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Os Mirage do Armée de l´Air no Afeganistão

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Mirage F-1 - foto Armee de lair

Informe da Força Aérea Francesa trata da manutenção e das horas de voo dos caças que operam, hoje, a partir de Kandahar

A base da OTAN de Kandahar, considerada a maior do mundo, abriga também um destacamento de pilotos franceses (DETAIR). Aproximadamente 180 militares do Armée de l’air (Força Aérea Francesa) e seis aeronaves – três Mirage 2000 e três Mirage F1 – cumprem a partir da base entre 2 e 3 missões diárias (a qualquer hora) de patrulhas de apoio a tropas em terra.

Nos últimos dois meses, essas seis aeronaves saíram em mais de 200 surtidas, ultrapassando 700 horas de voo. A disponibilidade dos aviões depende de serviços técnicos realizados por sessenta especialistas divididos em uma dezena de especialidades, formando duas equipes: uma para os Mirage 2000, outra para os Mirage F1.

Além das ações de manutenção programada, segundo o Armée de l´air foram mobilizados os serviços técnicos para 140 operações de manutenção não programada para os Mirage 2000. As 6940 horas de manutenção gastas nas aeronaves equivalem a aproximadamente 10 horas de manutenção por cada hora de voo.

FONTE / FOTO: Força Aérea Francesa (Armée de l´air)

NOTA DO BLOG: dividindo-se as 700 horas voadas nos últimos dois meses pelos 6 caças da Força Aérea Francesa que operam no Afeganistão, chega-se a um número aproximado de 116 horas por aeronave. O que significa aproximadamente 58 horas voadas por aeronave a cada mês. Comparativamente, o número é próximo, embora sensivelmente superior, às aproximadas 50 horas mensais voadas por 4 caças F-16 belgas em 10 meses no mesmo Teatro de Operações, conforme se pode verificar em matéria anterior publicada pelo Blog (ver lista abaixo).Vale lembrar que o TO afegão é considerado um dos mais exigentes e desgastantes do mundo, para aeronaves, tripulações e pessoal de apoio.

SAIBA MAIS:

49 COMMENTS

  1. Notícia boa para a Dassault e Rafale :)… mas a França ainda “perde” na imprensa especulativa, especializada e informal! rsrsrsrs
    qual será a próxima notícia? 🙂

    Falando sério:

    Eu penso que os Mirages não são superirores nem inferiores aos seus pares em disponibilidade, acho que são mais caros de operar, talvez uns 15/20%… mas a França tem um característica peculiar, oferecer seus excelentes produtos a mais países, inclusive os de ponta, já os USA… bom sabemos como eles procedem.. não vou julgar se é ou não correto, mas já tivemos alguns “não”…. isso ajudou com que os Mirages obtivessem um resultado surpreendente nas vendas internacionais.
    Muitos aqui falam dos custos dos franceses, não é custo dos franceses não, é custo de produção menor escala, de desenvolvimento de projeto, para concorrer no mercado, que serve para qualquer um que se aventure nessa, e eu louvo a França por isso! eles fazem o contrapeso, pois se não existisse a Dassault o F-35 o F-16 o F-18 o Typhoon, custariam bem mais para os “consumidores” e isso já vem de tempos! nos USA um caça já nasce com mais de quinhentos pedidos só para eles…, mas isso não quer dizer que ele seja o melhor….
    um caso que me chama a atenção, é o Typhoon:
    Ele é fabricado e foi desenvolvido por 4 potências, e custa mais do que o rafale, tanto apra operar como para comprar, como pode né? e não será superior ao F3! se for, nada que faça diferença significativa! e estará mais voltado a confiabilidade mecânica do que sistemas de armas e radar, aliás parece que AESA para o Typhoon vai demorar… se formos pesar as coisas o Rafale F-3 em 5 anos será um caça mais desenvolvido em termos de aviônica que o Typhoon! a armas estarão em pé de igualdade usando até o melhor míssel BVR do mundo.

  2. Chicão:

    O material militar francês é mais caro um pouco por causa da mão de obra, um pouco por causa da falta de escala, mas muito por causa do Euro supervalorizado. Não é por uma questão de “independência”, até porque já se viu que isso não rola, o material francês tem tantas peças estrangeiras quanto qualquer outro.

    No mais amigo, sempre vai haver alguém pra concorrer com o americano: com todos os problemas, o russo está aí, e o china uma hora vai chegar (se é que já não chegou). Além disso sempre vai ter os menores: Suécia, etc…

    Quanto ao Typhoon, ele é mais caro que o Rafale porque é melhor. Simples. Pode até nem ser muuuuito melhor, mas é indiscutivelmente superior. É indiscutivelmente o 2o melhor caça da atualidade. Negar isso é negar o óbvio e o consenso geral.

    Quanto a suas desconfianças quanto ao Typhoon, a recíproca é verdadeira: pode-se desconfiar pra lá de muito da viabilidade, continuidade e funcionalidade da versão F3 do uniencomenda, rsrsrs… 🙂

    Abs broe.

  3. Felipe cadê o AESA do Typhoon?? nem “maquete” tem! 🙂
    o AESA do Rafale já está em integração e teste em algumas unidades! só nisso o Typhoon já estará em apuros! e vai atrasar heim! não seria por isso que a Alemanha está querendo se livrar de 30 e tantos modelos de último tranch? sei não heim…

    Abraço my Son! 🙂

  4. Bom,vcs estão falando das ultimas versões do typhoon e rafale,o Trance 3 e F-3 respectivamente.

    Mas só para lembrar.

    O Typhoon existente hj esta totalmente operacional,tem a melhor avionica da europa,a melhor interface “homem-maquina”,o melhor motor,e ataca alvos sem a ajuda de um,no caso,Tornado 🙂

    Mesmo sendo mais novo que o rafale.

    E se não podermos recorrer aos Ingleses…sobram como opção os espanhóis,alemães,italianos…=)

    abraços.

  5. Quanto aos concorrentes França e USA, falava no sentido ocidental e mais amplo na cronologia! eles competem desde os anos 50/60.
    Suécia começou agora, Russia vendia só para os de casa, Inglaterra só com seus lindo e impraticáveis Lightining II e Tornado, que não eram nada competitivos… restava quem???
    Mas e pq o Typhoon custa tão caro? se foi desenvolvido por um punhado de potências? pq é bom! assim como o rafale! bom não são superiores ao que existe no mercado! nada de SH, este está mais para perder para o F-16B60 em custo benefício!

    Abraço my Son!

  6. Não entendi a especulação… Felipe, eu não sou George Sorros! auhuhauhauh
    Tá falando do atraso do radar? é o que andam falando, portanto não é minha, pode ser de muitos! he he
    Idem para o caso Alemão! mas pode não ser não é? aliás tudo pode não ser como parece!

  7. Os franceses eram(e são) do tipo que vendem para qualquer um.Venderam armas para meio oriente médio,eles não tem ideologia propria,fazem o que lhe convém.Não digo que é jogo sujo,mas são um dos poucos que fazem isso.

    E a industria Francesa vem caindo,os MIII foram um verdadeiro sucesso,o 2000 tinham potencial para mais,incompetencia francesa,e os Rafale só serão vendidos ao Brasil(Blerg!)

    E não é só na na area aeroespacial,os proprios franceses da arméé de terre reclamam de suas armas,dos Coletes então…

    Sei não,a França busca independencia e consegue coisas boas só pra eles,as veses nem isto.

    abraçõs.

  8. Francisco AMX em 27 nov, 2009 às 14:58 escreveu:
    “Um caso que me chama a atenção, é o Typhoon:
    Ele é fabricado e foi desenvolvido por 4 potências, e custa mais do que o rafale, tanto apra operar como para comprar, como pode né?”

    Chicão,

    Não podemos esquecer que o desenvolvimento desses projetos “conjuntos”, embora resulte em um custo individual menor (nessa fase) para os participantes, acarreta sempre um custo GLOBAL muito maior.
    A divisão de tarefas quanto ao projeto de aeronaves e equipamentos, por sua complexidade, também causa atrasos.
    Imagine que o radar original do Typhoon, um projeto novo, tinha vários responsáveis, como Itália (transmissor), Reino Unido (receptor) e Alemanha (processador). Imagine o trabalho para gerenciar isso. Não tenho certeza da exata distribuição, no entanto.
    Essa complexidade de desenvolvimento conjunto (inclusive para a tomada de decisões) também deve ser o maior problema que se reflete nos atrasos e aumentos de custos do F-35.

    Abraço,

    Justin

  9. Com chicão,cada um com sua opnião,respeito isso e sei que vc respeita tbm.

    mas eunão achei nada simplista,apenas apresentei fatos.

    abraçãos broe!

  10. Francisco.

    Pois é.Dizem que vai atrasar,igual todo o Rafale atrasou.

    Quanto a conclusão simplista,é o maximo que posso fazer,não sou nenhum expert para encher o blog de comentarios tecnicos pertinentes ao assunto.Mas ja é algo,e algo importante que deve ser levado em consideração.

  11. SEGUNDO O PROJETO DE LEI ORÇAMENTÁRIA PARA 2009, O FLY AWAY PRICE DO RAFALE É DE 64 MILHÕES DE EUROS (RAFALE C).

    SEGUNDO O CEO DA EUROFIGHTER GMBH, ENZO CASOLINI, O FLY AWAY PRICE DO NOVÍSSIMO TRANCHE 3 DO TYPHOON É DE 58 MILHÕES DE EUROS.

  12. Bem, 64 milhões de EUROS, correspondem a 96 milhões de DÓLARES.

    Trata-se de uma dinheirama para esse avião sem escala.

    O problema é que eles podem vender o avião pelo preço que quiserem. Esse preço é para a Força Aérea Francesa.

    Se o Sarkô pressionar, a Dassault pode e, provavelmente, deverá praticar um preço mais baixo.

    Ainda se o exposto acima não acontecer, o empecilho maior, sem dúvida, será o seu custo hora voo/manutenção.

    Mesmo subsidiado, seu custo de hora voada é de 9.800 EUROS.

    Para se ter uma leve ideia, segundo o Tribunal de Contas Francês, em 2004 a hora de voo era de 35.000 EUROS.

    Desde então, com a mudança de certos protocolos, aumento de aeronaves produzidas…O custo da hora de voo, assim como o custo de manutenção caíram muito.

    Obviamente, não caíram para o patamar de 10.000 EUROS.

    O que se comenta é que essa hora de voo de 9.800 é subsidiada.

    Na entrevista com o Chefe do Estado-Maior Paticular do Sarkô, o Almirante Guillaud deixou escapar que esse valor seria garantido pelo Estado Francês, por um prazo de 10 anos.

    Acontece que, idependentemente de como será feita essa garantia, o custo final acabará sendo pago por nós.

    Como disse Milton Friedman: Não existe almoço grátis.

    Lembro-me de ter sido publicado em vários meios de comunicação que, o custo da hora de voo do Rafale, SEGUNDO A FAB, era de 14.000 EUROS.

    Ato contínuo, a comitiva política francesa, assim como os representantes da Dassault, chegaram a discutir com a equipe da FAB, então presidida pelo Brigadeiro Saito.

    Os franceses não concordaram com os parâmetros usados pela FAB para chegar a esse preço (como sabemos, os parâmetros são os mesmos para todos os concorrentes).

    Acho muito estranho os franceses se recusarem a falar de preço. Existe entre eles, uma fobia desmedida.

    Por diversas vezes, ao ser perguntado sobre preços, o Merialdo se esquivou dizendo que o consórcio francês assinou um termo de confidencialidade, e que, por conseguinte, não poderia se pronunciar.

    Muitos podem pensar que o Merialdo tem razão, mas não tem. Explico:

    O termo de confidencialidade deve ser respeitado por todos os concorrentes, porém ele se refere ao F-X2 e somente ao FX-2.

    Nenhum dos 3 pode falar nada sobre a oferta ao Brasil, seja o valor unitário fly away dos vetores, seja o pacote completo (aí incluído suporte, manutenção, sistema de armas…).

    Porém, pode-se (é isso que a Boeing e a Saab fizeram)falar, não no caso concreto brasileiro, mas em um outro caso concreto, ou até mesmo em tese.

    O próprio Almirante Guillaud mencionou que a hora de voo do Super Hornet é de 7.000 DÓLARES e a do Rafale, 9.800 EUROS.

  13. Francisco AMX em 27 nov, 2009 às 15:37

    Ai..ai Chicão…. não é bem assim…

    O radar do EF-2000 Eurofighter será o Selex AESA Vixen, conforme recentemente anunciado. Ponto para a SAAB, que anunciou usá-lo também no Gripen NG.

    Sobre cancelamento do tranche 3 do EF-2000 pela Alemanha, nada por motivo do avião e sim que os chukrutes ficaram, imagine, sem grana. Cortaram o orçamento das FFAAs lá também.

  14. Money has no colour or taste.Money is universal!

    France Gets Dual-Mode Paveway Bombs
    By pierre tran
    Published: 27 Nov 2009 11:39 Print | Email
    PARIS – The French Air Force has taken delivery of the GPS/Laser Enhanced Paveway II guided bomb and plans to deploy it rapidly to the Afghan theatre, a spokesman for the service said.

    “We have indeed received what we ordered,” the spokesman said. “We hope to use them in Afghanistan as soon as possible.”

    Related Topics
    Europe
    Air Warfare
    A dispatch in December was unlikely, he said.

    This will be the first time the Air Force’s Mirage 2000 combat jet has deployed the Enhanced Paveway II GBU-49. The French Navy already is equipped with the weapon.

    The deliveries are part of a three-year contract signed in 2007 and worth $21.4 million for 50 Enhanced Paveway Avionics Kits (EPAK) and 200 GBU-49 bombs to the Air Force, said Gilles Deschars, managing director of Raytheon Systems France. The first operational batch consists of 10 EPAK interface units and 50 GBU-49s, he said.

    Raytheon added GPS guidance to a laser-guided 250-kilogram bomb, giving the new dual-mode weapons all-weather operation, better stand-off distance and laser terminal guidance for greater accuracy.

    So far, the Air Force has received two batches of GBU-49s, one earlier this year for test and integration, and a second for operational deployment, the spokesman said.

    The Air Force has the Sagem AASM guided bomb, but these propelled munitions are more expensive than the GBU-49 glide bomb, Deschars said.

    French Navy Super Etendard aircraft received their GBU-49 bombs between 2005 and this year in a $32 million deal consisting of 15 EPAK interface packages and 300 munitions. The EPAK consists of a control panel for the pilot to enter target coordinates and a control unit.

    Raytheon delivered GBU-49 prototypes to the Air Force earlier this year, and full series integration of the bomb is due to be completed in December, Deschars said. The GBU-49 is expected to be integrated on the Rafale fighter jet later.

    A crash program by the Air Force and Direction Générale pour l’Armement allowed the Rafale to be fitted with the GBU-12 bomb for use in Afghanistan in 2007. That converted the aircraft to the F2 strike version.

    The British Royal Air Force operates the GBU-49 on its Harrier GR7 fleet. The Paveway IV is considered the RAF’s weapon of choice.

    The smaller 125-kilogram GBU-58 bomb is undergoing qualification with the U.S. Air Force

    copyright:defensenews.com

  15. Felipe, tá inflando o ego do ZE demais! he he

    O preço do Rafale, segundo o ZE, é dado por um orgão público/governamental pelo que eu percebi…

    E o do Typhoon, pelo CEO da Euro/GMBH…

    leve diferença! he he

    Ah Felipe (eu tenho um financiamento, da minha empresa, de uma máquina, do GMBH, e posso te dizer, eles não são nem um pouco “amáveis”… são exploradores igual a qualquer outro Banco, já tentaram me engambelar com juros não previstos no contrato, quando ameacei discuir na justiça, pois meu contrato era claro, 5% pagamento em dia, 7% em atraso, mais mora, etc.. etc.., estavam me mandando contratos de câmbio, bem fora destas previsões, reclamei aqui, não deu resultado… tive que mandar um advogado ligar… depois veio um oficio dizendo que o Banco se equivocou… he he, engraçado que não foi para menos… é sempre assim!
    por isso que quando vejo alguém aqui falando que tal país cumpre contrato e que a França não! fico imaginando minha situação… já pensou se o financiamento fosse de um banco Francês? 🙂
    tem muita gente que fala coisa sem ter o mínimo de noção ou experiência, do negócio!
    Tenho uma máquina Japonesa, excelente, mas se eu não ficar esperto me mandam lebre por lebre, mas cobram por 2 lebres!

    Fiquem esperto!

    Sds!

  16. Francisco AMX em 28 nov, 2009 às 9:51

    “Felipe, tá inflando o ego do ZE demais! he he

    O preço do Rafale, segundo o ZE, é dado por um orgão público/governamental pelo que eu percebi…

    E o do Typhoon, pelo CEO da Euro/GMBH…

    leve diferença! he he

    Ah Felipe (eu tenho um financiamento, da minha empresa, de uma máquina, do GMBH, e posso te dizer, eles não são nem um pouco “amáveis”… são exploradores igual a qualquer outro Banco, já tentaram me engambelar com juros não previstos no contrato, quando ameacei discuir na justiça, pois meu contrato era claro, 5% pagamento em dia, 7% em atraso, mais mora, etc.. etc.., estavam me mandando contratos de câmbio, bem fora destas previsões, reclamei aqui, não deu resultado… tive que mandar um advogado ligar… depois veio um oficio dizendo que o Banco se equivocou… he he, engraçado que não foi para menos… é sempre assim!
    por isso que quando vejo alguém aqui falando que tal país cumpre contrato e que a França não! fico imaginando minha situação… já pensou se o financiamento fosse de um banco Francês?
    tem muita gente que fala coisa sem ter o mínimo de noção ou experiência, do negócio!
    Tenho uma máquina Japonesa, excelente, mas se eu não ficar esperto me mandam lebre por lebre, mas cobram por 2 lebres!

    Fiquem esperto!

    Sds!”

    Amigo Francisco, com a devida permissão, gostaria de esclarecer algo:

    O preço de 58 milhões de EUROS para o Eurofighter Typhoon Tranche 3, foi dado pelo CEO da Eurofighter GmbH, Enzo Casolini, em uma coletiva onde estavam os representantes dos países consorciados.

    Outro esclarecimento:

    GmbH, não é um banco, nem uma financeira, tampouco qualquer tipo de empresa.

    GmbH é um acrônico e se refere à natureza jurídica da empresa. Neste caso concreto, trata-se de uma Sociedade Limitada.

    Na Sociedade Limitada, a responsabilidade dos sócios fica limitada à quantidade de cotas que possuem (eu não quero entrar em mais detalhes como a Teoria da Desconsideração da Personalidade Jurídica…Para não complicar o meio-de-campo).

    A empresa é conhecida junto ao público pelo seu nome fantasia.

    Exemplo:

    Eurofighter- Nome fantasia. Nome pela qual a empresa é conhecida junto ao público.

    GmbH- É a sua natureza jurídica, qual seja, Sociedade Limitada.

    Exemplo no Brasil:

    Caixa Econômica Federal. Suas COTAS/QUOTAS são de propriedade do Governo Federal.

    Banco do Brasil. Não sendo uma Sociedade Limitada, suas AÇÕES são negociadas na bolsa (BOVESPA). 50% + 1 (ou lote) devem estar na mão do Governo.

    Amigo Francisco, muito provavelmente a empresa que te vendeu a máquina é diferente da empresa que financiou a aquisição.Elas podem ser ou não GmbH.

    []s

  17. Zé…

    não que seja relevante para compreender o que vc escreveu, mas como uma curiosidade minha, parece que vc traduziu a palavra “acronym”
    ou seja, acrossemia,abreviaçao de palavras, como acronico que tem outro significado.

    de minha parte não fico atras…pois já havia cruzado com esta palavra “acronym” antes e embora sabendo seu ignificado, “inventei” que a tradução seria acronismo…e por sua causa fui procurar se existia tal palavra e…não achei, (rs)

    Enfim, aprendi mais uma…

    abraçao

  18. Zé…

    não que seja relevante para compreender o que vc escreveu, mas como uma curiosidade minha, parece que vc traduziu a palavra “acronym”
    ou seja, acrossemia,abreviaçao de palavras, como acronico que tem outro significado.

    de minha parte não fico atras…pois já havia cruzado com esta palavra “acronym” antes e embora sabendo seu ignificado, “inventei” que a tradução seria acronismo…e por sua causa fui procurar se existia tal palavra e…não achei, (rs)

    Enfim, aprendi mais uma…

    abraçao

  19. ZE,

    Existe um Banco/financeira, ele se chama GmBh, vc pode estar falando o certo, mas alguem colocou o nome da financeira assim, tenho as Invoices, se é fantasia eo não, não me importa, importa que ele faz parte deste grande grupo, sei que é ltda. nunca falei o contrário! é é justamente isso! este grande grupo controla a EUROFighter, eu estava falando para o Felipe apenas que ninguém é santo neste mundo!
    Quem me vendeu a máquina foi outra empresa do grupo, não vou citar nome pois fica “xato”….

    Abraço

  20. só para me fazer entender, entendi o que vc falou sobre GmBh (tem mais um nome que não me recordo junto a denominção bank- não seria o maior banco alemão?), e isso eu não sabia, e sei que o grupo que controla a empresa que vende e a que financia é o mesmo do grupo controlador da EUROFIGHTER… e não seria esse que controla tb a EADS??

    mas enfim, obrigado pela aula! 🙂

    Abraço

  21. O que tu faz ZE? qual tua formação? me parece que vc está acima do nível técnico de todos aqui nestes assuntos “econômicos” ! show!

    Abraço!

  22. “Dalton em 28 nov, 2009 às 14:39

    Zé…

    não que seja relevante para compreender o que vc escreveu, mas como uma curiosidade minha, parece que vc traduziu a palavra “acronym”
    ou seja, acrossemia,abreviaçao de palavras, como acronico que tem outro significado.

    de minha parte não fico atras…pois já havia cruzado com esta palavra “acronym” antes e embora sabendo seu ignificado, “inventei” que a tradução seria acronismo…e por sua causa fui procurar se existia tal palavra e…não achei, (rs)

    Enfim, aprendi mais uma…

    abraçao”

    Perdão, eu escrevi acrônico por engano. O certo é ACRÔNIMO.Erro de digitação.

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