SPECTRA

Jean Marc Merialdo

Representante da Rafale International no Brasil

POR QUE O RAFALE?

vinheta-destaque-aereoA necessidade operacional de uma nova aeronave de caça de primeira linha para a Força Aérea foi identificada há quase duas décadas. Desde então, seus requisitos operacionais foram identificados (e têm sido constantemente atualizados) e foi buscada sua aquisição.

As dificuldades encontradas para a efetivação da compra levaram à adoção de medidas alternativas para manter um mínimo de capacidade operacional para a FAB. Entre essas medidas estão a modernização das aeronaves F-5 e a aquisição, como solução interina, de algumas aeronaves Mirage 2000.

O Programa F-X2 foi concebido para prover, finalmente, as aeronaves de caça para a FAB, com uma expectativa de vida operacional de até 40 anos. Os requisitos estabelecidos deram origem a um pedido de oferta enviado para três empresas, que apresentaram suas soluções.

O ambiente estratégico na América do Sul e a crescente importância do Brasil no cenário mundial, no entanto, fizeram com que o citado programa extrapolasse seus objetivos iniciais, tornando-se um assunto de relevância nacional.

Requisitos como a transferência de tecnologias críticas, a necessidade de autonomia/independência para implementar atualizações da capacidade operacional da aeronave, assim como a necessidade de dar suporte à Indústria de Defesa ganharam destaque adicional, sendo considerados entre os objetivos citados na Estratégia Nacional de Defesa (END), aprovada após a emissão do pedido de oferta pela FAB.

O RAFALE PARA A FAB

Para tornar possível a realização de um processo de seleção, os requisitos técnicos, logísticos e industriais do projeto foram mantidos em um nível bastante restrito, de modo que as exigências da FAB não eliminassem, a priori, a possibilidade de escolher qualquer um dos concorrentes.

Como consequência, é natural que a escolha venha a contemplar a solução que excede, de forma mais completa, os requisitos estabelecidos.

Rafale disparando MICA

CAPACIDADE OPERACIONAL

O RAFALE supera significativamente o concorrente de mesma classe quanto ao desempenho operacional. Tem maior raio de ação em todos os perfis críticos, mais capacidade de transportar e empregar armamento em longo alcance, assim como melhor capacidade de manobra e de interceptação a partir de alerta no solo. Assim, ele tem melhor capacidade de cumprir, a partir de bases no centro do Brasil, as novas missões de vigilância e proteção da Amazônia e da área do pré-sal, decorrentes da nova Estratégia Nacional de Defesa.

Concebido a partir da ampla experiência concreta da Força Aérea Francesa em operações de guerra, com requisitos exigentes, e já testado em combate, ele proporcionará à FAB uma nova capacidade de projeção, com economia de força e integração eficiente a futuras coalizões, caso o Brasil venha a participar de operações multinacionais.

A comparação com o concorrente menor não é adequada. A motorização deste último, por exemplo, fornece apenas a metade da potência instalada no concorrente norte-americano (apenas um dos dois motores).

Alguns analistas argumentam que tal deficiência de um avião menor poderia ser compensada pela utilização de um maior número de aeronaves. Tal consideração não é sustentável pois, se por um lado pode-se compensar a limitação de carga bélica disponível, por outro, usar mais aeronaves não irá aumentar o alcance destas, melhorar sua capacidade de combate ou melhorar sua resposta à necessidade de realizar interceptação a partir de alerta no solo.

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A EVOLUÇÃO DO RAFALE

O projeto RAFALE foi concebido para prover uma aeronave “omnirole”, para ser utilizada como a única aeronave de caça existente nas forças armadas de um país (força aérea e aviação naval). Da mesma maneira, está programada a sua atualização frequente para manter a superioridade tecnológica requerida durante todo o ciclo de vida. Por ser um projeto novo, ele possui ainda 100% desta capacidade disponível, ao contrário de aviões que são decorrentes de projetos derivados de modelos já existentes.

Essa capacidade de constante atualização será transferida para a indústria brasileira, que poderá optar por fazê-la autonomamente ou, para repartir custos recorrentes, em parcerias com outros operadores da aeronave, como já foi oficialmente oferecido pela Força Aérea Francesa.

De fato, o consórcio RAFALE sempre conseguiu, no passado, exportar com sucesso todas suas aeronaves. Está agora, como no Brasil, respondendo a muitos pedidos de ofertas e manifestações de interesse por parte de países tais como Suíça, Índia (Força Aérea), Índia (Marinha), Grécia, EAU, Oman, Kuwait, Malásia e outros. Temos então a certeza de que o RAFALE, recém entrado em serviço com as Forças Armadas da França, terá um sucesso comercial internacional comparável ao do seu antecessor.

O SUPORTE LOGÍSTICO PARA O F-X2

A introdução do F-X2 comportará o início de uma nova era quanto aos processos logísticos na FAB, tal como aconteceu quando do início da operação de aeronaves a jato, da chegada dos supersônicos e da implantação da geração dos aviônicos (A-1).

Os custos logísticos para operação de aeronaves de combate são crescentes a cada nova geração. Os países que conseguiram manter uma evolução adequada de sua capacidade operacional puderam associar a implantação de novos sistemas a uma redução da quantidade de vetores.

O Brasil, por outro lado, devido à grande defasagem da capacidade operacional em relação à importância do País, necessitará crescer tanto em quantidade como em qualidade.

Sendo assim, não se imagina para a FAB a operação de um vetor do nível tecnológico do F-X2 baseada apenas nos parâmetros orçamentários atuais. Isto inviabilizaria o pretendido salto de eficiência e capacitação desejado com o projeto e necessário, no contexto estratégico do País.

A opção de investimento de recursos no aumento da capacidade de defesa externa já está sendo posta em prática, com as recentes decisões tomadas quanto ao reequipamento das forças, ao investimento em tecnologia de defesa e ao aumento considerável de efetivos militares.

A FAB será capaz de operar adequadamente o Rafale.

RAFALE – UMA SOLUÇÃO SEM RISCOS

1. RISCO DE PERENIDADE

Comprando-se um equipamento para 30 a 40 anos, a perenidade do fornecedor é fundamental. As três empresas do grupo RAFALE têm seu futuro garantido por seu posicionamento nos mercados e pelo alto nível tecnológico de seus produtos. A DASSAULT acaba de comprar 26% das ações da THALES e integra, segundo o analista aeronáutico do Teal Group, Richard Aboulafia, o seleto grupo dos 10 maiores construtores aeronáuticos (“the top ten companies”)1, junto com a Embraer, com a qual ela atua em gamas de produtos extremamente complementares, tanto na área de defesa quanto na parte de aeronaves executivas.

No que diz respeito aos programas, o concorrente americano já tem seu substituto definido e deverá encerrar sua produção do modelo oferecido em meados da próxima década. O outro concorrente europeu ainda está no estágio de “demonstrador de conceito” e não tem nenhum contrato estabelecido para completar seu desenvolvimento, sua industrialização ou produção, nem mesmo para a força aérea do país de origem.

O RAFALE está operacional nas forças armadas da França (Força Aérea e Aviação Naval) e foi concebido para ser a única aeronave de caça francesa. Para cumprir este programa, já tem produção prevista até 2022, sem contar os contratos de exportação. SEM RISCO.

2. RISCO DE EMBARGO TECNOLÓGICO

Existem experiências recentes de embargos para o fornecimento de tecnologias críticas e equipamentos de última geração requeridos para os projetos de modernização e fabricação de aeronaves militares brasileiras, por parte do Governo norte-americano. O outro concorrente europeu depende significativamente de tecnologias de terceiros países, inclusive dos EUA.

A tecnologia do RAFALE (100 % francesa) tem garantida sua transferência irrestrita para o Brasil quanto à aeronave, aos motores, aos sistemas aviônicos e aos armamentos, uma garantia reforçada pela parceria estratégica e pelo número de projetos de cooperação já iniciados. SEM RISCO.

3. RISCO DAS ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO

Tradicionalmente, as atividades de desenvolvimento comportam risco de aumento de custos e prazos que superam em 100% os planejamentos iniciais. A aeronave oferecida pelo outro concorrente europeu está no estágio inicial de desenvolvimento, sendo necessário construir e ensaiar protótipos, industrializar a solução e iniciar as atividades de produção. Esta condição se reflete, também, na área logística, em virtude da falta dos dados de campo necessários para apreciar a validade da oferta.

O concorrente norte-americano já tem uma linha de produção estabilizada, mas os riscos ainda existem para as soluções que terão que ser desenvolvidas após o encerramento da produção, no ciclo de vida da aeronave.

O RAFALE está operacional e já foi testado em combate. As poucas modificações necessárias para atender aos requisitos brasileiros são adequações de capacidades já existentes na aeronave. Tratam-se de atualizações da capacidade operacional durante o ciclo de vida da aeronave, que está apenas iniciando. SEM RISCO.

4. RISCO DE DESENVOLVIMENTO – UM EXEMPLO

O desenvolvimento e a qualificação de um radar em aeronave de caça é uma atividade extremamente complexa. A aeronave Typhoon, por exemplo, ainda não tem definida sua solução de antena de varredura eletrônica ativa (AESA), enquanto o outro concorrente europeu do FX-2 decidiu sua concepção de radar há menos de um ano, ou seja, encontra-se em estágio inicial de projeto. Como referência, o desenvolvimento do radar similar norte-americano levou cerca de seis anos.

O RAFALE já tem seu radar PESA operacional há vários anos e tem a solução de antena AESA em fase final de desenvolvimento dos aplicativos de utilização (software), já tendo sido iniciada produção seriada do hardware. RISCO DESPREZÍVEL.

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O RAFALE PARA O BRASIL

Como foi citado anteriormente, outros requisitos que não os técnicos, logísticos e industriais da FAB ganharam extraordinária relevância com a definição dos objetivos expressos na Estratégia Nacional de Defesa – END, aprovada após o lançamento do processo de seleção do F-X2, e com a crescente participação do Brasil no cenário diplomático regional e internacional.

A PARCERIA ESTRATÉGICA BRASIL – FRANÇA

Em consequência do alinhamento de posições estratégicas no cenário internacional e interesses comuns na área de Defesa, Brasil e França estabeleceram acordo de parceria estratégica.

Na área de Defesa, os primeiros resultados já se fizeram sentir no setor de propulsão nuclear para submarinos, no reequipamento de meios navais e de transporte aéreo militar (helicópteros para as três Forças).

A parceria estabelecida também dá amparo a uma ampla transferência de tecnologias críticas na área de Defesa, bem como a programas de cooperação entre as forças armadas dos dois Países.

Linha de montagem Rafale

A CAPACITAÇÃO INDUSTRIAL

É constantemente reafirmada a importância atribuída à capacitação industrial, que deve acompanhar todos os processos de aquisição de meios para as forças armadas. As “compras de prateleira” de sistemas fechados e sem transferência de tecnologia não são mais consideradas aceitáveis.

1. TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIAS CRÍTICAS

Os requisitos de transferência de tecnologia comportam hoje um viés qualitativo importante. Interessam sobremaneira as tecnologias críticas que permitam ao País aplicar soluções no “estado da arte” e desenvolver autonomamente, conforme a conveniência, seus sistemas de defesa.

A França possui e domina todas as tecnologias envolvidas no desenvolvimento do RAFALE e, por decisão já oficializada pelo governo da França e pelas empresas do consórcio RAFALE, a transferência destas tecnologias associadas ao projeto, incluindo as críticas, já está ofertada e programada.

Com a oferta do RAFALE, portanto, o Brasil adquire conhecimento, capacitação e domínio destas tecnologias críticas para serem utilizados tanto nas adequações da própria aeronave, quanto no desenvolvimento de novos produtos tecnológicos de interesse do País.

Rafale sistemas

2. CONTRAPARTIDAS (“OFFSET”)

As contrapartidas comerciais, de transferência de conhecimento e de carga de trabalho para o Brasil ganham importância e peso na avaliação estratégica. Esses requisitos de “offset”, por concepção, não podem acarretar aumento de preço para o projeto de aquisição, devendo o eventual investimento necessário para a absorção dessa transferência ser assumido pelo beneficiário da tecnologia ou pelo ofertante.

Os compromissos assumidos nos projetos de offset do RAFALE alcançam o montante de 160% do contrato comercial, devido não somente ao alto valor das tecnologias críticas envolvidas, como também ao grande número de projetos firmados com dezenas de empresas brasileiras.

As parcerias fechadas com entidades de ensino e Universidades garantem um repasse simultâneo de conhecimentos de alto nível e a capacitação de novos engenheiros e cientistas brasileiros nas tecnologias mais avançadas.

osf9ot

CARGA DE TRABALHO E GERAÇÃO DE EMPREGOS

Embora existam necessidades imediatas, na indústria aeroespacial brasileira, quanto ao recebimento de carga de trabalho que possa gerar empregos, é sabido que o fator que garante o sucesso empresarial não é apenas a possibilidade de estabelecer contrato para fornecimento de materiais e serviços. Deve-se considerar a importância da absorção de tecnologias críticas para os processos produtivos. Essas tecnologias têm ligação direta com a competitividade futura da empresa no seu ramo de atividade, a qual vai garantir o sucesso comercial duradouro, a crescente oferta de empregos qualificados e o alcance das metas governamentais quanto ao crescimento da capacidade da indústria aeroespacial.

O Projeto RAFALE prevê a realização, no Brasil, pela indústria nacional, da adequação da aeronave aos requisitos específicos da FAB (desenvolvimento, ensaios e produção). Também está programado o estabelecimento de uma linha de montagem do Rafale e a fabricação, no Brasil, de vários equipamentos, partes, sistemas e subsistemas. Outros projetos contemplam a participação de empresas brasileiras na fabricação das aeronaves Falcon, assim como a integração de elementos de concepção e fabricação brasileira a outros produtos aeronáuticos das empresas francesas.

Além disso, um investimento vai permitir a geração, no Brasil, de uma capacidade de manutenção de motores de aviões supersônicos, que ampliará a atual capacidade nacional de manutenção de motores a jato.

O ganho mais significativo, em termos de carga de trabalho, não estará, no entanto, limitado ao contrato de aquisição do F-X2. Este resultado virá, de forma perene, em decorrência da absorção das tecnologias críticas que serão transferidas para a indústria nacional, que irão gerar novos projetos e, portanto, novos empregos.

UM CASO ESPECIAL – O KC-390

O principal resultado direto associado ao programa RAFALE está na inédita participação francesa no projeto KC-390 da FAB, desenvolvido pela EMBRAER.

Em decorrência da parceria estratégica firmada entre os dois Países, o Governo Francês foi o único entre os três concorrentes que se comprometeu, por carta assinada pelo Presidente da República, a adquirir no mínimo dez aeronaves KC-390 para atender suas necessidades operacionais, bem como atestou interesse em participar, de modo significativo, nas atividades de desenvolvimento da aeronave.

Para tanto, já está decidido iniciar as atividades francesas no projeto KC-390 antes mesmo da assinatura do contrato do Projeto F-X2, com a transferência de tecnologias críticas e participação no desenvolvimento das soluções: para o sistema digital de controle de voo (DFCS), para a validação e certificação desse sistema e para o projeto e fabricação de superfícies primárias em material composto (asas, estabilizadores horizontal e vertical), entre outras tecnologias de ponta.

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A DECISÃO SOBRE O F-X2

Selecionando o RAFALE, o Brasil irá adquirir uma capacidade operacional impar, compatível com as exigências de sua nova Estratégia Nacional de Defesa e de seu novo posicionamento no cenário internacional.

A Força Aérea Brasileira desenvolverá o potencial operacional mais adequado ao leque de suas missões e às dimensões e características do território brasileiro, com a melhor relação custo benefício em longo prazo.

A indústria brasileira ampliará sua capacitação tecnológica e sua carga de produção, passando a dominar tecnologias críticas que impulsionarão futuros desenvolvimentos nacionais e contribuirão, ainda, a colocá-la num patamar compatível com o novo posicionamento internacional do País.

Com o programa RAFALE, o Brasil completará, no âmbito de sua parceria estratégica com a França, o conjunto de meios necessários para assumir sua posição no concerto das nações.

Pelos motivos expostos nesta análise, justifica-se a decisão operacional e estratégica de adotar a solução proposta pelo consórcio RAFALE, apoiada integralmente pelo Governo da França.

Esta matéria foi divulgada pela Dassault Aviation. As opiniões nela contidas são de exclusiva responsabilidade do autor.

FONTE: Revista Força Aérea No. 61 (dez 2009-jan 2010) / COLABOROU: Justin Case

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

201 Responses to “Razões para comprar o Rafale, por Merialdo” Subscribe

  1. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 17:53 #

    Que venha logo a nossa futura ave de rapina!!!

  2. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 17:54 #

    Parabéns ao Blog!!!

  3. URUTAU 21 de janeiro de 2010 at 17:59 #

    Carissimos senhores

    Caros amigos gostaria que qualquer umdos amigos do blog
    me respondesse mas de forma embasada e devidamente escudada
    em argumentação plausivel como foi possivel este senhor de nome
    JEAN MARC MERIALDO confeccionar um texto de tal tamanho tendo
    efetuado a FANTASTICA PROEZA de não dizer UMA UNICA VERDADE SEQUER ??
    Este dignissimo senhor deveria reconhecidamente ter seu nome inserido
    no GUINNES BOOK

    Saudações Senhores

  4. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 18:07 #

    Finalmente um que fala as coisas como estão!!!

    Hoje mesmo virei o estômago lendo de tudo contra o Rafale… e posso somente dizer que os medias, jornais e revistas estão ao serviço das elites. Não justifica todos os insultos contra este meio de defesa aéreo, que ja demonstrou seu valor em exercícios e em combates no Afeganistão.

    Não sou ingênuo ao ponto de dizer que o Rafale não teve combates aéreos, mas dos anos 90 pra cà quem teve??? Os USA no Iraque??? Acabei de jantar faz pouco tempo, então não me faça sentir mal por favor!!

    Este aparelho é o melhor para defender o nosso território de ataque estrangeiro, e sendo que o petróleo(Pré-Sal) è o chamariz para a guerra, tenho certeza que as considerações daquele senhor que dizia que o Rafale é uma aeronave superior ao nosso Teatro de Operações, foram forjadas de propósito para dizer aos LEIGOS que nós não precisamos de algo assim tecnológico!!!

    No fim desta historia, caso um dia o Brasil seja defendido pelos Rafales, e o inimigo seja derrotado em combate aéreo, aqueles que hoje defendem o fim deste programa aéreo de defesa para o Brasil(Rafale), terão a credibilidade destruída e a corte militar em caso de guerra vai lembrar sem duvida deles, e estes terão a corda que os espera!!!

    A segurança nacional nào é uma mercadoria de consumo, mas sim um totem da nossa civilização. Quem prega a vantagem de civilização estrangeira dentro do nosso território nada mais é que um traidor!!

    ABçs.

  5. Chacal2011 21 de janeiro de 2010 at 18:12 #

    Alguem tem previsão para para a decisão do fx-2????

  6. grifo 21 de janeiro de 2010 at 18:12 #

    URUTAU, nenhuma verdade e também nadinha sobre o PREÇO da brincadeira. ;)

    O mais ridículo é que o Merialdo *exigiu* que o texto fosse publicado pela RFA, como um “direito de resposta” a análise que a revista fez dos concorrentes no número anterior, que praticamente repete todos os argumentos do relatório da FAB.

    Por sinal você viu a transferência irrestrita de tecnologia? Tem gente aqui que sonha em ver o Brasil fabricando motores de caça. Mas olha só o que a Dassault está oferecendo:

    “Além disso, um investimento vai permitir a geração, no Brasil, de uma capacidade de manutenção de motores de aviões supersônicos, que ampliará a atual capacidade nacional de manutenção de motores a jato.”

    Sensacional, vamos poder CONSERTAR motores! Isto é que é parceria estratégica. Por isso tomaram pau na transferência de tecnologia.

  7. João 21 de janeiro de 2010 at 18:22 #

    Gostaria de fazer uma pergunta ao Sr. Jean Marc e seu fiel escudeiro Justin Case: Quanto custará o Rafale ao Povo Brasileiro?

  8. RAFAIL 21 de janeiro de 2010 at 18:22 #

    voce quis dizer RAfail

  9. Lecen 21 de janeiro de 2010 at 18:23 #

    Dois nomes: Super Hornet.

  10. João 21 de janeiro de 2010 at 18:29 #

    “No fim desta historia, caso um dia o Brasil seja defendido pelos Rafales, e o inimigo seja derrotado em combate aéreo, aqueles que hoje defendem o fim deste programa aéreo de defesa para o Brasil(Rafale), terão a credibilidade destruída e a corte militar em caso de guerra vai lembrar sem duvida deles, e estes terão a corda que os espera!!!”

    Tá viajando eihn… Será que os inimigos imaginários serão os EUA?

  11. Antonio M 21 de janeiro de 2010 at 18:29 #

    Faltou o sr. Merialdo explicar como que um equipamento tão fantástico ainda não conseguiu convencer nenhuma FA a comprá-lo.

  12. nozes 21 de janeiro de 2010 at 18:30 #

    ate que enfim um post falando bem do rafale!

    abraços

  13. Lecen 21 de janeiro de 2010 at 18:33 #

    Uma pena o Rafale já ter sido escolhido.

  14. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 18:33 #

    Antonio vou te explicar o porque,pelo fato do preço do caça!!!

  15. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 18:34 #

    Agora falta a explicação do Grippen não ter sido bancado pelo seu país de origem!!!

  16. Sirkis 21 de janeiro de 2010 at 18:40 #

    Saudações!

    Mas esse informe publicitário foi feito por quem? Estagiários do departamento de Marketing Tabajara???????

    Boa Noite!

  17. Ronaldo 21 de janeiro de 2010 at 18:40 #

    MOKITI em 21 jan, 2010 às 18:33

    “Antonio vou te explicar o porque,pelo fato do preço do caça!!!”

    Eu também vou explicar porque o Gripen NG nenhum país se interessa, pelo fato que não são burros!!!

  18. F.Caetano 21 de janeiro de 2010 at 18:42 #

    Antonio M em 21 jan, 2010 às 18:29

    “Faltou o sr. Merialdo explicar como que um equipamento tão fantástico ainda não conseguiu convencer nenhuma FA a comprá-lo.”

    Faço a mesma pergunta a você em relação ao Gripen NG, que nem mesmo a Suécia quer investir pra tirar do papel. Por que não convenceram Noruegueses e Dinamarqueses? Mas já que você prefere acreditar que os suecos vão nos vender um caça baratinho, e ainda por cima nos ensinar a fazê-lo, dando de troco todo seu know how, estranho não?
    Onde está a mágica? Como eu não acredito em duendes, coelhinho da páscoa e papai noel, não caio nesse canto da sereia nórdico.
    Sds.

  19. João Augusto 21 de janeiro de 2010 at 18:42 #

    O grupo Dassaulto só pode estar de brincadeira. Num parágrafo fala de transferência irrestrita e no outro fala que vai nos ensinar a fazer manutenção? Deve achar que agente é burro mesmo.
    É muita palha-frita. O triste é saber que essa ________deve ganhar.

    GRIPEN!

  20. João Augusto 21 de janeiro de 2010 at 18:42 #

    João Augusto não supporta Rafale. XD

  21. João 21 de janeiro de 2010 at 18:43 #

    O Rafale pode ser uma avião lindo e maravilhoso, fabricado por uma top ten da Indústria Aeroenáutica, mas é caro demais para o Brasil.

    O Gripen pode ser um “avião” lindo e maravilhoso, frabricado pela SAAB, cuja divisão automobilistica pediu concordata, mas é apenas um projeto.

    O F-18 SH é um avião lindo e maravilhoso, fabricado pela no.1 da Industria Aeroespacial, entregue por um preço justo, mas infelizmente é americano.

  22. João 21 de janeiro de 2010 at 18:47 #

    E as contra-partidas comerciais da França?

  23. Sirkis 21 de janeiro de 2010 at 18:51 #

    Saudações!

    O Rafale não venceu nenhuma concorrência pelo mundo. Os franceses estão desesperados para vender o Rafale e nas concorrências por onde passaram prometeram até o impossível. Na hora H os franceses tentam o bote e voltam atrás, como foi no Marrocos. O governo francês se esforça até a última gota para vender o Rafale e até hoje não conseguiram. Só nós vamos comprar esse elefante branco por questão polícita. Não custa dizer, o Rafale ficou em ÚLTIMO LUGAR no relatório final.

    A propaganda falaciosa desse senhor é tão sem sentido que nem vale a pena rebater as mentiras escritas por eles.

    Pois é URUTAU, e pensar que ainda existem os que caem nesse conto do vigário…

    Boa Noite!

    Obs. Alegria do Rafale no último lugar no relatório do COPAC.
    TEM COISAS QUE O DINHEIRO NÃO COMPRA!!!

    Obs. Mas o pessoal que gosta do Rafale vai curtir quando eles chegarem aqui. É só questão de tempo.

  24. FLY 21 de janeiro de 2010 at 18:53 #

    É engraçada chegar e ver opinião de jornalista, que como não sabe nada mesmo, escreve seus comentários para o massa ler. Se o infeliz escreve que o dinheiro seria melhor na educação, pronto, o circo ta armado. A gentalha vai dizer que o governo vai gastar dinheiro da educação, saúde e etc em coisas supérfluas (a defesa do país).

    Se o governo fosse esperto, já teria dado o “OK” para o Rafale a fim que ele já possa ter ganho, assim evitando constrangimentos como essa palhaçada do bolça esmola.

    Luan meu caro,s eiq eu você não vai gostar de ver eu falar outra vez, mas o Brasil investe errado. Os senadores não entendem mesmo de política. Não entendem que o tempo passa. Agora eu vou falar. Pagamos um aumneto (não falado) de % para o bolsa família, fome zero e Cia, mas veja quem paga é o Sul, Sudeste, Norte e todos, menos o Nordeste. Sim, reconheço que o nordeste sofre, contudo, não adianta sustenta-los a base de nossos impostos, já que lá não há sustento. Não há empresas, não há capacitação de pessoal e etc. Em fim, vamos sustentar-los por muito tempo. Repito, não sou contra, mas o governo não investe no peixe, apenas na vara.

    Pessoas.

    Agora nesse fim de mandato do Sr. Lula, vemos a opinião de vários “especialistas no assunto”. Mas esses especialistas, além de não saberem nada de que importa, são sempre infelizes em seus textos, demonstrando preferências, pessoalidade, com a barriga cheia de fezes para jgar nesse e em qualquer governo.

    Sei que jornais, revistas, e etc, são muito manipuladas por pessoas poderosas. Como no caso do Jorge cajurú, que foi demitido da Band por falar mau de quem não devia, ou seja, se governadores como o Sr. Aécio Neves, governador do meu querido estado de Minas Gerais, onde o PT manda na capital, minha linda Belo Horizonte. Voltando, esse senhor Cajuru mexeu com o meu governador e levou a dele. Sorte tem o José Luiz Datena, que fala fala fala fala e não diz nada, aquilo é que é jornalista (?) sensacionalista, mete o pau, mas não é louco de mexer com quem não deve.

    Agora voltando ao Rafale (fail). Se demorar mais pra sair, corre o risco de sua verba ser destinada para fins (ou entradas) ocultas. Adiada ou morta. E nunca mais ressuscitada pelo próximo governo, isso se não der a Dilma.

    Desculpem o desabafo, tava travado aqui faz tempos.

    Tenham uma boa noite. Seu puderem.

  25. Ronaldo 21 de janeiro de 2010 at 18:55 #

    As forças armadas com orçamento entorno de 50 bilhões de reais será que não pode separar uns 15 bilhões para se modernizar? Ah, agora lembrei, existe a mágica do pensionista HighLander, mama nas tetas do governo eternamente…

  26. FLY 21 de janeiro de 2010 at 19:03 #

    Não amigo, precisamos é de uma nova constituição. Nenhuma de certo.

  27. Alexandre G.R.S. 21 de janeiro de 2010 at 19:05 #

    Prezados,

    Razões para não comprarmos o Rafale, encontraremos aos montes. Paranão comprarmos o Gripen e o SH também.
    Agora, fato é que, compremos qualquer um dos três sistemas, estaremos alavancando as vendas dos mesmos!
    Com a notoriedade que o país vem tendo no cenário mundial, muitos paises estão de olho em qual o vetor que a “futura potência” comprara. Nem a concorrência da India ganhou tanto vulto como a nossa.
    Então, essa assertiva de que comprando o Rafale seremos “garotos propaganda” da aeronave é meio falha. Comprando qualquer um dos três seremos observados…
    Por isso que temos que buscar as contra partidas de forma bem clara e definida.
    O momento nos propicia isso.
    E afinal, que venha o melhor!

    Sds.

  28. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 19:10 #

    Joào:

    O inimigo não é imaginário não!!!! Lembra das guerras do século XX??

  29. Mausher 21 de janeiro de 2010 at 19:11 #

    João adorei! É verdade!

    Observação:
    Não sou anti-americano tanto quanto não sou anti-França ou anti-Suécia. Apenas ressalto os impedimentos, diga-se vetos, múltiplos por parte dos americanos em nossas aquisições e soberania.

    Talvez, a presidência da república deste País, esteja querendo nos dizer que “Parceria Estratégica” é o nome do remédio diplomático para não dizer-se: “Substituição imediata dos EUA em questões convenientes.”

    E como remédio é caro e não há outro genérico conveniente disponível…

    Só o tempo dirá!
    Abraços.

  30. ZE 21 de janeiro de 2010 at 19:12 #

    Vamos desmistificar algumas coisas:

    - O Rafale nunca foi testado em combate;

    - O alcançe dos vetores é similar;

    - Ninguém intercepta ninguém com carga bélica full load;

    - Os 3 modelos são contemporâneos;

    - Vai haver um upgrade de meia-vida no Rafale em 2020. Como iremos receber o último Rafale em 2017, menos de 3 anos depois, os nossos Rafale já estarão defasados;

    - Não existe outros operadores do Rafale. Só a França opera ele;

    - A Suíça, através de um referendo vai decidir, ou por uma moratória até 2020, ou por cancelar o concurso. Ademais, o Rafale não irá ganhar lá, pois o orçamento para a compra é baixo, não dando para se adquirir esse vetor caro. Pela verba disponível, ou eles irão modernizar seus F-18, ou irão comprar os Gripen;

    - Não creio que a Índia irá comprar os Rafale (apenas um palpite meu);

    - A Grécia está ultra quebrada. Seu déficit deverá ser de 14,3% do PIB (quando o limite imposto pela UE é de 3%). Seu dívida pública é de espantosos 123% do PIB. A Alemanha, em um primeiro momento, disse que não iria ajudar a Grécia, depois mudou de idéia. Seu orçamento para esse ano é coisa de faquir. Dizem que eles não têm dinheiro nem para comprar uma pipa, nem um papagaio;

    - Os EAU não vão comprar os Rafale por várias razões: Desde o fato deles possuírem F-16 Block 60 de última geração equipados com radar AESA (o último dos 80 F-16 Block 60 foi entregue em 2007). Metade dos 68 Mirage 2000 são também novíssimos (a outra metade está passando por um upgrade para torná-los estado-de-arte). Eles têm falta de pilotos, por isso acabaram de comprar 48 dos novíssimos Aermacchi M-346 (metade deles em configuração de ataque leve). Isso tudo sem falar no maior calote financeiro dado desde o calote da Argentina em 2001…

    - A Malásia está ruim de caixa;

    - O Kuwait falou que não queria o Rafale, depois disse algo em contrário. O fato é que eles não vão comprar material francês. Eles operam o F-18 Hornet e eles se lembram quem libertou o país deles na Guerra do Golfo, quem mandou a parte-do-leão em tropas, aeronaves, meios navais…

    - Sim, se imagina operar o vetor em concordância com os atuais parâmetros orçamentais, pois este é o mundo real, e não o desejável;

    - A Dassault e a Embraer são sim concorrentes, e serão ainda mais no futuro. Comprar o Rafale, é dar fôlego econômico a um concorrente. Lembrem-se, a Embraer é a maior exportadora do Brasil e gera tecnologia e empregos no Brasil;

    - O risco do Gripen NG é pequeno, já que é uma evolução do Gripen. O consórcio do Gripen NG já se manifestou falando que qualquer custo a mais no desenvolvimento do vetor será arcado por eles. Tudo isso, é claro, será posto em contrato. Nada de acordos verbais do tipo feito pelo Sarkozy;

    - O Rafale impõe risco, pois como ele só foi comprado pela França, seu custo, tanto compra, quanto de manutenção é altíssimo (pelo menos 64 milões de Euros por vetor. Pelo menos, 14.000 Euros a hora de voo. Tudo isso, como é óbvio, por valores subsidiados);

    - A tecnologia do Rafale não é 100% francesa como já foi provado nesse blog, seja através das diversas matérias do blog, seja através de inúmeros posts de foristas (eu mesmo já postei isso diversas vezes).

    - O risco de embargo existe e sempre existirá. Colocar todos os ovos num mesmo cesto não é nem um pouco desejável, pois assim ficamos na mão de um único país. Com o Gripen NG, se algum país embargar o Brasil, podemos arranjar outros fornecedores. Se a França fizer isso com o Rafale, estaremos ferrados.

    - A própria França apunhalou Israel em 1967. Em véperas da Guerra dos 6 Dias, a França não entregou os 50 Mirage que já tinham sido pagos pelo Governo Israelense. Ato contínuo, a França fez a mesma coisa com os barcos torpedeiros que já tinham sido comprado pelos israelenses. Se a França resolver embargar o Brasil…Pensem;

    - O risco do Rafale também se consubstancia no fato que se a tranferência de tecnologia é uma das condições “sine qua non” para que possamos comprar o vetor, então não devíamos comprar o vetor gaulês, pois ele já está feito. Não há como aprender sem fazer. O termo Inglês ” on the job doing” diz tudo. A maximização da tranferência tecnológica se dá com os engenheiros projetando, aprendendo, fazendo, e não com um projeto já completamente desenvolvido;

    - A “PARCERIA ESTRATÉGICA BRASIL X FRANÇA”, juridicamente não existe. Não se pode ter uma parceria verbal. Se os Governos mudam, essa parceria verbal acaba em um segundo. Além de ser, no mínimo ridículo. Eu e o Direito Internacional Público, nunca ouvimos falar de “PARCERIA ESTRATÉGICA DE BOCA”. Algo ridículo e inusitado. Legalmente falando, ACORDOS E TRATADOS são feitos pelos Chefes de Estado ou alguém que os represente (plenipotenciários). Ao se debater todas as cláusulas da PARCERIA, ACORDO, TRATADO, ALIANÇA…com diversas idas e vindas do corpo diplomático, pareceres jurídicos dados pela AGU…aí teremos o corpo da PARCERIA. Após assinada, e visto que o Brasil adota a Teoria Dualista (para alguns, Monista), este ACORDO tem que ser aprovado pelo Congresso Nacional. Como visto, não é uma coisa mambembe, feita às pressas, feito em um botequim. Esse ACORDO DEVE OU DEVERIA ESTABELECER DIREITOS E DEVERES PARA AMBOS OS ATORES. Onde está o tal ACORDO, PARCERIA ESTRATÉGICA? Onde estão os documentos? Já foram debatidos? Por quem? Quando foram? O que o Brasil ganhará com isso? O Congresso de ambos os países já aprovaram?

    - Segundo a FIESP, O COPAC, a FAB, as Empresas Consultadas pela Embraer, a EMBRAER, eu, você, nós todos… sabemos que a tranferência de tecnologia se dará de forma muito melhor com o Gripen NG. Por isso, o Rafale é o último da lista no quesito tranferência de tecnologia para todas as empresas, menos uma;

    - Por razões óbvias e já discutidas aqui, não existe tranferência de tecnologia irrestrita. Não se pode tranferir 100% de algo que não se possui. A Dassault pode tranferir 100% do que ela possui, mas nunca 100% da tecnologia das outras empresas que participam do consórico (sejam porque elas não querem, sejam porque elas não são francesas);

    - As empresas já disseram que a maior geração de empregos se dará com a oferta da SAAB Gripen. Não só haverá o “on the job doing”, mas também grande parte do vetor sueco será feito aqui no Brasil. As partes do vetor sueco feitas aqui não serão replicadas nem na Suécia. Assim quem mais irá gerar empregos direitos e indiretos no Brasil será a proposta do SAAB e não da Dassault;

    - Não vou falar do kc-390, CARINHOSAMENTE APELIDADO PELO MORIN DE “CARRINHO-DE-MÃO”;

    - A decisão do FX-2 todos nós já sabemos qual é. Sabemos desde aquele fatídico 7 de setembro de 2009. Vai dar Rafale.

    []s

  31. Alexandre G.R.S. 21 de janeiro de 2010 at 19:19 #

    Prezado ZE,

    Sobre que viés você faz a sua analise?
    Com a economia com ciclos cada vez mais curtos e atemporais você não acha que os cenários podem mudar rapidamente?
    E se o Franceses expadirem suas contra partidas a outros users?
    Não podemos ser taxativos em nossas analises.
    Os viezes são muitos.
    Veja o exemplo do Goblal Sachs: projetou os BRIC´S para 15 anos.
    Hoje já não fazemos mais parte do mesmo pois fizemos em 7 o que deveriamos ter feito em 15.
    Será que isso não foi levado em conta? ou o segundo escalão econômico do governo é tão “cego” assim? estamos falando de profissionais oriundos de FEA USP, FGV, IBMEC, HARVARD, COLUMBIA, YALE, LOSANNE…

    Sds.

    Sds.

  32. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 19:24 #

    ZE:

    Em toda esta tarantela que fizeste, e digo que foi como sempre de ótima fatura, a unica coisa em que concordamos é o seguinte:

    -A própria França apunhalou Israel em 1967. Em véperas da Guerra dos 6 Dias, a França não entregou os 50 Mirage que já tinham sido pagos pelo Governo Israelense. Ato contínuo, a França fez a mesma coisa com os barcos torpedeiros que já tinham sido comprado pelos israelenses. Se a França resolver embargar o Brasil…Pensem;

    Verdade, foi uma punhalada mesmo!!!!!!!! A França tinha ficado P da vida com os fatos do canal de Suez, e assim resolveu fazer isso com eles, mas aqui na A.L. a realidade geopolítica é outra, mais estavél e confiável, pelo menos no que diz respeito a Aliança. Brasil -França.

    Abçs.

  33. Antonio M 21 de janeiro de 2010 at 19:27 #

    “…A Kawasaki Heavy Industries era um dos parceiros de risco que instalou-se em Gavião Peixoto em 2003 para montar as asas dos jatos EMB – 190 e 195. Com sua saída do País em 2006, a própria Embraer absorveu tal produção. Os laços da Kawasaki com a Embraer eram comemorados por se tratar da única subsidiária dela fora do Japão. Desde o início do projeto da família 170/190, a Kawasaki, que não tinha experiência alguma em trabalhos que envolvessem “risk sharing partnership”, apresentava insistentemente suas contas acumuladas de despesas de desenvolvimento. Apesar de explicado que o partilhar do bolo no que tange às receitas, despesas e lucros se daria em etapas espaçadas e um tanto longínquas do programa, fato conhecido inclusive quando da assinatura dos contratos, a insistência da KHI em apresentar suas contas, inclusive para corrigir discrepâncias geradas por seus próprios projetistas e engenheiros, teria acabado com a paciência da Embraer, que optou por rescindir o contrato e assumir a fabricação das asas e as correspondentes instalações em Gavião Peixoto. Esse fato não deixa de ter um aspecto estratégico para o crescimento da Embraer, pois ela passou a ser mais que uma integradora nessa área, o que tende a incomodar a concorrência no futuro com novos projetos. ”

    Se a Embraer tratar com a mesma maturidade o contrato com a SAAB, não vejo problemas e mais oportunidades pois o país, a Embraer, a FAB poderão tirar muito proveito da fase de projetos para aprender e poder participar de algum programa de caça de 5ª geração talvez. Seria assim com a França/Dassault?

  34. Mausher 21 de janeiro de 2010 at 19:30 #

    A tempo: Tô com o Alexandre!

    (Nossa enquanto escrevia o de cima já apareceram um monte) rsrs

  35. Antonio M 21 de janeiro de 2010 at 19:36 #

    Mais sobre a França.

    Revista tecnologia e Defesa nº 118, pág. 51/3

    Sobre a compra de aviões pelo aviação do exército em 1932:

    “…O governo federal foi primeiro à França, na época a mais importante fornecedora de equipamentos militares para o Brasil, em funçao da Missão Militar Francesa, o que significava que não só a doutrina militar mas também os principais equipamentos eram franceses. Um lote de munição foi encomendado e um total de 18 milhões francos pago. Todavia, o governo francês alegando “dever humanitário” recusou-se a concretizar a transação , mesmo com tentativas feitas por diplomatas. A dexisão não só foi alterada como atrasou-se o máximo a devolução do dinheiro já pago. Talvez, por esse motivo, a partir daquela ocasião não mais se buscou armamento dos franceses, pricipalmente aviões, uma prática rompida somente na década de 70 com a aquisição de caças Mirage III. …”

    Sei que o tempo passou e muitas coisas mudaram, mas ……..

  36. Nick 21 de janeiro de 2010 at 19:39 #

    Alguns pontos interessantes dessa matéria oficial do Sr Merialdo :

    1) A FAB não sabe nada de nada pela palavra do Sr Merialdo.
    2) A França bancará a operação do Rafale para a FAB caso o Governo Federal contigencie verbas de custeio para a FAB. Claro que isso é raríssimo de acontecer….”A FAB será capaz de operar adequadamente o Rafale”
    3) Se a França entrar em conflito com o Brasil, NÂO haverá RISCO para a operação do RAFALE. “SEM RISCO” :D
    4)0% de RISCO no Desenvolvimento = Produto de prateleira..onde está o know-how ?? Em algum caça futuro?? um UCAV? onde está escrito isso sr Merialdo?
    5)Agora a disponibilização de tecnologias críticas, eu gostei :D
    Mectron produzirá o RBE2 AESA no lugar do SCP01 para o AMX ^^

    []‘s

    PS. O Rafale é um ótimo caça. Mas não é Estado-de-arte.
    PS2.Caro Mokiti, que eu saiba o Rafale não uma nave de combate Klingon! brincadeira…:D

  37. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 19:40 #

    ZE vamos as explicações!

    Você diz que o rafale nunca foi testado em combate,porque não houve um combate digno pra ele,ele foi testado no afeganistão,assim como o F-18 foi testado no Iraque,que não é uma grande força Aérea,se vc quer bater nessa tecla,pega os seguintes caças,Mitsubihi zero,P,P-51,HURRICANE,SPITFIRE,esses foram testados nas ,mais duras circunstancias,existe os misseis intercontinentais que tb nunca foram testados,se vc quiser se habilitar.

    Segundo o grippen nem vou ainda,o rafale é superior ao grippen em tudo,os franceses foram até educados quando o ministro da frança disse que o grippen é um volvo e o rafale uma ferrari,pior foi o americano que disse que o grippen é um desastre.

    Terceiro,se a forca aerea do chile que tem um pib menor que o nosso está querendo comprar os THYPPON,vc acha que o grippen NG(virtual),tem chance num eventual conflito,porque o grippen cd não dá nem pro começo.

    Quarto,vc quando aprende algo,tem que dominar o ciclo pra depois treinar efetuar a manutenção,vamos ter auxilio deles e a manutenção vai cair,pois será um serviço feito por nossos técnicos,e não pela Dassult,e com isso eles deixam de ganhar,é como uma empresa que vende um produto e ensina a fazer a manutenção em seu produto,cara vê se vc entende bem quando o quisito é segurança não se economiza,me admira muito a Fab preferir um caça mais barato,não sou contra o grippen é um bom produto mas para o brasil quero o melhor os caças que serão a linha de frente.

  38. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 19:41 #

    Nick que eu saiba o grippen ainda não existe….rsrs

  39. Livre-Pensador 21 de janeiro de 2010 at 19:41 #

    E no Haiti a vergonha da nossa imcapacidade ,obriga os EUA a tomarem o lugar que era de nossa responsabilidade,e queremos uma cadeira no conselho só o lula mesmo.Sem mais palavras.

  40. A-Bomb 21 de janeiro de 2010 at 19:42 #

    Francoorp em 21 jan, 2010 às 19:10

    O francoorp não é por nada não mas contra os Estados Unidos não vão ser 36 Rafinhar que vão segurar :)
    Mas nem que fossem 100 deles.

    Esqueceu dos F22?
    Esqueceu dos Porta aviões?
    Esqueceu dos suBNucleares? (armados com armas nucleares e não capados como o que nos queremos ter).
    Esqueceu dos LGM-30 Minuteman?

    Agora se tivéssemos 36 mísseis nucleares te garanto que pensariam mil vezes antes de tentarem algo estúpido.

  41. Livre-Pensador 21 de janeiro de 2010 at 19:42 #

    E no Haiti a vergonha da nossa incapacidade ,obriga os EUA a tomarem o lugar que era de nossa responsabilidade,e queremos uma cadeira no conselho só o lula mesmo.Sem mais palavras.

  42. Wilhelm 21 de janeiro de 2010 at 19:42 #

    É só ler o título do artigo para entender porque não falou nenhuma linha sobre o preço.

  43. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 19:45 #

    Wilhelm o preço está na clausula de confidencialidade,simplesmente isso!!!

  44. Paulo Renato 21 de janeiro de 2010 at 19:45 #

    Estou começando a pensar que não vai sair nada !!!!!
    Presidente pode impurrar essa decisão para o próximo Governo.

    Grande mico vai ser o Rafale no Brasil !!!!

    SU35BM já eesa é a solução imediata para o Brasil o primeiro lote com 40 vetores !!!

    Abs.

  45. JC 21 de janeiro de 2010 at 19:50 #

    Agora os rafale boys ficaram felizes….pronto………

    Acho q essa “decisao”, que jah foi tomada ha tempos, mas nao anunciada, vai demorar ainda pra sair de vez. Muitos outros assuntos pro torneiro mecanico resolver antes disso. E o presidente do PSDB parece q virou macho.

  46. Mausher 21 de janeiro de 2010 at 19:52 #

    Em relação a este comentário.

    (desculpem, por sair separado!)

  47. Mausher 21 de janeiro de 2010 at 19:53 #

    “Com a notoriedade que o país vem tendo no cenário mundial, muitos paises estão de olho em qual o vetor que a “futura potência” comprara. Nem a concorrência da India ganhou tanto vulto como a nossa.
    Então, essa assertiva de que comprando o Rafale seremos “garotos propaganda” da aeronave é meio falha. Comprando qualquer um dos três seremos observados…
    Por isso que temos que buscar as contra partidas de forma bem clara e definida.
    O momento nos propicia isso.
    E afinal, que venha o melhor!”

  48. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 19:57 #

    A-BOMB:

    Sabes bem como penso no caso de armas nucleares… Quanto mais melhor!!!

    O ponto não são os 36 unidades, mas ter a capacidade de produzir, uma guerra leva tempo para a preparação, existem tantas variáveis, mas se podemos fabricar tudo aqui poderíamos ter mais de mil em pouco tempo, basta fazer o parque industrial ter a capacidade de produção.

    Abçs, A-Bomb, parece estranho mas senti a tua falta, e a do 1Maluquinho também. Valeu.

  49. th98 21 de janeiro de 2010 at 19:58 #

    pessoal todo mundo sabe que o rafale só não ja foi vendido porque é caro.
    sobre as turinas vocês não acham que iriamos criar uma empresa para só construir 36.

  50. Baschera 21 de janeiro de 2010 at 20:02 #

    FX-2? Isto non ecxiste! Morreu no dia 7 de Setembro. O que vemos por ai, é apenas um zumbi insepulto. (VPlemes do FBM)

    Que já está fedendo….. :) :)

    O último que sair apague a luz !!!

    Sds.

  51. BRAVURA 21 de janeiro de 2010 at 20:03 #

    É incrivel como a maioria das opiniões sobre o FX-2 aumentaram em favor do Gripen. Antes da divulgação do relatório da FAB era clara a maior preferência dos internautas e blogueiros para a escolha do Rafale. O Super Hornet, por sua vez, manteve alguma preferência.

    Devemos acreditar que independentemente do escolhido: Rafale ou Gripen. A FAB continuará por um bom tempo a passar por problemas estruturais, de manutenção e os tantos outros que enfrenta. Afinal de contas investimento em defesa é o que menos se prioriza pelos governos do Brasil, principalmente em tempos de paz.

  52. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 20:05 #

    Bravura:

    “É incrivel como a maioria das opiniões sobre o FX-2 aumentaram em favor do Gripen. Antes da divulgação do relatório da FAB era clara a maior preferência dos internautas e blogueiros para a escolha do Rafale.”

    A propaganda é a alma do negocio, leia a veja nos últimos números e entenderás!!!!!!!

  53. Francisco AMX 21 de janeiro de 2010 at 20:06 #

    Mais do mesmo!

    Cadê o post sobre os custos do NG? este sim daria um ibope bacana!

    Sds!

  54. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 20:13 #

    O que este NG??? Nova Gripe???

  55. Ronaldo 21 de janeiro de 2010 at 20:14 #

    O Rafale e o Super Hornet tem a vantagem de se poder discutir preços, poder de fogo, alcance, carga bélica, raio de combate, etc…
    Quando construirem um Gripen NG real certificado, testado em combate e tudo mais e não um Demo, me chamem para o debate. abraços.

  56. Wolfpack 21 de janeiro de 2010 at 20:21 #

    Tirem suas próprias conclusões… Os Rafale deram um pau mesmo nos Typhoons em Al Dhafra e está difícil para limpar a barra para o lado do Queridinho da Rainha…
    http://www.flightglobal.com/blogs/the-dewline/2010/01/eurofighter-boasts-usaf-f-15-k.html
    O blog deve estender a bandeira a meio mastro…
    I`m so sorry!

  57. athalyba 21 de janeiro de 2010 at 20:23 #

    -A própria França apunhalou Israel em 1967. Em véperas da Guerra dos 6 Dias, a França não entregou os 50 Mirage que já tinham sido pagos pelo Governo Israelense. Ato contínuo, a França fez a mesma coisa com os barcos torpedeiros que já tinham sido comprado pelos israelenses. Se a França resolver embargar o Brasil…Pensem;

    O teclado aceita cada coisa …

    Vamos respeitar a história, galera: a Força Aérea Israelense chegou a fazer o pedido (nenhum pagamento foi feito) de 50 caças Mirage 5 em 1966 mas devido as crescentes tensões no oriente médio e a pressão internacional (além dos interesses pessoais de DeGaulle), estas aeronaves acabaram sofrendo embargo, por isso não foram entregues a Israel, sendo incorporadas a Força Aérea Francesa com a designação Mirage 5F. Este embargo não impediu os sionistas de ganharem a Guerra dos Seis Dias com os MirageIIIC e levou Israel a projetar e produzir o IAI Nesher e o IAI Kfir e abrir o mercado israeli para os EUA.

  58. URUTAU 21 de janeiro de 2010 at 20:26 #

    Caro Grifo

    Caro amigo é publico e notório que a DASSAULT explana sobre qualquer tema aeronautico com eloquencia impar mas quando o assunto é preço deste não devo e nem posso negar fantastico vetor de combate aereo
    assim como e principalmente nos valores estratosféricos de armar
    devidamente este caça frances com misseis franceses
    PREÇO DO VETOR + PREÇO DA MANUTENÇÂO + PREÇO DO ARMAMENTO
    Infelizmente tudo isso veem INVIABILIZAR este excelente vetor

    Forte Abraço Amigo GRIFO

  59. athalyba 21 de janeiro de 2010 at 20:28 #

    PS: tirando a Austrália que comprou 24 vetores, só os EUA usam o SH … Pq será que ninguém se lembra desse detalhe qdo dizem “nenhum país usa o Rafale”???

  60. Danilo 21 de janeiro de 2010 at 20:29 #

    O presidente deverá escolher o que é melhor para a sua Força Aérea, o que é melhor para a sua indústria aeroespacial, o que é melhor em termos operacionais, o que transfere mais tecnologia, o que gera maior número de empregos, o que custa menos e tem o menor custo de manutenção.
    Gripen NG!

  61. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 20:31 #

    athalyba :

    PS: tirando a Austrália que comprou 24 vetores, só os EUA usam o SH … Pq será que ninguém se lembra desse detalhe qdo dizem “nenhum país usa o Rafale”???

    essa foi boa heim!! Por que????

  62. Wolfpack 21 de janeiro de 2010 at 20:38 #

    Algo mais construtivo e real:
    F35 encontra dificuldades para ser exportado para Israel, porque será?
    http://moraisvinna.blogspot.com/2010/01/israel-so-compra-f-35-se-metade-dos.html

    Americano detona Big Brother pelo controle aéreo no Haiti.
    http://moraisvinna.blogspot.com/2010/01/americano-critica-os-conterraneos-que.html
    Abs

  63. Cor Tau 21 de janeiro de 2010 at 20:39 #

    “A comparação com o concorrente menor não é adequada. A motorização deste último, por exemplo, fornece apenas a metade da potência instalada no concorrente norte-americano (apenas um dos dois motores)”

    “usar mais aeronaves não irá aumentar o alcance destas”

    Eu só queria ver esse caça da mulher maravilha de um só motor contra futuro Su-35 da turma do chaves…Esse saci feito pra pais menor que meu estado que nem a gente la da região deles quer, contra Maior potencia(Empuxo vetorial)….Alcance….Autonomia…Desempenho….RCS de 0,6 m2….Poder e alcance do radar….Custo beneficio…..Os sistemas de mísseis americanos perdem para apenas um sistema de mísseis hoje…Os russos…Os mísseis R77 por ex sempre tiveram superioridade sobre os AIM-120 AMRAAM……….É desenvolvido míssil Meteor…Que será o mais avançado em relação aos atuais mísseis…Mas os americanos e os russos nunca ficam pra trás e já possuem desenvolvimentos superiores……….

    “Segundo os astrólogos “muito bem informados” o submarino nuclear brasileiro deverá ficar operacional em 2121.”

    Imagina o caça imaginario da FABula…Engraçado….Como diz racista matador de canhoto daqui….”Negadinha” aqui faz maior melodrama com o subnuc nesse sentido mas não faz com “O caça do conto da FABulas”….O projeto imaginario que tudo da, pode e faz………..E tudo por 1,99….Isso mesmo….No fantastico mundo da SAABida tudo isso é possivel…..Nunca antes na historia deste pais tivemos um projeto tão sério…Seguro…Concreto…Real….Preciso…Firme…Conciso…E tal……Viva ao proximo AMX……….Eu só não entendo como excluem o SU-35BM e deixam aquela outra sucata condenada de “prateleira” dos anos 80’s(Isso é que é nostalgia de Top Gun) de um pais proteccionista que não nos respeita, que nos tratam como vira latas de republica de bananas, que não nos levam a sério em nada(Sim…Porque pra se oferecer a proposta que oferecem só pode)….O SU-35BM pelo menos tinha mais “futuro” e custo beneficio..Não é a toa que a inglaterra tenta fazer deste pais seu aterro de lixo e sucata…..

    Todo mundo precisa crer em algo….Creio que vou tomar outra cerveja….

    http://www.youtube.com/watch?v=TpAu95MjO0I

    “Empresa inglesa envia lote de lixo tóxico para o Brasil

    29 / 06 / 2009

    A Receita Federal e o Ministério Público Federal do Rio Grande do Sul investigam o desembarque de 64 contêineres carregados com cerca de 1.200 toneladas de lixo tóxico, domiciliar e eletrônico nos portos de Rio Grande (RS) e Santos (SP).

    O lote de lixo, que equivale a 7,7% do que é produzido por dia no município de São Paulo, veio da Inglaterra e foi enviado irregularmente ao Brasil, segundo a investigação.

    Até ontem, 40 contêineres estavam retidos em Rio Grande, oito foram parados na estação aduaneira de Caxias do Sul (RS) e 16 no porto de Santos.

    Segundo o auditor Rolf Abel, chefe substituto da seção de vigilância do controle aduaneiro da alfândega de Rio Grande, trata-se de esquema similar ao usado pela máfia italiana, que envia lixo para países africanos.

    Na documentação entregue nas alfândegas, consta que a carga seria de polímero de etileno e de resíduos plásticos, que deveriam ser usados na indústria de reciclagem.

    No entanto, além de sacolas plásticas, havia papel, pilhas, seringas, banheiros químicos, cartelas vazias de remédios, camisinhas, fraldas, tecido e couro, dentre outros. Moscas e aranhas também foram encontradas nos contêineres.

    O que chamou a atenção é que em um dos contêineres havia um tonel com brinquedos onde estava escrito: “Por favor: entregue esses brinquedos para as crianças pobres do Brasil. Lavar antes de usar”.

    A carga partiu do porto de Felixstowe, um dos maiores do Reino Unido. Antes de chegar ao Brasil, o navio passou pelo porto de Antuérpia, na Bélgica.

    As investigações apontam que o lixo foi enviado por uma exportadora inglesa, que não teve o nome revelado.

    “A denúncia partiu de uma empresa brasileira que importou produtos para reciclagem [procedimento considerado legal]. Quando receberam a carga, viram que era lixo doméstico, e não resíduos de plástico, como eles encomendaram”, disse Abel. As investigações começaram em 12 de junho.

    Cinco empresas (quatro com sede no RS e uma em SP; os nomes não foram revelados) importaram o lixo, apuraram a Receita e o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Cada uma foi multada em R$ 408 mil. Elas têm de enviar a carga de volta para a Inglaterra em até dez dias e têm 20 dias para recorrer da multa.

    Segundo o chefe do escritório do Ibama em Rio Grande, Sandro Klippel, as empresas infringiram a Convenção de Basileia -que regula o transporte de resíduos perigosos-, e a resolução 23 do Conama (Conselho Nacional de Meio Ambiente).

    Klippel disse que as empresas não tinham autorização do Ibama para importar polímero de etileno. “Tudo indica que elas tentaram enganar as autoridades também da Inglaterra.”
    (Fonte: Afonso Benites / Agência Folha)”

    Ora pombas…Parem de se rastejarem por essa gente e de brincar de forças armadas e de soberania….Tomem vergonha na cara e vão logo fazer o 14-X….

    Sorriam…….Amanhã será pior………

  64. Zétobias 21 de janeiro de 2010 at 20:41 #

    Monsieur Merialdo, une question:
    QUAL O PREÇO UNITÁRIO DE CADA RAFALE OFERECIDO AO BRASIL?
    E PARA A ÍNDIA?

  65. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 20:46 #

    Zétobias,quanto ao preço quanto ao preço vc tem que pedir a fab,pois está é segredo!,só a fab pode relever.

  66. CANGA 21 de janeiro de 2010 at 20:47 #

    Cor Tau – Adorei

  67. CosmeBR 21 de janeiro de 2010 at 20:48 #

    Cadê o tal relatório que a FAB deixou vazar? Até agora não vi, mas muitos aqui o tomam como verdade absoluta. O RAFALE não venceu no Marrocos(preferiram o F-16 salvo engano), mas o que é o Marrocos e o que pretende ser?
    O Gripen NG não tem escala, não tem vendas, não tem sequer apoio do próprio governo(leia-se compras), não existe e o custo de desenvolvimento sempre excede as expectativas, bem como o preço final(lembre-se do F-35 que em 2004 estimavam o preço de U$ 35 milhões e hoje não sai por menos de U$ 100 milhões).
    O F-18 tem escala, tem apoio do governo, tem tudo, mas tem vida curta(logo logo será substituído) e é estadunidense(afinal tbm sou americano), o que nos leva à anos e anos de embargo nas tecnologias mais simples às mais avançadas!
    O F-18 ainda é tido como provado em combate. O RAFALE tbm. Ambos combateram um inimigo sem defesas, o Afeganistão e o Iraque!
    Abraço!

  68. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 20:49 #

    Zétobias :

    Ninguém sabe isso, so a FAB, e eles consideram a coisa classificada:

  69. A-Bomb 21 de janeiro de 2010 at 20:52 #

    Francoorp em 21 jan, 2010 às 19:57

    Infelizmente perdemos uma boa opção de debate que era o DB.
    As pessoas lá não sabiam respeitar a opinião contraria de outros colegas e na falta de argumentos partiam para ofensas de ordem pessoal com palavras de baixo calão.
    Uma pena.

    Felizmente temos outras alternativas como esse espaço que muito bem moderado.
    Embora alguns colegas aqui também estejam mais exaltados.

    Vamos torcer para acabar logo essa novela.
    Se é os Rafinhas os escolhidos então que batam logo o martelo.
    E é claro arquem com as Conseguencias da escolha.
    Nenhuma escolha sera fácil todas vão ter conseguencias.

    Minha ordem seria:
    SHs Desde que aja um contrato muito bem feito e que não deixem duvidas.
    segundo:Rafales que é um vetor real e não um projeto.
    Terceiro:Eurofighter Typhoon.

    O gripen na minha lista nem entraria.
    Acho muito arriscado e não podemos entrar em “aventuras” com nosso sistema de defesa.
    Ainda mais agora.

    Por questões políticas acho que ainda não sai este ano a decisão.
    Tomara que eu esteja redondamente enganado.

  70. Bosco 21 de janeiro de 2010 at 20:53 #

    De acordo com os Rafalemaníacos o Super Hornet foi adquirido por pelo menos uns 8 países e não somente pelos EUA e Austrália.

  71. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 20:53 #

    Cor Tau:

    Excelente texto!!

    Prbns!

  72. Zétobias 21 de janeiro de 2010 at 20:54 #

    Mokiti(20:46) e Francoop (20:49): convenhamos, monsieur Merialdo sabe. Que tal matar a curiosidade de milhões e milhões de brasileiros, e assim liquidar logo a fatura?

  73. Cor Tau 21 de janeiro de 2010 at 20:55 #

    Deveriam ter feito quem nem a India e a China…..Deveriam estar fazendo que nem eles………..Um atalho é sempre a distância mais longa entre dois pontos….

    Na teoria não há diferença entre a teoria e a prática mas na prática há muita diferença…..

    SAABida……….

  74. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 20:58 #

    Zétobias:

    Não é somente uma questão de custos, existe a pouco falada capacidade de dissuasào, e as Gripes de Nova Geração não fornecem esta dissuasào militar.

    Se fosse assim todos teriam comprado eles na Europa, mas assim não foi.

  75. Antonio M 21 de janeiro de 2010 at 21:00 #

    “…o preço está na clausula de confidencialidade,simplesmente isso!!!”

    Isso é balela. Quer dizer que isso siginifica ‘compra secreta”, ou seja, o governo poderá comprar pelo preço que quiser e ninguém ficará sabendo? Isso não existe.

    Mas ainda estamos sem resposta do sr. Merialdo: Por quê magnífica máquina não vende? Apareça por aqui……

  76. Augusto 21 de janeiro de 2010 at 21:01 #

    Tomara que nunca precisemos entrar em combate com ninguém!!

  77. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 21:01 #

    Antonio M

    E o Gripen NG vendeu pra quem???????????????

  78. A-Bomb 21 de janeiro de 2010 at 21:01 #

    Fugindo um pouco do tópico alguem sabe se por acaso os Rafales tem suporte a armamento Nuclear?
    Parece que o SHs não tem.
    O Gripen sei que não tem suporte para nada pois nem saiu do papel ainda.

  79. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 21:07 #

    A-Bomb:

    Sim. O modelo F3 é capaz de fazer isso, mas tem que montar um PACK especifico para a missão, e deve ser uma versão B, ou seja biposto.

  80. Ronaldo 21 de janeiro de 2010 at 21:07 #

    A-Bomb em 21 jan, 2010 às 21:01

    O Rafale F3 tem, é o que diferencia do F2, mas essa tecnologia não sera passada, por causa do tratado sem pe nem cabeça sobre armas nucleares.

  81. Justin Case 21 de janeiro de 2010 at 21:08 #

    #
    A-Bomb em 21 jan, 2010 às 21:01

    “Fugindo um pouco do tópico alguem sabe se por acaso os Rafales tem suporte a armamento Nuclear?
    Parece que o SHs não tem.
    O Gripen sei que não tem suporte para nada pois nem saiu do papel ainda.”

    A-Bomb, pode relaxar. O míssil nuclear ASMP-A já está integrado na versão F-3.
    Abraço,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  82. Zétobias 21 de janeiro de 2010 at 21:10 #

    Francoorp, ninguem está falando em capacidade de dissuasão! Estamos falando de GRANA! Queremos saber quanto custará, pois somos nós os brasileiros que iremos pagar com a segunda maior carga tributária do mundo. Cada brasileiro trabalha 5meses do ano para pagar impostos, sabia?
    Então, o que se quer é apenas saber como, quanto e onde esse dinheiro será gasto. Simples assim!
    Com relação ao comentário do A-Bomb (21:01)u gostaria de perguntar: já viramos potênçia nuclear? Será que nos próximos 50 anos teremos produzido uma bomba A? NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍZ….

  83. ZE 21 de janeiro de 2010 at 21:13 #

    “athalyba em 21 jan, 2010 às 20:23

    O teclado aceita cada coisa…”

    Eu não costumo responder certas coisas, mas…

    Realmente, athalyba, o teclada tudo aceita.

    Realmente, athalyba, o embargo francês se deu dias antes de eclodir a Guerra dos 6 Dias. O Presidente Charles de Gaulle declarou o embargo a Israel no dia 3 de junho de 1967. A Guerra dos 6 Dias começou no dia 5 de junho de 1967. Portanto, 2 dias antes.

    Realmente, athalyba, Israel pagou sim pelos Mirage5 (e não os recebeu).

    Realmente, athalyba, de onde você acha que veio o dinheiro para desenvolvê-lo?

    Realmente, athalyba, o 1º Mirage 5 ficou pronto 2 meses antes da Guerra dos 6 Dias eclodir.

    Realmente, athalyba, o fato dos “sionistas” terem ganhado ou perdido a guerra não vem ao caso.

    Realmente, athalyba, um contrato de compra e venda foi firmado, porém não foi respeitado.

    Realmente, athalyba, também não importa o fato dos israelenses terem feito o Nesher ou o Kfir.

    Realmente, athalyba, O FATO É QUE A FRANÇA DEIXOU OS “SIONISTAS” NA MÃO.

    Realmente, athalyba, A MESMA COISA PODE ACONTECER SE COMPRARMOS TUDO DE UM MESMO FORNECEDOR: SUBMARINOS, HELICÓPTEROS, FRAGATAS, CAÇAS…DIVERSIFICAR É O MELHOR MODO DE DIMINUIR O RISCO DE UM EMBARGO.

    Realmente, athalyba…

    []s

  84. Francoorp 21 de janeiro de 2010 at 21:18 #

    Zétobias:

    Sempre menos que na Europa, aqui a carga tributaria gira em torno de 45-50% do PIB, na Itália estamos em 54,3% de impostos e taxas. Na Europa Nórdica chega-se ao 60% do PIB, certo os serviços do estado são de ótima qualidade.

    No caso de defender a pátria, a grana é somente um meio, serão as plataformas militares e suas armas a defender o país da agressão homicida do inimigo.

    O sonho mais total de ter armas nucleares deverá esperar mais um pouco, mas tenho fé que um dia teremos estas armas, pois sem elas não tem salvação, seremos escravos!! O resto é ingênua ilusão!!

  85. Getulio - São Paulo 21 de janeiro de 2010 at 21:18 #

    Pelo que se tem notícia o Rafale já é do Brasil. Nós reclamamos muito. Quando ninguém compra, reclamam que ninguém compra um caça para a FAB. Quando alguém pretende comprar, acham defeito. É um país de insatisfeitos.
    O Rafale dá de 1000 a zero em tudo o que nós temos escalado no time de nossa força aérea. Uma vez adquirido será um avanço incomparável.
    Dos três aviões é o melhor caça, sem dúvida. Armamento é outra coisa. primeiro que os americanos só venderiam este lote e vão ficar contando os tiros e mais nada, portanto, sou da opinião que devemos ficar com o Rafale. O país que adquira tecnologia, faça espionagem, engenharia reversa do Phoenix, etc. para construir seus próprios BVR. Sou mais os mísseis russos de última geração.
    O Mica é de curto alcance? Temos algum míssil de curto alcance melhor que o Mica, com toda certeza não. É outro patamar de defesa.
    Já fui defensor de todos os outros nestes debates, mas vejo que esta é a melhor solução no momento para o país.
    De outra parte, penso que nada impede no futuro do país comprar outros caças monomotores ou até fabricar um por aqui, tipo Tejas, a-7, etc., como disse o grande Osiris.
    Também creio que deveria ser diversificada a empresa, porque só a Embraer para receber a tecnologia? Porque não a Avibras, etc.?
    Que venha logo o Rafale, pelo menos os três primeiros no dia 7 de setembro de 2010.

  86. Justin Case 21 de janeiro de 2010 at 21:19 #

    #
    Zétobias em 21 jan, 2010 às 21:10

    Francoorp, ninguem está falando em capacidade de dissuasão! Estamos falando de GRANA! Queremos saber quanto custará, pois somos nós os brasileiros que iremos pagar com a segunda maior carga tributária do mundo. Cada brasileiro trabalha 5meses do ano para pagar impostos, sabia?
    Então, o que se quer é apenas saber como, quanto e onde esse dinheiro será gasto. Simples assim!
    Com relação ao comentário do A-Bomb (21:01)u gostaria de perguntar: já viramos potênçia nuclear? Será que nos próximos 50 anos teremos produzido uma bomba A? NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESSE PAÍZ….

    Zétobias,

    Os do time vermelho (os inimigos)compram equipamentos para atacar (ou dissuadir). Os do time azul (os bonzinhos – brasileiros) devem dissuadi-los de sequer cogitar um ataque.
    Para cumprir a atribuição quanto à defesa externa, nossas Forças Armadas devem ter poder de dissuasão.
    E, para isso, a capacidade operacional é requisito primordial.
    Abraço,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

  87. M1 21 de janeiro de 2010 at 21:20 #

    Qual é o preço do GRIPEN NG?

    Existe? Se tem, então é mentirosa, pois eles nem terminaram o projeto!
    Só quando termina dá pra ter uma idéia real de quanto vai custar. ATé agora é só chute.

    E eu falo idéia, pois isso também envolve o quanto será produzido, ou seja, quanto maior for o volume a ser produzido, menor será o proçe unitário.

    Nem o próprio país(Suécia) se comprometeu e vocÊs ainda querem que o Brasil se meta nessa furada.

    Já pensou na possibilidade do projeto não ser viável no meio do caminho?

    Projeto é projeto.

  88. JC 21 de janeiro de 2010 at 21:21 #

    Ze, pode bater, mas nao precisa ESPANCAR. Mandou bem!

  89. ZE 21 de janeiro de 2010 at 21:22 #

    “athalyba em 21 jan, 2010 às 20:28

    PS: tirando a Austrália que comprou 24 vetores, só os EUA usam o SH … Pq será que ninguém se lembra desse detalhe qdo dizem “nenhum país usa o Rafale”???”

    athalyba, esse detalhe se chama Estados Unidos da América.

    athalyba, esse detalhe tem mais de 400 Super Hornet operando (contra míseros 82 Rafale construídos, desde o ano de 2000).

    athalyba, esse detalhe encomendou 36 Super Hornet em 2009 (contra 13 Rafale).

    athalyba, com o recente go ahead de seu RFP, os Growler serão construídos a todo vapor. Cerca de 20 ao ano.

    athalyba, quase 900 motores F-414 já foram fabricados. Com as novas encomendas do Super Hornet e do Growler…

    É verdade, athalyba, só são detalhes.

    []s

  90. ZE 21 de janeiro de 2010 at 21:31 #

    “JC em 21 jan, 2010 às 21:21

    Ze, pode bater, mas nao precisa ESPANCAR. Mandou bem!”

    Obrigado pelas palavras de apoio, JC.

    Na verdade, não foi essa a minha intenção, mas saiu como saiu.

    []s

  91. A-Bomb 21 de janeiro de 2010 at 21:38 #

    Zétobias em 21 jan, 2010 às 21:10

    Zé veja bem armas nucleares são uma necessidade.

    Dos Brics apenas o Brasil não as tem.
    Voce ja se perguntou porque que as tem não quer nem em sonho elimina-las?
    È simples porque sem armas nucleares não existe potência real.

    Numa guerra contra algumas potência (seja USA ou China ou Rússia)na primeira ameça de ataque nuclear teríamos que nos render pois não possuiríamos capacidade de revide a altura da ameaça.

    Por isso a urgência.
    Potências atômicas não fazem ameaças entre si.
    Sabem o que suas armas podem de fazer.
    USA por exemplo nunca mandariam um ataque nuclear contra a Russia.
    Pois sabem da potência de revide da mesma.

  92. Zétobias 21 de janeiro de 2010 at 21:48 #

    Senhores defensores das armas nucleares, podem anotar: Não passa de 2010, os EUA simplismente vão transformar as instalações nucleares e de mísseis iranianos em PNM (Pó de Nitrato de _________). Querem apostar?
    Vocês que vibraram com a vitória do Obama e o acham o máximo, aguardem para ver. Não passa desse ano.
    E em seguida o beiçola de Caracas, vai de quebra. Aguardem…

  93. Danilo 21 de janeiro de 2010 at 21:53 #

    Acredito que se pelo menos a FAB tiver a grana para voar o Dassault Rafale F3 com os misseis MICA que sejam, ja esta de bom tamanho pra quem voa AMX a meia vida e ja é especialista em F-5 com AIM-9B o Rafale será um avanço consideravel para num futuro distante a industria de aviação e aeroespacial fabricar um caça proprio, mas por enquanto vamos de RAFALE.

    Saudações,

    Danilo

  94. jsilva 21 de janeiro de 2010 at 21:55 #

    A partir de 2012 veremos na América do Sul:
    Chile com F-16 e provavelmente com Typhoon.
    Vezezuela com Su-30 e possivelmente com Su-35BM.
    O Brasil com Gripen NG???
    A verdade é que o Gripen não é um caça da categoria do Rafale, Typhoon, SU-35, F-18E/F, F-15. Seus verdadeiros concorrentes, no qual ele é superior a todos, são F-16, Mirage 2000-5,J-10. Isso explica seu custo inferior.

  95. Danilo 21 de janeiro de 2010 at 21:58 #

    Concordo com o A-Bomb, armas nucleares são necessarias para garantir que em caso de ameaça o revide seja possivel pois direito de defesa todos os paises possuem ja os meios para tal não.
    Ruim mas necessaria, melhor possuir e não precisar usar do que precisar e não possuir.

    Abraços,

    Danilo

  96. luis alberto 21 de janeiro de 2010 at 21:59 #

    O Gripen NG eh um projeto, um aviao de papel, nao existe, bla bla bla e bla bla bla.
    Nesta linha de raciocinio, o Gov. Fed. deve cancelar o projeto do KC-390 pois eh um aviao de papel, que nao existe e, quando chegar a epoca de substituir os nossos C-130 E/H, deveremos comprar o C-130 J,K, L, M, N, ……….Afinal eh um aviao testado, que voa, sabemos tudo sobre ele, custos, etc, etc, etc.
    Lembro que os Gripens suecos foram desenhados para enfrentar os MiG’s e Sukois russos e os russos respeitam muito isso.
    Os cacas sao parte de um sistema de armas. A guerra centrada em redes eh uma realidade. Serah muito raro nos dias atuais assistirmos a um dogfigter. Isso eh coisa do passado.

  97. A-Bomb 21 de janeiro de 2010 at 21:59 #

    Zétobias em 21 jan, 2010 às 21:48

    OS Estados Unidos nem precisam derrubar Hugo Chaves.
    Ele ja esta fazendo isso sozinho.
    Acho que o ditador Chaves cai este ano.

    Quanto ao Iran vai virar pó mas por ameaçar Israel do que pelas suas bombas em si.
    Eu acho muito mais fácil Israel mandar o ataque que os Estados Unidos.

    Estados Unidos ja estão com muitos frontes abertos.

  98. Danilo 21 de janeiro de 2010 at 22:04 #

    jsilva,

    O chile ja possui F-16 e pretende comprar da inglaterra os Eurofighter Typhoon, a venezuela possui Su-30 MKV e tambem os F-16 a eo Brasil vai mesmo de Dassault Rafale, até aqui nenhuma novidade.

  99. Marco Antonio Lins 21 de janeiro de 2010 at 22:13 #

    Ilmo Srs

    Caro é politicos colocarem dinheiros nas meias, nos não só estamos comprando tecnologia ,como o melhor vetor. Vejam que agora a Boing se juntou a Saab para colocar dificuldades no Rafale, isto sgnifica que eles não querem é o Rafale na America latina por se tratar um dos mais ferozes caça da atualidade.Ele é melhor do que Typhon.
    Ficou comprovado em um treinamento na Arabia Saudita. Em um documento secreto apresentado por esse blog, e outros famosos de top
    não foi pareo para ele.

  100. Bosco 21 de janeiro de 2010 at 22:19 #

    Os países da BRIC que possuem armas nucleares as têm por estarem inseridos em seus respectivos contextos geopolíticos e históricos.
    Não é o caso do Brasil.
    E se viermos a tê-las, melhor seria que fossem SLBMs em submarinos nucleares a fim de prover uma “dissuasão proporcional” do que caças.
    Para nós é irrelevante se os concorrentes ao F-X2 possuem previsão de armas nucleares.

  101. Francisco AMX 21 de janeiro de 2010 at 22:26 #

    Cor Tau, muito legal teus post! são únicos!

    Grande abraço! “mulekinho simpático”

  102. Alecsander 21 de janeiro de 2010 at 22:32 #

    Cor Tau

    Fala meu caro, já estava sentido falta de seu textos.

    Um grande abraço.

  103. Nick 21 de janeiro de 2010 at 22:36 #

    Caro Mokiti

    Uns dizem que o Gripen NG não existe… outros que ele é um upgrade do Gripen C… que nem a Suécia encomendou o mesmo…e por ae vai :D
    É arriscado? é, ao contrário do Rafale(que é SEM RISCO) do sr Merialdô, mas é o que mais vai ter trabalho de engenharia e ganhos de know-how :) dizer que é inferior por que é monoturbina? um tanto quanto forçado, a França que agora tem o Rafale teve o M2000 por quantos anos como ponta de lança de sua força aérea? e o Mirage F-1? :) e ela mesma ofereceu o M2000-5 no FX1….
    Outros dizem que é inferior ao Rafale ou SH por que tem menos capacidade de carga…..mas em quantas missões seriam usadas 100% dessas capacidades?
    Outros dizem que o raio de combate do Gripen NG é inferior ..de fato é, 1850 x 1300, mas eu fiz umas analises a partir do Google Earth traçando raios a partir de Manaus por exemplo, e não acho que essa diferença seja decisiva. Talvez com relação ao Gripen C sim.
    Outros dizem que ele não faz frente aos SU-30 Venezuelanos…com certeza faz e tranquilamente… sim no caso do SU-35 Bm eu ficaria preocupado.
    O Rafale é um belo caça? É eu acho o mais belo dos 3 , hehehe, tem uma ótima suite de guerra eletronica e radar aesa…mas os outros 2 caças tambem. Então não é decisivo.

    Nenhum dos 3 é furtivo ao nível VLO. Empate para os 3.
    Nem vou entrar no mérito de custo de manutençao :)

    []‘s

    ps. Apoio qualquer projeto que implique no desenvolvimento de um caça de 5ª geração pela Embraer em conjunto com uma Saab/Sukhoi/Dassault/Boeing e utilização dos mesmos pela FAB :D

  104. Sirkis 21 de janeiro de 2010 at 22:48 #

    Saudações!

    Mestre URUTAU, Grifo e ZE!

    Que sorte o blog ter os seus comentários que esclarecem e corrigem as informações torpes e erradas.

    Sempre terão leitores atentos.

    Boa Noite!

  105. Jorge 21 de janeiro de 2010 at 22:48 #

    Só pra lembrar:
    rafale (no minúsculo mesmo) classificado em ÚLTIMO LUGAR no Relatório FX2 elaborado pela:

    FAB – FORÇA AÉREA BRASILEIRA !

  106. Edi 21 de janeiro de 2010 at 22:51 #

    Os fatos estao claros a algum tempo, soh faltava alguem sintetiza-los assim. Parabens ao log, cujos responsaveis tem clara preferencia pelo Saab, por publicar assim mesmo a materia. O SH? Nem deveria ser comentado.

  107. ZE 21 de janeiro de 2010 at 22:58 #

    “Sirkis em 21 jan, 2010 às 22:48

    Saudações!

    Mestre URUTAU, Grifo e ZE!

    Que sorte o blog ter os seus comentários que esclarecem e corrigem as informações torpes e erradas.

    Sempre terão leitores atentos.

    Boa Noite!”

    Olá, Sirkis. Obrigado pelas palavras.

    Até amanhã.

    []s

  108. CosmeBR 21 de janeiro de 2010 at 23:01 #

    Maldito FHC que assinou o TNP!

  109. Bosco 21 de janeiro de 2010 at 23:02 #

    “Alguns analistas argumentam que tal deficiência de um avião menor poderia ser compensada pela utilização de um maior número de aeronaves. Tal consideração não é sustentável pois, se por um lado pode-se compensar a limitação de carga bélica disponível, por outro, usar mais aeronaves não irá aumentar o alcance destas, melhorar sua capacidade de combate ou melhorar sua resposta à necessidade de realizar interceptação a partir de alerta no solo.”

    “Não aumenta o alcance” mas permite que tendo mais unidades, possam ser distribuídas em mais bases, o que compensa o alcance e reduz o tempo de reação.

    “Não melhora a capacidade individual de combate” mas permite que haja superioridade numérica, o que sem dúvida é um incremento na capacidade global de combate.

    “Não melhora sua resposta a necessidade de realizar interceptação” (???) mas reduz o tempo de resposta já que poderá haver um maior número de bases dispersas.

  110. ZE 21 de janeiro de 2010 at 23:02 #

    “Jorge em 21 jan, 2010 às 22:48

    Só pra lembrar:
    rafale (no minúsculo mesmo) classificado em ÚLTIMO LUGAR no Relatório FX2 elaborado pela:

    FAB – FORÇA AÉREA BRASILEIRA !”

    Caro Jorge, permita-me uma só correção.

    DESDE QUANDO A FAB-FORÇA AÉREA BRASILEIRA ENTENDE DE AVIÃO?

    DESDE QUANDO A FAB-FORÇA AÉREA BRASILEIRA ENTENDE DE AVIÃO DE CAÇA?

    QUEM ENTENDE DE AVIÃO DE CAÇA É O LULA, JOBIM E O SARKÔ!

    COMO VOCÊ DEVE SABER, OS 3 SÃO EXÍMIOS PILOTOS DE CAÇA. TODOS TÊM PHD EM ENGENHARIA AEROESPACIAL E EM MATERIAIS COMPOSTOS.

    []S

  111. ZE 21 de janeiro de 2010 at 23:05 #

    luis alberto em 21 jan, 2010 às 21:59

    Eu só não entendi uma coisa no seu post.

    O que seria esse tal de KC-390 que você comentou?

    Seria ele o “CARRINHO-DE-MÃO”?

    []S

  112. Livre-Pensador 21 de janeiro de 2010 at 23:06 #

    Então a merreca de seiscentos e tanto F18 em atividade nos EUA deve ser porque americano é burro e o F18 uma _________.

  113. Coturno Noturno 21 de janeiro de 2010 at 23:08 #

    Saudações a todos!!!

  114. João 21 de janeiro de 2010 at 23:11 #

    Já que o Rafale já está integrado para levar armas nucelares podemos comprar as bombas do irã, desde que com transferência de tecnologia para vender tanto os Rafales como “nossa” boma nuclear para o nosso queriso amigo Chaves. Isso seria o apice de nossa política de centro-esquerda. Nossa CF já está ultrapassada mesmo. Os EUA que se cuidem com a nova potencia sul americana.

  115. Ramos 21 de janeiro de 2010 at 23:12 #

    O Lula anda realmente estudando o assunto, o que fazia o aviao do presidente no exercicios das Canarias ????

    http://www.flightglobal.com/blogs/the-dewline/2010/01/eurofighter-boasts-usaf-f-15-k.html

  116. Ramos 21 de janeiro de 2010 at 23:16 #

    Ai vai o video correto,

  117. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 23:18 #

    O Lula tem que ser eleito o supremo SHOGUN das forças armadas do brasil,porque mesmo não entendendo nada de avião escolheu o melhor dos 3,a fab escolheu o mais barato,mediocre esse pensamento,se o Chile que é uma força aerea 10 vezes melhor que a fab,no quisito comando,nem comentou do grippen,pegaram logo o ThYPPON,porque a fab quer esse caça que nem a suécia bancou,a fab serve a quem ao povo brasileiro ou a embraer.Olha que lindo,exercicio de bombardeiro,missão ataque a um alvo fixo,caça escolhido,amx,versão com radar ou sem radar.

    Lula supremo SHOGUN DAS NOSSAS FORÇAS ARMADAS

  118. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 23:19 #

    O LULA IA FICAR D+ COM A ROUPA DE SHOGUN….RSRS

  119. MOKITI 21 de janeiro de 2010 at 23:20 #

    CHOREM VIÚVAS E DISCIPULOS DO COTURNO NOTURNO,O RAFALE SERÁ NOSSO CAÇA!

  120. Antonio DAlmeida 21 de janeiro de 2010 at 23:23 #

    Gente!
    Não tive estomago para ler até o final a matéria apresentada. Esta cada vez pior para mim ler as idiosincrasias postadas em algumas matérias neste site. Peço encarecidamente aos responsáveis pelo mesmo que se a intenção é polemizar voces conseguiram!
    AGORA, PACIÊNCIA TEM LIMITE!

    Tem certas coisas que não dá mais para engolir, tipo:
    – Transferencia de tecnologia. Isso é balela, não existe isso, não se compra não se vende, só papai Noel entrega. Tecnologia adquire-se no desenvolvimente PERIOD.

    – Parceria estratégica. Essa é a pior de todas, NÃO EXISTE MESMO, essa nem papai Noel. Me mostrem um só contrato, unzinho só, entre governos! Os mesmos que mudam ano apos ano e só a História pode comprovar os MICOS. Somos candidatos a mais um. Desafio qualquer um a falar a citar um exemplo.

    Além disso, nosso presidente, o grande pet boy da política internacional atualmente, segundo Obama Houssein “o cara”, SE ACHA! O Toptop Garcia vive osculando o saco escr.o.t.a.l dele, aí nesse momento o filho do Brasil precocemente eclode em múltiplos devaneios, delirando ao som de Harpas como um Cesar.

    FX-2 já morreu e parece que ninguem percebeu que o defunto já tá fedendo faz tempo!

    O marido de dona Marisa, não vai arriscar a candidatura da guerrilheira não e já disse mais de uma vez que só decide depois da eleição.

    Preparem-se para o FX-n.

  121. sr.ricardo 21 de janeiro de 2010 at 23:25 #

    Senhores, resumindo tudo que foi alardeado até agora, estes serão os futuros discursos sobre o final do F-X2
    Se ganhar o Rafale:
    Situação : “Está selada uma parceria estratégica entre Brasil e França”
    Oposição : “O Governo escolheu o caça classificado em último lugar do (suposto) relatório da FAB, é um desrespeito”

    Se ganhar o Grippen:
    Situação : “Foi escolhida a proposta com maior capacidade de envolvimento e desenvolvimento da indústria nacional.”
    Oposição : “Foi escolhido um caça que não existe e nem sabemos se existirá !”

    Se ganhar o Super Hornet:
    Situação : “A decisão foi puramente técnica e baseada na experiência acumulada dos 3 vetores”
    Oposição : “Compraram um avião já pronto, não vai acrescentar em nada”…

    Se cancelarem o F-X2:
    Situação : “Não podemos tomar decisões sérias como esta no calor os debates, foi a solução mais sensata”
    Oposição : “Tudo não passou de um engodo do governo para enrolar a FAB”

    Sejamos mais originais . . .

  122. A-Bomb 21 de janeiro de 2010 at 23:38 #

    sr.ricardo em 21 jan, 2010 às 23:25

    Se os Super Hornet ganharem a oposição não fala nada.
    Quem o amigo acha que vai bancar a campanha de Jose Serra?
    Adivinha?

  123. Max 21 de janeiro de 2010 at 23:45 #

    Vi hoje no Jornal da Cultura o excelentíssimo presidente da Venezuela afirmando em um discurso que ( pasmem ):
    O terremoto no Haiti foi causado pelo teste de uma arma secreta da marinha Americana em preparação para um ataque ao Irã!!!
    Ao fundo vi soldados mordendo os lábios e tentando desesperadamente conter o riso.

    É comum a ditadores latino americanos ( ou de outros países) procurarem um bode expiatório, geralmente um inimigo externo para tirar a atenção de
    uma gestão catastrófica. Já aconteceu antes e vai acontecer de novo.
    E se esse paranóico achar mais a frente que culpar o vizinho “imperialista” governado por um certo José Serra vai ser mais produtivo do que encarar o grande Satã do norte?
    Muitos dos nossos vizinhos bolivarianos ou não, já nos afrontaram e roubaram impunemente nos últimos anos , provocando com discursos inflamados, quebrando contratos, invadindo refinarias etc.
    Imaginem quando o Luís inácio deixar o governo!
    Enquanto isso se fala em adiar o FX-2!!

    Como disse o Baschera:
    “FX-2? Isto non ecxiste! Morreu no dia 7 de Setembro. O que vemos por ai, é apenas um zumbi insepulto.”
    O FX-2 acabou!
    O Rafale levou essa!

    Estamos sendo roubados? Não sei.
    Tem propina rolando solta? Não sei.
    Mas mesmo custando os olhos da cara e mesmo que a tão falada transferência de tecnologia ( 100%!!!) seja uma inverdade e se resuma apenas a reparar motores,
    O fato é que o Rafale é um fator dissuasório de respeito e precisamos disso urgentemente.
    Mesmo que ele fique parado num angar qualquer, ninguém precisa saber disso.
    Como disse o Bosco outro dia:
    Se estamos no inferno, vamos abraçar o diabo rsrs!
    Abraço a todos

  124. sr.ricardo 21 de janeiro de 2010 at 23:53 #

    Senhores,
    Sinceramente na humilde opinião deste curioso: ESTÁ TUDO ERRADO!
    Compramos o P-3ª para modernizar e mais nada!
    Compramos o C-105 e mais nada !
    Compramos o Mi-35 e mais nada !
    Compramos o EC-725 e mais nada !
    Compramos mais F-5F para treinamento e mais nada !
    Compraremos o KC-X e será mais uma vez um mais nada !
    Compraremos o F-Xyz e será mais uma vez um mais nada !

    Não há investimento público para desenvolvimento tecnológico de defesa em nosso país!
    Os CDFs do ITA e CTA não estão na busca do desenvolvimento dessas “tecnologias sensíveis”.
    O problema, me perdoe minha querida FAB, está no foco da instituição que está acostumada a dar conta do recado com o que tem e quer que a solução venha “de cima”. Assim fica mais fácil, Se der errado a culpa não é dela !
    Na década de 1980 já existia a intenção da FAB em substituir a frota de MIII e F-5 por um novo vetor. Como diz minha mãe: “de boa intenção, o inferno está cheio !“
    Alguém já ouviu dizer que algum dos institutos da FAB está desenvolvendo algum vetor ? Helicóptero ou Avião de transporte, treinamento, bombardeiro, caça, qualquer coisa além do túnel de vento para aviões Hiper-sônicos ! Pois é não temos um Super mas estão estudando o Hiper ! Como? É isso mesmo! Mas como estudam o Hiper se nem sabemos fabricar um Super ?!

  125. sr.ricardo 22 de janeiro de 2010 at 0:10 #

    Ah sim tem a EMBRAER aquela “Lolita” que o tio otário sustenta.
    É isso mesmo é assim que vejo a Embraer hoje !
    Vocês sabiam que MB comprou os A-4, entre outros motivos, pq a Embraer queria diminuir sua planta para aviões civis e aumentar a de comerciais? Que o E-99 está montado sobre o ERJ-145 pq era esse “modelo disponível” e que se a FAB quisesse o Brasília ( o projeto original bancado pela FAB NA EMBRAER era do Brasília AEW ).
    Agora vem com essa de KC-390. O projeto era tão bom que a FAB remodelou todo o projeto. E “DE GRAÇA” para a EMBRAER hoje uma empresa que tem ORGULHO em dizer que foi PRIVATIZADA.

    Portanto, acredito que a EMBRAER é quem deve correr para oferecer alguma coisa ao invés de ficar “se dando bem” com uma modernizaçãozinha aqui e ali. Se For pra transferir tecnologia para empresas do Brasil que comecem pela Avibrás, ou melhor que pulverizem no maior número de fornecedores possíveis, se eles não existirem que se criem novas empresas públicas paras isso.

    Chega dessa ladainha de EMBRAER isso . . . EMBRAER aquilo . . .

    Vou dormir boa noite !

  126. Cor Tau 22 de janeiro de 2010 at 0:14 #

    Abraços CANGA,Francoorp,Francisco AMX,Alecsander,A-Bomb,Danilo,jsilva,Justin Case,CosmeBR…..Da gosto comentar nesse blog por causa de vcs………

    “O sonho mais total de ter armas nucleares deverá esperar mais um pouco, mas tenho fé que um dia teremos estas armas, pois sem elas não tem salvação, seremos escravos!! O resto é ingênua ilusão!!”

    “Por isso a urgência.
    Potências atômicas não fazem ameaças entre si.
    Sabem o que suas armas podem de fazer.
    USA por exemplo nunca mandariam um ataque nuclear contra a Russia.
    Pois sabem da potência de revide da mesma.”

    “Acredito que se pelo menos a FAB tiver a grana para voar o Dassault Rafale F3 com os misseis MICA que sejam, ja esta de bom tamanho pra quem voa AMX a meia vida e ja é especialista em F-5 com AIM-9B o Rafale será um avanço consideravel para num futuro distante a industria de aviação e aeroespacial fabricar um caça proprio, mas por enquanto vamos de RAFALE”

    Concerteza…..Mas não se preocupem…Aqui esta a solução provisoria do Tio Cor Tau……..

    Como Fazer Sua Bomba Atômica (genérica)

    Olá.Você está prestes a construir uma arma de destruição em massa, portanto, terá que estar ciente de que poderá dizimar sua cidade, durante o experimento….

    Material necessário:

    - Uma garrafa PET
    - 2 Pombas Marotas (têm que ser marotas, senão não adianta)
    - 1 foguete da NASA
    - O computador HAL 9000 (de 2001 – Uma Odisséia no Espaço)
    - 1 micro-combustor de energia cinética platônica
    - 3 Nanochips maléficos
    - 10 metros de fios de cobre
    - 4 xícaras de OMO Progress
    - 1 motor de fusca movido à fusão
    - 1 tonelada de césio137 (muito encontrado em Goiânia – GO)
    - 10 pilhas Duracell Ultra
    - 6 litros de Gasolina Aditivada
    - Urânio à gosto
    - Papel Alumínio
    - Um gato

    Modo de Preparo….

    Recubra a sua garrafa PET com o papel alumínio, de forma que não seja possível ver o fundo. Encha a garrafa com uma solução feita com a Gasolina, as pilhas, o Omo e o sangue das pombas marotas. Isso resulta numa substância completamente tóxica e mortalmente ácida. Coloque tudo na carrafa, o alumínio não deixará que derreta-a. Separe.

    Pegue o motor de fusca, coloque todo o césio137 dentro dele, e faça-o funcionar, puxando a corda. Isso fará com que o césio se enriqueça, tornando o 150 vezes mais poderoso. Retire e separe.

    Vamos à eletrônica da bomba. Ligue o combustor de energia cinética platônica e instale os nanochips. O computador se tornará vivo. Coloque-o para conversar com HAL, o computador mais inteligente já criado. Os nanochips se apossarão de HAL, tornando os dois um só. Separe.

    Agora, pegue o urânio e fique balançando por umas 2 horas, é importante. Ele se tornará enriquecido como o césio, só que com 300 mil vezes mais energia. Envolva-o com o fio de cobre, isso isolará a energia.

    Montagem

    Pegue o foguete da NASA, faça as alterações:

    Retire o motor principal, pegue a garrafa, coloque o conteudo no motor de fusca movido à fusão, como combustível. Junte com o césio e instale o motor.
    Retire o computador principal da nave, coloque o HAL. Use o urânio enriquecido para suprir suas necessidades.

    Coloque o gato para dirigir a nave, já que HAL fará tudo sozinho. Coloque a localização e faça as seguintes modificações no sistema de radar da nave:

    No posto de antena AE-35, mude o sensor 3 para HI-FI STEREO, e o sensor 5 coloque como função paralelepídea com a manopla de comando 13A, que fica no painel ALFA. Já no posto AE-36, onde controla o radar principal de aproximação de alvos via laser, o sistema DELTA pode passar à posição 11, com chave cúbica 40.

    Aperte o botão vermelho e coloque seus óculos…..

    “A partir de 2012 veremos na América do Sul:
    Chile com F-16 e provavelmente com Typhoon.
    Vezezuela com Su-30 e possivelmente com Su-35BM.
    O Brasil com Gripen NG???
    A verdade é que o Gripen não é um caça da categoria do Rafale, Typhoon, SU-35, F-18E/F, F-15. Seus verdadeiros concorrentes, no qual ele é superior a todos, são F-16, Mirage 2000-5,J-10. Isso explica seu custo inferior.”

    EU só quero ver o que farão pra compensar ou resolver a inferioridade….Com Armas “melhores”,Guerra centrada em redes, Microeletrônica e tal?!Vão ter dinheiro pra isso?!Não tem nem pro caça?!Guerra centrada em redes e microeletrônica não faz milagres….Ainda mais se o outro lado tambem as tiver tambem…Acham que apoio(Awac~AEW~reabastecimento e tal) estara ali sempre do lado?Serão as primeiras coisas a cairem….A FAB escolheu aquele outro caça baseado nisso…Que Nada podera acontecer…Que dissuasão e besteira….Que tudo estara sempre bem e seguro….Porque o caça servira só pra passear e fazer escolta de politico mesmo…Só pode…………

  127. Max 22 de janeiro de 2010 at 0:33 #

    Grande Cor Tau!
    Agora me sinto mais seguro com sua formula de altíssima tecnologia .
    Só esqueceu da fita crepe para segurar o gato no lugar RSRSRS!

  128. Hornet 22 de janeiro de 2010 at 0:33 #

    Cor Tau,

    seus comentários de hoje foram os melhores. A ironia e o humor são armas fatais. Muito mais fatias que qualquer outra.

    Ah! é claro, são de fato armas inteligentes (engraçado juntar numa mesma frase as palavras “arma” e “inteligência”. Pra mim sempre foram coisas um tanto quanto divorciadas. Mas neste seu caso, que estou comentando aqui, cabe bem e não fica divorciado).

    parabéns!

    abração

    ps. Eu nem ia comentar nada hoje, pois a coisa tá trash (literalmente trash). Só resolvi fazer esse comentário rápido porque gostei dos seus comentários de hoje.

  129. Hornet 22 de janeiro de 2010 at 0:35 #

    ops! “Muito mais fatias” = muito mais fatais

  130. Jorge 22 de janeiro de 2010 at 0:51 #

    ZE em 21 jan, 2010 às 23:02
    Caro ZE,
    Entendi !

    Vai ver que é isso mesmo.
    O Sr. Luís Quinasceu Mula da Silva o Jobim “Sargento Tainha” (ou Sargento Garcia ?) e o 171 do Sarkozy com seu “Safale” “entendem tudo”.
    Sem esquecer dos dois velhinhos rabujentos e pirracentos do Muppet Show os anti-USA: Celso Amorim e Marco Aurélio Garcia, que fazem do Lula seu marionete e boneco de ventríloco, “entendem tudo”.
    Alguém tá enganando alguém: Sarkozy enganando o Lula que por sua vez “sendo levado a enganar” o Brasil.
    Mas como o Lula falava no início de seu mandato que tinha uma herança maldita do governo anterior, talvez umas das heranças malditas que ele deixará para os próximos 30/40 anos será os “Safales”. A FAB que se vire.
    E não tem problema todos nós aquí adoramos pagar imposto de renda.
    []‘s

  131. Galahad 22 de janeiro de 2010 at 1:28 #

    Já que está valendo ficção, vide a receita da arma nuclear acima, lá vai uma situação hipotética.

    Cenário: Um lugar qualquer
    Personagens: Narrador em off, um blogueiro, um comentarista do blog chamado Dr. Ramon, ou Dr. Rogério, ou Dr. Felipe, ou sei lá o nome, mas está por aí nos comentários.

    O ANÚNCIO DA DECISÃO DO FX-2

    Narrador: Naquela manhã ensolarada de janeiro, encontraram-se o blogueiro e o comentarista, Dr. Fulano, para mais uma discussão sobre a compra dos caças.

    Blogueiro: Bom dia, doutor. Como está o senhor nessa manhã tão bonita?
    Comentarista (com pose e voz de macho): Er…muito bem, muito bem! E o senhor, como está? Alguma novidade sobre as patranhas desse governo PeTralha? Continuam tentando destruir nossas gloriosas forças armadas? O senhor tem lido o Reinaldo Azevedo?
    Blogueiro: É…bem, não, não tenho lido, sabe como é…é tanta publicação técnica para ler, principalmente de revistas e sites estrangeiros que não sobra tempo.
    Comentarista: Sei, sei como é. Eu mesmo ocupo muito do meu tempo com algumas revistas estrangeiras muito importantes. Mas e sobre o FX-2, o que há de novo?
    Blogueiro: Bom, o que eu sei é que foi batido o martelo e o governo comprou todo o pacote do Rafale, inclusive algumas inovações muito importantes, como o pod Damocles, etc.

    Música de suspense: Tchan, tchan, tchan

    Narrador (voz tensa): O que o blogueiro não sabia é que certas palavras disparavam uma estranha mutação no Dr. Fulano e o transformavam no incrível Turbina Aberta!!!!

    Comentarista (batendo o pé no chão): O que!!!??? Ra-fa-le? Não diga essa palavra, seu bofe! Nunca, nunca, nunca, nunca diga essa palavra! Eu o-de-io isso!
    Blogueiro: Mas o que é isso, Dr. Fulano? O senhor está muito nervoso. Controle-se! As pessoas estão olhando.
    Comentarista (braço erguido, mão em 90 graus, indicador apontado para o blogueiro): Não diga isso! Como pode? Esse Mul-la, esse o-pe-rá-rio comprando aviões da Fran-ça! Aquela gente que nem toma banho, em vez de comprar F-18SH! Já imaginou, aqueles rapazes lin-dos vindo aqui ensinar a pilotar? Ai, quantas oportunidades perdidas…
    Blogueiro: Eeehhh, Dr. Fulano, essa conversa está muito estranha e eu não estou entendendo esses seus trejeitos. O senhor me dê licença, que eu preciso ir ler as últimas notícias do Jane’s Defense.
    Comentarista: Que é isso, bobinho? Fica aí mais um pouco. Depois a gente vai ali num lugar onde eu vou te mostrar como eu sei vetorar o empuxo!
    Blogueiro: Desculpe, Dr. Fulano, mas eu preciso mesmo ir. Eu tenho de ler a última edição da Aviation Review. Até outro dia.
    Comentarista (com voz de macho): Er…bem, fique a vontade. Continue o bom trabalho, homem! Passe bem.

  132. Theo Gatos 22 de janeiro de 2010 at 1:39 #

    Minha humilde opinião e pontos de atenção (não sou técnico, mas observando com mais cautela):
    1) Não devemos esquecer nunca que a motivação deste relatório em particular é puramente política
    2) Não podemos ficar nas mãos dos americanos que têm objetivos ocultos com esta venda, afinal o F-18 já evoluiu tudo o que podia e eles parecem pretender a qualquer custo evitar qualquer exportação (não só para o Brasil) e escalabilidade de produção do caça francês, porque o temem tanto assim? Mas não parecem temer tanto assim o Gripen (ou ele é realmente inferior ou os EUA têm a certeza de bloqueio comercial de peças “americanas”), porque os americanos querem tanto “bloquear” os franceses? (podemos e devemos pressionar os franceses sim por um preço melhor)
    3) Os objetivos não são apenas da FAB (a decisão num caso desses NUNCA deveria ser técnica da FAB, mesmo a sua opinião contando em muito), são do Brasil como nação soberana e neste caso (com o objetivo em mente de desenvolver um caça de 5ª geração no Brasil) uma parceria com a França nos deixaria muito mais próximos do que desejamos como nação do que o F-18 que não desenvolve muito mais ou o Gripen que ainda não existe e representa um risco maior (além de não ser totalmente Sueco, problema que o francês não tem)
    4) Talvez uma parceria com a Russia seria interessante para um Sukhoi em território nacional, mas os russos além de não confiáveis como parceiros não foram muito receptivos à transferência de tecnologia e em termos globais a França é mais expressiva como parceiro para o Brasil aspirante de potência do que a Suécia, além claro do contexto global que coloca os franceses em real vantagem, eles também teriam a ganhar com o Brasil como parceiro, sabem disso e reconhecem isso
    5) Será que os EUA realmente querem nos ver crescer como potência, ao meu ver não o que coloca o F-18 novamente em maus lençóis, tenho minhas dúvidas em relação aos EUA como parceiros, poderiam até ser fornecedores da tecnologia, mas a parceria para desenvolver ainda mais esta tecnologia dificilmente ocorreria em detrimento dos interesses americanos, alias a história nos mostra com diversos casos (não só F5 ou da Embraer – Super tucano ou dos mísseis AMRAAM que ficariam em território americano, desenvolvimento supersônico do AMX entre outras)
    6) O desenvolvimento com a França pode e deve ir muito além do que os caças apenas é interesse deles também, já a capacidade sueca e interesse americano em novas parcerias em outros campos militares é questionável
    7) Os parceiros com real capacidade de apoiar o Brasil a se tornar a potência militar e política que merece ser são poucos… EUA, Rússia, Alemanha, Inglaterra, França, China (?) e quais deles realmente querem o Brasil assim? O que mais me intrigou foi a Rússia não se posicionar com mais empenho neste sentido…
    Ser potência custa dinheiro, isso é inegável, não podemos basear nossa situação futura no que passamos até hoje, se o Brasil olhar somente pelos custos ficará na situação atual pelos próximos 50 anos… E os “bolivarianos mui amigos” voando de Su-30, os chilenos de EF2000 e nós discutindo se a decisão correta foi a do PSDB, a PT ou qualquer outro político que venha e trate as políticas de Estado como políticas de Governo. Se o Brasil não for superior nem aos seus fracos vizinhos, imagina que imagem terá perante as nações do 1º mundo?

    Theodore Gatos

  133. Galahad 22 de janeiro de 2010 at 1:42 #

    Saindo da ficção, o que me espanta é que, com essa quantidade de especialistas em aviação militar e geopolitica que comenta em blogs, o Brasil ainda não seja um dos maiores produtores mundiais de aeronaves de combate de 6ª geração. Todo mundo sabe tudo e tem capacidade técnica para decidir o que é melhor para o país em questões de Defesa. Sou obrigado a pensar que o Lula é muito burro mesmo. Todos esses especialistas dando mole na internet, e o cara põem o Jobim de Ministro da Defesa!

  134. grifo 22 de janeiro de 2010 at 1:51 #

    “O Gripen NG eh um projeto, um aviao de papel, nao existe, bla bla bla e bla bla bla.
    Nesta linha de raciocinio, o Gov. Fed. deve cancelar o projeto do KC-390 pois eh um aviao de papel, que nao existe…”

    E pior, o KC-390 usa motores americanos! Pelo jeito para a França não é problema comprar aviões com motores GE, só para o Brasil.

    Vale lembrar que este é o mesmo Nelson Jobim que pagou 6 bi de euros por um casco de submarino que non ecziste e que ainda vai começar a ser projetado. E que disse que “a era das compras de prateleira tinha acabado”.

  135. grifo 22 de janeiro de 2010 at 2:14 #

    “Mas esse informe publicitário foi feito por quem? Estagiários do departamento de Marketing Tabajara???????”

    Caro Sirkis, você tem que dar um crédito para o Merialdo e a turma que trabalha com ele. Afinal, defender a escolha do Rafale é como tirar leite de pedra.

    O texto tem tantas pérolas que é difícil destacar uma. Mas para mim o melhor é quando ele critica o “outro concorrente europeu” (porque ele não pode escrever Gripen NG?) por não ter ainda um radar AESA pronto – e no parágrafo seguinte admite que o Rafale também não tem! Priceless, o pessoal do Super Hornet agradece. :)

    Abraço e obrigado pelas palavras gentis.

  136. Cor Tau 22 de janeiro de 2010 at 2:51 #

    “Vi hoje no Jornal da Cultura o excelentíssimo presidente da Venezuela afirmando em um discurso que ( pasmem ):
    O terremoto no Haiti foi causado pelo teste de uma arma secreta da marinha Americana em preparação para um ataque ao Irã!!!”

    “Eu nem ia comentar nada hoje, pois a coisa tá trash (literalmente trash).”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk………………………..Irru………

    Iiirrruuu………….Abraços Hornet e Max…..

    http://www.youtube.com/watch?v=DJLrzz-0SIQ

    Ta tudo trash cara………Tudo uma esculhambação….Desastre natural….Sujeito ganhando nobel da paz por defender o uso da violência como meio para Paz….Povo colocando como aceitavel Predator matar 700 pesssoas pra conseguir pegar 1 terrorista( Que no outro dia é substituído e assim sera indefinidamente)………

    “A violência é necessária para garantir a paz”

    Obama bin laden.

  137. Max 22 de janeiro de 2010 at 3:19 #

    É caro Cor Tau,
    Tem gente que acha que violência exerce um efeito magicamente calmante sobre animos mais acirrados .
    A próxima vez que eu ver alguem nervoso por qualquer motivo vou dar um socão bem da nas fuças para testar a teoria rsrs.
    Com você disse (com ironia é claro) :
    “A violência é necessária para garantir a paz”
    E tem vários desses pensadores que ganharam o premio Nobel da paz fazendo um bico como terroristas nas horas vagas principalmente lá pelos lados do oriente médio.

    Esse assunto do FX-2 tá rendendo até em blogs internacionais, a mais nova pérola
    tem caráter conspiratório:

    “And specialists says that the idea of FAB is to do their best for FX-2 to fail in order to get the F-35 in a new competition.”

    Tem gente lá fora agora plantando boatos que a FAB está tentando sabotar o FX-2 para adquirir o F-35 num hipotético FX-3!!
    Vi essa no Brazzil.com assim mesmo com dois zes.

    tá trash suficiente?
    Abração

  138. Hornet 22 de janeiro de 2010 at 3:49 #

    Cor Tau e Max,

    tá trash, mas o negócio ainda é rir.

    http://www.youtube.com/watch?v=2CLwxObfaNE

    ou como diriam os dadaístas: só o humor constrói!..hehe

    abração prôceis

  139. rideo konishi 22 de janeiro de 2010 at 4:35 #

    A FAB necessita de substituir seus aviões em um curto espaço de tempo.Decidiu-se que a frota deve ser composta por um único avião.
    O único avião que pode fazer isso é o Rafale pois só ele foi concebido para substituir todos os aviões da França. Assim o vendedor sabe que tem boa chance de vender…
    O preço de uma arma depende do que quem vende quer receber: quer receber os custos de P&D (foram pagos pelo governo francês) ? quer receber pelo equipamento industrial na linha de produção (também pagos indiretamente pelo governo francês) ? quer receber apenas pelo custo de produção específico do aparelho com o lucro usual da empresa ? inclui peças de reposição a serem estocadas ? etc…
    Certamente todos os valores serão maiores que os previstos nos contratos (ocorre em todo o mundo…).
    Agora dependendo do que se pretende gastar talvez fosse uma boa idéia começar a projetar um avião absolutamente nacional, nada de aproveitar fornecedores globalizados. Nada de pensar em exportar, que se faça um avião para defender este país e não o lucro de uma exportação.No passado se produzia um avião em oito anos hoje talvez se consiga fazer em quatro, basta ter vontade política… (certamente alguns protótipos podem sofrer acidentes com perdas de vidas e certos requisitos podem se revelar inatingíveis…).
    Um detalhe, estes aviões são projetados para umas 10000 horas (talvez nem tanto) e não trinta ou quarenta anos mesmo porque os materiais compostos podem não durar tanto e a obsolescência pode tornar o upgrade econômicamente insensato para muita gente (sempre tem quem lucra…)

  140. ComAir 22 de janeiro de 2010 at 5:32 #

    Razões Não para comprar o Rafale:

    FAB, tendo por base critérios comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, de compensação comercial (Offset), industrial e tecnológica, e de transferência de tecnologia, colocou o Rafale em último lugar, depois de milhares de paginas e anos de estudo e consultas.
    1) Gripen NG Br;
    2) Super Hornet;
    3) Rafale (o mais caro)…

  141. Cor Tau 22 de janeiro de 2010 at 5:46 #

    “Com você disse (com ironia é claro) :
    A violência é necessária para garantir a paz”

    Não…….A frase não é minha não Max….É do Barack Obama mesmo……Francamente….Não existe guerra justa ou injusta…A guerra é fruto da bestialidade dos seres humanos mesmo….Esse prêmio Nobel foi muito mal dado….O Nobel da
    Paz pertence a senhora Zilda Arns Neumann que morreu pela paz….E não a quem mata ou faz guerra por ela…..A paz…..

    “Obama afirma necessidade de guerra ao receber Nobel da Paz

    Ausência de violência não teria detido Hitler, apontou Obama em Oslo
    Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift: Ausência de violência não teria detido Hitler, apontou Obama em Oslo
    Ao receber prêmio em Oslo, presidente americano diz que a violência muitas vezes é necessária para garantir a paz. Para secretário do Comitê Nobel, discurso foi “absolutamente fantástico”.

    O presidente americano, Barack Obama, defendeu o uso da violência como um meio político necessário, ao receber o Prêmio Nobel da Paz. “Os instrumentos de guerra têm um papel a desempenhar na preservação da paz”, afirmou Obama durante a cerimônia de entrega do prêmio, realizada nesta quinta-feira (10/12), na prefeitura de Oslo.

    “Dizer que a guerra é por vezes necessária não é um apelo ao cinismo; é simplesmente o reconhecimento da história, das imperfeições do homem e dos limites da razão”, afirmou Obama, dizendo acreditar que a ausência de violência não teria feito parar os exércitos de Hitler ou convencido a Al-Qaida a depor as armas.

    Imperativo moral

    “Há tempos em que nações, sozinhas ou unidas, consideram o uso da violência não somente algo necessário, mas também um imperativo moral”, afirmou o presidente americano.

    Diante de uma audiência de aproximadamente mil pessoas, Obama afirmou que a guerra não deve ser glorificada e que o seu custo é alto, mas que “os instrumentos da guerra têm um papel a desempenhar na preservação da paz”.

    Nove dias antes de receber o Nobel da Paz, ele anunciou o envio de mais 30 mil soldados ao Afeganistão. “Estamos em guerra, e sou responsável pelo envio de milhares de jovens americanos para lutarem em um país distante”, admitiu Obama. “Alguns vão matar, outros vão morrer”.

    Nas últimas seis décadas, os EUA, entretanto, ajudaram a aumentar a segurança mundial, segundo ele. “A dedicação e o sacrifício de nossos homens e mulheres em uniforme favoreceram o bem-estar da Alemanha até a Coreia”, afirmou.

    Feitos escassos

    Obama ganhou, além da medalha de ouro, um prêmio em dinheiro no valor de aproximadamente um milhão de euros. Ele aludiu também às críticas dos que consideraram prematuro homenageá-lo com o Nobel da Paz, reconhecendo que os seus “feitos são escassos” em comparação com os de outros premiados. Ao receber a medalha, Obama expressou “profunda gratidão e uma grande humildade”.

    Em um discurso quase duas vezes mais longo do que o pronunciado na sua posse, Obama evocou suas propostas de política internacional e assegurou que o compromisso dos Estados Unidos para com a segurança global não vai vacilar nunca, embora tenha ressaltado que “os EUA não podem agir sozinhos”.

    Defendendo sua política de diálogo com regimes hostis – como a Birmânia, a Coreia do Norte ou o Irã – Barack Obama afirmou que a defesa dos direitos humanos deve por vezes ser combinada com uma diplomacia paciente e meticulosa.

    “Sei que o diálogo com regimes repressivos carece da pureza satisfatória da indignação, mas também sei que sanções sem uma aproximação ou então uma condenação sem debate podem servir para perpetuar um estado de coisas prejudicial”, disse. “Nenhum regime repressivo pode empreender um novo caminho se não tiver diante de si uma porta aberta”, acrescentou.

    Protestos

    Em Oslo, diversos manifestantes pacifistas protestaram contra a premiação de Obama. “Obama, você ganhou o prêmio, agora faça por merecê-lo”, estava escrito em uma faixa.

    Geir Lundestad, secretário do Comitê Nobel Norueguês, afirmou hoje que considera “inteiramente aceitável” que Barack Obama tenha legitimado o recurso da guerra ao receber o prêmio Nobel da Paz.

    O presidente norte-americano ousou, segundo ele, “abordar as questões difíceis, apontando o equilíbrio muito delicado entre guerra e paz e explicando como, em determinadas circunstâncias, não se pode evitar a guerra”. Para Lundestad, o discurso de Obama foi “absolutamente fantástico”.

    MD/afp/lusa
    Revisão: Simone Lopes”

    FRASES do OBAMA bin laden:

    “A questão mais profunda de eu receber o prêmio é o fato que sou o comandante-chefe de um país no meio de duas guerras”

    Barack Obama
    Presidente dos EUA

    “Haverá tempos em que nações acharão o uso da força
    não apenas necessário, mas moralmente Justificado”

    “Mesmo quando confrontamos adversários cruéis, os EUA devem agir como um
    líder exemplar na condução da guerra”

    “Aqueles regimes que desrespeitam as regras devem ser responsabilizados. Sanções devem desempenhar um preço real”

  142. Robson Br 22 de janeiro de 2010 at 6:09 #

    BOM DIA

    VAMOS VER O QUE TEM CONTRA O RAFALE HOJE.

    Qual é a nova.

  143. Zétobias 22 de janeiro de 2010 at 6:12 #

    Senhores, bom dia.
    Galahad, seu comentário das 01:42 define de maneira clara a babaquice vigente nos comentários dos blogs da vida. Tem um comentário, que na minha opinião supera todos: é um que diz que aqui no blog foi divulgado um DOCUMENTO SECRETO afirmando a superioridade do caça françês. Coitados da CIA, MOSSAD e outros serviços de inteligênçia mundo a fora. Eles que leiam os blogs, se quiserem saber os destinos da humanidade…
    Mas tem um ponto que eu gostaria de reprisar: é GRANA, meu amigo. Isso é o que importa.Esse deve ser o foco!
    Os tres aviões tem qualidades que atendem as nossas necessidades. Então porque escolher o mais caro? De quanto será a comi$$ão?
    E os comentaristas deveriam estar atentos para gente que entra nos comentários com a única finalidade de enaltecer o “nunca antes na história desse paíz…”
    Como já disse um antigo presidente dos Estados Unidos:” O preço da liberdade é a eterna vigilânçia”
    E para encerrar: a maravilha tecnológica francesa submarina que foi comprada, encara por quantos segundos um submarino da classe VIRGÍNIA????
    Tenham todos um bom dia!

  144. Thierry 22 de janeiro de 2010 at 6:39 #

    http://3w.segurancaedefesa.com/Rafale_nova_visao.html

  145. Thierry 22 de janeiro de 2010 at 6:39 #

    http://www.segurancaedefesa.com/Rafale_nova_visao.html

  146. KeplerK 22 de janeiro de 2010 at 6:45 #

    OK, quero 36. Embrulha pra presente. Depois a gente acerta o resto.

  147. M1 22 de janeiro de 2010 at 7:14 #

    O Brasil não investe em P&D, a verdade é essa. Quer ter um avião de verdade? Faça você mesmo(BRASIL)!!!!

    Todos os países que querem um avião bom e quer também dominar tecnologia, tem que investir em P$D, isso mesmo P$D!

    Gente querendo desenvolver não falta aqui no Brasil.

    É só Comprar alguns aviões de prateleira e vai de Gripen NG então.

    Cria uma empresa que só desenvolva a avionica!

    Criem os cursos de Ciência da Computação com ênfase em tecnologia aeroespacial, pois os engenheiros pensam que sabe programar, mas eles precisam ver os Computeros, meu amigo, os caras são bons pra chuchu.

    Se a embraer não sabe desenvolver os softwares, então criem uma embresa só disso meu amigo. POrque ai sim, a empresa poderá atender não só a embraer, mas também a avibras e outras.

    Os caras querem que a embraer façam tudo, nem se ela comprar esses caças ela irá adquirir conhecimento suficiente para desenvolver os outros softwares.

    Isso eu tenho certeza.

  148. Ivan 2 22 de janeiro de 2010 at 7:16 #

    Alexandre G.R.S.

    Excelente observação feita por você! Acessem as páginas da BBC, Reuters, UOL, Yahoo notícias entre outras internacionais… além dos artigos dos jornais franceses, ingleses, americanos… diariamente trazem artigos sobre o Brasil. O mundo está de olho em nós, e nos rumos que a 2° maior potência em acenção (na minha opnião, perdendo apenas para a China) tomará!
    Em 40 anos ou menos, seremos uma das 5 maiores potências do mundo, em todos os aspectos! Economicamente, Politicamente e militarmente! Quem estabelecer as parcerias hoje conosco, será beneficiado a longo Prazo!

    Saudações,

  149. M1 22 de janeiro de 2010 at 7:20 #

    Falta visão! Eles tiveram quando criaram a EMBRAER.

    Pelas discussões que vejo no blog e nas matérias, vejo que um dos problemas são os softwares.

    Então é só tirar o dinheiro das cuécas e meias para criar uma empresa que crie esses softwares.

  150. M1 22 de janeiro de 2010 at 7:30 #

    Zétobias,

    “E para encerrar: a maravilha tecnológica francesa submarina que foi comprada, encara por quantos segundos um submarino da classe VIRGÍNIA????”

    Os EUA passariam a tecnologia de um submarino da classe VIRGINIA para o BRASIL?

    É cada coisa que vejo aqui!

  151. Giordani RS 22 de janeiro de 2010 at 7:53 #

    Barbaridade! É bonita essa Ave de Rapina! Queria ter uma foto de Rafaele em formação cerrada com um Mirage F-1, ambos configurados para CAP…

  152. grifo 22 de janeiro de 2010 at 8:10 #

    “Os tres aviões tem qualidades que atendem as nossas necessidades. Então porque escolher o mais caro? De quanto será a comi$$ão?”

    Pelo jeito bastante gorda. Acredito que até maior do que a do submarino.

    “E para encerrar: a maravilha tecnológica francesa submarina que foi comprada, encara por quantos segundos um submarino da classe VIRGÍNIA????”

    Você está assumindo que este submarino algum dia vai ir ao mar. Talvez em 2060…

  153. Felipe Cps 22 de janeiro de 2010 at 8:13 #

    Nossa, a verdade é que esse FX2 já encheu o sacolé, nem tenho mais saco pra ler tudo que o pessoal escreve. Que venham logo então os queijos fedidos, e seja o que Nosso Senhor (o de verdade, não o Imperador Quatro Cascos) quiser. “Tamo jodido” pra pagar a manutenção dessa jaca. Mas pelo menos o desfile de 7 de setembro vai ser mais bonito.

    Brasil: um país de tolos!

    Sds.

  154. Leonardo 22 de janeiro de 2010 at 8:14 #

    Bom dia a todos

    Como brasileiro torço muito para que haja um final feliz pare este programa FX2, mas ao mesmo tempo acredito que terá o mesmo desfecho do SIVAM e os americanos mais uma vez levarão essa, do mesmo jeito que foi esta concorrência anterior os franceses favoritos até o final e no fim quem levou, aqui ainda é quintal deles e digo mais a tal transferência de tecnologia será “irrisória”, por isso sinceramente não perco mais tempo lendo um monte de matérias especulativas puxando a sardinha para o lado da preferência pessoal do autor da matéria, prefiro somente observar e aguardar o desfecho, se é que haverá um, pois a FAB precisa urgentemente de um vetor sob o risco de em poucos anos ficarem mais uma vez sem uma defesa adequada da capital federal.

    Um grande abraço a todos.

  155. Felipe Cps 22 de janeiro de 2010 at 8:17 #

    Ah, a propósito: a imagem do “Rafeiou” camuflado é espetacular. Se tivesse de votar no padrão de camuflagem mais bonito, votaria pra essa.

    Sds.

  156. Asimov 22 de janeiro de 2010 at 8:25 #

    Dassault admite que era verdade! Buemba!

    UPDATE 1-France’s Dassault out of India fighter deal
    http://www.reuters.com/article/idUSBMA00273620090416

    Dassault Rafale out of Indian MMRCA competition?
    http://www.flightglobal.com/blogs/asian-skies/2009/04/dassault-rafale-out-of-indian.html

    ————————————————–

    OESP, Sexta-Feira, 22 de Janeiro de 2010

    Dassault rebate ataques de concorrentes[/size]
    Empresa francesa nega ter oferecido Rafale por metade do preço à Índia
    Denise Chrispim Marin
    BRASÍLIA

    Favorita do governo brasileiro no processo de compra de 36 novos caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), a francesa Dassault reagiu ontem aos recentes ataques das concorrentes ? a norte-americana Boeing e a sueca Saab ? ao preço dos jatos Rafale.

    Amarrada pelo sigilo sobre sua oferta, a companhia não dá indicações sobre o valor que propôs ao Brasil. Mas diante dos ataques quebrou o silêncio e agora assegura que dados divulgados e as comparações feitas pelas suas adversárias não fariam sentido.

    As desvantagens do preço e do custo da hora de voo do Rafale teriam sido apontados no relatório da FAB de setembro de 2009. O mesmo relatório colocou o caça francês no terceiro e último lugar da concorrência e deu munição à Boeing, fabricante do F-18, e à Saab, do Gripen. A assessoria de imprensa da Dassault reiterou o compromisso do presidente francês, Nicolas Sarkozy, de que o preço de venda do caça Rafale ao Brasil será compatível ao de entrega à Força Aérea da França.

    No último dia 7, um novo relatório foi entregue pelo Comando da Aeronáutica ao ministro da Defesa, Nelson Jobim. Seu conteúdo é mantido sob sigilo. Concentrado na tragédia do Haiti, Jobim ainda não apresentou sua conclusão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tomará a decisão final sobre a compra dos caças. Entretanto, colaboradores do presidente asseguram que a escolha já foi tomada: será o Rafale, por se encaixar em um projeto maior de defesa do governo, que envolve uma parceria estratégica com a França.

    ÍNDIA

    Ontem, a Dassault contestou as versões de que estaria fora da concorrência aberta pela Força Aérea Indiana (IAF) e de que sua oferta de preço para a Índia seria quase a metade da apresentada ao Brasil. A empresa alegou que não há definição oficial do valor total da concorrência ? extraoficialmente, avalia-se que chegará a US$ 10 bilhões. O Ministério da Defesa confirmou ontem que o valor dependerá da escolha a ser tomada e que não foi definido um teto.

    Depois, a Dassault reconheceu que, em abril de 2009, foi excluída da concorrência da IAF. Mas, em maio, pôde voltar à disputa, que ainda está em fase de avaliação técnica. O governo indiano observa o processo de decisão brasileiro.

    Por fim, a Dassault explicou que, em cada contrato de venda, a dimensão do estoque de peças de reposição e o período do apoio logístico variam, conforme os requisitos do comprador, e alteram o cálculo do preço final. De acordo com essa argumentação, comparações ligeiras não seriam confiáveis.

  157. Jorge 22 de janeiro de 2010 at 8:36 #

    Felipe Cps em 22 jan, 2010 às 8:13

    É meu caro Felipe…,

    Brasil: um país de tolos!

    Brasil: Rima com imbecil !

    Quanto ao termo “Safale” pode usar ;o) hehehehehehehe !
    []´s

  158. Cor Tau 22 de janeiro de 2010 at 8:41 #

    “Thierry em 22 jan, 2010 às 6:39

    rsrsrsrs……….É impressionante como essa gente gosta das nossas lagostas………………..Abraços Thierry…………..

  159. Marco Antonio 22 de janeiro de 2010 at 8:48 #

    Galahad em 22 jan, 2010 às 1:42

    hahahahahah, Muito boa essa.

  160. Thierry 22 de janeiro de 2010 at 8:56 #

    Cor Tau
    for you
    http://i11.servimg.com/u/f11/14/71/37/38/parten10.jpg

  161. JC 22 de janeiro de 2010 at 9:10 #

    “Depois, a Dassault reconheceu que, em abril de 2009, foi excluída da concorrência da IAF”

    ué………saiu e pode voltar pq?

  162. Thierry 22 de janeiro de 2010 at 9:23 #

    JC, delay in giving back some official papers…excluida….phone call…back again . burocracy in India.

  163. JC 22 de janeiro de 2010 at 9:28 #

    ok, tks.

  164. Rogério 22 de janeiro de 2010 at 9:39 #

    O que me espanta é como tem imbecil que defende que um único governante compre um caça a revelia da instituição que foi criada com o único propósito ser usuário do mesmo.

    []s

  165. M1 22 de janeiro de 2010 at 9:51 #

    Rogério,

    Olha quem fala!

    Me diz aí, quem viu esse tal relatório?

    E se viu, esse relatório tá desatualizado, pois muita coisa já mudou desde 7 de setembro.

    Meu amigo, ninguem sabe de nada! Ninguém mesmo!

    A galera aqui discute, discute, discute… mas ninguem sabe de nada.

  166. jsilva 22 de janeiro de 2010 at 9:52 #

    Rogério em 22 jan, 2010 às 9:39,

    E me espanta também como tem imbecil que acha que as compras de defesa não passam por decisões políticas, como se só no Brasil ocorresse isso. Transformaram a FAB numa organização independente em que se torna um absurdo alinhar-se a um pensamento estratégico. É o velho e arcaico pensamento do Ministério da Aeronáutica, Ministério da Marinha, Ministério do Exército. Pediram tanto o END mas são incapazes de se submeter à doutrina que ele prega. É simplesmente impossível pra certas pessoas pensar as Forças Armadas como um todo. Lamentável.

  167. Rogério 22 de janeiro de 2010 at 9:56 #

    M1,

    deixe de ser um menino ingênuo se a FAB tivesse escolhido o “Rafail” já teriam anunciado a muito tempos atrás.

    []s

  168. Cor Tau 22 de janeiro de 2010 at 9:56 #

    “Thierry em 22 jan, 2010 às 8:56″

    Oui…..Maintenant, c’est une révolution française(Isso sim é uma revolução francesa)…….Merveilleux(Maravilhoso)……

  169. sr.ricardo 22 de janeiro de 2010 at 9:57 #

    Replay:

    Alguém já VIU ou LEU o relatório da FAB ? Pq todo mundo está comentando essa (suposta) classificação mas de concreto ainda não tem nada !
    Será que todos estamos caindo naquela máxima da desinformação:
    “Se repetir muitas vezes uma mentira, as pessoas a considerarâo como verdade.”

  170. Luiz Eduardo 22 de janeiro de 2010 at 10:01 #

    ZE em 21 jan, 2010 às 19:12 – penso da mesma maneira, mas argumentos que para os pró-rafale simplesmente não entram na mente deles!(deve ser algum tipo de bloqueio, negação..Froid explica)

    “Não é somente uma questão de custos, existe a pouco falada capacidade de dissuasào, e as Gripes de Nova Geração não fornecem esta dissuasào militar.

    Questionam: Os Gripens contra os SU-30 venezuelanos venceriam? Se o Wellington: maior flankermaniaco – no bom sentido – do Brasil já disse aki q SIM: e muito provavelmente! Os “pró-rafale” aki vivem afirmando q o Gripen é um lixo em relação ao rafale, por outro lado os maiores especialistas do mundo e a FAB dizem que os 3 caças se equivalem em poder de fogo e dissuação (inclusive o “gripadinho”)… Bom, (apesar de achar melhor e mais CLARA a proposta da Boeing) eu prefiro acreditar neles do que nos “especialistas de internet” daki!

    “Se fosse assim todos teriam comprado eles na Europa, mas assim não foi.”
    E os Rafales: Pq ninguém comprou na Europa? E sim o EF-2000? E pq o Chile esta estudando a compra do EF-2000 ao invés dos Fabulosos Rafales??? O mundo querendo um caça sem TT e monomotor, uma porcaria chamada de F-35, ao invés do poderoso Rafale por quase o mesmo preço…

    (ironic mode=on)
    Só tem gente burra nesse mundo e só nós somos os espertos? :-S

    Ainda bem, pq qnd os imperialistas americanos – apoiado pelos aliados da OTAN – nos invadirem pra roubar a Amazonia e o Pré-Sal – teremos os fabulosos 36 rafales + A França (apesar de fazer parte da Otan) pra nos defender! ufa! agora estou mais trankilo…
    (ironic mode=off)

  171. M1 22 de janeiro de 2010 at 10:02 #

    Se o presidente tem esse poder, por que nao fazer uso dele?

    O presidente que manda na FAB meu amigo e não ao contrário.

    O presidente, foi eleito pelo povo 2 vezes e a popularidade dele está em alta.

    Não gosto do Mulla, mas convenhamos, ele á o presidente que fez mais peloas forças armadas.

    Os três são finalistas, os três são bons, qualquer um escolhido tem suas vantagens e desvantagens.

    Eu acho que nessa jogada, está o mercado de caças em que o brasil pode atuar mais fortemente se escolher o da frança, e assim, tirar uma bela fatia de percado dos EUA. Mas se o SH, ganhar, o brasil irá produzir esse caça que já vai sair de linha, de quebrar os EUA quabra a SAAB ea DASSAULT.

  172. M1 22 de janeiro de 2010 at 10:08 #

    Eu acho que nessa jogada, está o mercado de caças em que o Brasil pode atuar mais fortemente se escolher o da frança, e assim, tirar uma bela fatia de mercado dos EUA, mas se o SH ganhar, o Brasil irá produzir esse caça que já vai sair de linha e quebra os EUA quabra a SAAB e a DASSAULT.

    A minha visão é essa, alguém discorda?

  173. M1 22 de janeiro de 2010 at 10:09 #

    Corrigindo… *de quebra

    Eu acho que nessa jogada, está o mercado de caças em que o Brasil pode atuar mais fortemente se escolher o da frança, e assim, tirar uma bela fatia de mercado dos EUA, mas se o SH ganhar, o Brasil irá produzir esse caça que já vai sair de linha e *de quebra os EUA quabra a SAAB e a DASSAULT.
    A minha visão é essa, alguém discorda?

  174. Rogério 22 de janeiro de 2010 at 10:17 #

    M1,

    Meu amigo pense, se a escolha da FAB concordasse com a do Lula, ele já teria anunciado, mas como pressuponho não concordar ele não está a fim de arcar com a responsabilidade de decidir sozinho, em ano eleitoral, escolhendo o pior custo beneficio (não o pior caça, que fique claro).

    []s

  175. M1 22 de janeiro de 2010 at 10:38 #

    Rogério,

    Concordo com você, mas é uma decisão dificil, pois todas as opçãos tem os pros e os contras, certo?

    Agora tem uma coisa que eu nao entendo, por que o brigadeiro do video do youtube fala tanto dos EUA e a FAB quer ficar com um caça com os componentes americanos?

    Não dá pra entender, tem muita incoerência ai…

  176. M1 22 de janeiro de 2010 at 10:41 #

    Já que o Brasil tá com grana, dá os 3 como vencedor, compra 12 de cada ou 108!

    Huhauhuh…. pegava todas tecnologias…. meio sem noção…. mas acho que essa solução seria a melhor… no total o brasil quer ter 120…

  177. Felipe Cps 22 de janeiro de 2010 at 10:53 #

    jsilva em 22 jan, 2010 às 9:52

    “E me espanta também como tem imbecil que acha que as compras de defesa não passam por decisões políticas, como se só no Brasil ocorresse isso”

    Entendi. Então pra satisfazer os egos de uns e outros temos obrigatoriamente que copiar o que de ruim os gringos fazem (copiar o que eles tem de bom nunca neh?)?

    “Transformaram a FAB numa organização independente em que se torna um absurdo alinhar-se a um pensamento estratégico”

    Alinhar-se a um pensamento estratégico ou alinhar-se a um pensamento político-ParTidário? Porque, me desculpe o amigo, mas são coisas bem das distintas. O que estão querendo é o alinhamento da FAB com a doutrina bolivariano-antiamericana, e não com uma doutrina estratégica real. E aí, a FAB tem mais é que se manter independente mesmo. Como fez. Como faz. E como fará, qualquer que seja o governo que a queira aparelhar. A FAB é um órgão de Estado, não um aparelho governista do PeTismo.

    Sds.

  178. Dassault 22 de janeiro de 2010 at 10:54 #

    Eu sou o melhor caça!

  179. Rogério 22 de janeiro de 2010 at 11:00 #

    M1,

    Mas é exatamente isso que vai acontecer, se fechar com o Rafale o próximo governo vai optar por outra aeronave, o Rafale é caro até para a França! Repare os constantes atrasos no cronograma de construção para a França e você vai notar que eles não têm pressa nenhuma em substituir os Mirage, estão até modernizando alguns.

    Mas eu não acredito que isso se resolva nesse ano.

    []s

  180. rideo konishi 22 de janeiro de 2010 at 11:01 #

    Os USA podem ter um problema: a vida útil dos SH pode ser curta, o avião não teve protótipos porque queriam passar a idéia de que era uma nova versão do HORNET e agora o avião apresenta problemas estruturais que devem ser corrigidos. Como o F35 pode atrasar mesmo com um cronograma de se fazer um avião por dia, a marinha americana pode ficar sem aviões para muitos porta-aviões. Assim é necessário manter a linha de produção do SH como plano B mas só conseguiram vender para a Austrália que necessita substituto do F-111 enquanto espera pelo F-35 tendo sido ao que me parece a primeira e única a efetivamente o comprar.
    Acho que curiosamente foi a única compradora do F-111.

  181. Jorge 22 de janeiro de 2010 at 12:05 #

    Me perdoem os trocadilhos amigos mas não dá:

    O “Safale” é um “Dassaulto” ao vilipendiado, menosprezado e enganado contribuinte brasileiro.

    O Brasil é um país que “Ingana” (essa é do Delfim, quem diria hein?)
    Cobra imposto de Inglaterra e presta serviços de Gana.
    Ou como escreveu o Edmar Bacha o Brasil é uma “Belíndia” aonde pouquíssimos vivem como se estivesse na Bélgica (geralmente aqueles que sonegam impostos e que por isso tanto faz comprar 500 ou 1000 Rafales), e o grosso da população com padrão de vida indiano.
    Enquanto nós dentro desse caldeirão, que pagamos impostos direto da fonte, sendo “Inganados”.

    []‘s

  182. Antonio M 22 de janeiro de 2010 at 13:00 #

    “…O Gripen NG eh um projeto, um aviao de papel, nao existe, bla bla bla e bla bla bla.
    Nesta linha de raciocinio, o Gov. Fed. deve cancelar o projeto do KC-390 pois eh um aviao de papel, …”

    Concordo sr. Luiz Alberto, bela resposta para quem acha que o NG é apenas um avião de papel.

    E com um pouco de pé no chão, o Brasil não está em guera com ninguém e o envolvimento em um projeto como o do NG certamenste trará subsídios para o país. Se o que iniciou com as fragatas, o tanque Osóerio e o AMX não fosse abortado, hoje em dia não estaríamos discutindo isso mas, ainda há tempo de nos inserirmos como desenvolvedores e fabricantes e não somente compradores.

  183. athalyba 22 de janeiro de 2010 at 13:10 #

    Ze, Ze, Ze, meu caro Ze …

    Não basta afirmar, tem de *provar*, ok ???

    Realmente, athalyba, Israel pagou sim pelos Mirage5 (e não os recebeu).

    Realmente, athalyba, um contrato de compra e venda foi firmado, porém não foi respeitado.

    A MESMA COISA PODE ACONTECER SE COMPRARMOS TUDO DE UM MESMO FORNECEDOR: SUBMARINOS, HELICÓPTEROS, FRAGATAS, CAÇAS…DIVERSIFICAR É O MELHOR MODO DE DIMINUIR O RISCO DE UM EMBARGO.

    Me mostre, caro Ze, as seguintes referencias:

    1) data de assinatura do contrato
    2) valores do contrato
    3) data da devolução da grana
    4) como bônus, os detalhes do contrato (eu sei, foi mais de 40 anos atrás, mas deve ser um tópico interessante debater a mudança dos formatos dos contratos de compras militares)

    Depois que vc me mostrar essas informações consolidadas, podemos voltar a discutir, pq não tenho o costume de debater em cima de “achismos”, “ouvi-falar” ou “lí-em-algum-lugar”.

    E caso vc não saiba, o embargo não foi só francês, foi EUROPEU. Como a França era o principal fornecedor, a situação ficou um pouco apertada, mas nada muito sério já que o capital intelectual judeu foi mais que suficiente para tampar essa brecha.

    Sobre o “operador” EUA: vale usar o gigantismo quantitativo dos EUA como se fosse um fator qualitativo ??? Me desculpe, mas esse tipo de argumento é primário demais pra ser rebatido, a não ser que vc acredite que por ser mais numeroso o vetor ianque é melhor …

    abcs

  184. Getulio - São Paulo 22 de janeiro de 2010 at 13:16 #

    O Brasil deveria comprar umas ações da Dassault e virar sócio de vez. Ao invés de comprarmos o caça Rafale iríamos fabricá-lo e adquirí-lo.

  185. athalyba 22 de janeiro de 2010 at 13:23 #

    Getulio,

    Seria uma boa … 90% do faturamento da Embraer é civil e a maioria do faturamento da Dassault é militar (não sei o percentual, sorry).

    Dava pra fazer um bom caldo, com essas duas empresas …

    abcs

  186. Almeida 22 de janeiro de 2010 at 14:02 #

    Discordo de quase tudo que o Sr Merialdo expôs, com uma exceção:

    “Os países que conseguiram manter uma evolução adequada de sua capacidade operacional puderam associar a implantação de novos sistemas a uma redução da quantidade de vetores.

    O Brasil, por outro lado, devido à grande defasagem da capacidade operacional em relação à importância do País, necessitará crescer tanto em quantidade como em qualidade.”

    Clap! Clap! Clap!

    Almeida supports Rafale but DO NOT support the french proposal for FX-2.

  187. Beretta 22 de janeiro de 2010 at 14:03 #

    Um joint-venture entre a Dassault-Embraer ou SAAB-Embraer realmente me parece interessante,só ficaria receoso quantos aos rumos dos projetos militares iriam tomar e se a visão estratégicas dos países participantes não iriam se conflitar,e consequentemente os projetos.

    Ficarei feliz em saber que o Brasil escolheu qualquer um dos vetores,Gripen NG ou Rafale,acho que ambos trarão um belo incremento na capacidade da FAB e a industria aeroespacial nacional e outras empresas nacionais menores do ramo terão a chance de ”emergir” no mercado talvez.

  188. Galahad 22 de janeiro de 2010 at 15:02 #

    Zétobias em 22 jan, 2010 às 6:12
    Galahad, seu comentário das 01:42 define de maneira clara a babaquice vigente nos comentários dos blogs da vida. Tem um comentário, que na minha opinião supera todos: é um que diz que aqui no blog foi divulgado um DOCUMENTO SECRETO afirmando a superioridade do caça françês. Coitados da CIA, MOSSAD e outros serviços de inteligênçia mundo a fora. Eles que leiam os blogs, se quiserem saber os destinos da humanidade…

    Zé,

    Vou confessar. O texto do meu comentário é, na verdade, a transcrição do áudio de um filme de vigilância feito pela NSA há alguns dias. Como não desejo comprometer ninguém, principalmente meus contatos na Comunidade, eu o coloquei em forma de uma paródia. Mas os personagens sabem quem são e agora sabem que estão sob vigilância. Isso para voce ver o grau de preocupação dos EUA com a compra das novas aeronaves para o Brasil.
    Ah, aquele documento secreto que vazou aqui não era da CIA. Era do SIS inglês. Eu sei porque meu contato lá me avisou.

    :)) :))

  189. Tales 22 de janeiro de 2010 at 15:27 #

    Luiz Eduardo em 22 jan, 2010 às 10:01

    “E os Rafales: Pq ninguém comprou na Europa? E sim o EF-2000? E pq o Chile esta estudando a compra do EF-2000 ao invés dos Fabulosos Rafales??? O mundo querendo um caça sem TT e monomotor, uma porcaria chamada de F-35, ao invés do poderoso Rafale por quase o mesmo preço…”

    Minha nossa: que desconhecimento…
    Tu não sabes que o Typhoon é fruto do programa EAP/Eurofigther, em que eram parceiros a Inglaterra, a França, a Alemanha, a Itália e a Espanha? E que a França deixou o programa, optando por uma solução própria, no caso, o Rafale?
    E essa história do Chile, ao que me consta é mero boato. Não tem nada de oficial no site da Força Aérea do Chile. Qual a tua fonte?
    “Todo mundo querendo um caça monomotor”? E o próprio Typhoon EF-2000 que tu citou? Praticamente toda a Europa ocidental (à exceção dos países nórdicos) vai estar equipada com caças birreatores (Typhoon e Rafale)! É contraditório esse teu comentário!
    “F-35 ao mesmo preço do Rafale”? SONHA… O F-35 ainda é um protótipo e o programa já ultrapassou os custos e cronograma original previstos. E o caça nem tem o mesmo grau de furtividade do F-22. Tanto é assim que muitos australianos “tocaram pau” na escolha do F-35 por sua força aérea.
    A última cifra que ouvi falar foi em torno de US$135milhões por unidade de F-35 convencional (ou seja, as versões naval e VTOL devem ser mais caras ainda)!
    Mas o fato é que ninguém sabe, ainda, quanto o F-35 vai custar, pois as aeronaves que estão voando ainda são protótipo!

  190. M1 22 de janeiro de 2010 at 15:52 #

    QUE VENÇAM os 3!!!!

    3 X 12 = 36

    ou

    3 X 36 = 108

    o que voces acham?

    uhauahauha

  191. Alexandre M.P. 22 de janeiro de 2010 at 16:24 #

    boa tarde, acompanho os comentarios e sou somente um apreciador de tecnologia militar, nao sou especialista.
    acompanhando os comentarios nestes ultimos tempos, creio que qualquer caça atende a necessidade atual do pais. Mas o principal ponto que devemos nos perguntar, é que se queremos autonomia no desenvolvimento de nossa industria bélica, não seria o certo comprarmos de imediato “aviões de prateleira” em uma quantidade que atenda as necessidades imediatas, e iniciarmos um projeto nacional para desenvolvimento de nosso caça nacional? Os motores ninguem vai nos passar como construi-los, outros itens tambem. precisamos apoiae e desenvolver nossas industrias e centros de pesquisa para atingirmos esse objetivo, capacidade nos temos, falta vontade e $$$ para isso, Acredito que se colocarmos para a industria nacional e para os centros de pesquisa as especificaçoes do que a FAB precisa logo estaremos recebendo o retorno.

  192. Alexandre M.P. 22 de janeiro de 2010 at 16:31 #

    não vamos nos iludir que nos tornaremos exportadores de aviões de caça tão cedo, contentemo-nos em produzir o nosso proprio material e estando ele voando, certificado com um grande percentual de nacionalizaçao, ai sim pode-se pensar en vende-lo para algum outro pais, caso não haja embargo em tecnologia sensivel de algum pais fornecedor.
    Tambem nao vamos nor tornar exportadores de Rafale (quem iria comprar?), Gripen(talvez) e SH(só se a Boeing deixar).

  193. Alexandre M.P. 22 de janeiro de 2010 at 16:43 #

    tudo nessa “aliança” com a França me deixa confuso, os helicopteros com transferencia de tecnologia para uma empresa que pertence a eles?. E os subs, não entendo a marinha passou 20-30 anos desenvolvendo a tecnologia do reator, e deixou o casco de lado? o que é mais dificil o reator ou o casco?, nao aprendemos nada com a construçao dos subs alemaes que nos permitisse desenvolver o casco para o subnuc? Claro que os cascos são diferentes, mas nao temos capacidade para isto?
    desculpem sair do assunto mas tem coisas que nao consigo entender, alguem pode me ajudar?

  194. mcv 22 de janeiro de 2010 at 17:51 #

    Eu obersevei alguns comments sobre A-B de alguns participantes e verefikando as torcida pro x contra rafale observo nos meus poukos conhecimentos q o Rafale eh a unica plataforma capaz de lancar um artefato A.Seria isto um foco num futuro desenvolvimento da A-B pelo MD pois para lanca-la precisa de uma plataforma….como dizem …sonhar n paga imposto neh!!!!
    sds

  195. mcv 22 de janeiro de 2010 at 17:52 #

    Ps.a unica plataforma entre os tres concorrentes!

  196. Ruy 29 de janeiro de 2010 at 16:50 #

    Só digo uma coisa em vez de 36 caças, só 10 bombas atômicas já acaba com a festa. Mas os políticos brasileiros são a maior vergonha nacional.

  197. Arlindo Reis 8 de fevereiro de 2010 at 18:28 #

    O Rafale sem dúvida alguma foi a melhor escolha. É claro que alguém deveria colocar outras aeronaves como preferidas. É o que eu combinaria com a FAB para extrategicamente forçar uma diminuida no preço do Rafale, mas ele sem dúvida é o melhor. Tanto é bom que as forças militares da França que não é um paisinho qualquer, que jamais iriam arriscar a eficiência de suas forças, adotaram o Rafale. O mesmo não podemos dizer em relação ao Gripen já que nem mesmo o governo da Suécia o adotou. O gripen oferecido ao Brasil é apenas um projeto, enquanto que o Rafale já tem participado de combates. Quanto ao F-18, só se o governo brasileiro fosse tão ou mais burro que o governo FHC, para se sujeitar a dominação tecnológica em relação a um possível mercado como fizeram com o Super Tucano no caso Venezuela.

  198. Carlos 21 de março de 2010 at 13:05 #

    Prezados.

    Não esqueçam que a questão é de segurança nacional.
    Não se trata de de escolher o mais perfeito e sim de escolher o melhor possivel e mais viável.

    Existem muitos pontos a serem levantados.
    Por exemplo: na compra do Gripen o Brasil estaria alimentando o surgimento de um forte concorrente contra a Embraer, ou ainda num conflito sulamericano Brasil x Colombia, seria muita ingenuidade achar que o EUA continuariam a fornecer material para o Brasil.

    Porque acham que os paises da america latina estão se armando com material russo? Porque não americano?

    Há muitos outros aspectos.

  199. Alan Dourado 25 de maio de 2010 at 14:23 #

    Teríamos tanta polêmica se o Sukhoi ainda tivesse na competição? Ou em vez disso, uma Unanimidade?

  200. Luis Rufasto 27 de maio de 2010 at 18:18 #

    Tantas criticas, tantas objeções….

    Não Adianta Sapaterar, espernear e chorar, quem decide é o Lula.

    E Parece que ele ja deixou bem claro oque vai ser… Então?

    A industria Aeronautica caminha a passos curtos e a nossa esta para dar meio passo com a aquisição de qualquer um dos vetores, enfim só apos isso e longos anos de experiencia com o avião escolhido é que o Brasil ira começar a desenvolver e aperfeiçoar o conhecimento necessario para dominar todas as tecnologias criticas para o desenvolvimento de uma caça de 4ª Geração ou quem sabe la pra 2050 um caça de 5ª geração..

    Senhores vamos ser coerentes, nenhum fabricante vai ensinar o brasil a construir caças de combate apartir da estaca zero..

    Sonhar é bom, mas!!

  201. TPires 9 de novembro de 2010 at 12:07 #

    Somente armas nucleares tornarão nossas fronteiras(verde e azul)blindadas.Temos que ter capacidade de resposta nuclear,senão como dizem os amigos acima,seremos sempre escravos.

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