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F-15 E em treinamento USAF ROKAF - foto USAF

Entre 15 e 17 de março, o 391st Expeditionary Fighter Squadron da USAF (391º Esquadrão Expedicionário de Caça da Força Aérea dos EUA) recebeu na base em que opera na Coreia do Sul, Kunsan, o 21º Esquadrão de Combate da ROKAF (Republic of Korea Air Force – Força Aérea da República da Coreia). O esquadrão norte-americano opera em Kunsan aeronaves F-15 E Strike Eagle, e sul-coreano, aeronaves F-16 Fighting Falcon a partir da base de Seosan.

O treinamento tem como objetivo proporcionar uma operação efetiva dos dois esquadrões, para o caso de possíveis ações de combate em que atuem de forma conjunta, tendo familiaridade com os procedimentos e as táticas empregadas por cada um. O nome do exercício, que é realizado várias vezes ao ano, tem a ver com esse objetivo: “Buddy Wing”. Para o Capitão Patrick Hickie, do 391º, essa integração é como “pão com manteiga”.

O Capitão Sung Jin Jeon, do 21º, complementa: “A ROKAF utiliza principalmente termos em inglês no rádio, de acordo com procedimentos de comunicação. Compartilhamos jargões, códigos, abreviações e, assim, não há problemas de comunicação entre pilotos da ROKAF e da USAF.” Quando algo não é entendido na comunicação, a missão é interrompida por motivos de segurança de voo.

Segundo Jeon, as lições aprendidas pelos pilotos sul-coreanos no exercício de combate aéreo podem ser repassadas a outros pilotos de seus esquadrões da ROKAF, não participantes.

F-16 em treinamento USAF ROKAF - foto USAF

FONTE / FOTOS: USAF

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Alphajets franceses e F-5M (B) espanhóis, lado a lado

Alpha Jets e F-5 B na Espanha - foto Ejercito del Aire

Foto de intercâmbio entre a Força Aérea Espanhola e a Força Aérea Francesa mostra, lado a lado, treinadores que operam desde o início e o final dos anos 70. Até quando eles vão durar?

A foto acima é de um informe do Ejército del Aire (Força Aérea Espanhola) sobre a visita, à Base Aérea De Tavalera la Real, na espanha, de três treinadores Alphajet do Armée de´lair (Força Aérea Francesa), provenientes do esquadrão 1/8 Saintonge e liderados  pelo comandante Tanguy Benzaquen. Em Talavera la Real opera a Ala 23, equipada com jatos F-5M (nova denominação espanhola para seus F-5B modernizados). O intercâmbio com os pilotos e aviões da Escola de Caça Franco-Belga de Cazaux deu-se entre os dias 12 e 18 de março.

Entre as missões realizadas no intercâmbio, figuram voos de familiarização, exercícios de ataque ar-solo e de combate ar-ar, estes últimos realizados junto à Ala 12 (que opera aeronaves F-18 Hornet). O objetivo foi realizar operações aéreas combinadas para avialiação das capacidades operacionais e troca de informações relativas a instrução de voo avançada (Fase IV), tarefa principal dos dois esquadrões.

A foto acima mostra duas gerações de treinadores avançados (embora o F-5B seja a versão biplace do F-5A, sua função nas forças aéreas que o operam/operaram, entre as quais a FAB, sempre foi a de conversão / treinamento, assemelhando-se muitíssimo em suas características com o T-38 Talon), representando os anos 1960 (F-5B, de projeto norte-americano) e 1970 (Alphajet, de projeto franco-alemão). Até que ponto eles são adequados hoje, e por quanto tempo ainda operarão, tendo em vista a introdução de aeronaves de combate de nova geração, Eurofighter e Rafale, nas duas forças?

F-5M espanhol em intercâmbio com franceses - foto Ejército del Aire

A história dos F-5B /M  espanhóis ajuda a entender o problema. Introduzidos em 1970 no Ejército del Aire (tecnicamente, o último ano da década de 60, mas deixemos esses detalhes de lado e pensemos em anos 1970, para facilitar) , para atender a um programa de aquisição iniciado em 1964, os F-5B são considerados, naquela força, como aeronaves com motores seguros e características de voo extraordinárias (lembrar que, junto com os F-5B, foi introduzida na mesma época na Força Aérea Espanhola a versão “guerreira” e monoposta, a F-5A. No total das duas versões, foram adquiridos 70 aviões, com produção sob licença).

O problema com os vetores, mais recentemente, era a aviônica defasada, pelo que foi modernizada nos últimos anos para adaptar o vetor às necessidades atuais de instrução de caça e ataque, constituindo o F-5B a etapa anterior do piloto antes de voar o Eurofighter.

A modernização dos F-5B espanhóis incorporou novos sistemas de navegação VOR/ILS e Tacan, sistemas de comunicação V/UHF, telas multifuncionais, computador de missão MDP, sistema inercial integrado EGI (INS/GPS), radioaltímetro, HUD e simulação de radar. Além disso, incorporou-se o sistema HOTAS (controles das telas e funções no manche e manete) e sistemas de gravação em vídeo e de planejamento de missões.

Estruturalmente, foram substituídas as longarinas inferiores e superiores da fuselagem dianteira, para que, em conjunto com as demais modernizações, a vida operacional do vetor pudesse ultrapassar a próxima década. Não sem razão, a nova versão passou a se chamar na Espanha de F-5M.

Ja os Alphajets são mais novos, tendo entrado em operação no Armée de l´air em 1979. Sem ter desempenho supersônico como o F-5B, o Alphajet tem no seu design uma preocupação muito maior com o treinamento (percebe-se isso claramente no design do canopi, que pode ser comparado nas fotos mais próximas), para o que contribui o fato de não ser também, no sentido estrito, uma aeronave de combate.

Alphajet francês em intercâmbio com espanhóis - foto Ejército del Aire

A própria história da introdução da aeronave (além da própria comparação com os F-5 das fotos) mostra isso. Antes dele, o Jaguar havia sido planejado como uma aeronave de ataque e treinamento, mas mostrou-se de operação cara para essa última função (embora tenha sido uma excelente aeronave de ataque). Por esse motivo,  a França e a Alemanha desenvolveram o Alphajet visando a missão de treinamento, dado que a missão de ataque já estava muito bem atendida pelo Jaguar. Assim, a simplicidade, o baixo peso e os requisitos de treinamento foram perseguidos no projeto, e alcançados com sucesso.

Mas o tempo também há de chegar para os Alphajets do Armée de l´air, assim como chegou (e foi “enganado” por mais uma década) para os F-5 B do Ejército del Aire. Que vetor poderá substituí-los no treinamento avançado / LIFT (Lead In fighter Trainer, ou conversão operacional para a caça), levando-se em consideração o contexto atual? Lembremos também que iniciativas de treinamento em outros países também são alternativas (um exemplo é o programa oferecido pela Finlândia, que pode ser conhecido clicando-se nos três primeiros links da lista abaixo. Outro, é o “Eurotraining”, do quarto link).

FOTOS: Ejército del Aire

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vinheta-clippingA OGMA – Indústria Aeronáutica de Portugal está a negociar o fabrico de componentes para o novo avião militar da Embraer, apurou o Diário Económico. O processo, que está a ser intermediado directamente pelo Ministério da Defesa e a quem cabe a decisão final, ainda se encontra numa fase embrionária, mas o Governo português e a fabricante brasileira têm trabalhado no sentido de integrar Portugal no programa do CK-390, que poderá substituir os actuais C-130H da Força Aérea Portuguesa.

Os contactos intensificaram-se desde o Verão passado, após o lançamento da primeira pedra da primeira fábrica da Embraer, em Évora. O argumento, do lado português, é a valência da OGMA no fabrico de materiais compósitos (peças em plástico e fibra, que são mais leves).

Para já, a possibilidade da montagem final do avião também ser feita em Portugal ainda não foi definida, mas também não está afastada, de acordo com as fontes contactadas pelo Diário Económico. Até porque, garantem, ainda é cedo para definir essas questões.

FONTE: Económico

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vinheta-clippingA Embraer divulgou nota nesta segunda-feira (29/03) negando possíveis irregularidades no processo de venda de aeronaves para a companhia Austral Líneas Aéreas, do grupo da estatal Aerolineas Argentinas. O comunicado dizia que a Embraer fechou o contrato em termos “rigorosamente consistentes com as referências de mercado”.

Os rumores de irregularidade começaram nesta segunda-feira, depois que o jornal “La Nación”, da Argentina, publicou uma matéria levantando suspeitas sobre as operações envolvendo as duas empresas. Segundo a matéria, a companhia argentina teria pago preços excessivos na compra de aviões da Embraer.

A empresa brasileira havia fechado contrato em maio de 2009, para entregar 20 aviões à Austral Líneas Aéreas. Na manhã desta segunda-feira uma operação foi realizada em Buenos Aires para buscar documentos de compra dos aviões no escritório da companhia aérea.

Segundo a assessoria de imprensa da Embraer, o avião modelo 190 pedido pela Austral Líneas Aéreas tem preço de tabela de 39,5 milhões de dólares, com base nas condições econômicas do início de 2009. Nenhuma aeronave do pedido foi entregue à empresa argentina, acrescentou a assessoria

FONTE: Exame.com

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Esquadrão de Tornado da RAF treina nos EUA para o Afeganistão

13sqntornado - foto 3 RAF

O Ministério da Defesa do Reino Unido informou que o 13 Squadron da RAF (Royal Air Force – Força Aérea Real) está participando do exercício Green Flag, na Base de Nellis da USAF (Força Aérea dos EUA), numa preparação intensiva para operações no Afeganistão. A base de operações normal do esquadrão, equipado com caças-bombardeiros Tornado GR4, é Marham, em Norfolk (Inglaterra), onde opera a Maram Wing (Ala), uma das maiores e mais atarefadas alas da RAF.

O deserto que cerca a base 13sqntornado - foto MoD UKproporciona 15.000 milhas quadradas (38.850 km2) de espaço aéreo com condições similares às encontradas na província de Helmand, no Afeganistão. Além disso, o fato de Nellis servir de base de operações para mais esquadrões do que nenhuma outra base em solo norte-americano, proporciona uma experiência de trabalho em um ambiente multinacional que o esquadrão encontrará no Teatro de Operações Afegão.

O Comandante de Ala (Wing Commander) Howard Edwards, do 13º esquadrão, veterano com mais de 100 missões operacionais sobre o Iraque, destacou no informe a necessidade de treino noturno para uso de óculos de visão noturna (night vision googles), num ambiente que pode ter montanhas beirando os 4.500 metro de altura, tornando o ambiente realmente escuro.

13sqntornado - foto 4 RAFNo mesmo esquadrão está o novato tenente (Flight Lieutenent) Oliver Harbridge, que saiu do treinamento há apenas seis meses e vai para sua primeira missão em linha de frente, com muito a aprender. Ele destaca o fato de estarem treinando com tropas em terra que são as mesmas que estarão no Teatro de Operações Afegão, junto com o 13Squadrom. No total, oito Tornados do esquadrão estão em Nellis. No Afeganistão, as aeronaves vão cumprir tanto missões de ataque quanto de reconhecimento, rendendo uma outra unidade da Ala Marham que opera hoje em Kandahar.

link vídeo Tornados RAF treinam nos EUA para Afeganistão

FONTE / FOTO / VÍDEO (para ver o vídeo, clique na imagem acima): RAFMinistério da Defesa do Reino Unido

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Fotos da FIDAE 2010, no Chile

FIDAE - foto 7 Fach

Entre 23 e 28 de março, foi realizada a FIDAE (Feria Internacional del Aire y del Espacio) 2010, nas instalações da Base Aérea “Pudahuel”, no Chile.

Nas fotos (clique para ampliar), disponibilizadas pela FACH e pelo site da FIDAE, podem-se ver diversas apresentações aéreas e aeronaves em exposição, tanto chilenas quanto de outros países: os Casa A-36 “Toqui”e os F-16 Block 50 provenientes da Iª Brigada Aérea,  F-5 Tigre III, recém integrado à IVª Brigada Aérea, o  F-16 MLU da Vª Brigada Aérea, exibições de paraquedistas (Escuadrilla de Paracaidismo Boinas Azules), dos Tucano T-27 do EDA (Esquadrão de Demonstração Aérea) da FAB, a “Esquadrilha da Fumaça” e dos Extra 300 L dos “Halcones” da FACH.

FIDAE - foto 2 Fach FIDAE - foto 6 Fach

FIDAE - foto 3 Fach FIDAE - foto 8 Fach

FIDAE - foto FIDAE

FIDAE - foto 9 Fach FIDAE - foto 10 Fach

FIDAE - foto 3 FIDAE

Outras atrações foram dezenas de helicópteros e aviões de última geração (e diversas aeronaves que podem ser identificadas pelos leitores nas fotos – para ajudar, veja a relação no site da FIDAE, clicando aqui). Entre os destaques,  o F-22 Raptor e o C-17 Globemaster da USAF (Força Aérea dos EUA), este último trazendo ajuda humanitária relacionada ao terremoto do Chile (um Airbus A330-200 F também veio carregado com ajuda humanitária).

Vale lembrar que, devido ao terremoto deste ano, a foi rebatizada como “FIDAE de la Solidaridad”. Além da ajuda trazido por países participantes, a venda de ingressos reverteu para os atingidos pela catástrofe – e cerca de 100 mil pessoas visitaram o evento neste último fim-de-semana.

FIDAE - foto 2 FIDAE

FIDAE - foto 13 Fach

FIDAE - foto 4 Fach

FIDAE - foto 11 Fach FIDAE - foto 12 Fach

FIDAE - foto Fach FIDAE - foto 14 Fach

FIDAE - foto 15 Fach FIDAE - foto 16 Fach

Foram realizados também encontros importantes como a XIII Reunião de Comandantes Logísticos da Forças Aéreas da América do Sul, com altos oficiais do Uruguai, Paraguai, Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia e Chile. Aproximadamente 420 empresas de 40 países mostraram seus produtos em estandes.

FONTE / FOTOS: FACH (Fuerza Aerea de Chile) e FIDAE

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NOTA DO EDITOR: quando é que o Brasil sediará uma feira Aeronáutica do porte da FIDAE?

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Tecnologias do PAK FA

O video diz que o T-50 terá cinco “arrays” de radar, um AESA de 1.500 módulos , dois “sub-arrays” laterais de banda X e dois “arrays” decimétricos de banda L nas extensões leading edge.

Também é dito que o objetivo do T-50 será provocar o combate no alcance visual com o F-22.

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F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto USAF

Foram 30 missões sem necessidade de manutenção em item que afete a segurança do voo ou o cumprimento da missão.

Segundo informe da USAF (Força Aérea dos EUA) de 26 de março, a aeronave das fotos atingiu o importante marco operacional  de 30 missões “code 1″. A marca foi atingida três dias antes e, para entender o que significa, vale a pena ver como funciona o esquema de códigos que mostra a disponibilidade das aeronaves.

Code 1 – trata-se da aeronave que retorna de uma missão sem nenhuma necessidade de manutenção em item que afete a segurança do voo ou o cumprimento da missão.

Code 2 - aeronave que tem uma necessidade de manutenção em item importante, porém sem afetar a segurança ou a capacidade de cumprir a missão.

Code 3 – aeronave com problema suficientemente grave para afetar tanto o cumprimento da missão quanto a segurança do voo, tendo que ficar no chão até que a manutenção adequada seja feita.

O significado dessas 30 missões code 1 do exemplar das fotos está nas palavras do Coronel Lawrence Gatti, comandante do 455th Expeditionary Maintenance Group (455º Grupo Expedicionário de Manutenção): “Ninguém faz um avião voar 30 missões code 1. Eu nunca ouvi falar disso em meus 32 anos de Força Aérea, então creio que esse é um marco muito significativo.”

Para o Tenente Coronel Brad Lyons, do 34th Expeditionary Fighter Squadron (34º Esquadrão de Caça Expedicionário) que opera a aeronave, assim como para membros da sua unidade de manutenção (34th Expeditionary Aircraft Maintenance Unit) e do 455th, o crédito vai para o trabalho em equipe de todos os envolvidos com a manutenção das aeronaves, e também para o bom relacionamento dos pilotos com os mecânicos.

As unidades citadas operam a partir do aeroporto de Bagran, que neste domingo, dia 28 de março, recebeu o presidente dos EUA, Barack Obama, em visita que incluiu discurso às tropas no aeroporto além de encontro com o presidente afegão, Hamid Karzai. O esforço de guerra no Afeganistão vem aumentando, ao passo que a presença de tropas no Iraque vem diminuindo, segundo o informe da USAF sobre a visita do presidente dos EUA ao Teatro de Operações Afegão.

F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto 2 USAF

F-16 34th Expeditionary Fighter Squadron at Bagram - foto 3 USAF

FONTE / FOTOS: USAF

NOTA DO BLOG: a questão do marco de manutenção atingido pela aeronave F-16 das fotos deve ser pensada levando-se em consideração as dificuldades de Teatro de Operações Afegão (calor, poeira, altitude, logística), por um lado e, por outro, o próprio fato de que, com a grande quantidade de missões voadas diariamente numa base que concentra grande quantidade de aeronaves de diversos países, as necessidades de manutenção e de linha logística precisam ser muito bem planejadas, levando-se em conta itens padronizados ou não. É um grande desafio, sem dúvida, e os links abaixo ajudam a dar uma ideia.

Atentar também para o fato do F-16 estar com mísseis ar-ar na ponta das asas, mesmo cumprindo missões ar-terra, fato que já foi destacado para os leitores do Blog do Poder Aéreo na matéria do primeiro link abaixo.

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DSC06350-copy

Veja e comente as fotos do treinamento do Esquadrão VF-1 (1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque) da Marinha do Brasil no Poder Naval, clicando aqui. Comentários abertos lá.

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Mirage 2000 D - foto 2 Armee de lair

O Rover – Remoted Operated Video Enhanced Receiver – foi testado em aeronave Mirage 2000 D

O Armée de l´air (Força Aérea Francesa), informou que, no dia 20 de março de 2010, testou o sistema Rover em aeronaves Mirage 2000 D no teatro de operações afegão, após a entrada em serviço operacional do sistema no dia anterior.

O sistema permite a transmissão para um coordenador de missão, em tempo real, do vídeo da plataforma de designação laser a bordo da aeronave. Assim, o Rover contribui para melhorar a integração das forças aéreas francesas com as da coalisão, aprimorando a capacidade de resposta.

A implantação e os testes de cobertura Rover no Mirage 2000 D foram responsabilidade do centro de experimentação aérea militar de Mont-de-Marsan, apoiado pelo serviço industrial da aeronáutica  service industriel d’aéronautique – SIAé). Os mecânicos do esquadrão de apoio técnico aeronáutico de Nancy instalaram as cablagens.

Mirage 2000 D - foto Armee de lair

FONTE / FOTOS: Armée de l´air (Força Aérea Francesa)

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‘Desafio Poder Aéreo 24′ – resposta

Desafio Poder Aéreo 24

SNCAC NC1701, de 1948. Era um avião derivado do NC 1070, que voou em 12 de outubro de 1948. O segundo protótipo foi abandonado depois de uma falha estrutural em voo a Mach 0.7. O projeto foi cancelado em 1951.

 

rafale-BAF2

vinheta-clippingNa semana que vem, o ministro Nelson Jobim irá à Câmara dos Deputados defender o seu relatório que justifica a escolha do caça francês Rafale para a FAB. Mesmo contra a opinião técnica da Aeronáutica e da opinião da FIESP, Jobim insiste na opção francesa que é, de longe, a pior das três.

Além de ser um avião caro, o Rafale é um fracasso retumbante de vendas. A própria força aérea francesa comprou metade dos aviões previstos. O Rafale é muito mais caro do que os demais. Tanto na aquisição quanto na operação. Especula-se que o fracasso na venda dos aviões para o Brasil poderá colocar a Dassault, fabricante do avião, em uma situação difícil. As expectativas são tão grandes que a imprensa francêsa chegou a dizer que seria um milagre a compra do avião para o Brasil.

Ao desprezar o relatório técnico da FAB, Jobim abre flanco para que o processo seja paralisado na justiça já que a aquisição deveria ser justificada por um amplo estudo. O relatório de Jobim foi iniciado em janeiro e levou pouco mais de dois meses para concluir o que a FAB não concluiu em anos de estudo.

Outro fator relevante que depõe contra a escolha é o evidente mal-estar da Embraer. Sem poder falar oficialmente, fontes ligadas à empresa afirmaram que a escolha do Rafale seria muito ruim. Tanto pelo aspecto tecnológico quanto pela difícil relação entre a Embraer e a Dassault. Os antigos executivos da Embrarer lembram como os franceses colocaram dificuldades para que a empresa entrasse no ramo da aviação executiva.

Hoje, a opção pelos franceses sofreu mais um golpe. Luiz Marinho, ex-presidente da CUT e prefeito de São Bernardo declarou à CBN que a escolha do caça sueco é a melhor opção para o Brasil. Na linha do que pensa a FAB, a FIESP, a indústria aeroespacial brasileira e, até mesmo, pilotos.

FONTE: Brasília em Tempo Real

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‘Dogfight’

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Reaprendendo a voar no WarBirds

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Desde que voltei a voar WarBirds no TabaHost tenho constatado que ficar longe do voo enferruja qualquer piloto, mesmo os virtuais.

Leva-se tempo para pegar intimidade com as máquinas voadoras e suas “manhas” novamente. No combate aéreo, o mais difícil é a SA (Situation Awareness), saber onde o inimigo está e como manter os olhos nele quando começam as manobras de “dogfight”. A tela acima foi capturada quando estava lutando contra um Me-109, tentando mantê-lo no meu colimador.

Nesse momento da luta, a adrenalina vai a mil e é preciso manter o sangue frio para não estolar o avião e ainda verificar se não existe alguém na sua cola (posição 6h) procurando lhe derrubar também, o que geralmente acontece. Por isso é bom voar em elemento (dupla), com um amigo lhe protegendo e vice-versa, como na tela abaixo.

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Cada tipo de avião tem seus prós e contras na qualidade do voo e para quem está começando é melhor pegar um avião mais fácil de decolar e de manobrar. Os pilotos novatos geralmente gostam de aviões que fazem curvas fechadas (os “turn fighters”), como o Zero, o Spitfire e o Hurricane.

Os mais experientes preferem geralmente voar os “”energy fighters”, que não são tão bons de curvas, mas são velozes, mais adequados para usar a tática “boom and zoom”. Nesse caso, um “energy fighter” como o P-38, o Me-109, o F4-U Corsair e o Fw190, saem-se melhor mergulhando sobre suas vítimas, trocando altitude por velocidade, dando rajadas certeiras (“snapshot”) e depois trocando velocidade por altitude, voltando ao nível de energia que estavam antes.

Um bom macete pra quem começa a voar o WarBirds é decolar de aeródromos que estejam longe do ponto onde está ocorrendo a ação, assim seu avião pode pegar uma boa altitude (mais de 10.000 pés) para chegar no local pretendido com vantagem de altitude sobre o inimigo. Geralmente quem voa “turn fighter” voa mais baixo.

Hoje voei algumas missões e consegui derrubar alguns bombardeiros. É muito bom poder descarregar as metralhadoras do seu avião num alvo controlado por outro piloto virtual!

Na tela abaixo, eu tinha acabado de derrubar um bombardeiro Ju88 (ver mensagem do servidor na tela, clicando na imagem abaixo) com meu F4-U e na frente havia ainda outros dois.

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Voando em formação

Aprendi uma característica bastante interessante no WarBirds. Qualquer piloto pode liderar sua própria formação, usando o comando <.wings x>, onde o ‘x’ varia de 1 a 3. Com esse comando você decola com seu avião acompanhado de outros dois aviões controlados por AI (Inteligência Artificial), que o seguem e imitam tudo o que você faz.

Nas telas abaixo, minhas primeiras formações usando o comando .wings, voando Mosquitos numa missão de bombardeio e noutra voando SBD Dauntless.

Voando em formação, fica muito mais fácil atacar aeródromos, pois o estrago é muito maior e o inimigo tem mais alvos alternativos para acertar, enquanto você tenta escapar.

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Como voar no WarBirds?

Para voar o WarBirds conectado ao servidor Tabahost© siga os passos abaixo:

  • Baixe o simulador (arquivo de quase 1Gb) clicando aqui e instale no seu Windows, de preferência no XP.
  • Baixe o programinha THLauncher.
  • Baixe o set de medalhas (THWB3ImagePack.zip), descompacte e instale na pasta \offln\common, dentro da pasta do WarBirds.
  • Crie uma conta no fórum do Tabahost clicando aqui. Seu login e senha do fórum servirão para você conectar o seu WarBirds ao servidor Tabahost, utilizando o THLauncher.

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Adilson Kindlemann - Training 2, Abu Dhabi

Ainda não foi desta vez que Adilson Kindlemann conseguiu ficar entre os top 12 que competiram neste sábado (27) na primeira etapa da Red Bull Air Race, em Abu Dhabi. O brasileiro disputou a repescagem com outros quatro pilotos, mas precisava ficar entre os dois melhores para partir para a corrida, que teve como vencedor o atual campeão mundial, o inglês Paul Bonhomme.

Durante a repescagem, Adilson finalizou sua volta com 01:56:57, sendo 28 segundos somados após penalidades (sem as penalidades, o tempo do piloto seria de 01.28.57). “As condições de voo durante a repescagem eram totalmente diferentes das condições dos treinos durante toda a semana. Apesar de ter batido em dois pilões, não cometi nenhum dos erros maiores que infelizmente ocorreram durante a semana de treino. Isso pra mim significa muito, sinto que estou evoluindo”. Adilson foi o 14º colocado na corrida, à frente do russo Sergey Rakhmanin, desclassificado por sair da área demarcada para a pista na baía de Mina Zayed.

Adilson Kindlemann of Brazil in action during the Red Bull Air  Race 1st training on March 24, 2010 in Abu Dhabi, United Arab Emirates.

Adilson afirma ainda ter consciência de que há muito trabalho a ser feito. “Preciso continuar melhorando, passo a passo, e vou trabalhar duro para isso. Todos passaram por isso para chegar onde chegaram, então não tem mágica. Sei que tenho um grande desafio pela frente e vou me dedicar ao máximo, revela confiante. : “Deixo Abu Dhabi motivado, contente com os resultados. Fiquei satisfeito com os progressos que obtive a cada voo”.

97761542DM016_Red_Bull_Air_Nesta primeira etapa da Red Bull Air Race , os pilotos tiveram de lidar com o vento forte de Abu Dhabi, temperatura alta e visibilidade reduzida. A corrida deste sábado ficou marcada por muitos erros e penalidades. Pilotos experientes como o americano Kirby Chambliss e o austríaco Hannes Arch acabaram sendo desclassificados por fazerem voo perigoso em suas voltas no Super 8. Na etapa seguinte, a Final 4, problemas no avião do americano Michael Goulian deixaram o piloto fora da disputa. O campeão mundial Paul Bonhomme acabou se dando melhor e garantindo o primeiro lugar, seguido por Nigel Lamb e pelo húngaro Peter Besenyei.

A Rede Bull Air Race 2010 terá oito etapas . O Mundial teve início neste sábado (27/03), em Abu Dhabi e seguirá para Perth (Austrália) em 18/4 antes de chegar ao Brasil, com os treinos de classificação acontecendo no sábado 8/5, e a corrida no domingo, 9/5. Depois do Rio, será a vez de Windsor (Canadá), em 6/6, depois irá para uma inédita etapa em Nova York duas semanas depois, em 20/6. Outra novidade será a primeira etapa disputada sobre um autódromo convencional, no dia 8/8 no EuroSpeedway em Lausitz, Alemanha. A temporada continua com o retorno a Budapeste na Hungria, em 20/8, e será encerrada com mais um novo destino: Lisboa, em Portugal, em 5/9.

Tricampeão brasileiro de voo acrobático, Adilson possui mais de 11 mil horas de voo no currículo como piloto comercial

Sobre o Red Bull Air Race

Criado em 2003, a Red Bull Air Race é o único campeonato mundial de corrida de aviões reconhecido pela FAI, a Federação Aeronáutica Internacional. O certame já visitou mais de 15 países desde a sua criação, incluindo o Brasil – em 2007, a segunda etapa da temporada aconteceu no Rio de Janeiro, diante de um público de 1 milhão de pessoas na praia de Botafogo.

Quinze pilotos disputam a temporada e voam contra o relógio em um circuito especialmente montado com “Air Gates”, pilões infláveis que demarcam o traçado. Em 2009, o inglês Paul Bonhomme sagrou-se campeão mundial pela primeira vez.

SAIBA MAIS:

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