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Concurso: Provas para Sargento da Aeronáutica têm nova data

As provas escritas de dois exames de admissão para a carreira de sargento da Aeronáutica tiveram sua data alterada. A prova do Estágio de Adaptação a Graduação de Sargento 2/2010 (EAGS) acontecerá no dia 12 de dezembro e do Curso de Formação de Sargentos 2/2010 (CFS), no dia 13 de dezembro.

A mudança ocorreu a pedido do Ministério de Educação (MEC) para não haver sobreposição com a nova data estipulada para a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

O CFS e o EAGS 2/2210 começam no dia 08 de julho de 2010 e são ministrados pela Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR), em Guaratinguetá-SP. Ambos abrangem instruções nos Campos Geral, Militar e Técnico-Especializado, ministradas sob regime de internato. O processo seletivo ocorre duas vezes ao ano. Acompanhe os editais pelo site www.fab.mil.br.

LOCALIDADES DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS: Belém (PA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Campo Grande (MS), Pirassununga (SP), São José dos Campos (SP), Canoas (RS), Curitiba (PR), Brasília (DF), Manaus (AM), Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO).

Fonte: DEPENS

 

Nenhuma das metas estabelecidas em 1961 foi cumprida

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vinheta-clippingO diretor da empresa binacional Alcântara Cyclone Space (ACS), Roberto Amaral, afirmou, na semana passada, em audiência da Comissão de Relações Exteriores, que o País não tem projetos estratégicos consequentes fora da área econômica. “Qualquer burocrata de terceiro escalão nos ministérios da Fazenda ou do Planejamento barra os recursos para um projeto nacional estratégico”, lamentou Amaral. “O detonador que provocou o acidente (em Alcântara) foi a dieta de recursos”, acusou.

A empresa Alcântara Cyclone Space foi criada em 2006 pelo Brasil e a Ucrânia para operar e comercializar serviços de veículos lançadores de satélites a partir de Alcântara, no Maranhão. O mercado mundial de lançamentos de satélites é da casa de 6 bilhões de dólares (cerca de R$ 10,4 bilhões) por ano.

Entraves – Roberto Amaral mencionou os entraves que têm impedido a concretização do lançamento brasileiro. Problemas de localização, de logística – o governo desistiu da construção do porto previsto -, de formação e manutenção de pessoal, de conflitos com a comunidade local e de licenciamento ambiental vêm atrasando o programa de lançamentos. Também existe a pressão dos países detentores da tecnologia, que chega até à proibição do fornecimento de componentes.

A atuação do Ibama foi fortemente questionada pelo diretor. Os custos para o licenciamento já chegam a R$ 20 milhões, o que não se justificaria em se tratando de um projeto estratégico, de interesse nacional. “É o governo trabalhando contra o governo” resume o deputado Ribamar Alves (PSB-MA), que sugeriu que a Câmara, e especialmente o Partido Verde, auxiliassem na solução desse entrave junto ao Ibama e ao próprio ministro do Meio Ambiente.

Entretanto, segundo Amaral, de todas as dificuldades, a falta de uma política permanente e de recursos adequados é a principal. “O Brasil foi ultrapassado por Israel, Irã e Coreia do Sul, e agora, ao que tudo indica, também pela Coreia do Norte”.

O programa espacial brasileiro foi iniciado em 1961, quando foi criada a Comissão Nacional de Atividades Espaciais. “Estávamos à frente da Índia e da China”, informou Amaral. “A China lançou seu primeiro satélite em 1970. Hoje lança um voo tripulado, tem 27 mil empregados; e nós não conseguimos cumprir nenhuma das metas estabelecidas em 1961”, comparou.

Em 1977, o Brasil estava em condições de igualdade em tecnologia de veículos espaciais com a Índia. Hoje, a Índia domina a tecnologia de propulsão líquida criogênica e, junto com a China, destaca-se por seus programas espaciais com lançamentos de veículos e satélites de grande porte e o domínio completo da tecnologia espacial.

Brasil paga a outros países para colocar satélite em órbita

Toda vez que precisa colocar um satélite em órbita, o Brasil paga, por lançamento, de 25 a 50 milhões de dólares a outros países. Ao dominar a tecnologia de lançamento, poderá cobrar isso para lançar satélites de terceiros. O custo do lançamento em Alcântara, pela proximidade com o Equador, pode ser 30% mais barato do que nos países lançadores do hemisfério norte.

Segundo Roberto Amaral, já existem os mercados “cativos” brasileiro e ucraniano; também há perspectivas comerciais no mercado latinoamericano. Argentina, Venezuela e Colômbia têm planos de lançamento, e o próprio mercado americano, apesar das fortes restrições políticas e de segurança, é um cliente potencial.

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FONTE: Portal Câmara / FOTOS: Poder Aéreo

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Teste do propulsor S40M e certificação do foguete VSB-30

DCTA realiza Operação Ômega em São José dos Campos


O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Aeronáutica (DCTA) realizará, quinta-feira, dia 15, na Usina Coronel Abner, a Operação Ômega. Durante o evento, haverá um ensaio de queima em banco de provas do propulsor S40M e a certificação do foguete sub-orbital VSB-30. O evento contará com a presença do Ministro da Defesa, Nelson Jobim e do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Juniti Saito.

O Propulsor S40M foi desenvolvido para compor o veículo VS-40 que será utilizado no lançamento do Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA) Suborbital. O SARA Suborbital foi concebido para qualificar sistemas do SARA Orbital, tais como o sistema de recuperação e eletrônica embarcada (sensores inerciais, atuadores de controle e telemetria). O ensaio com o S40M tem por objetivo comprovar experimentalmente a funcionalidade das alterações realizadas em itens como ignitor, dispositivo mecânico de segurança, tampa traseira e proteção térmica da região cilíndrica do motor além de avaliar o desgaste de alguns materiais e verificar o nível de vibração do propulsor.

Após o ensaio com o S40M, haverá também a certificação do foguete sub-orbital VSB-30, primeiro produto espacial submetido a este procedimento no Brasil, pelo Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI). “Certificação é o processo pelo qual uma organização credenciada verifica e atesta o cumprimento de requisitos estabelecidos para um produto. Representa uma atividade de grande importância no desenvolvimento tecnológico e industrial” afirma o diretor do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial, Cel Av Sebastião Gilberti Maia Cavali.

O foguete VSB-30 foi desenvolvido a partir de 2001, pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) em parceria com a Agência Espacial Alemã, para levar uma carga útil de 400 kg com experimentos científico-tecnológicos a um apogeu de 230 km. Este desempenho equivale a uma permanência de seis minutos acima da altitude de 110 km, em ambiente de microgravidade. Já foram lançados sete foguetes VSB-30, todos com êxito, sendo dois no Centro de Lançamento de Alcântara e cinco no Campo de Lançamento de Esrange, na Suécia.

A aplicação da metodologia utilizada na certificação do VSB-30 em outros projetos permitirá uma maior garantia da qualidade, bem como o desenvolvimento e a melhoria dos processos da própria atividade de certificação. “Um importante benefício obtido ao se implantar o processo de certificação no VSB-30 foi uma melhor estruturação da documentação de projeto, seguindo normas de segurança aplicáveis”, afirma o vice-diretor de Espaço do Instituto de Aeronáutica e Espaço, Cel Eng Carlos Antonio de Magalhães Kasemodel. Além desses, existem outros ganhos tais como os resultantes da cultura da certificação adquirida pelo IAE e do aprendizado sobre a área espacial adquirido pelo IFI.

FONTE: FAB

 

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vinheta-especialAtravés de um acordo com o grupo norte-americano United Technologies (donos da Sikorsky entre outras empresas), firmado na década de 1980, a Embraer foi capaz de receber a tecnologia de manipulação de materiais compostos , como fibra de carbono.

Ao absorver essa tecnologia, a Embraer foi capaz de projetar e produzir aeronaves mais avançadas que o Banderante e o Xingu. Estas técnicas foram aplicadas na produção do EMB-120 Brasília (na foto acima o primeiro protótipo) e do caça tático AMX.

Além destes projetos, as últimas versões do Bandeirante acabaram se beneficiando desta tecnologia. Diversos componentes, como o flap, foram produzidos com materiais compostos, reduzindo assim o peso da aeronave e elevando a capacidade de carga paga.

FOTO: Poder Aéreo

NOTA DO BLOG: quem disse que o “Tio Sam” não faz transferência de tecnologia?

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Voo AF447: Brasil entrega documentos à França

vinheta-clippingO secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Junior, recebeu nesta terça-feira uma comitiva francesa que investiga o acidente com o voo 447 da Air France, que caiu no oceano Atlântico no dia 31 de maio deste ano, com 228 pessoas a bordo.

Um grande pacote com documentos traduzidos para o francês –entre eles informações sobre controle
aéreo no dia do acidente e laudos periciais sobre as vítimas– foi entregue pelo governo brasileiro.

A comitiva, que integra inclusive a principal juíza do caso na Justiça francesa, permanecerá no Brasil por 15 dias. Visitará Rio de Janeiro, São Paulo e Recife para apurações judiciais.

A reunião, segundo Tuma Junior, demonstra o poder de cooperação do Brasil no caso, que desde o primeiro momento tem atuado junto ao governo francês nas investigações.

O Airbus 330 da Air France fazia a rota Rio-Paris quando caiu no Atlântico, em uma área a 1.020 km de distância de Natal (RN). Apenas 50 corpos foram resgatados pela Marinha brasileira.

As causas do acidente ainda não foram esclarecidas, segundo o BEA (Escritório de Investigações e Análises), organismo francês encarregado de investigar os acidentes aéreos.

FONTE: Folha Online

 

Base Aérea recebeu 60 mil pessoas em portões abertos

Nem mesmo o tempo fechado e a chuva intimidaram o público recorde, de 60 mil pessoas, que visitou a Base Aérea de Canoas (BACO) no feriado de 12 de outubro.

À tarde, as nuvens deram uma trégua, suficiente para a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, que empolgou os adultos e emocionou as crianças. Além das exibições aéreas, houve exposição de aeronaves, demonstrações de aeromodelismo e shows musicais diversos.

Quem doou alimentos e agasalhos ainda participou do sorteio de um voo panorâmico. Vinte e seis pessoas puderam aproveitar uma breve viagem a bordo da aeronave C-97 Brasília.No início da tarde, oito paraquedistas desceram no pátio da Base carregando livros infantis.

A iniciativa, que visa o incentivo à leitura, faz parte do projeto “Livros Ensinam a Voar”, em parceria com a Secretaria de Cultura de Canoas, distribuiu 18 mil obras para as crianças. No hangar destinado à leitura, as crianças puderam ouvir histórias, assistir a apresentações de teatro e música além de praticar a leitura.

Fonte: V COMAR

 

Apresentando o CEA-309 Mehari da UFMG

vinheta-clippingNesta quarta-feira, dia 14 de outubro, a UFMG fará o lançamento oficial da aeronave CEA-309 Mehari, projetada e construída pelo Centro de Estudos Aeronáuticos (CEA) da universidade. Modelo inédito no país, o avião realizará o vôo de apresentação às 16 horas, no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), localizado no Aeroporto da Pampulha.

Capaz de realizar manobras ousadas como piruetas, loopings e rasantes, o Mehari é o primeiro avião brasileiro capaz de voar na classe “ilimitada”, a categoria mais elevada das competições de acrobacias aéreas – algo similar ao que a Fórmula 1 representa para as corridas automobilísticas.

O coordenador do projeto e professor de Engenharia Aeronáutica da UFMG, Paulo Iscold, explica que o Mehari foi projetado para executar manobras extremamente complexas, atingindo até 400º por segundo e 430 km/h. “É um protótipo desenvolvido para competir em nível internacional”, afirma.

A redução do custo operacional foi uma das idéias principais do Mehari. A utilização de um motor de quatro cilindros no lugar do de seis, tradicionalmente utilizado em aeronaves de categoria ilimitada, foi fundamental, chegando a reduzir quase 70% do valor. Além disso, a estrutura de fibra de carbono normalmente utilizada nesse tipo de avião foi substituída por outros materiais como aço-cromolibdênio e madeira frejó, reduzindo o custo sem prejudicar o desempenho.

O projeto
O desenvolvimento do Mehari teve início há aproximadamente seis anos, quando Iscold apresentou ao piloto de testes e financiador do projeto, Marcos Geraldi, a proposta de construir um avião de categoria ilimitada com o custo operacional da categoria intermediária.

Os estudos e testes com a aeronave contam também com a participação dos alunos do curso de Engenharia Mecânica da UFMG. Coordenados pelo professor Paulo Iscold e por outros membros do CEA, os alunos colaboram na concepção da aeronave realizando cálculos, fazendo desenhos e construindo sua estrutura.

Para Paulo, “a participação dos alunos é muito importante tanto para a formação acadêmica deles quanto para o desenvolvimento do projeto. Aqui, eles desenvolvem responsabilidade técnica, capacidade de administrar recursos e de trabalhar em equipe, senso de empreendedorismo e criatividade”.

FONTE: UAI

COLABOROU: João Augusto

 

Portões Abertos DCTA 2009

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vinheta-especial Já está no ar a página com a cobertura do Portões Abertos DCTA 2009, realizado no último dia 3 de outubro. CLIQUE AQUI para ver.

 

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vinheta-especialNo início da década de 1980 a Embraer assinou um contrato com a empresa norte-americana Northrop para a fabricação de peças e componentes do caça F-5E Tiger II.

A tarefa para a companhia nacional não foi fácil. Naquela época a única experiência dela com jatos resumia-se à montagem dos EMB-326 Xavante, pois o programa AMX estava nascendo.

A Embraer acabou aprendendo a trabalhar como novos processos industriais como usinagem com maquinário computadorizado e estruturas tipo “colmeia”.

No final, a Embraer produziu sucessivos lotes de derivas verticais (foto acima) e cabides para armamentos de caças da família F-5.

FOTO: Embraer

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vinheta-clippingEm uma cerimônia ocorrida no dia de ontem (13/10) a Lockheed Martin apresentou o primeiro dos 18 F-16 encomendados pelo Paquistão.

Esteve presente ao evento o Comandante da Força Aérea do Paquistão Rao Quamar Suleman que, em nome do seu país, recebeu o primeiro F-16 Block 52. Ao todo serão entregues 12 F-16C e seis F-16D via FMS (Foreign Military Sales) até o final de 2010.

Com esta encomenda o número de 16 no Paquistão subirá para 54. O primeiro F-16A/B Block 15 do Paquistão foi aceito em 1982. O Paquistão ainda tem a opção de solicitar uma nova encomenda de outros 18 F-16.

FONTE: Lockheed Martin / FOTO: Flightglobal

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Notícias do F-X2 na Câmara

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A audiência pública sobre os planos de transferência de tecnologia no processo de aquisição de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), marcada para as 9h desta quarta-feira (14-10) no plenário 13 da Câmara, convidou as seguintes pessoas:

  • os ministros da Defesa e da Ciência e Tecnologia,, Nelson Jobim e Sergio Rezende;
  • o diretor-presidente da Embraer, Frederico Fleury Curado;
  • o reitor da Universidade de Campinas (Unicamp), Fernando Ferreira Costa;
  • o diretor da Dassault International do Brasil Ltda., Jean-Marc Merialdo;
  • o diretor da Saab no Brasil, Bengt Janér;
  • o vice-presidente da Boeing, Robert Gower; e
  • o diretor-presidente da Associação das Indústrias Aeroespaciais do Brasil, Walter Bartels.

Seguem informativos da Câmara sobre a audiência:

Boeing promete transferir tecnologia e montar caças no Brasil

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O vice-presidente da Boeing, Robert Gower, disse há pouco que os EUA vão transferir toda tecnologia do caça F-18 Super Hornet para o Brasil, se o País resolver comprar os 36 caças reaparelhar a Força Aérea Brasileira (FAB) da empresa americana. Concorrem com o Super Hornet, o Gripen, da sueca Saab, e o Rafale, da francesa Dassault. Segundo Gower, a aeronave da Boeing é mais moderna, econômica e segura das três.

O vice-presidente da empresa norte-americana participa de debate promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática sobre a transferência de tecnologia no processo de compra dos aviões. A Boeing também prometeu transferir tecnologia para manutenção dos Super Hornet e montar os aviões no Brasil. As peças das aeronaves serão importadas.

A decisão norte-americana de transferir tecnologia é inédita. Desde o fim da 2ª Guerra Mundial, os EUA não transferiam tecnologia de nenhum equipamento militar em operação para outro país, no máximo ofereciam parceria para manutenção e uso. O congresso americano já aprovou a transferência de tecnologia. A Boeing também se comprometeu a construir um laboratório no Brasil para desenvolver tecnologia para construir aviões invisíveis a radares.

Empresa sueca diz que transferirá toda tecnologia pedida pelo País

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O diretor da Saab no Brasil, Bengt Janér, disse há pouco que a empresa irá transferir toda a tecnologia pedida pela Aeronáutica e pela Embraer se o País optar por comprar os caças da Suécia. Além disso, todas as aeronaves que serão compradas pelo governo brasileiro serão produzidas inteiramente no País.

O Brasil pretende comprar 36 caças para reaparelhar a Força Aérea Brasileira (FAB) e avalia o Grippen, da Saab, o F-18 Super Hornet, da americana Boeing, e o Rafale, da francesa Dassault. Janér participa de debate promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática para avaliar a tecnologia oferecida pelas interessadas.

A Saab oferece também parceria com empresas brasileiras para o desenvolvimento das aeronovaes suecas. Pela proposta de Janér, 80% da estrutura física de cada aeronovave será construída no Brasil, inclusive das que serão vendidas na Suécia. Além disso, toda parte eletrônica dessas aeronaves será produzida no Brasil.

Os softwares serão produzidos em conjunto pela Saab e pela Embraer, o que significa que a empresa brasileira poderá, depois, produzir esses softwares sem a presença da Saab. A empresa sueca também se comprometeu a instalar no país um laboratório de tecnologia supersônica e outro para desenvolver tecnologia eletrônica.

Tecnologia de caça francês não envolve outros países, diz Dassault

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O diretor da Dassault International do Brasil Ltda., Jean-Marc Merialdo, informou hoje, em audiência na Comissão de Ciência e Tecnologia, que a França não necessitará de autorização de nenhum outro país para vender caças Rafale ao Brasil, pois domina toda a tecnologia para criação e evolução desses aviões.

O Brasil está negociando com a França a compra de 36 aviões de combate Rafale. Esse avião foi criado nos anos 80 para substituir sete aparelhos diferentes, entre eles o Mirage 2000 e o Super Etendard. O caça Grippen, da sueca Saab, e o F-18 Super Hornet, da americana Boeing, concorrem com o Rafale da Dassault. O governo brasileiro ainda não decidiu de quem comprará os aviões.

Merialdo disse ainda que o governo francês autorizou a Dassault a vender o Rafale e os sistemas de manutenção do avião com transferência de 100% da tecnologia.

FONTE: Portal da Câmara dos Deputados

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Diretor da Dassault defende venda de caças franceses para o Brasil

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vinheta-clippingO diretor da Dassault International do Brasil Ltda., Jean-Marc Merialdo, defendeu hoje os caças Rafale produzidos pela empresa. Merialdo participa de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática sobre a transferência de tecnologia no processo de aquisição de caças para a Força Aérea Brasileira (FAB).

O Brasil está negociando com a França a compra de 36 aviões de combate Rafale, no valor estimado de R$ 7 bilhões. O Rafale foi criado nos anos 80 para substituir sete aparelhos diferentes, entre eles o Mirage 2000 e o Super Etendard.

O empresário francês disse aos parlamentares que a França domina toda a tecnologia para criação e evolução de aviões de combate de alta performance e ressaltou que todos os sistemas do Rafale são franceses, por isso, não será necessária a autorização de nenhum outro país para comercialização dos caças com o Brasil.

Merialdo disse ainda que o governo francês autorizou a Dassault a vender o Rafale e os sistemas de manutenção do avião com transferência de 100% da tecnologia ao Brasil.

FONTE: UOL, via BOL

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Militares uruguaios morreram na queda de um C-212 no Haiti

c-130-afa-2005-foto-poderaereoUma aeronave C-130 da Força Aérea Brasileira (matrícula 2473, do 1º/1º GT) decolou, nesta terça-feira, dia 13, de Porto Príncipe (Haiti) transportando seis caixões com os corpos dos militares uruguaios falecidos em acidente aéreo na localidade de Fond Verrettes, naquele país da América Central.

A aeronave da FAB com os corpos dos uruguaios decolou do Haiti por volta das 11h, faz escala técnica nas cidades de Boa Vista (RR) e Rio de Janeiro (RJ) e deve pousar na capital uruguaia em torno de 8h de quarta-feira, dia 14.

Acidente – Ao todo, 11 militares estavam a bordo do aparelho que se acidentou na sexta-feira passada, dia 9. Além dos seis uruguaios, havia cinco jordanianos que também faleceram. Eles integravam a Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti, a MINUSTAH.

FONTE: CECOMSAER / FOTO: Poder Aéreo

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f-18-super-hornet-frontal-foto-us-navy

vinheta-clippingEm razão de problemas na agenda de alguns convidados, o presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara, deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), decidiu adiar para o dia 14 de outubro, às 9h, a audiência pública que vai debater a transferência de tecnologia na compra de 36 caças supersônicos pelo governo brasileiro.

A audiência estava inicialmente marcada para esta quarta (07/10).

De acordo com o requerimento, do próprio presidente da CCTCI, foram convidados para o debate representantes das empresas Dessault (francesa), Boeing (Americana) e Saab (Sueca); além de um especialista da Unicamp, outro da Embraer e um representante do Ministério da Defesa.

“O elemento tecnológico é essencial na discussão, que não deverá ficar restrita às ofertas de preço dos equipamentos”, afirmou o deputado, preocupado em assegurar a transferência de tecnologia para o Brasil.

A licitação para a compra dos caças é destinada ao reaparelhamento da FAB (Força Aérea Brasileira), podendo custar ao país cerca de R$ 4 bilhões, e a transferência de tecnologia será um quesito decisivo na escolha da empresa fornecedora dos equipamentos.

FONTE: Portal Câmara / FOTO: USN

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Encontro anual dos pilotos de caça

Todas as gerações de pilotos de caça da Força Aérea Brasileira se reuniram no dia 3 de outubro para o tradicional “Picadinho Jesus me Chama”, a confraternização anual dos caçadores da FAB. O evento aconteceu no Clube da Aeronáutica do Rio de Janeiro e contou com a presença dos veteranos do 1°GAvCa que combateram na Segunda Guerra Mundial até os mais modernos tenentes que seguem os ensinamentos da aviação de combate brasileira.

Emocionado, o Brigadeiro Meira, veterano da campanha na Itália e instrutor do primeiro curso de formação de pilotos de caças no Brasil, conheceu o Tenente Esteves, 24 anos, atualmente aluno do curso de caça no 2°/5°Gav.

“O mais importante é que essa geração mais jovem continue com o mesmo profissionalismo, a mesma determinação. Os aviões podem mudar, mas eu sei que o espírito é o mesmo”, disse. Para o jovem Tenente, estar ali era a realização de um sonho. “Eu sempre quis muito voar e espero ter a mesma garra e coragem que eles mostraram em combate”.

O evento também foi marcado pelo lançamento do quarto volume do livro “Estória Informal da Aviação de Caça”, publicado pela Associação Brasileira de Pilotos de Caça. O presidente da ABRA-PC, Major-Brigadeiro da reserva Lauro Ney Menezes, entregou um volume autografado ao Ten Brig Juniti Saito, atual comandante da aeronáutica e também piloto de caça.

A grande homenagem da tarde foi o descerramento do quadro de Nero Moura, primeiro comandante do Esquadrão Jambock. Em seu discurso, o Brigadeiro Saito ressaltou que Nero Moura “é um líder que sempre soube reunir essa turma. Um líder que não é substituído, e sim deixa um legado”. “Muito do que nós somos hoje, a caça e a Força Aérea, é fruto do trabalho desse líder”, discursou o comandante da FAB. O descerramento da placa foi feito pelo Brigadeiro da reserva Baptista.

O “Picadinho Jesus me Chama” contou ainda com várias tradições dos pilotos de caça da FAB, como os gritos de “Senta a Pua!” e “À la chasse!”, a chamada dos veteranos do 1°GAvCa e o canção “Carnaval em Veneza”, composta em 1945 após uma missão real de bombardeio na famosa cidade italiana.

FONTE: CECOMSAER

 

A Nova Zelândia acaba de receber autorização do Departamento de Defesa dos EUA para a venda dos 17 A-4K Skyhawk para a empresa ATAC. No pacote estão incluídos 17 jatos Aermacchi MB339. O valor total do negócio está estimado em 115 milhões de dólares.

Veja outras informações no blog do Poder Naval.

FOTO: Flickr.com

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