As fotos divulgadas no site da “Operação Laçador”, mostram jatos A-1 da FAB equipados com o “pod” Rafael Litening, no pilone ventral. Esta seria a primeira vez que uma aeronave da FAB aparece com tal equipamento.
casag em 19 nov, 2009 às 20:19 e
rrdocosta em 19 nov, 2009 às 20:34:
O Litening (Laser Infra-red Targeting Lightening) é um casulo multipropósitos, diurno e noturno, de designação de alvos e navegação da Rafael israelense. É considerado o primeiro casulo de Terceira Geração, incorporando todas as capacidades e sensores para que uma aeronave possa voar várias missões ao mesmo tempo.
O objetivo da Rafael era criar um casulo com capacidade de detecção/ reconhecimento/ identificação/ designação a laser de alvos de superfície e marítimos; disparo com precisão de bombas guiadas a laser, bombas em cacho e bombas comuns, vôo a baixa altitude à noite, detecção de raios laser usados para designação de alvos e identificação de alvos aéreos a longa distância.
O desenvolvimento foi iniciado em 1985 com a experiência ganha no desenvolvimento do sistema de guiamento eletro-ótico do míssil Popeye. A entrada em serviço na Força Aérea de Israel foi em 1993 como Litening I. O casulo estava equipado com um FLIR de 256×256 elementos de varredura mecânica, TV CCD com campo de visão estreito e largo, telêmetro/designador laser 40k, marcador laser compatível com óculos de visão noturna e sistema de navegação inercial (IMU). Os sensores são todos instalados em um radome frontal. A imagem do FLIR de grande campo de campo de visão pode ser mostrada no HUD para navegação noturna. A versão vendida para o USMC (Litening II) tinha gravador de imagem para avaliação de danos de batalha.
Em 1995 a Northrop Grumman se juntou ao programa para desenvolver e vender suas próprias versões do Litening. A Northrop Grumman melhorou o casulo com um FLIR de Terceira Geração com 320×256 substituíndo o original , marcador laser e novo software. O novo casulo entrou em serviço em 1999 como Litening II.
Com a troca do FLIR de 320×256 elementos substituindo por um 640×512 elementos, virou o Litening ER. O Litening ER foi projetado para o USMC e USAF entrando em operação em 2001. O alcance melhorou em 30% permitindo usar toda a capacidade do laser de alta potência e do alcance das armas guiadas a laser/JDAM. Em janeiro de 2003 o USMC testou o datalink do UAV Pionner para enviar imagens para a estação em terra do UAV. O Litening foi o primeiro casulo de designação de alvos com esta capacidade.
A nova versão é o Litening AT (Advanced Targeting) que entrou em operação em 2003 com novos eletrônicos e algoritmo resultando em um maior alcance de reconhecimento, melhor geração de coordenadas, capacidade multi-alvo e melhor desempenho na arena ar-ar. Um laser seguro de treinamento foi instalado.
As versões mais recentes Litening AT tem as seguintes capacidades:
- FLIR de Terceira Geração com 640×512 elementos com campo de visão (FOV) de 1ºx1º, 3,5×3,5º e 18×24º. O campo de visão mais largo é mostrado no HUD para navegação, e o estreito e médio nos visores muntifuncionais (MFD) para designação de alvos.
- Camera TV CCD com 768×494 elementos e FOV de 1,3×1º e 4,6×3.5º. A camera de TV é usada mais para designar alvos durante o dia. A qualidade da imagem permite boa visão a 7 mil metros podendo designar alvos a laser para e JDAM bem acima da artilharia antiaérea e a pelo menos cinco quilômetros de distância.
- Designador/telemetro laser de 100 mJ de banda dupla. O laser pode designar alvos numa altitude de até 14 mil metros.
- LST (Laser Spot Tracker) compatível com óculos de visão noturna. O LST funciona numa altitude de13 mil metros. O LST é usado em missões cooperativas, para orientação rápida, detecção e reconhecimento de alvos marcados por outras forças. O LST detecta energia laser de fonte secundária, para que um controlador aéreo designe alvos para a aeronave
- Marcado laser IR
O casulo é equipado com um INS/IMU para facilitar o alinhamento dos sensores e manter o trancamento mesmo se a linha de visada com o alvo for perdida por nuvens ou partes do avião durante manobras evasivas.
A Northrop Grumman oferece mais opções como a incorporação do Tactical Radar Electronic Combat System (T-RECS) que combina receptores e interferidores para designação de alvos de rádio frequência e geolocação, com antenas montadas no casulo para reconhecimento eletrônico e supressão de defesas. Outra possibilidade é integrar com o despistador AN/AAQ-24 Nemesis DIRCM no casulo para dar auto-proteção contra mísseis IR.
A versão Litening III foi mostrada em 2002 sendo comercializado pela Rafael equivalente ao Litening AT da Northrop Grumman. O campo de visão tem 0.77° x 0.77°, ou 2.8° x 2.8°, ou 24° x 18° (imagem em tamanho real projetada no HUD). A camera de TV CCD tem campo de visão de 0,7° x 0,7° ou 3.5° x 3.5° com detetores com arranjo de 659 x 494 pixels da banda 0.6 to 0.7 μm. O casulo também tem gravador de imagem digital e laser de banda dupla. O modo ar-ar permite acompanhamento automático de alvos e ajuda na identificação.
Os sensores ficam no nariz do casulo e podem ser apontado em +45/-150 graus em elevação e rolar +/-360 graus (depois 400 graus. As imagens são gravadas em vídeo para avaliação de danos de batalha (opcional). As imagens são estabilizadas em 40 aerad (agora 30).
O casulo pesa 200kg e tem 2,08 metros de comprimento e 40cm de diâmetro. O Litening suporta velocidades de Mach 1.2 a baixa altitude e cargas de até 9g’s. O Litening AT mostrou uma disponibilidade operacional de 99% e um MTBF de 400 horas .
Tem o “Super Tales” tambem. Profissional, talvez?
O certo é que o pod transformou o A-1 de simples “caminhão de bombas” em arma muito eficaz.
Tomara a visita do presidente de Israel, acompanhando investimento na indústria de defesa, represente avanço nas pesquisas, nossas, destas maravilhas eletrônicas.
Hornet em 20 nov, 2009 às 15:27
Não tenho nada de super, não. SUPER é vc, Hornet, pois és professor universitário nesse nosso brasilzão, que tanto carece de educação…brincadeira…(é que sou filho de ex-professora secundarista…)
Na verdade, estou mais para o Chapolin COLORADO (embora minha barriga esteja ficando, depois dos 30, cada vez mais, parecida com a do Nhonho, do Chaves), pois sou torcedor do Campeão da Copa de Mundo de Clubes da FIFA 2006, o glorioso Sport Club Internacional de Porto Alegre/RS.
Agora, o Bosco é uma figuraça (no bom sentido). Ele sabe TANTO, mas TANTO, que poderia, facilmente, substituir o engenheiro-chefe Scott na nave estelar Enterprise do Capitão Kirk…rsrsrsr (brincadeira Bosco, não leva a sério… Mais do que uma brincadeira, é uma reverência, mestre…)
Falando sério: acho que ninguém precisa ser um grande gênio, para entender e gostar de aviação militar (ou qq outro assunto), pelo menos no nível de conhecimento que o blog propõe (ao menos até agora não nos foi exigido que soubéssemos, “na ponta da língua”, EQUAÇÕES DIFERENCIAIS, para traçarmos o escoamento do fluxo aerodinâmico de determinado aerofólio… E espero que continue assim, pois faz tempo que eu desisti da faculdade de engenharia mecância para cursar administração e direito)..rsrsrs.
Creio que BASTANTE entusiasmo, associado ao acesso à internet (para quem não tem condições de dispor de material sobre o assunto – embora eu recomende visitas aos “sebos” da grandes cidades, pois sempre se acha alguma preciosidade “esquecida”), ao hábito da leitura e da pesquisa, são instrumentos que propiciam um conhecimento, digamos, razoável. Saber um pouco de inglês, ainda que rudimentar, tbm ajuda muito.
Mas sendo justo (e continuando) com tua brincadeira, teríamos outros membros para entrar na “Liga da Justiça”, como tu, o Chico AMX, o “sith” mais (incorretamente) político (e sarcástico) do blog (claro que estou me referindo ao Felipe Cps “Darth Vader”), o Ivan e outros tantos.
Ultimamente, no entanto, estou sentido falta da participação do Welligton, que é um verdadeiro especialista em “avição militar russa”. Alguém tem notícias dele?
Pô, será que o Felipe o “espantou”, que ele perdeu o entusiasmo, ante a desclassificação do Sukhoi, ou o quê?
Abraço
casag em 20 nov, 2009 às 10:49
Não sou militar (embora tenha vários oficiais da reserva na família e um grande amigo Major de Engenharia do EB), nem piloto (embora ainda esteja nos meus planos fazer o curso de PP, no futuro, já que não consegui aprovação no concurso da EPCar quando tentei, faz mais de duas década atrás), nem nada relacionado à aviação.
Posso dizer que sou profissional SIM, mas em outra área, pois me formei na área de “humanas”…
Mas sou um GRANDE entusiasta de aviação militar, como uma boa parte dos blogueiros daqui.
“Profissionais”, mesmo, são o Marine, o AndrePoa (este aqui já trabalhou na Aeroeletrônica), etc…
Abraço tchê
É que vc não sabe. O Bosco é o Scott. Lembra quando o Kirk voltou no tempo pra pegar umas baleias e tal? Pois é, o Kirk voltou para o futuro, e levou as baleias com ele, mas parece que o engenheiro da nave ficou…hehehe
Sobre o Wellington, também sinto falta…muitos bons comentadores sumiram. E as opiniões deles fazem falta, pois além de equilibradas eram bem fundamentadas.
por essas e por outras que eu sempre falo: C&T tem que levar em conta o “C” em primeiro lugar. Parcerias ou TT que pensam apenas no “T”, não adiantam muito.
Hornet em 21 nov, 2009 às 0:32
EU BEM QUE DESCONFIAVA!
Agora está explicada a origem do Bosco!
Falando sério: lembro desse filme da série, sim. Embora eu não me considere um trekkmaníaco a primeira série da TV, para mim, está entre as melhores séries televisionadas de todos os tempos. Lembras daquele episódio em que o Spock “matou” o Kirk numa luta em Vulcano? Muito bom…
Esse vídeo em específico eu não conhecia, mas tinha conhecimento dessas pesquisas aqui no Brasil, bem como no exterior.
Há alguns ano o Discovery Channel (olho um pouco todos os dias, quando não estou “morto” do trabalho, assim como o NatGeo e o History) passou um programa que falava da pesquisa sobre a “propulsão” a laser (uso aspas, pois, na verdade, a “propulsão”, ou melhor, a sustentação, é causada pelo ar quente, aquecido pelo raio laser) nos EUA e lá eles usavam um veículo com essa mesma forma geométrica).
Mas falando em sistemas de “propulsão” alternativos, tu, por acaso, já ouviu falavar das pesquisas do cientista canadense Gerald Bull, que usava canhões para lançar experimentos ao espaço e pretendia construir um “super” canhão, capaz de lançar um satélite em órbitra? Se não conheces, vale a pena dar uma pesquisada. Parece a história de Júlio Verne, mas não é…Pena que assassinaram o cara (alguns dizem que foi a CIA, outros que foi o Mossad e outros a mando do Saddam Hussein, mas sobre essas teorias conspiratórias deixo para o Felipe tecer suas considerações…rsrsrsr)
Grande abraço gaudério
Outra propulsão dita “alternativa” muito interessante é a nuclear, em que, em tese, se usaria, um reator nuclear para aquecer o ar, à semelhança do que um queimador de uma turbina a jato faz hoje em dia.
Tem uns vídeos no YouTube sobre os supostos bombardeiros nucleares russos e as pesquisas americanas no mesmo sentido, incluindo possíveis diagramas do sistema. Para quem entende um pouco de inglês, vale a pena…
Abrs.
PS: não achas que seria interessante se o blog desse um maior espaço à notícias relacionadas a pesquisas ou aeronaves ditas “alternativas”?
Eu tenho um livro, na minha pequena e modesta biblioteca particular, que considero um dos mais legais dela, que se chama “Aeronaves não-convencionais” escrito por Peter M. Bowers, apresentado como engenheiro aeronáutico da Boeing (Editora Lutécia, Rio de Janeiro, RJ, 1984, Caixa Postal 23.052 – RJ – 2092), que só trata de aeronaves “esquisitas”.Comprei num sebo daqui de PoA por uns R$20,00 há uns cinco ou seis anos atrás. Recomendo.
Abrs.
eu conhecia essa história do Gerald Bull. É uma coisa meio doida o que ele propunha. Ele deve ter lido muito “a Guerra dos Mundos” do H. G. Wells (os marcianos chegam na Terra disparados por gigantescos canhões – meio de transporte marciano, parece que é mais eficaz que o transporte público de São Paulo…hehehe).
Aproveitando a deixa, aqui tem um link para quem quiser saber melhor da história do Gerald Bull (não gosto muito, ou melhor, não gosto nada, do perfil da Super Interessante, mas enfim…pra um leitura rápida serve):
Já quanto as teorias da conspiração, também me atenho de especular…vamos deixar essa parte para os “catedráticos” do blog…hehehe
Eu também não sou nenhum “trecker” ou coisa que o valha, embora tenha visto os filmes e também alguns episódios do seriado. Deste episódio que vc falou eu não me lembro, acho que não assisti.
Durante um tempo, por curiosidade acadêmica, andei pesquisando a origem da Ficção Científica na literatura (que depois foi para o cinema). É bem interessante. O primeiro livro que pode ser considerado como uma espécie de “bisavô” da sci fi, é “As viagens de Gulliver, de Jonathan Swift. Que aliás é uma obra prima.
Depois apareceram alguns outros muito interessantes também, como o “Frankstein” (Mary Shelley). Mas foi entre o final do século XIX e a primeira metade do século XX que surgiram os maiores escritores de “sci fi”. H. G. Wells e Julio Verne, certamente, estão entre os melhores. Mas de todos, o que eu mais gosto (embora não seja um escritor exclusivo de “sci fi”) é Aldous Huxley. “Admirável mundo novo” (Brave New World), pra mim, é o melhor de todos. É uma obra prima e é cruel com o mundo tecnológico.
E é sempre bom termos em mente a dualidade da tecnologia: cria coisas fantásticas e cria a barbárie também, ao mesmo tempo. O Raio X que ajuda a curar e a Bomba de Hiroshima são lados de uma mesma moeda. Civilização e barbárie ao mesmo tempo. Uma coisa não está desconectada da outra. E não estará enquanto não existirem princípios ético, racional, civilizacional e humanista realmente norteadores das pesquisas e investimentos em C&T. E esse é um problema que a humanidade terá que resolver no futuro, se quiser ter algum futuro, pois não existe nada mais destrutivo e predador da vida no planeta (como um todo) que a tecnologia. E por outro lado, ela também poderá ser o elemento decisório entre a permanência da vida e a destruição dela na Terra. Essa dualidade precisa ser muito bem trabalhada, e se possível devemos anular a barbárie contida no mundo tecnológico, pois estamos andando no fio da navalha.
E a maioria dos escritores sérios de “sci fi”, já nos alertaram para isso faz tempo.
Enfim…esse papo poderia ir longe, pois é um assunto intrigante. Mas vamos ficar por aqui, senão o off-topic fica longo demais.
Um abraço aos amigos Tales e Hornet. Só agora li seus comentários sobre minha pessoa. rsr….
Valeu.
Só de curiosidade eu também sou fã de ficção científica. Na verdade gostava de ler livros de ficção bem antes de começar a ler sobre armamentos.
Sobre armamentos eu me lembro que tinha mais ou menos uns 14 (?) anos (agora tenho 48) quando vi numa banca de revista a “Segurança e Defesa” nº2. Foi a primeira revista especializada sobre o tema. De lá pra cá nunca deixei de devorar tudo sobre a ‘tecnologia militar’.
Minhas leituras preferidas são ‘ficção científica’, tecnologia militar e, pasmem, artes marciais. Sou fã incondicional de “vale tudo”. rsrsrs….
Não me esqueço da Segurança e Defesa n°2. Nela eu vi pela primeira vez referência ao míssil HARM, ADATS, etc.
Um grande abraço aos amigos.
Falando de tecnologia de propulsão, sem dúvida tanto a propulsão à laser quanto o ‘canhão’ deverão ser usados no futuro para colocar ‘microsatélites’ em órbita.
O projeto clássico do canhão do engenheiro Gerald Bull deverá ser substituído por um lançador eletromagnético que poderá com muito mais eficiência fazer a carga útil atingir a velocidade orbital.
E já que falamos de FC, eu ainda aposto que tecnologias inusitadas estarão disponíveis nos próximos anos e boto fé naquelas que buscam reduzir o arrasto. Na ficção científica tais dispositivos eram conhecidos como ‘indutores de vácuo’. rsr….
Se tais dispositivos forem agregados a um satélite lançado por um lançador de trilho eletromagnético ou a um ‘lightcraft’ colocar cargas em órbita, lançar ogivas intercontinentais, destruir satélities, etc, será muito fácil.
Antigravidade, motores de dobra e neutralizadores de inércia é assunto que fica pra depois. rsrs….
Um abraço a todos.
Já que vcs falaram no Welington….volta aí ô meu…. volta por que agora que estão colocando em produção seriada o Su-35…..
Se não vou achar que vc é a Vovodka… ou o contrário, vc é um personagem da Vovodka…Rssssss.
se me permitem, gostaria de deixar aqui a indicação de dois livros pra vcs (sobre este assunto que estávamos falando acima – Kirk, baleias, sci fi etc.). Os livros são estes aqui:
Dyson, Freeeman – “Mundos Imaginados”. SP: Cia das Letras
Dyson, Freeman – “Infinito em todas as direções”. SP: Cia das Letras
Não sei se vcs já conhecem ou não esses livros, mas se não conhecem, vale a pena lê-los.
O Dyson é um físico inglês, Nobel de física. Nestes dois livros ele discute, do ponto de vista da ciência, questões como: o nascimento e perspectivas atuais da tecnologia, o conhecimento sobre o espaço e o tempo, a origem da vida, a possibilidade de uma “guerra no espaço” e coisas assim. Acho que vcs gostarão de ler.
É uma leitura fácil, não é encrencada. Ele escreveu o livro para leigos (como eu..hehe) em linguagem científica especializada (isto é, não tem matemática no livro, apenas conceitos em linguagem acessível a qualquer um).
E os livros são fáceis de achar (foram publicados faz pouco tempo) e não são caros também.
Bosco em 21 nov, 2009 às 12:32
Valeu Bosco!
Só uma curiosidade pessoal: tu és carioca, paulista ou mineiro?
Ou nenhuma das opções anteriores?
Báh: a primeira Segurança e Defesa que lembro ter visto foi a número 29, que tenho até hoje.
Mas sempre foi uma dificuldade consegui-la aqui no sul (não sei quem é o distribuidor deles por aqui, mas tanto no interior, como em PoA é uma raridade conseguir um exemplar).
Sempre que vou ao Rio (nos últimos anos fui nos shows do The Police, da Madonna – minha ex-namorada era fã dela, no sambódromo em 2008 e nas féria de verão – janeiro – de 2008 e 2009), dou um pulo na banca do Osny, lá no centro para comprar alguns números.
Grande abraço
Baschera em 21 nov, 2009 às 16:11
DÁ-LHE INTER! Se o Goiás, o Corinthias e nosso “co-irmão” nos derem uma mão, ainda levamos esse título.
Mas, de fato, também sinto muita falta dos comentários do Welington, do Vovodka e do Mauro, entre outros.
É uma pena…
Abração gaudério. “E vamos pintar o Brasil de vermelho”…
Hornet em 21 nov, 2009 às 20:24
Valeu pela dica. Eu não conhecia essas obras, nem seu autor. Mas, nas férias de verão, irei atrás delas.
Abração, camarada!
Nosso objetivo é difundir e discutir a tecnologia e história da Aviação Militar e Civil, para incentivar o debate e a reflexão, colaborando na disseminação da mentalidade aeronáutica e no fortalecimento do Poder Aéreo do Brasil.
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Galante,
E qual as capacidades deste pod?
faço minha a indagação do Cosag, qual a real capacidade do pod Litening?
É o Litening ou o Recce Lite?
Justin
Casag e amigos,
o que vcs perguntam é mais para o Super-Bosco (hehe) responder. Mas enquanto ele não responde, achei um link que pode dar uma ajuda:
http://www.rafael.co.il/marketing/area.aspx?FolderID=334&docID=914
abraços a todos
casag em 19 nov, 2009 às 20:19 e
rrdocosta em 19 nov, 2009 às 20:34:
O Litening (Laser Infra-red Targeting Lightening) é um casulo multipropósitos, diurno e noturno, de designação de alvos e navegação da Rafael israelense. É considerado o primeiro casulo de Terceira Geração, incorporando todas as capacidades e sensores para que uma aeronave possa voar várias missões ao mesmo tempo.
O objetivo da Rafael era criar um casulo com capacidade de detecção/ reconhecimento/ identificação/ designação a laser de alvos de superfície e marítimos; disparo com precisão de bombas guiadas a laser, bombas em cacho e bombas comuns, vôo a baixa altitude à noite, detecção de raios laser usados para designação de alvos e identificação de alvos aéreos a longa distância.
O desenvolvimento foi iniciado em 1985 com a experiência ganha no desenvolvimento do sistema de guiamento eletro-ótico do míssil Popeye. A entrada em serviço na Força Aérea de Israel foi em 1993 como Litening I. O casulo estava equipado com um FLIR de 256×256 elementos de varredura mecânica, TV CCD com campo de visão estreito e largo, telêmetro/designador laser 40k, marcador laser compatível com óculos de visão noturna e sistema de navegação inercial (IMU). Os sensores são todos instalados em um radome frontal. A imagem do FLIR de grande campo de campo de visão pode ser mostrada no HUD para navegação noturna. A versão vendida para o USMC (Litening II) tinha gravador de imagem para avaliação de danos de batalha.
Em 1995 a Northrop Grumman se juntou ao programa para desenvolver e vender suas próprias versões do Litening. A Northrop Grumman melhorou o casulo com um FLIR de Terceira Geração com 320×256 substituíndo o original , marcador laser e novo software. O novo casulo entrou em serviço em 1999 como Litening II.
Com a troca do FLIR de 320×256 elementos substituindo por um 640×512 elementos, virou o Litening ER. O Litening ER foi projetado para o USMC e USAF entrando em operação em 2001. O alcance melhorou em 30% permitindo usar toda a capacidade do laser de alta potência e do alcance das armas guiadas a laser/JDAM. Em janeiro de 2003 o USMC testou o datalink do UAV Pionner para enviar imagens para a estação em terra do UAV. O Litening foi o primeiro casulo de designação de alvos com esta capacidade.
A nova versão é o Litening AT (Advanced Targeting) que entrou em operação em 2003 com novos eletrônicos e algoritmo resultando em um maior alcance de reconhecimento, melhor geração de coordenadas, capacidade multi-alvo e melhor desempenho na arena ar-ar. Um laser seguro de treinamento foi instalado.
As versões mais recentes Litening AT tem as seguintes capacidades:
- FLIR de Terceira Geração com 640×512 elementos com campo de visão (FOV) de 1ºx1º, 3,5×3,5º e 18×24º. O campo de visão mais largo é mostrado no HUD para navegação, e o estreito e médio nos visores muntifuncionais (MFD) para designação de alvos.
- Camera TV CCD com 768×494 elementos e FOV de 1,3×1º e 4,6×3.5º. A camera de TV é usada mais para designar alvos durante o dia. A qualidade da imagem permite boa visão a 7 mil metros podendo designar alvos a laser para e JDAM bem acima da artilharia antiaérea e a pelo menos cinco quilômetros de distância.
- Designador/telemetro laser de 100 mJ de banda dupla. O laser pode designar alvos numa altitude de até 14 mil metros.
- LST (Laser Spot Tracker) compatível com óculos de visão noturna. O LST funciona numa altitude de13 mil metros. O LST é usado em missões cooperativas, para orientação rápida, detecção e reconhecimento de alvos marcados por outras forças. O LST detecta energia laser de fonte secundária, para que um controlador aéreo designe alvos para a aeronave
- Marcado laser IR
O casulo é equipado com um INS/IMU para facilitar o alinhamento dos sensores e manter o trancamento mesmo se a linha de visada com o alvo for perdida por nuvens ou partes do avião durante manobras evasivas.
A Northrop Grumman oferece mais opções como a incorporação do Tactical Radar Electronic Combat System (T-RECS) que combina receptores e interferidores para designação de alvos de rádio frequência e geolocação, com antenas montadas no casulo para reconhecimento eletrônico e supressão de defesas. Outra possibilidade é integrar com o despistador AN/AAQ-24 Nemesis DIRCM no casulo para dar auto-proteção contra mísseis IR.
A versão Litening III foi mostrada em 2002 sendo comercializado pela Rafael equivalente ao Litening AT da Northrop Grumman. O campo de visão tem 0.77° x 0.77°, ou 2.8° x 2.8°, ou 24° x 18° (imagem em tamanho real projetada no HUD). A camera de TV CCD tem campo de visão de 0,7° x 0,7° ou 3.5° x 3.5° com detetores com arranjo de 659 x 494 pixels da banda 0.6 to 0.7 μm. O casulo também tem gravador de imagem digital e laser de banda dupla. O modo ar-ar permite acompanhamento automático de alvos e ajuda na identificação.
Os sensores ficam no nariz do casulo e podem ser apontado em +45/-150 graus em elevação e rolar +/-360 graus (depois 400 graus. As imagens são gravadas em vídeo para avaliação de danos de batalha (opcional). As imagens são estabilizadas em 40 aerad (agora 30).
O casulo pesa 200kg e tem 2,08 metros de comprimento e 40cm de diâmetro. O Litening suporta velocidades de Mach 1.2 a baixa altitude e cargas de até 9g’s. O Litening AT mostrou uma disponibilidade operacional de 99% e um MTBF de 400 horas .
FONTE: http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/ca/pdl05litening.html
Para acrescentar mais um link sobre o rafael litening III.
http://freepages.military.rootsweb.ancestry.com/~otranto/fab/litening3_pod.htm
no link que indiquei acima vocês podem ver a quantidade e distribuição destes pods pela FAB.
Hornet,
Tem o “Super Tales” tambem. Profissional, talvez?
O certo é que o pod transformou o A-1 de simples “caminhão de bombas” em arma muito eficaz.
Tomara a visita do presidente de Israel, acompanhando investimento na indústria de defesa, represente avanço nas pesquisas, nossas, destas maravilhas eletrônicas.
Pelo que li na imprensa, a Elbit (Aeroeletrônica) já prometeu investir pesado em VANT aqui no Brasil.
Justin
Casag,
Bem lembrado. Tem o Super-Tales também.
O Tales e o Bosco pertencem a “Liga da Justiça”…hehe
Tales e Bosco, brincadeira, hein?
abração
Hornet em 20 nov, 2009 às 15:27
Não tenho nada de super, não. SUPER é vc, Hornet, pois és professor universitário nesse nosso brasilzão, que tanto carece de educação…brincadeira…(é que sou filho de ex-professora secundarista…)
Na verdade, estou mais para o Chapolin COLORADO (embora minha barriga esteja ficando, depois dos 30, cada vez mais, parecida com a do Nhonho, do Chaves), pois sou torcedor do Campeão da Copa de Mundo de Clubes da FIFA 2006, o glorioso Sport Club Internacional de Porto Alegre/RS.
Agora, o Bosco é uma figuraça (no bom sentido). Ele sabe TANTO, mas TANTO, que poderia, facilmente, substituir o engenheiro-chefe Scott na nave estelar Enterprise do Capitão Kirk…rsrsrsr (brincadeira Bosco, não leva a sério… Mais do que uma brincadeira, é uma reverência, mestre…)
Falando sério: acho que ninguém precisa ser um grande gênio, para entender e gostar de aviação militar (ou qq outro assunto), pelo menos no nível de conhecimento que o blog propõe (ao menos até agora não nos foi exigido que soubéssemos, “na ponta da língua”, EQUAÇÕES DIFERENCIAIS, para traçarmos o escoamento do fluxo aerodinâmico de determinado aerofólio… E espero que continue assim, pois faz tempo que eu desisti da faculdade de engenharia mecância para cursar administração e direito)..rsrsrs.
Creio que BASTANTE entusiasmo, associado ao acesso à internet (para quem não tem condições de dispor de material sobre o assunto – embora eu recomende visitas aos “sebos” da grandes cidades, pois sempre se acha alguma preciosidade “esquecida”), ao hábito da leitura e da pesquisa, são instrumentos que propiciam um conhecimento, digamos, razoável. Saber um pouco de inglês, ainda que rudimentar, tbm ajuda muito.
Mas sendo justo (e continuando) com tua brincadeira, teríamos outros membros para entrar na “Liga da Justiça”, como tu, o Chico AMX, o “sith” mais (incorretamente) político (e sarcástico) do blog (claro que estou me referindo ao Felipe Cps “Darth Vader”), o Ivan e outros tantos.
Ultimamente, no entanto, estou sentido falta da participação do Welligton, que é um verdadeiro especialista em “avição militar russa”. Alguém tem notícias dele?
Pô, será que o Felipe o “espantou”, que ele perdeu o entusiasmo, ante a desclassificação do Sukhoi, ou o quê?
Abraço
casag em 20 nov, 2009 às 10:49
Não sou militar (embora tenha vários oficiais da reserva na família e um grande amigo Major de Engenharia do EB), nem piloto (embora ainda esteja nos meus planos fazer o curso de PP, no futuro, já que não consegui aprovação no concurso da EPCar quando tentei, faz mais de duas década atrás), nem nada relacionado à aviação.
Posso dizer que sou profissional SIM, mas em outra área, pois me formei na área de “humanas”…
Mas sou um GRANDE entusiasta de aviação militar, como uma boa parte dos blogueiros daqui.
“Profissionais”, mesmo, são o Marine, o AndrePoa (este aqui já trabalhou na Aeroeletrônica), etc…
Abraço tchê
Tales,
hehehe…
É que vc não sabe. O Bosco é o Scott. Lembra quando o Kirk voltou no tempo pra pegar umas baleias e tal? Pois é, o Kirk voltou para o futuro, e levou as baleias com ele, mas parece que o engenheiro da nave ficou…hehehe
Sobre o Wellington, também sinto falta…muitos bons comentadores sumiram. E as opiniões deles fazem falta, pois além de equilibradas eram bem fundamentadas.
mas enfim…
abração
Tales,
por falar em capitão Kirk, Scott e baleias, já chegou a ver essa reportagem? Dá uma olhada no vídeo (caso já não tenha visto), é bem interessante:
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1386471-5603,00.html
por essas e por outras que eu sempre falo: C&T tem que levar em conta o “C” em primeiro lugar. Parcerias ou TT que pensam apenas no “T”, não adiantam muito.
abração
Hornet em 21 nov, 2009 às 0:32
EU BEM QUE DESCONFIAVA!
Agora está explicada a origem do Bosco!
Falando sério: lembro desse filme da série, sim. Embora eu não me considere um trekkmaníaco a primeira série da TV, para mim, está entre as melhores séries televisionadas de todos os tempos. Lembras daquele episódio em que o Spock “matou” o Kirk numa luta em Vulcano? Muito bom…
Esse vídeo em específico eu não conhecia, mas tinha conhecimento dessas pesquisas aqui no Brasil, bem como no exterior.
Há alguns ano o Discovery Channel (olho um pouco todos os dias, quando não estou “morto” do trabalho, assim como o NatGeo e o History) passou um programa que falava da pesquisa sobre a “propulsão” a laser (uso aspas, pois, na verdade, a “propulsão”, ou melhor, a sustentação, é causada pelo ar quente, aquecido pelo raio laser) nos EUA e lá eles usavam um veículo com essa mesma forma geométrica).
Mas falando em sistemas de “propulsão” alternativos, tu, por acaso, já ouviu falavar das pesquisas do cientista canadense Gerald Bull, que usava canhões para lançar experimentos ao espaço e pretendia construir um “super” canhão, capaz de lançar um satélite em órbitra? Se não conheces, vale a pena dar uma pesquisada. Parece a história de Júlio Verne, mas não é…Pena que assassinaram o cara (alguns dizem que foi a CIA, outros que foi o Mossad e outros a mando do Saddam Hussein, mas sobre essas teorias conspiratórias deixo para o Felipe tecer suas considerações…rsrsrsr)
Grande abraço gaudério
Outra propulsão dita “alternativa” muito interessante é a nuclear, em que, em tese, se usaria, um reator nuclear para aquecer o ar, à semelhança do que um queimador de uma turbina a jato faz hoje em dia.
Tem uns vídeos no YouTube sobre os supostos bombardeiros nucleares russos e as pesquisas americanas no mesmo sentido, incluindo possíveis diagramas do sistema. Para quem entende um pouco de inglês, vale a pena…
Abrs.
PS: não achas que seria interessante se o blog desse um maior espaço à notícias relacionadas a pesquisas ou aeronaves ditas “alternativas”?
Eu tenho um livro, na minha pequena e modesta biblioteca particular, que considero um dos mais legais dela, que se chama “Aeronaves não-convencionais” escrito por Peter M. Bowers, apresentado como engenheiro aeronáutico da Boeing (Editora Lutécia, Rio de Janeiro, RJ, 1984, Caixa Postal 23.052 – RJ – 2092), que só trata de aeronaves “esquisitas”.Comprei num sebo daqui de PoA por uns R$20,00 há uns cinco ou seis anos atrás. Recomendo.
Abrs.
Tales,
eu conhecia essa história do Gerald Bull. É uma coisa meio doida o que ele propunha. Ele deve ter lido muito “a Guerra dos Mundos” do H. G. Wells (os marcianos chegam na Terra disparados por gigantescos canhões – meio de transporte marciano, parece que é mais eficaz que o transporte público de São Paulo…hehehe).
Aproveitando a deixa, aqui tem um link para quem quiser saber melhor da história do Gerald Bull (não gosto muito, ou melhor, não gosto nada, do perfil da Super Interessante, mas enfim…pra um leitura rápida serve):
http://super.abril.com.br/ciencia/rei-disparos-445591.shtml
Já quanto as teorias da conspiração, também me atenho de especular…vamos deixar essa parte para os “catedráticos” do blog…hehehe
Eu também não sou nenhum “trecker” ou coisa que o valha, embora tenha visto os filmes e também alguns episódios do seriado. Deste episódio que vc falou eu não me lembro, acho que não assisti.
Durante um tempo, por curiosidade acadêmica, andei pesquisando a origem da Ficção Científica na literatura (que depois foi para o cinema). É bem interessante. O primeiro livro que pode ser considerado como uma espécie de “bisavô” da sci fi, é “As viagens de Gulliver, de Jonathan Swift. Que aliás é uma obra prima.
Depois apareceram alguns outros muito interessantes também, como o “Frankstein” (Mary Shelley). Mas foi entre o final do século XIX e a primeira metade do século XX que surgiram os maiores escritores de “sci fi”. H. G. Wells e Julio Verne, certamente, estão entre os melhores. Mas de todos, o que eu mais gosto (embora não seja um escritor exclusivo de “sci fi”) é Aldous Huxley. “Admirável mundo novo” (Brave New World), pra mim, é o melhor de todos. É uma obra prima e é cruel com o mundo tecnológico.
E é sempre bom termos em mente a dualidade da tecnologia: cria coisas fantásticas e cria a barbárie também, ao mesmo tempo. O Raio X que ajuda a curar e a Bomba de Hiroshima são lados de uma mesma moeda. Civilização e barbárie ao mesmo tempo. Uma coisa não está desconectada da outra. E não estará enquanto não existirem princípios ético, racional, civilizacional e humanista realmente norteadores das pesquisas e investimentos em C&T. E esse é um problema que a humanidade terá que resolver no futuro, se quiser ter algum futuro, pois não existe nada mais destrutivo e predador da vida no planeta (como um todo) que a tecnologia. E por outro lado, ela também poderá ser o elemento decisório entre a permanência da vida e a destruição dela na Terra. Essa dualidade precisa ser muito bem trabalhada, e se possível devemos anular a barbárie contida no mundo tecnológico, pois estamos andando no fio da navalha.
E a maioria dos escritores sérios de “sci fi”, já nos alertaram para isso faz tempo.
Enfim…esse papo poderia ir longe, pois é um assunto intrigante. Mas vamos ficar por aqui, senão o off-topic fica longo demais.
abração meu caro
ops! “também me atenho” = não me atenho
Um abraço aos amigos Tales e Hornet. Só agora li seus comentários sobre minha pessoa. rsr….
Valeu.
Só de curiosidade eu também sou fã de ficção científica. Na verdade gostava de ler livros de ficção bem antes de começar a ler sobre armamentos.
Sobre armamentos eu me lembro que tinha mais ou menos uns 14 (?) anos (agora tenho 48) quando vi numa banca de revista a “Segurança e Defesa” nº2. Foi a primeira revista especializada sobre o tema. De lá pra cá nunca deixei de devorar tudo sobre a ‘tecnologia militar’.
Minhas leituras preferidas são ‘ficção científica’, tecnologia militar e, pasmem, artes marciais. Sou fã incondicional de “vale tudo”. rsrsrs….
Não me esqueço da Segurança e Defesa n°2. Nela eu vi pela primeira vez referência ao míssil HARM, ADATS, etc.
Um grande abraço aos amigos.
Falando de tecnologia de propulsão, sem dúvida tanto a propulsão à laser quanto o ‘canhão’ deverão ser usados no futuro para colocar ‘microsatélites’ em órbita.
O projeto clássico do canhão do engenheiro Gerald Bull deverá ser substituído por um lançador eletromagnético que poderá com muito mais eficiência fazer a carga útil atingir a velocidade orbital.
E já que falamos de FC, eu ainda aposto que tecnologias inusitadas estarão disponíveis nos próximos anos e boto fé naquelas que buscam reduzir o arrasto. Na ficção científica tais dispositivos eram conhecidos como ‘indutores de vácuo’. rsr….
Se tais dispositivos forem agregados a um satélite lançado por um lançador de trilho eletromagnético ou a um ‘lightcraft’ colocar cargas em órbita, lançar ogivas intercontinentais, destruir satélities, etc, será muito fácil.
Antigravidade, motores de dobra e neutralizadores de inércia é assunto que fica pra depois. rsrs….
Um abraço a todos.
Senhores,
Sobre o Pod Rafael Sky Shield :
http://www.rafael.co.il/marketing/SIP_STORAGE/FILES/8/958.pdf
Sobre o Pod Rafael Litening :
http://www.rafael.co.il/marketing/SIP_STORAGE/FILES/7/477.pdf
Já que vcs falaram no Welington….volta aí ô meu…. volta por que agora que estão colocando em produção seriada o Su-35…..
Se não vou achar que vc é a Vovodka… ou o contrário, vc é um personagem da Vovodka…Rssssss.
Sds.
Tales e Bosco,
se me permitem, gostaria de deixar aqui a indicação de dois livros pra vcs (sobre este assunto que estávamos falando acima – Kirk, baleias, sci fi etc.). Os livros são estes aqui:
Dyson, Freeeman – “Mundos Imaginados”. SP: Cia das Letras
Dyson, Freeman – “Infinito em todas as direções”. SP: Cia das Letras
Não sei se vcs já conhecem ou não esses livros, mas se não conhecem, vale a pena lê-los.
O Dyson é um físico inglês, Nobel de física. Nestes dois livros ele discute, do ponto de vista da ciência, questões como: o nascimento e perspectivas atuais da tecnologia, o conhecimento sobre o espaço e o tempo, a origem da vida, a possibilidade de uma “guerra no espaço” e coisas assim. Acho que vcs gostarão de ler.
É uma leitura fácil, não é encrencada. Ele escreveu o livro para leigos (como eu..hehe) em linguagem científica especializada (isto é, não tem matemática no livro, apenas conceitos em linguagem acessível a qualquer um).
E os livros são fáceis de achar (foram publicados faz pouco tempo) e não são caros também.
abração procêis
Bosco em 21 nov, 2009 às 12:32
Valeu Bosco!
Só uma curiosidade pessoal: tu és carioca, paulista ou mineiro?
Ou nenhuma das opções anteriores?
Báh: a primeira Segurança e Defesa que lembro ter visto foi a número 29, que tenho até hoje.
Mas sempre foi uma dificuldade consegui-la aqui no sul (não sei quem é o distribuidor deles por aqui, mas tanto no interior, como em PoA é uma raridade conseguir um exemplar).
Sempre que vou ao Rio (nos últimos anos fui nos shows do The Police, da Madonna – minha ex-namorada era fã dela, no sambódromo em 2008 e nas féria de verão – janeiro – de 2008 e 2009), dou um pulo na banca do Osny, lá no centro para comprar alguns números.
Grande abraço
Baschera em 21 nov, 2009 às 16:11
DÁ-LHE INTER! Se o Goiás, o Corinthias e nosso “co-irmão” nos derem uma mão, ainda levamos esse título.
Mas, de fato, também sinto muita falta dos comentários do Welington, do Vovodka e do Mauro, entre outros.
É uma pena…
Abração gaudério. “E vamos pintar o Brasil de vermelho”…
Hornet em 21 nov, 2009 às 20:24
Valeu pela dica. Eu não conhecia essas obras, nem seu autor. Mas, nas férias de verão, irei atrás delas.
Abração, camarada!