O vídeo mostra que o caça Sino-Paquistanês FC-1/JF-17 se sai bem em comparação com o F-16, na turn rate e no raio de curva. Em “dogfights”, a coisa pode se complicar para os caças ocidentais.

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Storm

o que achei curioso é que olhando o desenho desse avião parece que é um cruzamento de F-16 com F-18 Super Hornet.
Agora fazer qualquer comparação é pura expelulação em se tratando de um avião que ainda não é realidade. Isso é propagando chinesa mesmo.

Clésio Luiz

Eu conheço uns bixinhos que ganham fácil deles: AIM-9X, Python 4/5, R-73, IRIS-T, MICA IR, MAA-1-B, A-Darter, ASRAAM, e mais uns dois ou três modelos orientais que eu não lembro o nome.

Hoje em dia, ou você possui algum Flare milagroso, ou só entra em dogfight se for pego de surpresa. Caso contrário, o negócio é manter distância.

Alexandre Galante

Clésio, todos os mísseis têm alcance mínimo. Se você entra em combate próximo, o inimigo que domine ACM pode ficar fora do envelope do seu míssil, deixando-o somente com a opção do uso do canhão. Aí é mano a mano, véio! Isso pode acontecer se você num combate BVR frontal dispara os mísseis e erra. Como as velocidades de caças em head-on são muito altas, você estará perigosamente na arena visual, em minutos. Se não houvesse mais dogfights, não haveria a necessidade de se fabricar mísseis de curto alcance. Ah, e os chineses também fabricam bons mísseis de curto alcance… Read more »

Bosco

O combate de curto alcance não é necessariamente um dogfight. Antes do advento dos mísseis ‘all aspect’ e com ‘altos ângulos de disparo’ o combate com mísseis de curto alcance guiados por IR era semelhante ao dogfight da Primeira e da Segunda Guerra Mundial, já que havia necessidade de manobras radicais tanto para fugir do seeker do míssil quanto para se posicionar de modo a permitir um disparo com mínimas chances de sucesso, mas da terceira geração em diante (somado aos sistemas de designação pelo capacete) a coisa mudou muito e há de se separar o combate de alcance visual… Read more »

flavio

um bom motivo para o Brasil, se escolher o Rafale para o FX2 (cruz credo!), completar a sua Força Aérea com esses bons e baratíssimos caças chineses, já que é fantasia achar que vai dar para comprar 100 ou mais caças Rafales… Pelo preço do chinês, dá para comprar 100 facil, fácil…

Alexandre Galante

É isso aí, Bosco, seja bem-vindo de volta! rs

Há que lembrar também que uma curva fechada feita no momento certo, pode fazer um míssil perder o travamento e passar batido atrás de um flare ou chaff.

Bosco

Obrigado Galante. Eu li seu e-mail e ia responder mais tarde. Eu estive meio fora mas já havia (retornado.rsrs….) feito comentários na semana passada.
Um abraço.

Nunão

Fala, Bosco.

Se quiser fazer mais uma de suas contribuições conjecturais (ou melhor, utilizar sua paciência para calcular) sobre alcance de interceptação, dê uma passada no post de sábado sobre a última proposta da Dassault. Procurei complementar questões levantadas por outros leitores mas certamente você terá mais paciência para aprofundar a questão, se assim o desejar.

Saudações!

Bosco

Galante, mas essa ‘sedução’ pelos flares dos mísseis de quinta geração com sensores de ‘imagem termica’ não parece ser possível. Também sair fora do ângulo de busca do sensor é muito difícil com a grande ‘mobilidade’ (ângulos e velocidade) que os sensores atuais possuem. E dentro da NEZ se o sensor “trava” e ‘cola’ rsr…. o míssil tem capacidade cinética de atingir o alvo. Talvez seja devido a essas características que o Congresso Americano parece não ter autorizado o AIM-9X fazer parte do pacote oferecido a nós. Por incrível que possa parecer o Amraam AIM-120C7 é um item ‘menos sensível’… Read more »

Erich Hartmann

Se a aeronave for realmente efetiva contra F-16 pode ser muito bem vinda essa vantagem de manobrabilidade,velocidade de giro,curvas etc.

E os Dogfights não acabaram com seus g-loads etc são tão necessários que Força Aérea de Israel* e USAF** estão comprando manobráveis mig-29 e Su-27 para manterem os seus pilotos efetivos e com êxito nas 50% de probabilidades que os BVRs não serão efetivos ou prováveis(segundo IAF 50% combates ocorrerão no campo visual).

* http://www.jpost.com/servlet/Satellite?cid=1242212366589&pagename=JPost%2FJPArticle%2FShowFull
** http://www.strategypage.com/htmw/htintel/20090511.aspx

(USAF não quer repetir o erro da falta de treinamento combate curto alcance que enfrentaram até fins dos anos 60)

Bosco

Valeu Nunão!
Vou passar lá e conferir.
Um abraço.

Erich Hartmann

Desculpem novamente pelo off topic,mas com intento de informar e não perder o “fio da meada”(e não perder o link hehe) acerca das discussões acerca da efetividade de aeronaves manobráveis(como as indicadas no artigo acima) vejam este link de um estudo sério apontando grande possibilidade de superioridade dos Su-27/30 face aos incríveis F-15 Eagle:

http://www.fas.org/programs/ssp/man/uswpns/air/fighter/f15.html

Erich Hartmann

Gostei de ler no artigo que postei o seguinte:

” Simulations conducted by British Aerospace and the British Defense Research Agency compared the effectiveness of the F-15C, Rafale, EF-2000, and F-22 against the Russian Su-35 armed with active radar missiles similar to the AIM-120 Advanced Medium Range Air-to-Air Missile (AMRAAM). The Rafale achieved a 1:1 kill ratio (1 Su-35 destroyed for each Rafale lost). The EF-2000 kill ratio was 4.5:1 while the F-22 achieved a ratio of 10:1. In stark contrast was the F-15C, losing 1.3 Eagles for each Su-35 destroyed.”

michellineker

É Erich Hartmann o Chaves pode ficar com seus SU-30 que nois vai de Rafale mesmo.

sonic wings

Só pra lembrar, apesar de este ser um projeto SINO-Paquistanes eles provavelmente serão operados apenas pelo paquistão o que nos faz crer que trata-se apenas de um modelo classe B ou C, o top das novas tecnologias “sinesas” estão na nova versão J10. Esse sim amplamente empregado pelos shing ling.

Ablaços

Almeida

Se o video for verdadeiro, impressionante. Mas to achando que alteraram a velocidade (o cronometro com certeza veio depois na ediçao) e a perspectiva.

Jotapecosta

Xing Ling, mas… E aí? Dentro do que eu pude entender nessa comparação, o F-16 ganha desse JF-17. Porém, o F-16 estava voando em pós-combustão, enquanto o FJ-17 não. Ou seja, o Falcon levou 18 segundos nos 360 graus, enquanto o oriental levou 20 voando com empuxo seco. Da forma que as células dos aviões recentes estão furtivas, engajamentos em combate BVR não serão tão simples quanto se imagina. O que faz cair na mesma vala que os americanos caíram na guerra do Vietnã. Perigoso é esse tipo de conclusão de achar que é fácil assim abater uma aeronave dessas.… Read more »

Felipe Cps

Se o piloto for o Rubinho, e levando-se em conta a procedência “sineza”, é capaz de soltar as “molinhas” no outro e aí já era… 🙂

Sds.

Esdras

Esse JF-17 ainda vai balançar o mercado, mas o F-16 como um grande caça na mão de uma nação que sabe vender ainda vai vender muito!!! e enquanto isso os jumentos dos franceses tiraram o M-2000 de produção……

Jonas Rafael

É impressão minha ou o F-16 fez a curva em velocidade maior?

Jotapecosta

Não é impressão, o F-16 foi mais rápido. O detalhe é que ele estava usando pós-combustor enquanto o JF-17 ia só no empuxo seco… E a diferença não foi tão grande. E se o JF-17 usasse potência total? Esse modelo parece que ainda era só um protótipo.

Carlos Emilio Di Santis Junior

Vi o video e não achei nada demais. O F-16, até completar 180º de curva estava mais rápido. Ao fim é visível que o ângulo em que o JF-17 parou a curva foi antes do F-16 que terminou em mais de 360º. Para mim o F-16 tem uma taxa de giro instantânea pouco melhor que o JF-17 e uma taxa de giro sustentada igual ao caça paquistanes/ chines.

Jonas Rafael

Mas se o F-16 foi mais rápído então a comparação não é justa, já que é muito mais fácil fazer uma curva a uma velocidade menor.