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F-15J broken tail planeUm caça F-15J da Air Self-Defense Force (ASDF) do Japão perdeu um pedaço frontal do estabilizador horizontal durante show aéreo no domingo (29.11). O fragmento de 2,4m aparece no vídeo acima se desprendendo do avião. Na foto à direita o estabilizador do caça depois do acidente.

A ASDF começou uma inspeção imediata na sua frota de 202 caças F-15, que estarão “groundeados” até que a verificação se complete.

A inspeção pré-voo foi realizada normalmente e não revelou problemas e a ASDF continua investigando.

FONTE: The Mainichi Daily News

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EEAER 2009A Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), localizada em Guaratinguetá (SP), formou nesta sexta-feira (27), 666 novos sargentos da Força Aérea Brasileira (FAB). Participaram da cerimônia de formatura o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, e integrantes do Alto-Comando da instituição. Autoridades civis, como o prefeito da cidade, Antonio Gilberto Filippo Fernandes Junior, também prestigiaram o evento.

Os novos sargentos, 380 homens e 286 mulheres, são provenientes de três cursos de formação: 229 alunos do Curso de Formação de Sargentos (CFS),com duração de dois anos, 163 do Básico de Controlador de Tráfego Aéreo-Modalidade Especial (BCTME), de um ano, e 274 do Estágio de Adaptação a Graduação de Sargento (EAGS), de seis meses de instrução.

Na solenidade, o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito ressaltou que a Escola de Especialistas oferta à Força Aérea Brasileira mais um seleto grupo de sargentos, preparados e convictos do papel de perpetuadores dos ideais de uma instituição íntegra, coesa e respeitada. Também salientou o início de uma nova etapa na vida dos recém-formados.

“Será uma caminhada repleta de desafios, mas também, de muitas e inesquecíveis realizações. Tenham convicção de que os senhores e as senhoras receberam, nestes pátios e galpões, as ferramentas e conhecimentos essenciais ao exercícios de suas funções. Reflitam sobre a responsabilidade depositada sobre seus ombros de manter forte e operacional a Aeronáutica que lhes foi legada pelos valorosos especialistas que por aqui passaram”, explicou o Tenente-Brigadeiro Saito.

A Escola de Especialistas de Aeronáutica foi criada em 25 de março de 1941, ocupando inicialmente as instalações da extinta Escola de Aviação Naval na Ponta do Galeão, no Rio de Janeiro. O primeiro concurso de admissão foi realizado em abril de 1941, com 200 vagas, mas apenas 34 candidatos passaram na prova. Ao longo de sua história , a EEAR formou mais de 60 mil graduados para a FAB.

A recém-formada pelo CFS, Joisebel Mendes Guedes, 25 anos, primeira colocada de sua turma, passou a fazer parte dessa estatística. Natural de São Gabriel, no Rio Grande do Sul, ela disse que os dois anos na Escola lhe ofereceram muito aprendizado.

“Era um sonho que sempre tive de seguir a carreira militar. Nesses dois anos extrai muitas lições aqui nesta escola e uma das mais importantes foram as várias amizades que fiz aqui. Convivi com pessoas de todo os estados do Brasil, isso foi muito bom”, disse Joisebel. “Agora pretendo crescer como profissional na Força Aérea”, completou.

As expectativas de Sad Mychaeell Batista de Oliveira, primeiro colocado do BCTME, também são a de buscar e conquistar espaço em sua nova função.
“Acho que temos um futuro promissor. Foi muito sacrifício e esforço para chegar até aqui. Mas hoje a gente percebe que tudo valeu a pena. O apoio da minha família foi decisivo. Como sou do nordeste, fiquei praticamente seis meses sem ver os meus parentes e sem o apoio deles nada seria possível”, explica o militar natural de Natal, Rio Grande do Norte. “Eu já era militar, mas a gente sempre acaba fortalecendo certos preceitos como companheirismo e disciplina”, afirmou o sargento que já sonha com o oficialato.

Em Família

Os filhos se espelham nos pais. Essa máxima não poderia se adequar de forma mais perfeita à família do Suboficial Agnaldo Ferreira Pinto Cabral, 43 anos, do efetivo da EEAR. Na cerimônia de formatura, ele não escondia a satisfação ao ver sua filha, Tamires Gonçalves Cabral, 19 anos, passar pelo rito de jogar o quepe para o alto e concluir o curso.
“É uma emoção muito grande. Além de ser minha filha, foi minha aluna, pois era encarregado do esquadrão ao qual ela pertencia. Por isso, para mim foi um orgulho redobrado. Não tem emoção igual. Desde pequena a Tamires sempre vivenciou esse dia a dia militar e sabia como era a nossa rotina. Talvez esse foi o motivo que a fez se interessar em seguir a carreira”, disse o suboficial. Apesar da convivência no mesmo esquadrão, o que prevaleceu foi o profissionalismo. “O pai era dentro de casa. Aqui na escola nossas relações se mantinham entre a aluna e o suboficial”, enfatizou o militar.

“Eu estou muito feliz. É um curso muito corrido, e a nossa função, de controle de tráfego, requer muita responsabilidade, mas foi muito bacana. Agora vou trabalhar em São Paulo e no próximo ano farei um curso em São José dos Campos. Há muita coisa ainda para se aprender”, dizia a Sargento Tamires Gonçalves Cabral.

Os sargentos Joisebel Mendes Guedes, Vinícius Martinez Campos e Sad Mychaeell Batista de Oliveira receberam os prêmios “Ministério da Defesa” e “Força Aérea Brasileira” por terem sido os primeiros colocados, respectivamente, nos cursos CFS, BCTME e EAGS.

FONTE: CECOMSAER

RAAF se despede do DHC–4 ‘Caribou’

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Real Força Aérea Australiana dá adeus ao seu mais velho avião

vinheta-destaque-aereoEm cerimônia do aeroporto de Camberra no dia 27.11.09, a RAAF presenteou o Australian War Memorial com a aeronave Caribou A4–140. A Austrália foi uma das primeiras operadoras do Caribou (recebendo 29 aeronaves de 1964 a 1971) e a que operou o avião por mais tempo. Famoso por sua habilidade de decolar e pousar curto em pistas não-preparadas, o Caribou substituiu o Dakota no 38th Squadron.

O avião deixa uma impressionante folha de serviços em tempos de guerra e de paz e ficará na saudade dos entusiastas.

Caribou

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FONTE: Ministério da Defesa da Austrália

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Beechcraft joga duro no mercado de defesa

‘Lobby’ pode atrapalhar vendas do Super Tucano para a USAF

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vinheta-clippingAtribulada pela forte queda das vendas de jatos para empresas e pequenos aviões, a fabricante americana de aeronaves Hawker Beechcraft Corp. está tentando ir atrás do único consumidor que ainda está gastando: o governo dos Estados Unidos.

A Hawker, uma das mais antigas empresas de aviação dos EUA, embarcou num agressivo esforço para expandir seus negócios de aviões militares na esperança de aumentar seus contratos com as forças armadas americanas e de outros países. Numa feira da Associação Nacional da Aviação Empresarial dos EUA em Orlando no mês passado, o presidente da Hawker, Bill Boisture, chegou a vestir um uniforme militar para falar sobre os programas militares da companhia.

“Estamos planejando aguentar uma fase difícil no lado de novos jatinhos corporativos até 2012″, disse Boisture numa recente entrevista ao Wall Street Journal nesta cidade no centro dos EUA, “de modo que temos a sorte de ter o reforço propiciado pelos contratos” militares.

No trimestre encerrado em 27 de setembro, a Hawker, controlada em sociedade pelo banco Goldman Sachs Group Inc. e uma afiliada da firma de private-equity Onex Corp., divulgou prejuízo de US$ 684 milhões com faturamento de US$ 758 milhões. Seu negócio principal, a venda de jatos corporativos e aviões para uso geral, caiu para US$ 504 milhões depois de chegar a US$ 604 milhões um ano antes. O único ponto positivo foi o faturamento na divisão de aviões de treinamento para uso militar, que subiu de US$ 77 milhões para US$ 170 milhões em um ano.

A Hawker está convencida de que suas vendas militares pode subir ainda mais. Ela forneceu ao Pentágono um modelo para treinamento básico de pilotos nos últimos oito anos e já exportou seus aviões para forças armadas em todo o mundo. Agora, está tentando expandir seus negócios militares com uma nova versão de um monomotor turboélice de alto desempenho, de dois lugares. A Hawker afirma que ele pode ser usado como avião de treinamento avançado ou ser armado como um avião de ataque para combater forças no solo.

Com a gigante do setor de defesa Lockheed Martin Corp., a Hawker Beechcraft planeja formalizar uma oferta para um contrato de fornecimento de 100 desses aviões para a Força Aérea, assim como um contrato para fornecer até 20 para a divisão de aeronáutica do exército afegão.

A Força Aérea só deve concluir a licitação no ano que vem. A Empresa Brasileira de Aeronáutica SA, de São José dos Campos, SP, também poderia fazer uma oferta.

Em novembro de 2008, a Hawker, trabalhando com a L-3 Communications Holdings Inc., conseguiu um contrato para vender 29 de seus turboélices King Air configurados como aviões de vigilância para fins militares.

A estratégia da companhia coincide com o interesse do Pentágono em adquirir sistemas bélicos mais baratos para as guerras modernas. A sede das forças armadas americanas está evitando programas caros como aviões de caça e sistemas de mísseis de efesa em favor de alternativas mais baratas que pode ser usadas rapidamente em lugares como o Afeganistão.

Essa estratégia abriu oportunidades para outras empresas industriais que querem usar vendas para o Pentágono para compensar o enfraquecimento dos negócios comerciais.

Mas é improvável que contratos militares compensem a queda nos negócios de aviação geral da Hawker. Concorrentes dela como a Cessna Aircraft Co., da Textron Inc., e a Learjet, da Bombardier Inc., também foram assoladas pela queda do mercado e demitiram milhares de empregados e reduziram a produção.

A própria Hawker já anunciou 2.800 demissões e o fechamento de uma fábrica nos EUA. Em suas vastas instalações aqui, algumas das linhas de montagem de jatinhos estão ociosas, enquanto a produção de seus modelos turboélice Baron e Bonanza foi cortada pela metade, segundo uma pessoa a par dos detalhes.

Mas pelo menos um prédio está em plena atividade, com trabalhadores construindo variações do avião de treinamento militar básico T-6. A Hawker já fez quase 570 deles desde que as Forças Aéreas o escolheram como seu novo avião de treinamento básico de pilotos em 2001. Desde então, a Marinha dos EUA e forças armadas em Israel, Grécia, Marrocos e Iraque já compraram variações do avião.

Se vencer a licitação da Força Aérea, a companhia vai usar o contrato como um colchão para o que especialistas do setor acreditam que será uma lenta recuperação da indústria de aviação geral que só ganhará tração a partir de 2012.

FONTE: The Wallstreet Journal, via Notimp

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Virgínia Silveira

vinheta-clippingA Embraer está desenvolvendo um programa de melhoria dos custos de manutenção dos seus jatos, ampliando o intervalo de tempo entre as revisões programadas feitas pelos operadores. O objetivo do programa, segundo o diretor de Suporte ao Cliente da aviação Comercial, Maurício Rodrigues Aveiro, é chegar a uma redução de 10% nos custos de manutenção das aeronaves, num prazo de três anos. O trabalho será feito com base em informações coletadas em campo e através do monitoramento do desempenho da frota junto às companhias aéreas.

Numa primeira etapa, segundo Aveiro, a empresa espera aumentar de 6 mil para 7,5 mil horas o intervalo de tempo para a manutenção pesada e de 600 para 750 horas as atividades de manutenção leve. Entre 2001 e 2008, mais de 40 projetos foram implantados pela empresa e seus operadores, visando à redução de custos de manutenção.

“Esses projetos resultaram em uma economia de US$ 50 por hora de voo, no caso dos jatos da família ERJ-145″, disse Aveiro. As aeronaves acumulam mais de 15 milhões de horas de voo, o que significa um ganho de US$ 750 milhões com a redução nos custos de manutenção dos operadores. A Embraer já entregou mais de 1,1 mil jatos ERJ-145 e outros 600 E-Jets, operados por 60 companhias aéreas de 36 países.

Segundo o diretor da Embraer, o mesmo tipo de trabalho feito com os jatos da família ERJ-145 será aplicado aos E-Jets, aeronaves de 70 a 120 assentos. “Já existe um plano de trabalho que será desenvolvido com os clientes desses jatos, que entraram há pouco tempo em operação no mercado e hoje já acumulam um total de 3 milhões de horas de voo”, explica o executivo da empresa.

Atualmente, segundo Aveiro, o índice de despachabilidade dos jatos Embraer, ou seja, o tempo que eles ficam disponíveis para voo, é de 99,8%, considerado um dos mais altos do mundo. “De cada 1000, só dois ficam parados por algum problema técnico.” O executivo ressalta que, nos últimos 12 meses, o nível de satisfação dos clientes da empresa com os serviços de suporte técnico e suporte às operações foi próximo de 100%.

Chegar a esse estágio, segundo o presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado, não foi fácil. “Conquistamos o padrão dos melhores aviões e das linhas aéreas mais exigentes do mundo.” Além de aviões confiáveis, segundo Curado, a Embraer tem hoje uma estrutura de peças bem distribuída no mundo e uma infraestrutura de suporte compatível. “Isso não se aprende em um ou dois anos. Além de fazer o avião, dominamos a tarefa de apoiar esse avião por 20 ou 30 anos”, completou.

O monitoramento da frota total de aeronaves fabricadas pela Embraer, assim como da frota individual de cada cliente, é realizado através da rede de serviços da empresa, que conta hoje com três centros de excelência próprios e cinco oficinas autorizadas.

Os centros de serviços próprios estão em Gavião Peixoto (SP); Nashiville, nos EUA; e em Alverca, nas instalações da Ogma, em Portugal, responsável pelas operações de manutenção da Embraer na Europa. Adquirido em 2002, o centro de Nashiville desenvolve atividades de assistência técnica para a frota que opera nos EUA, Canadá e México.

O Suporte de Campo Embraer é baseado no trabalho dos chamados gerentes de conta. Todo proprietário de aeronave Embraer tem a sua disposição um gerente de conta, responsável por atende-lo em todos os aspectos de suas operações, incluindo manutenção, operações de voo e peças de reposição.

A Embraer mantém estoques de peças de reposição que podem ser disponibilizadas para seus clientes 24 horas por dia. Os serviços são prestados pelos Centros de Venda e Distribuição em São José dos Campos (Brasil), Fort Lauderdale (EUA) e Villepinte (França), ou pelo Centro de Distribuição da Embraer em Weybridge (Inglaterra).

O acesso dos clientes da Embraer aos seus serviços de pós venda também é facilitado pelo portal “FlyEmbraer”, uma ferramenta que oferece dados on-line para o suporte às atividades de engenharia e manutenção da frota de aeronaves, com maior nível de segurança e eficiência.

FONTE: Valor Econômico

 

Denise Chrispim Marin e Lisandra Paraguassú

vinheta-clippingO interesse da França na compra de 36 caças pela Força Aérea Brasileira (FAB) levou o presidente Nicolas Sarkozy a cruzar o Atlântico ontem e despender três horas, em Manaus, em uma discussão sobre mudança climática com dois chefes de Estado e sete ministros de países amazônicos. Mas, nas duas conversas reservadas que manteve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Sarkozy não conseguiu extrair nenhum sinal mais claro de que a Dassault, fabricante das aeronaves de combate Rafale, vencerá a concorrência da FAB.

No encontro bilateral, Lula apenas afirmou a Sarkozy que o processo de concorrência prosseguirá, sem data para ser concluído, segundo o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. Pouco antes, em entrevista à imprensa na qual estava sentado ao lado de Lula, Sarkozy declarara sua expectativa de ver a Dassault vencer os concorrentes Saab, a empresa sueca que fabrica os caças Gripen, e a americana Boeing, fabricante do F-18. “Temos confiança que a França será escolhida.”

Em setembro passado, convidado especial da comemoração do Dia da Independência, Sarkozy havia recebido uma clara disposição do governo Lula de optar pelos caças Rafale para o projeto FX-2, de reequipamento da FAB. Em comunicado conjunto, Brasil e França anunciaram o início das negociações, sob o amparo de um compromisso francês de “transferência irrestrita” de tecnologia de fabricação dos aviões. A iniciativa levou os concorrentes a reforçar suas propostas e, de certa forma, impulsionou uma nova rodada de barganhas.

FONTE/FOTO: Estadao.com.br/Reuters

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US$ 1,2 bi em helicópteros para o Iraque

No dia 18 de novembro passado a DSCA (Defense Security Cooperation Agency) notificou o Congresso Americano sobre a possibilidade de venda, via FMS(Foreign Military Sale), de helicópteros para o Governo do Iraque.

O Governo do Iraque solicitou a aquisição de helicópteros, peças, partes, equipamentos, treinamento e apoio logístico avaliado em em 1,2 bilhão de dólares.

O modelo ainda não foi definido, mas a decisão está entre os seguintes helicópteros: AugustaWestland AW109, Bell 429, UH-72 A Lakota para a faixa de modelos leves e AugustaWestland AW-139, Bell 412 e Sikorsky UH-60M Black Hawk para modelos médios.

O número de unidades varia entre 12 para os modelos leves  e 15 para os helicópteros médios.

FONTE: DSCA

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Quem produziu as aeronaves?

Na Segunda Guerra Mundial, as fábricas de aviões nos EUA produziram mais de 300.000 unidades, ao custo de aproximadamente US$ 45 bilhões. No gráfico abaixo, os 11 maiores fabricantes e respectivas quantidades de aeronaves produzidas, que representaram 77% do total.

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FONTE: A History of the United States Air Force 1907-1957, Alfred Goldberg

‘Voo solo’ no Japão

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Com treinadores como esses, quem é que precisa de LIFT?

 

‘Desafio Poder Aéreo’ 11

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DICA: foi empregado pela FAB. Resposta na próxima terça-feira.

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MD-11 acidenta-se na China

A aeronave havia sido entregue à empresa de transporte aéreo do Zimbabwe recentemente. Fabricada 18 anos atrás, o MD-11 faria um voo entre Xangai e Quirquistão.

 

IFF foto ThalesNa última quinta-feira, 26 de novembro, a Thales informou que seus equipamentos TSB 2512 IFF (Combined Interrogator Transponder – CIT) e  TSC 2002 IFF  foram objetos de testes nos EUA.  Os testes, que segundo a empresa foram bem sucedidos, tiveram como objetivo mostrar que esses equipamentos se comunicam com sistemas norte-americanos equivalentes, de maneira a validar a interoperabilidade dos desenvolvimentos do novo modo seguro (criptografado) da OTAN, designado como Mode 5.

O TSB 2512 (que combina as funções de interrogador e transponder) equipa as aeronaves de combate Rafale, enquanto o TSC 2002 (transponder IFF), equipa plataformas diversas como os helicópteros EC 725 (modelo encomendado pelo Brasil com o nome Super Cougar), os transportes C130 e os SDCA – Système de Détection et de Commandement Aéroporté – E-3F (a versão “avião radar” ou, mais precisamente, AWACS, do Boeing 707-320B). Os dois equipamentos compartilham um núcleo (core) comum a toda a família IFF da Thales, segundo a empresa.

Os testes foram realizados nos laboratórios do US Naval Air Systems Command (US NAVAIR), localizados em Patuxent River, no estado de Maryland (EUA) e foram organizados pela DGA (Direction générale de l’armement) francesa e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. São decorrência do contrato IFF NG (Nova Geração)  Mode 5 e Mode S recebido pela Thales para fornecer mais de 160 sets de equipamentos IFF (Identification Friend or Foe – Identificação Amigo ou Inimigo).

Segundo a DGA, o Mode 5 está sendo desenvolvido devido a insuficiências do Mode 4 da OTAN, devendo substituir todos os modos atuais (1, 2, 3 e 4). O Mode S é destinado à aviação civil, e tem por objetivo superar os pontos fracos dos modos atuais (A & C) em área de tráfego pesado e, eventualmente, substituir estes dois modos.

FONTES: Thales e DGA FOTO: Thales

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