
A Raytheon adaptou o míssil AIM-9X, versão mais moderna do Sidewinder, para atacar alvos terrestres e até sobre a superfície do mar.
Não foram fornecidos detalhes das modificações, mas seriam mudanças principalmente relacionadas ao software do míssil.
Durante um teste realizado no Golfo do México no dia 23 de setembro último, um F-15C da USAF lançou um AIM-9X contra um alvo na superfície do mar que simulava um pequeno barco, como os utilizados em transporte de drogas. O míssil foi direto ao alvo. Antes deste teste, um F-16 já havia realizado uma ação semelhante.
A nova capacidade do Sidewinder abre novos horizontes para caças dedicados à interceptação aérea ou configurados para superioridade aérea. Empregando o mesmo armamento a aeronave pode alterar sua missão sem a necessidade de retornar para a base e substituir o armamento ou solicitar o apoio de outras aeronaves.
Com informações do site Flightglobal
SAIBA MAIS:
O segundo avião de transporte VC-2 da FAB já está realizando testes em voo. Batizado com o nome “Augusto Severo”, o futuro FAB 2591 voa com matrícula civil.
A entrega do mesmo deve acontecer antes do final do ano. O primeiro VC-2, batizado como “Bartolomeu de Gusmão” (FAB 2590), foi entregue em setembro passado.
O VC-2 substituirão os antigos VC-96 (Boeing 737-200) operados pelo GTE (Grupo de Transporte Especial) e conhecidos informalmente na FAB como “breguinha”.
Na foto acima aparece o primeiro dos VC-2.
LEIA TAMBÉM
… e foi no Brasil
Hoje [2 de dezembro] está completando 50 anos do primeiro sequestro aéreo da humanidade, que aconteceu no município de Aragarças (GO), na divisa com Barra do Garças, no Vale do Araguaia. Um grupo de cinco oficiais da Aeronáutica articulou o sequestro de um avião comercial com 40 passageiros para auxiliar no que ficou conhecido como “Revolta Veloso”, um movimento de insubordinação comandado pelo major Haroldo Coimbra Veloso, que montou base no aeroporto de Aragarças.
A intenção era montar uma resistência ao governo do presidente Juscelino Kubitschek, conforme conta o livro do historiador Claudemiro Souza Luz que foi lançado em novembro para comemorar essa data histórica.
“Eu considero esse fato um dos mais importantes de Aragarças”, destaca ele. O sequestro começou às oito e meia da manhã do dia 2 de dezembro de 1959, quando o major Eder Teixeira Pinto rendeu os pilotos e sequestrou o avião quadrimotor Constellation, da empresa Paner [sic] do Brasil, que fazia rota do Rio de Janeiro para Belém (PA). O avião foi desviado até o aeroporto de Aragarças, onde o comandante da rebelião, major Veloso, aguardava com mais quatro oficiais da Aeronáutica e com dois aviões C-47 da FAB que estavam sendo utilizados no movimento.
A comunicação era lenta naquela época, mas logo o governo foi informado do levante e o ministro da Guerra na época, Henrique Teixeira Lott, determinou a invasão do aeroporto para prender os militares revoltosos. Segundo Claudemiro, isso aconteceu logo no terceiro dia do sequestro. Um grupo de pára-quedistas do Exército chegou de surpresa no aeroporto e bombardeou um dos aviões, e assim os revoltosos tiveram que se entregar.
Major Veloso e outros oficiais foram presos e depois anistiados pelo governo federal, com Veloso se mudando para o estado do Pará, onde se elegeu deputado federal e faleceu aos 49 anos. “Eu acredito que a revolta fracassou porque houve pouca adesão dos militares na época, provavelmente porque ficaram com medo da reação do governo”, explica o escritor.
O tema tornou-se indispensável na história do Araguaia e foi lembrado recentemente na minissérie da TV Globo “JK”, que contava a história de Kubitschek. Escritores como Valdon Varjão, Murilo Melo Filho, Mário Miguez e Zélia Diniz já escreveram sobre esse assunto.
Claudemiro lembra que tinha 19 anos naquela época e como qualquer outro morador da cidade passou a maior parte do tempo rodeando o aeroporto para acompanhar, mesmo que à distância, tudo que acontecia no aeroporto.
Claudemiro explica que o avião sequestrado era o maior visto na região e quando desceu na pista estreita de Aragarças todo mundo ficou assustado. Os passageiros foram retirados e conduzidos ao Grande Hotel, construído para a Fundação Brasil Central, enquanto os militares esperavam mais reforços de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo que acabaram não vindo e frustrando a tentativa de golpe.
O escritor aragarcense insiste nesta tese porque nas eleições de 46 e 50 a cúpula da Aeronáutica perdeu as eleições para o brigadeiro Eduardo Gomes e de certa forma não se conformava porque o Exército já tinha tido um presidente.
FONTE. Olhar Direto
NOTA: A foto acima é do Constellation que está preservado no Museu Asas de um Sonho da TAM. Ele foi restaurado com as cores da Panair.
Ação foi resultado do segundo acidente ocorrido com a aeronave este ano
A Força Aérea da Índia cancelou temporariamente todos os voos com caças Sukhoi Su-30MKi por precaução até que sejam determinadas as causas do acidentes envolvendo um caça deste modelo.
Em abril passado, após a queda do primeiro Su-30MKi, a frota também foi mantida no chão por 30 dias. Segundo informações divulgadas pela imprensa indiana, a causa foi uma falha técnica.
Atualmente existem perto de cem Su-30MKi no inventário e planeja possuir uma frota de 230 aparelhos até 2015. Neste ano a Índia já perdeu 13 aeronaves em acidentes, sendo sete caças.
O programa mais importante da USAF está atrasado e pode colocar em risco toda a logística dos EUA
Este KC-10, construído em 1982, aparece aqui exposto em Oshkosh com um padrão de pintura largamente utilizado no começo da sua carreira. O KC-10 é mais novo, pode transportar mais combustível e transferir mais rápido que o KC-135. Mas representa somente 11% da frota atual. Um novo “KC” tornou-se assunto crítico para a USAF (FOTO: Poder Aéreo/G. Poggio)
A Força Aérea dos EUA (USAF) está em busca de um novo avião que possa substituir a atual frota de aeronaves reabastecedoras. Até aí não há nenhuma novidade. Esta informação comumente aparece nos noticiários especializados sobre o assunto.
O problema é que a escolha está se arrastando por muito tempo e os atuais “KCs” da USAF não vão aguentar mais. A maior parte da frota de aeronaves de reabastecimento aéreo da USAF é formada pelo modelo Boeing KC-135, além de um número menor de KC-10. Somando as aeronaves em uso corrente na USAF, mais as da Guarda Aérea Nacional e da Reserva existem cerca de 530 KC-135 e perto de 60 KC-10.
Leia a continuação deste texto, exclusivo para assinantes do Poder Aéreo.
O programa mais importante da USAF está atrasado e pode colocar em risco toda a logística dos EUA
Este KC-10, construído em 1982, aparece aqui exposto em Oshkosh com um padrão de pintura largamente utilizado no começo da sua carreira. O KC-10 é mais novo, pode transportar mais combustível e transferir mais rápido que o KC-135. Mas representa somente 11% da frota atual. Um novo “KC” tornou-se assunto crítico para a USAF (FOTO: Poder Aéreo/G. Poggio)
A Força Aérea dos EUA (USAF) está em busca de um novo avião que possa substituir a atual frota de aeronaves reabastecedoras. Até aí, não há nenhuma novidade. Esta informação comumente aparece nos noticiários especializados sobre o assunto.
O problema é que a escolha está se arrastando por muito tempo e os atuais “KCs” da USAF não vão aguentar mais. A maior parte da frota de aeronaves de reabastecimento aéreo da USAF é formada pelo modelo Boeing KC-135, além de um número menor de KC-10. Somando as aeronaves em uso corrente na USAF, mais as da Guarda Aérea Nacional e da Reserva existem cerca de 530 KC-135 e perto de 60 KC-10.
Um KC-135 pertencente à taxiando na Base Aérea de Peterson (Colorado) em abril de 1988. Já se passaram mais de vinte anos e os Stratotanker continuam sendo a principal força de reabastecimento da USAF (FOTO: Poder Aéreo/G. Poggio)
Os KC-10 foram entregues entre 1979 e 1987 e podem aguardar um pouco mais. A grande preocupação está exatamente com a frota de KC-135 que, além de ser mais numerosa, é mais antiga. A USAF recebeu o seu último KC-135 em 1965 (!).
Tudo o que podia ser feito para esticar a vida operacional do KC-135 da USAF já foi feito. Qualquer nova modernização destes aviões traria custos enormes para ganhos muito pequenos. Alguns dos KC-135, já cinquentenários, terão que ficar no solo em breve para a segurança das tripulações e das operações. E quando os reabastecedores não voam, a USAF também não voa, a não ser para defesa do próprio território (“Homeland Air Defense”).
Quando a frota de aeronaves reabastecedoras para, a aviação de combate também para. O que seria dos B-52, B-1B e B-2 sem reabastecimento aéreo? Como a USAF poderia fazer para deslocar rapidamente vários esquadrões de caças F-15 e F-16 para outro continente, como ocorreu na Guerra do Golfo de 1991?
Um B-1B aproximando-se para o pouso. Ao fundo, nas montanhas, o sistema de defesa do espaço aéreo norte-americano NORAD. Sem os “KCs” a frota de bombardeiros estratégicos perde grande poder (FOTO: Poder Aéreo/G. Poggio)
E não é só isso. A frota de reabastecedores também realiza muitas missões de transporte estratégico ou fornece combustível para que estas missões de transporte estratégico alcancem pontos mais distantes no globo. Como um C-5 Galaxy poderá chegar até o Iraque, de forma rápida, sem o reabastecimento aéreo?
A concorrência atual
Pode-se dizer que a concorrência do KC-X virou um verdadeiro embróglio, coisa típica de país do quarto mundo… A briga é de cachorro grande e envolve muito dinheiro. São 179 aviões a um custo estimado em 35 bilhões de dólares.
No final, a concorrência se resume ao KC-767 Advanced (uma variante do 767-200) da Boeing contra o KC-30B (derivado do Airbus A330-200) da Airbus, em associação com a Northrop Grumman.
Um pouco de lobby e política não faz mal a ninguém. Mesmo porque estes movimentos até garantem a existência das verbas para a conclusão dos programas. Mas este caso parece ter ido além do admissível, colocando em risco todo o processo da concorrência. E, mais do que isso, arriscam-se os interesses estratégicos dos próprios EUA, uma vez que os velhos KC-135 não aguentam mais.
Depois de ter cancelado o programa em duas oportunidades, a USAF recentemente relançou uma versão provisória do que seria o novo RFP (request for proposals). Novamente surgiram questionamentos. Desta vez é o consórcio Airbus/Northrop Grumman que acusa favorecimento ao concorrente. O embróglio da disputa pode ter atingido seu ápice no último dia 1º de dezembro, quando a Northrop Grumman informou o Pentágono de que estava se retirando da competição.
Em carta encaminhada ao Sr. Ashton Carter, o chefe de aquisições para o Pentágono, o CEO da Northrop Grumman, Wes Bush, informou que o DoD (Departamento de Defesa dos EUA) apresenta uma “nítida preferência” por uma aeronave menor e mais simples, com limitada capacidade multifuncional. Além disso, foram apontados encargos financeiros para a companhia “que nós simplesmente não podemos aceitar”, completou Bush.
Os problemas da concorrência KC-X devem esticar a vida dos atuais KC-10 até o limite, fazendo com que os mesmos voem além do programado (FOTO: Poder Aéreo/G. Poggio)
Com a saída da Northrop Grumman, apoiada pela Airbus, sobrou somente a Boeing. Será que a companhia de Seattle já levou essa concorrência bilionária?
NOTA: comentários podem ser feitos no post em aberto com o título “Um novo “KC” pelo amor de Deus!”
A Boeing, depois de receber o sinal verde para produzir 44 aeronaves nos anos fiscais de 2011 e 2012, espera receber uma nova encomenta de 26 a 30 EA-18G. Caso isto se confirme, o total de Growlers poderia ultrapassar 100 aeronaves.
Veja mais detalhes sobre este fato no site do Poder Naval.
Atual diretor do DCTA pode ser o próximo comandante da Aeronáutica
A estrutura de comando do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) será alterada a partir do próximo ano, com o desmembramento das atividades estratégicas e operacionais. O departamento voltará a se dedicar ao gerenciamento das grandes linhas de ação nas áreas de ciência e tecnologia da Força Aérea Brasileira (FAB), e a parte operacional ficará com o CTA, com sede em São José dos Campos.
O DCTA será, provavelmente, transferido novamente para Brasília, mas de acordo com o diretor atual do departamento, brigadeiro Cleonilson Nicácio, a questão ainda não foi definida.
Em 2006, houve uma fusão entre o antigo Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da Aeronáutica (Deped), sediado em Brasília, e o CTA, que passou a se chamar Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial. Com as mudanças previstas para o ano que vem, a denominação antiga do CTA, Centro Técnico Aeroespacial , será retomada e o órgão voltará a ser comandado por um general três estrelas.
Há quatro meses no cargo, o brigadeiro Nicácio deverá assumir a chefia do Estado Maior da Aeronáutica (Emaer) em abril do próximo ano. Atualmente, Nicácio é o oficial general mais antigo da Aeronáutica na ativa e um dos nomes mais cotados para ser o novo comandante da Aeronáutica em 2011, possibilidade que ele prefere não comentar
“A única certeza que tenho hoje é que no dia 31 de março de 2011 estarei indo para a reserva. A escolha do novo comandante é política e nem sempre se baseia no critério da antiguidade“, afirmou o brigadeiro.
De acordo com as diretrizes definidas pela Estratégia Nacional de Defesa (END) para o setor espacial, o DCTA elegeu três grandes prioridades em termos de projetos: o desenvolvimento de mísseis, veículos aéreos não tripulados (Vants) e foguetes lançadores de satélites (VLS).
“São projetos que apresentam uma sinergia com as outras Forças Armadas, que, juntas, poderão somar esforços e recursos, tanto humanos quanto de equipamentos e de laboratórios, para acelerar o desenvolvimento das suas pesquisas”, avalia o diretor-geral do DCTA.
Nicácio cita como exemplo o fato de as três forças precisarem do programa de mísseis. “A Marinha precisa dos mísseis para autodefesa de navios e para os aviões de ataque. e o Exército, para seus mísseis antitanque.” (VS)
FONTE: Valor Econômico, via Notimp
NOTA DO BLOG: O Brigadeiro Nicácio foi presidente da Infraero antes de assumir o DCTA. Sua administração foi marcada pela tentativa de moralisar aquela estatal, inchada por nomeações políticas e indícios de supostos desvios de recursos.
CURRÍCULO DO BRIGADEIRO NICÁCIO
DATA DE PRAÇA: 20 de março de 1965
DECLARAÇÃO DE ASPIRANTE: 18 de dezembro de 1970
PROMOÇÕES:
| POSTO | DATA | POSTO | DATA |
| ASPIRANTE |
18 DEZ 1970 |
TENENTE-CORONEL |
25 DEZ 1986 |
| 2º TENENTE |
01 AGO 1971 |
CORONEL |
31 AGO 1993 |
| 1º TENENTE |
31 AGO 1973 |
BRIGADEIRO-DO-AR |
25 NOV 1999 |
| CAPITÃO |
23 DEZ 1975 |
MAJOR-BRIGADEIRO-DO-AR |
31 JUL 2003 |
| MAJOR |
25 DEZ 1979 |
TENENTE-BRIGADEIRO-DO-AR |
31 MAR 2007 |
CURSOS ACADÊMICOS:
Curso de Formação de Oficiais Aviadores;
Curso de Aperfeiçoamento de Oficias da Aeronáutica;
Curso de Estado-Maior / Curso Superior de Comando;
Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia da Escola Superior de Guerra;
Bacharel em Administração – Centro de Ensino Unificado de Brasília;
Curso de Análise Organizacional – Fundação Getúlio Vargas – Brasília;
Curso de Planejamento e Administração de Recursos Humanos – Associação de Ensino Unificado do Distrito Federal; e
Curso de Especialização em Informática – CTIS Informática – Brasília.
CURSOS OPERACIONAIS:
Curso de Piloto de Bombardeio;
Curso de Piloto de Transporte;
Curso de Piloto de Helicóptero; e
Curso de Piloto de Ligação e Observação.
PRINCIPAIS CARGOS:
Oficial de Segurança de Vôo;
Oficial de Pessoal de Unidade Aérea;
Oficial de Operações de Unidade Aérea;
Oficial de Segurança de Vôo de Unidade Aérea;
Oficial de Treinamento de Unidade Aérea;
Comandante do Esquadrão de Pessoal da Base Aérea do Recife;
Ajudante-de-Ordens do Ministro Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas;
Chefe da Divisão de Planejamento do Centro de Informações da Aeronáutica;
Oficial da Secretaria da Comissão de Promoções de Oficiais da Aeronáutica;
Comandante do Grupo de Transporte Especial;
Oficial do Estado-Maior do Comando-Geral do Pessoal;
Comandante da Base Aérea de Brasília;
Adido Aeronáutico junto a Embaixada do Brasil na França e Acreditado junto ao Reino da Bélgica;
Chefe da Seção de Planejamento Estratégico do Estado-Maior da Aeronáutica.
Chefe da 5ª e 6ª Subchefias do Estado-Maior da Aeronáutica;
Comandante do VII COMAR;
Diretor do Departamento de Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa.
Chefe do Estado-Maior de Defesa
Diretor de Operações da Infraero
EXPERIÊNCIA DE VÔO:
Possui mais de 5.200 horas de vôo.
AERONAVES VOADAS:
L- 6
T- 21
T- 22
T- 37C
T – 6 TEXAN
T- 25 UNIVERSAL
T- 27 TUCANO
L- 42
B-26
C- 47 DOUGLAS
C- 95 BANDEIRANTE
C- 98 CARAVAN
VC- 90 VISCOUNT
VU- 93 (HS-125)
VC- 96 (BOEING 737)
VU- 35A LEARJET
H-13
VH- 4 JET RANGER
UH-1H
VH- 55 ESQUILO
CONDECORAÇÕES:
Medalha Militar de Ouro com passador de Platina;
Ordem do Mérito Aeronáutico – Grã-Cruz;
Ordem do Mérito Naval – Grande-Oficial;
Ordem do Mérito Militar – Comendador;
Ordem do Mérito da Defesa – Grã-Cruz;
Ordem do Mérito Judiciário Militar – Alta Distinção;
Ordem do Mérito Rio Branco – Oficial;
Medalha Mérito Santos-Dumont;
Medalha do Pacificador;
Medalha Mérito Tamandaré;
Medalha Alferes Joaquim José da Silva Xavier; Policia Militar do Distrito Federal;
Ordem do Mérito Policial Civil do Distrito Federal;
Medalha Imperador D. Pedro II – Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal;
Medalha Tiradentes – Polícia Militar do Amazonas;
Medalha Marechal Zenóbio da Costa;
Medalha da Ordem do Mérito da República Italiana – Comendador;
Ordem Nacional do Mérito da República Francesa – Oficial;
Medalha da Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha;
Medalha Mérito Militar de Portugal – 3ª Classe;
Medalha Francisco José de Caldas – Oficial – República da Venezuela;
Título de Cidadão Benemérito de Envira – AM;
Título de Cidadão do Amazonas.
Medalha da Vitória- MD

Antes de mais nada esta afirmação não é 100% verdadeira como veremos a seguir. O F-104G enfrentou diversos problemas nos primeiros sete anos de sua carreira na Luftwaffe, mas os outros 20 foram tranquilos.
A Alemanha escolhe o F-104
A Alemanha Ocidental optou por uma versão modernizada do Lockheed F-104 Starfighter para equipar sua Força Aérea em 1958. O Starfighter substituiu os modelos F-84 Thunderjet e F-86 Sabre (aqueles que a FAB tanto queria).
Antes de optar pelo Starfighter a Alemanha também avaliou o Dassault Mirage III, o Sud Trident III, o Northrop N-156F, o Grumman F11F-1F, o Republic F105, o Convair F-102 e F-106, British Sauders-Roe SR.177 e o English Electric P-1B. Mas acabou optanto por uma versão bastante modificada do interceptador Mach 2 da USAF.
Ocorre que quando o mesmo entrou em operação no ano de 1964, sucessivos acidentes começaram a ocorrer. As taxas eram alarmantes. Até o fim de 1964 um total de 35 aviões haviam sido perdidos. Outros 25 foram perdidos no ano seguinte e até o final de 1966 a conta já somava quase 70 perdas. Mas o pior de tudo é que em mais da metade dos casos o piloto perdeu a vida.
O caso foi a público e os jornais mais sensacionalistas começaram a apelidar a aeronave de “caixão voador” e “fabricante de viúvas”. Mas por que o F-104G caía tanto?
Comparativos
Analisando a taxa de perdas somente no ano de 1965 temos uma relação de 87.7 acidentes para cada 100.000 horas de voo. Este número era o dobro dos valores encontrados para outros usuários europeus do mesmo avião. A compraração fica mais gritante quando estes mesmos números são colocados ao lado da taxa de atrito da USAF (32.6 acidentes para cada 100.000 horas de voo), que voava aeronaves semelhantes, porém mais simples.
Mesmo assim, o F-104 não era exatamente uma aeronave para principiantes e, comparado com taxas de atrito de outros aviões de sua época (F-4 Phantom II-18,3; F-106 Delta Dart-15,6; F-111-9,6) ele era uma aeronave que merecia cuidados especiais.
As investigações mais criteriosas começaram em 1966, perante uma pressão popular crescente e jornais ávidos por notícias ruins. O primeiro relatório do general Werner Panitzki, entregue ao Comitê de Defesa do Bundestag, apontou a necessidade de uma série de melhoras nas condições de treinamentos do pessoal técnico.
Naquela época os pilotos alemães tornavam-se pilotos de Starfighter com apenas 300 horas de voo em outros aviões a jato. Na Holanda e no Canadá, por exemplo, isto só ocorria após o piloto atingir 500 horas de voo em outros jatos.
Deve-se somar a isso o fato dos pilotos alemães terem sido treinados na Base Aérea de Luke, localizada no árido estado do Arizona, onde reinava Sol e céu azul. Já na Alemanha …
Um dia típico sobre o árido Arizona, onde os pilotos alemães aprendiam a voar o F-104. O clima na Europa era muito mais desfavorável, exigindo muito dos novos pilotos. Todos os F-104G estacionados na Base Aérea de Luke pertenciam à Alemanha, mas voavam com as cores da USAF (FOTO: US DoD)
Era preciso mais
As razões apontadas no relatório do general Panitzki não agradaram a opinião pública, que questionava a Luftwaffe por utilizar uma aeronave não totalmente desenvolvida e adquirirda em grande quantidade. A pressão forçou a passagem do general para a reserva.
Estudos mais detalhados mostraram posteriormente que os acidentes aconteciam tanto em função de erros humanos como de falhas de equipamentos (para todos os efeitos são os “humanos” que projetam e fabricam os equipamentos).
Além da melhora no treinamento e na experiência dos pilotos, a Luftwaffe teve que modificar alguns “procedimentos de solo”, onde as equipes manutenção também não tinham a experiência necessária.
Toda a sofisticação tecnológica que permitiu ao F-104G tornar-se um caça de emprego multiplo também cobrou seu preço. O sistema de navegação inercial LN-3 da Litton não era, exatamente, o equipamento mais adequado ao clima alemão. Por falta de infraestrutura, muitas aeronaves ficavam estacionadas fora dos hangares e sofriam muito com o rigor do inverno naquele país. Avaliações de pré-voo, feitas após uma noite muito fria, demonstraram que muitos sistemas eletrônicos (incluindo o INS) simplesmente não funcionavam.
Mas a culpa não era só do equipamento. A média de 15 horas de voo de F-104 por mês por piloto na Alemanha era considerada baixa e não permitia que o mesmo adquirisse experiência e confiança na aeronave e nos equipamentos. Isto refletiu-se no emprego do INS LN-3. Os relatórios da Luftwaffe demonstraram que existia uma taxa de desvio de 2,7 milhas náuticas a cada hora de voo. Para os pilotos norte-americanos esta taxa era de apenas 1,5 milha náutica.

O motores J79 (uma versão modificada do mesmo motor empregado nos jatos Phantom II) também receberam parte da culpa. Seu funcionamento errático foi causa determinante em vários acidentes.
Um ponto interessante desta questão toda foi a insistência da Lockheed por assentos ejetáveis de fabricação própria. A Luftwaffe sempre preferiu os assentos britânicos Martin-Baker. Não era apenas uma questão de preferência, mas sim de confiabilidade. Quando a Alemanha substituiu (‘retrofit’) os assentos originais dos F-84 e dos F-86 pelo modelo britânico, ela pôde comprovar a qualidade deste último. Mas a Lockheed recusou-os e o C-2 (fabricado pela própria Lockheed) entrou como parte do contrato inicial.
Os assentos da Martim-Baker, quando comparados ao C-2, respondiam de forma mais rápida, e isto era fundamental no caso do F-104G. Como a aeronave original havia sido extensivamente modificada, recebendo peso extra, a razão de descida aumentou muito e em caso de falha no motor em baixas altitudes tornava-se vital uma ejeção rápida. A substituição dos C-2 pelos GQ-7(A) só ocorreu a partir de 1967, e acabou por melhorar a espectativa de sobrevivência do piloto. A Itáila seguiu a mesma linha da Alemanha.
A volta ao normal
As mudanças foram implantadas gradualmente e os resultados positivos foram colhidos com o passar do tempo. A taxas de atrito foram diminuindo até chegarem a 11,7 em 1969. A Alemanha pagou um alto preço pelo aprendizado. No entanto, os outro usuários de F-104 beneficiaram-se das duras lições alemãs.

Independendemente disso, o estrago perante o público já havia sido feito. Os mesmos periódicos que massacravam o avião, não chegaram a publicar com o mesmo alarde a redução da taxa de atrito em 1980, que chegou a 10, a mais baixa de todos os usuários do F-104 na OTAN. Estes números mantiveram-se baixos pela maior parte da história operacional do F-104 na Alemanha.
O último dos Starfighter alemães voou em outubro de 1987, depois do modelo completar 27 anos em atividade. Dos 770 aviões recebidos pela Luftwaffe, 178 foram perdidos em acidentes. Nunca mais a reputação do avião foi recuperada.
NOTA DO EDITOR: foram utilizadas diversas publicações para reunir os dados mostrados acima.
Comentários poderão ser feitos diretamente no post em aberto com o título “Fabricante de viúvas?”
LEIA TAMBÉM:

Antes de mais nada esta afirmação não é 100% verdadeira como veremos a seguir. O F-104G enfrentou diversos problemas nos primeiros sete anos de sua carreira na Luftwaffe, mas os outros 20 foram tranquilos.
A Alemanha escolhe o F-104
A Alemanha Ocidental optou por uma versão modernizada do Lockheed F-104 Starfighter para equipar sua Força Aérea em 1958. O Starfighter substituiu os modelos F-84 Thunderjet e F-86 Sabre (aqueles que a FAB tanto queria).
Antes de optar pelo Starfighter a Alemanha também avaliou o Dassault Mirage III, o Sud Trident III, o Northrop N-156F, o Grumman F11F-1F, o Republic F105, o Convair F-102 e F-106, British Sauders-Roe SR.177 e o English Electric P-1B. Mas acabou optanto por uma versão bastante modificada do interceptador Mach 2 da USAF.
Ocorre que quando o mesmo entrou em operação no ano de 1964, sucessivos acidentes começaram a ocorrer. As taxas eram alarmantes. Até o fim de 1964 um total de 35 aviões haviam sido perdidos. Outros 25 foram perdidos no ano seguinte e até o final de 1966 a conta já somava quase 70 perdas. Mas o pior de tudo é que em mais da metade dos casos o piloto perdeu a vida.
O caso foi a público e os jornais mais sensacionalistas começaram a apelidar a aeronave de “caixão voador” e “fabricante de viúvas”. Mas por que o F-104G caía tanto?
Comparativos
Analisando a taxa de perdas somente no ano de 1965 temos uma relação de 87.7 acidentes para cada 100.000 horas de voo. Este número era o dobro dos valores encontrados para outros usuários europeus do mesmo avião. A comparação fica mais gritante quando estes mesmos números são colocados ao lado da taxa de atrito da USAF (32.6 acidentes para cada 100.000 horas de voo), que voava aeronaves semelhantes, porém mais simples.
Leia a continuação deste interessante texto que trata de uma das passagens mais controversas da história do caça F-104 Starfighter.
A Lockheed Martin deu início à produção em baixa escala do Electro-Optical Targeting System (EOTS) para o F-35 Lightning II. As primeiras unidades foram entregues à Lockheed Martin Aeronautics em Fort Worth, Texas, para instalação na aeronave.
Integrado à fuselagem do F-35, o EOTS é o primeiro e único sensor do mundo que combina visor frontal infravermelho, com busca e rastreamento. No vídeo abaixo, a capacidade de rastreamento do sensor é demonstrada.
O Eurofighter Typhoon número “200″, produzido pelos quatro empresas parceiras do consórcio europeu, foi entregue pela EADS Deutschland à Luftwaffe alemã, no dia 24 de novembro, em cerimônia realizada em Manching, perto de Munique, Alemanha.
Esta marca faz com que o Typhoon Eurofighter seja a única aeronave de nova geração multi-função a atingir o impressionante número de 200 exemplares em serviço.
Os “Tufões” – produzidos pela EADS Deutschland, CASA EADS, BAE Systems e Alenia Aeronautica – agora estão em serviço em 12 unidades de seis forças aéreas, substituindo 11 tipos de aeronaves.
Até a data, a frota de Eurofighter voou mais de 70.000 horas no total, com disponibilidade operacional acima da média.
O Eurofighter Typhoon foi escolhido pelo Reino Unido, Alemanha, Itália, Espanha, Reino da Arábia Saudita e Força Aérea Austríaca, que têm um total de 707 aviões encomendados.
Recentemente, quatro aviões Typhoon da Royal Air Force fizeram um voo recorde de 18 horas para as ilhas Malvinas, no Atlântico Sul, para assumir a Quick Reaction Alert (QRA) no lugar dos Tornado F3.
Em funções operacionais semelhantes, a Luftwaffe esteve em missões de patrulha aérea da OTAN nos Estados Bálticos, a Força Aérea Italiana realiza patrulha aérea sobre a Albânia e a Força Aérea Austríaca – que recebeu todos os 15 aviões encomendados – proveu a segurança no espaço aéreo durante um evento de Ministros da Defesa da OTAN na Eslováquia.
Este ano, um total de seis alunos do curso de Engenharia Aeronáutica estão tendo oportunidade de estagiar nas empresas do grupo EADS na Europa
Os estudantes do último ano do curso de Engenharia Aeronáutica da Universidade de São Paulo (USP-São Carlos), Stefano Cerchiari e Reynaldo Oioli Neto, ambos de 22 anos, embarcam no próximo domingo (07/12) para a França. Eles iniciam na segunda-feira, estágio de cinco meses nas instalações da Eurocopter, a maior fornecedora de helicópteros do mundo, associada no Brasil pela Helicópteros do Brasil – Helibras.
O estágio é resultado de parceria entre a USP-São Carlos e a EADS – European Aeronautic Defense and Space Company, que controla a Eurocopter. Quatro estudantes da mesma universidade, também do último ano, já estão atuando na Airbus, outra empresa do grupo, com atividades na França e na Alemanha.
Na manhã de ontem (02/12), os novos estagiários foram recebidos por diretores da Helibras e da EADS. Eles visitaram as instalações da Helibras em São Paulo, no Campo de Marte, onde funciona uma oficina de manutenção, e receberam material informativo a respeito do projeto em que estarão envolvidos, de construção de 50 modelos EC725 para as Forças Armadas Brasileiras.
O convênio que visa oferecer estágios a alunos de Engenharia Aeronáutica da USP/São Carlos nas empresas da EADS será mantido em 2010, quando mais alunos poderão ter a oportunidade de estagiar em uma das unidades do grupo na Europa.
Os estagiários foram selecionados devido ao interesse pela área, empenho tanto nas aulas quanto nas atividades extracurriculares e nível de inglês. “Acredito que a experiência no exterior vai facilitar a entrada no mercado de trabalho”, comentou Cerchiari, que será destacado para a linha de produção do EC725. Oioli, por sua vez, acredita que a participação nos eventos da faculdade e o interesse pelo que acontece de novo no setor foram essenciais para obter o estágio.
Para o presidente da Helibras, Eduardo Marson, este intercâmbio de conhecimento vem ao encontro do compromisso que as empresas assumiram de transferência de tecnologia entre França e Brasil na produção dos EC725. A meta é atingir até 50% de nacionalização até o final da construção das aeronaves. Com isso, a Helibras poderá fornecer o EC725 para o mercado mundial.
“É como sonho”, comemora o coordenador do curso da USP, o PhD em aerodinâmica Fernando Martini Catalano, ao comentar sobre a importância deste tipo de parceria para a faculdade. Ele ressaltou que está satisfeito com os primeiros resultados do intercâmbio. “Constatamos que o aluno brasileiro tem qualidade, porque eles estão atuando em setores estratégicos e não só nos burocráticos”. Na opinião de Catalano, o estudante com uma experiência no exterior obtém um diferencial que vem atender justamente uma necessidade de profissionais com uma visão globalizada do mercado.
FONTE: Assessoria de Imprensa da USP

O jato executivo Phenom 300, fabricado pela Embraer, recebeu hoje o Certificado de Homologação de Tipo (CHT) da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
O certificado permite que o novo jato possa voar no Brasil. O documento garante também que o modelo seja validado por outras autoridades aeronáuticas estrangeiras, informou a Anac em nota.
A entrega do certificado aconteceu na sede da Embraer, em São José dos Campos (SP), pela diretora-presidente da Anac, Solange Paiva Vieira.
O processo de certificação segue as recomendações da Organização Internacional de Aviação Civil (Oaci) e, após concluído, comprova que a Anac verificou as condições da aeronave para operar com segurança.
Depois de 38 meses de trabalho de engenheiros, pilotos, inspetores e pessoal de suporte, o Phenom 300 cumpriu todos os requisitos de aeronavegabilidade exigidos pelas normas brasileiras e internacionais de aviação civil, acrescenta a Agência.
A Federal Aviation Administration (FAA), órgão regulador da aviação civil nos Estados Unidos, deverá concluir a etapa de validação do certificado do jato da Embraer para aquele país nas próximas semanas, baseado no CHT concedido no Brasil. A validação pelo órgão regulador europeu (Easa) está prevista para 2010. As duas certificações permitirão a exportação e operação do Phenom 300 nos Estados Unidos e Europa.
FONTE/FOTO: G1/Embraer
A Justiça argentina realizou uma operação de busca e apreensão na sede da estatal Aerolíneas Argentinas, suspeita de superfaturamento na compra de 20 aviões da Embraer.
A medida foi ordenada pelo juiz federal Sergio Torres, que investiga se a empresa argentina ou a Secretaria de Transporte do país cometeram fraude ou outros crimes durante a aquisição.
Porta-vozes da companhia aérea confirmaram ao jornal La Nación que uma delegação de quatro funcionários da Justiça estiveram na sede da companhia na tarde de ontem.
As fontes contaram que entregaram todos os documentos requeridos, além de terem reafirmado que a empresa não cometeu nenhuma irregularidade porque o valor da compra era o adequado.
A investigação teve início a partir de uma denúncia sobre o suposto superfaturamento que citava, entre outros nomes, o de Manuel Vázquez, assessor do então secretário de Transporte, Ricardo Jaime.
De acordo com a denúncia, o preço individual de mercado das aeronaves E190AR compradas pela Aerolíneas seria de US$ 30 milhões. A estatal argentina, porém, teria pagado US$ 35 milhões por cada uma.
A empresa justificou a diferença nos valores comentando que os aviões possuíam artigos “opcionais”, como peças de reposição, instrução e equipamentos extras.
Segundo informou o La Nación, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) — que financiaria o negócio — negou os valores divulgados pelo governo argentino para a compra. De acordo com o órgão brasileiro de fomento, ainda não existe um contrato de financiamento para a venda das aeronaves e os preços da operação estão em negociação.
A aquisição foi confirmada em julho, durante um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a mandatária argentina, Cristina Kirchner. Como o acordo foi firmado diretamente pelos dois governos, não houve licitação pública. Por isso, as autoridades argentinas justificam o sobrepreço como um eventual “preço político”.
De acordo com a mesma publicação, o juiz Sergio Torres pedirá a revisão de todo o material recolhido e a análise de seus aspectos econômicos e financeiros.
O objetivo é avaliar se o superfaturamento está incluído em uma política estratégica da Argentina de preferir realizar suas compras a partir de empresas pertencentes a países-membros do Mercosul.
FONTE: O Reporter
LEIA TAMBÉM:




















Comentários recentes