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	<title>Comentários sobre: Os fabricantes do Gripen</title>
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	<description>Informação e Discussão sobre Aviação Militar e Civil</description>
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		<title>Por: Adenauer</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-121316</link>
		<dc:creator>Adenauer</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 02:22:39 +0000</pubDate>
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		<description>Financeiramente a solução poderia ser adquirir menos Rafales do que o planejado, para ir aumentando aos poucos a frota destes, na medida que houver orçamento para isso. Já com relação ao Gripen, seria um projeto de longo ou médio prazo porque haveria a fase de desenvolvimento deste em solo nacional em conjunto com a Suécia.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Financeiramente a solução poderia ser adquirir menos Rafales do que o planejado, para ir aumentando aos poucos a frota destes, na medida que houver orçamento para isso. Já com relação ao Gripen, seria um projeto de longo ou médio prazo porque haveria a fase de desenvolvimento deste em solo nacional em conjunto com a Suécia.</p>
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		<title>Por: Adenauer</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-121313</link>
		<dc:creator>Adenauer</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 02:09:14 +0000</pubDate>
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		<description>Acho que o governo poderia ouser e despender mais verba com o projeto FX, decidindo assim: por urgência faz o contrato com a França e adquire os Rafale bem como seu know-how, porque o caça já existe, o processo seria mais rápido e paralelamente faz um contrato com a Suécia, para o desenvolvimento do Gripen NG BR que nos termos da propósta da própria SAAB ainda existe só no papel. Assim o Brasil ganha em duas frentes: acordo estratégico com a França bem como o apoio deste nos interesses externos, a transferência imediata da tecnologia do Rafale cujo padrão talvez seja de mais fácil adaptação aos engenheiros nacionais acostumados ao Mirage III e 2000 e já moderniza de imediato a FAB ao mesmo tempo que trabalha na inovação tecnologica do Gripen NG, formando novos engenheiros, com uma adaptação ao padrão  tecnológico sueco, podendo até fazer o Gripen personalizado. Acho que possuir apenas um tipo de caça é arriscado sendo importante possuir algum tipo de variedade no &quot;dog fight&quot; em que deficiências de um são supridas pelas vantagens de outro. Além do mais, quem sabe no desenvolvimento do Gripen NG não surge uma inovação melhor ainda nacional.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que o governo poderia ouser e despender mais verba com o projeto FX, decidindo assim: por urgência faz o contrato com a França e adquire os Rafale bem como seu know-how, porque o caça já existe, o processo seria mais rápido e paralelamente faz um contrato com a Suécia, para o desenvolvimento do Gripen NG BR que nos termos da propósta da própria SAAB ainda existe só no papel. Assim o Brasil ganha em duas frentes: acordo estratégico com a França bem como o apoio deste nos interesses externos, a transferência imediata da tecnologia do Rafale cujo padrão talvez seja de mais fácil adaptação aos engenheiros nacionais acostumados ao Mirage III e 2000 e já moderniza de imediato a FAB ao mesmo tempo que trabalha na inovação tecnologica do Gripen NG, formando novos engenheiros, com uma adaptação ao padrão  tecnológico sueco, podendo até fazer o Gripen personalizado. Acho que possuir apenas um tipo de caça é arriscado sendo importante possuir algum tipo de variedade no &#8220;dog fight&#8221; em que deficiências de um são supridas pelas vantagens de outro. Além do mais, quem sabe no desenvolvimento do Gripen NG não surge uma inovação melhor ainda nacional.</p>
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		<title>Por: Patriota</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-119167</link>
		<dc:creator>Patriota</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2010 17:20:51 +0000</pubDate>
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		<description>Gripen, colcha de retalhos?

O f35 é o quê?

Independência burra essa só para ter o caça mais caro e quem ninguém quer.

Gripen é o melhor.

E ainda a SAAB quer um 5ª geração! Se fosse pelo PAF-FA, uma colcha de retalhos?, já estavam babando para participar aceitando SU 30...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gripen, colcha de retalhos?</p>
<p>O f35 é o quê?</p>
<p>Independência burra essa só para ter o caça mais caro e quem ninguém quer.</p>
<p>Gripen é o melhor.</p>
<p>E ainda a SAAB quer um 5ª geração! Se fosse pelo PAF-FA, uma colcha de retalhos?, já estavam babando para participar aceitando SU 30&#8230;</p>
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	<item>
		<title>Por: Leoamx</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-43449</link>
		<dc:creator>Leoamx</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 00:24:22 +0000</pubDate>
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		<description>Olha só teve um cara aqui que disse que constetou meu comentário sobre o lançamendo do brasilia ter sido antes do amx. Caro, este fato da embraer adquirir know-how com o projeto amx é público e notório, só que cronologicamente o brasilia foi lançado anteriormente ao amx, porem em desenvolvimento o brasilia foi desenvolvido posteriormente.

Não resta dúvida para ninguem sobre a preferência da Fab pelo Gripen. Porém, existe o lado político os malas que assinam o contrato, como já comentei e alguns aqui tb, e estes comedores de propina já presentiaram a Fab com alguns cavalos-de-troia dentre estes o último foi o fadonho aluguel do 10 Mirrage 2000, que no cenário de pontas de lança continental não cheiram nem fede. Continuamos atráz da Venezuela, Perú, Chile. Só falta a rainha da suécia que é brasileira, sair numa escola de samba e pagar um generoso &quot;ingresso&quot; para os comedores de bola de plantão, para o Gripen sair vencedor desta peleja.

Sem mais. 

E para né, quarta geração de fato só o gripen.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha só teve um cara aqui que disse que constetou meu comentário sobre o lançamendo do brasilia ter sido antes do amx. Caro, este fato da embraer adquirir know-how com o projeto amx é público e notório, só que cronologicamente o brasilia foi lançado anteriormente ao amx, porem em desenvolvimento o brasilia foi desenvolvido posteriormente.</p>
<p>Não resta dúvida para ninguem sobre a preferência da Fab pelo Gripen. Porém, existe o lado político os malas que assinam o contrato, como já comentei e alguns aqui tb, e estes comedores de propina já presentiaram a Fab com alguns cavalos-de-troia dentre estes o último foi o fadonho aluguel do 10 Mirrage 2000, que no cenário de pontas de lança continental não cheiram nem fede. Continuamos atráz da Venezuela, Perú, Chile. Só falta a rainha da suécia que é brasileira, sair numa escola de samba e pagar um generoso &#8220;ingresso&#8221; para os comedores de bola de plantão, para o Gripen sair vencedor desta peleja.</p>
<p>Sem mais. </p>
<p>E para né, quarta geração de fato só o gripen.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Leoamx</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-79548</link>
		<dc:creator>Leoamx</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 00:24:22 +0000</pubDate>
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		<description>Olha só teve um cara aqui que disse que constetou meu comentário sobre o lançamendo do brasilia ter sido antes do amx. Caro, este fato da embraer adquirir know-how com o projeto amx é público e notório, só que cronologicamente o brasilia foi lançado anteriormente ao amx, porem em desenvolvimento o brasilia foi desenvolvido posteriormente.

Não resta dúvida para ninguem sobre a preferência da Fab pelo Gripen. Porém, existe o lado político os malas que assinam o contrato, como já comentei e alguns aqui tb, e estes comedores de propina já presentiaram a Fab com alguns cavalos-de-troia dentre estes o último foi o fadonho aluguel do 10 Mirrage 2000, que no cenário de pontas de lança continental não cheiram nem fede. Continuamos atráz da Venezuela, Perú, Chile. Só falta a rainha da suécia que é brasileira, sair numa escola de samba e pagar um generoso &quot;ingresso&quot; para os comedores de bola de plantão, para o Gripen sair vencedor desta peleja.

Sem mais.

E para né, quarta geração de fato só o gripen.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha só teve um cara aqui que disse que constetou meu comentário sobre o lançamendo do brasilia ter sido antes do amx. Caro, este fato da embraer adquirir know-how com o projeto amx é público e notório, só que cronologicamente o brasilia foi lançado anteriormente ao amx, porem em desenvolvimento o brasilia foi desenvolvido posteriormente.</p>
<p>Não resta dúvida para ninguem sobre a preferência da Fab pelo Gripen. Porém, existe o lado político os malas que assinam o contrato, como já comentei e alguns aqui tb, e estes comedores de propina já presentiaram a Fab com alguns cavalos-de-troia dentre estes o último foi o fadonho aluguel do 10 Mirrage 2000, que no cenário de pontas de lança continental não cheiram nem fede. Continuamos atráz da Venezuela, Perú, Chile. Só falta a rainha da suécia que é brasileira, sair numa escola de samba e pagar um generoso &#8220;ingresso&#8221; para os comedores de bola de plantão, para o Gripen sair vencedor desta peleja.</p>
<p>Sem mais.</p>
<p>E para né, quarta geração de fato só o gripen.</p>
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	<item>
		<title>Por: Nautilus</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-42814</link>
		<dc:creator>Nautilus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 22:18:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.aereo.jor.br/?p=11489#comment-42814</guid>
		<description>“…porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.”
-”The flight control system is a triplex digital fly-by-wire system from BAE Astronics and Lockheed Martin.”
(http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/)

Maurício R.

O equipamento (hardware) é da Lockheed-Martin mas o conhecimento sobre ele (software) é de domínio da Saab. Tanto que o software do FCS do Gripen já está em sua 17ª versão. E não tem como não ser assim, pois cada vez que é testado um novo armamento, como está acontecendo agora com o Meteor, o software do FCS precisa ser modificado, com os dados aerodinâmicos do armamentos sendo introduzidos no FCS.
Para vocês terem uma idéia até onde vai essa questão do uso de componentes Off-the-shelf (COTS), basta dizer que os computadores do Gripen, embora fabricados pela Ericsson, usam processadores PowerPC, como os do XBox da Microsoft ou dos PowerMacintosh da Apple. Aliás, esses processadores também são usados nos SICONTA da Marinha, que equipa as Fragatas Classe Niterói, as Inhaúma modernizadas, o São Paulo, etc.
Isso nos torna dependentes? Não! Pois o software é de total domínio da MB. É isso aí.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“…porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.”<br />
-”The flight control system is a triplex digital fly-by-wire system from BAE Astronics and Lockheed Martin.”<br />
(<a href="http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/" rel="nofollow">http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/</a>)</p>
<p>Maurício R.</p>
<p>O equipamento (hardware) é da Lockheed-Martin mas o conhecimento sobre ele (software) é de domínio da Saab. Tanto que o software do FCS do Gripen já está em sua 17ª versão. E não tem como não ser assim, pois cada vez que é testado um novo armamento, como está acontecendo agora com o Meteor, o software do FCS precisa ser modificado, com os dados aerodinâmicos do armamentos sendo introduzidos no FCS.<br />
Para vocês terem uma idéia até onde vai essa questão do uso de componentes Off-the-shelf (COTS), basta dizer que os computadores do Gripen, embora fabricados pela Ericsson, usam processadores PowerPC, como os do XBox da Microsoft ou dos PowerMacintosh da Apple. Aliás, esses processadores também são usados nos SICONTA da Marinha, que equipa as Fragatas Classe Niterói, as Inhaúma modernizadas, o São Paulo, etc.<br />
Isso nos torna dependentes? Não! Pois o software é de total domínio da MB. É isso aí.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nautilus</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-79547</link>
		<dc:creator>Nautilus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 22:18:15 +0000</pubDate>
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		<description>“…porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.”
-”The flight control system is a triplex digital fly-by-wire system from BAE Astronics and Lockheed Martin.”
(http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/)

Maurício R.

O equipamento (hardware) é da Lockheed-Martin mas o conhecimento sobre ele (software) é de domínio da Saab. Tanto que o software do FCS do Gripen já está em sua 17ª versão. E não tem como não ser assim, pois cada vez que é testado um novo armamento, como está acontecendo agora com o Meteor, o software do FCS precisa ser modificado, com os dados aerodinâmicos do armamentos sendo introduzidos no FCS.
Para vocês terem uma idéia até onde vai essa questão do uso de componentes Off-the-shelf (COTS), basta dizer que os computadores do Gripen, embora fabricados pela Ericsson, usam processadores PowerPC, como os do XBox da Microsoft ou dos PowerMacintosh da Apple. Aliás, esses processadores também são usados nos SICONTA da Marinha, que equipa as Fragatas Classe Niterói, as Inhaúma modernizadas, o São Paulo, etc.
Isso nos torna dependentes? Não! Pois o software é de total domínio da MB. É isso aí.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“…porém no gráfico acima ele aparece como de desenvolvimento suéco.”<br />
-”The flight control system is a triplex digital fly-by-wire system from BAE Astronics and Lockheed Martin.”<br />
(<a href="http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/" rel="nofollow">http://www.airforce-technology.com/projects/gripen/</a>)</p>
<p>Maurício R.</p>
<p>O equipamento (hardware) é da Lockheed-Martin mas o conhecimento sobre ele (software) é de domínio da Saab. Tanto que o software do FCS do Gripen já está em sua 17ª versão. E não tem como não ser assim, pois cada vez que é testado um novo armamento, como está acontecendo agora com o Meteor, o software do FCS precisa ser modificado, com os dados aerodinâmicos do armamentos sendo introduzidos no FCS.<br />
Para vocês terem uma idéia até onde vai essa questão do uso de componentes Off-the-shelf (COTS), basta dizer que os computadores do Gripen, embora fabricados pela Ericsson, usam processadores PowerPC, como os do XBox da Microsoft ou dos PowerMacintosh da Apple. Aliás, esses processadores também são usados nos SICONTA da Marinha, que equipa as Fragatas Classe Niterói, as Inhaúma modernizadas, o São Paulo, etc.<br />
Isso nos torna dependentes? Não! Pois o software é de total domínio da MB. É isso aí.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Nautilus</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-42812</link>
		<dc:creator>Nautilus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 22:05:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.aereo.jor.br/?p=11489#comment-42812</guid>
		<description>Pessoal,
Vocês estão falando algumas bobagens, com o perdão da palavra. Em primeiro lugar, o que interessa à FAB e o que ela mais exige é o acesso aos códigos-fonte para integrar qualquer armamento que deseje. Todo o software do Gripen é sueco. O software do radar é sueco e o Brasil poderá integrar qualquer arma modificando esse software. Todo os demais softwares usados no caça são suecos. 
Isso posto, vamos à algumas questões:
1) O Gripen foi concebido desde o início para usar componentes disponíveis no mercado, sem reinvenção da roda. Isso foi o que manteve os custos do programa estáveis, ao contrário do que aconteceu com outros caças, como Rafale, Typhoon, F-35, F-22, Super Hornet, etc. Foi uma opção dos suscos assumirem essa postura, em vez de fazer um caça totalmente sueco e caríssimo, como aconteceu com o Rafale.
2) Os componentes de origem americana não impedem em nada a venda e a operação do caça pelo Brasil. Se fosse assim estaríamos em sérios problemas há décadas, pois cerca de 70% da FAB é de fabricação americana ou usa motores e outros componentes de origem americana. Mesmo aeronaves fabricadas pela Embraer usam componentes e motores americanos ou com componentes americanos ou de outros países.
3) Além disso, existem certas linhas de suprimento (sistemas de comunicação da Rohde &amp; Schwarz, aviônicos Collins e Aeroeletrônica/Elbit, etc, etc, que são comuns a todas as aeronaves da FAB. 
4) Não adianta imaginarmos que podemos substoituir muitos desses componentes por outros brasileiros, pois não vale a pena, por falta de economia de escala. Sairia muito caro, mesmo para 120 caças.
5) O gráfico mostrado no post refere-se ao Gripen C/D. O Gripen NG tem outros fornecedores. 
6) Integrar sistemas de procedências diferentes não é nenhum bicho de sete cabeças para a Embraer. Ela faz isso com TODOS os seus aviões.
7) O Gripen NG (bem como o JAS 39 C/D) é uma aeronave de combate excelente e nada fica a dever aos demais finalistas ou a qualquer outro caça hoje disponível no mercado. Lembre-se que a Suécia o projetou para enfrentar aeronaves russas, incluindo o badaladíssimo Flanker.
8) Achar que, por ser menor ao Rafale e ao Super Hornet, ele é inferior, é um grande engano que só demonstra desconhecimento e desinformação. Ele tem PMD de 16 ton, e leva uma carga bélica de 6 ton, contra 8 ton em média dos adversários. O que isso representa de fato? Levaria um par de LGB a menos? Ora! Qualquer que seja o caça escolhido a FABdesenvolverá uma doutrina operacional para ele, explorando suas vantagens e minimizando as desvantagens.
9) Um caça é uma solução de compromissos entre requisitos conflitantes. Todos os caças finalistas tem pontos fortes e pontos fracos. A FAB sabe disso. Ela já fez sua escolha técnica, dizendo quais os caças que atendem aos seus requisitos. O Gripen NG está na lista. Isso significa que a FAB, que entende de avião de combate e sabe o que quer, disse, por meio da short-list, que o Gripen NG, assim como os demais, atendem aos seus requisitos.
A decisão agora será política, dependendo do que o Governo considere melhor para o país. Neste caso, acho que o Rafale está na frente, apesar de vários pontos desvantajosos que apresenta (Maior custo unitário e de manutenção, histórico de pisadas-na-bola dos franceses no pós-venda, dependência de um único fornecedor, etc).
Vamos aguardar mais um mês, e ver como isso terminará.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,<br />
Vocês estão falando algumas bobagens, com o perdão da palavra. Em primeiro lugar, o que interessa à FAB e o que ela mais exige é o acesso aos códigos-fonte para integrar qualquer armamento que deseje. Todo o software do Gripen é sueco. O software do radar é sueco e o Brasil poderá integrar qualquer arma modificando esse software. Todo os demais softwares usados no caça são suecos.<br />
Isso posto, vamos à algumas questões:<br />
1) O Gripen foi concebido desde o início para usar componentes disponíveis no mercado, sem reinvenção da roda. Isso foi o que manteve os custos do programa estáveis, ao contrário do que aconteceu com outros caças, como Rafale, Typhoon, F-35, F-22, Super Hornet, etc. Foi uma opção dos suscos assumirem essa postura, em vez de fazer um caça totalmente sueco e caríssimo, como aconteceu com o Rafale.<br />
2) Os componentes de origem americana não impedem em nada a venda e a operação do caça pelo Brasil. Se fosse assim estaríamos em sérios problemas há décadas, pois cerca de 70% da FAB é de fabricação americana ou usa motores e outros componentes de origem americana. Mesmo aeronaves fabricadas pela Embraer usam componentes e motores americanos ou com componentes americanos ou de outros países.<br />
3) Além disso, existem certas linhas de suprimento (sistemas de comunicação da Rohde &amp; Schwarz, aviônicos Collins e Aeroeletrônica/Elbit, etc, etc, que são comuns a todas as aeronaves da FAB.<br />
4) Não adianta imaginarmos que podemos substoituir muitos desses componentes por outros brasileiros, pois não vale a pena, por falta de economia de escala. Sairia muito caro, mesmo para 120 caças.<br />
5) O gráfico mostrado no post refere-se ao Gripen C/D. O Gripen NG tem outros fornecedores.<br />
6) Integrar sistemas de procedências diferentes não é nenhum bicho de sete cabeças para a Embraer. Ela faz isso com TODOS os seus aviões.<br />
7) O Gripen NG (bem como o JAS 39 C/D) é uma aeronave de combate excelente e nada fica a dever aos demais finalistas ou a qualquer outro caça hoje disponível no mercado. Lembre-se que a Suécia o projetou para enfrentar aeronaves russas, incluindo o badaladíssimo Flanker.<br />
 <img src='http://www.aereo.jor.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Achar que, por ser menor ao Rafale e ao Super Hornet, ele é inferior, é um grande engano que só demonstra desconhecimento e desinformação. Ele tem PMD de 16 ton, e leva uma carga bélica de 6 ton, contra 8 ton em média dos adversários. O que isso representa de fato? Levaria um par de LGB a menos? Ora! Qualquer que seja o caça escolhido a FABdesenvolverá uma doutrina operacional para ele, explorando suas vantagens e minimizando as desvantagens.<br />
9) Um caça é uma solução de compromissos entre requisitos conflitantes. Todos os caças finalistas tem pontos fortes e pontos fracos. A FAB sabe disso. Ela já fez sua escolha técnica, dizendo quais os caças que atendem aos seus requisitos. O Gripen NG está na lista. Isso significa que a FAB, que entende de avião de combate e sabe o que quer, disse, por meio da short-list, que o Gripen NG, assim como os demais, atendem aos seus requisitos.<br />
A decisão agora será política, dependendo do que o Governo considere melhor para o país. Neste caso, acho que o Rafale está na frente, apesar de vários pontos desvantajosos que apresenta (Maior custo unitário e de manutenção, histórico de pisadas-na-bola dos franceses no pós-venda, dependência de um único fornecedor, etc).<br />
Vamos aguardar mais um mês, e ver como isso terminará.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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		<title>Por: Nautilus</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-79546</link>
		<dc:creator>Nautilus</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 22:05:53 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.aereo.jor.br/?p=11489#comment-79546</guid>
		<description>Pessoal,
Vocês estão falando algumas bobagens, com o perdão da palavra. Em primeiro lugar, o que interessa à FAB e o que ela mais exige é o acesso aos códigos-fonte para integrar qualquer armamento que deseje. Todo o software do Gripen é sueco. O software do radar é sueco e o Brasil poderá integrar qualquer arma modificando esse software. Todo os demais softwares usados no caça são suecos.
Isso posto, vamos à algumas questões:
1) O Gripen foi concebido desde o início para usar componentes disponíveis no mercado, sem reinvenção da roda. Isso foi o que manteve os custos do programa estáveis, ao contrário do que aconteceu com outros caças, como Rafale, Typhoon, F-35, F-22, Super Hornet, etc. Foi uma opção dos suscos assumirem essa postura, em vez de fazer um caça totalmente sueco e caríssimo, como aconteceu com o Rafale.
2) Os componentes de origem americana não impedem em nada a venda e a operação do caça pelo Brasil. Se fosse assim estaríamos em sérios problemas há décadas, pois cerca de 70% da FAB é de fabricação americana ou usa motores e outros componentes de origem americana. Mesmo aeronaves fabricadas pela Embraer usam componentes e motores americanos ou com componentes americanos ou de outros países.
3) Além disso, existem certas linhas de suprimento (sistemas de comunicação da Rohde &amp; Schwarz, aviônicos Collins e Aeroeletrônica/Elbit, etc, etc, que são comuns a todas as aeronaves da FAB.
4) Não adianta imaginarmos que podemos substoituir muitos desses componentes por outros brasileiros, pois não vale a pena, por falta de economia de escala. Sairia muito caro, mesmo para 120 caças.
5) O gráfico mostrado no post refere-se ao Gripen C/D. O Gripen NG tem outros fornecedores.
6) Integrar sistemas de procedências diferentes não é nenhum bicho de sete cabeças para a Embraer. Ela faz isso com TODOS os seus aviões.
7) O Gripen NG (bem como o JAS 39 C/D) é uma aeronave de combate excelente e nada fica a dever aos demais finalistas ou a qualquer outro caça hoje disponível no mercado. Lembre-se que a Suécia o projetou para enfrentar aeronaves russas, incluindo o badaladíssimo Flanker.
8) Achar que, por ser menor ao Rafale e ao Super Hornet, ele é inferior, é um grande engano que só demonstra desconhecimento e desinformação. Ele tem PMD de 16 ton, e leva uma carga bélica de 6 ton, contra 8 ton em média dos adversários. O que isso representa de fato? Levaria um par de LGB a menos? Ora! Qualquer que seja o caça escolhido a FABdesenvolverá uma doutrina operacional para ele, explorando suas vantagens e minimizando as desvantagens.
9) Um caça é uma solução de compromissos entre requisitos conflitantes. Todos os caças finalistas tem pontos fortes e pontos fracos. A FAB sabe disso. Ela já fez sua escolha técnica, dizendo quais os caças que atendem aos seus requisitos. O Gripen NG está na lista. Isso significa que a FAB, que entende de avião de combate e sabe o que quer, disse, por meio da short-list, que o Gripen NG, assim como os demais, atendem aos seus requisitos.
A decisão agora será política, dependendo do que o Governo considere melhor para o país. Neste caso, acho que o Rafale está na frente, apesar de vários pontos desvantajosos que apresenta (Maior custo unitário e de manutenção, histórico de pisadas-na-bola dos franceses no pós-venda, dependência de um único fornecedor, etc).
Vamos aguardar mais um mês, e ver como isso terminará.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoal,<br />
Vocês estão falando algumas bobagens, com o perdão da palavra. Em primeiro lugar, o que interessa à FAB e o que ela mais exige é o acesso aos códigos-fonte para integrar qualquer armamento que deseje. Todo o software do Gripen é sueco. O software do radar é sueco e o Brasil poderá integrar qualquer arma modificando esse software. Todo os demais softwares usados no caça são suecos.<br />
Isso posto, vamos à algumas questões:<br />
1) O Gripen foi concebido desde o início para usar componentes disponíveis no mercado, sem reinvenção da roda. Isso foi o que manteve os custos do programa estáveis, ao contrário do que aconteceu com outros caças, como Rafale, Typhoon, F-35, F-22, Super Hornet, etc. Foi uma opção dos suscos assumirem essa postura, em vez de fazer um caça totalmente sueco e caríssimo, como aconteceu com o Rafale.<br />
2) Os componentes de origem americana não impedem em nada a venda e a operação do caça pelo Brasil. Se fosse assim estaríamos em sérios problemas há décadas, pois cerca de 70% da FAB é de fabricação americana ou usa motores e outros componentes de origem americana. Mesmo aeronaves fabricadas pela Embraer usam componentes e motores americanos ou com componentes americanos ou de outros países.<br />
3) Além disso, existem certas linhas de suprimento (sistemas de comunicação da Rohde &amp; Schwarz, aviônicos Collins e Aeroeletrônica/Elbit, etc, etc, que são comuns a todas as aeronaves da FAB.<br />
4) Não adianta imaginarmos que podemos substoituir muitos desses componentes por outros brasileiros, pois não vale a pena, por falta de economia de escala. Sairia muito caro, mesmo para 120 caças.<br />
5) O gráfico mostrado no post refere-se ao Gripen C/D. O Gripen NG tem outros fornecedores.<br />
6) Integrar sistemas de procedências diferentes não é nenhum bicho de sete cabeças para a Embraer. Ela faz isso com TODOS os seus aviões.<br />
7) O Gripen NG (bem como o JAS 39 C/D) é uma aeronave de combate excelente e nada fica a dever aos demais finalistas ou a qualquer outro caça hoje disponível no mercado. Lembre-se que a Suécia o projetou para enfrentar aeronaves russas, incluindo o badaladíssimo Flanker. <img src='http://www.aereo.jor.br/wp-includes/images/smilies/icon_cool.gif' alt='8)' class='wp-smiley' /> Achar que, por ser menor ao Rafale e ao Super Hornet, ele é inferior, é um grande engano que só demonstra desconhecimento e desinformação. Ele tem PMD de 16 ton, e leva uma carga bélica de 6 ton, contra 8 ton em média dos adversários. O que isso representa de fato? Levaria um par de LGB a menos? Ora! Qualquer que seja o caça escolhido a FABdesenvolverá uma doutrina operacional para ele, explorando suas vantagens e minimizando as desvantagens.<br />
9) Um caça é uma solução de compromissos entre requisitos conflitantes. Todos os caças finalistas tem pontos fortes e pontos fracos. A FAB sabe disso. Ela já fez sua escolha técnica, dizendo quais os caças que atendem aos seus requisitos. O Gripen NG está na lista. Isso significa que a FAB, que entende de avião de combate e sabe o que quer, disse, por meio da short-list, que o Gripen NG, assim como os demais, atendem aos seus requisitos.<br />
A decisão agora será política, dependendo do que o Governo considere melhor para o país. Neste caso, acho que o Rafale está na frente, apesar de vários pontos desvantajosos que apresenta (Maior custo unitário e de manutenção, histórico de pisadas-na-bola dos franceses no pós-venda, dependência de um único fornecedor, etc).<br />
Vamos aguardar mais um mês, e ver como isso terminará.</p>
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		<title>Por: Noel</title>
		<link>http://www.aereo.jor.br/2009/08/23/os-fabricantes-do-gripen/comment-page-4/#comment-42804</link>
		<dc:creator>Noel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 20:55:52 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.aereo.jor.br/?p=11489#comment-42804</guid>
		<description>This ok, Alexandre.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>This ok, Alexandre.</p>
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