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Copywright Gripen International

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Enquanto o governo brasileiro decide dar mais uma oportunidade para que as empresas que participam do processo de seleção dos novos aviões de caça que o país irá comprar melhorem as suas propostas, a transferência de tecnologia desse tipo de aeronave já começou a acontecer com pelo menos uma das disputantes. Lideradas pela Akaer, as empresas Friuli, Winnstal, Minoica e Imbra Aerospace enviaram para a Suécia uma equipe de 20 engenheiros e técnicos brasileiros para começar a trabalhar no projeto do novo caça sueco Gripen NG, produzido pela Saab Aerosystems. Além do grupo sueco, disputam a licitação para venda de 36 caças para a Força Aérea Brasileira a americana Boeing e a francesa Dassault.

“A cooperação efetiva com a Saab foi iniciada no dia 31 de agosto visando o engajamento total das empresas no projeto, o que inclui o domínio de tecnologias importantes da aeronave e acesso a todas as áreas sensíveis na fábrica da empresa, em Linköping, na Suécia”, explica o diretor-executivo da Akaer, César Augusto da Silva. A T1, holding que reúne as cinco empresas brasileiras envolvidas no projeto do novo caça sueco, será a responsável pelo projeto e produção da fuselagem central, fuselagem traseira e asas do Gripen NG.

Segundo o diretor da Akaer, embora o sucesso da parceria com a Saab esteja, de certa forma, atrelado ao projeto F-X2, pela possibilidade de o Brasil vir a ser o cliente lançador do Gripen NG, caso ele seja o escolhido, este fator não será, necessariamente, decisivo para que as empresas brasileiras permaneçam no desenvolvimento do novo caça. ” As nossas empresas foram selecionadas através de uma concorrência internacional dentro da estratégia da Saab de encontrar parceiros internacionais para o projeto”, explica o executivo.

A transferência de tecnologia na área de estruturas feitas em material composto, de acordo com o diretor da Akaer, capacitará as empresas brasileiras a serem fornecedoras de classe mundial de qualquer cliente do caça Gripen NG. A ideia da holding é formar um novo polo aeronáutico no Brasil na área de desenvolvimento da inteligência e do ciclo de produção de aeronaves, deixando no passado a fase de simples fornecedor de peças.

“Não estaremos envolvidos simplesmente no processo de fabricação das peças, que não tem valor agregado e atividade de engenharia. A questão não é só fazer, mas saber fazer e isso já começamos a aprender trabalhando em conjunto”, comenta o diretor técnico da Akaer, Ricardo Fontes. A troca de informações na área de projeto, engenharia e produção dos caças suecos, segundo Fontes, está sendo feita com autorização do governo daquele país.

A previsão da Akaer é que a partir do próximo ano uma equipe de pelo menos 150 engenheiros e técnicos das empresas que compõem a holding T1 comecem a trabalhar no Brasil em conjunto com 20 especialistas suecos. Os brasileiros que já estão na Suécia hoje, segundo Fontes, ficarão trabalhando lá por um período de seis meses.

Os diretores da Akaer estimam que em quatro anos o faturamento da holding atinja US$ 500 milhões e cerca de 2,9 mil postos de trabalho sejam criados nos próximos 10 anos. “Se o resultado do F-X2 for favorável ao Gripen, em seis meses dobraremos nosso atual quadro de colaboradores”, disse Silva. “A parceria com a Saab pode representar um grande salto tecnológico com o mesmo significado que o AMX teve para a Embraer, que se capacitou para o desenvolvimento da sua bem sucedida família de jatos regionais.”

FONTE: Valor Econômico, via Notimp / FOTO: Gripen International

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About Fernando "Nunão" De Martini

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Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

63 Responses to “Brasileiros já trabalham no projeto do caça Gripen” Subscribe

  1. Fabio 15 de setembro de 2009 at 11:21 #

    Será que iremos em duas frentes ? Rafales e Gripen ? seria otimo… Quem sabe 36 Rafales e o restante Gripen Made in Brasil…

  2. Yoda 15 de setembro de 2009 at 11:26 #

    Será que temos autistas na SAAB?

  3. MOsilva 15 de setembro de 2009 at 11:46 #

    Hehehehe
    Será? Parece-me ser bem possível…
    SDS.

  4. Lucas Urbanski 15 de setembro de 2009 at 11:49 #

    Parece que o FX-2 não terá apenas um vitorioso não, está com cara de que vamos ter muitas surpresas que ainda estão por vir!!

  5. André 15 de setembro de 2009 at 11:51 #

    Bem, como a garantia de transferência de tecnologia é algo, digamos, virtual, pq um governo pode dizer SIm hoje e NÃo amanhã, creio que o Gripen NG é o que oferece mais oportunidades de incorporação de know how e know why. Sim, eu sei que o NG é uma colcha de retalhos qto a participação de parceiros de diferentes países. Ótimo!! Se houver negação de algum deles, o consórcio busca outra fonte ou desenvolve o que precisa. Não, não sou tão ingênuo…
    Motor: será que os EUA realmente barrariam o fornecimento por não escolhermos o Super Hornet? Creio que não. Seria uma grana violenta. Barrariam transferência de TT dele? Talvez, mas creio que ainda assim conseguiríamos algo. Vale o mesmo para outros componentes e sistemas.

    Não estou falando de que o NG é melhor do que este ou aquele. Penso na oportunidade como um todo.

    De qualquer forma, NINGUÉM TRANSFERE TUDO O QUE SABE. Mesmo defasado o conhecimento alavanca uma conmcorrância, seja militar ou industrial.

    Estaremos em breve com uma linha de montagem da Eurocopter, o EC725. E este não é o estado da arte, não?

    A coisa é complexa por demais para explicitarmos aqui. Mas é importante continuarmos com nossas opiniões enriquecendo o papo.

    Pena ser impossível termos conhecimento pleno do assunto e de seus detalhes para que a discussão seja feita com todas as cartas na mesa.

    ABRAÇOS!!!

  6. André 15 de setembro de 2009 at 11:53 #

    Em tempo: SAAB e DASSAULT precisam qie compremos seus aviões, senão seus programas podem ir para o buraco.

    A BOEING não.

  7. Francisco AMX 15 de setembro de 2009 at 12:08 #

    Foto bonita esta do Gripen!

    Pois é, realmente não seria uma posição política ruim, neste momento, a escolha de 2 vetores, um birreator e outro mono, além do mais com alguma TT por parte de ambos os fornecedores…
    36 rafales e o “troco” de NGs… :) umas 84 unidades, teríamos os 10 esquadrões sonhados! Os Rafales com a função de Superioridade aérea e naval, armados com os 8 mísseis AAs ou 4 anti-navios, e os NG para fazer o trabalho “grosso” e ainda dar provento na arena ar-ar…

    um sonho…

  8. gehornet 15 de setembro de 2009 at 12:18 #

    eu acho q o brasil deve escolher o f-18 sem duvida

  9. Lucas Urbanski 15 de setembro de 2009 at 12:25 #

    Francisco AMX, meu caro amigo tirou as palavras da minha boca, com sua permissão, assino embaixo.
    Abraços.

  10. Caipira 15 de setembro de 2009 at 12:27 #

    Que maravilha, entre trapalhadas, desinformação e lobby brutal finalmentte uma boa notícia.

  11. Caipira 15 de setembro de 2009 at 12:30 #

    Francisco AMX em 15 set, 2009 às 12:08

    Õ amigão blz?

    Mas e a tão sonhada padronização?

  12. Tiago Jeronimo 15 de setembro de 2009 at 12:54 #

    Quero ver a transferência de tecnologia do motor e de outras partes que são americanas se o Gripen ganhar…

  13. Esdras 15 de setembro de 2009 at 12:55 #

    Independente o rafale, a FAB deveria entrar no projeto NG, como substituto dos F-5 e AMX. Esta é uma boa oportunidade.

  14. gaspar 15 de setembro de 2009 at 13:31 #

    quem tudo quer, nada tem…
    eh um velho ditado…

  15. gaspar 15 de setembro de 2009 at 13:33 #

    quem tudo quer, nada tem…
    eh um velho ditado…

  16. gaspar 15 de setembro de 2009 at 13:37 #

    desculpe pela duplicidade o post

  17. Mirage 15 de setembro de 2009 at 13:41 #

    Avanço. Quando a iniciativa privada toma frente de um projeto, mesmo que este não venha a ser utilizado pelo Br.

    Governo é isso mesmo… bagunça e falatório.

    Vai chegar um dia…vai demorar mais vai chegar… que os governos serão apenas cortinas e quem ditara as regras é a iniciativa privada.

    Isso já acontece. Porem quem toma as “culpas” ou responsabilidades “aparentemente” são os políticos e seus governos.

    Ainda temos muito que avançar. Vamos com calma.

  18. Claudio 15 de setembro de 2009 at 13:42 #

    Eu gostei da notícia, é o reconhecimento da qualidade dos nossos engenheiros. Espero que o acordo prospere mesmo que o Gripen não seja o escolhido para o F-X2.

  19. Bruno Correia 15 de setembro de 2009 at 13:42 #

    Bom, duvido muito que o Gripen NG possa virar o jogo.

    Mais acho interessante possuirmos mais empresas no setor aeronáutico. Tentando se desmembrar um pouco da Embraer. Quem sabe no futuro uma Boeing e uma Lockheed Martin tupiniquins

  20. Felipe Cps 15 de setembro de 2009 at 13:45 #

    Ótima notícia. Se a Odebrecht quer que a FAB fique com a Dassault, muito bem. O restante da Indústria Brasileira fica com a SAAB.

    Sds.

  21. Amaral 15 de setembro de 2009 at 13:57 #

    A pergunta do Thiago Jerônimo não tem como ser calada. De tudo que já li extraio que o importante é o caminho, a indicação e transferência tecnológica. Com isto, fomentaremos a indústria nacional, a pesquisa científica nacional e evoluiremos para o G5 com liberdade de aplicação tecnológica para os mercados que quizermos. Não precisa ser o melhor, desde que haja a entrega do pacote tecnológico.

  22. athalyba 15 de setembro de 2009 at 13:58 #

    que os governos serão apenas cortinas e quem ditara as regras é a iniciativa privada.

    Ou seja, a lei da selva: sobrevivência do mais forte, submissão do mais fraco, toda a concorrência deve ser exterminada, qqer dissidência interna ou externa deve ser anulada e só o lucro e os acionistas importam.

    Não me parece o melhor modelo de sociedade …

    Voltando ao tópico: a notícia mostra que temos sim massa crítica para absorver, se não toda, a quase totalidade da TT proposta pelo Rafale/Gripen (os EUA acham que enganam alguém ao falar de TT). Tecnologias sensíveis nós tb temos. Por ex, a Orbisat desenvolveu o SABER M60 e está desenvolvendo o M200, totalmente aqui na Terra Brasilis. Todo o software tb foi escrito por eles. Tem uma questão interessante, que mostra como os EUA *JAMAIS* vão dar mole em qqer coisa: a cerâmica reativa, que custava os tubos e os EUA *NÃO* autorizaram a Orbisat usar em seus radares para fins comerciais foi substituída com sucesso por uma cerâmica nacional.

    Trecho:

    O engenheiro João Moreira afirma que filtros produzidos com esta cerâmica representam uma solução de vida ou morte para a empresa. “Nós compramos filtros dos Estados Unidos, mas eles proíbem sua utilização para fins de defesa. Concordaram em nos fornecer para fins experimentais, mas deverão suspender a autorização para exportação no futuro próximo, quando nossos radares forem produzidos em escala”.

    A cerâmica do Ceará, acrescenta Moreira, apresenta uma perda de 15% a 20% no sinal, quando na americana ela chega a 50%, o que implica diretamente na potência do transmissor. “Vamos conseguir um filtro leve, muito melhor e duas ordens de grandeza mais barato: a caixa de filtros importados custa 30 mil reais e podemos obtê-la por 300 ou 400 reais”.

    É isso :-)

  23. athalyba 15 de setembro de 2009 at 14:04 #

    PS: créditos para professor-doutor Sérgio Sombra, do Grupo de Estudos de Materiais Compostos, da Universidade FEDERAL do Ceará, que levou à fabricação da cerâmica !!!

  24. Flavio 15 de setembro de 2009 at 14:18 #

    Parabéns ao pessoal envolvido neste projeto

    repito, o melhor para o Brasil seria os dois vetores, Rafale + Gripen NG.

    Pode não haver uma total padronização, mas seria perfeito termos dois excelentes vetores….um mais robusto, e outro em maior quantidade e tão bom quanto o primeiro em algumas tarefas, podendo inclusive faze-las de maneira mais econômica.

  25. BRAZILWOLFPACK 15 de setembro de 2009 at 14:38 #

    Ja deixei de assistir essa novela. Agora so vou acreditar nissto quando chegar o primeiro aviao ao Brasil. Ate la,e tudo papo furado,para variar.

  26. BRAZILWOLFPACK 15 de setembro de 2009 at 14:38 #

    Ja deixei de assistir essa novela. Agora so vou acreditar nissto quando chegar o primeiro aviao ao Brasil. Ate la,e tudo papo furado,para variar.

  27. Klevston kvowster 15 de setembro de 2009 at 14:40 #

    Olha,vejo assim: O Brasil compra uns 20 caças F 35(Tampão: que maravilha)Sonhar nunca é demais,mais dois vetores Rafales e Gripen, será um sonho duplo ou triplo? Acaba com essa discussão que ninguém vai chegar ao concenso mesmo qual será o melhor dos tres vetores,pelo que vi não tem como saber qual dos tres é melhor,pega os dois (Rafales +Gripen)e + uns 20 F 35 sem transferência mesmo, traga-os já, para nossa proteção.Acho todo mundo vai ficar feliz.Termina isso logo Brasil….

  28. Mauricio R. 15 de setembro de 2009 at 14:41 #

    Qnto ao radar SABER, Unicamp e CTEX tb estão envolvídos nesse projeto.
    Seria interessante que se e qndo este projeto for p/ produção seriada, a Imbel tenha algum envolvímento.

  29. Soldier 15 de setembro de 2009 at 14:46 #

    Athalyba…

    Belíssimo comentário sobre a Cerâmica de radares. Crédito a este grande cientista brasileiro que fez uma Cerâmica o dobro de veezes melhor que dos EUA 100 X mais barato e principalmente: É nosso.

    Abraços.

  30. athalyba 15 de setembro de 2009 at 14:56 #

    @Mauricio R.

    Os seis primeiros já foram comprados e já estão para ser entregues:
    http://www.forte.jor.br/?p=3256

    Eu ia colocar o link de onde tirei o texto citado e acabei esquecendo. Desculpae.

    Qnto ao radar SABER, Unicamp e CTEX tb estão envolvídos nesse projeto.

    Positivo: o elemento teve acesso a essa informação (rs)

    abcs

  31. gaspar 15 de setembro de 2009 at 15:34 #

    impressionante mesmo esse assunto da ceramica…
    eh por isso que eu defendo o nao uso de equipamentos militares americanos aqui no Brasil…
    e logo logo teremos novidades a respeito de materias compostos INOVADORES…

  32. tyrion 15 de setembro de 2009 at 15:49 #

    existem mais misterios entre o ceu e a terra do que pode supor nossa vam filosofia….

  33. Challenger 15 de setembro de 2009 at 15:50 #

    O que me deixa entusiasmado no FX, é a possibilidade de o Brasil finalmente, modernizar sua industria aeroespacial, que quem sabe desenvolver novos produtos, valorizar nossos engenheiros e tecnicos é o mais importante não importando qual seja o vencedor, claro que ta na cara que é o RAFALE.

  34. Bruno Rocha 15 de setembro de 2009 at 15:56 #

    Caipira em 15 set, 2009 às 12:30

    Não ACHO (achismo) que uma padronização de vetor seria uma boa idéia, poderíamos utilizar um avião mais barato para tarefas mais simples, e o outro mais poderoso para tarefas mais perigosas, como fazer “barreira” contra a Venezuela.

  35. Bruno Rocha 15 de setembro de 2009 at 16:02 #

    No fundo, No fundo eu achava que esse FX2 acabaria numa marmelada, mas fora as especulações, será que há chances de uma dobradinha Rafale/Gripen?

  36. Angelo Nicolaci 15 de setembro de 2009 at 16:10 #

    Tiago Jeronimo

    Não vejo como real a ameaça de veto americano a tais partes constituintes no Gripen, até por que se for assim os Super Tucanos vão ficar no solo né?

    Amigos acho interessante se optassemos por 36 Rafales, devido ao pacote Francês com vista a obter tecnologia do SubNuc,e em contrapartida ir com Gripen tamb~em com vistas a substituir a espinha dorsal da FAB padronizando as demais funções hoje a cargo dos F-5 AMX e Xavantes sob o gripen, uma plataforma mais barata e tão capaz quanto os Rafales e ainda com TT e produção no Brasil, seria um golpe de mestre se adotassemos esta postura de manter apenas dois vetores, padronizando as armas entre estes. Além do que teriamos uma base tecnologica que tornaria bem mais real a futura concepção de um puro sangue brasileiro

  37. Angelo Nicolaci 15 de setembro de 2009 at 16:15 #

    acho que devemos ir com Gripen/Rafale a exemplo de tantas outras Força aereas que não se apoiam em apenas um vetor, a exemplo dos americanos,indianos,russos,chineses,etc…
    Todos tem seu top e o faz tudo, e acho que o gripen atenderia a função de faz tudo e o Rafale de superioridade aerea e interceptação, além do mais o Gripen devido as suas caracteristicas que permitem uma rapida desmobilização das bases para estradas e lugares improvisados daria maior mobilidade tatica e amparo estrategico de acordo com o previsto no END

  38. Carlos 15 de setembro de 2009 at 16:38 #

    “Para especialista em desenvolvimento, compras militares dos EUA são maior exemplo de política industrial que gerou inovação tecnológica”
    Essa estoria, do fim do estado, e COISA PARA BRASILEIRO BOBINHO VER.
    “Houve uma opção por não regulamentar. Foi uma opção movida a razões nacionalistas, porque tanto o Reino Unido quanto os EUA viam o setor financeiro como o que liderava a projeção do seu poder na arena econômica internacional. Com Wall Street de um lado e a City do outro, para eles fazia sentido ser liberais.”

    “Um fundamental é no campo da inovação e da tecnologia. Na OMC (Organização Mundial do Comércio), os Estados líderes escreveram normas que lhes dão margem para promover sua indústria nascente, ao mesmo tempo em que reduziram essa margem para países em desenvolvimento”

    A materia completa em: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/15/o-papel-do-estado-na-economia/

  39. Carlos 15 de setembro de 2009 at 16:44 #

    Dsculpe ai pessoal foi mau, o primeiro texto eu embaralhei tudo. Prometo ser mais diligente.

    Essa estoria, do fim do estado, e COISA PARA BRASILEIRO BOBINHO VER.

    “Para especialista em desenvolvimento, compras militares dos EUA são maior exemplo de política industrial que gerou inovação tecnológica”

    Houve uma opção por não regulamentar. Foi uma opção movida a razões nacionalistas, porque tanto o Reino Unido quanto os EUA viam o setor financeiro como o que liderava a projeção do seu poder na arena econômica internacional. Com Wall Street de um lado e a City do outro, para eles fazia sentido ser liberais.”

    “Um fundamental é no campo da inovação e da tecnologia. Na OMC (Organização Mundial do Comércio), os Estados líderes escreveram normas que lhes dão margem para promover sua indústria nascente, ao mesmo tempo em que reduziram essa margem para países em desenvolvimento”

    A materia completa em: http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/09/15/o-papel-do-estado-na-economia/

  40. Fábio Mayer 15 de setembro de 2009 at 17:17 #

    O Brasil vai acabar comprando 12 Rafales, 12 SH(s) e 12 Gripens… e daí ninguém sai descontente e podemos nos dedicar ao que mais gostamos: CARNAVAL!!!

  41. Marco Antonio Lins 15 de setembro de 2009 at 17:18 #

    Ilmo Srs

    Eu vendo dizendo que montoras o Brasil tem de mais, temos que fabricar,penssar no valor agregado.Quantos paises tem vetores diversos, cada qual com sua função.Se o brasil vai participar com a Suecia na fabricação, poderiamos alterar sua configuração, tornalos birreator maior raio de ação.

  42. Marco Antonio Lins 15 de setembro de 2009 at 17:21 #

    Atenção !….

    Não podemos perder o Rafale, trata-se de vetor muito recente.

  43. Challenger 15 de setembro de 2009 at 17:26 #

    Fabio, não esqueça da Cerveja.

    Tenho uma ideia melhor porque não compramos alguns J-10 da China, garanto que eles chegam aqui semana que vem, e claro bem baratinhos, e de quebra alguns MP10 pra cada piloto.

  44. Felipe Cps 15 de setembro de 2009 at 17:35 #

    No Brasil, pras coisas darem certo é só o governo não atrapalhar…

  45. luis alberto 15 de setembro de 2009 at 17:36 #

    Transferencia de tecnologia (TT) se dah de duas formas:
    1 – Trabalhando junto com a “mao na massa” conforme disse o presidente da EMBRAER, eng. Fleury Curado.
    2 – roubando.
    Quem acredita que uma nacao gastando bilhoes para desenvolver tecnologia sensivel vai repassar essa tecnologia barato para outra nacao, tambem deve acreditar no Papai Noel ou no Saci Perere.
    Eh possivel que nosso presidente acredite em Papai Noel ou no Saci Perere. Afinal de contas a escolha em quem acreditar eh dele.

  46. André 15 de setembro de 2009 at 17:43 #

    Concordo com vc Luis Alberto.

    Por isso prefiro a proposta da SAAB. Apesar de concordar que o Rafale é um avião mais, digamos, poderoso.

  47. Angelo Nicolaci 15 de setembro de 2009 at 18:58 #

    http://brasilnicolaci.blogspot.com/

    Concordo com o amigo Luis alberto

  48. Angelo Nicolaci 15 de setembro de 2009 at 18:59 #

    http://brasilnicolaci.blogspot.com/

    Concordo com o amigo Luis alberto

    e passo meu blog

  49. Angelo Nicolaci 15 de setembro de 2009 at 18:59 #

    http://brasilnicolaci.blogspot.com/

    Concordo com o amigo Luis alberto

    e passo meu blog

  50. welington 15 de setembro de 2009 at 23:32 #

    A charge abaixo descreve muito bem a noção tida sobre o FX2 pela mídia em geral e pela população leiga no tema…
    A mesma é a charge do dia no Charges.com.br, o maior site de charges do país, este tem um imenso numero de visitantes diários, por base neste site entende se a importância do FX2 para a mídia atualmente, visto que o mesmo não é nem um site de noticias e sim de entretenimento pelo humor generalizado…
    Porem a de se ressaltar que como na mídia em geral a charge peca, pois o FX2 não esta decidido e o mesmo não é uma compra direta e sim uma seleção para negociação aberta com o fornecedor a ser escolhido e a vantagem do Rafale não significa vitoria, porem como todos sabemos as chances do Rafale não levar esta seleção é mínima, porem o que quero ressaltar é que como a mídia em geral em termos de defesa o site transfere informações falsas como a vitoria do Rafale, que pelo PROSESSO não esta definida e isto causa uma certa confusão na população, desta forma vejo este fato como intencional, pois uma vitoria de outro concorrente geraria uma turbulência sem tamanho, o que inviabiliza a escolha de outro vetor que não o Rafale…
    http://charges.uol.com.br/2009/09/15/cotidiano-transferencia-tecnologica/
    Um grande abraço a todos…

  51. Paulo Renato 15 de setembro de 2009 at 23:44 #

    Depois de toda bagunça do Governo não acredito que não dê Rafale !!!
    Vai ficar complicado agora neste instante voltar atrás de tudo de que já foi feito.
    Acho que o Gripen NG seria o melhor vetor para nossa FAB, cabe dentro do nosso orçamento, além de aquisição sua manutenção são bem razoaveis isso o faz levar grande vantagem, já que as Forças sofrem com cortes em seus orçamentos.
    Quero ver manter estes Rafales voando ou até mesmo adqurir outros até chegar os pretendentes 120 caças.
    Além dos vetores ainda tem os armamentos e por aí vai…
    O ideal seria o bom senso e fechar com o Gripen NG.

    Mas pelo visto vamos de Rafale e se isso acontecer não acredito que passe dos 36 vetores, pq no próximo governo que assumir pode mudar o rumo e se adquirir outro vetor e completar os esquadrões.

    Abs.

  52. Lucas Urbanski 15 de setembro de 2009 at 23:55 #

    Pessoal, sendo Rafale F3 ou Gripen NG estará de bom tamanho, pois o F-18 S/H é uma “chave de cadeia”, pois estaremos comprado armamento do povo mais prepotente e ignorante do mundo que trata todos como se fossem inferiores, o método de por um porta-avioes armado até os dentes proximo a costa de nosso país não é certamente a melhor forma de querer se amigável com este,(leia-se 4° frota),e como disse uma matéria do site abaixo:
    http://www.defesanet.com.br/09_09/090915_007.htm, onde no final da matéria o embaixador americano diz que o uso de equipamentos americanos vendidos a outros países precisa de uma autorização do governo dos EUA para poder usá-los, que porcaria é essa, você compra um avião e tem que e pedir pra usar, sabia que estes Yankes arrogantes não iam aceitar vender nada que eles não pudessem controlar, o F-18 S/H é uma maneira de frear o lado Viva le France que o Brasil esta tomando, pois com Scorpenes e Rafales o que eles poderão fazer, no máximo chorar pela concorrência perdida, a única coisa que me interessa no mercado de aviação americano é os C-17 Globemaster III que dão uma enorme capacidade logística para qualquer tipo de operação.
    Abraço.

  53. alvespereira 15 de setembro de 2009 at 23:55 #

    Boa Noite,

    A revelação da materia mostra que o Brasil é a bola da vez, cobiçado por todos, e este é mais um motivo para concluirem logo a escolha do vetor da FAB, que venham as novas tecnologias, mas é importante também que o governo olhe com bons olhos estes pesquisadores e estas empresas, para que por falta de recursos não ocorra mais uma vez a evasão de mentes brilhantes para outros paises.

    Sds.

  54. bulldog 16 de setembro de 2009 at 2:23 #

    OBA!!! ano que vem tem copa….rs

  55. bulldog 16 de setembro de 2009 at 2:23 #

    …E tem eleição….

  56. bulldog 16 de setembro de 2009 at 2:24 #

    …hum…acho que FX-2 só pra 2011, hein… alguém duvida?

  57. Harry 16 de setembro de 2009 at 9:43 #

    Caros,
    De todas as concorrentes quem mais precisa de parceria seria a SAAAB, esta notícia ainda tem sua válidade.

    Mídia : Isto É – Dinheiro

    Data : 04/05/2009

    Poder – Por Denize Bacoccina

    INTERNACIONALIZAÇÃO

    O voo alto da Embraer

    Circula no governo um ambicioso projeto para tentar elevar a participação da Embraer no mercado internacional.

    Trata-se da compra da sueca Saab, responsável pelos caças Gripen, que estão na concorrência para o projeto FX-2, da Força Aérea Brasileira.

    O presidente da Embraer, Frederico Curado, ainda está com um pé atrás, mas já há gente do BNDES com um plano na manga para a operação.

    A Embraer faria uma troca de ações, assumindo o controle da empresa, sem desembolsar um centavo.

    Isso ficará em sigilo até que o governo defina o vencedor da concorrência do FX-2.

    Abs

  58. Harry 16 de setembro de 2009 at 9:47 #

    Caros
    Vender Rafale na América Latina quem compraria? Esta autorização da França é piada.

    O Gripen-NG seria o mais viável economicamente e a autorização é vender para o mundo onde tiver a presença da Embraer. Onde não esta presente a Embraer, hoje?

    Abs

  59. Cor Tau 16 de setembro de 2009 at 10:55 #

    “repito, o melhor para o Brasil seria os dois vetores, Rafale + Gripen NG”

    Significaria unir o útil ao agradável…..

    “A cerâmica do Ceará, acrescenta Moreira, apresenta uma perda de 15% a 20% no sinal, quando na americana ela chega a 50%, o que implica diretamente na potência do transmissor. “Vamos conseguir um filtro leve, muito melhor e duas ordens de grandeza mais barato: a caixa de filtros importados custa 30 mil reais e podemos obtê-la por 300 ou 400 reais”

    No caráter..Na conduta…No estilo…Em todas as coisas….A simplicidade é a suprema virtude….Quanto maiores somos em humildade tanto mais próximos estamos da grandeza…Simplicidade De Caráter É O Resultado Natural Da Reflexão Profunda….

    Vivi ali uma vida livre indispensável para formar o temperamento e o gosto pela aventura….Desde a infância eu tinha uma grande queda por coisas mecânicas e como todos os que possuem ou pensam possuir uma vocação eu cultivava a minha com cuidado e paixão…Eu sempre brincava de imaginar e construir pequenos engenhos mecânicos que me distraíam e me valiam grande consideração na família…Minha maior alegria era me ocupar das instalações mecânicas de meu pai…Esse era o meu departamento o que me deixava muito orgulhoso…..A partir desse dia não guardei mais a menor dúvida a respeito do sucesso da minha invenção….Reconheci que iria para toda a vida dedicar-me à construção de aeronaves…Precisava ter minha oficina minha garagem aeronáutica meu aparelho gerador de hidrogênio e um encanamento que comunicasse minha instalação com os condutos do gás iluminante….

    A Europa curvou-se ante o Brasil
    E clamou Parabéns em meigo tom
    Brilhou lá no céu mais uma estrela
    Apareceu Santos Dumont.

    Salve, estrela da América do Sul
    Terra amada do índio audaz, guerreiro!
    A glória maior do século vinte
    É Santos Dumont, um brasileiro!

    O Brasil cada vez mais poderoso
    Menos teme o rugido e o ferro do bretão
    É forte nos campos e nos mares
    E hoje nos ares com seu balão

    A conquista do ar que aspirava
    A velha Europa, poderosa e viril
    Rompendo o véu que a ocultava
    Quem ganhou, foi o Brasil

    Por isso, o Brasil tão majestoso
    Do século tem a glória principal
    Gerou no seu seio o grande herói
    Que hoje tem um renome universal

    Assinalou para sempre o século vinte
    O herói que assombrou o mundo inteiro
    Mais alto do que as nuvens quase Deus
    É Santos Dumont, um brasileiro…

    No passado está a história do futuro…….

    http://charges.uol.com.br/2009/09/15/cotidiano-transferencia-tecnologica/

  60. alvespereira 18 de setembro de 2009 at 18:23 #

    Boa Noite,

    Cor Tau, falaste com sabedoria, na atualidade as principais FA do mundo trabalham com pelo menos dois vetores de caça, por que não o Brasil ir de Rafalle F3 e Griphen NG? Volto a dizer e exagero um pouco, se quiser pode ir até de F-18 SH também, recebendo as primeiras células de f-18 SH em 2010, substituindo os f-5 mais antigos, seguido em 2011 de Rafalle substituindo os Mirrage e outro lote de f-5 mais antigos, no mesmo ano a embraer começa a produzir os primeiros griphen NG padrão BR com tecnologia de baixo RCS do Rafalle e uma maior gama de armas nacionais e importadas, sendo que já em 2012 os Griphen NG Padrão BR iniciaria a substituição dos A-1 AMX, finalizando o processo em 2020, onde toda a frota estaria com vetores modernos e em quantidade suficiente para garantir a defesa aérea, dos vetores antigos apenas as células mais novas de f-5 e A-1 AMX em número de 12 cada, permaneceria na base aérea de natal para função de treinador avançado. Sendo que apartir de 2020 a embraer conjuntamente com as demais empresas do setor, começaria om projeto do Caça furtivo brasileiro, com a tecnologia adquirida no processo de fabricação do caça griphen NG BR, e está é a história do futuro.

    Abraços a todos.

  61. TenCelAv Justino 28 de março de 2010 at 22:10 #

    Papo, todos são bons mininada.
    O importante será botar todo esse arsenal em operação contínua, isso sim, ou acabamos nos tornando o maior intermediário de drogas do planeta.Temos que justificar nossas dimenssões territoriais, armados.
    A droga ta sustentando muita gente em seus tronos.
    Ou nossos aborigenes se enquadram nas regras ou mudo as regras.

  62. juninho 27 de abril de 2010 at 11:15 #

    Seria legal o rafale e o gripen… na defesa….

  63. igor 27 de abril de 2010 at 22:52 #

    eu acho que o brasil não vai querer fazer caças e gastar dinheiro se eles querem ter aviação de caça que transpira guerra ele deveria comprar o rafale um ótimo caça e com a transferençia de tecnologia o rafale podera ser construidos por nós e não por gringos

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