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Armée de l´air testa sistema Rover no Afeganistão

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Mirage 2000 D - foto 2 Armee de lair

O Rover – Remoted Operated Video Enhanced Receiver – foi testado em aeronave Mirage 2000 D

O Armée de l´air (Força Aérea Francesa), informou que, no dia 20 de março de 2010, testou o sistema Rover em aeronaves Mirage 2000 D no teatro de operações afegão, após a entrada em serviço operacional do sistema no dia anterior.

O sistema permite a transmissão para um coordenador de missão, em tempo real, do vídeo da plataforma de designação laser a bordo da aeronave. Assim, o Rover contribui para melhorar a integração das forças aéreas francesas com as da coalisão, aprimorando a capacidade de resposta.

A implantação e os testes de cobertura Rover no Mirage 2000 D foram responsabilidade do centro de experimentação aérea militar de Mont-de-Marsan, apoiado pelo serviço industrial da aeronáutica  service industriel d’aéronautique – SIAé). Os mecânicos do esquadrão de apoio técnico aeronáutico de Nancy instalaram as cablagens.

Mirage 2000 D - foto Armee de lair

FONTE / FOTOS: Armée de l´air (Força Aérea Francesa)

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36 COMMENTS

  1. Caso o Brasil compre o Rafale, Acho que estamos comprando uma verdadeira Bomba Relogio, Todos os teste que a Armée de l´air faz é feito no M2000 alguma coisa não esta certa.

  2. O Rafale tem problemas de integração e de geração de energia.

    Por muito tempo o M2000 ainda será utilizado na França, este papo de vetor único lá só cola aqui.

  3. e como o nick falou e endosso , será que eles tem algum tipo de problema que não pode instalar um simples sistema que em uma aeronave mais antiga pode , e como o gripen tambem so aparece o grioen c/d cade o ng so na foto ……….

  4. Alexandre, faz sentido integrar novos sensores em um avião que eles dizem estar sendo retirado de operação ?

    O mais lógico é investir no Rafale.

  5. OS testes no M2000 são pq foram inicialmente projetados levando em conta o uso comum, tanto no M2000 como no rafale, os M2000 mais novos ficarão ainda um bom tempo em serviço, logo é mais simples e econômico integrar no vetor mais barato, testar e comprovar no mesmo, além de ser monomotor, tem mais gente treinada na operação do M2000… ainda…

    Sds!

  6. Alguns aqui criticavam o rafale no Afeganistão que precisava do M2000 para iluminar seus alvos, ora, para quem não sabe isso é notícia antiga, a pouco tempo o Rafale passou a contar com o pod Damocles, logo deverá estar operando nas “guerras do momento”…

    Sds!

  7. Rodrigo, Alexandre, LUIZ-SP, era2000 e Nick (in) Fury,

    O Mirage 2000 foi produzido em três principais versões de combate, C, D e N (sendo que uma parcela dos “C” foi modernizada para a versão -5), e os D e N (de ataque convencional e nuclear) são mais novos. Então é de se esperar que, no processo de reequipamento pelo Rafale, que vai durar pelo menos mais uma década, sejam os últimos a ser substituídos.

    O primeiro link ao final da matéria (http://www.aereo.jor.br/2009/12/03/entregue-o-primeiro-mirage-2000-com-link-16/) traz uma nota do blog analisando essa questão. Ao final da matéria do link acima, há também outro, “Racionalização à francesa”, listando esquadrões etc que operam os Mirage 2000, entre outros.

    A leitura de ambos é bastante recomendada para prosseguir nessa linha de debate de vocês.

    Saudações a todos!

  8. Francisco,

    Estava escrevendo enquanto você postava seu comentário. É isso mesmo, os Mirage 2000 D estão entre os que saíram a menos tempo da linha de produção para entrega ao Armée de l´air, portanto é de se esperar que fiquem mais tempo na ativa, mesmo com esquadrões desses modelos mais novos sendo desativados (http://www.aereo.jor.br/2010/03/15/esquadrao-dauphine-do-armee-de-l%C2%B4air-faz-ultima-campanha-antes-da-desativacao/), provavelmente passando suas aeronaves a outros esquadrões com elas equipados, fazendo uma diagonal de desativação bem suave.

    Sobre o Damocles, a previsão de entrada em serviço é mesmo entre este ano e o próximo: http://www.aereo.jor.br/2009/12/10/rafale-f3-nos-proximos-dois-anos-com-asmp-a-am39-e-damocles/

  9. Ainda está estranho, confiar um sistema novo em um vetor mais antigo. Quanto a questão da energia eu não tenho informação o que sei existem problemas de superaquecimento dos processadores PowerPC no Rafale.

  10. Fazer o que ?

    Tem gente que se diz independente, mas tem que correr na Motorola para comprar os microprocessadores, com mais de 10 anos de projeto, porque não são capazes de fazerem igual e ainda tem a cara de pau de dizerem que são ultra avançados!

    Tem gente que se diz independente e tem que correr na Boeing e na Grumman para ter AEW.

    Antes que venham com o papo furado de que são os mesmos processadores utilizados em PCs e que bastaria a Kombi da FAB ir na Sta Efigênia para comprar mais, estes aí utilizam só a arquitetura do PowerPC por causa das condições ambientais do vôo, que fariam um processador comum alternar rapidamente entre a fritura e o congelamento e outras coisinhas mais para serem homologados.

    Só em fórum de internet que este papo cola, na FAB ninguém engoliu.

  11. Rodrigo, o que a FAB engoliu? ah os boicotes contínuos… tem palestra de brigadeiro falando disso…

    Amigo, certos componentes eletrônicos estão no mercado mundial e contam com a proteção dso seus governos para não serem embargados por qualquer questão, França, Alemanha, Israel, Suécia, Brasil, Coreia, Japão e até a russia, contam com isso para determinarem, no projeto, quais componentes irão usar, estes componentes são escolhidos pela qualidade e custos, são comprados em quantidades superiores aos vetores que serão fabricados, não existe restrição alguma para eles, pelo contrário, é quase impossível conseguir sanções devenda deste tipo de componente, que na grande maioria nem são fabricados nos países que os projetaram/inventaram/desenvolveram…
    Existe uma grande diferença dos componentes eletrônicos e do produto que este faz parte, os ST em seus aviônicos são de tecnologia full, americana, não são pelos processadores não! “Israel só monta os kits”…
    Confundir Motor, Turbina, Fuselagem, Radar com um processador é um erro brutal, senão, digamos… proposital, mas que não se sustenta!
    A Indústria Dasssault fabrica caças a mais de 70 anos, concorrendo brutalmente com os USA, e ao que me parece nunca houve embargo por isso, sabepq, pq não vale a pena para os USA!
    Agora se o Radar de um Mirage fosse da Rytheon e os motores fossem da GE … pode apostar que os Mirages não teriam tido tanto sucesso assim…
    Uma curiosidade… pq os USA não embargam os motores GE para com a SAAB, já que o produto de uma empresa, a Boeing, concorre na mesma seleção? pq a GE não iria gostar nada disso!
    Os produtos franceses nunca serão vendidos para inimigos dos USA pela simples razão de que a França é muito amiga dos USA, no sentido fiel, verdadeiro! apesar de posições antagônicas, eles se confiam!

    A verdade é que a França detem toda a tecnologia do produto de guerra chamado Rafale! e isso não é difícil de entender!

    Assim como alguns componentes, sem significância estratégica e essencial, fazem parte dos projetos e produtos franceses, isso serve para os produtos americanos tb, onde se sabe haver componentes japoneses, chineses, Alemães, Brasileiros, Franceses, Suecos e pasmem… até tecnologia russa…
    Inclusive a USNAVY já cogitou equipar seus F-18SH, se não me engano, com os eficientes e únicos, assentos ejetáveis…

    Saudações Rodrigo!

  12. Nunão acontece! rsrsrsrs

    Olha só… o que eu escrevi não tinha base “documentada” foi uma conclusão lógica, que já vimos acontecer nos USA, mas que bom que eu estava certo no meu raciocínio! vlw!

    Abraço grande “provedor de felicidade”! – pela obra que é o Blog! 🙂

    • Provedor de felicidade? Que história é essa, Francisco??!! Tá me estranhando??? rsrsrsrs

      Olha que eu começo a te dar bronca de novo, não fica mal acostumado não!!!

  13. Francisco AMX me explique por favor, vc entende bem mais do que eu… pelo que entendi os EUA jamais iriam embargar os chips utilizados no RAFALE, ok ?? Nações amigas, parceiros… então o que o Brigadeiro disse na palestra sobre os chips, que são de uso comum, nada especiais, e que o Brasil esta tendo dificuldades em comprar, para os giroscópios, não é embargo ??

    • Vixi, Francisco

      Essa coisa de “de pai pra filho” me lembra de outro leitor que é seu oponente frequente por aqui e que, tanto quanto você, costuma recebê-las.

      Em outras palavras: “Luke, you are my son!!!”

      Já disse outra vez que vocês dois foram feitos um pro outro, hahahahaha!!!

  14. RobertoBozzo, acho que o amigo me coloca numa situação de desnível, e não é necessário, até pq acho que não sou o melhor comentarista, sobre este assunto, que tem no blog… mas vou tentar expor o que eu penso.

    Acho que o problema é o Brasil… mas o que o amigo coloca é que queremos comprar um chip para desenvolver um produto, que será concorrente do deles, e não existe um contrato que garanta este forneciento certo? deve ser aí o pulo do gato! o Brasil quer comprar componentes para desenvolver um produto próprio, sem um compromentimento do que realmente está fazendo… é complicado!
    Já quando se compra um caça, com TT ou sem, o fabricante deste caça já fez seu contrato com o fornecedor destes componentes, contrato com penalidades severas caso não haja entrega, nocaso da França certamente ela se comprometeu mas exigiu estas garantias parausar componentes americanos no Rafaele, e falo de entrega, pois estes processadores não podem ser proibidos de serem vendidos depois de acordados e instalados nos produtos… ficaria muito caro para indenizar o fabricante do produto que usou este componente em comum acordo, acredito que a França não seria inocente em compor seu principal produto aeronáutico a sanções descabidas de componentes de “mercado comum”.. no caso chips…
    A EMBRAER Já é diferente, ela usa sistemas completos dos fabricantes americanos, e para ter uma boa solução, não deve ter colocado ressalvas… tipo : me faz um bom preço e eu só vendo para aqueles que vc autorizar!

    Sds!

  15. Francisco, você entende muuuuuuuuuuuito mais que eu, comecei minha “carreira” agora, apesar de sempre gostar do tema.
    Pelo que entendi no video, o Brasil é (era) comprador costumaz dos chips, após a divulgação de uma pesquisa, na qual seu autor (por infelicidade, com certeza) colocou a foto dos chips os EUA (pela empresa fornecedora), estaria criando dificuldades à sua venda. Pelo que percebi não há um contrato de fornecimento, apenas a compra direta das peças…
    Se há o temor dos EUA dificultarem a venda de peças para o NG, por que não haveria este risco para o Rafale ? Até porque, pelo meu entender, seria algo do tipo: “vendi estes chips a França, não para o Brasil ou para uma triangulação com o comprador final sendo o Brasil”. Entende ?
    Podem embargar o motor do NG ? Sim. Mas este poderia ser substituido até por um motor francês, talvez…
    Mas e no caso de uma peça tão essencial quanto o processador ? Onde teríamos um substituto ?

  16. É o que eu coloquei acima Roberto… dê uma lida com mais atenção 🙂

    Não existe peça essencial estrangeira no Rafale, sujeita a embargos.

    Agora, certamente, no caso de um problema sério com os USA, a França ficaria do lado de quem?… nós sabemos a resposta, porém isso não irá acontecer!
    Eu, na verdade acho muito bom a Venezuela não ter os ST! se é que tu me entende! rrsrsrs
    E nem gostaria de ver o rafale ser vendido na AL também, se nós fossemos ter este caça! eu sou fã de certa exclusividade em armas militares…

    Grande abraço!

  17. Ola,
    O programa Rafale esta seguindo o programa de homologaçao de pods e armamentos nos prazos estipulados, com algumas antecipaçoes.
    Esse pod nao foi integrado porque ha outras prioridades, veja que
    o recon NG ja esta integrado e ate o fim do ano teremos o damocles.

    Por favor torcida tem limite, a França apenas esta seguindo a programacao de 10 anos atraz, por fim digo que o Mirage D ainda deve ficar operacional por no minimo 10 anos.

    Realmente a implicancia com o caça Françes em certas horas extrapola.

  18. Eu, se fosse a Dassault, faria assim mesmo como eles estão fazendo.
    Primeiro integra na plataforma mais barata, amadurece o software, resolve todos os problemas, para só depois integrar na plataforma mais cara. Assim tem-se menos problemas de integração no Rafale, e a coisa toda sai mais barato.

    Ou vocês acham que em aviação de caça existe equipamento plug&play?

    No Rafale, qualquer sensor deve conversar com o sub-sistema SPECTRA. É melhor integrar algo já testado em uma plataforma mais simples.

  19. O FBW do Rafale é da Honeywell! E ele é um componente essencial de um caça de 4.5ª geração. Os processadores da PowerPC são da Motorola! Dois componentes essenciais origem made in USA. Está história de que os franceses detém toda a tecnologia essencial e o resto não vale pra nada é propaganda. Eu quero ver ele voar sem o FBW e trocar os processadores Risc em dois tempos. Simplesmente não dá, é impossível! Os motores M88 têm patentes da Rolls Royce, e eu quero ver ele voar sem isto. Que quem adota tecnologia dos EUA levam em conta possíveis vetos a exportação, e isto vale tanto para França quanto para o Brasil.
    A indústria de aviação militar francesa está em uma séria crise e não é de agora. A Dassualt tem vendido cada vez menos aviões, do Mirage 3, 5 e 50 (1700) ao 2000 (600, 325 nas mãos da Armée de L´Air). Os franceses perderam mercados europeus cativos, como Bélgica, Espanha e Suíça para aviões americanos. Problema que parece que está se estendendo a outros mercados na África, América Latina e Oriente Médio. Existe a possibilidade real do Rafale ser o maior fracasso econômico da história da Dassualt e ficar como um avião de apenas dois países: o fabricante e o Brasil

  20. Não existe peça essencial estrangeira no Rafale, os microprocessadores podem ser substituídos por válvulas kkkkkkkkkk

    É mais fácil vocês defenderem o Nardoni, que a independência absoluta francesa.

  21. Nick, e tu acha bom que um fabricante de caças de qualidade como a Dassault esteja em franca decadência?? é o que parece… só pergunto ao amigo: quem ganha com isso? pois é…
    Mas sobre as quantidades de caças, é a tendência mundial… quantos F-4 tinham a USNAVY nos anos 70? isso é reflexo da tecnologia e custos e do final da guerra fria, tu sabe bem disso não é? 🙂
    Quanto ao FBW, normal, agora pergunte se a fabricante americana vai ficar paradinha esperando que o seu país proíba ela de trabalhar! só em caso de guerra… e com o Brasil… mas os movimentos não apontam para nada parecido…
    Mas explique os casos de compoenentes estrangeiros em vários meios militares americanos e pq eles acontecem…? manda ver! 🙂

    Sds!

  22. Então temos como conclusão final é que:
    1. Colocar o Rover é uma atitude racional do fabricante.
    2. Que o Rafale utiliza peças estrangeiras que não podem ser facilmente substituídas.
    3.Que as fabricas americanas estão comendo a Dassualt pelas bordas
    4.Que EUA e França é tudo farinha do mesmo saco e que metade das discussões são bobagem.

  23. Fosse vocês, pesquisava melhor este problema de “carga” ou capacidade de energia “elétrica” dos Rafale, tal qual escreveu o colega Rodrigo.
    Na minha opinião, este foi o motivo de usarem os M-2000D.
    Quando foram testar, na prática, a integração do Dámocles, a coisa deu curto e a carga “caiu”.
    Discutindo este assunto, a minha fonte disse: ” se colocarem mais um led no vetor, cai o disjuntor” ……

    Sds.

  24. Caros Amigos.:

    Tenho quase certesa que o “Dassault Mirage 2000” ainda vai atuar muito pela Força Aérea Francesa, pois, o “Dassault Rafale F-3” está se tornando muito caro e alguns dizem que os “Dassault Mirage 2000-5” e “Dassault Mirage 2000-9” ainda ficarão atuando até meados de 2022 a 2025.
    O “Dassault Mirage 2000” já foi considerado melhor em manobras e saidas, superando o “F-16”.

    Abraços.

  25. Atenção,
    Nick (IN) Fury não é o Nick! 😀

    Nick(IN) Fury se puder por logo um avatar para diferenciar seria uma boa heim!

    Abraços!

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