o óbvio não é fácil… mais fácil é ficar se prendendo as hipóteses de NG vs SU-35 vs Rafale vs SH….

    Até estava pensando em escrever tudo que penso sobre os riscos do NG para o Brasil, mas o Hornet já falou quase tudo que penso… só faltou uma análise referenciando as possíveis indústrias nacionais e internacionais que participariam desta “empreitada”… da complexidade disso tudo, da “imaturidade” das nossa empresas… da falta de experiência de trabalho em conjunto.. etc.. etc… além disso faria uma correlação com os problemas do AMX… e o resultado concreto desta “façanha” ….
    mas, agradecendo ao Nunão, Vader e Nich (acho que foi ele) os incentivos, não sei se terei tempo de fazê-lo antes que saia ou se cancele o FX-2… tenho 2 semanas conturbadas pela frente… dia 24/25 e 26 estarei em SP para a Expoprint… e depois vou correr atrás de financiamento par investimentos…

    Sds!

  75. william 21 de junho de 2010 at 14:46 #

    “Vader” Nossa…vc que gosta tanto de relatórios…. e diz estar razoavelmente informado sobre o JSF….putz….
    Não digitei em nenhum momento que o Su-35 é melhor…
    Até pq ñ é….
    Só mostrei um dado que eu vi sim, querendo vc acreditar ou ñ.

    Bye bye

  76. ZE 21 de junho de 2010 at 14:49 #

    Há ainda aquele vídeo onde o oficial da USAF fala que o Su-30 parecia uma árvore de natal.

    O Su-27; seu irmão, o Su-30; e o caçula do grupo, o Su-35 têm um Rcs do tamanho de uma árvore de natal iluminada !!!!

    Esses aviões são ENORMES.

    Por mais que se possa tacar material absorvente nessas coisas enormes, elas jamais terão um rcs tão pequeno quanto o do Gripen NG.

    É impossível !!!

    Quanto aos sistemas do Gripen NG, ouso falar que eles são mais modernos do que os do Rafale.

    É simples: os sistemas do Gripen NG são bem mais novos do que os do Rafale !!!

    Por analogia, podemos pegar o Lei de Moore: “a cada 18 meses, a capacidade de processamento duplica”.

    Essa verdade tem sido provada há mais de 3 décadas !!!!

    [ ]s

  77. curvo 21 de junho de 2010 at 14:50 #

    Caro William

    Com relação ao Rafale com míssil Meteor, tem um post aqui no Poder Aereo :

    Míssil Meteor pronto para o Gripen
    10 de abril de 2010, em Noticiário Internacional, Sistemas de Armas, Tecnologia, por Alexandre Galante

    O grupo Jane’s informou que a Suécia está acelerando os planos para integrar plenamente o míssil MBDA Meteor (na foto acima, sob as asas) no caça Gripen. A rápida disponibilidade do Meteor é vista como uma capacidade chave para os clientes de exportação. Fontes do programa sueco disseram ao Jane’s que muito trabalho de desenvolvimento já foi completado com o Gripen e que o míssil já está funcional com o caça, com uma capacidade de “ir para a guerra” disponível hoje.

    O Meteor é um programa colaborativo europeu entre o Reino Unido, França, Itália, Espanha, Suécia e Alemanha. A arma é planejada para ser o míssil BVR primário de todos os modernos caças europeus: Gripen, Eurofighter e Rafale.

    A Saab se envolveu no programa Meteor no início de 2003, quando a Saab Bofors Dynamics foi contratada para desenvolver e produzir o protótipo do míssil. No mesmo ano, a Saab Aerosystems fechou contrato para a integração do Meteor no Gripen. A Saab portanto tem uma participação chave no programa Meteor.

    O Gripen é o primeiro caça a ter disparado o míssil Meteor. O primeiro lançamento ocorreu em 2006.

    E quanto ao Rafale alguma notícia … ???? huuum acho que não ….

  78. Vader 21 de junho de 2010 at 14:56 #

    william disse:
    21 de junho de 2010 às 14:46

    Repito William: PROVE!

    Ou, parafraseando o Rush: Show Don´t Tell! :)

  79. hms_tireless 21 de junho de 2010 at 14:57 #

    Willian:

    Só para lhe dizer que o MICA é equivalente ao Derby que a FAB já usa no F-5EM e muito inferior ao AMRAAM.

  80. Hornet 21 de junho de 2010 at 15:06 #

    Poggio,

    meu caro, tamanho e forma são importantes sim. Mas não são as únicas coisas que importam, especialmente se o caça não é stealth, desde o projeto.

    Com materiais compostos vc pode tornar o SU-35, como de fato aconteceu, tão ou mais “furtivo” que o NG.

    Com sistemas eletrônicos pode-se “cegar” um radar. Entre outras coisas.

    E não vi nenhum dos entendidos aqui comentar sobre isso. Talvez o desconhecimento não seja só meu, neste sentido seria legal o post que vc propõe, pois sempre que escrevemos algo, aprendemos também.

    abração

    ps. Aguardo o link com o desafio que fiz ao Galante (hehehe).

  81. Francisco AMX 21 de junho de 2010 at 15:07 #

    Caro Galante,estou impressionado e intrigado com vc, já que eras um homem que criticava as “torcidas”… rsrsrss e agora…

    Algum colega falou das capacidades de carga do Rafale aí em cima…vou colocar um link para ele se atualizar:
    mas adiantando o Rafale pode carregar 10 BVRs micas (6 Meteors) + 2 tanques de combustível de 2.000 litros cada! logo nosso amiguinho está equivocado!

    http://oglobo.globo.com/blogs/arquivos_upload/2010/01/351_3040-Rafale-weapon-options.jpg

  82. Francisco AMX 21 de junho de 2010 at 15:11 #

    Tireless… o Derby é um engôdo meu velho!

  83. Ivan 21 de junho de 2010 at 15:13 #

    Lord Vader,

    Há um site australiano, que não me recordo agora, que levantou um cenário futuro em que o Su-35 enfretaria e venceria o F-35.

    Acho que que era um Sith australiano o autor, dedicado ao lado negro da força, mas o conto é mais o menos assim:

    Uma formação australiana de 4 (quatro) F-35 Lightning II, escoltando 4 (quatro) F-18 F SuperHornet em missão de ataque, entra em rota contra 4 (quatro) Sukhoi Su-35 Flanker.
    Os Lightning, usando a furtividade, engaja os Flankers com mísseis BVR AMRAAM, no limite da NEZ. Estes últimos, aeronaves grandes e carregados de contra-medidas ativas de defesa, usam seus recursos eletrônicos para escapar dos mísseis, sucumbindo apenas um Sukhoi.
    Os Su-35 restantes engajam primeiramente os F-35, que haviam revelado sua posição, com uma conbinação de mísseis BVR AHR e IR, tática russa (muito interessante) de usar dois mísseis por avião, sendo o segundo, guiado pelo calor, mortal.
    Com os F-35 abatidos, os Su-35 caem sobre os F-18F indefesos e os abate também.

    A abordagem do tal cavaleiro Sith é baseada na suposição que o ocidente, leia-se os americanu, dedicam muita confiança na furtividade, deixando a dever nas contra-medidas eletrônicas, que os Su-35 SuperFlankers teriam apropriadamente.

    Achei o texto interessante, mas fantasioso demais.

    Primeiro: não é tão fácil escapar de mísseis como AMRAAM AIM 120 disparados dentro da NEZ.
    Só 1 (um) de 4 (quatro) acertaria o alvo?
    É normalmente aceito que quem vê primeiro, atira primeiro e mata primeiro.

    Segundo: os F-35 Lightning II não são dependentes apenas da furtividade, como o site australiano sugeriu neste conto fabuloso.

    Terceiro: os F-18 F, mesmo armados em missão de ataque, levam mísseis BVR e WWR e tem sistemas eletrônicos sofisticados.
    Não creio que seriam abatidos como moscas, mas como Super Vespas, que levam super ferrões, iriam lutar e levar alguns com eles.

    Como exercício de questionamento quanto aos recursos eletrônicos além da furtividade achei a matéria australiana interessante.
    Como projeção da realidade achei muito fraca e tendenciosa.

    Enfim.
    Foi neste conto australiano que o Su-35 venceu o F-35…
    Na terra do faz de conta…

    Abç,
    Ivan, o Antigo.

  84. Francisco AMX 21 de junho de 2010 at 15:14 #

    Amigos parem de acreditar em mágica!

    Se custa muito mais barato é pq não “é” o que deveria ser! simples assim!
    vc até pode achar que te serve, como foi meu caso, quando comprei uma guilhotina chinesa… porém eu nunca vou poder compará-la com uma Polar Alemã! simplesmente isso!
    vc não pode querer achar que os suecos redescobriram a roda! não vai acontecer isso!

    Sds!

  85. Ivan 21 de junho de 2010 at 15:19 #

    Vader,

    Talvez o amigo William tenha lido esta matéria, ou algo parecido, no site australiano… que eu não lembro agora…

    Tenho no meu PC de casa o endereço eletrônico.
    Se quiser, poderei pesquisar à noite, pois agora estou no trabalho…

    Abç,
    Ivan.

  86. Ivan 21 de junho de 2010 at 15:22 #

    Francisco AMX,

    Continuo esperando sua matéria…

    Postar apenas não vale, queremos mais.

    Leve seu notebook para Sampa e escreva a noite (ou de madrugada)… he he he.

    Abç,
    Ivan, o Gripeiro.

  87. Guilherme Poggio 21 de junho de 2010 at 15:27 #

    Fuzila escreveu:

    Interessante você considerar tamanho na mesma escala de importância da forma da aeronave e desconsiderar a importância do material RAM …

    Fuzila, você está coberto de razão sobre a importância do RAM. Deve ser colocado como um dos itens principais para tornar uma aeronave furtiva.

    Só não esqueça que RAM geralmente são mais eficientes com uma determinada frequência de radar. Mudanças na frequência do radar e a aeronave perde parte da sua furtividade.

    Mas é isso aí. Uma aeronave só pode ser considerada furtiva e apresentar um conjunto de elementos balanceados.

  88. Nunão 21 de junho de 2010 at 15:28 #

    Ivan,

    Há uma referência a isso em post aqui do Aéreo:

    http://www.aereo.jor.br/2008/09/16/f-35-perde-para-o-su-35-em-combates-simulados-na-australia/

  89. Ivan 21 de junho de 2010 at 15:34 #

    Francisco AMX disse:
    21 de junho de 2010 às 15:07

    “…mas adiantando o Rafale pode carregar 10 BVRs micas (6 Meteors) + 2 tanques de combustível de 2.000 litros cada! logo nosso amiguinho está equivocado!”

    Chicão,

    Pelo desenho que vc linkou só dá para levar 5 (cinco) Meteor, um no cabide central, dois nas laterais da fuselagem e dois nas asas.

    Já com MICA o Rafale pode levar os 10 (dez) mísseis que falou.

    Entretanto, o Gripen NG pode levar “apenas” 8 (oito) mísseis, sendo 6 (seis) Meteor ou AMRAAM e 2 (dois) IrisT, Sidewinder, A Darter ou ASRAAM nas pontas das asas.

    Mas será que estas aeronaves iriam decolar com todos estes mísseis?

    Creio que não.

    Abç,
    Ivan.

  90. william 21 de junho de 2010 at 15:35 #

    O vader voltou….rss

    “curvo” Eu sei que esse exelente missil tbm equipara o Gripen….
    Tomara que qualquer que seja a escolha venha esse missil…

    “hms_tireless” Tbm não me agrada, uma vez que até a estocagem do Mica é dificil…

    “Ivan” Não foi esse site ñ….Quando chegar em casa vou tentar encontrar nos historicos…

  91. Ivan 21 de junho de 2010 at 15:37 #

    Nunão disse:
    21 de junho de 2010 às 15:28

    Nunão,

    Me desculpe, eu só lembrei do conto australiano…

    Abç,
    Ivan.

  92. athalyba 21 de junho de 2010 at 15:38 #

    Poggio,

    Sim sim, eu sabia o que era um aviônico, mas agradeço mesmo assim a sua objetividade ao explicar a diferença. Minha pergunta deveria ser pensada a partir da resposta dos opositores do Grifo: turbinas e sistemas integrados como objeto de ToT indispensáveis e inalcançáveis na atual proposta sueca.

    Turbina, por eqto, não tem o que fazer: é ianque, com todos seus prós e contras. Ponto final. (não vale comparar com as turbinas para uso civil)

    Mas o software que “cola” todos os subsistemas, é esse que vc cita como “open source” ??? Lembro de um gráfico do NG BR que mostrava um monte de bandeiras da Brasil, da Suécia, umas indefinidas representando liberdade de escolha de fornecedor e apenas uma dos EUA (a turbina).

    Não conheço a fdo todas as implicações do software que a faz “liga” entre todos os subsistemas, mas se o pleno domínio desse software nos permite integrar e exportar armamentos de *qualquer* procedencia e exportá-los para quem quisermos, é lícito dizer que a *única* tecnologia a emperrar o Grifo BR é a turbina ??? Sim ou não ???

  93. grifo 21 de junho de 2010 at 15:41 #

    é lícito dizer que a *única* tecnologia a emperrar o Grifo BR é a turbina ??? Sim ou não ???

    Caro Athalyba, nenhum concorrente vai transferir tecnologia de fabricação dos motores no Brasil. As propostas são todas iguais neste ponto, por isso não sei como isto “emperraria” o Gripen.

  94. Nick 21 de junho de 2010 at 15:45 #

    Para quem tem dúvidas sobre o rcs do Gripen , segue um link:

    http://forum.keypublishing.co.uk/showpost.php?p=1321013&postcount=1

    Com certeza, com a aplicações de materiais compositos e outros items esse índice pode ser menor no NG, mas não tenho nenhuma informação sobre isso.

    Se aplicação de materiais RAM e uso de sistemas de EW fossem suficientes, para obter altos níveis de furtividade, não haveria necessidade dos Europeus, Dassault e SAAB inclusos pesquisarem forma e tamanho no seu demonstrador de tecnologia NEURON. Da mesma forma, não haveria necessidade dos russos desenvolverem o T-50, que é basicamente um SU-35 com um airframe orientado para a furtividade.

    Com relação ao SU-35 as estimativas do seu rcs giram em torno de 0,5-0,75 m2 , que é de fato uma grande redução (se comprovado) em relação à um SU-30 que dizem ser de 6m2.

    O Rafale dizem possuir um rcs de 1/10 de um Mirage 2000 que indica ser esse algo em torno de 0,33m2

    De uma maneira geral os caças considerados de 4.5ª geração são LO que tem seus rcs entre 0.1m2 e 1m2 . 0.1m2 é equivalente à um missil cruise. Deve ser lembrado também que dependendo do uso de tanques, pods, bombas e mísseis esse rcs normalmente são maiores.

    Maior furtividade a partir disso somente com um shape realmente furtivo, como o do F–22 ou F-35. Onde praticamente todas as aberturas tem um tratamento furtivo.
    O F-35 possui um rcs de 0,0015m2 (VLO) , para efeito de comparação.

    []‘s

  95. Nunão 21 de junho de 2010 at 15:57 #

    “Ivan disse: 21 de junho de 2010 às 15:37 ”

    Ivan, nada a ver seu pedido de desculpas…

    O link é pra ajudar, complementar, não para contrapor o seu “conto do australiano”, de resto, bem mais detalhado que o link do post aqui do Aéreo.

    Saudações!
    Nunão

  96. DrCockroach 21 de junho de 2010 at 16:14 #

    Jah estamos nos aproximando do comentario de n. 100 sobre os riscos do Gripen NG, gostaria entao de sugerir mais uma materia ao Blog (alem dos beneficios da fabricacao de um prototipo do Gripen no Brasil,a contra-partida do “risco” do desenvolvimento eh a “oportunidade” criada);

    - Uma materia sobre os “precedentes” franceses em termos de cumprir contratos e custos de manutencao! Que tal o pos-venda da Dassault?

    Obrigado! :)

    []s!

    P.S.: O Lobim alguma vez fez algum reparo (nem irei falar das avacalhacoes publicas) a Dassault? Ele falou dos famosos “precedentes”?

  97. Vader 21 de junho de 2010 at 16:20 #

    Ivan disse:
    21 de junho de 2010 às 15:13

    Ivan: o William disse em seu primeiro coment que foi a Lockheed-Martin que fez a simulação de combate entre o F-35 e o Su-35, na qual o primeiro vencia o segundo por “apenas” 4:1. DISSE, MAS NÃO PROVOU!

    O link do Nunão (set/2008) diz que a oposição australiana acusa o governo de ter realizado simulações em que o F-35 perderia reiteradamente para o Su-35. Bem, de lá para cá já lá se vão quase dois anos, e parece que a oposição aquietou-se. Porque será? Desistiu? Ou teria sido confrontada com a realidade?

    Enfim, quero apenas e tão somente que o tal William, que estranhamente nunca vi mais gordo por essas bandas, me PROVE a afirmação que ele fez. Senão vou tê-lo à conta de mais um desses falsos “insiders” que pululam aqui quando o assunto é FX2, falando asneiras, bravatarias e fazendo “contra-lobby” da JACA.

    Abs.

  98. Ivan 21 de junho de 2010 at 16:39 #

    Vader,

    Vamos esperar o William escrever mais vezes, pois dificilmente vc o verá… ou a mim… ou a maioria dos amigos virtuais.

    (Bem, talvez no futuro churrasco do Xico AMX)

    Acredito na boa fé e de boa fé que as posições do William são autenticas.

    Espero contar com ele para este e outros debates.

    Abç,
    Ivan.

  99. Guilherme Poggio 21 de junho de 2010 at 16:46 #

    athalyba escreveu:

    é lícito dizer que a *única* tecnologia a emperrar o Grifo BR é a turbina ??? Sim ou não ???

    Acredito que em relação ao motor o Grifo já respondeu. A FAB não exige a tecnologia do motor, mas sim a manutenção dele em território nacional.

    Sobre “emperrar” eu diria que nós não fabricamos caças no Brasil, então qualquer caça que comprarmos no exterior criaremos uma dependência deste ou daquele país de alguma forma.

    Veja o caso do AMX. A Itália bateu o pé por um motor que não fosse “made in USA” para não ter problemas de embargos. Um dos primeiros prováveis clientes era exatamente a Argentina, que não pôde comprar o caça porque tinha motor inglês.

    Só existem dois países que escapam do “emperrar”: Rússia e EUA. O resto, todo mundo depende deste ou daquele.

  100. william 21 de junho de 2010 at 18:16 #

    “Vader” que bom te ver…..
    Eu aconpanho o poder aéreo já alguns anos, mas nunca postei nada….
    Só acompanhava as informações…como eu faço em diversos outros site.
    Provavelmente o mesmo site que eu li, foi o mesmo usado pelo poder aéreo para ser noticiado aqui…
    como o nunão postou:

    Nunão disse:
    21 de junho de 2010 às 15:28

    Há uma referência a isso em post aqui do Aéreo:

    http://www.aereo.jor.br/2008/09/16/f-35-perde-para-o-su-35-em-combates-simulados-na-australia/

    Agora se vc tá com raivinha por ter debatido com alguem que vc nunca viu mais gordo…….ai eu ñ posso fazer mais nada….
    A noticia esta ai.
    Já foi postada até mesmo aqui no poder aéreo…
    Tá bom assim ou vc quer um memorando….
    Não trabalho para nenhuma dessas empresas finalistas, estou apenas comentando aqui….
    e nem ganho nada com isso…
    Então não adiantar vc querer dar uma crize….ok

    Pode ficar tranquilo….
    Você me vera mais vezes aqui!
    Um grande abraço “Vader”

  101. william 21 de junho de 2010 at 18:18 #

    Fique tranquilo que eu tbm prefiro o F-35 a su-35 :)

  102. Vader 21 de junho de 2010 at 20:45 #

    william disse:
    21 de junho de 2010 às 18:16

    Amigo, vamos lá então, com paciência jobiana. Vamos ler seu primeiro comentário? Então vamos lá:

    william disse: 21 de junho de 2010 às 11:52 A Lockheed Martin simulou seu F-35 contra o Su-35BM em 2008. O resultado foi 4 X 1 em favor do F-35. Agora me digam se o F-35, que e um caca de quinta geracao, fez 4 X1, porque o Gripen NG faria 6 X 1. Mistérios da JABULANiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

    Você afirmou que a Lockheed-Martin conduziu simulações entre o F-35 e o Su-35 e que, em tais simulações, o F-35 teria vencido o Su-35 por modestos 4:1.

    Concorda? Ou o senhor não reconhece mais o que escreveu?

    Bem, aí eu repito minhas perguntas:

    1. Você provou que a LM conduziu simulações entre o F-35 e o Su-35?????????????

    2. Você provou que em tais simulações o F-35 “venceu” o Su-35 por modestos 4:1????????????

    PROVOU????????

    Não, não provou!

    E nem alegue que o link enviado pelo Editor Nunão diz respeito ao tema, pois basta clicar nele e, em sabendo ler, verifica-se que não diz respeito ao fato alegado por V. Sa. Ao contrário, trata-se de mera fuleragem da oposição australiana, que nada tem a ver com a LM e que, repito, de lá para cá tem aparentemente ficado bem quietinha? Porque será?

    Sabe porque o senhor não provou????????? Porque o senhor está MENTINDO! Ou melhor dizendo, como afirmaria uma certa rafalechete: está fazendo “contra-lobby” (eufemismo para lobby, só que quando é feito pela Dassault).

    Tudo bem, seja bem vindo ao time dos que desinformam ao invés de informar. Dos que distorcem verdades, espalham mentiras e meias-verdades, para que os leigos se-lhes acreditem. Bem vindo ao time dos “insiders” que nada sabem. Enfim, sê bem vindo às Brigadas dos Mártires de Al-Rafah!

    Quanto a ficar nervoso com o cidadão, ahaha, amigo, não se dê tanto valor, porque elogio em boca própria é vitupério! Pô, você acaba de embarcar no “avinhaunzinhu” e já quer sentar na janelinha?

    Ora parceiro, pegue uma senha e entre na fila, pois muitos, muito melhores e mais eloquentes que você, já tentaram me enervar e não lograram êxito, rsrsrs… :)

    Saudações e volte sempre.

  103. Justin Case 21 de junho de 2010 at 22:47 #

    Amigos,

    O Gripen é o avião que está em primeiro plano na foto.
    Comparem o tamanho dos caças.
    http://img51.imageshack.us/img51/5931/linhatiger.jpg
    Abraço,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  104. Hornet 21 de junho de 2010 at 23:36 #

    aproveitando a deixa do Justin (assunto foto)…será que o Gripen NG conseguiria tirar esta foto?

    http://img641.imageshack.us/img641/7910/capture1kb.jpg

    O OSF do Rafale consegue. Mais uma pra coleção.

    abraços a todos

  105. Hornet 21 de junho de 2010 at 23:40 #

    para maiores detalhes sobre a foto acima, quem quiser ver este link abaixo tem toda a matéria no meio da página (aproximadamente – é só ir baixando o cursor):

    http://www.defenceforum.in/forum/showthread.php/8975-MRCA-news-and-dicussions-Part-III/page57

    abraços a todos

  106. Ivan 22 de junho de 2010 at 0:07 #

    Outro avião que pode fazer fotos semelhante é o T-38 Talon, quando estiver em treinamento com os F-22 Raptors e aproveitar para tirar uma foto na paquera…

    Fala sério, o Rafale ou qualquer outra aeronave de 4ª Geração, ou 4.5, ou 4.5 +++, ou até 4.5 plus não encara um F-22 em um combate real.
    Penso que não dá nem para o simulado.

    A impressão que tenho é que o francês aproveitou a preparação (e a desatenção) para tirar algumas fotos para recordação… e manipulação do marketing…

    Enfim, nada que um T-38 Talon não faça…

    Ivan.

  107. Hornet 22 de junho de 2010 at 0:20 #

    Ivan,

    não sei se é bem isso, tal como vc coloca…vc chegou a ler o texto?

    abração bro!

  108. Hornet 22 de junho de 2010 at 0:26 #

    e em tempo: ninguém está falando em combate real. Foi um treinamento. aquele ocorrido no Oriente Médio e que pairou certas dúvidas se o F-22 tinha ido mesmo. taí a prova. Ele foi e treinou com o Rafale.

    E o resultado do “treino” foi aquele divulgado, tanto em relação ao F-22 quanto ao Typhoon.

    Claro que treino é treino e jogo é jogo, mas ao menos o Rafale treina bem.

    Quando e se o NG existir e puder treinar, vamos ver como ele se sai.

    abração

  109. Hornet 22 de junho de 2010 at 0:43 #

    em tempo II: o SH também tirou fotos semelhantes do F-22 em treinamentos. o Blog até publicou e foi um rebuuliço na época (claro, era o SH, então a foto não era de marketing…hehehe)

    Vamos agora aguardar a foto do F-22 tirada pelo Gripen NG. Pois de marketing a SAAB entende.

    abração de novo

  110. william 22 de junho de 2010 at 1:50 #

    ola vader…
    Voltou?rs
    Não encontrei o link comentado,
    nem tenho tempo bastante para procurar isso e nem tenho idade para entrar na net
    e ficar mentindo para pessoas que nem ao menos eu conheço.
    Tenho casa, filhos e mulher para cuidar.
    Mas ñ c inrite ñ.
    Pelo visto você é um grande entendido sobre oposição australiana.
    Tenho certeza que você tem bons conhecimentos daquele pais.
    Eu já estou a MUITO tempo nesse aviãozinho.
    Um abraço meu querido.

  111. william 22 de junho de 2010 at 1:52 #

    Um abraço leandro!

  112. grifo 22 de junho de 2010 at 3:11 #

    Fala sério, o Rafale ou qualquer outra aeronave de 4ª Geração, ou 4.5, ou 4.5 +++, ou até 4.5 plus não encara um F-22 em um combate real. Penso que não dá nem para o simulado.

    Caro Ivan, o F-22 foi feito primariamente para combate BVR, cenário onde usa o melhor radar e os melhores mísseis existentes, e tem como um dos seus principais recursos de “survivability” o fato de ser VLO.

    Pois bem, os americanos abriram mão destas duas vantagens, e ainda assim o F-22 se mostrou superior ao Rafale. Precisa dizer mais alguma coisa? Em um cenário real de guerra, seria o “Great Marianas Turkey Shoot” na versão FOX 3.

    E tome Photoshop…

  113. Vader 22 de junho de 2010 at 8:03 #

    Justin Case disse:
    21 de junho de 2010 às 22:47

    “Amigos, O Gripen é o avião que está em primeiro plano na foto.
    Comparem o tamanho dos caças.”

    Caro Justin, tamanho não é documento quando se fala em caças, pelo contrário: quanto mais pequeno, mais mortal. John Boyd provou isso nos anos 70. Pesquise aqui mesmo no Aéreo.

    Sds.

  114. Vader 22 de junho de 2010 at 8:07 #

    Ivan disse:
    22 de junho de 2010 às 0:07

    Ivan, perceba a atitude evasiva do F-22! :)

    Perceba como o piloto está aparentemente desesperado para fugir da poderosa JACA! :)

    Perceba como ele quase quebra seus braços ao puxar o manche! :)

    Veja seus afterburner ligados no máximo! :)

    Perceba como ele deveria estar no mínimo a 9 G´s! :)

    Fala sério, francamente, tem cabra que viaja na maionese…

    Sds.

  115. Nick 22 de junho de 2010 at 8:49 #

    Tirar fotos em exercícios é um bom uso para o OSF…mas nada hora da necessidade real precisam apelar para binóculos…. ;) hehehehe

    Como o Grifo bem destacou, os caças de 5ª geração buscam o combate na arena BVR. Me lembro de uma primeiras matérias sobre o F-22 , com a seguinte frase: First to View, First to Shoot, First to Kill. Sinceramente, em um exercício onde o F-22 use todas suas capacidades só existe internamente, entre combates F-15 x F-22 ou F-18 x F22. Os resultados relatados apontam para uma superioridade impressionante.

    O Rafale, para mim é um excelente caça para a arena WVR, com seu MICA(O) de alcance limitado e sistema OSF. A questão é se em um combate real haveria uma batalha na arena WVR contra um caça de 5ª geração.

    []‘s

  116. Ivan 22 de junho de 2010 at 9:45 #

    Gostaria muito de uma aula do Bosco acerca do desenvolvimento dos IRST, mas o amigo está dando um tempo do AEREO.
    Uma grande perda, que espero temporária.

    Mas o que raios é um IRST?

    IRST são as iniciais em inglês de Infrare Search and Track, que teria a seguinte tradução para o português: Sistemas de Busca e Rastreio Infra-Vermelho.
    É um sensor passivo, que usa a fonte de calor emitida pelo alvo para gerar imagem.
    Esta imagem é convertida em informação e poderá se usada para designar um alvo para os sistemas de armas do veículo que o usa, ou, por datalink, alimentar os sistemas de armas de outra plataforma.
    Evidentemente estas plataformas podem ser aviões de combate, helicópteros, navios ou até blindados.

    Há diversos IRST em uso e em desenvolvimento, dos EUA à Russia, passando pela Europa.

    Na Europa, especificamente, há 3 (três) destacados equipamentos, mas que bebem na mesma fonte.

    PIRATE:
    http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/irst.html
    “Os projetos de IRST europeus, fora os sistemas russos, foram liderados pelo consórcio EUROFIRST liderado pela Thales Optronics do Reino Unido (ex Pilkington-Thorn Optronics), FIAR (Itália) e TECNOBIT (Espanha). A equipe está desenvolvendo o IRST PIRATE (Passive Infra-Red Airborne Track Equipment) como complemento do radar do Eurofighter Typhoon, através de um contrato assinado em 1992. A Thales é responsável pela autoridade técnica e software, a FIAR é responsável pelo gerenciamento do programa e contrados além da integração e qualificação e a Tecnobit é responsável pelo apoio logístico.”

    OSF:
    http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/irst2.html
    “O segundo maior desenvolvimento de IRST europeu está sendo feito na França, que pretende equipar o caça Dassault Rafale com um sistema de busca e rastreio visual e infravermelho, chamado Optronique Secteur Frontal (OSF). O OSF é o resultado de seis anos de colaboração entre a Thales (ex Thomson-CSF Optronique) e a SAGEM-SAT com apoio do ministério de defesa da França (DGA). O OSF representa um sistema principal do sistema de navegação e ataque (SNA, Systeme de Navigation et d’Attaque), junto com o sistema de contramedidas SPECTRA e o radar RBE2.”

    IR-OTIS
    IR-OTIS
    http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/irst2.html
    “Um terceiro desenvolvimento europeu está sendo feito pela Saab Dynamicas na Suécia. O sistema IR-OTIS foi baseado em um sensor de TV/quase IR testado no JA-37 em 1993-94 e está planejado para ser instalado no JAS-39 Gripen após o ano 2000. O IR-OTIS pode operar como IRST com um grande FOV, ou como FLIR com um FOV estreito. Ele aprimora a consciência da situação de dia e à noite e mostra dados para o disparo de armas para o sistema de controle de tiro da aeronave. Também pode ser usado para ataque ao solo e reconhecimento.”
    “O sistema é capaz de realizar busca passiva e contra alvos furtivos. É usado no caso do radar estar sendo interferido, sendo capaz de rastrear alvos múltiplos.”
    “O IR-OTIS será apontado pela mira no capacete do piloto e pelo radar, ou de fontes externas via data link como radar no solo e outro caça. O sistema também terá um programa de busca autônoma e funções de rastreio.”

    IRST é, sem dúvida, um importante sensor, diria que essencial para qualquer vetor moderno, mas não é a panacéia do combate aéreo, e, muito menos é ítem exclusivo deste ou daquele fabricante.

    Só para lembrar. Os russos já exergam seu valor a muito tempo e a US Navy utilizava algo semelhante nos seus saudosos TomCat.

    Abç,
    Ivan.

  117. Marcos 22 de junho de 2010 at 9:46 #

    Caros Editores

    Não haia uma data limite para que se registrasem e usassem o Gravatar Obrigatoriamente?

    Sds

  118. Ivan 22 de junho de 2010 at 9:49 #

    Justin Case disse:
    21 de junho de 2010 às 22:47

    “Comparem o tamanho dos caças.”

    Justin,

    Em face do desvio do debate para o uso do IRST, terminamos por não debater adequadamente a questão do tamanho dos caças.

    Infelizmente não poderei mergulhar neste assunto agora, em face de demandas do trabalho, mas oportunamente voltaremos a conversar.

    Abç,
    Ivan.

  119. Marcos 22 de junho de 2010 at 10:24 #

    Caro William

    RaFAIl, usado em combate?
    Elogiado pelos os EUA?
    Que ele é Superior ao SU-35?
    RaFAIL Superior aos Tyhoons 7×1?
    RaFAIL Superior Tecnologicamente ao Gripen?
    Outra coisa a Dassault falando mal de seu Magnifico Vetor?
    Comparado ao F-22?

    Gostaria de ser como o Ze e explicar tudo no seus minimos detalhes mas não tenho paciencia e nem saco para isso.
    RAFAIL usado para combate é pura e simples sacanagem né?

    Elogiado logo por quem? Logo os caras que perguntaram como isso voa (Só para começar) esses motores são a pior porcaria inventada a propia Dassault fez um comunicado em que afirma que desenvolvera outros motores para um possivel compra pelos Emirados Arabes (Outra Mentira, a Dassault não tem dinheiro para tal)

    Ele superior ao SU-35, só mesmo a Dassault para afirmar isso.
    Cara ele superior ao Typhoon, logo este que foi concebido para a suprioridade aérea, perder para quem RAFAIL e de 7×1? Sem comentario.

    O RAFAIL já é tecnologicamente inferior ao gripen, e daqui no maximo de 5 anos será Caduco.
    Outra a Dassault falar bem de outro vetor a não ser o seu, é pedir demais voce não acha?
    Comparar ele a algum caça já é dificil, (pois ele é PESSIMO), e logo ao F-22, nem de bricadeira.

    Esta coisa horrivel, nunca ganhou nehuma concorrencia séria, e nem vai, a não ser na Republica das Bananas (Aqui BR).
    O que pesa contra ele não só sua manutenção é particamente tudo, tanto é que niguem quer, nem de graça, por que de graça ele é CARO.

    Sds

  120. ZE 22 de junho de 2010 at 11:59 #

    Alexandre Galante disse:
    21 de junho de 2010 às 12:59

    “O “fabuloso” SPECTRA nada mais é que você pegar um RWR, um MAWS, LAR e ECM e integrá-los, com um nome bonitinho. Nada demais”.

    Perfeito, Galante !!!

    Eu já tinha dito isso antes aqui no Blog.

    Esse tal de SPECTRA é apenas uma jogada de Marketing, e nada mais.

    Aliás, como o Gripen NG vai embarcar o que mais de novo há em tecnologia.

    Como o método de upgrade usado pelos franceses é diferente, e na minha opinião, inferior ao método progressivo usado pelos suecos (já postado por mim neste blog).

    Como, portanto, os upgrades nos Rafale são muito espaçados, creio que o SPECTRA deve estar bem caduco (no que pese matérias falando que esse sistema não funciona tão bem como deveria. E no que pese também um recente upgrade PARCIAL do mesmo).

    É, os franceses são BEM MELHORES do que os suecos: EM MARKETING !!!!

    [ ]S

  121. william 22 de junho de 2010 at 13:57 #

    RaFAIl, usado em combate- sim
    Elogiado pelos os EUA -sim
    Que ele é Superior ao SU-35 -dependendo de diversos fatores
    RaFAIL Superior aos Tyhoons no simulado realizado 7×1-sim
    RaFAIL Superior Tecnologicamente ao Gripen-sim -sim -sim

    Em nenhum momento falei que o ralale era melhor que o f22, f35,tyhoons.
    Até pq não são.
    Inclusive o meu preferido saiu..que era o tyhoons.
    Um abate pode ser de aportunidade….erro do adversário…..manutenção ruim…..diversos fatores…..
    Não me venham com super trunfo!

  122. Marcos 22 de junho de 2010 at 14:22 #

    Há algun site ou coisa parecida que possamos ver?
    RaFail em combate, elogiado pelos EUA, superior aos Typhoons e Tecnologicamenete a frente do Gripen?

  123. curvo 22 de junho de 2010 at 15:24 #

    Complementando o Marcos, William só não pode ser velho, tem de ser de menos de um ano para cá, dá para ser ou tá díficil ?????
    Isto vale para os seguidores de Al Rafah heheheheheheh

  124. william 22 de junho de 2010 at 18:36 #

    Rafale, um caça cujo desempenho no Afeganistão vem sendo elogiado….
    http://www.defesanet.com.br/fx2/fsp_02out08.htm

    Atuando no cenario de guerra.
    http://www.youtube.com/watch?v=Xe3m-cmyhNE

    Rafale superior ao Gripen!

    Representantes da SAAB dizem que o Gripen custa a metade do valor do Rafale. Causa estranheza esta afirmação, uma vez que o valor do Rafale não é de conhecimento público. Mais do que isso, não é correto comparar valores de caças de classes diferentes.

    Ainda assim, é possível fazer algumas ponderações que colocam por terra esta afirmação da empresa sueca:

    - O Gripen é um monomotor da classe do Mirage 2000, portanto de classe diferente do Rafale, seu sucessor. O Rafale é um bimotor, que traz mais segurança e capacidade operacional superior.

    - A depender da missão, são necessários dois Mirage 2000 para executar a missão de um Rafale, conforme experiência da Força Aérea Francesa. Então, para ter o mesmo poder aéreo, o comprador deveria adquirir o dobro de caças desta classe.

    - E o mais importante: em função de estar em fase inicial de projeto (é apenas um demonstrador de conceito), o custo final do desenvolvimento do Gripen NG é totalmente desconhecido, podendo se tornar um verdadeiro “saco sem fundo”. Alguns países que fecharam negócios semelhantes no passado acabaram por desistir do projeto após centenas de milhões de dólares de investimento, como ocorreu com o Japão e Israel com aeronaves que incorporavam tecnologias dos próprios países e norte-americanas.

    Noruega e Dinamarca, nações economicamente sólidas e parceiras históricas da Suécia, não quiseram assumir o risco financeiro do projeto do Gripen NG. Além do risco de custo, existe risco elevado quanto ao prazo de entrega. No caso do Rafale, o custo de produção está estabilizado. Não há risco quanto ao custo e prazo.

    Sobre mercado de aeronaves de combate, concorrentes e críticos dizem que o Rafale nunca foi vendido ao exterior. É preciso ressaltar que não se vende uma aeronave de combate antes que esteja em operação na Força Aérea do país de origem. Como o Rafale entrou em operação em 2006 na Força Aérea Francesa, o consórcio Rafale leva em conta efetivamente as concorrências após este período e reafirma a certeza de que o Rafale será um produto de sucesso, a exemplo de todos os caças desenvolvidos pela Dassault, entre eles os Mirage.

    O Rafale venceu tecnicamente algumas concorrências, como no caso da Coréia do Sul, quando os Estados Unidos pressionaram os sul-coreanos para que optassem por um caça norte-americano, considerando o alinhamento das posições em relação à Coréia do Norte. A decisão foi tomada por razões estratégicas.

    O consórcio Rafale International já em fase de formatação de contrato nos Emirados Árabes Unidos. Na Índia o Rafale está em fase de testes. O Rafale está também na concorrência da Suíça. Outros países como Qatar, Kuwait e Malásia manifestaram interesse pelo Rafale.

    Sobre a origem de componentes e tecnologias: todas as tecnologias do Rafale são 100% francesas e o consórcio Rafale International não precisa de autorização de nenhum país para comercializá-las.

    É necessário esclarecer que componentes não são a mesma coisa que tecnologias. No caso de componentes, são mais de 100 mil em um caça. Há sim componentes de outros países no Rafale, como também nos outros dois concorrentes; no caso do Rafale, eles foram selecionados por razões econômicas e todos podem ser substituídos.

    É importante salientar que uma parte do Gripen é norte-americana, em especial a sua turbina, como os próprios suecos gostam de ressaltar em sua publicidade em outras concorrências pelo mundo, o que talvez explique a campanha em conjunto que SAAB e Boeing fazem contra o Rafale.

    Sobre transferência de tecnologia, o consórcio Rafale International reforça o que a proposta do Rafale prevê transferência irrestrita e já aprovada de tecnologia, inclusive as críticas, ao Brasil. O programa de cooperação industrial da proposta francesa é bem fundamentado, com acordos assinados com 39 empresas para 68 projetos e parcerias com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e o ITA.

    Seguindo a legislação francesa, a autorização de transferência de tecnologia foi concedida pelo poder executivo francês antes do Rafale entrar na disputa e não depende mais de nenhuma nova autorização, ao contrário dos EUA, onde há a necessidade de aprovação pelo poder legislativo norte-americano. A autorização do Congresso dos EUA que vem sendo divulgada é uma pré-autorização, que ainda será revista, podendo haver vetos, por ocasião das revisões periódicas, como aconteceu na venda dos mísseis do F-16 ao Chile. Não há conhecimento sobre como as restrições norte-americanas podem afetar a transferência de tecnologia do Gripen.

    Vale ressaltar, que nesse projeto específico, devido à parceria estratégica existente entre o Brasil e a França, a oferta do Rafale incorpora uma transferência de tecnologia crítica em uma dimensão inédita.

    As seis primeiras aeronaves deverão ser construídas na França, com participação brasileira, para garantir aprendizado à indústria e entrega rápida dos primeiros caças à FAB. Os demais 30 caças serão montados no Brasil, com a produção de peças sendo transferida gradativamente à indústria brasileira, chegando a 50% na trigésima sexta aeronave e com certeza de aumentar caso o Brasil amplie o programa.

    O consórcio do Rafale destaca, ainda, o elemento mais importante associado à proposta francesa: é a única que dá garantia de compra de no mínimo 10 unidades da aeronave KC-390, da Embraer, a maior já desenvolvida no Brasil, em compromisso já firmado pelo Governo Francês. Além disso, o consórcio Rafale International se compromete a ser parceiro para desenvolver o KC-390 junto com a Embraer, transferindo ainda outras tecnologias críticas. A parceria contribuirá significativamente para o sucesso desse projeto e geração adicional de empregos.

    http://www.defesanet.com.br/09_11/091113_003.htm

    A participação neste importante exercício internacional foi muito importante para a França, que claramente assinalou com um bom desempenho a sua participação aferindo superioridade frente as máquinas mais modernas disponíveis no inventário ocidental. Ponto positivo para a Dassault uma vez que a disponibilidade operacional do Rafale teria sido “exemplar” Eles foram capazes de participar nos exercícios de duas patrulhas de quatro aviões por dia a partir da base de Al Dhafra sem restrições e sem interrupções.

    O Exercício:
    O exercício reunia uma formidável miscelânea de máquinas e homens que iam desde F-16 C / D Block 60 e Mirage 2000-9 (EAU, ambos considerados as melhores de suas respectivas famílias), F-16 MLU (Jordânia), F-7 [uma versão modernizada do MiG-21] (Paquistão ) Typhoon [Eurofighter] (Reino Unido) F-16 e F-22 (E.U.A.). As forças auxiliares contavam ainda com a paeronaves E3 AWACS e aeronaves reabastecedoras. O exercício é importante para simular ataques a aeronaves de quarenta anos, em “missões realistas representar um conflito de alta intensidade“. O equipamento deve enfrentar uma contraposição ar e terra-ar
    O Rafale teria ainda detectado emissões provenientes de vários pontos no solo coisa que os F-16 da USAF, o principal destacado para isto não o conseguiu, marcando ponto no quesito Guerra Eletrônica. Um Rafale teria conseguido o feito de poder disparar uma rajada simulada de 6 armas ar-terra (A2SM) em seis alvos distintos à uma distância de 20 a 40 km e em seguida procedeu um combate ar-ar, disparando três mísseis ar-ar Mica, tudo isto no curto espaço de 60 segundos, confirmando a versatilidade e a capacidade omnirole do vetor.

    Ar-Ar

    No cenário ar-ar, o Rafale deu mais provas de sua superioridade frente aos Typhoon britânicos, aeronaves muitas vezes consideradas superiores e uma das máquinas mais poderosas presentes no exercício. Nos confrontos 4 contra 4 os rafales levaram a vantagem em 7 x 1.

    site Secret Defenses

  125. william 22 de junho de 2010 at 18:46 #

    C o link ñ pegar…tem outro video aqui do Rafale na guerra

    Rafales em Operação no Afeganistão!
    http://www.youtube.com/watch?v=EbCqlPkoUR0&feature=related

    Ou

    Rafale in Afghanistan!

  126. Francisco AMX 22 de junho de 2010 at 19:18 #

    Galante, faltou integrar ao SPECTRA o OSF, todos os sensores espalhados pelo avião, cobrindo 360g do mesmo, asa, fuselagem…. os sistemas opticos e IRs da deriva… o próprio ESPECTRA existe, fisicamente sim!
    vou dar um exemplo para vs entenderem melhor:
    Uma impressora digital de produção pode imprimir direto do PC usando apenas a interface do mesmo, porém as melhores usam sistemas que integram melhor tudo isso! existe marcas consagradas como a EFI com seu Firy… ele é uma CPU com processamento extra, software específico que junta todo o processo num só “vetor” e o resultado é sem par! o desempenho muda drásticamente… logo um caça que conta com um hardware como o SPECTRA terá vantagens em processamento de informação! outro segredo é o software! que não é simples como pensa o Galante! integrar e bem é muito complicado!… mas um dia os amigos vão entender melhor… quando nossos F-3 estiverem voando! menos o Galante que será proibido, pois é o único que vive “metido” nas BAs da vida rsrsrsrs, de chegar perto do rafale! huauhauhauhauh

    Sds!

    Amigos, a verdade doi eu sei… mas torçam para um dia o NG ter metade da capacidade de MW do Rafale F-3! vai que a SAAB consiga!

  127. Curvo 22 de junho de 2010 at 19:47 #

    Caro William

    Argumentos já passados e repassados, discutidos e re-re-discutidos, eu pedi algo novo, você tem ????

    Argumentos passados, não demovem vontades novas … (hehehehehe)

  128. Paulo Andrade 22 de junho de 2010 at 20:15 #

    Discutir os riscos do projeto NG até agora nada…

    As torcidas continuam indo à loucura com seus cantos de guerra.

    Acho que haveria mais espaços para discussões produtivas se ambos os lados quisessem.

    Eu, particularmente, gostaria de entender pq algumas vezes o Gripen NG é apontado como um projeto pronto para ser produzido, tanto que se pretende entregá-lo à FAB em 2014/15, e outras vezes é apontado como um projeto a ser desenvolvido emparceria entre Brasil e Suécia.

    Se a Suécia vai mesmo comprá-lo e está pronto, que “aprender fazendo” é esse que se prega por aí?

    Gostaria de entender pq os defensores do NG apontam seu novo radar AESA como uma “vantagem” contra o Rafale quando qualquer um sabe que o projeto do NG só não terá o radar da Thales pq os franceses é que frearam a negociação. Ou seja, como o plano B pode ser melhor que o plano A? Eu não entendo. Acho que seria mais honesto elogiar a astúcia da SAAB em encontrar uma alternativa para o veto da Thales do que tentar desqualificar o radar francês.

    Gostaria de entender pq agora se faz elogios à CUT com relação à região do ABC quando qualquer um da região sabe que foi justamente o radicalismo dos sindicatos da região que fez com que muitas empresas saissem da região e evitasse que outras para lá se mudassem. Seria lógico criar setores ligados à indústria aeronáutica no ABC e não no Vale do Paraíba?

    Se o NG será operado pela Suécia, pq não se anuncia logo a compra? Qualquer um sabe que no segmento de materiais de defesa o fato de ser operado pelo país de origem é um aspecto de suma importância e passa a confiabilidade necessária. Lembremos do falecido Osório.

    Se haverá a transferência de tecnologias prometida pelos suecos, pq alguns que defendem essa transferência são os mesmos que dizem que transferência de tecnologia é balela e que ninguém transfere segredos que custam bilhões de dólares? Ou só é balela para todo o mundo menos para a Suécia?

    Todos sabemos a capacidade e experiência dos suecos com data-link, porém me parece um exagero dizer que o Gripen NG operando com AEW e com radares desligados tem vantagem sobre qualquer caça, mesmo stealth. Daqui a pouco vai parecer que o Gripen NG é imbatível. Ou seja, somente a tecnologia sueca é infalível em matéria de data-link?

    Se não há riscos no projeto NG pq teríamos que negociar com todos os países e empresas fornecedoras como afirmou um executivo da própria SAAB?

    Se os suecos são parceiros tão confiáveis pq nossas relações comerciais com eles são tão modestas quando comparadas com a França? Nem vale citar os EUA, pois seria covardia.

    Se o Gripen NG é tão bom e seus riscos são tão pequenos, ou mesmo inexistentes, pq existe a necessidade de grande parte de seus apoiadores passarem tanto tempo desqualificando o Rafale? Não seria mais sensato apenas mostrar as vantagens do projeto sueco e insistir na questão dos custos, o grande defeito do Rafale?

    Haveria alguma relação entre a confiabilidade sueca e o cancelamento da compra de torpedos suecos pela MB há alguns anos?

    Se a FAB realmente escolheu o projeto sueco, como e pq nunca se viu uma página desse relatório? Se a desculpa seria a hierarquia e a disciplina militar devemos ter em mente que vazar o relatório deveria também ser visto como crime.

    Se já foi afirmado que uma versão navalisada do NG só existirá se algum país interessado bancar, pq não se assume que o mesmo ocorrerá com a versão “normal” do NG? Qual o desmérito nisso?

    Se os custos do NG são tão baixos, pq o alardeado não confere com os apresentados em estudos holandeses? Como os custos do NG poderia ser menor que o do F-16? Se os custos são tão baixos pq isso não reflete nos valores negociados com outros países?

    São apenas algumas dúvidas que, acredito eu, demonstrariam que o projeto gripen NG não é essa maravilha toda que alguns querem fazer crer.

    Com certeza o projeto Rafale terá também inúmeros pontos a serem questionados. Porém, como o tópico fala no NG fico por aqui e peço desculpas pelo tamanho do texto.

  129. Guilherme Poggio 22 de junho de 2010 at 21:02 #

    Paulo Andrade em 22/06/2010 às 20:15

    Prezado Paulo Andrade

    Todos os seus questionamentos são válidos. Eu diria até que vale para qualquer um dos três concorrentes (mudando uma palavra aqui e outra ali). Estes questionamentos foram feitos pela própria FAB, que recebeu as respostas, testou as aeronaves e exigiu as garantias. A FAB avaliou as respostas e hierarquizou os concorrentes.

  130. william 22 de junho de 2010 at 21:08 #

    “Amigos, a verdade doi eu sei… mas torçam para um dia o NG ter metade da capacidade de MW do Rafale F-3! vai que a SAAB consiga”
    Exatamente Francisco AMX

    AAA pera lá curvo…
    só essas noticias já bastam….
    C eu fosse jornalista colocaria no jornal de hoje…
    assim seria mais atual para vc…hehehehehe

  131. Marcos 23 de junho de 2010 at 10:36 #

    Caro william (Desculpe a Demora em Resonder)

    Qunato ao custo das cças é simpel de calcular, já que o RaFAIl é o mais caro. (dos tres concorrentes)
    oglobo.globo.com/…/franca-baixa-preco-de-cacas-rafale-oferecidos-ao-brasil-768080967.asp –

    A França não serve de base ao Brasil (Territorio, extenção, etc.) O certo é que não há e nem haverá dinheiro para manter essa coisa no ar, e pelo que me lembro os Miragens aqui compriam bem a missão.

    Quanto ao desenvovimento do projeto como lembra o colega “ZE”, o excedente desse desenvolvimento sera arcada pela Saabe pela Suecia. Já o RaFAIL já é um saco sem fundo produz um por trimestre e em 2012 deverá produzir apenas 1 unidade, ou seja a Dassault procura apenas alguem para dividir despesas e mais nada.

    Quanto a vitoria tecnicamente é de rir, pois a França já mostrou como funciona quando o Bicho pega, Guerra de Israel, não entregou armamento e caças (Israel já tinha pago), Guerra das Malvinas os armamentos que deveriam ser entregues foram mandados aos EUA, voce acha que justo a Coreia que vive a eminencia de uma Guerra se arriscaria assim?

    Quanto aos possiveis clientes, Emirados Arabes, já descartarão o RaFAIL, tanto que se ofereceram para junto com a França desenvolver um novo FaRAIL, aos demais tambem pediram para conhecer os Typhonns, SU, F-18, 35, MIGs, etc.

    A Força aerea Brasileira sempre foi cliente dos Norte-Americanos e isso não devera mudar, até por que nossa estrutura financeira para tal é irrisoria.
    Quanto ao projeto de PARCERIA ESTRATEGICA BRASIL E FRANÇA, vimos bem como funciona, ou seja só o que interessa a França é que conta, então arrange outra desculpa.

    E por fim, essa de montar as 6 primeira na França e o restante aqui, é pura BALELA, é so ver o que aconteceu com a Helibras, e sua tranferencia de tecnologia, hoje ela nada mais é doque uma simples montadora de peças e nada mais, e se voce realmente acredita que a França irá algun dia tranferir algo, eu realmente acharei que voce é no minimo inoscente.

    KC-390 voce cinseramente acredita que eles irão comprar? E o que eles fariam com os A-400?

    O RAFAIL é uma JACA e Sempre Será, Não adianta, não vai ganhar em lugar algum (Ha não ser na Republica das Bananas, BR) principalmente na India pois o principal quesito é preço e isso todos nos sabemos que o RAFAIL tem de sobra.

    SDS

  132. Marcos 23 de junho de 2010 at 10:46 #

    Quanto ao Gripen buscar ser a metade da capacidade do RaFAIL, só se ela regredir muito (Coisa que duvidamos, pois eles olham para frente desenvolvimento tecnologico) o que não acontece com a RaFAIL, pois a unca coisa que ele conseguiu desenvolver muito foi o PREÇO.
    E isto niguem discuti.

    Sds

  133. Thor- 23 de junho de 2010 at 11:13 #

    Perfeita sua exposição Paulo Andrade.
    É realmente dificil entender a alienação mental que um lobby poderoso pode exercer na cabeça de algumas pessoas..

    Um bom exemplo é esse Gripen, de um desconhecido aviãozinho sueco “meia boca” com baixa autonomia, baixa capacidade de carga, criticado por todos.. Até muito pouco tempo atrás, de repente em pouco mais de um ano, como um passe de mágica, e a promessa de uma nova versão apelidada de “NG” se transforma em um mega, hiper, super caça…

    Seu RCS é mágico..
    Sua autonomia agora, (quase global para alguns..) é mágica para um aviãzinho desse tamanho.
    Sua capacidade de carregar armamentos agora é incrível, (quase um B-52)
    Sua capacidade de combate é fantástica, (Destrói Rafales, Typhons, Sukhois, F-16, se bobear até o f-22, afinal ele é o único avião do mundo que pode operar com radares desligados e em rede data-link..)

    Ah, e o melhor de tudo, daqui a pouco, os suecos vão nos ensinar como se fabricar caças de 5° geração, melhores que F-22, Pak’s fa… Afinal estão em um nível tecnológico anos-luz a frente dos franceses, americanos, russos..
    E por aí vai…

    Ironias a parte, é mais ou menos isso que leio nos comentários.
    Difícil entender..

  134. Vader 23 de junho de 2010 at 11:47 #

    Paulo Andrade disse:
    22 de junho de 2010 às 20:15

    “pq algumas vezes o Gripen NG é apontado como um projeto pronto para ser produzido, tanto que se pretende entregá-lo à FAB em 2014/15, e outras vezes é apontado como um projeto a ser desenvolvido emparceria entre Brasil e Suécia. Se a Suécia vai mesmo comprá-lo e está pronto, que “aprender fazendo” é esse que se prega por aí?”

    Tentarei ser sucinto: o avião em si está pronto. Mas resta todo o resto. E é um tremendo de um “resto”: gerar toda a cadeia produtiva, toda a cadeia logística, e toda a linha de montagem, só para começar. Isso é tudo em termos de projeto.

    “Gostaria de entender pq os defensores do NG apontam seu novo radar AESA como uma “vantagem” contra o Rafale”

    Porque a Thales até hoje não fez um radar AESA e o radar do Rafale não está plenamente operacional. Por outro lado, a verdade é que o “plano B” ficou melhor que o A: o AESA da Galileo é simplesmente revolucionário, tanto por seu conceito swashplate, quanto pelo know-how de já ter em portfólio vários radares.

    “Gostaria de entender pq agora se faz elogios à CUT com relação à região do ABC”

    De minha parte jamais houve elogios à mofina CUT. Mas de qualquer maneira, pouco importa onde serão produzidas as peças: se no ABC, no VP, no Nordeste, em Goiás ou na Cabeça de Cachorro: o fato é que quem montará, testará e entregará as aeronaves será sem dúvida a Embraer, simplesmente por ser a única com tal capacidade industrial.

    “Se o NG será operado pela Suécia, pq não se anuncia logo a compra?”

    Já foi anunciado pelo governo do Reino da Suécia, mais de uma vez, que ele adquirirá o Gripen E/F: apenas não o fará imediatamente, pois a Suécia possui aeronaves C/D suficientes para o momento (não adianta comprar mais aeronaves do que se tem de pilotos, esquadrões, etc.) e que, por sinal serão elevadas ao padrão MS-21, o mesmo do Gripen.

    “Se haverá a transferência de tecnologias prometida pelos suecos, pq alguns que defendem essa transferência são os mesmos que dizem que transferência de tecnologia é balela e que ninguém transfere segredos que custam bilhões de dólares?”

    Não, ToT em si não é balela. Balela é ToT IRRESTRITA, primeiro argumento tentado pelo Nelson Jobim para emplacar a compra do Rafale.

    “me parece um exagero dizer que o Gripen NG operando com AEW e com radares desligados tem vantagem sobre qualquer caça, mesmo stealth. Daqui a pouco vai parecer que o Gripen NG é imbatível.”

    Falo por mim: jamais disse que o Gripen é imbatível, até porque isso não existe em combate, muito menos no aéreo. Mas sim, operando apenas via datalink (o melhor do mundo – a tal ponto que é usado no Rafale), não há como negar que o Gripen é uma aeronave perigosíssima, até por conta de seu RCS muito baixo (0,001m2).

    “Se não há riscos no projeto NG pq teríamos que negociar com todos os países e empresas fornecedoras como afirmou um executivo da própria SAAB?”

    Claro que há riscos no projeto Gripen, como haveria com qualquer outro projeto. Mas por favor, não nos venha de novo com a história de embargos, ok? Ninguém, muito menos os EUA, embargará a Suécia (sim, é a Suécia que seria embargada, não nós) e, se o fizerem, é problema da SAAB resolver (o nosso é pagar e receber as aeronaves e a ToT).

    Por outro lado, a SAAB já detém as autorizações de ToT de todas as outras contratantes do Programa Gripen NG cujas tecnologias não pertencem à SAAB, e que interessam à FAB (a turbina por exemplo não interessa à FAB ter ToT de sua fabricação, mas apenas de sua manutenção – tecno esta já garantida pela Volvo Aero).

    “Se os suecos são parceiros tão confiáveis pq nossas relações comerciais com eles são tão modestas quando comparadas com a França?”

    Bem, depende do que o amigo chama de modestas: empresas suecas tem relação comercial pra lá de íntima com o Brasil há 70 anos! Mas o que o amigo deveria notar é que a França é um país maior que a Suécia, tanto populacionalmente, como economicamente. É natural que tenhamos um comércio maior com a primeira.

    Por outro lado, a questão de confiabilidade não vem do tamanho dos negócios bilaterais, mas sim do que Nelson Jobim chamaria “precedentes”: JAMAIS tivemos qualquer contencioso diplomático ou econômico de qualquer natureza com a Suécia, muito ao contrário da França (nossa vizinha de América do Sul). E posso citar de cabeça pelo menos a assim chamada “Guerra da Lagosta”, entre outros.

    “Se o Gripen NG é tão bom e seus riscos são tão pequenos, ou mesmo inexistentes, pq existe a necessidade de grande parte de seus apoiadores passarem tanto tempo desqualificando o Rafale?”

    De minha parte não é desqualificação: trata-se de um bom vetor. Apenas isso. Nada de espetacular. Nada de anormal. Porém extremamente caro e um fracasso comercial. E por isso o chamo carinhosamente de JACA: aquela coisa que ninguém quer nem de graça (ou o amigo já recebeu alguma visita alguma vez em casa e ofereceu-lhe um pedaço de jaca? :) ). E de queijo-fedido: aquela coisa até boa (pra quem gosta) mas caríssima.

    Mas o amigo há de dar um desconto: as rafalechetes pintam o Rafale como se fosse a sétima maravilha do mundo, coisa que ele está bem longe de ser. Isso é que acirra os ânimos de todos, inclusive dos que preferem o Super-Hornet.

    “Haveria alguma relação entre a confiabilidade sueca e o cancelamento da compra de torpedos suecos pela MB há alguns anos?”

    Não, não há: houve uma análise de custo-benefício pela Marinha do Brasil, quando os ALEMÃES anunciaram que não poderiam integrar os torpedos suecos nos subs brasileiros a não ser a um custo altíssimo, e a MB decidiu por não levar adiante a aquisição do armamento. Os suecos devolveram o dinheiro adiantado, com juros e multa contratual.

    “Se a FAB realmente escolheu o projeto sueco, como e pq nunca se viu uma página desse relatório?”

    Porque é ultra-secreto; e a autoridade que passou a informação à jornalista Eliana Cantanhede não deve ter permitido que ela extraísse cópia, o que é até óbvio: fosse o contrário e ele colocaria sua patente em risco.

    “Se já foi afirmado que uma versão navalisada do NG só existirá se algum país interessado bancar, pq não se assume que o mesmo ocorrerá com a versão “normal” do NG?”

    Há um erro lógico de inversão de causa e consequência na sua proposição: a versão “normal” do Gripen E/F sairá independentemente da versão naval: tratam-se de projetos completamente distintos, e uma versão naval dependerá de interesse pelo comprador. Mas é possível.

    “Se os custos do NG são tão baixos, pq o alardeado não confere com os apresentados em estudos holandeses?”

    Porque os holandeses para projetar o custo (de aquisição e de operação) do Gripen NG usaram a evolução média dos custos do Draken para o Viggen (ascendentes) e deste para o Gripen (descendentes). Na média, deu custos altos, pois tanto o Draken (especialmente) quanto o Viggen eram muito mais caros de se adquirir e operar que o Gripen. Ocorre que o Gripen foi projetado para ser mais barato que o Viggen, e o Gripen E/F está sendo projetado para ser ainda mais barato que o C/D.

    “Como os custos do NG poderia ser menor que o do F-16?”

    Porque o processo de produção da SAAB privilegia produtos que sejam mais em conta, sem importar sua origem. O mesmo não se dá necessariamente com a Lockheed-Martin, que tende a privilegiar o produto norte-americano, ainda que mais caro.

    “Se os custos são tão baixos pq isso não reflete nos valores negociados com outros países?”

    Não tenho informações de como foi a aquisição Tailandesa, se é a isso que se refere (talvez algum colega possa complementar). Mas já ouvi falar que por aqueles lados corre muito jabá por baixo dos panos (por conta da corrupção governamental – e não da SAAB, que fique claro). Mas tudo é uma questão de contrato: se o negociante do outo lado quer pagar mais, ora… quem irá se recusar a receber? O fato é que temos que nos preocupar é com o nosso bolso, e não o dos outros.

    “São apenas algumas dúvidas que, acredito eu, demonstrariam que o projeto gripen NG não é essa maravilha toda que alguns querem fazer crer.”

    Pode até não ser uma maravilha, mas ainda é melhor do que o do Rafale. E muito mais barato.

    No mais, respeitosamente espero haver respondido a todas suas dúvidas.

    Sds.

  135. william 23 de junho de 2010 at 18:45 #

    Marcos e sua bola de cristal hehehehe…só falou abobrinha e nada de concreto….

  136. Paulo Andrade Freitas 23 de junho de 2010 at 19:04 #

    Vader e Poggio, obrigado pelas respostas.
    Embora continue não concordando com aqueles que defendem o NG fico agradecido pelo bom nível de suas respostas.
    Sem prolongar o debate acho que o colega Vader está equivocado no valor do RCS do NG. 0,001 é coisa de F-35 e F-22…rs. Creio que 0,1 já tá bão demais.
    Mias uma vez obrigado e qualquer hora, com mais tempo, tentarei contrapor o que o colegha Vader postou.

  137. Marcos 23 de junho de 2010 at 22:16 #

    Caro William

    Na verdade não é bola de cristal é so voce ler um pouco mais que voce verá, muitos dos argumentos usados por voce, já foram exaustivamente debatido aqui.
    E o restante nada mais é do que, uma simples verdade.

    O maximo que o RaFAIL consegue é provocar algumas discurções que não duram muito, até por que elas caem com facilidade, não tem credibilidade e argumentos para se manter, e por fim os outros concorrentes mostram que ele, o RaFAIL é realmente um projeto que não deu certo ou seja um Fracasso Total.

    Sds

  138. Deivid 24 de junho de 2010 at 21:24 #

    (Exelente foto!!,alguem pode me dizer como eu consigo para protetor de tela),a Dassault nunca iria falar bem de seu concorrente.

  139. Nick 25 de junho de 2010 at 13:50 #

    Caro Paulo Andrade

    Realmente o RCS do Gripen A-> C deve girar em torno de 0,1 m2 . Talvez com algum tratamento em termode de materiais RAM o NG tenha um rcs menor, mas não acredito que chegue muito próximo do F-35. Mas em teoria deve ser o menor entre os de 4.5ª geração.

    []‘s

  140. william 25 de junho de 2010 at 18:30 #

    opinião essa totalmente particular…sem base nem fundamento

  141. Marcos 29 de junho de 2010 at 15:23 #

    Não se trata de opinião particular e sim de fatos, pesquise só um pouquinho e verá os fundamentos.
    Mostre algo de concreto, porque como disse, seus argumentos já cairam faz tempo.

    Se tiver algo novo (O que duvido Muito), coloque ai.
    Mas sem historias da caroxinha (Emirados vão comprar, India fala bem, tem radar AESA, TT, 100% de tecn. francesa, Testado em combate Afegenistão, Parceria Estrategica, e outras BOBAGENS).

    Sds

  142. william 29 de junho de 2010 at 22:00 #

    Eu postei varias matérias mostrando o quando o Rafale é melhor…
    Só lamento ñ ter encontrado nada tão quanto vantajoso no gripen como se encontra no rafale…
    Encare os fatos…
    E no final veremos qual caça vencera…..
    Caia na real.
    Abç

  143. Marcos 30 de junho de 2010 at 10:22 #

    Cara na Boa o RaFAIL melhor do que o Gripen? Em que? A única coisa realmente que ele é bom é no quesito preço/custo e armamento ruin, e só.
    No caso do Gripen que tal voce começar pelo radar (AESA), turbina ( Economica de alta duração e Que atinge Super-Cruiser, o que RaFAIL não consegue com DUAS)?

    E não tenha vergonha, pode admirar pois tem muito mais coisa nova e de ponta, não precisa nem pesquisar a toda hora está sendo noticiado as suas inovações.

    Eu encaro os fatos com naturalidade, só não viajo na maionese.
    Na questão de vencer, me diga qual ou quando o RaFAIL venceu alguma coisa (Mas sem essa de técnica)?

    O melhor Caça? É ate corvadia quer comparar o Gripen com essa coisa FALIDA “RaFAIL”, e sim se algum lugar que ela poderia ganhar seria aqui, coisa que todos por aqui já estão duvidando, por que até agora tanto Mulala e Nelson Lobim não quiseram anunciar, será por que?

    Acorde amigo, os fatos estão ai, só não ve quem não quer, e mais, faço as minhas palavras o que o cara colega Antonio M postou;
    DEFENDER O RAFAIL É QUESTÃO DE FÉ E NÃO DE RAZÃO.

    Sds

  144. william 30 de junho de 2010 at 20:20 #

    hehehehehe o gripen N inguem G arante é lider em vendas….
    ops esqueci….ainda ñ vendeu…
    Que pena…hehe

  145. Marcos 30 de junho de 2010 at 23:12 #

    Quantos a RAFAIL já foram vendidos??????
    Depois dos Mirragens a Dassault vender alguma coisa?
    Deixe me ver????
    Há sim, só PROPAGANDA e por sinal muito ruim.
    Por que nem aqui conseguiu emplacar, e olha que a venda até chegou a ser anunciada, ainda bem que o pessoal abriu o olho e viu o tamanho do buraco que iria entrar e caiu o fora.
    E agora o que iram fazer????
    Ha sim, hehehehehehehe
    Continuar falando Besteira

    Sds

  146. william 1 de julho de 2010 at 18:47 #

    Voram vendidos a mesma quantidade
    do Gripen N inguem G arante……rsss
    Vc sabe que no final vai dar rafale….adiem o tempo que quiserem
    E agora…o que eu vou fazer…
    A já sei…hehehehehe
    Retrucar besteiras!!!
    Abç

  147. william 1 de julho de 2010 at 18:49 #

    *foram

  148. Marcos 1 de julho de 2010 at 20:49 #

    Vá sonhando, a final sonhar ainda pode.
    Retrucar besteiras? Por que voce abriu os olhos é viu o tamanho do atraso que é o “RaFAIL”?
    Duvido, então pode continuar a falar Besteiras, sabemos que isto é um pre-requesito dos defensores de EL RaFAIL.

    Sds

  149. Marcos 1 de julho de 2010 at 20:58 #

    Olha de uma visitada na pagina inicial você verá novas matérias sobre o começo do Gripen, e as parcerias da queles que já trabalham com ele, Repulbica Tcheca, Tailândia, Hungria, Africa do Sul e Suécia.

    Aproposito, o RaFAIL opera em algum lugar fora da França?
    Ou ainda continua a provocar baixas dentro da propia França acabando os esquadrões e provando que seu custo é realmente alto?

    Sds

  150. william 2 de julho de 2010 at 13:13 #

    nananinanão…hehe quem tá falando besteira é vc…
    Decida, uma hora falam que o gripen é totalmente novo…outra quer contar vantagem dizendo que ele já foi vendido….nas versões A/B….hehe
    Quanto os custos…realmente esse é um ponto contra….
    Mas o que é bom nesse caso custa caro…hehehehehe
    Abraço!!!

  151. william 2 de julho de 2010 at 13:14 #

    Quanto ao resultado…..hehehehe
    Vamos esperar….
    Para ver quem vencera…..:)

  152. Marcos 2 de julho de 2010 at 14:21 #

    Será???
    Passei a lista de países em que ele opera, pesquise e voce verá que ele é realmente novo, e o RaFAIL opera em algum?

    Olha realmente tem coisa boa por ai que custa caro, (Caça de 5ªG e outros Stealth), mas querer falar que o RAFAIL faz parte dessa lista, isso sim ja é sonhar, ou querer se iludir, tanto faz.
    E com isso voce só confirma o que já tinha postado:

    DEFENDER O RAFAIL É QUESTÃO DE FÉ E NÃO DE RAZÃO.

    Sds

  153. william 2 de julho de 2010 at 18:36 #

    kkkkk seria comico c ñ fosse tragico o que vc fala…rsss
    Faz o seguinte….
    Eu vou voltar aqui quando sair o resultado….
    E vamos ver quem vai ganhar…ok
    Abç

  154. Marcos 2 de julho de 2010 at 19:19 #

    Seria comico se este País fosse sério, por que de que outra maneira o RaFAIL poderia fazer parte de uma Short List?
    É sim tragico, poís se confirmar o que somente o Mulala e Nelson Lobim querem, estaremos não com um abacaxi nas mãos, mas sim uma JACA.

    No mais é somente isto o que voce pode fazer, esperar, já que noticias de alguma modernização ou de algum novo sistema o RaFAIL não tem, a não ser de seus cortes de produção (Se é que a gente pode dizer isto), tanto de numeros de verbas que vem sendo consumida pelos RaFAIL, já começam a cortar cada vez mais o numero de esquadrões e até mesmo o de encomenda da única que é obrigada a opera-lo.

    Sds

  155. william 3 de julho de 2010 at 13:21 #

    Só tenho uma coisa a falar…: Vamos esperar o resultado…….he

  156. Marcos 3 de julho de 2010 at 19:02 #

    E o que mais voce pode dizer?

    Nada, e por que?
    Simples, não tem nada para falar de positivo a respeito do RaFAIL, não aparece uma linha contando algo de positivo a respeito de Fracasso.

    Alias, só aparece materia falando que até a propia França já reduziu e ira reduzir ainda mais os pedidos, por outro lado veja o Gripen, materias novas a toda semana.

    É triste, mas fazer o que?
    O pior cego é aquele que não quer ver.

    Sds

  157. william 5 de julho de 2010 at 17:18 #

    Já postei varias vezes…..
    Não preciso sizer mais nada…já esta tudo ai…
    Não chora ñ…..c for chorar, chjora na cama que é lugar quente…

    “O pior cego é aquele que não quer ver” fala isso por experiencia propria né….hehehehe

    Mediante a uma crise economica o que vc queria???
    E ser muito ignorante ou ñ querer ver…
    Volto aqui quando sair o resultado….

    Abç

  158. Marcos 7 de julho de 2010 at 22:09 #

    Cara para de VIAJAR NA MAIONESE

    Voce só postou velharia, nada de novo ou atual, mas vindo do RaFAIL esperar o que?
    Chorar? Voce me faz é rir e muito, toda vez que preciso me destrair venho aqui para ler as besteiras que voce coloca hehehehehehehehehe

    E quando falo que voce é (………………..), e que voce e o FaFAIL são iguaizinhos (…………………………)
    Diante de uma crise voce procura cortar gastos, no caso do RaFAIL é simples é só procurar um caça moderno, confiavel e de baixo custo, a proposito a Suecia tem o melhor nesse quesito GRIPEN.

    Quanto a voce voltar aqui para falar sobre a vitoria do RaFAIL, é triste saber que voce não voltará, mas não desanima, por que alguns nasceram para ganhar “GRIPEN”, outros para perder “RaFAIL”

    hehehehehehehehhehheheheh

    Sds

    COMENTÁRIO EDITADO. NÃO ALIMENTAR INSULTOS PESSOAIS.

  159. william 11 de julho de 2010 at 21:57 #

    que pena que foi editado…queria ver o que vc postou…
    Mas é normal….quando falta argumento ou inteligencia sobra grosserias…
    Pode ficar tranquilo….não decerei da minha “montanha” até o seu nivel….:)
    Como é que o grpen N inguem G arante vai crecer c ele nem nasceu??? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    E aproposito…Encare os fatos….
    Veremos quem sera o vencedor…..

    RAFALE VENCEDOR DO FX 2

    ABÇ

    hehe

  160. Marcos 15 de julho de 2010 at 13:46 #

    Se algum dia voce tiver oportunidade leia aqui mesmo, que um dos editores foi até lá e conferiu se ele existe ou não, há algumas matérias a respeito e fotos (Vá ao campo de busca do site)

    Quanto ao que foi editado é colocado no sentido de sonhador, não sei porque foi editado, agora inteligencia é defender algo que ninguem quer, correndo sozinho consegue chegar em 2º, não pega nem resfriado e ainda ten alguns que diz que ele é de 4.5 geração.

    Descer da sua montanha? Por favor não desça, fique e busque algo de bom (O que duvido muito), torne se um heremita, vá estudar e ve se entende que seu RaFAIL, já era, daqui uns dez anos será só uma nota de rodapé.

    RaFAIL, EL RAFAIL, RaFOI, Raperdeu, e por ai vai.
    Vencer a onde aqui ??? Ou mesmo em qualquer lugar.
    Heheheheheheheh voce é mesmo muito engraçado

    Nem em sonhos, acorde será o GRIPEN NG ou o SH (A pesar que ainda torço pelo SU-35)
    Não chore, o RaFAIL só entrou na short list por pressão da França e agora e chutado por pressão dos nossos pés.
    KKKKKKkkkk

    Sds

  161. Marcos 16 de julho de 2010 at 9:04 #

    Novidades Sobre o RaFAIL

    “As part of the budget, the government has assumed there will be export sales of the Rafale, which would allow a two-year pause in domestic orders of the strike fighter, Morin said.

    “I hope this target will be achieved, as it will be extremely difficult to find measures which mitigate the situation,” he said.

    He said the main risk is an absence of foreign sales of the Rafale.

    Dassault Aviation needs to deliver 11 Rafale aircraft a year to keep its production line working at an economic rate, and if the French government were to order units to make up a gap in exports, an additional 1 billion euros would be needed.

    That potential call on funding was why the government had decided to postpone the upgrade of some 70 Mirage 2000D fighter-bombers to an air defense variant, he said. The lack of an immediate threat to French airspace and the availability of Mirages meant that a delay in Rafale orders posed little danger to national security, but it would pose problems for industry, he said.

    The Mirage work would cost about 700 million euros, the French Air Force has said.

    On the potential decision to buy the Reaper UAV from the United States, the Délégation Générale pour l’Armement (DGA) procurement office has set a cost of 1.5 billion euros on the leading French offer for a comparable drone, while the American product would cost about 700 million euros, Morin said.

    There was a contradiction in a French company asking the government to help in export of its goods while the same time asking the state to buy something which cost 800 million euros more than its competitor, he said.

    On missiles, France has offered to sell the Meteor long-range missile to the United Arab Emirates, Morin said.

    Paris and Abu Dhabi are in detailed talks on a co-development of an advanced version of the Rafale, including a 9-ton-thrust M88 engine, and improved electronically scanned radar and electronic warfare gear”

    Traduzindo:

    “Como parte do orçamento, o governo assumiu que haverá vendas de exportação do Rafale, o que permitiria uma pausa de dois anos de encomendas no mercado interno do caça-bombardeiro, Morin disse.

    “Espero que esta meta seja alcançada, pois será extremamente difícil encontrar medidas que atenuem a situação”, disse.

    Ele disse que o principal risco é a ausência das vendas externas do Rafale.

    Dassault Aviation deve entregar 11 aeronaves Rafale por ano para manter sua linha de produção trabalhando em um ritmo econômico, e se o governo francês tivesse que encomendar unidades para compensar uma lacuna nas exportações, um adicional de 1 bilhão de euros seria necessário.

    Esse potencial incremento de financiamento foi a razão pela qual o governo decidiu adiar a atualização de cerca de 70 Mirage 2000D, caças-bombardeiros de uma variante de defesa aérea, disse ele. A falta de uma ameaça imediata ao espaço aéreo francês e a disponibilidade de Mirages significava que um atraso nas encomendas do Rafale significaria pouco perigo para a segurança nacional, mas colocaria problemas para a indústria, disse ele.

    O trabalho nos Mirage custaria cerca de 700 milhões de euros, segundo a Força Aérea Francesa.

    Na decisão potencial para comprar os UAV Reaper dos Estados Unidos, o Délégation Générale pour l’Armement Serviço de Aquisições (AGD), projetou um custo de 1,5 bilhões de euros na oferta líder francesa para um drone comparável, enquanto que o produto americano custaria cerca de 700 milhões de euros, disse Morin.

    Há uma contradição entre uma empresa francesa que pede ao governo ajuda na exportação dos seus produtos, e ao mesmo tempo, pede ao estado para comprar algo que custará 800 milhões de euros a mais do que seu concorrente, ele disse.

    Em mísseis, a França ofereceu-se para vender o míssil de longo alcance Meteor para os Emirados Árabes Unidos, Morin disse.

    Paris e Abu Dhabi estão em conversações detalhadas sobre o co-desenvolvimento de uma versão avançada do Rafale, incluindo um motor M88 com 9 ton de empuxo e melhor radar de varredura eletrônica e suíte de guerra eletrônica”

    OU SEJA:

    1. Se não houver encomendas externas, a França terá que desembolsar mais 1 bilhão de Euros apenas para manter a linha aberta, o que explica o desespero da Dassault – a ausência de vendas externas é o principal risco para o programa Rafale;

    2. O risco é que, se não vender, pode ocorrer de o governo francês simplesmente não ter tal dinheiro. Nesse caso, a linha do Rafale seria FECHADA, sabe-se lá por quanto tempo, e com que consequências;

    3. O encalhe do Rafale já está gerando danos a outros programas: a modernização dos Mirage 2000 D foi postergada por conta do possível rombo de UM BILHÃO DE EUROS que a ausência de vendas externas causará nos cofres do governo;

    4. O governo francês adquirirá o UAV Reaper dos EUA, pois não tem dinheiro para bancar o projeto francês, que custaria 800 milhões de euros a mais (mais que o dobro do americano); Isso mostra bem a penúria em que está nosso “aliado estratégico”;

    5. Os Emirados Árabes Unidos NÃO QUEREM o Rafale tal como está sendo oferecido à FAB. A versão deles, se eles comprarem, será mais potente, com um Radar AESA melhor, com o míssil Meteor, e com uma suíte de guerra eletrônica mais elaborada, o que equivale a dizer: ou nossos parceiros estratégicos não estão nos oferecendo o seu melhor produto ou, ESTAMOS COMPRANDO UM PRODUTO QUE JÁ CHEGARÁ DEFASADO!

    Bem, diante disso pergunto:

    a) Há ainda quem acredite que a Dassault Aviation esteja melhor das pernas que a SAAB, lembrando que a SAAB não para de vender seus produtos, notadamente o Gripen C/D, e que a Suécia não está em crise, por não fazer parte da Zona do Euro?

    b) Há ainda quem ache que, diante de tais fatos, investir numa JACA dessas, que corre risco REAL de se tornar um MICO, um avião com noventa e poucas unidades produzidas, valha a pena?

    c) Há quem em sã consciência deseje adquirir um produto que chegará para a FAB já em sua configuração anterior? Que não será o “top de linha” de sua fabricante? Que chegará como chegaram os F-2000: já piores que os Mirage 2000-9?

    Voce consegue responder sem viajar na Maionesse ou vai postar mais Besteiras?

  162. Vader 16 de julho de 2010 at 9:08 #

    Grande Marcos, pode dar os créditos pela tradução e comentários viu? :)

    Abs.

  163. Marcos 16 de julho de 2010 at 9:13 #

    Corra aproveite a liquidação, JACA a preço de OURO, é só aqui na Dassault, aproveite antes que a Fabrica FECHE de VEZ.

    Ultimos Meses, aproveite, RaFAIL 1 unidade por bimestre, ano que vem uma por semestre, e depois FIM. “Bem que te avisei, voce não quis acreditar”.

    HEhehehehehehehe

  164. Marcos 16 de julho de 2010 at 9:14 #

    Caro VADER

    DESCULPE, por essa enorme FALHA MINHA.

  165. Marcos 16 de julho de 2010 at 9:22 #

    A proposito MEUS PARABÈNS, pela boa informação a nós prestada.
    Se há duas pessoas bem conceituadas nesse site (para Mim), são voce é o ZE, pela coerencia e pela capacidade de analise fria e realista do mundo em que vivemos.
    Mais uma vez PEÇO DESCULPAS pela GAFE aqui cometida.

    Sds

  166. Vader 16 de julho de 2010 at 9:44 #

    Grande Marcos, tranquilo. Obrigado pelo elogio.

    Na verdade o link veio do amigo Nick. Eu apenas traduzi e comentei em cima.

    http://www.defensenews.com/story.php?i=4710029&c=&s=TOP

    Grande abraço.

  167. william 18 de julho de 2010 at 20:39 #

    só entrou na short list por pressão da França e agora e chutado por pressão dos nossos pés.
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Os Emirados Árabes Unidos NÃO QUEREM o Rafale….
    NOSSAAAAAAA……sem comentarios…..desconfio que vc seja um agente secreto para coler tais informações….
    ou estar com algum conchavo com o George Lucas para mais uma trilogia do Star Wars…rssss
    Cara vc tem que trabalhar pro governo….ñ pela coerencia mas pelo bom humor e esperança……

    Cade as vendas da GRIPEN AVIARIA….é igual galinha….tem asa mas ñ voa….
    To brincando eu sei que voa tá….fica triste ñ

    Eu vou ADORAR voltar aqui só para ver os argumento quando escolherem o rafale vencedor….
    Agora quanto aos Torcedores do caça Demo, Avião de papel, Autocad, gripen N inguem G arante…. as fieis Gripetes….bom eu ñ tenho palavras para expressar meu sentimento tristeza pra vcs..

    Abração!

  168. Marcos 20 de julho de 2010 at 19:47 #

    RaFAIL Ganhar ? Taí uma coisa que, ainda pode acontecer nas versão A,B,C,……Z , logico que em sonhos. Trabalhar para o governo não seria ruin, mas no sentido de defender o caça do mesmo, só voce.

    Le, pare de ficar ai sonhando, trilogia só do RaFAIL, nas versões a cima citadas.
    Espera ai voce não disse que voltaria aqui somente “qunado o RaFAIL ganhase”?

    Com isso só confirma o que disse, o RaFAIL ganhar?? Nem aqui. kkkkkkk, ou voce gosta de estar bem informado sobre o Gripen atravez de mim. Heheheheh.

    Fica triste não, torcer para o RaFAIL é coisa mesmo de perdedor ou de Frances, que não tem potra opção.
    kkkkkkkkkkkk.

    Sds

  169. william 20 de julho de 2010 at 22:45 #

    Volto sempre para ver as novas tecnolgias do Rafale….
    Sempre volto….Quase me imploram para me eu responder quando colocam esses absurdos…rsss
    Vamos ver quem sera o perdedor no final…
    Não chora ñ heim….
    C ñ fico triste! :(

    Quem sabe não veremos uma nova trilogia como: O RETORNO DAS GRIPETES..
    .OU “O DEMO CONTRA ATACA …kkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  170. Marcos 22 de julho de 2010 at 17:13 #

    Que nada voce não aguenta, e fica procurando desculpas.
    HEhehehehe

    Novas técnologias sobre quem??? RaFAIL????? KKKKK
    Essa é boa. Inventa outra desculpa menos esfarrapada.
    Hehehehehe

    Olha as novidades que estão aparecendo, são aquelas que confirmam o GRIPEN NG como vencedor e não o RaFAIL.

    Mas não some não, é sempre bom a gente ver que ha pessoas iludidas ou que se finge de inocentes ainda.
    KKkkkkkkkkk

    Sds

  171. Marcos 8 de outubro de 2010 at 9:37 #

    william disse:
    3 de julho de 2010 às 13:21
    Só tenho uma coisa a falar…: Vamos esperar o resultado…….he

    william disse:
    2 de julho de 2010 às 18:36
    kkkkk seria comico c ñ fosse tragico o que vc fala…rsss
    Faz o seguinte….
    Eu vou voltar aqui quando sair o resultado….
    E vamos ver quem vai ganhar…ok
    Abç

    Ai está (O Resultado), e agora, Voce nunca mais vai aparecer????
    Pelo visto não será o RaFAIL, que pena, eu me diverti muito com suas PIADAS Sobre o RaFAIL.

    Sds

  172. Rodrigo 8 de outubro de 2010 at 10:08 #

    Eu não consigo ver grandes riscos no desenvolvimento do NG, hoje em dia só vejo como problema termos um avião de 4G atingindo IOC depois que os atuais em desenvolvimento de 5G entrarem em operação.

    Para mim não vale a pena gastar energia com isto.

    Seria interessante a SAAB fazer do limão uma limonada e aproveitar o que foi desenvolvido parao NG, no NNG de 5G.

    Como não vale a pena se afundar no conceito francês de amarrar o burro em um avião de 4G por mais de trinta anos como vetor principal.

  173. Marcos 12 de outubro de 2010 at 20:14 #

    Willian

    Escuta ai (Rodrigo), ve se entende de uma vez por todas cara, esse vetor já é velho, desatualizado e o pior de tudo, CARRISSIMO, e não trará nada que ajude a FAB, a não ser aumentar a despesa, diga-se de passagem já é bem alta, devido a escassez de recurssos de nossa Forças.

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