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A última proposta apresentada ao Ministério da Defesa brasileiro pela Dassault Aviation na licitação FX-2, para renovação da frota de caças da Força Aérea Brasileira (FAB), prevê produzir 30 unidades do modelo Rafale no Brasil, a partir da sétima aeronave. Em caso de vitória francesa sobre os concorrentes, o F-18 da norte-americana Boeing e o Gripen NG da sueca Saab, a linha de montagem será de responsabilidade da Embraer e gerará três mil empregos. O custo do pacote, entretanto, é mantido como segredo industrial.

As informações foram reveladas a jornalistas brasileiros nesta terça -feira (20), em Saint Clous, nos arredores de Paris, pelo vice-presidente da Dassault, Eric Trapier. A proposta francesa foi entregue em 2 de outubro e é a favorita dentre as três, segundo reiteram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, por ser considerada a que prevê maior transferência de tecnologia.

Segundo a companhia francesa, das 36 aeronaves que deverão ser vendidas na primeira etapa do projeto FX-2, as seis primeiras – construídas a partir de 2013 – serão produzidas na França, quase que de forma integral com peças francesas. A partir da sétima unidade, a linha de montagem seria transferida ao Brasil, onde os caças seriam produzidos sob licença pela Embraer – empresa da qual a Dassault têm 0,9% das ações. “Desde os primeiros aviões, poderemos produzir no Brasil”, disse Trapier, concluindo a seguir: “a partir do sétimo avião”.

A oferta da Dassault representa um avanço em relação ao que havia sido indicado na penúltima proposta, que não previa a construção de nenhum dos 36 caças no Brasil. A transferência precoce da linha de montagem para o interior São Paulo também gerará três mil empregos por dez anos, dos quais mil diretos e dois mil indiretos.

Com a transferência paulatina de tecnologia e o início da fabricação de peças por indústrias brasileiras, o índice de nacionalização das aeronaves deverá aumentar. A expectativa da Dassault é de que o trigésimo sexto aparelho tenha até 50% de componentes produzidos em linhas de montagem nacionais. “O trigésimo sexto, em teoria, talvez possa contar com 50% de peças fabricadas no país, mas depende da iniciativa da indústria brasileira”, ressaltou. “Se de fato houver três etapas de compra de aviões, acho que a indústria nacional será mais ambiciosa”. Trapier antecipou que vários acordos com companhias brasileiras estão sendo firmados para o caso de vitória francesa na licitação.

Sobre a transferência de conhecimento, o executivo voltou a afirmar que nem a empresa nem o governo da França impõem restrições. Tecnologias sensíveis, como os sistemas de comando de voo digitais (DFCS), softwares, sistemas de autoproteção por infravermelho, seriam repassadas. Módulos das antenas ativas do sistema do Eletronic Scanning Radar e a cadeia de manutenção dos motores serão passados ao Brasil por parceiros da Dassault – a Thales e a Snecma. “Temos o engajamento forte das autoridades francesas de que não haveria restrição nenhuma da tecnologia dos Rafale”, reafirmou Trapier. De acordo com a companhia, o valor do pacote de conhecimento que as indústrias brasileiras receberão equivale a 160% do custo da compra dos 36 aviões – cujo montante a empresa insistiu em manter sob segredo.

A proposta da Dassault também dá prioridade ao Brasil para exportar unidades do caça para países vizinhos. “Não vejo país melhor do que o Brasil para exportar para a América Latina”, afirmou Trapier. O executivo, no entanto, disse não ter certeza se Brasília terá interesse em transferir os conhecimentos que adquirir. “O governo brasileiro vai autorizar a exportação de sua tecnologia?”, questionou.

Concorrência Acirrada

Cada concorrente da Dassault na briga pela concorrência FX-2 tem uma origem distinta. Para os franceses, a disputa do Rafale com o caça Gripen NG, da sueca Saab, é de natureza técnica. Já na comparação com o F-18, da norte-americana Boeing, a luta é política e diplomática.

A análise foi feita nesta terça (20) por executivos da Dassault, em Saint Clous, na sede da fábrica. Em uma sequência de palestras sobre o Rafale, oferecidas a jornalistas brasileiros, o alvo foi sempre o Gripen NG, que os franceses definem como “avião de segunda classe”. Durante todo o dia, o caça sueco foi tratado como “avião de papel”, por ainda estar em fase de projeto, e menosprezado por ser equipado de um único motor – e não dois, como seus concorrentes Rafale e F-18. “O Gripen é evidentemente de uma classe de performance bem inferior”, definiu o vice-presidente da Dassault, Eric Trapier. “O Gripen não é operacional, não tem dois motores e seus radares, eu desconheço, porque nunca o vi voar”.

Trapier também ironizou as declarações de dirigentes da Saab, que afirmaram poder vender ao Brasil dois aviões pelo preço de um Rafale. “Não conheço os preços da Gripen. Até porque o Gripen não existe”, afirmou. “Me parece lógico que o Gripen deva ser, no mínimo, duas vezes mais barato, já que é duas vezes menos eficiente”.

O executivo da Dassault também criticou as promessas de transferência de tecnologia dos suecos, as quais, segundo ele, não têm autonomia para decidir sobre todos os equipamentos do Gripen NG, por serem produzidos em países como os Estados Unidos “No Rafale, toda a tecnologia é francesa. Não temos de pedir autorização para nenhum outro Estado para transferir tecnologia”.

Depois do bombardeio de críticas ao caça sueco, os executivos da Dassault foram questionados sobre por que não atacavam o F-18, da Boeing, com a mesma intensidade. Um dos administradores respondeu: “como os parâmetros de comparação entre o Rafale e o F-18 são muito parecidos, a competição com a Boeing é mais política, e fica por conta do governo francês”, reconheceu. “Já a disputa com o Gripen NG é técnica e cabe a nós esclarecer as diferenças entre as duas aeronaves”.

KC-390

A última oferta da Dassault para o governo brasileiro não inclui apenas a transferência de tecnologia para a produção do Rafale. O projeto da Embraer de construir um avião de carga, o KC-390, também seria beneficiado por novos componentes técnicos. A proposta foi revelada pela cúpula da Dassault nesta terça (20). Além do compromisso do governo francês de adquirir entre 10 e 15 unidades do KC-390, a Dassault e a Thales se comprometeram a equipar o cargueiro com, entre outras, tecnologias para a produção do caixão de asas de sistemas de comando de voo digitais (DFCS). “Com a Embraer, temos intenção de fornecer aviônica integrada do nível do Airbus A-380″, afirmou um executivo da Thales, referindo-se ao avião comercial gigante fabricado pela Airbus.

FONTE: Gazeta do Povo

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Namoro antigo

Desejo de Moçambique de adquirir Tucanos vem desde 1983

Em abril deste ano surgiu a informação de que o Brasil vai doar alguns aviões Tucano T-27 usados para a Força Aérea de Moçambique. Os aparelhos permitirão formar uma unidade aérea para uso em operações de manutenção de paz na região. OS T-27 estão sendo substituídos na Força Aérea Brasileira pelos Super Tucanos.

Mas não é de hoje que Moçambique gostaria de ter os Tucanos. Em 1983 esteve no Brasil o general Armando Emílio Guebuza. A visita do general moçambicano tinha como foco a aquisição do EMB-312. Na época a aeronave era um dos produtos mais modernos da FAB e havia entrado em operação pouco tempo antes.

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Forças Aéreas de cinco países deram início hoje (19/10) à segunda edição do exercício militar conjunto “Salitre” em Antofagasta, norte chileno, a 1.360 quilômetros de Santiago.

Além do Chile, Brasil, Argentina, Estados Unidos e França participam da atividade, que ocorrerá até 30 de outubro e se baseia na hipótese de uma coalizão que atua frente a um inimigo comum.

Ao todo, mais de 2.000 oficiais estarão envolvidos na manobra, que terá um caráter multinacional, de planejamento e execução de operações combinadas.

O objetivo é promover a cooperação e a confiança mútua entre as Forças Aéreas participantes para atuar em situações de manutenção e imposição da paz.

A “Operação Salitre 2009″ teve o cenário fictício alterado após reclamações de autoridades de Lima, insatisfeitas com a hipótese de uma eventual invasão a partir da fronteira norte chilena, justamente onde se encontra o Peru.

No entanto, segundo declarações dadas hoje por Javier Velázquez, chefe do Conselho de Ministros do Peru, a questão já foi superada. “Respeitamos os princípios de não-intervenção em assuntos internos de outros países”, indicou.

Atualmente, Chile e Peru mantêm divergências quanto ao desenho de seus limites marítimos. Por esta razão, Lima levou um processo ao Tribunal Internacional de Justiça, com sede em Haia.

Além disso, o presidente peruano Alan García, sugeriu à União das Nações Sul-Americanas (Unasul) a assinatura de um pacto de não-agressão militar, ideia que foi mal recebida em Santiago.
A “Operação Salitre” teve sua primeira edição em 2004, realizada também no norte do Chile, e contou com a participação dos mesmos países, com exceção da França.

FONTE: ANSA

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SAE Brasil Aero DesignEntre os dias 22 e 25 de outubro, acontece em São José dos Campos, no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), a XI Competição SAE BRASIL AeroDesign com patrocínio de diversas empresas, entre elas a Saab, empresa com soluções na área de defesa e segurança.

Na competição, organizada pela Seção Regional São José dos Campos da SAE BRASIL (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), 91 equipes irão submeter suas aeronaves desenvolvidas em 61 instituições de ensino, localizadas desde o Amazonas até o Rio Grande do Sul, a provas baseadas em desafios reais da indústria aeronáutica. Equipes da Índia, do México e Venezuela também estarão presentes.

Sobre a SAE BRASIL (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade)

Associação sem fins lucrativos que congrega pessoas físicas (engenheiros, técnicos e executivos) unidas pela missão de disseminar técnicas e conhecimentos relativos à tecnologia da mobilidade.

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O comandante da Força Aérea Equatoriana (FAÉ), Rodrigo Bohórquez, admitiu hoje que a unidade está em crise e justificou assim ter aceito seis aviões Mirage-50 doados pela Venezuela ao Equador. Bohórquez disse que a FAÉ atualmente só dispõe de um avião supersônico (K-Fir) operacional e outros dois (Mirage) que atuam de forma ocasional.

Lembrou que o Equador dispunha de uma frota de 26 aviões supersônicos mas que, após 30 anos de serviço, já cumpriram sua vida útil, informou o canal “Ecuavisa”.

O comandante assinalou que sob essas circunstâncias a FAÉ decidiu aceitar os aviões doados pela Venezuela, que foram reformados em 1995, embora admitiu que se requereria fazer um investimento pequeno para adaptá-los às necessidades do país. Justificou também a decisão do Governo equatoriano de adquirir, por US$35 milhões, uma dúzia de aviões Mirage-Cheetah da África do Sul, também reformados, para melhorar a capacidade operacional da FAÉ.”Achamos que é a melhor forma de solucionar nosso problema operacional”, acrescentou Bohórquez, que também lembrou que o Equador negociou com o Brasil a aquisição de aviões subsônicos SuperTucano.

O Equador espera também incorporar, nos próximos meses, dois radares provenientes da China, para melhorar a capacidade operacional de sua força militar.

FONTE: G1 / FOTO: Wikipedia

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Legacy 650 foto Embraer

Lançamento do novo modelo, com alcance maior do que o do Legacy 600, ocorreu na NBAA 2009

A versão de longo alcance do Legacy 600 já está voando e será certificada no segundo semestre de 2010, segundo informativo da Embraer do último dia 19 de outubro de 2009 (segunda-feira). A apresentação do novo jato, que recebeu a denominação Legacy 650, deu-se em coletiva de imprensa na 62ª Convenção e Encontro Anual da Associação Nacional de Aviação Executiva (National Business AviationAssociation – NBAA) dos EUA, realizada de 20 a 22 de outubro no Centro de Convenções Orange County, em Orlando, Estado da Flórida.

O jato Legacy 650, da categoria large, foi desenvolvido com base na plataforma do supermidsize Legacy 600 e oferecerá maior alcance para até 14 passageiros. Transportando quatro passageiros, o Legacy 650 terá alcance de até 7.223 km (3.900 milhas náuticas) sem escalas. Com oito passageiros, o alcance será de 7.038 km (3.800 milhas náuticas), cerca de 926 km (500 milhas náuticas) de alcance adicional ao do Legacy 600.

O aumento no alcance foi conseguido pela incorporação de tanques adicionais no ventre e nas asas da aeronave, para o que foi necessário realizar mudanças estruturais significativas, como reforço das asas e trens de pouso. Contribui também para o maior alcance os novos motores Rolls-Royce AE 3007A2, mais eficientes e potentes.

Os motores AE 3007A2 são uma versão refinada dos AE 3007A1E, com um novo fan e um software de Controle Digital do Motor (Full-Authority Digital Engine Control – FADEC) aprimorado, otimizando o consumo de combustível em cruzeiro. As 9.020 libras de empuxo de cada um dos novos motores permitem que o jato atinja uma velocidade máxima de cruzeiro de Mach 0,80, mas a empresa dá destaque a outros números: a velocidade máxima operacional , em relação ao 600, aumentou para 300 nós (Knots Calibrated Air Speed – KCAS) abaixo de 2.438 metros (8.000 pés) e a velocidade máxima de extensão dos flaps a 45º (Vfe) subiu para 160 nós (Knots Indicated Air Speed – KIAS), o que confere maior flexibilidade operacional em espaços aéreos congestionados, segundo a empresa. 

Além dessas modificações, o Legacy 650 recebeu  novos aviônicos Primus EliteTM, fabricados pela Honeywell – mudança que será incorporada também ao Legacy 600, que continuará a ser fabricado. A nova suíte reduz a carga de trabalho dos pilotos, aumentando a flexibilidade operacional e possibilitando a conformidade com futuros requisitos de controle do tráfego aéreo.

Vale lembrar que a nova aviônica poderá ser instalada em modernizações dos Legacy 600 já entregues, cujos clientes poderão reconfigurar suas aeronaves via Boletim de Serviço (BS) da Embraer, que estará disponível no primeiro semestre de 2011. Porém, as modificações para aumento de alcance não poderão ser incorporadas ao modelo 600, já que há significativas estruturais estruturais entre esse modelo e o novo Legacy 650. No interior da cabine de passageiros, o volume permanece o mesmo. 

O preço de tabela do Legacy 650, nas condições econômicas de 2010, é de US$ 29,50 milhões. Nas mesmas condições, o Legacy 600 tem preço de tabela de US$ 27,45 milhões. O primeiro voo do Legacy 650 ocorreu em 23 de setembro de 2009, em Gavião Peixoto. O segundo Legacy 650 voou no dia seguinte, em São José dos Campos. Ambas as aeronaves iniciaram a campanha de ensaios em vôos e a certificação está planejada para a segunda metade de 2010.

Primeiro pedido europeu anunciado no dia seguinte ao lançamento, para a alemã Aircraft Asset Management AAM GmbH

A empresa baseada na cidade de Hallbergmoos, Alemanha, anunciou nesta terça-feira, 20 de outubro de 2009, a encomenda de dois jatos executivos Legacy 650. O anúncio foi feito hoje na própria NBAA 2009. O valor  divulgado deste primeiro pedido europeu para os jatos é de US$ 59 milhões, com base nas condições econômicas de 2010. As aeronaves serão operadas pela DC Aviation, de Stuttgart (Alemanha), empresa de fretamento que já opera o Legacy 600. O negócio já está incluso na carteira de pedidos firmes a entregar da Embraer do terceiro trimestre de 2009.

FONTE e FOTO: Embraer

NOTA DO BLOG: o conteúdo original dos dois informes da Embraer, condensados aqui em um só, foi também editado por ser bastante extenso. Para acessar os informes originais, clicar no link da Embraer, logo acima.

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O francês perdeu pontos

A escolha do caça supersônico que deverá equipar a Força Aérea Brasileira voltou a ficar embolada. Depois de um anúncio prematuro do presidente Lula dando como certa a opção pelo Rafale, da francesa Dassault, as exposições feitas na semana passada por todas as concorrentes em duas audiências no Congresso fez com que o favoritismo dos franceses voltasse a ser questionado.

A Dassault, que afirmava que seu avião era 100% francês e que estaria disposta a fazer uma ampla transferência de tecnologia foi defrontada com alguns dados inconvenientes. Claramente municiados pela sueca Saab, que produz os caças Gripen, alguns deputados questionaram dois pontos importantes. O representante da Dassault teve de admitir que seu avião utiliza componentes suecos e disse que só seria viável fabricar os aviões no Brasil se a encomenda fosse superior a 120 unidades. Os suecos dizem que podem fabricar os Gripen aqui com a encomenda prevista de 36 aeronaves.

Já o representante da Boeing colocou em dúvida o alcance da transferência de tecnologia oferecida. Brincando, disse que o governo brasileiro pode ter acesso a toda a tecnologia dos F-18, desde que compre a Boeing. Falando sério, alertou para o perigo de concentrar em um único país todo o fornecimento de seu material bélico. A França acabou de assinar a venda de submarinos e helicópteros para o Brasil.

No governo comenta-se que, em sua viagem à Suécia, Lula teria gostado do que foi mostrado pela Saab para vender os Gripen. Mesmo assim, os Rafale, por motivos políticos, seguem como favoritos. Mesmo que, tecnicamente, a Força Aérea tenha se mostrado mais favorável ao F-18 da Boeing e a Embraer, futura parceira tecnológica de quem vencer a licitação, prefira o sueco.

FONTE: Marcelo Onaga / Portal Exame / COLABOROU: Menezes

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O ‘Super Hornet’ e as gerações de caças

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Segundo essa apresentação da Boeing, o Super Hornet é considerado um caça “Next Generation”, colocado lado a lado com o F-22 e o F-35.

O “NG” significa que o Super Hornet possui consciência situacional dominante, é preparado para guerra em redes (netwar), possui algumas características stealth e capacidade de crescimento para receber novas tecnologias em desenvolvimento.

NOTA DO BLOG: Para conhecer mais sobre as tecnologias do Super Hornet, acesse no link abaixo uma apresentação super detalhada da Boeing, em PDF:
http://www.aereo.jor.br/downloads/pas_2007fa-18_final-r1

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Schweizer fazia o patrulhamento na periferia da capital quando pane forçou o pouso em terreno da Via Expressa

Bleine Oliveira

A queda do helicóptero de marca Schweizer, prefixo PR SCO 01, da Secretaria de Defesa Social (SDS), ontem, no Conjunto Recanto dos Pássaros, na Via Expressa, surpreendeu a própria diretoria de operações aéreas da SDS, pois a aeronave havia passado por revisão no último sábado, 17. Doado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), do Ministério da Justiça, o helicóptero chegou a Alagoas em março do ano passado, sendo usado nas ações de combate à violência.

Na tarde de ontem, antes do pouso forçado, a aeronave fazia patrulhamento na periferia de Maceió, comandada pelo tenente-coronel Antônio Soutto do Cabo Júnior, acompanhado pelo capitão Márcio Henrique de Assunção, oficiais da Polícia Militar de Alagoas. Os dois sofreram ferimentos leves, sendo socorridos no hospital da Unimed e na Santa Casa de Maceió.

FONTE: Gazeta de Alagoas, via Notimp

Helicóptero foi usado no Rio de Janeiro durante os Jogos Pan-Americanos

Exatos dez meses depois da doação da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da chegada em Alagoas, o helicóptero modelo H269 – Schweizer já está em operação no estado. A aeronave – utilizada nos jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007 – reforça, desde a semana passada, o patrulhamento policial da cidade de Maceió.

Segundo o comandante da Diretoria Integrada de Operações Aéreas (Diopaer), Coronel Dowell, o helicóptero estará no ar todos os dias neste fim de ano para ajudar à Polícia Militar, principalmente em áreas como o corredor bancário, o centro de Maceió e a orla da capital. “Ele será utilizado em operações especiais na periferia, assim como controle de trânsito e auxilio em perseguições e fugas”, explicou o diretor em entrevista à rádio Difusora.

Coronel Dowell explica também que esse modelo de aeronave não está adaptado para vôos noturnos e só pode operar com a luz solar. “É um modelo mais simples e de custo operacional mais baixo e será destinado ao policiamento aéreo”, revela.

Além dessa aeronave, o estado deve contar com outro helicóptero no próximo ano. “Esse virá pelo Pronasci (Programa Nacional de Segurança com Cidadania) e também vai ajudar o patrulhamento, mas também terá outras utilidades, pois será maior que esse doado pela Senasp. Estamos providenciando a licitação e o dinheiro virá do Governo Federal”, conta o Coronel.

FONTE/FOTO: JC Online

 

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Depois de algum mistério havido nos últimos dias, finalmente algumas informações, não-oficiais, a respeito das propostas  que podem estar incluídas no âmbito do acordo militar  Brasil-EUA. Esta seria a última cartada dos americanos para levarem de vez o F-X2 da FAB, onde se procura dotar a Força com 36 novos vetores a partir de 2014.

A proposta, mais explícita e concreta acerca do F-X2 colocada na mesa pelos americanos ao Governo brasileiro teria, entre outras coisas, o seguinte conteúdo :

  • Dos 36 caças F/A-18E/F Super Hornet, as primeiras seis unidades (4 mono e 2 biplaces) seriam construídas nos EUA, mas com software e sistemas de missão instalados no Brasil;
  • As restantes 30 unidades seriam montadas em São José do Campos, com parcial fabricação de componentes no Brasil, fora as transferências já autorizadas pelo Congresso e pelo Governo americano;
  • Os EUA, como contrapartida, comprariam imediatamente e sem licitação até 150 EMB-314 Super Tucano para suas forças armadas (USAF e Marines/US Navy);
  • Os EUA ofereceriam parceria no custeio e no desenvolvimento industrial do novo empreendimento conjunto FAB/Embraer, o KC-390, realizando um pedido firme de até 50 unidades e opção de mais 100 unidades futuras. Além disto, se comprometeriam em ajudar no marketing em mercados parceiros, como a OTAN, por exemplo.

Embora não se possa ter absoluta certeza acerca dos números e valores exatos, nem se tal proposta será levada em conta no âmbito do FX-2, se a mesma vier a se realizar, poderá ser o embrião de uma nova e inédita parceria entre os dois gigantes das Américas.

NOTA DOS EDITORES: as informações deste artigo estavam sendo “cozinhadas em fogo brando” por equipes distintas, mas com relativa comunicação entre membros do Poder Aéreo (foristas Baschera e Hornet) e membros do FBM (www.alide.com.br). Naturalmente, nos reservamos o direito de manter em segredo nossas fontes comuns. E lembrando ao leitor que tratam-se de informações não-oficiais, que carecem de confirmação.

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Faz 108 anos …

…… que Alberto Santos-Dumont conquistou o prêmio “Deutsch de la Meurthe” com seu dirigível nº 6. No dia 19 de outubro de 1901 Santos-Dumont percorreu em menos de 30 minutos o itinerário preestabelecido que incluía a circunavegação da Torre Eiffel.

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Presidente diz que vai repor helicóptero abatido no Rio

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que o governo federal vai repor o helicóptero Fênix 3, da Polícia Militar do Rio de Janeiro (PM-RJ), que foi derrubado em confronto com traficantes durante uma operação no Morro dos Macacos, na zona norte do Rio. “Nós estamos repondo o avião que foi derrubado e vamos colocar pelo menos um avião blindado para dar mais possibilidade de a polícia combater e tentar perseguir ou encontrar quem praticou esse ato de violência, com queima de ônibus, morte de pessoas e sobretudo a morte de policiais”, disse o presidente, que erroneamente se referiu ao helicóptero derrubado como avião.

Segundo o presidente, o novo helicóptero será blindado para evitar novos episódios como o conflito de sábado, que resultou na morte de três policiais. O presidente ressaltou ainda estar em contato com o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), para que sejam tomadas providências em relação ao tráfico de drogas no Rio. “Todo mundo acompanha e sabe que o governador tem uma atuação séria em algumas favelas. Nós sabemos que ainda vai levar tempo para começarmos a resolver o problema da violência entre quadrilhas, do crime organizado e do tráfico no Rio e em todo o Brasil”, disse Lula. “Eu não poderia ter outra palavra senão sobre a condenação dos irresponsáveis que colocam a vida de homens e mulheres do Rio de Janeiro em complicação e perigo”, censurou.

FONTE: G1 / FOTO: GazetaOnline

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Quadro comparativo de helicópteros

Muito interessante este quadro comparativo de helicópteros, que o Cap. Piffer postou no site vootatico e que reproduzimos abaixo:

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FONTE: vootatico

 

No “Sábado Aéreo”, realizado na Base Aérea de Brasília, atrações especiais para o público se sentir aviador, entre elas, cinco simuladores de voo. O destaque ficou também para a Rádio Força Aérea que dedicou uma programação especial para o evento.

Os simuladores de voo foram bastante requisitados o dia inteiro tanto pelos adultos quanto pelas crianças, com enormes filas para sua utilização. Nos aparelhos, o usuário, com o auxílio de instrutores, tinha a sensação de estar pilotando uma aeronave da Esquadrilha da Fumaça.

“É muito legal. Dá para ter a noção do que um piloto realmente faz no avião. Os simuladores que eu brinco não são tão realistas como esse”, avaliou Guilherme Lucas Souza Silva, 13 anos.

Repetindo o mesmo sucesso da Semana da Pátria, os macacões de aviador também foram bastante solicitados. Foi montado um estande onde os visitantes puderam posar para fotos vestindo esse uniforme. A roupa foi um verdadeiro sucesso entre as crianças.

“Estou me sentido uma aviadora”, disse Karollyne Cardoso Soares, 9 anos, que diz um dia pretender trabalhar na Aeronáutica. “Acho muito bonito esse uniforme”, completou Maria Elisa de Oliveira Goulart, também de 9 anos de idade.

Dia especial – Ao todo, 17 crianças da ABRACE, Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Portadores de Câncer e Hemopatias, tiveram um sábado diferente. Depois de participarem de uma breve palestra sobre a Aeronáutica, elas assistiram à demonstração da Esquadrilha da Fumaça e fizeram um lanche.

“Gostei de vir aqui, assistir a apresentação dos aviões, estou muito contente”, falou Rafaela Rocha Farias, 12 anos, que fez um transplante de medula há sete meses. “Foi um dia muito especial para nós”, ressaltou a avó dela, Maria de Jesus Rocha Farias.

Fonte: CECOMSAER

 

Domingo Aéreo reúne mais de 30 mil

O Museu Aeroespacial (MUSAL) reuniu mais de 30 mil pessoas no “Domingo Aéreo” em comemoração a abertura da Semana da Asa.

O público que visitou a parte interna do MUSAL pode apreciar além de mais de 90 aeronaves em exposição, o simulador de vôo do F-18, teatro infantil “Assim que aconteceu com o Padre Bartolomeu” em comemoração aos 300 anos da Primeira demostração de vôo aeroestático (balão de ar quente), além das atividades recreativas com oficinas .

O Domingo Aéreo teve como atrações vôos acrobáticos demonstrações com helicópteros, pára-quedismo e sobrevôo da réplica do Demoiselle e de aviões de caça e a participação especial da Esquadrilha da Fumaça que abrilhantou o encerramento do evento.

Fonte: MUSAL

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