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O Gripen NG a toda velocidade

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Gripen NG Demonstrator

vinheta-destaque-aereoNa foto acima enviada pela assessoria da Saab, o Gripen NG Demonstrator decola com pilotos da FAB para um dos voos de avaliação. O NG continua progredindo em seu programa de testes, agora incrementado com vários sistemas táticos: um radar AESA, um novo sistema de comunicações via satélite, um sistema eletro-óptico de alerta contra mísseis, além de contar também com uma maior capacidade interna de combustível.

O objetivo do Programa do Gripen NG Demonstrator é apresentar as capacidades que serão incluídas na nova geração de caças Gripen.

Entre as novidades mais visíveis, destacam-se os sensores do sistema de alerta contra mísseis e a antena do sistema de comunicações via satélite.

O radar AESA, ou seja, o sistema de varredura eletrônica ativa, é um dos recursos modernizados do Gripen. Simplificando, pode-se dizer que se trata de um radar feito de muitos elementos diminutos de antena, montados de maneira a formar uma grande antena. Cada um destes elementos pode ser controlado individualmente, viabilizando as diversas novas funções. Anteriormente, o radar do Gripen tinha uma antena mecanicamente controlada, com capacidade para iluminar uma só área por vez. Um radar AESA pode rapidamente efetuar a varredura de grandes áreas, monitorar um maior número de alvos simultaneamente, além de conferir ao piloto maior flexibilidade operacional. O novo sistema de comunicações via satélite viabiliza comunicações de voz e dados, através de um satélite.

O Gripen demo já registrou 79 voos de teste, em sua primeira bateria de testes, quando foram testados principalmente a nova configuração do trem de pouso e o novo motor, o F414G. Na segunda bateria, iniciada nesta semana, já foram feitos dois voos de teste, obtendo resultados incentivadores. Além disso, o NG demonstrator foi pilotado por oficiais brasileiros, nos testes de avaliação do Gripen NG para o programa FX-2. A equipe de avaliação pilotou o Gripen NG Demo, no início de abril de 2009. O objetivo destes testes, realizados pela FAB, foi verificar e avaliar o Gripen NG de última geração.

O relatório, em que o comitê brasileiro de avaliação analisa os três concorrentes, deverá ser entregue, em breve, ao conselho de defesa do País.

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Francoorp
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Francoorp

Era o meu preferido no inicio do FX2, mas agora com esta coisa de aliança coma França, sou mais Rafale.

Francisco AMX
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Francisco AMX

Mas o Radar AESA dele não estava atrasado?
o Gripen C/D não tinha alerta radar? vixi! e os caras diziam que ele era avançado… fazer o quê…
daqui a pouco vamos descobrir que o NG não tem desembaçador, vidro elétrico, trem-hidráulico, tapete, forração do canopy, ar-condicionado, sistema PATS anti furto, air-bag e freio ABS nem se fala… rsrsrsr
só para zuar os Felipes da vida! 🙂 não seria por este tipo de coisa que a SAAB propaga o preço do NG? tu compra e depois começa a perceber que faltam umas coisinhas… rsrsrsrs

Tomcat
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Tomcat

“O relatório, em que o comitê brasileiro de avaliação analisa os três concorrentes, deverá ser entregue, em breve, ao conselho de defesa do País.”

Breve, quando?

Tomcat
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Tomcat

Francisco,

Tinha tudo isso, mas recebeu upgrades: o radar passou a ser AESA, o RWR passou a ser eletro-óptico, gahnou um novo sistema de comunicações via satélite, e por aí vai.

Resumindo, fizeram um overhauling nele 🙂

Te digo que gostei!

Luan
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Luan

Francisco AMX em 04 nov, 2009 às 17:00

O sô moçu…carma,rss

o Gripen NG esta sendo criado para ser mais moderno e efetivo que o C/D,se pegasse tudo do antigo e colocasse no novo não ia adiantar nada 🙂

abração.

Pancho
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Pancho

Esse é meu garoto! hahahha…

Torço muito pelo NG no FX-2… meu favorito…

Abraço…

Latino
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Latino

NEM vespão nem rafaleco ,não queremos rainhas de hangar

como diria nosso camarada hornet :

“O Lula disse que iriam oferecer os caças de graça. Já conseguiu 50% de desconto e o ministro achou ruim. Avião francês, só se for a Carla Bruni…”

Paulo Renato
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Paulo Renato

Lendo o que saiu no DefesaNet “parece” que a proposta da França está sendo muito boa e até tem interesse de outros Países nesse acordo, vamos aguardar e ver o resultado, mas tudo está direcionado para a França memso parece que não vai ter jeito.

Vejam o Link:

http://www.defesanet.com.br/01_lz/fx2/01_gl_04nov09.htm

Abs.

Tomcat
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Tomcat

Já que todo mundo manda Off-Topic, aqui vai o meu… Já está sendo projetado o substituto do F-35, que será de 6a geração: Lockheed Martin Sabre Warrior. O Sabre Warrior tem 14 metros de comprimeiro por 11 de envergadura, capaz de levantar voo com uma carga de 13.000kg. Possui duas seções de carga modulares, que podem ser alteradas pelos soldados no campo de batalha. Cada baia pode comportar um míssil de 900kg ou dois AIM-120 AMRAAM, ou ainda 10 bombas ou sensores, ou mesmo combustível extra para missões especialmente longas — mesmo sendo capaz de reabastecer em voo. Seu nariz… Read more »

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

Olha ele aí. E tinha gente dizendo que ele é de papel…

casag
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casag

Clésio Luiz

Fiquei aliviado quando li teu post lembrando que para atingir/ultrapassar Mach 2 a aeronave precisa ter entradas de ar de
geometria variável. Olhava os finalistas do FX, só via entradas fixas, e o pessoal falando de 2.440 Km/h e tal.

Pensei que fossem novos tipo de turbina ou nova maneira de modular
o ar aspirado.
Tô vendo que eram bobagens de imprensa, prá variar.

Ah, coloque os valores de carga real de cada um dos três aviões que
você não teve tempo/saco de postar ontem.

Wilson "Giordani" de Souza
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Wilson "Giordani" de Souza

A imagem do post virou papel de parede aqui no note… 🙂

[]s

Tales
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Tales

Paulo Renato em 04 nov, 2009 às 18:04

Pois é Paulo: também li os artigos que foram publicados no site Defesanet e continua me chmando a atenção que nada de POSITIVO sobre o Rafale e propaganda deste pelo Ministro da Defesa Francês tenha sido publicado aqui.
Sequer no blog do poder naval foi feita menção à oferta das fragatas FREEM ao Brasil.
Parece que a França está fora de moda por estas “paragens”, embora sejo o ano da França no Brasil…

Alexandre Galante
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Alexandre Galante

Tales, oferta de FREMM para a MB é notícia velha, já está no Blog Naval faz muito tempo. Por enquanto não há nada de novo nessa área. Se a DCNS mandar release diretamente pra gente com novidades, publicamos na hora.

Alexandre Galante
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Alexandre Galante

Tales, se você puxar Rafale no campo busca do Blog, vai ver quantas matérias do Rafale publicamos. Teve até gente dizendo que estávamos fazendo propaganda do jato francês, assim também como falaram também quando tratamos dos outros aviões.

Tales
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Tales

casag em 04 nov, 2009 às 20:11
“Fiquei aliviado quando li teu post lembrando que para atingir/ultrapassar Mach 2 a aeronave precisa ter entradas de ar de
geometria variável. Olhava os finalistas do FX, só via entradas fixas, e o pessoal falando de 2.440 Km/h e tal.”

De onde tiraram essa (des)informação???
Só para citar um exemplo, as entradas de ar das turbinas do F-4 Phantom são fixas e ele ultrapassa Mach 2!

Justin Case
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Justin Case

Nas nos motores hoje utilizados, o motor não pode receber, no compressor, um fluxo de ar supersônico.
Para tal, devem existir dispositivos aerodinâmicos para manter subsônico esse fluxo.
Por teoria, todo o fluxo de ar que está atrás de uma onda de choque é subsônico.
Por esse motivo, vários motores mais antigos utilizavam um cone móvel na entrada de ar para criar essa onda de choque de modo que ela fique imediatamente antes da entrada.
Hoje não sei se existem outra tecnologia que permita obter os mesmos resultados.
Vale a pena pesquisar.

Se bem que, hoje, pouco serve ter o avião que “corre mais”.

Justin

Tales
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Tales

Alexandre Galante: Ok, Galante. De fato, concordo que as FREMM não são novidade (embora no contexto da parceria proposta no FX-2 o sejam) e que o blog já publicou notícias favoráveis ao Rafale (embora faça algum “tempinho”…). Mas achei estranho que não foi DESTACADA a visita e as assertivas do Ministro de Defesa francês… No blog do poder naval sequer foi feita menção ao fato de que ele e o N. Jobim fizeram um vôo sobre a áerea onde será construída a base/estaleiro dos subs nucleares… Outros sites deram AMPLA cobertura à “visita” do francês, embora o única afirmação “nova”… Read more »

Tales
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Tales

Galante:

só para esclarecer: torço pelo Rafale e, depois, pelo Gripen.

Mas prefiro as SUECAS às francesas…eheheh

Felipe Cps
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Felipe Cps

Que coisa neh? E ele “não existia”… Era “avião de papel”…

TAÍ: A FAB JÁ VOOU NELE! Falar mais o que para os contrários a esse excelente projeto?

Pois então que fiquem com as rainhas do hangar francesas…

casag
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casag

Tales,

O F-4 tem placas laterais que modulam a entrada de ar para as turbinas.

andrepoa
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andrepoa

Sem dúvida uma bela aeronave este gripen mas ainda fico com a frança.

Edmar
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Edmar

Caros Amigos.:

O “Saab Gripen NG” é sem dúvida o melhor avião e mais capacitado para substituir os “F-5M” e “AMX A-1”..
Agora para substituir os “Mirage F-2000” é melhor o “Dassault Rafale F-3” ou o “Boeing F/A-18 S H”.

Abraços.

Bosco
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Bosco

Francisco, o Gripen não tem um sistema de ‘alerta de aproximação de mísseis’ ou MAWS. O RWR ele tem. Em geral, embora existam sistemas de alerta de aproximação de mísseis (MAWS) ativos, como pequenos radares ao redor da aeronave, a maioria absoluta é formada por sensores passivos sensíveis ao espectro IR e UV. Não é comum esses sistemas em caças de alta performance, mas são comuns em aviões de transporte, helicópteros táticos, etc. Geralmente são associados a aeronaves lentas (na decolagem e no pouso) que são alvos fáceis de mísseis portáteis guiados por calor. O sensor do sistema de alerta… Read more »

Bosco
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Bosco

Aeronaves lentas (incluíndo helicópteros) precisam lançar uma imensa quantidade de flares para ‘enganar’ um míssil guiado por calor, daí o método ‘reativo’ ter melhor custo benefício e ser mais eficaz. Por isso precisam de um MAWS. Seria um absurdo lançar dezenas (ou centenas) de flares de modo preventivo. Caças lançam apenas alguns flares (2 ou 3) e manobram violentamente saindo rapidamente fora da zona perigosa. Como usam poucos flares não é um grande inconveniente operarem no modo ‘preventivo’ quando estão em alguma situação que possa oferecer perigo. Vale salientar que cada vez mais as cabeças de busca dos mísseis termoguiados… Read more »

Dalton
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Dalton

Bosco…

sei que vc sabe, mas na hora deve ter pesado o fato do Air Force One , o avião do Obama, ser um “747” assim como o “747” que está sendo utilizado para testar o laser.

abraços

Bosco
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Bosco

Dalton,
o laser que eu me referi instalado no 747 do “Obama” não é o mesmo que tem no 747 do programa ABL.
O do Obama é pequenininho e apenas ‘cega’ um míssil do porte do Igla a uns 2 km. O do ABL é gigantesco (ocupa todo o avião e pesa carregado umas 150 t) faz um míssil do porte de um SCUD pra cima explodir no ar a uns 600 km de distância.
Um abraço meu amigo.

Bosco
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Bosco

Dalton,
mas como desde a “Marinha do Afeganistão” você me deixa com a ‘pulga atrás da orelha’ eu vou conferir se o AF-1 do Obama tem mesmo um laser fazendo parte do seu sistema de IRCM.
Depois de conto.
Um abraço.

Tales
Visitante
Tales

casag em 05 nov, 2009 às 7:35 “O F-4 tem placas laterais que modulam a entrada de ar para as turbinas.” Bueno (como dizem os castelhanos): então tu consideras “móveis” as tomadas de ar das turbinas do Mig-21 e da família Mirage? Nessas, apenas o difusor é móvel. Todo o restante da carenagem da entrada de ar é fixo. Algo bem diferente, por exemplo, do que acontece com as entradas de ar das turbinas do F-15 Eagle e do Mig-25 Foxbat. Sempre soube que o fluxo de ar em velocidades supersônicas se revela turbulento, com vórtices, o que, entre outros… Read more »

Tales
Visitante
Tales

Desculpe, mandei a mensagem sem terminar uma frase.
Segue agora:

Sempre achei que placas das entradas de ar das turbinas do F-4 Phantom eram fixas, mas que, pelo seu ângulo de disposição, elas alteravam a direção e a velocidade do fluxo ar, tornando-o menos turbulento.

Tales
Visitante
Tales

Grande BOSCO:
Tu já deves saber, mas complementando teu comentário vale lembrar que os sul-africanos usam outra técnica contra contra-medidas muito interessante: ao invés do míssil seguir um ponto de calor ou uma imagem, ele persegue o VETOR (ou seja, o segmento de reta orientado formado pelo deslocamento do alvo). Se outro “contato” não segue a mesma direção (caso do flare), ele simplesmente o desconsidera como alvo. Acho essa técnica mais simples, eficiente, barata e lógica!
Abrs.

Tales
Visitante
Tales

andrepoa em 05 nov, 2009 às 9:10

Chagaste a ver o debate, em outro post, sobre chips e circuitos integrados civis/militares?
Acho que com teus conhecimentos, teus comentários seriam muito bem vindos.
Abraço, gaudério

Clésio Luiz
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Clésio Luiz

@Tales e casag: Sobre as tomadas de ar e Mach 2: Para chegar a Mach 2, basta que você tenha potência e aerodinâmica para tal. O F-16 tem, o Gripen tem, O Draken J-35F, o Eurofighter Typhoon. Todos esses tem tomadas de ar “fixas” e chegam a duas vezes a velocidade do som. Para PASSAR de mach 2, só modulando a forma como o ar atinge a turbina. O que o Justin Case falou é corretíssimo. Você precisa frear o ar para que a turbina possa trabalhar melhor com ele. Tomadas de ar de geometria variável é um termo que… Read more »

Bosco
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Bosco
Bosco
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Bosco

Clésio e Tales,
ótima a discussão sobre as entradas de ar e os regimes de vôo.

Dalton
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Dalton

valeu Bosco…

depois que postei , parei para pensar e realmente faz sentido que
o aviao presidencial americano tenha algum tipo de defesa contra misseis e não apenas formas “passivas” de defesa.

abraços

Tomcat
Visitante
Tomcat

Prezados,

O F-14 também tem um ótimo e complexo sistema nas tomadas de ar. Mesmo assim, os turbofans P&W TF-30 sofriam muito com perda de fluxo e stall do compressor.
Problema resolvido quando os motores mudaram para os GE F-110

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