segunda-feira, março 8, 2021

Gripen para o Brasil

Centenário do nascimento de Nero Moura

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Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

“Camaradas: Para frente, para a ação, com o pensamento fixo na imagem da Pátria, cuja honra e integridade juramos manter incólumes. Cumpre-nos enfrentar, com fortaleza de ânimo, a fim de manter intacto esse tesouro jamais violado: a honra do soldado brasileiro! E nós o faremos, custe o que custar”.
As palavras foram ditas pelo então Tenente-Coronel Nero Moura em 14 de outubro de 1944, depois do hasteamento da bandeira brasileira, pela primeira vez, em Tarquínia, Itália, antes de os pilotos brasileiros irem, de fato, para o combate. Nos céus da Europa, os aviadores e especialistas da Força Aérea forjaram com suor e sangue o sentimento que embala até hoje a geração de militares da FAB. Um exemplo de coragem, de profissionalismo e de garra.

O Brigadeiro Nero Moura é conhecido por ter comandado a vitoriosa campanha do recém-criado Primeiro Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) na Segunda Guerra Mundial. Tornou-se um mito. Os feitos imortalizaram o homem considerado herói brasileiro. É o Patrono da Aviação de Caça Brasileira.

No dia 30 de janeiro, é celebrado o centenário de seu nascimento e, mais uma vez, sua memória merece homenagem.

FONTE: CECOMSAER

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Wolfpack

Porque aviação de caça? se a FAB não derrubou nenhum avião alemão, italiano no conflito? 1a. Aviação de Guerra talvez, ou Bombardeiros…

Galileu

caça a infantaria e artilharia alemã, talvez…

Dalton

O P-47 era um avião de caça-bombardeiro. O fato de brasileiros não terem abatido aeronaves nazistas -chegamos tarde- não muda o fato de que o P-47 abateu aeronaves nazistas nas mãos de outros pilotos que enfrentaram a Luftwaffe.

Ou seja, o que importa, para a denominação “aviação de caça” é o tipo de avião e não a missão que o mesmo desempenhou ,que poderia ser escolta de bombardeiros por exemplo.

sds

Leonardo

Não é a toa quando dizem que temos complexo de vira-latas, porque não derrubou nenhuma aeronave nada valeu?
Realmente chegamos tarde no conflito e a superioridade aérea já estava mais do que garantida, porém os feitos da FAB não deixaram de ser reconhecidos, e está força recebeu “menção honrosa” no congresso americano pelos feitos na guerra, o pior de tudo e termos de ver colegas desmerecendo a história do próprio país.

Fazer o que….

Dalton

Leonardo…

nenhum dos que postaram está desmerecendo a FAB. A pergunta do
Wolf foi até pertinente, porque no ideário de alguns, avião de
caça serve para abater outras aeronaves… quando não há nenhuma
o caça executa missões secundárias, que podem ser apoio a tropas ou escolta de bombardeiros, reconhecimento, etc mas nem por isso
deixa de ser um caça e seu piloto continua sabendo como abater aeronaves inimigas pois treinou para tal.

Lol

Pelomenos eles danificaram aviões. Acho que dois, um alemão e outro italiano

Tales

Dalton em 06 fev, 2010 às 15:29 De fato, quando a FEB, incluindo aí a FAB, chegou no TO europeu, os Aliados já tinham a superioridade aérea sobre a Itália. Assim, o fato de não entrarem em combate contra aeronaves do Eixo se deu, principalmente, pela ausência de vetores aéreos inimigos no TO em que os brasileiros operavam. Contudo, o treinamento dado aos pilotos brasileiros pelos americanos foi o de piloto de caça! E eles receberam um treinamento superior, inclusive, ao que era dado aos pilotos americanos. Os brasileiros voaram um número muito maior de horas de vôo de treinamento… Read more »

Paulo

Recomendo a leitura do livro Senta a Pua, de Rui Moreira Lima, da Biblioteca do Exército Editora, onde conta a participação da nossa nascente Força Aérea na II GG. Aliás, os pilotos eram chamados oficialmente de pilotos de combate.

Patriota

O texto está mais que correto , os aviadores do 1º GAVCA foram preparados para serem pilotos de caça e o fato de terem se dedicado a missões de bombardeio não significa que estes não estavam aptos a realizar missões de combate .

Brigadeiro Nero Moura foi exemplo de profissionalismo , determinação e patriotismo . Sem duvidas é um grande heroi !

abraços

Dalton

Tales meu caro…

acho que não fui compreendido ao tentar responder a indagação do
Wolf que não me pareceu ironica.

nestes meus 40 e tantos anos já li muita coisa sobre a FAB inclusive o livro citado pelo Paulo.

Nossos pilotos sim, merecem nosso maior respeito e admiração,
até porque eram pouco mais de 40 e apenas 28 aeronaves incluindo duas de reserva.

Com certeza mandamos o que havia de melhor e caso encontrassem algum Me ou FW, teriam feito o que foram treinados para fazer.

abraços

Alexandre

Os pilotos brasileiros fizeram o mesmo treinamento que os americanos. Todos eram treinados para combate aereo e ataque ao solo, que era muito mais perigoso. So nao participaram de combates aereos por terem chegado mais tarde ao teatro de operacoes como citado acima. Mas com certeza teriam feito bonito tambem. Tiveram um bom desempenho pois a maioria fez muito mais missoes que as 50 que era o limite para os pilotos americanos. Muitos passaram das 70 chegando ate 99 missoes. Infelizmente a lideranca da FAB na epoca nao teve visao. Deveria ter enviado muito mais pilotos para recompletamento para que… Read more »

Tales

Dalton em 06 fev, 2010 às 16:55 Eu entendi teu comentário. Minha intenção foi de o complementar, respondendo indiretamente ao Wolf. Apenas discordo quando afrimas que o que importa para a denominação “aviação de caça” é o tipo de avião e não a missão que o mesmo desempenhou. Na verdade, embora o tipo de avião seja importante, o que é realmente relevante é a finalidade do grupo ou esquadrão e o treinamento que eles recebeu para cumprir esse objetivo. Como exemplo, vale lembrar que recentemente os Xavante desempenharam missões de interceptação no 1º GDA, enquanto não chegavam os M-2000C, mesmo… Read more »

Wolfpack

Não é que não valeu Leonardo… é que não era aviação de caça. De caça não tinham nada. Suas conquistas foram de bombardeiros e não de caça…Temos algum ás da Segunda Guerra???
E complexo de vira-lata não têm nada a ver com reconhecimento de fatos históricos…
Na função de Bombardeiros foram muito bons e só.
Se não entedeu não comente…
[]s

Tales

Wolfpack em 06 fev, 2010 às 17:48 Por partes. Sim, é verdade que nenhum avião de caça do Eixo foi abatido pela FAB em confronto ar-ar. Mas vale lembrar que, na FAB, mesmo os esquadrões com missões de ataque (ou bombardeio tático, como tu prefir) são considerados unidades de “caça”. E os pilotos do 1º GAvCa receberam treinamento para serem, sim, pilotos de caça. E essa era para ser a principal missão do Grupo. O fato de não terem se engajado em combates ar-ar deu-se em razão do momento de sua atuação, como já explicado. Mas como tu bem referiu,… Read more »

Danilo

Wolfpack,
Os seus comentários foram feitos, sim, com a intenção de ironizar os nossos bravos pilotos do 1 Grupo de Caça.
Era uma unidade de caça, que por motivos circunstanciais, chegaram ao TO italiano quando a Luftwaffe já tinha sido derrotada.
Nada, porém, tira o brilho e o mérito daqueles que foram os pioneiros da nossa Aviação de Caça.
Por favor seja mais respeitoso em futuros comentários.

Billy

O P-47 era caça top de linha. O Mustang tomou a dianteira na escolta de bombardeiros apenas pelo seu maior alcance. Devido a superior resistência a danos, poder de fogo e velocidade em mergulho, o Jug assumiu a dificil tarefa de atuar como caça-bombardeiro. Mesmo assim foi o caça que quebrou a luftwaffe em 43/44. Os pilotos Brasileiros fizeram o mesmo treinamento dos americanos e só não travaram combates aéreos porque os nacionais-socialistas já tinham sido varridos dos céus da Itália, reduzidos apenas à defesa da Alemanha. Brilhante comando do Cel NERO MOURA que antes da II WW já havia… Read more »

Wolfpack

Não existiu em meu comentário nenhuma ironia, entenderam errado. Sempre entendi pilotos de caça, principalmente na WWII como pilotos de escolta e defesa aérea. Suas missões na época eram bem definidas. Se por motivos outros no T.O. da Itália e sul da Alemanha não tiveram a oportunidade de realizar combates aéreos, paciência, representaram com bravura nosso país em suas missões de ataque. Não questionamento nenhum ao fato deste grupo de heróis brasileiros e suas missões na WWII. A questão colocada é de semântica, Grupamento de Caça principalmente na WWII tinham suas missões bem definidas. Concordo que com o P47 Thunderbolt… Read more »

Tales

Wolfpack em 06 fev, 2010 às 23:29

“A questão colocada é de semântica, Grupamento de Caça principalmente na WWII tinham suas missões bem definidas.”

EXATO. E a missão PRIMÁRIA do 1º GAvCa era a “caça” e era para isso que eles foram treinados.
Foi uma “ironia do destino” não terem efetuado missões de combate no cenário ar-ar.
Sauds.

Samantha & Fernanda

Nero Moura e Danilo Moura eram primos da nossa bisavó qualquer duvida entre em contato conosco:
sa_feh@hotmail.com
Responderemos assim que pudermos
Obrigada pela atenção e compreenção !
Ass: Samantha e Fernanda

osvaldo

O amigo suscitou uma questão pertinente. Alguns ________________, quiseram menosprezá-lo. É até piada falar que os brasileiros iriam derrubar fw190d e me109g (a despeito da superioridade das máquinas tedescas e do preparo do piloto alemão). As pessoas falam bastante; o discovery channel arquiteta documentários caprichados endeusando os aviões estadounidenses, mas nada se fala acerca dos números colhidos no curso 2a guerra mundial… Vejam os ases alemães: 107 pilotos conseguram mais de 100 abates. Nenhum americano, ingles, ou membro de qualquer outra nacionalidade abateu mais de 100 aviões. Todavia, 107 pilotos alemães superaram essa barreira. Erich Hartmann abateu 352 aviões aliados;… Read more »

Fernando "Nunão" De Martini

Osvaldo, À parte o trecho que mereceu uma nota dos editores por não estar de acordo com as regras do blog, é bastante pertinente a sua crítica e a necessidade de não se fantasiar a história. Mas o livro que você citou (do Waak), está um pouco longe de ser considerado, hoje, isento, técnico e imparcial. Ele utilizou apenas uma parte dos arquivos disponíveis, para provar uma tese. Nada contra ísso ser a escolha do autor. Mas isso deixa o livro bastante incompleto se desejava buscar a imparcialidade (a qual, de qualquer forma, não é algo 100% atingível). Há partes… Read more »

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