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A-29A Super Tucano_Flecha

O Peru receberá em breve do Brasil dois dos quatro aviões de combate Super Tucano A-29 que negocia para lutar contra a aliança do narcotráfico com a guerrilha do Sendero Luminoso, afirmou neste domingo o ministro da Defesa, Rafael Rey.

“Já iniciamos as conversações. Há uma disposição do governo brasileiro de nos ceder a prioridade de dois aviões“, afirmou o ministro citado pela agência estatal Andina.

Rey assinalou que tratou do tema esta semana com seu colega brasileiro Nelson Jobim via uma comunicação pessoal.

Os totais envolvidos na operação não foram detalhados. A Embraer teria feito uma oferta econômica de venda.

O Peru, que promove uma campanha contra o armamentismo na América do Sul, também negocia a compra de cinco tanques MBT 2000 da China.

Mas a autoridades peruanas negam que essas compras contradigam sua iniciativa contra o armamentismo e asseguram que se trata apenas de repor peças obsoletas.

FONTE/FOTO: AFP/Poder Aéreo

NOTA DO EDITOR: da forma como o assunto foi abordado, citando a urgência do país em receber as aeronaves e a conversa com o Minstro da Defesa Nelson Jobim, será que estes Super Tucanos viriam do inventário da FAB?

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FAB recebeu 2º VC-2

A Embraer entregou (18/12) o segundo jato EMBRAER 190 para o Governo Brasileiro. Assim como o primeiro exemplar do modelo, entregue em setembro deste ano, a segunda aeronave está configurada especialmente para cumprir missões da Presidência da República e será operada pelo Grupo de Transporte Especial (GTE) da Força Aérea Brasileira (FAB). O contrato entre a Embraer e o Comando da Aeronáutica (COMAER) para os dois jatos foi assinado em junho de 2008.

“É com grande satisfação que entregamos este segundo EMBRAER 190 ao Governo Brasileiro três meses após a entrega da primeira unidade do mesmo modelo da aeronave”, disse Orlando José Ferreira Neto, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Defesa.

“Este é mais um exemplo da sinergia entre FAB e Embraer: por um lado uma especificação muito bem elaborada pela FAB, e por outro uma equipe Embraer trabalhando com afinco para prover um avião moderno e com as funcionalidades, conforto e operacionalidade na medida exata requerida para a missões governamentais.”

O segundo EMBRAER 190 conta com os mesmos dispositivos do primeiro, tais como sistema especial de comunicações seguras e capacidade para transportar 54 pessoas, entre passageiros e tripulação, podendo alcançar qualquer ponto na América do Sul, sem escalas partindo de Brasília.

Para assegurar o suporte e a adequada disponibilidade dos dois EMBRAER 190, a FAB assinou com a Embraer um contrato de cinco anos de duração para adquirir o programa Embraer Soluções de Suporte para Governos (ESSG). Trata-se de um pacote de suporte
logístico que abrange serviços de manutenção, suporte de material, mão-de-obra especializada de engenharia em campo e administração de reparos e garantias.

FONTE: Embraer

NOTA DO BLOG: o programa de modernização do GTE via muito bem, obrigado. Já o F-X2…

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‘Sea Gripen’ para Brasil e Índia

Gripen Naval

Veja notícia completa sobre a versão embarcada do Gripen NG no Poder Naval, clicando aqui.

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TAM compra a Pantanal

Companhia pode adquirir aeronaves da Embraer

vinheta-clippingA TAM, maior companhia aérea do país, anunciou nesta segunda-feira a compra da Pantanal, marca que será mantida para uma unidade de aviação regional que poderá usar aviões da Embraer.

A Pantanal ficou em novembro com apenas 0,16 por cento do tráfego de passageiros no país. O maior interesse da TAM na empresa, segundo o presidente interino da companhia, Líbano Barroso, são os direitos de pousos e decolagens da Pantanal no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

A Pantanal possui 196 slots em Congonhas, dos quais 61 serão redistribuídos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diante de falta de regularidade nos voos.

A aquisição acontece em meio ao aumento da competição na aviação regional brasileira, com novas entrantes como a Azul.

A Pantanal está em processo de recuperação judicial e a TAM pagará 13 milhões de reais pela totalidade do capital da empresa. A transação ainda precisa de aprovação da Anac.

“Estamos incorporando uma nova linha de negócios para combinar a estratégia de termos uma companhia troncal da TAM com uma companhia como a Pantanal, que opera aviões de menos de 100 lugares”, afirmou Barroso à Reuters por telefone.

Segundo o presidente da TAM, a ideia é renovar a frota da Pantanal, atualmente com três aviões ATR42 de 45 passageiros.

“Talvez faça mais sentido olharmos para aviões ATR ou Embraer”, disse ele, acrescentando que uma decisão sobre o fornecedor sairá no ano que vem.

Conforme Barroso, a Pantanal explorará destinos de média densidade e será uma unidade do Grupo TAM. A Pantanal faturou cerca de 70 milhões de reais nos últimos 12 meses e tem 245 funcionários.

As ações da TAM subiam 2,24 por cento às 13h17, cotadas a 36,50 reais. No mesmo horário, o índice Ibovespa mostrava alta de 1,21 por cento.

Volta às origens

A compra da Pantanal e a estratégia de lançamento de uma unidade vem também depois que a TAM –que nasceu como uma empresa aérea de voos regionais– decidiu anos atrás se concentrar nos grandes centros do país, eliminando aviões Fokker 100 e padronizando a frota com aeronaves Airbus.

A TAM encerrou novembro com participação de quase 44 por cento do mercado nacional de aviação, ante 42,25 por cento da principal rival Gol. A Azul, que começou a operar há um ano, obteve fatia de 4,31 por cento no mês passado, e a WebJet de 4,56 por cento.

“Agora que temos essa consolidação de nossa posição (líder), vemos como estratégico e importante focarmos nos mercados de média densidade, que são mercados que crescem com mais velocidade que os grandes centros”, justificou Barroso.

De acordo com o presidente da TAM, a empresa vinha avaliando a compra da Pantanal há três anos. Apesar disso, ainda não possui um plano de tamanho de frota e prováveis destinos que serão inicialmente atendidos em adição às atuais rotas da empresa adquirida.

A Pantanal faz voos de São Paulo para Araçatuba, Bauru, Presidente Prudente, Marília, em São Paulo, e Juiz de Fora (MG) e Maringá (PR).

“Vamos buscar a partir desses destinos alcançar outros centros que não apenas São Paulo (…) Por exemplo, Campinas (SP) e outras cidades do Sul e do Norte do país”, afirmou Barroso. A Azul escolheu o aeroporto de Viracopos, em Campinas, como eixo central de seus voos.

Em comunicado, a presidente do Conselho de Administração da TAM, Maria Claudia Amaro, disse que o grupo tem expectativa de “crescer de forma bastante expressiva” com a Pantanal,. Ela citou a Copa do Mundo de 2014 no país e as Olimpíadas no Rio em 2016.

Segundo a TAM, a Pantanal passará a compartilhar serviços, tecnologia e manutenção, além de fazer parte do programa de fidelidade Multiplus da TAM. Também vai se beneficiar da integração com a malha da TAM Linhas Aéreas.

“Vamos ligar Bauru a Frankfurt, só para citar uma dessas possibilidades de ampliação da cobertura geográfica”, afirmou a presidente do Conselho da TAM no comunicado.

FONTE/FOTO: Reuters, via Abril.com/Pantanal

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AIM-9X

A Raytheon divulgou hoje que um caça F-15C da USAF disparou outro míssil AIM-9X Block II Sidewinder advanced, como parte dos testes de desenvolvimento da arma.

O míssil travou no alvo e passou dentro do alcance letal de um drone BQM-74, atingindo todos os objetivos do teste.

O teste ocorreu no dia 20 de novembro na área de testes da Base de Eglin da USAF, e foi a segunda vez que o míssil foi disparado com sucesso.

O AIM-9X Block II adiciona a capacidade LOAL (“lock-on-after-launch”) ao AIM-9X, com espoleta redesenhada e um data-link com a aeronave.

Já foram produzidos mais de 4.000 mísseis da versão Block I para os EUA e aliados.

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Saab recebe encomenda de sobressalentes para o Gripen…

Gripen - foto S Kalm - SAAB

A Saab informou no último dia 18 de dezembro que recebeu, por parte da FMV, a Administração Sueca de Material de Defesa, uma encomenda de peças sobressalentes para a frota de Gripen, no valor aproximado de 200 milhões de coroas suecas (aproximadamente 27,5 milhões de dólares ou 49 milhões de reais).

A encomenda inclui as chamadas  “line replacement units”, módulos intercambiáveis que permitem que defeitos possam ser reparados em oficinas, ao invés de ser necessário fazer esse trabalho na própria aeronave. Esses módulos são parte de um acordo de suprimento de sobressalentes que inclui a Tailândia, a Hungria e a República Tcheca.  

…e anuncia acordo de suporte para publicações técnicas com a Mitsubishi, referente ao futuro jato regional da empresa japonesa

MRJ - imagem site MRJ

Nesta terça-feira, 22 de dezembro, a Saab informou a assinatura, junto à  Mitsubishi Aircraft Corporation (MJET), de um acordo para soluções de suporte. A Saab deverá realizar trabalhos relativos a publicações técnicas, como suporte ao programa de jato regional da empresa japonesa (Mitsubishi Regional Jet – MRJ), no período de 2010-2015.

Segundo o informe, o acordo é considerado estrategicamente importante para a Saab, pois abriria caminho para futuras discussões entre as duas companhias, para que a empresa sueca possa suprir e aplicar para a MJET e o MRJ a sua experiência na área de soluções de apoio para aviões comerciais, obtida nos programas Saab 340 e 2000, assim como em diversos programas militares. Os valores do contrato, por exigência do cliente, não foram revelados. As discussões entre as duas empresas, referentes ao mercado de jatos regionais, foram iniciadas em 2003, segundo a Saab.

O MRJ é uma família de jatos regionais para 70 a 90 passageiros, e as publicações técnicas que são objeto do contrato serão referentes tanto ao modelo MRJ70 quanto ao MRJ90, num pacote de documentação para manutenção e apoio das aeronaves que inclui, por exemplo, manuais de manutenção e catálogos de sobressalentes. As publicações técnicas serão desenvolvidas no novo padrão S1000D 4.0.

Ainda segundo o informe, a MJET já anunciou encomendas de 25 aeronaves MRJ para a companhia japonesa All Nippon Airways, do Japão (15 firmes and 10 opções) e uma carta de intenções envolvendo outras 100 para a Trans States Holdings Inc., dos EUA (50 firmes and 50 opções). O primeiro voo do MRJ é esperado para o segundo trimestre de 2012, e a entrada em serviço para o primeiro trimestre de 2014.

FONTE e FOTO / IMAGEM: Saab  e MRJ

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‘MiG kills’

Compilação de filmes de “gun-camera” mostrando caças MiG-21 Fishbeds sendo abatidos por Mirage IIIC, pilotados por israelenses na Guerra dos Seis Dias, Guerra de Atrição,  Guerra do Yom Kippur e, no final, por pilotos americanos no Vietnã.

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‘Desafio Poder Aéreo’ 14 – resposta

desafio-14

Northrop P-3A

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Tricampeão brasileiro de voo acrobático, Adilson possui mais de 11 mil horas de voo no currículo como piloto comercial

Adilson Kindlemann, paulista radicado em Curitiba, será o primeiro piloto a representar o Brasil na história do Red Bull Air Race

O piloto acrobata Adilson Kindlemann, de 36 anos, representará as cores do Brasil na temporada 2010 do Red Bull Air Race, o Mundial de Corrida Aérea. Será a primeira vez na história do certame que um brasileiro se junta à elite da categoria, formada por 15 pilotos.

Kindlemann e o tcheco Martin Sonka (31) foram os dois escolhidos na edição 2009 da classificatória que leva ao Mundial, conhecida como Red Bull Air Race Camp, que aconteceu em outubro na cidade espanhola de Casarrubios. Os dois foram considerados os mais bem preparados entre os participantes desse ano e ganharam o direito de competir na temporada do Red Bull Air Race do ano que vem.

A confirmação é a realização de um sonho para Kindlemann, piloto comercial com mais de 11 mil horas de voo no currículo e considerado o melhor piloto acrobático do Brasil. Adilson, que é natural de Registro (SP), mas vive desde a infância em Curitiba, diz que a vaga no Red Bull Air Race era uma obsessão desde que assistiu à única etapa do certame realizada no país até hoje, no Rio de Janeiro, em 2007.

“Esse é o ano mais importante da minha carreira”, admite Kindlemann, tricampeão brasileiro de voo acrobático entre 2001 e 2003. “Conseguir a Superlicença do Red Bull Air Race é resultado de muita dedicação. Trabalhei passo-a-passo, sempre focando nos pequenos detalhes para conseguir atingir grandes resultados”.

Adílson terá agora poucos meses para montar uma equipe em condições de disputar a temporada 2010, marcada para começar em março, em Abu Dhabi.

“Meu objetivo para o ano que vem é ganhar experiência e evoluir o avião para, quem sabe, buscar resultados fortes em 2011”, continua.

Kindlemann e Chonka substituirão em 2010 o americano Mike Mangold e o sul-africano Glen Dell – ambos decidiram se aposentar ao fim da temporada 2009. A nova dupla enfrentará ano que vem estrelas do Red Bull Air Race como Paul Bonhomme, Hannes Arch, Kirby Chambliss e Peter Besenyei.

Existem boas chances, ainda, que Adílson corra “em casa” em 2010: o Rio de Janeiro é uma das cidades cotadas para voltar a receber o Air Race, que anunciará seu calendário oficial para a temporada do ano que vem em breve.

SOBRE O RED BULL AIR RACE:
Criado em 2003, o Red Bull Air Race é o único campeonato mundial de corrida de aviões reconhecido pela FAI, a Federação Aeronáutica Internacional. O certame já visitou mais de 15 países desde a sua criação, incluindo o Brasil – em 2007, a segunda etapa da temporada aconteceu no Rio de Janeiro, diante de um público de 1 milhão de pessoas na praia de Botafogo.

Quinze pilotos disputam a temporada, voando em etapas como Abu Dhabi, Londres, Barcelona e San Diego. Os pilotos voam contra o relógio em um circuito especialmente montado com “Air Gates”, pilões infláveis que demarcam o traçado. Em 2009, o inglês Paul Bonhomme sagrou-se campeão mundial pela primeira vez.

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Sobre a superação de expectativas do F-22 no Oriente Médio

F-22 Raptor no Oriente Médio - foto USAF

Agora é a vez da USAF falar, mas em seu canal oficial. Se bem que pouco é revelado sobre o primeiro exercício do Raptor na região, além da bela foto acima, tirada em uma missão de treinamento em 9 de dezembro.

Nesta segunda-feira, dia 21 de dezembro, a USAF informou que foi completado o primeiro emprego do F-22 no Oriente Médio, realizado em meados deste mês de dezembro. Os caças de quinta geração e suas tripulações estiveram na região como parte de um exercício multinacional, onde pilotos de várias nações treinaram juntos uma luta aérea de grande escala.

Para os 150 militares e os seis Raptors deslocados da Base Aérea de Langley, este foi o primeiro desdobramento para área de responsabilidade da “U.S. Air Forces Central”. Segundo o Tenente Coronel (Lt. Col.) Lance Pilch, comandante do 27º Esquadrão de Caça Expedicionário, “nós não sabíamos como o jato iria desempenhar ou reagir, dadas as diferenças de temperatura, assim como a poeira, a areia e o vento. Mas pudemos voar mais surtidas do que as originariamente programadas, o que de fato fez o F-22 superar expectativas.” Antes desse exercício, os F-22 foram deslocados para a Base Aérea de Kadena, no Japão, e a Base Aérea de Andersen, em Guam, para exercícios no Pacífico.

Para o Major Daniel Bunts, membro da Guarda Aérea Nacional da Virgínia e que voa o F-22 no 27º Esquadrão, o desdobramento “foi histórico porque trata-se de um novo sistema de armas e, apesar de já termos mostrado que poderíamos nos deslocar para outros lugares, ainda não tínhamos provado que poderíamos operar aqui”.

Além dos norte-americanos, participaram do exercício tripulações de voo da França, Jordânia, Paquistão e Inglaterrra. Embora os Raptors não estivessem participando diretamente do exercício, voaram lado a lado com tripulações das nações participantes, em surtidas de treinamento. Ainda segundo o Major Bunts, “agora que fizemos algum treinamento juntos, eles têm uma melhor compreensão do que podemos fazer com esse jato. Assim, se um dia precisarmos operar em conjunto, eles saberão o que esperar de nós como seus alas. Mas também é importante para nós darmos uma olhada nos sistemas de armas de nossos parceiros. Fizemos grandes amigos lá.”

O Coronel Pich complementa que a construção de parcerias é de longe o principal objetivo de exercícios como esse. Mas agora que o F-22 provou ser capaz neste ambiente, o pessoal espera retornar para participar de mais exercícios e também para prover poder aéreo na região: “O F-22 tem tantas capacidades, desde o domínio do ar para prover a consciência situacional até o lançamento de bombas no alvo, que, quando chegar a hora de vir aqui e dar apoio às tropas em terra, já sabemos que o Raptor está pronto.”

FONTE / FOTO: USAF (os destaques em negrito são do Blog)

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Typhoon no HUD do Rafale

A notícia dada pelo Blog francês Secret Défense de que o Rafale teria brilhado nos exercícios do ATLC (Air Tactical Leadership Course), realizado nos Emirados Árabes, repercutiu com força em fóruns da internet.

Os exercícios, realizados entre 15 de novembro e 9 de dezembro, colocaram lado-a-lado F-16 C/D Block 60 e Mirage 2000-9 (UAE), F-16 MLU (Jordânia), F-7 ( versão modernizada no MiG-21 (Paquistão), Typhoon (Reino Unido) e F-16 CJ e F-22 (EUA), com AWACS e aviões-tanque.

O ATLC, que seria “o Red Flag dos Emirados”, incluiu raides com 40 aeronaves, em missões simulando um conflito de alta intensidade. As aeronaves tiveram que enfrentar oposição aérea e de superfície.

Segundo as informações passadas por um piloto francês, no combate aéreo, o sensor frontal (OSF) de rastreio por infravermelho do Rafale se destacou, conseguindo visualizar alvos a 30/40km de distância. Na parte de guerra eletrônica, o Rafale detectou ameaças superfície-ar que os F-16CJ americanos não conseguiram.

Os Rafale também simularam seis ataques ar-superfície contra alvos a distâncias de 20 a 40km e dispararam 6 mísseis ar-ar Mica, todos num minuto, confirmando a versatilidade da aeronave.

Em combate aéreo, os Rafale ganharam de goleada dos Typhoons da RAF, atingindo scores de 4 a 0 e 3 a 1, em combates 4 x 4 (esquadrilha contra esquadrilha).

E pasmem, os Rafale também teriam arranhado a reputação do F-22 Raptor, o mais avançado caça do mundo, que teria ganhado apenas uma vez do Rafale no dogfight.

Em resumo, o desempenho do Rafale no ATLC teria sido o seguinte:

  • Rafale versus Typhoon: 7 x 1 para o Rafale, com armamento ar-ar degradado;
  • Rafale versus F-22: Combate aéreo a curta distância, em alcance visual. Rafale no HUD do F-22 só uma vez;
  • Rafale em missões SEAD detectaram sites de SAM que os F-16CJ não detectaram;
  • O OSF do Rafale funcionou bem contra alvos a 20 milhas.
  • Demonstração de capacidade “omnirole” com disparos de 6 Sagem AASM contra 6 alvos diferentes e engajamento simultâneo de alvos aéreos com 4 mísseis BVR MICA. Nesta missão, o assento traseiro do Rafale era ocupado com um piloto dos Emirados.

O desempenho do Rafale ainda precisa ser confirmado por quem estava do outro lado, mas de qualquer forma foi uma demonstração importante do avião, no momento em que se definem as negociações com os Emirados.

Para o F-X2, a notícia também é boa para a França e para o Governo Brasileiro, que tem o Rafale como preferido.

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Primeiros Typhoons ‘caças-bombardeiros’ entregues à Luftwaffe

Typhoon do Boelcke - foto Eurofighter

A Eurofighter informou que, no último dia 16 de dezembro, a ala de caças-bombardeiros (Jagdbombergeschwader) 31 “Boelcke” da Força Aérea Alemã (Luftwaffe) recebeu seus primeiros quatro caças-bombardeiros Eurofighter Typhoon.

O JaboG 31 “Boelcke” é a primeira unidade da Luftwaffe a empregar o Typhoon na função ar-terra. Atualmente, as aeronaves da ala estão realizando operações em cooperação com a ala de treinamento de caça 73 “Steinhoff”, e espera-se que estejam totalmente operacionais com as bombas guiadas a laser GBU-48 e com o pod designador laser por volta de 2012.

A cerimônia de recebimento dos Typhoons, que substituirão aeronaves Tornado, foi realizada na base da ala, em Nörvenich, na Westphalia (Norte do Reno). A ala de caças-bombardeiros 31 “Boelcke” é a terceira unidade da Força Aérea Alemã a ser equipada com o Typhoon. As outras duas são a já citada 73 “Steinhoff”, baseada em Laage-Rostock, ao norte da Alemanha (primeiras aeronaves recebidas em maio de 2004) e a ala de caça 74 em Neuburg–Donau, sul do país (que recebeu as suas a partir de Julho de 2006).

FONTE / FOTO: Eurofighter

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O custo do ‘adiantamento’

infográfico Isto é

Demora do governo em definir qual caça equipará a Força Aérea atrasa planos de defesa do País e ameaça credibilidade da negociação com os três finalistas

Claudio Dantas Siqueira e Octávio Costa

A concorrência para a compra de 36 jatos de combate pela FAB, estimada em R$ 10 bilhões, parece uma novela sem fim. No capítulo mais recente, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, anunciou novo adiamento na escolha dos caças, desta vez para janeiro de 2010. Não informou os motivos e o comando da FAB mantém-se em silêncio para não quebrar a hierarquia. O custo dessa indefinição é enorme, pois afeta não só a credibilidade da negociação como atrasa os planos de defesa do País, que vê seu espaço aéreo vulnerável.

“Não dá para ficar nessa ladainha. Seja pelo critério político, seja pelo técnico, é preciso resolver logo”, afirma o coronel reformado Geraldo Cavagnari, do Núcleo de Estudos Estratégicos da Unicamp. Ele explica que, uma vez decidida a compra, correrão mais seis meses até a assinatura do contrato. Para o analista de segurança internacional Gunther Rudzit, é necessário evitar que se repita o insucesso do programa F-X, adiado no último ano do governo FHC e, finalmente, cancelado em 2003.

O Brasil precisa com urgência de uma geração de caças de combate para garantir a segurança dos céus e de suas riquezas no mar territorial. ISTOÉ obteve detalhes sigilosos das ofertas dos finalistas: o francês Rafale, da Dassault, o americano F-18 Super Hornet, da Boeing, e o sueco Gripen NG, da Saab.

O relatório da FAB mostra os pontos positivos e negativos de cada avião usando um código de cores (azul, amarelo e vermelho), em vez de notas. Dos três, o jato francês apresenta o pacote tecnológico mais abrangente e o sueco aparece, à primeira vista, como o de melhor preço. Seu valor unitário, sem o pacote de armamentos e os custos de manutenção, é de US$ 50 milhões. Seria um bom negócio, não fosse o Gripen NG apenas um projeto em desenvolvimento. Isso torna impossível calcular seu custo real e garantir o cumprimento dos prazos de entrega. Apesar da expectativa de desenvolvimento conjunto com a Embraer, a cúpula da Defesa sabe que escolher o Gripen NG seria como assinar um cheque em branco. A FAB marcou esse item em vermelho. “Não dá para comprar o que está na prancheta”, adverte Cavagnari. De fato, os registros históricos do setor aéreo no mundo atestam a precariedade de estimativas sobre um avião ainda não operacional. O F-18 Super Hornet, por exemplo, apresentou variação média de 100% entre o valor previsto inicialmente pelos fabricantes e seu custo final do projeto, que chegou a US$ 9,5 bilhões.

Apesar disso, o caça americano é oferecido hoje a um preço estável de US$ 55 milhões. No caso do Rafale, até ficar plenamente operacional, foram necessários 7,5 bilhões de euros (US$ 10,9 bilhões), uma diferença de 50% em relação à estimativa inicial. Seu preço unitário sem armamentos e suporte era de 94 milhões de euros (US$ 136 milhões) quando começou a ser vendido, mas baixou depois para 54 milhões de euros (US$ 78 milhões). Esse é o valor oferecido ao Brasil na última proposta e o mesmo praticado pela Dassault com o governo francês.

Além da questão do preço, levantada pelo presidente Lula durante a visita do colega francês Nicolas Sarkozy a Brasília em setembro, está em jogo o prazo. Segundo Cavagnari, o setor de defesa está num processo de desmonte avançado, que começou em 1995. “Temos carências imediatas de poder aéreo que precisam ser solucionadas”, explica. E aí surge outro problema. A FAB quer receber os primeiros aviões em 2014. Quem garante entregar o pedido em tempo hábil?

A Dassault está com a linha de produção do Rafale aquecida por novas encomendas do governo francês, o que dá segurança ao cumprimento dos prazos. A Boeing tem tradição de pontualidade nas vendas do F-18. Já a Saab deve levar oito anos para tornar seu caça operacional. Por exemplo: o radar que vai equipar o Gripen começou a ser desenvolvido só este ano.

“Para se ter uma ideia, a Saab desenvolve o radar Caesar para o caça Typhoon há cinco anos e a previsão para ficar pronto é 2016. Agora dizem que podem desenvolver um radar similar, o Raven, para equipar o Gripen NG, até 2011. Acho bastante improvável”, afirma o especialista Pedro Paulo Rezende. Outro ponto importante na análise da FAB é o custo da hora-voo. Um avião que consome demais torna-se inviável a longo prazo. A hora-voo do F-18 está em US$ 11 mil, enquanto a do Rafale é de US$ 14 mil. Já a do Gripen, segundo a Saab, seria de US$ 4 mil.

Mas a Comissão Técnica do FX- 2 (Copac), a partir de cálculos baseados em dados de manutenção extrapolados do Gripen C/D (versão anterior ao NG), encontrou um valor bem diferente: US$ 8 mil. Da mesma forma, a Noruega e a Holanda, ao avaliarem o caça sueco, chegaram ao valor de US$ 10 mil. A divergência de informações levou a FAB a marcar esse item do Gripen em amarelo, de atenção. O F-18 ganhou azul nesse quesito, mas avermelhou no item “assinatura-radar”, que significa o rastreamento pelos radares inimigos. O Rafale, segundo dados oficiais, é o caça mais “invisível” dentre os concorrentes.

Em recente exercício simulado com a Marinha americana, os jatos franceses “derrubaram” seis caças F-18 e perderam só duas aeronaves. Os pilotos americanos disseram que só conseguiam ver o Rafale no radar quando já era tarde demais para reagir. Agora, quem precisa agir rápido é o governo brasileiro.

FONTE / INFOGRÁFICO: ISTOÉ

NOTA DO PODER AÉREO: a pedidos, publicamos aqui a matéria referida por vários leitores no final de semana, pois acreditamos que ainda há itens que podem ser discutidos sobre a mesma. Uma possibilidade de discussão é porque o Rafale, no texto, é o único concorrente sobre o qual não se faz alusão ao recebimento de qualquer “cor negativa”, dentre os códigos coloridos citados (mesmo quando o texto mostra itens em que a aeronave não está em vantagem em relação aos demais).

Outra questão é que, apesar da matéria dizer que o Ministro da Defesa não revelou motivos para adiar a decisão, estes foram revelados em nota do próprio Ministério referente à audiência na Câmara de 9 de dezembro: o adiamento seria devido à “proximidade do fim do ano” (clique aqui para ver a matéria com a nota).

Colocamos aspas no título (originariamente sem) por não entendermos o uso da palavra adiantamento enquanto o texto se refere a adiamento.  Quanto ao   infográfico, achamos por bem avisar  aos leitores que, na posição reservada ao Rafale, a ISTO É colocou a imagem de um Gripen e que, ao invés de um Super Hornet, a imagem mostrada é de um Hornet. Preservamos também parte da digitação truncada original.

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‘Desafio Poder Aéreo’ 14

desafio-14

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Se você for voar o B-25 (parte 4)….

Lançando torpedos

manualB25-p76-77

manualB25-p78-79

Clique na imagem para ampliar

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