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P-3AM da FAB estariam com problemas nas asas

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vinheta-destaque-aereoFontes revelaram ao Poder Aéreo que as aeronaves P-3AM da FAB, atualmente em processo de modernização pela EADS na Espanha, estariam com problemas de rachaduras nas asas.

O problema, já conhecido por outros usuários do avião, poderá obrigar a FAB a substituir as asas dos P-3AM, o que atrasará o cronograma da entrada em operação.

O Poder Naval Online já havia adiantado em 2008 que os Orion da FAB poderiam voar com restrições. Estas restrições eram agravadas principalmente pela não participação da FAB no programa ASLEP (Aircraft Service Life Extension Program) da Lockheed Martin, que visa substituir grandes componentes estruturais, incluindo as asas do P-3.

Aeronaves como o P-3 precisam vez por outra voar rasante sobre o mar para usarem seu sistema magnético de detecção de submarinos (MAD) e para lançar torpedos e as constantes mudanças de altitude forçam a estrutura.

Caso os P-3AM realmente estejam com o problema, eles estariam limitados inicialmente a voos de esclarecimento e ataque marítimo, com a função ASW degradada, até que se faça a troca das asas.

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88 COMMENTS

  1. é o que dá insistir em comprar aviões com 40/50 anos de uso, que o mundo já está desativando faz tempo, não dá para tirar o da FAB da reta não, muitos já previam estes problemas, e ela fez esta escolha dasastrada! além do mais o que poderia fazer a FAB, participando do programa da LM? com estas asas? piada, estão querendo justificar um erro brutal da FAB! agora vão usar o avião limitadamente? arriscando a vida das tripulações?
    Esta é a mesma FAB que escolhe outro projeto para o FX-2… do alto da sua experiência, arriscando toda a força de defesa nacional, com um “capricho” que não compete a ela…

    tenho dito!

  2. Se for verdade, será um atraso e tanto para o programa.
    Mas, agora o jeito é ir em frente.
    A FAB terá que dar um jeito de conseguir que as asas do P3B sejam retrofitadas o quanto antes.

    Mas vamos ver se isso procede.

  3. Isso chega a ser ridículo.

    Ninguém revisou esses aviões antes de comprar? Sim, por que esses problemas estruturais não apareceram ontem. Provavelmente já existiam quando eles foram comprados. Os aviões não sofreram inspeção?

    Compraram as cegas? Esse tipo de problema no P-3 é bem conhecido, será que ninguém na FAB se deu ao trabalho de verificar se aqueles aparelhos não teriam, por acaso, um “probleminha” na asa?

    Isso parece falta de profissionalismo, má vontade ou talvez algo um pouco mais nebuloso.

    Mas fazer o que, temos que esperar para ver.

  4. Acho que ninguém aqui é a favor desse programa, mas uma vez que os aviões foram vistoriados, eu pessoalmente confiava no bom estado estrutural das células. A conclusão é que: Quem vistoriou Errou, ou foi enganado.

    Vejam o problema é que são aviões que já tem 45 anos que foram fábricados !! é bastante tempo, com certeza algum problema ou outro iriam apresentar, mais um problema desse é muito grave. A FAB deve repensar e talvez diminuir o nº de aviões a serem modernizados e fazer o program de extenção de vida ASLEP (Aircraft Service Life Extension Program) da Lockheed Martin, nas células restantes.

    Porque não é viável ter um avião reformado, com motorização e sensores modernos mais “manco das duas pernas”. Seria melhor então continuar com o Bandeirulha até uma solução definitiva.

  5. Se verdade cadê a capacidade da Fab de vistoriar as condições das aeronaves para compra pelo Brasil, ou será que só sabem avaliar aviões novos(Gripen)?
    Esse comentário até certo ponto jocoso só é válido se for confirmado os problemas, senão os retiro e me desculpo com a Fab , más acho que é verdade rsrs

  6. Esse “desdendo” todo com a FAB só por que ela não prefere o caça que vcs preferem é no minimo infantil.

    Em nada tem a ver com o problema dos P3AM.

    Se não gostam da FAB não opnem por ela,oras!

  7. Vou comentar aqui algo que ouvi de um piloto da US Navy.

    Perguntei se ele achava que os F-18C/D seriam uma boa para operar no PA São Paulo. Resposta dele:

    – Voamos até o bagaço os F-18C/D que lá estão( deserto). Não vejo como poderiam servir a vocês.

    Ou seja, tudo o que está lá no deserto deve estar como ele disse.
    Voado até o talo. Esbagaçado, comido e não devemos entrar naquela de “reserva” para a guerra.

    Bagaço é bagaço e parece que caimos nessa.

  8. Esta história é antiga..É só pesquisar..
    É o risco que se corre em comprar aviões usados, tem que selecionar os que tem o melhor histórico dos que estão disponíveis. Os nossos P3 foram selecionados em 2000 (uns 10 anos entre a seleção e a quase entrega do mesmo). Dureza trabalhar sem grana..
    Abraços
    Ps Colei um trecho das respostas de várias questões sobre o programa P3.

    Pergunta
    O Comando da Aeronáutica foi realmente informado pela Marinha dos EUA acerca de falhas ocorridas com as asas e cauda do P-3 durante testes realizados pela empresa Lockheed Martin, recentemente?
    Resposta
    O Programa SLAP (“Service Life Assessment Program”) é uma atividade multinacional, liderada pelos Estados Unidos, com a participação da Austrália, Canadá e Holanda, com o objetivo de levar a capacidade de operação de uma aeronave P-3 até o limite de sua vida em fadiga, em um banco de testes, de forma a colher dados para o desenvolvimento das ações necessárias à extensão da vida útil da frota. Torna-se oportuno observar que programas semelhantes são aplicados a aeronaves novas com os mesmos objetivos, sendo os resultados similares em relação à estrutura da aeronave, redundando na emissão de Diretivas Técnicas aos operadores.

    No primeiro semestre deste ano, a Lockheed Martin finalizou os testes, para os quais fora contratada e passou a produzir os relatórios para os Contratantes, incluindo a US NAVY, que ao analisar os resultados expediu Diretivas Técnicas no intuito de inspecionar as partes mais críticas e prevenir futuros problemas estruturais. Essas Diretivas tiveram como principal foco as aeronaves P-3 C que já ultrapassaram o limite de vida em fadiga. A US NAVY possui algumas aeronaves na faixa de 140% de FLE (“Fatigue Life Expended”), estando a maioria delas atingindo 100% de FLE atualmente.

    Como já foi explanado, o teste realizado teve a intenção de levar a estrutura até o limite de sua fadiga, portanto as falhas na estrutura já eram esperadas com naturalidade, tendo a US NAVY expedido as Diretivas Técnicas como um procedimento de manutenção rotineira e não excepcional. O Brasil como um cliente estrangeiro do FMS (Foreign Military Sales) recebe os boletins de serviço das aeronaves que são apoiadas por esse Programa.

    Neste cenário, é importante ressaltar que as aeronaves do acervo do COMAER são P-3 A com cerca de 60% de FLE (“Fatigue Life Expended”), sendo os 40% restantes, suficientes para voar, durante o tempo previsto de sua utilização pela FAB, sem a necessidade de reparos estruturais ou troca das asas e empenagem horizontal. Essas aeronaves foram escolhidas do excedente da reserva de guerra da US NAVY em 2000, após uma rigorosa seleção realizada por engenheiros da Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico (DIRMAB) do COMAER, quando as doze aeronaves foram inspecionadas em toda a sua estrutura e documentação

  9. É realmente brilhante esse conceito de “compras de oportunidade”. Ainda não entendi por que a FAB e EMBRAER não fazem uma versão de patrulha do ERJ-190 ou do KC-390, acho que o P-99 não daria conta.

  10. Francisco AMX em 14 jan, 2010 às 14:07

    A maior frustração é a dos otimistas. Como seu realistas, não estou surpreso com mais um (de vários) erros da FAB. Essa não é a primeira e nem a ultima.

    O espantoso foi o quanto ($$) gastaram com essa modernização, seria melhor ter comprado uma aeronave como as que um certo pais do oriente médio (não lembro o nome) acho que comprou um bimotor turbohelice para patrulha (acho que era europeu).
    Bem, esse era para radar, mas é um avião com um autonomia talvez maior que as do R-99.

    Que serva de lição ao governo por ser mão de vaca e da FAB por não ter pesquisado melhor.

    Quiseram economizar e olha no que deu.

    Quem tem carro sabe, “trabalho” temporário é só para emergência.

  11. Minhas considerações.

    Prezados, essa é a mesma FAB que faz uma ótima participação em competição e trabalho em equipe na América Latina, porém, é na A.L. e não na Europa Cia.

    Estamos com a doença russa, estamos coma Síndrome de Exaltação Coletiva. Estamos colocando a FAB num pata mar de “superioridade técnica” que ela não tem, nem terá em muito tempo. É chato saber que um a instituição que desde pequenos aprendemos a respeitar, agora depois de velho, vemos que ela é formada de gente, não de seres celestiais.

    Hora, nem a Esquadrilha da Fumaça de safa, não posso dizer que são os melhores acrobatas do mundo, mas dam muito a desejar no trabalho em equipe. Ja viram os Blue Angel? Russian Kinights?? Procurem no youtube.

    Não é questão de ficar decepcionado (apesar de ser) mas sim de enxergarmos a realidade, pararmos para pensar e repensar.

    É so isso. Obrigado

  12. Desde 2003 um exame criterioso feito pela USAF já se dizia que os P3 teriam sérios problemas estruturais e que somente parte de sua frota sofreria um programa de revitalização visto que os Poseidon já iriam entrar em serviço por volta de 2010 e/ou 2011.

    Esse problema é velho conhecido da FAB…

    Gostaria de saber o que eles vão alegar ou declarar sobre tal problema estruturar do P3.

    Bem que o pessoal do Blog poderia investigar o que a FAB tem a declarar sobre isso.

  13. Soldier em 14 jan, 2010 às 15:29

    Vão dizer que foi um caso especificamente isolado. A imprensa raramente faz reportagem sobre as forças militares, quer dizer, o que interessa.

  14. Falando em KC-390, estou pensando se ele teria problemas de autonomia.
    Sei que o K é porque ele abastece outras aeronaves em voo (eu acho que é K mesmo) mas sem os tanques externos para o REVO eu não sei a autonomia deles, ja que de 19t ele foi para 27t (ou mais).

    Alguém se arrisca?

  15. Creio que a pergunta deveria ser:
    Por que a FAB conseque verbas do GF para comprar aviões VIPs novos (zerinho de fábrica) e não para o resto?

  16. Vamos falar a verdade.

    O pessoal do blog, Poggio e os demais editores bateram na questão da longevidade dessas celulas, que são do modelo A… Muita gente argumentou que o B 52 voam e são muito velhos… a questão é como se fez a conservação dessas celulas nesses anos todos.

    A FAB deve ter visto isso.

    vamos ver.

  17. Fly Man em 14 jan, 2010 às 15:29

    Perfeito meu amigo! assino em baixo!

    Alguém aí falou que o “Barato sai caro”, mas os P3 não sairam barato! pois pegaram um caco velho e equiparam com TH, aviônica, Sensores…, equipamentos valiosíssimos! eu já considerava uma escolha errada sem os problemas que se apresentam, imagine agora! gastaram uma fortuna, novamente, como fizeram no AMX, e vão voar como restrições? claro, de quem já opera um AMX, capenga, sem radar, e acha bom, vou esperar o quê?!

    CORSARIO!

    E como fica? a FAB não tem nada a ver com uma escolha destas? a FAB não sabe o que se passa no “deserto”? a FAB toma nos dedos dos USA com restrições de componentes e TTs diversas, vai no deserto escolhe o que não podia, pois nada lá serve, os USA dão uma risadinha e tudo certo?! foi só erro? tá bom! quando é cagada do GF muitos caem de pau! e tá certo, eles merecem, mas nas cagadas da FAB ninguém fala!?
    OS P-3 foram voados até o talo! só isso já seria suficiente para abandonar esta patuscada! a quem interessou isso? a Indústria certamente! parece que a FAB é uma mera defensora das indústrias… só não importa da onde… coisa estranha não é…???
    Vai te nego se “aposentando” bem! ah vai!

  18. Francisco AMX em 14 jan, 2010 às 16:04

    Com esses problemas estruturais, se ele voar, vai ser mesmo com restrições. E pior, gastaram tanto dinheiro num projeto desses, que no final não vai cumprir totalmente com o que foi programado. Uma pena.

  19. Massa!… todos execrando a FAB por uma noticia que sabe-se lá tem algum fundamento. A FAB NÂO é ESSE ESCROTÍNIO QUE ANDAM PREGANDO POR AQUI ULTIMAMENTE!

    EM relação a Fumaça, NÂO Há Russo, Americano ou Inglês que seja melhor que agente (e não conclui isso através do Youtube!)!

    Qualquer Força Aérea tem problemas, mas como diz um amigo meu:
    “VOAMOS ATÉ FERRO-DE-PASSAR ROPA!”

    INté!

  20. Francisco AMX, não sei o que conheçe sobre a FAB, por isso não posso julga-lo… mas um coisa é certa: não a conhece o suficente!

    Sds!

    p.s desculpe amigo (se me permite chama-lo assim) a menção direta.

  21. Se for verdade, será um tanto lastimável o atraso.

    Mas amigos, muito provavelmente as células já foram adquiridas assim, ou seja, a FAB sabia o que estava comprando, e que teria que revisar tudo. Ninguém foi enganado.

    Achar que a FAB não sabe que um avião comprado do USA provavelmente vem esbagaçado é muita ingenuidade galera… Vcs acham que só porque a FAB não escolheu o Rafaleco só tem idiota lá?

    Pow, do jeito que vcs falam daqui a pouco aparece algum tonto dizendo que “us americanu fuderu coa gente”… 🙂

    Abs.

  22. Transformaram a FAB na Geni só porque não escolheu o Rafale… (e isso no relatório preliminar, provavelmente no final o Rafale vai estar top como o Presidente e o sr Jobin quer) impressionante….

    Calma povo

    []’s

  23. Antes de condenar a FAB, algo inclusive que não nos cabe, vamos aguardar mais informações.

    Entretanto, pelo que eu li em 2009, os Orions que estava apresentando problemas eram os da versão P-3C, por uso intenso em serviço e demora na sua substituição.

    Os Orions comprados pela FAB são do modelo P-3A, mais antigos porém menos usados, pois foram substituídos pelos atuais P-3C, com aviônicos mais modernos, que vem evoluindo até o Update III, salvo engano.

    Assim sendo, as células compradas pelo Brasil teriam um tempo de vida maior, pelo que acreditaram valer a pena trocar o recheio eletrônico por uma solução da EADS.

    Vamos aguardar…
    _________________________________

    Corsário,

    Os F-18 C/D estam um bagaço, pois voara todas as batalhas dos últimos 15 anos pela US Navy.
    Tanto é que vários F-18 A/B foram reformados pela US Navy e US Marines com aviônicos atuais para completar os esquadrões de linha de frente.

    Aparentemente após o fim da Guerra Fria as aeronaves de combate americanas tiveram que voar mais do que nunca…
    Imagine como estes pilotos devem estar ‘afiados’.

    Abç,
    Ivan.

  24. Interessante lembrar que o que fez a FAB escolher o P-3, em detrimento do P-99, foi o fato de o P-3 ter uma maior autonomia, ou seja, fica mais tempo sobre a área vigiada.
    Mais interessante ainda notar que, devido à diferença de velocidade entre os dois, a área rastreada pelo P-99 é ligeiramente maior (maior alcance em missão).

    Como na guerra ASW e ASUW moderna os sensores estão cada vez mais avançados, podemos operar a velocidades maiores, utilizando os mais possantes “olhos eletrônicos” da aeronave, ao invés dos lentos e limitados olhos humanos. (Vejam o desempenho do R-99 na busca aos destroços do Airbus no atlântico).

    Dependendo de como se escrevem os requisitos da concorrência (ou escolha), podemos prejudicar ou ajudar um concorrente em detrimento do outro. É tudo questão de saber o que se quer.

    Precisa-se, então, definir o que é mais importante para a missão, e isso só se consegue com uma doutrina já madura, coisa que estamos trabalhando para obter.

  25. A FAB deve esta gastando milhões para colocar essas sucatas de 40/50 anos para voa novamente, Lockheed L-188A Electra II ex-Varig P-3AM, os espanhóis deve esta rindo juntos com os americanos, cadê a capacidade da FAB de vistoriar as condições das aeronaves para compra pelo Brasil

  26. Berkut, o que falo, amigo, são impressões minhas, quase sempre deixo claro isso, as vezes me esqueço, mas os que me conhecem a mais tempo sabe que falo sempre no que eu acho, das impressões que tenho, eu já critico a FAB a mais de 10 anos! e criticaria mesmo se ela tivesse escolhido o Rafale, no que falo sobre estas escolhas estranhas e que não aprenderam, ou não querem aprender… caso do AMX, deste P-3… é o que eu penso! coneço alguns fabianos, um deles é meu amigo, esteve por muito tempo na FAB, é especialista em aeronaves…
    Mas entenda o seguinte, apesar de minhas críticas, eu não sou contra a FAB, pois ela é uma instituição importante, mas tem que haver, urgentemente uma revolução nos conceitos! a FAB não sabe muita coisa por falta de experiência, e não é culpa dela, mas ela não pode se colocar no pedestal da sabedoria e sair fazendo coisas arriscadas por aí…, a FAB e as outras forças. Não é pq eu condeno estes políticos que nós temos, que eu dou carta branca para “cagadas” de órgãos como as FAs, não mesmo, são seres humanos, e estão sujeitos aos mesmos olhos de todos e inclusive aos mesmos pecados tb! quem sabe?

    Sds!

  27. Eu sempre fui de opinião que avião se compra novo.
    Navio, couraçado, porta-aviões, tanque de guerra, fusca, opala, etc, pode até ser comprado usado; mas avião e helicóptero deveria ser novo.

  28. Boa Francisco, o que acontece na verdade, é que as vezes, digo AS VEZES, as críticas são de alguma forma, “extremas” (ou quase isso)… e sendo uma pessoa autêntica (pelo que li de seus comentários)acaba por influenciar negativamente a imagem de uma instituição que hoje sofre uma transformação, ainda que mais lentamente do que desejável, e acaba sendo injusta com a maior parte das pesssoas que realmente fazem sua parte dentro da FAB.

    Pilotos são pessoas que verdadeiramente amam o que fazem, e mantém um PROFUNDO RESPEITO por suas aeronaves, seja ela qual for,um Rafale ou um Aeroboero…

    No mais… mantenha-se autêntico assim!

    Sds!

  29. Mas que bom, agora os P3AM estão com problema estuturais. Quem será o corajoso que irá voar estas aeronaves em alto mar?
    A FAB foi ao AMARC e escolheu segundo matéria do Blog as unidades mais antigas, porém com menor número de horas de vôo. Os especialistas da FAB sabiam que desta necessidade desde o início do projeto.
    É esta capacidade da FAB que me deixa com mil tipos de medo quanto ao FX2.
    Quem será responsabilizado?
    Quem irá pagar a conta, ou a FAB criou mais um AMX, um avião que não terá sua capacidade operacional máxima…
    Por favor, e ainda têm gente desejando o Gripen NG para a FAB cometer estas barbeiragens.
    ABS

  30. Berkut em 14 jan, 2010 às 16:13

    Você pode conhecer a FAB melhor que nós, porém, o projeto ja tinha cheiro de fracasso.

    Antes mesmo, ainda na reforma/modernização, havia reclamações por parte dos técnicos que estavam trabalhando na estrutura da fuselagem de que a mesma estava comprometida, a ponto de em algumas partes, teve de ser substituída, como foi parte da asa (cuja mesma esta cheira de problemas estruturais).

    Ou seja, a FAB ja poderia no início ter cancelado, não o fez, ou por pressões de superiores a mando de “políticos” ou por causa da burocracia, afinal, depois do governo ou o próprio fundo da FAB ser usado para exatamente essa trabalho, poderia haver problemas com burocracia, alé do cancelamento imediato do programa de modernização, a FAB sairia machucada, e esperaria mais 500 anos na fila da esperança do governo, atras do E.B. e da M.B.

    OBS: Se você procurar o Blog Aéreo sobre essa aeronave, verá do que eu estou falando.

  31. Sabem o que é mais estranho nesse projeto do P3BR?

    É ue TODAS as unidades ficarão na Base Aérea de Salvador. Ou seja, só a costa do nordeste, e mesmo assim apenas parte dela, terá cobertura por elas.

    Quanto à fadiga, penso que a FAB comprou sabendo dela. Quem compra material usado, especialmente dos EUA, sabe que está levando equipamento que foi exaurido em uso. Os americanos tem um orçamento colossal de defesa, mas não são de rasgar notas de 100 doletas…

  32. Fly Man,

    é obvio dizer que existem pressões políticas, burocracia, etc, etc, apesar disso eu não tenho a menor dúvida de que este avião vai voar e voar bem a missão.

    Pode não ter sido a escolha ideal? sim, pode não ter sido… mas à epoca a Embraer tb não foi… digamos, a mais correta…pq não é ela que impõe diretrizes à força, ou mto menos fazer pressão pólitica, pois não é esse o ponto ruim? Devia ter efeito para Embraer tb!

    Sds!

  33. Não foi o R-99 da FAB que encontrou primeiro os destroços do avião da Air France?

    Isso dá bem a dimensão da diferença entre uma aeronave NOVA e uma sucata modernizada.

  34. se isso for verdade é uma vergonha, pegar um aviao velho no deserto e nao fazer uma inspeção criteriosa é uma piada.
    se não tem capacidade contrata uma empresa para inspecionar, se é uma empresa privada esse pessoal já tava na rua.
    depois fala gripen ng, vou de rafale com dobro preço, pelo menos voa e não tem rachadura.

  35. SIMPLESMENTE NÂO ACREDITO!
    Não como acreditar numa notícia dessas.
    Seria muita estupidez da FAB, escolher o avião que se encaixava no projeto, avaliar, inspecionar e comprar sem ter responsabilidade por isso.
    Quero crer que é só boato pra dar notícia.
    Caso isso seja verdade, Jobim terá o dever de dar nome aod “bois” e punir.
    Que isso sirva para parar de comprar quinquilharias, coisas velhas, refugo e lixo dos Estados Unidos.
    A nação deve exigir uma explicação do Ministério da Defesa e do Comando da Aeronautica.

  36. Engraçado mesmo é que as mesmas pessoas que desqualificam o Gripen,agora saem em defesa do P-99… ambos não são projetos?

    Eu não duvido da capacidade da Embraer de projetar, fabricar e integrar avionicos num excelente vetor, muito menos que a SAAB tb não o faça.

    Sds!

  37. “Fabio Mayer em 14 jan, 2010 às 18:09”

    Fabio,

    A BASV é a base que dará suporte às aeronaves e ao esquadrão. Isso não significa que aeronaves não poderão ser desdobradas para outras bases, quando necessário, cobrindo outras áreas de interesse em operações, emergências ou mesmo rotineiramente.

  38. Estava na cara que tinha algo errado com os P-3 da FAB. Ele está parecendo até cabeça de “bacalhau”, ninguém vê.Já se foram quase uma década do projeto e nada… Quando entrar em operação, já serão 10 anos perdidos para o Brasil, e 10 a menos de vida útil da aeronave, e o contribuinte terá que ( mais uma vez ) pagar essa conta maldita.

  39. Que situação, avião velho que acaba de ser reformado e vai para a linha de frente aguardando retofit…definitivamente decepcionante.
    Mas vamos aguardar se a informacao procede.

    [ ]

  40. Nunão,

    Bom saber isto.Acabei de ler a Força Aérea deste trimestre e não foi esta a impressão que ficou… mas se você falou, tá falado, acredito que errei na interpretação.

  41. Isso que dá ter tecnoburocratas na defesa como compram lixo voador com o dinheiro público para não voar, sabendo que tem uma empresa que poderia fabricar um avião….

  42. De qualquer modo, o problema não está exatamente na idade das células, mas sim no projeto.

    Se o Brasil adquirisse, digamos, 10 P3 NOVOS ao preço de US$ 1 bi, ele teriam vida útil de 40 anos, custo de US$ 25 milhões por ano. Já adquirindo esses vetores (muito) usados, estpa gastando algo em torno de 450 milhões de dólares para uso por (estima-se) 15 anos , custo de US$ 30 milhões por ano!!!

    Aeronaves novas custariam muito mais barato no final das contas, e teriam operação mais efetiva e igualmente mais barata. Há aeronaves de ASW no mercado, podem não ter história tão gloriosa quanto a do P3, mas há… simplesmente não consigo entender essa compra!

    É diferente adquirir F-5(s) usados para cobrir um gap, de adquirir aviões para constituir uma doutrina…

  43. Desde a escolha do P3 me perguntava porque não o P-99. Sempre me intrigou e ainda me intriga. O preço da reforma dos P3AM foi alto e pago para os espanhóis. Por que não à Embraer, uniformizando a frota em 99´s? (E-99, R-99, C-99 e complementando o P-99). Mesmo que os P3 estejam legais, que entrem em operação plena, ainda assim não entendi sua escolha. O P-99 junto com o P-95M me parecia (e ainda parece) a escolha mais inteligente.

  44. Paulo Sá em 14 jan, 2010 às 18:35

    “Que isso sirva para parar de comprar quinquilharias, coisas velhas, refugo e lixo dos Estados Unidos.”

    Amigo, porque mencionar necessariamente os Estados Unidos? Qual é a motivação de mencioná-los? É só deles que compramos material de guerra usado? Ou podemos comprar quinquilharias, coisas velhas, refugo e lixo de outros países, que não os EUA? Só deles é que não pode?

    Só vou te dar um exemplo de um refugo, uma verdadeira sucata-de-guerra, que nos foi em muitieramá empurrada goela abaixo, e que já custou pelo menos duas VIDAS de militares brasileiros: O CHEVETÃO FRANCÊS, aquele verdadeiro LIXO ENCALHADO!

    Sds.

  45. Tendo em vista a pouca seriedade do autor deste BLOG com a checagem das informações prefiro aguardar uma posição oficial da FAB. O AERO usa o verbo estar no futuro do pretérito, como “ESTARIAM” e adota uma fonte anônima. Como ela já publicou notícias de blogueiros FAKE, sinceramente prefiro aguardar…

  46. Berkut em 14 jan, 2010 às 18:41

    Diferente do Gripen, o P-99 é um jato integrado com sistemas avançados. O Gripen em sim, é sim um projeto, mas o Grinpen é uma versão melhorada do seu antecessor Jas-39.

    O R-99 pode ser construído de acordo com o numero de pedidos, já o Gripen, é necessário um número suficiente de pedidos para diminuir os custos.

    Então a diferença dos projetos P-99 e Gripen são essas. Comercialmente falando, o P-99 vale bem menos riscos. Além dos P-99 ficarem prontos bem mais rápido.

  47. Quando falei que eram sucatas, houve quem se ofendeu. Disseram que viriam de depósitos da Marinha Americana. Completo: depósitos de FERRO-VELHO.
    Viva o P-99!!!

  48. Coitada da FAB. Quando não tinha nada….agora que tem…

    O problema não é o tipo de plataforma, pois o P3 ainda é o mais indicado. Quem tem essa platafoma, gasta fortunas para revitaliza-las. Ainda é muito cedo para os operadores trocarem de plataforma. Sua manutenção é fácil e barata.

    O problema pode estar em algumas células escolhidas pela FAB, pois nem todas foram modernizadas.

    Humberto em 14 jan, 2010 às 14:59

    muito boa a sua resposta. A FAB sabe que estas células tem vida útil de 40%, provavelmente o tempo suficiente de duração dos sistemas.

    A FAB sabe que as características do P-99 são mais de patrulha do que guerra, inclusive não comporta armamento. EXISTE AQUI NO BLOG UMA TENDÊNCIA MUITO GRANDE DE PUXAR PARA O LADO DA EMBRAER. Se deixar ela empurra qualquer coisa para cima do contribuinte e todo mundo ainda acha que é verde e amarelo,

    O que a FAB queria (quer) é reativar este segmento na força. Além de operacional, pois foi comprado até armamento para eles, servirá principalmente para criar doutrina própria.

    Todos cometem erros, mas tenho a impressão que a FAB não errou na escolha. Vamos aprender muito e estas plataformas será um diferencial muito grande na AL.

    Esse problema é comum em todas as aeronaves. A algum tempo os Tucanos da EDA tiveram o mesmo problema. Normalmente os Hercules trocam as asas (ou partes) nas grandes revisões.

    Quanto ao atraso na entrega, realmente preocupa, mas naquela entrevista do brigadeiro, ele citou a tentativa de embargo de um componente, se não me engano o giroscópio, para o Brasil.

    Vamos ver, se for verdade ou boatos, a resposta da FAB.

    Seria BOM que fosse colocada a fonte, pois com tantos post’s com críticas ao governo e ou a FAB, fica ruim enteder as diretrizes dos editores.

  49. Nada de novo no front, pelo menos p/ quem acompanha mercado, aeronaves semelhantes dos EUA, Canadá e Noruega já passaram por isso.
    A LM inclusive tem fabricado novos conjuntos de asas, p/ essas aeronaves.

    “…tem dinheiro para avião de patrulha maritima melhor!”

    Tb acho, então seria o caso de se adquirir alguns P-8 Poseidon!!!

  50. Alguem poderia me informar a lista de torpedos e outros armamentos integrados ao P-99?

    Me parece que o Mexico o utiliza apenas como vigilancia maritima, principalmente contra embarcações que transportem drogas; diferente do P-3 que possue bomb bay e uma grande variedade torpedos e misseis integrados, que dão uma capacidade mais “ofensiva” ao mesmo.

    []s

  51. Felipe Cps em 14 jan, 2010 às 20:29

    EM RESPOSTA

    Felipe Boa Noite!
    Minha indignação é contra toda a compra velha que fazemos. Por exemplo, o sucatão do NAE São Paulo da França, que já consuniu fortunas, e quando se pensou em se precisar dele, crise Honduras, estava inoperante.
    O que falar dos Leopard A1-5 comprados agora da Alemanha. O Chique comprou o A2-5, muito mais recente e moderno, inclusive estão oferendo este pra a Argentina.
    A h=gora se houve falar que o Brasil esta querendo comprar da decada de 50 mos velhos TRUCKER acho que é assim que se chama pra operar no NAE São Paulo. Isso é brincadeira!!!!
    Onde esta a promessa do Jobim que o Brasil não compra nada usado?
    Sinceramente Felipe espero que Jobim faça uma investigação no caso destes P-3 e puna os culpados por esta palhaçada.
    Grande abraço
    Paulo Sá

  52. “…devido à diferença de velocidade entre os dois, a área rastreada pelo P-99 é ligeiramente maior (maior alcance em missão).”

    Um turbo-hélice consome geralmente 30% menos que um jato ou fan, em troca tem velocidade final menor.
    Para seu raciocínio estar certo, o P-99 deveria carregar o combustível do P-3 e sabemos que não é isso que acontece.

  53. “Não foi o R-99 da FAB que encontrou primeiro os destroços do avião da Air France?”

    Depois se verificou que o “destroço” em questão era uma mancha de óleo, mto provavelmente da limpeza de tanque de algum navio passando pela área.

  54. “O que falar dos Leopard A1-5 comprados agora da Alemanha. O Chique comprou o A2-5, muito mais recente e moderno…”

    O EB se decidiu pelo Leo IA-5 entre outros fatores, pelo fato de que este blindado cabe no gabarito ferroviário brasileiro, ao contrário do Leo II.
    O mesmo se aplica a maioria das pontes rodoviárias brasileiras e tb qnto ao terreno no quel se pensa em empregar esses blindados, pois exercem menor pressão no solo e não atolam tão frequentemente.

    “…o Brasil esta querendo comprar da decada de 50 mos velhos TRUCKER…”

    Bem aqui a interessada é a Embraer, a MB poderia mto bem ter adquirido o Merlin, tanto p/ AEW como p/ COD, ficando o REVO limitado ao sistema buddy-buddy; mesmo pq os 12 A-4 retrofitados continuam não sendo assim nenhuma “brastemp” em capacidade operativa.

  55. Calma turma não é o fim do mundo tem conserto, o avião é muito interessante para a FAB e para o Brasil se tiver 100% de sua capacidade.
    Mas também assim como os senhores gostaria é de vê um avião nacional nessa tarefa…

    sds

  56. Fuzila,

    O P-99 é apenas um avião de patrulha maritima. Ele não possue a capacidade que o P3 possui. É muito inferior. A Embraer tentou mostrar que o P-99 poderia fazer tudo o que o P3 fazia e numa reunião com a FAB, ela teve que “descer do palco” pois até Bom Bay no P-99 ela disse que teria, e hoje, ela sabe e todos sabemos que isso é impossível.

    Portanto, não compare P3 com P-99. Ok?

    Ivan e demais,

    Apesar de ser, em termos de desempenho, um step abaixo, o C-295 Persuader seria o caminho natural. Operamos o C-295 no Brasil, aonde já temos mais de 8 unidades e em termos logisticos, na minha opinião, seria o mais indicado.
    Porém, a possibilidade de se operar uma aeronave com autonomia/capacidade de carga maior, foi fator preponderante.

    O engraçado é que o Chile ( 8 UP-3A ex 7 USN, 1 Spain ) usuário desta aeronave, desistiu dela. Custos de manutenção altissímos, mesmo para eles que estão torrando dinheiro.

    Recentemente comprou o C-295 Persuader para substitui-los. Ora, então porque que a FAB vendo o exemplo ao lado, incluindo a Argentina que tem 1 ou no máximo 2 P3 voando, não partiu para uma aeronave nova como o C-295?

    Isso é que eu não entendo, ou, entendo mas finjo não entender.

    É sóda!!!!

  57. Paulo Sá em 14 jan, 2010 às 23:02:

    Entendi Paulo Sá. Só discordo quanto ao Leopard A1, que foi uma ótima aquisição pro EB, levando-se em conta que o Leopard A2 não pode operar a 100% no Brasil, por conta de seu peso.

    Sds.

  58. Corsário,

    Com a autonomia, o volume necessário para aviônicos necessários para ASW e ASuW, além do alçapão para torpedos e/ou mísseis iguais ao do P-3 Orion, só os Il-38, Nimrod e P-8 Poseidon. Vc sabe disso melhor do que eu.

    O Chile tem como críticas regiões mais próximas do litoral, como o Cabo Horn e sua fronteira norte com o Peru. Um Persuader pode resolver a questão.

    O Brasil tem todo o miolo do Atlântico Sul à sua frente.
    Seus possíveis TO são amplos e estiveram durante décadas desguarnecidos, pois os valentes Bandeirulhas são para patrulha costeira, vigilância de áreas de pesca ou atividades policiais (contrabando, narcotráfico e etc).

    O futuro será uma aeronave como o E-195 ou talvez uma versão do KC-390, mas não dá para P-99 ou Persuader, só se for medida paleativa ou melhor, para extender aos poucos nossas áreas de atuação.

    Enfim, a opção P-3 Orion parecia interessante, porém, SE FOR CONFIRMADA os problemas estruturais e se estes forem insolúveis ou caríssimos de resolver, terá sido um erro.
    Mas qual a alternativa que vc sugere?

    Abç,
    Ivan.

  59. O Corsário tem razão, não tem o que se comprarar um Orion e o P-99, são aviões distintos, no mais já li artigos que dizem que a patrulha maritima (e também ASW) é um processo demorado, vc fica voando horas e horas, sem contar o seu altissimo custo (já li muita briga sobre quem deveria faze-lo, a FAB ou a Marinha).
    Falando em custos, ele é o principal motivo de manter todos os Orion em Salvador, para manter um avião voando, vc precisa de infra estrutura em terra, pessoal de manutenção treinado, peças de reposião, treinamento da tripulação etc etc. Se vc dividir os aviões em várias bases, vc tem que obrigatoriamente replicar uma boa parte das necessidades em terra nas outras bases, além de um custo maior, vc PODE ter uma operacionalidade menor. Por que Salvador? Não sei, mas a FAB deve ter feito um bom estudo (de repente por estar mais ou menos no meio (entre AP e RS)), mas como foi escrito aqui, nada impete que o mesmo seja deslocado a outras bases.
    Quanto a aviões novos (creio que a FAB tinha que escolher entre aviões novos ou os equipamentos nele embarcados, não sei há grana para os dois ao mesmo tempo e por isto o Orion), alguém sabe se tirando o P-8A Poseidon existe um outro sendo fabricado ainda? Não acredito que os Orions ou mesmo o Atlantique ainda estejam sendo fabricados (é claro, posso estar enganado).
    Abraços

  60. Ivan, eu sugiro o que o Paquistão fez. Orion na cabeça, porém, como o que eles decidiram. nem falo dos sistemas, mas me refiro a célula.

    Outra coisa, segue abaixo um post de um militar da reserva muito influente:

    1)AS falhas estruturais nas asas apareceram a cerca de um mês(início de dezembro/2009) nas duas primeiras aeronaves, já em território espanhol. Falhas verficadas em inspeção pós-vôo e confirmadas por ultra-som estrutural aeronáutico. Não obtive resposta ao indagar o GRAU de gravidade das falhas.

    Confio plenamente nas fontes dele e o mais engraçado foi:

    “Mas uma série de indagações persiste.

    A mais óbvia: como segue o programa ?”

    Qdo. eu perguntei isso recebi um sonoro… “pára de encher o saco porra!!….”
    hahahahahahahahahaha

    Em suma, tem problema? Tem. de quem é a culpa? Não interessa. O que interessa agora é correr atrás do prejuízo o mais rapido possivel, para que possamos enfim ter um vetor funcionando.

    Não me parece que tenhamos um culpado, pois as asas estavam OK. Acontece. Já vi A4 da MB com rachaduras. Foram sanadas e ninguém babou. Portanto…..!

  61. Corsário,

    Se o propblema apareceu em dezembro (eu sou cético quanto a informações não confirmadas, mas vamos continuar), então a FAB não teria que rever a programação feita, que implica em equipar o Urungan ainda neste primeiro semestre de 2010?

    E isso não provocaria um informe oficial da FAB?

    Ou então, os problemas são muito pequenos, não necessitando alterar nada, coisa que se resolve com durepox…hehe

    E aí, estão se fazendo um cavalo de batalha à toa. Já estão até limitando o vôo do P-3 antes de se saber:

    a) se é verdade mesmo

    b) qual o GRAU do problema.

    Isso é informação meio sensacionalista, no meu modo de ver.

    O que vc acha?

    abração

  62. Pois é, Galante, acho que para confirmar essa informação só com uma nota oficial da FAB, caso contrário, fica muita especulação…até demais.

    E se não ocorrer nota alguma, tudo me leva a crer que esse boato é falso.

    Uma sugestão que eu vou lhe fazer: enquanto não existir confirmação, trate a matéria como boato, como um boato que precisa de confirmação para se entendido como verdadeiro. E deixe isso bem claro, e não apenas relativizado no título (como o “estariam”. Ou está, ou não está comproblema. Se a informação não foi confirmada ainda, decida por dois caminhos: esperar a confirmação para publicar, ou então deixar clart e bem claro que é um rumor, um boato. Nota do Blog: trata-se de um boato apenas, não tem confirmação oficial de nada ainda…algo assim, entende?).

    Uma outra sugestão: preservar a fonte é importante, mas indicá-la também é. Vc pode preservar o nome de suas fontes (não precisa revelar nomes), mas como todo jornbalista faz, indicar a origem da fonte é dar um mínimo de credibilidade ao que está sendo dito. Exemplo:

    um piloto do esquadrão Urungan da FAB comentou; um mecânico de P-3 da FAB disse; um tenente aviador do esquadrão tal disse ao Poder Aéreo…e assim vai.

    Quando se diz: “Fontes dizem”…isso não quer dizer nada (pode ser tanto o Saito quanto o pipoqueiro da esquina). Localizar a fonte (com patente, função, qual esquadrão etc.) é fundamental para analisarmos até a procedência do boato. Vc preserva o nome da fonte, mas se não indicar algo que avalize minimamente a informação, aí se transforma em algo mais que boato. Vira fofoca mesmo.

    abração

  63. Hornet, quem cala, consente. Você conhece a fonte? como pode desqualificá-la?

    Preferimos não revelar nada sobre as fontes, para preservá-las e vamos continuar adotando esse procedimento.

  64. Hornet, existem mil fontes. O Galante sabe muito bem em qual ele pode ou não confiar.
    Se uma fonte diz a ele que a ferrari do rubinho vai quebrar e ele confia na fonte, pode ter certeza de que o rubinho não chega ao fim da corrida.

    É uma questão de confiar em que depura as infos. Ou confia ou não confia.

    Se como ele disse, ” até o momento o CECOMSAER não se manifestou”, é porque até mesmo para eles(CECOMSAER), este tipo de info não chega. Precisa ser apurada depois de postagens como a do Blog, caso contrário, muita coisa passa e ninguém fica sabendo.

    Por exemplo: Vc soube do C-295 que teve problemas e se acidentou lá no Norte? Não vou citar o problema, as consequências, qual o aeroporto e nem a fonte, mas ficamos com menos 1 aeronave.

    Vc leu algo em algum lugar? Pois é meu amigo, “Coisas acontecem” e se o Galante ficar se tolhindo porque a noticia não é oficial, então é melhor fechar o Blog.

    Segundo entendi, o Blog é um lugar para se ventilar “coisas”.

    Ora, então vamos ventilar até que o vento ou se acabe ou se torne um furacão. hehehehehehehehehe

    Meus 2 cents, parodiando um amigo meu.

  65. Amigos,
    O P-3 é uma aeronave que tem uma vida estrutural amplamente conhecida, em todas as suas versões. Todos os pontos de possível falha estrutural por fadiga já foram identificados nas “fleet leaders” (aeronaves que consumiram maior porcentagem de sua vida útil) e nos ensaios no solo. Todas as aeronaves que seguem as fleet leaders verificam esses pontos de stress.
    A possibilidade de surgimento de novos pontos de fadiga só ocorre por uma alteração no modo de operação, na configuração ou por defeito na fabricação de uma aeronave específica.
    Se todos trabalharam direito até agora e surgiu um novo ponto de stress/fadiga/rachadura, isso deve ser resultado de um dos processos realizados na modernização e não uma consequência da “idade” da aeronave.
    É uma opinião.
    Bom fim de semana,

    Justin

    “Justin Case supports Rafale”

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