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Thunderbirds!

F-16 Thunderbirds

O Esquadrão de Demonstração da USAF em sua performance sobre a Base Hickam, no Havaí, em 18 de setembro. Os Thunderbirds demonstram as capacidades do F-16 Fighting Falcon realizando manobras de combate aéreo durante sua demonstração aérea.

FOTO: USAF/Staff Sgt. Mike Meares

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O queridinho da Embraer

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Marcelo Onaga

vinheta-clippingA preferência da Embraer pelos caças suecos Gripen, tão criticada pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, não é nova. Há exatos dez anos, quando o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso abriu a concorrência para escolher o novo caça da Força Aérea Brasileira, a empresa produziu um relatório técnico a pedido da Aeronáutica apontando as qualidades e problemas dos concorrentes. O destaque foi o Gripen, que competia na época com os russos Mig e Sukhoi e com o francês Mirage 2000, da Dassault. Os americanos F-16 e F-18 eram carta fora do baralho porque o governo americano não permitia a transferência de tecnologia. Meses depois, a Embraer firmou uma sociedade com um consórcio formado pelas francesas Thales, Dassault e Snecma. Naquela ocasião, os concorrentes fecharam parcerias com empresas locais. Obviamente a escolhida da Dassault foi a Embraer. E a preferência da Embraer passou a ser os Mirage 2000.

O governo mudou, a concorrência foi adiada e agora, dez anos depois e já sem os franceses na sociedade, a Embraer volta a preferir os Gripen. Ao contrário do que pensa Jobim, um declarado defensor dos Rafale da Dassault, a Embraer tem motivos para opinar sobre qual caça ela prefere. Pelo que prevê o edital de concorrência, seja quem for o vencedor ele terá de firmar uma parceria com a Embraer para transferência de tecnologia. Não bastasse esse motivo, a Dassault é uma rival importante da Embraer no mercado mundial de aviação executiva. Hoje cambaleante, graças à crise mundial, a Dassault depende dos bilhões de dólares que o governo brasileiro pode pagar pelos Rafale para se reerguer. Colaborar com a recuperação da companhia francesa não vai ajudar os milhares de brasileiros que foram demitidos pela Embraer no início do ano a reaver seus empregos.

Já a Força Aérea Brasileira tem opiniões divididas. Os pilotos, que gostam de aviões possantes, grandes e bem-sucedidos em operações de combate preferem os F-18 da Boeing. Já o comando da Aeronáutica tem dito em conversas reservadas que prefere os Gripen. Os Rafale só encontram o apoio de Lula e Jobim. Mas talvez seja o deles que importa.

FONTE: Portal Exame

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Rolls-Royce celebra 50 anos no Brasil

vinheta-clippingNuma cerimônia que contou com a presença do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, a Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, comemorou hoje, dia 29 de setembro (terça-feira), 50 anos de operação no Brasil.

Desde 1959, a Rolls-Royce vem expandindo sua presença no Brasil, empregando atualmente cerca de 500 pessoas em suas operações em São Bernardo do Campo, Rio de Janeiro, Niterói e Macaé. O Grupo continua a investir em instalações com as quais serve uma crescente base de clientes em todos os quatro setores de negócios: aeroespacial civil e militar, marítimo e de energia.

Nos últimos três anos a Rolls-Royce construiu no país três novos centros de serviços para apoiar seus clientes brasileiros e sul-americanos, com um investimento de mais de US$ 10 milhões. Essas três instalações incluem o Centro de Serviços de Macaé, o Centro de Serviços On-Wing Care, em São Paulo, e a recentemente inaugurada oficina em Niterói.

O presidente de Serviços da Rolls-Royce, Tony Wood, deu as boas vindas ao ministro na instalação de reparo e revisão em São Bernardo do Campo e declarou: “Estamos honrados que o Sr. Miguel Jorge tenha podido se unir a nós para esta marcante ocasião. O Brasil é um mercado muito importante para a Rolls-Royce e estamos orgulhosos de ter expandido nossas operações aqui ao longo dos últimos 50 anos. Esperamos continuar sendo bem sucedidos em fornecer tecnologia e serviços a nível de liderança mundial a nossos clientes aqui e através desta região.”.

Perfil – A Rolls-Royce é um negócio global que fornece sistemas de energia para uso em terra, no mar e no ar. A empresa estabeleceu posições fortes em quatro mercados globais – aeroespacial civil, aeroespacial militar, marítimo e de energia.

O Grupo Rolls-Royce tem uma ampla base de clientes que inclui mais de 600 companhias aéreas, 4.000 operadores corporativos e governamentais de aviões e helicópteros, 160 forças armadas, mais de 2.000 clientes considerados principais, incluindo 70 marinhas de guerra, e clientes do setor de energia em aproximadamente 120 países. Com instalações em 50 países, a Rolls-Royce emprega 39.000 funcionários em todo o mundo e têm negócios com sede no Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Escandinávia, Cingapura e China. Essa presença global permite ao Grupo acessar oportunidades internacionais de crescimento de longo prazo.

A Rolls-Royce continua a investir em tecnologias de núcleo, produto, pessoas e capacitações, com o objetivo de expandir e reforçar seu portfólio de produtos, aumentando a eficiência e melhorando o desempenho ambiental de seus produtos.

A Rolls-Royce vem fornecendo produtos e serviços aos mercados aeroespacial civil e militar, marítimo e de energia brasileiros desde a década de 1950.

Nossos principais clientes no setor aeroespacial civil brasileiro são a TAM, que utiliza motores Rolls-Royce Trent 500 em seus A340s, e a Embraer, que emprega o AE3007 para impulsionar as aeronaves da família ERJ145 de jatos regionais, e os Jatos Executivos Legacy 600. A Força Aérea Brasileira tem utilizado motores Rolls-Royce desde 1953, e a Marinha do Brasil usa turbinas a gás numa variedade de embarcações e fragatas. No setor de energia, a Rolls-Royce supre a Petrobras com sistemas “offshore” e terrestres de geração de energia elétrica e compressores centrífugos de gás para o projeto do gasoduto Gasene. A empresa também fornece a Petrobras embarcações de apoio “offshore” com projetos UT da Rolls-Royce construídos por estaleiros brasileiros.

Em 2008, a Rolls-Royce e seus parceiros investiram £885 milhões em pesquisa e desenvolvimento, e dois terços desse total têm o objetivo de melhorar ainda mais o aspecto ambiental de seus produtos, em particular a redução de emissões.

Foto: (esq./dir.) Mauro Gama, Diretor Presidente – Serviços / Rolls-Royce Brasil; Tenente Brigadeiro do Ar Antônio Gomes Leite Filho, Comandante Geral de Apoio – COMGAP; Miguel Jorge, Ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; Tony Wood, Presidente de Serviços da Rolls-Royce; Alan Charlton, Embaixador do Reino Unido; e Luis Marinho, Prefeito de São Bernardo do Campo

FONTE: Portal Fator Brasil

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vinheta-clippingO ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou ontem que nenhum dos três países que concorrem ao programa FX2 (França, Suécia e Estados Unidos) protocolou oficialmente as propostas para a venda de 36 caças. Jobim também afirmou que o acidente na semana passada com dois caças franceses Rafale, fabricados pela Dassault, concorrente no FX2, não vai interferir no processo de escolha. A americana Boeing também concorre com o caça F18.

Jobim reiterou que o prazo para a entrega das propostas vai até o dia 2 (sexta-feira). O ministro criticou a posição da fabricante brasileira Embraer, que defende que os aviões fabricados pela sueca Saab, os caças Gripen, seriam mais apropriados por causa da transferência de tecnologia. “Não cabe à Embraer ter opinião a respeito desse assunto. Cabe ao governo brasileiro. E a Embraer não é parte do governo brasileiro”, afirmou Nelson Jobim.

FONTE: Diário do Nordeste

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Comunicado da Embraer sobre o F-X2

São José dos Campos, 29 de setembro de 2009 – Com relação à matéria veiculada no jornal “Valor Econômico” na data de 28 de setembro de 2009, a Embraer esclarece que não participa diretamente do processo de seleção do novo caça F-X2 para a Força Aérea Brasileira e, diferentemente do publicado, não tem preferência por nenhuma das propostas encaminhadas.

A Embraer reitera seu incondicional apoio ao dito processo, sempre em estreito alinhamento com o Comando da Aeronáutica e o Ministério da Defesa.

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F/A-18 Hornet abate A-4 Skyhawk com bomba

O vídeo mostra um dos protótipos do F/A-18 Hornet em ensaio para lançamento de bomba. O A-4 Skyhawk, atuando como “chase plane”, estava filmando o lançamento. A bomba se solta e acerta o A-4, que perde parte da asa e cai em chamas. O piloto consegue se ejetar no final.

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A Força Aérea Brasileira (FAB) completou hoje (27/09) a mobilização dos meios que serão empregados na Operação Laguna, em Campo Grande (MS), no apoio às ações do Exército e da Marinha do Brasil. Aviões de caça, de transporte, de reconhecimento, de busca e resgate e de controle e alarme em voo estão no Centro-Oeste do país para o treinamento.

A Operação Laguna é um exercício do Ministério da Defesa e das Forças Armadas Brasileiras, realizado com o objetivo de treinar o planejamento e execução de ações humanitárias e de apoio a brasileiros evacuados em uma situação de conflito, além de difundir o sentimento de patriotismo junto à população e de realizar ações de apoio à população local.

A mobilização da FAB começou no último dia 14 de setembro, com a chegada a Campo Grande de unidades responsáveis pela infraestrutura da Operação Laguna.

“Em um exercício desse porte, as Forças trabalham de forma integrada para a conquista de objetivos previstos no cenário de conflito”, explica o Brigadeiro do Ar Umile Rende Neto, comandante da Força Aérea Componente 105 (FAC 105). Nos próximos dias, aeronaves da FAB farão o lançamento de paraquedistas e de fardos de ressuprimento, entre outras missões.

Na Operação Laguna, participarão as seguintes aeronaves da FAB: F-5EM, A-29 Super Tucano, E-99, R-99, KC-130, C-130, C-99A e KC-137.

FONTE:http://www.laguna.mil.br

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DCTA_2009vinheta-clippingO tradicional evento anual do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) abre as portas ao público no dia 3 de outubro, das 10h às 17h.

A presença da imperdível Esquadrilha da Fumaça está confirmada bem como outras atrações (aeromodelismo, parapente, paraquedismo, banda de música) e aeronaves civis e militares em exposição.

A entrada é franca, pelo MAB (Memorial Aeroespacial Brasileiro) e o acesso ao estacionamento se dará pela Av. dos Astronautas, sentido aeroporto.

FONTE: DCTA

NOTA do BLOG: segundo consta da agenda do EDA, a apresentação será as 15:30Hs.

 

vinheta-clippingO advogado da Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo 1907, Dante D Aquino, disse nesta quarta-feira que os responsáveis pelo acidente entre o jato Legacy da Embraer e o avião da empresa aérea Gol, que ia de Manaus para Brasília, em 29 de setembro de 2006, poderão escapar da Justiça sem nenhuma punição.

D Aquino participou de audiência pública da Comissão de Viação e Transportes para avaliar a as providências tomadas após três anos do acidente.

Existe um sério risco com a morosidade do andamento dos processos e as táticas da defesa, como a lista de testemunhas estrangeiras e outros expedientes, dos processos caducarem em 2011, alertou.

Ele lembrou que, desde 25 de maio de 2007, quando os dois pilotos do jato e alguns controladores de voo se tornaram réus, já se passaram mais de dois anos, e o prazo para terminar o processo é de quatro anos. Além disso, D Aquino explicou que só o primeiro dos processos já acumula mais de 20 volumes e não tem nenhuma previsão de ser concluído.

Um dos vários problemas está na quantidade de testemunhas de defesa arroladas pelos pilotos do jato no exterior. São oito testemunhas nos Estados Unidos e uma na Suíça para falar sobre algo que nenhuma delas viu, já que não restou nenhuma vítima viva, disse.

O deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP) autor do requerimento para a realização da audiência pública, lamentou a necessidade da reunião. Não podemos deixar que essas questões passem em branco ou que a resultante delas nos campos civil e penal deixe de ser aplicada, disse.

Ele propôs, e teve o apoio dos demais, que um grupo de parlamentares da comissão vá até o presidente do tribunal regional federal em que o caso tramita alertar dos riscos desse processo ficar sem punição e pedir que seja dada celeridade à resolução dele.

FONTE: Portal Câmara / ILUSTRAÇÃO: Folha/UOL / FOTO: Bombeiros Sinop

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Em comemoração à Semana da Asa e aos 300 anos da experiência aerostática do Padre Bartolomeu de Gusmão, o Museu Aeroespacial (MUSAL) realiza no dia 18 de outubro, das 9h30 às 16 h, na Base Aérea do Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro, um grande evento aéreo com várias atrações para o público em geral.

Estão previstos voos acrobáticos, paraquedismo, ballet aéreo e apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Nos hangares estão programadas diversas atividades recreativas além de demonstração de simuladores de voos.

FONTE: MUSAL

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A Base Aérea de Florianópolis (BAFL) realizará no próximo domingo, dia 04 de outubro, a partir das 09:00h, o seu tradicional “Dia dos Portões Abertos”, que faz parte das comemorações da Semana da Asa 2009. Entre as diversas atrações está programada a exposição de aviões de caça, de aeronaves de transporte e de helicópteros com uma apresentação de resgate. A organização do evento também preparou saltos de paraquedistas, sobrevoo de aeronaves, voo virtual, aeromodelismo e praça de alimentação. A atração maior do Dia será uma apresentação da Esquadrilha da Fumaça.

A estimativa de público para este ano é de 30 mil pessoas. O objetivo maior dos “Portões Abertos”, com entrada franca, é a integração com a comunidade, que poderá conhecer mais de perto o trabalho desenvolvido pelos militares da Força Aérea Brasileira.

FONTE: BAFL

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Zelaya pediu avião da FAB emprestado

Letícia Sander

vinheta-clippingEm audiência no Senado, o ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) afirmou que Manuel Zelaya, o presidente deposto de Honduras, pediu a ele há cerca de três meses o empréstimo de um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) para levá-lo de volta à Tegucigalpa.

Amorim disse ter recusado o pedido: “A FAB não foi nem consultada”. O chanceler negou, mais uma vez, que o governo tenha recebido alguma indicação do retorno de Zelaya a Honduras na semana passada, quando o presidente deposto se abrigou na embaixada brasileira.
Amorim diz que negou avião para levar Zelaya a Honduras

Pedido foi feito pouco após golpe que depôs presidente hondurenho, em junho

Chanceler brasileiro deu informação em audiência no Congresso como uma demonstração de que Brasil não contribuiu para retorno

O ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) revelou ontem que Manuel Zelaya, o presidente deposto de Honduras, pediu a ele há aproximadamente três meses o empréstimo de uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para levá-lo de volta a Tegucigalpa.

O pedido foi negado pelo chanceler que, ontem, em audiência pública na Comissão de Relações Exteriores do Senado, negou mais uma vez que o governo brasileiro tenha recebido qualquer indicação do retorno -desta vez bem-sucedido- de Zelaya a Honduras há dez dias.

À comissão, Amorim contou que o pedido de empréstimo feito por Zelaya foi feito logo depois de o Brasil ter cedido um avião da FAB para levar a Honduras o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, José Miguel Insulza, o que ocorreu no início de julho.

“Ele talvez se entusiasmou. Ah, emprestaram para ele, então vão emprestar para mim”, disse Amorim, acrescentando: “O pedido foi feito a mim e eu neguei. A FAB não foi nem consultada”. Ele reiterou que “nunca mais” Zelaya solicitou nada do gênero ao Brasil.

Antes de ser bem-sucedido no retorno, Zelaya tentou desembarcar em Honduras a bordo de uma aeronave venezuelana, tendo sido impedido. Ele também fez tentativas de chegar ao país por via terrestre.

Amorim citou o pedido de empréstimo da aeronave justamente para negar que o Brasil tenha buscado qualquer protagonismo no retorno de fato de Zelaya ao país, na semana passada. “Sou um diplomata com 50 anos de experiência. Se preferem acreditar na palavra de um golpista…”, disse, numa referência a declarações do presidente interino Roberto Micheletti. Também afirmou que o Brasil “não se sentiu ofendido por não ter sido avisado”. “Quem planejou, como planejou, não me interessa.”

Durante a audiência pública, Amorim sinalizou mais de uma vez que, apesar da surpresa, o Brasil vê na volta do presidente deposto um sinal positivo.

“A utilidade da presença de Zelaya em Honduras é reconhecida por toda a comunidade internacional. A presença dele é vista como um elemento propiciador do diálogo, que não estava tendo até então.” Disse ainda que, se o Brasil não o tivesse aceito, Zelaya poderia estar “preso, talvez morto, ou numa serra, planejando uma revolução”. Insistiu: “Fizemos a coisa certa, que a dignidade impunha que fizéssemos”.

Amorim reiterou que o golpe foi condenado de forma unânime pela comunidade internacional e que Zelaya é até hoje reconhecido como o presidente legítimo por todas as organizações internacionais.
Cobrado por senadores, sobretudo da oposição, sobre o uso político que Zelaya tem feito da embaixada, Amorim reiterou por pelo menos três vezes que foram feitas advertências a ele neste sentido e que, até hoje, foi obtido um “êxito relativo”. “Não houve nenhum ato de violência por parte dos seguidores de Zelaya”, insistiu. Ele afirmou que foram feitos apelos para que o número de seguidores de Zelaya dentro da embaixada -hoje de cerca de 50- seja diminuído.

FONTE: Folha de São Paulo

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