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Gripen a postos para proteger a Copa do Mundo

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SAAF Gripen

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O Gripen estará na linha de frente, proporcionando segurança aeroespacial e proteção ao maior evento esportivo do planeta neste ano, a Copa do Mundo de 2010, a ser realizada na África do Sul no período de 11 de junho a 11 de julho

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A crescente frota de avançados caças Gripen multiemprego da África do Sul estará a postos, em patrulhas aéreas sobre Pretoria, Johannesburgo, Cidade do Cabo, Durban, Port Elizabeth, Bloemfontein, Rustenburg, Polokwane e Nelspruit, as cidades sede dos jogos.

A África do Sul encomendou 26 caças Gripen, compostos por nove bipostos Gripen D e 17 monopostos Gripen C.

Os Gripens da Força Aérea Sul-Africana fazem parte do 2o Esquadrão, estacionado na base aérea de Makhado, na província de Limpopo. Foram um sucesso as missões de patrulhamento aeroespacial atribuídas às aeronaves Gripen no último campeonato da Copa das Confederações, realizada pela FIFA no ano passado, um preâmbulo para o evento principal deste ano. Além disso, as aeronaves também participaram em exercícios de manutenção da paz.

O projeto do Gripen visa a atender demandas de ameaças atuais e futuras, ao mesmo tempo em que segue rigorosas especificações de segurança, confiabilidade e eficiência de treinamento. Tudo isso é realizado com um impressionante baixo custo operacional.

No coração do Gripen está a capacidade de mudar sua missão operacional em pleno voo. Ao simples toque de um botão, o Gripen é capaz de atender às crescentes e difíceis exigências multiemprego, impostas pelas atuais zonas de conflito.

Seu sistema de armas confere ao Gripen superioridade aérea e capacidade de defesa aérea. Simultaneamente, pode desencadear uma formidável ofensiva, em termos de suporte aéreo, antinavio e reconhecimento, sem contar suas avançadas capacidades táticas de treinamento.

Sofisticados sistemas e sensores integrados de dados digitais conferem à aeronave o poderio, a inteligência e a agilidade requeridos para combater a moderna e futura “guerra de informações”.

Sua carlinga foi projetada e desenvolvida com base no princípio “não precisa, não mostra”. Isso fornece ao piloto todo o suporte necessário para a tomada das difíceis decisões demandadas pelo complexo teatro de operações táticas, sem a importunação de informações supérfluas.

O Gripen carrega todas as armas necessárias para satisfazer às atuais exigências operacionais, tanto independentemente como em cooperação com forças aliadas.

Seu sistema de armas facilita a integração de novos armamentos para fazer frente às ameaças no futuro. Isso ficou claro, no início do ano, quando o novíssimo míssil IRIS-T ar-ar fez sua estréia pública, na parada em comemoração ao 90º aniversário da Força Aérea da África do Sul.

Com o Gripen, a Saab oferece segurança direta a um evento de dimensões mundiais.

FONTE / FOTO: Gripen International

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20 COMMENTS

  1. Caros Amigos.:

    Um bom, barato e econômico avião de combate.
    Esse que a R.A.S. possui é um “Saab Gripen JAS” que como já disseram ele pode mudar de missão em pleno voo.

    Esse avião também vai poder disparar os mísseis ar-ar de 5 Geração Meteor (alcance de 100 Km).

    Além disso no “RED FLAG” esse avião m guerra simulada nunca foi abatido e ao enfrentar outros aviões como o “F-16MLU” e outros ninguém conseguiu interceptalo.

    …………………………………………………………………………………………………………

    Em minha opnião se em 2006 no primeiro FX o Brasil tivesse adquirido pelo menos uns 72 aviões destes (12 biposto e 60 monoposto) dava para equipar 6 esquadrões com 12 aviões cada e não estaríamos neste dilema hoje com o FX2 que provavelmente podera ser cancelado.

    Abraços.

  2. O que preferimos ?
    Um avião que está no topo do desenvolvimento, pode disparar todo e qualquer tipo de armamento, é mais barato na aquisição, mais barato na manutenção (que o digam os Sul-Africanos !), vai nos trazer conhecimento e milhares de empregos, e vamos abrir mão de tudo isso por uma JACA (só por ser francêsa !) e, que ainda por cima será “RAINHA de HANGAR” ???!!!!
    Ô Srs. Nelson Lobobim e LuLLa Lá (lááááá looooongeeee) nosso MULLAHH (aaaaarggghhhh) saí dessa !!!
    E vamos de mix F-18 S/H e Grippen N/G !!! (de longe a melhor escolha !!!)
    E segue o enterro …. (hehehehehe)

  3. Esse não é o NG, por isso não vale comparar. Esse que está aí tem pouca autonomia e não atende a dimensão de nossas fronteiras,

    O NG não existe. O que existe é um pseudo demonstrador que nunca fica pronto. Ninguem sabe qual a configuração final dele, pois a SAAB não achou nenhum troucha para banca-lo. Nem seu governo. O máximo que pode ocorrer é que eles poderão aproveitar as modernizações dos atuais C/D, mas isso foge o proposto de ser um caça totalmente novo.

    Para ter o gripen, teríamos que ter um caça de superioridade como disse o “”Curvo””: mix F-18 S/H e Grippen N/G !!!

  4. Hoje devemos ter os Silver Falcons e mais uma esquadrilha de Gripen voando sobre Soccer City durante a cerimônia de abertura da Copa.

  5. Realmente, “proteger” a copa deve ser a coisa mais acertada para este caça! ele vai poder lançar todos os tipos de mísseis contra algum avião comercial cheio de terroristas malvados…mas tá bom para ele…já que de guerra mesmo a suécia não entende é nada! depois desta quero ver se vão falar do Rafale no Afeganistão… vai entender as vedetes do NG, rsssss, com uma notícia bobinha desta e ficam todas alvoroçadas!… só o que faltava estes caças novos… “baratos” rsrsrsrs, não estarem disponíveis… decerto! estavam todos no chão não faz muito tempo… por falta de grana… o que não acontecia com os chethas… deve ser pq ele é barato demais mesmo!…

  6. Francisco AMX disse:
    10 de junho de 2010 às 10:01

    “já que de guerra mesmo a suécia não entende é nada! ”

    Ehehe, e a França entende né amigo Chico? Que o digam os alemães, hehehe… 🙂

  7. Francisco AMX, quanto à situação de na chõn dos Sul Africanos o ZE pode explicar-te melhor, mas somente posso dizer o quanto segue :

    A Africa do Sul pode estar “HOJE” numa situação em que poderemos estar “AMANHÔ, como ? Simples, como “TODOS” os países, eles também estão atravessando uma crise econômica danada, e não são desenvolvidos econômicamente falando, ainda por cima hospedaram a COPA DO MUNDO deste ano, com gastos para lá de VULTOSOS, adivinha o que pode acontecer conosco daqui a 4 e à 6 anos, com não somente uma COPA DO MUNDO, mas também com OLIMPÍADAS acontecendo aqui também ???
    Ainda vai querer o mais caro e anti-econômico meio de defesa para nós ? E que ainda por cima não tem a menor das chances de chegarem em nº suficiente para dar a proteção adequada ???
    “RAFALE ? TÔ FÔRA !!!” (hehehehehehehe)

  8. Pois é… Copa de 2010 – espaço aéreo defendido por Gripen

    E a de 2014, como será? Pelo andar da carruagem, vai ser de F-5M!!!

    Alguém ainda acredita no F-X2?

    “I wanted to belive” (parodiando a série Arquivo X) rsrsrsrs

    [ ]’ s

  9. Felipe,

    falava sobre experiência de combate, – (tanto dela como usuária como dela como provedor de equipamento para outras guerras/nações, e negar que os produtos franceses tem mais tradição e experiência é negar a realidade por demais!) – para desenvolver seu produto… e isso a França tem!
    mas falando em guerra mesmo…. se vc é daqueles que acredita que se os USA ou Inglaterra estivessem no lugar, fisico, da França em 1940 eles teriam segurado os alemães… nem vou continuar… mas se vc só esqueceu disso, lembremos que, tb, a Russia teve quase todo seu vasto território habitável dominado pelos Alemães… e que mesmo depois de altamente debilitada a Alemanha causou um projuizo lastimável ao poderoso exército americano no final de 1944, nas Ardenas… onde quase perdeu a guerra… logo ironizar sobre a França na WWII contra a Alemanha não passa de zuação mesmo! pois te digo: se lá estivessem os USA… pois os Ingleses estavam, e foram salvos pelo canal da mancha como todos sabem, não mudaria nada… ah mudaria sim… teria de ter mais navios em Dunquerque para carregar marines! lembro também, que na costa leste americana, o temor de uma invasão japonesa era grande… pq será?

    Sds!

    Sds!

  10. Pessoal na Boa;

    Defender a Jaca é o mesmo que torcer para Jacare em filme de Tarzan, e forçar a amizade.
    Como já disse, a JACA é e continuara a ser JACA, não adianta tentar tampar o sol com a peneira, não vende, ninguem quer nem de Graça por que de Graça e CARA.

    A França cometeu o pior erro, que foi desenvolver essa coisa sozinha e agora procura alguem para ajudar nesse quesito (Prejuizo), e parece que os bobos (NJ e LULA) vão mesmo cair fora.
    O certo será comprar uns 50 Su-30 de prateleira mesmo e desenvolver junco com a Suéia um caça de 5ª G, e fim da novela.

  11. Caro Francisco AMX, claro que a situação geográfica da frança dificultou a defesa do país contra a invasão alemã, mas não há como deixar de reconhecer que a frança (que caiu em menos de um mês) sofreu uma derrota humilhante durante a II guerra mundial.

    A inglaterra, meu caro, não foi salva pelo canal da mancha, mas sim por sua poderosa marinha e principalmente pelos bravos pilotos que travaram e venceram a chamada batalha da gran betanha.

    O que eu quero dizer é que cada nação deve considerar todos os pros e contras de sua situação para desenvolver sua estratégia de defesa.

    Enquanto a alemanha se armava até os dentes a frança a ficou só alhando.

    Claro que EUA e a própria inglaterra não estavam preparados para enfrentar o poderio militar nazista, mas ambos os países não se sentiam tão ameaçados por hitler, os eua porque achavam que estavam protegidos pelo aceano atlântico e a inglaterra por sua lendária marinha real.

    Na américa do sul não nos sentimos ameaçados por chaves, mas acho que por seu tamanho, influência e riqueza, o Brasil tem por obrigação possuir as forças armadas mais bem equipadas do continente, daí a necessidade de concluir essa novela do FX2 o mais rápido possível.

  12. Fredy Palmeira disse:
    11 de junho de 2010 às 11:35

    “Enquanto a alemanha se armava até os dentes a frança a ficou só alhando.”

    Temo que o amigo esteja errado. Eles investiram sim, centenas de bilhões de francos na poderosa Linha Maginot. Só esqueceram de combinar com Hitler pra que ele não invadisse a França pelas “intransponíveis” Ardenas… 🙂

    Esse o excelente know-how francês em termos de guerra… E nem é preciso lembrar da Argélia, do Vietnã, do Marrocos…

    Sds.

  13. Não sei se estou totalmente errado vader. Afinal confiar toda a sua estratégia de defesa em uma linha de fortificações construída ao longo de sua fronteira não me parece muito prudente.

    A verdade é que as forças francesas estavam muito mal equipadas, pois careciam de equipamentos mecanizados e de artilharia pesada. Encontravam-se sem uma dotação adequada de canhões antitanques e anti-aéreos. Na melhor das hipóteses, elas podiam esperar agir como força retardadora contra o inimigo muito melhor equipado.

  14. Fredy Palmeira disse:
    11 de junho de 2010 às 13:05

    Fredy, respeitosamente discordo de novo. Já li em vários lugares que a França tinha no começo da guerra mais blindados e mais aeronaves de combate do que a Alemanha.

    O problema era a qualidade do equipamento, bem pior do que o alemão. Mas principalmente a defasadíssima doutrina de guerra francesa. É como dizem: no começo da SGM a França estava preparadíssima para ganhar a PGM…

    Mas a minha brincadeira sobre a Linha Maginot marca o exato ponto em que convergimos: a França investiu fortunas e fortunas numa obra que não serviu para absolutamente nada. Foi o maior fiasco da história da França desde a Batalha de Alésia contra os romanos.

    Isso demonstra, ao contrário do que disse o amigo Francisco AMX, que o know-how deles em termos de guerra é no mínimo discutível, e que eles tem tradição em investir montanhas de dinheiro em equipamentos que simplesmente não dão certo, pelos mais variados motivos.

    Não lembra nenhum outro equipamento francês que, apesar de em si não ser ruim, simplesmente “não engrena”? 🙂

    Sds.

  15. Fredy,

    na II GG ninguém queria lutar com a Alemanha de Hitler. A França não queria lutar, a Inglaterra não queria e nem a URSS queria (os EUA não estavam nem aí pra Europa naquele momento, praticavam a política da não intervenção na Europa e se não fosse Hitler declarar guerra aos EUA, Roosevelt, mesmo contra a vontade, se manteria fora da guerra na Europa).

    No caso da França, a memória da I GG ainda era muito viva (a França havia perdido muitas vidas na I GG, bem mais que a Inglaterra por exemplo) e não havia motivação para lutar em uma nova guerra contra a Alemanha. Além disso, a Blitzkrieg era uma coisa nova, na maneira como os alemães usaram na II GG (havia sido testada na Espanha, mas as potências mundiais – todas elas – se calaram diante da força da Alemanha) e ninguém estava preparado para aquele tipo de guerra, nem a França e nem ninguém. O que salvou a Inglaterra foi o canal da macha, senão teria ido pro mesmo caminha da França em 1940. No caso da Europa continental, nem que estivessem França, Inglaterra e EUA juntos no começo da guerra, conseguiriam parar a Alemanha. A Alemanha se preparou para a guerra (se preparou para uma guerra rápida, baseada na tecnologia…quando isso não funcionou mais, passou a perder a guerra…mas no inicio funcionou), pois o nazi-fascismo é sinônimo de guerra. As democracias ocidentais estavam em crise (todas elas), com a quebra da bolsa de 1929. A economia de inglaterra, França e EUA estavam na UTI. E a URSS estava se modernizando ainda (a guerra acelerou o proceso de modenização e a URSS pode reverter o quadro desfavorável da guerra, a partir de Stalingrado: aliás, a II GG acabou ali, em Stalingrado. Hitler perdeu a guerra ali, o que vei depois foi a contração da Alemanha).

    A Inglaterra, já enfraquecida, não tinha condições de lutar com a Alemanha (assim como a França). O máximo que a Inglaterra podia fazer e fez foi segurar a Alemanha no canal da mancha (e salve o Spitfire!!!) e no norte da África, para não perder o que era o coração do antigo Império inglês (mas não se manteria por muito tempo na África, caso a Alemanha não fizesse a besteira de declarar guerra a URSS e depois aos EUA). Vencer a Alemanha, a Inglaterra não tinha a menor possibilidade. Cairia mais cedo ou mais tarde, se não tivesse, como teve, ajuda externa dos aliados.

    Como sabemos, com o fim da II GG, há o processo de descolonização em todo o mundo. As antigas potências imperiais (França e Inglaterra principalmente) estão tão fracas que mal conseguem se erguer internamente, o que dirá manter colônias. Assim é que todas as colônias francesas e inglesas tornam-se independentes sem maiores esforços (o caso da India é exemplar, tornou-se independente da inglaterra por meio de Gandhi e sem muita luta), restando apenas uma meia dúzia de ilhotas perdidas no meio do nada para a Inglaterra (Falklands-Malvinas é uma dessas, sabe-se lá até quando) e, no caso da França, territórios que não se interessaram em se tornar independentes (por vários motivos) e ganharam o status de “Departamento Ultramarino” (deixaram de ter a condição tradicional de colônia) como é o caso da Guiana Francesa.

    Assim, não se trata apenas de equipamentos. Equipamentos não são nada sem motivação e sem política (guerra é antes de tudo uma questão política). E as potências européias na IIGG não podiam parar a Alemanha sozinhas, não tinham forças para isso (pois a democracia e o capitalismo estavam em crise, e o nazi-fascismo se apresentava como solução a todos os males, tendo adeptos em toda Europa e não só na Itália e Alemanha, inclusive nos países ditos democráticos, como Inglaterra e França. E também fora da Europa como nos EUA e Brasil, para não falar de outros países. Chamberlaim fez um acordo de não agressão com Hitler, Churchil rejeitava o nazismo, mas não rejeitava totalmente o fascismo e assim vai. No Brasil os Integralistas apoiaram o nazismo, Vargas também pendia para o fascismo, ou ao menos praticava um Estado de excessão próximo ao fascismo como foi o Estado Novo; assim como nos EUA havia muita gente que também apoiava o nazifascismo, assim como na França de Vichy). Armamentos e soldados não ganham guerras, a motivação política é que ganha. Se armamento e exército ganhassem guerras sozinhos, os EUA não teriam perdido a Guerra do Vietnã. Sem armamento pode-se perder uma guerra facilmente, mas com armamento apenas não se ganha nada. Não é o armamento que ganha ou perde uma guerra.

    enfim…

    abraços

  16. Francisco AMX disse:
    10 de junho de 2010 às 16:49

    Chicão, a propósito, concordo contigo: àquela altura da SGM ninguém poderia parar a máquina de guerra alemã.

    Mas isso não elimina o fato de que a tal experiência francesa em guerras da SGM pra cá é discutível. Ou ao menos tão discutível quanto a sueca, por exemplo.

    Abs.

  17. Vader e Fredy, BLITZKRIEG! esta foi a derrocada francesa e britânica nos paises baixos e França! assim como foi a cambalida Polônia e a Heróica Russia… foram vítimas de uma nova maneira de guerrear! altamente móvel e precisa! e digo mais: fosse o teatro da guerra na europa todo continental, poderia por EUA, França, Inglaterra, Russia, Brasil rsrsrsrs, e até os aliados Italianos todos contra a Alemanha que tomariam a maior surra, seriam derrotados em menos de 3 meses de guerra! portanto não é passível de comparação, com a França e seus aliados, à poderosa Alemanha…

    Sobre a guerra na Indoxina? engraçado Vader parece que um certo General Giap fez escola em cima de Franceses e da maior potência do mundo …. lembra? pois é…

    Abraço aos 2!

  18. Caro hornet, permita-me discordar de vc, acho que vc está misturando um pouco as coisas.

    Em primeiro lugar nao creio que os franceses tenham sido derrotados por falta de motivacao. Quer motivacao maior de que ter o seu país invadido por um inimigo doido para ir a forra pelo que aconteceu no final da I guerra mundial?

    A franca caiu como se fosse um país sem expressao, por ter negligenciado a modernizacao de suas forcas armadas. É claro que sua economia passava por dificuldades com a crise de 1929 que veio quando os países europeus ainda se recuperavam da tragica I guerra, mas duvido muito que a situacao financeira de inglaterra, franca , eua fossem pior do que da alemanha que estava quebrada e humilhada pela assinatura do tratado de versalhes no final da guerra.

    Segundo, quanto a afirmacao de que so equipamentos militares nao ganham uma guerra, acho que isso se mostrou verdadeiro no vietna pelo siples fato de que os EUA estavam perseguindo um objetivo politico impossivel de ser alcancado por meio da forca.

    Mas se vc for analisar a questao do ponto de vista meramente militar, vera que os americanos nao perderam uma so batalha no vietna.

    Mas na II guerra a estrategia utilizada pelos vietnamitas nao daria certo, pois aquela guerra era uma questao de vida ou morte para ambos os lados que a disputavam.

    Tanto é assim que a alemanha foi derrotada porque nao podia competir com a infinita capacidade da industria belica americana. Sem contar que estavam travando uma guerra em duas frentes de batalha.

    Os equipamentos militares produzidos nas fabricas americanas e russas foi o que tornou a vitoria nazista inexequivel.

    Abraco

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