Adeus H-50, bem-vindo AH-2!

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    Esquadrão Poti despede-se do H-50 após 55 mil horas de voo

    O Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAV) reuniu-se no dia 14 de dezembro 09 para prestar sua homenagem ao H-50 “Esquilo” que realizou seu voo de despedida nesta Unidade. A cerimônia contou com a presença do Major-Brigadeiro Louis Jackson Josuá Costa, Comandante do II COMAR, do Coronel Gilvan Chaves Coelho, Chefe do Estado-Maior da II FAE, dentre outras autoridades.

    A tropa formada pelo efetivo do 2º/8º GAV e pelos Esquadrões sediados na Base Aérea do Recife presenciou o último voo do FAB 8760 realizado por uma tripulação do Esquadrão Poti. Em 22 anos de serviço, totalizando aproximadamente 55 mil horas de voo o Esquilo foi o principal vetor do desenvolvimento doutrinário das missões de Ataque, Escolta, Patrulha Aérea de Combate e Interceptação na aviação de asas rotativas.

    Ao despedir-se do H-50, os guerreiros Potis já se preparam para dar as boas vindas ao AH-2 “Sabre”, o helicóptero de ataque recém adquirido pela FAB que irá voar pelos céus da Amazônia.

    FONTE / FOTO: 2º/8º GAV

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    Francisco AMX
    Francisco AMX
    10 anos atrás

    Espero que não doem, para os vizinhos, estes esquilos… tem muita Polícia Militar precisando…

    Luan
    Luan
    10 anos atrás

    Esquilo usado?

    Que virem panela rss

    Ficariam melhor em algum museu.

    Mas…sei não se o Poti vai sentir tanta falta assim dos esquilos rs

    abraçõs

    Bronco
    Bronco
    10 anos atrás

    O “problema” dos esquilos é um caso a ser pensado. Com a desativação dos esquilos que servem a este esquadrão e, no futuro, com desativação dos esquilos que servem ao EB para a entrada em serviço do MI-35M, serão pelo menos 15 esquilos do tipo Fennec desativados. Solução? Empregá-los na formação de pilotos de helis de combate para as 3 forças, preenchendo uma lacuna há muito existente entre a formação básica e o padrão operacional nos esquadrões. Com a chegada de um heli puro decombate, blindados, especialmente se dotado de armas anti-tanque e ar-ar, precisarão de uma doutrina específica de… Read more »

    Manoel
    Manoel
    10 anos atrás

    O EB e a MB continuam sem unidades de asas rotativas no Nordeste.
    o EB deveria ocupar o espaço do “Poti” e depois de C.Grande criar uma unidade lá,para apoio as suas unidades.
    o EB poderá receber 4 M-35…isso foi dito numa palestra no CAV EX..portanto, os Fennec deverão continuar durante bom tempo sendo os principais vetores de Rec e Ataque no EB,apesar de suas limitações.

    Camazano
    Camazano
    10 anos atrás

    Esclareço aos amigos que os Esquilos do Poti reforçarão a frota de Esquilos do Esquadrão Gavião (1º/11º GAV), sediado em Natal – RN e não serão desativados em curto prazo, pois ainda encontram-se no meio de suas vidas úteis.

    Cominato
    10 anos atrás

    Gostaria de destacar, em complemento aos comentários, que o Esquilo, muitas vezes incompreendido e subestimado por muitos, constitui-se num excelente helicóptero! Permitiu que se desenvolvesse doutrina e que se realizasse o treinamento em absolutamente todas as missões cumpridas pelos helicópteros da FAB. Sua performance e seus equipamentos, em especial o armamento, guincho de resgate, maca, gancho para cargas externas, cabine ampla para a sua categoria, razoável suíte de aviônicos, possibilidade de voo com NVG, além da manutenção simples, colocam o Esquilo em um patamar inigualável por outros helicópteros leves utilizados na instrução. Talvez não seja tão rústico, nem tenha o… Read more »

    mk
    mk
    10 anos atrás

    talvez o maior defeito do esquilo é ser de fabricação francesa, de resto é uma máquina multimissão na expressão da palavra, limitação tem como todas as outras máquinas, basta ver que equipa desde polícias nos EUA a missão ASW na Argentina, passando pelo pouso no Everest, quem falar mal de esquilo deve ter dor-de-cotovelo