Seja piloto da Força Aérea

Inscrições para o exame de admissão à Academia da Força Aérea começam no dia 18

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Jovens que concluíram o ensino médio e têm o sonho de ser militar da Aeronáutica já podem se preparar para o Exame de Admissão aos Cursos de Formação de Oficiais Aviadores, Intendentes e de Infantaria. As inscrições começam no dia 18 de maio e seguem até 19 de junho de 2009 e serão realizadas somente pela internet através dos sites www.fab.mil.br ou http://www.afa.aer.mil.br/. O valor da taxa de inscrição é de R$ 60.

O exame de admissão é composto, na primeira fase, por provas de escolaridade nas disciplinas de física, matemática, língua inglesa e língua portuguesa e seguido de inspeção de saúde, exame de aptidão psicológica, teste de avaliação do condicionamento físico e exame de aptidão à pilotagem militar para os candidatos que tiverem entre suas opções o Curso de Formação de Oficiais Aviadores. Todas as etapas terão caráter eliminatório, sendo que o exame de escolaridade terá, também, caráter classificatório.

Se aprovado em todas as etapas o candidato irá realizar o curso de formação na Academia da Força Aérea em Pirassununga (SP), como Cadete da Aeronáutica. O curso tem duração de quatro anos e após a sua conclusão o cadete será nomeado aspirante-a-oficial e poderá seguir na carreira militar alcançando os mais altos postos dentro da Força Aérea.

LOCAIS DE REALIZAÇÃO DAS PROVAS: Belém (PA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Campo Grande (MS), Pirassununga (SP), Curitiba (PR), Canoas (RS), Florianópolis (SC), Brasília (DF), Manaus (AM), Boa Vista (RR), Porto Velho (RO).

FONTE: FAB

Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

26 Responses to “Seja piloto da Força Aérea” Subscribe

  1. Matheus Felipe 11 de maio de 2009 at 23:49 #

    No edital diz que quem possui miopia será eliminado, alguém confirma isso? Se tem exceções nesse tipo de caso?

    Desde já agradeço.

  2. Matheus Felipe 11 de maio de 2009 at 23:49 #

    No edital diz que quem possui miopia será eliminado, alguém confirma isso? Se tem exceções nesse tipo de caso?

    Desde já agradeço.

  3. cto 12 de maio de 2009 at 7:34 #

    matheus,nao sei se posso ajudar fiz esta prova em 1984,com as mesmas materias descritas e fiz todos os exames medicos vc nao fica sabendo nada nem se tem ou nao algum problema, vc nao tem acesso aos resultados do exame.creio que depende do grau de miopia pois hoje tem solucao cirurgica para alguns casos.em tempo passei mas resolvi ser medico,hoje so curto aviacao como hobby,lendo sempre este excelente site.boa sorte

  4. cto 12 de maio de 2009 at 7:34 #

    matheus,nao sei se posso ajudar fiz esta prova em 1984,com as mesmas materias descritas e fiz todos os exames medicos vc nao fica sabendo nada nem se tem ou nao algum problema, vc nao tem acesso aos resultados do exame.creio que depende do grau de miopia pois hoje tem solucao cirurgica para alguns casos.em tempo passei mas resolvi ser medico,hoje so curto aviacao como hobby,lendo sempre este excelente site.boa sorte

  5. Goiano 12 de maio de 2009 at 8:31 #

    Parceria de capital nacional cria a Novaer – Virgínia Silveira, para o Valor, de São José dos Campos
    12/05/2009

    Leonardo Rodrigues / Valor

    Luiz Junqueira, da Geometra; Pasqualini, da Winnstal, Plinio Junqueira, da Geometra; e Nei Brasil, da Flight: parceria
    A Novaer Craft, um consórcio formado pelas empresas Flight Technologies, Winnstal e Geometra, é a mais nova indústria aeronáutica brasileira, criada para atender o segmento de aviação geral. O primeiro produto dessa nova empresa, o avião T-Xc, foi desenhado por Joseph Kovacs, o projetista da aeronave Tucano e do T-25 Universal, da Embraer.

    O modelo de demonstração de conceito da nova aeronave, que terá uma versão militar de treinamento primário e outra executiva, já foi testado em vôo. O próximo passo é o desenvolvimento do protótipo, que será financiado com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A versão militar, batizada de T-Xc Pilgrin, está sendo feita com o objetivo de se tornar uma alternativa competitiva de substituição da atual frota das aeronaves T-25 Universal, utilizadas há mais de 40 anos no treinamento primário dos cadetes da Academia da Força Aérea Brasileira (AFA), em Pirassununga (SP).

    Desenvolvido na década de 60, o T-25 já vem mostrando problemas operacionais que limitam seus vôos, além da falta de peças de reposição. A FAB tem 87 aeronaves T-25 em sua frota. Já a versão civil do T-Xc, batizada de Stardream, foi desenvolvida para competir no mercado dos utilitários de transporte e seu maior rival é o modelo americano Cirrus SR 22, monomotor a pistão, que em 2007 vendeu 700 unidades, ao preço médio de US$ 600 mil cada.

    Na primeira fase de desenvolvimento da aeronave, segundo um dos diretores da Novaer, Luiz Paulo Junqueira, o investimento previsto é de R$ 12 milhões, valor que será dividido entre a Finep e as sócias da Novaer. A segunda fase do projeto, que é a certificação do produto e a terceira, envolvendo a industrialização propriamente dita, devem demandar recursos totais de R$ 38 milhões. Este valor, no entanto, ainda não foi viabilizado.

    Baseado no protótipo K-51 Peregrino, desenvolvido por Kovács, o T-Xc, será totalmente concebido em fibra de carbono, material termoplástico muito mais leve e resistente que o alumínio aeronáutico, além de ser imune à corrosão. “O peso vazio do T-25, por exemplo, é de 1.150 quilos, enquanto que o treinador Pilgrin terá cerca de 870 quilos”. A aeronave voará com motor a pistão e, no caso da versão civil, com uma altitude de 32 mil pés e a vantagem de ser pressurizado.

    A Embraer não atua nesse segmento de mercado e o único modelo da empresa com motor a pistão é o Ipanema, empregado na aviação agrícola. A empresa, embora já tenha manifestado interesse em aumentar a participação do material composto em suas aeronaves, utiliza hoje essa tecnologia principalmente nas carenagens dos jatos e, em alguns casos, nas superfícies de comando, que inclui os flaps e aileron.

    “Os novos modelos da Boeing (787) e Airbus (A.350) tem aproximadamente 70% de material composto. A principal vantagem desse material é que ele permite um custo operacional mais baixo para a aeronave, porque é mais leve e consome menos combustível”. Outro projeto desenvolvido pela Geometra na área de material composto já conta inclusive com recursos subvencionados pela Finep. Trata-se de uma roda aeronáutica feita em fibra de carbono, que alivia em 30% o peso da roda da aeronave. O projeto está avaliado em R$ 1,4 milhão e a Finep financiou 60% desse valor.

    A versão civil Stardream, também terá no mercado um competidor italiano, com o modelo SF 260, produzido pela Aermacchi e pelo alemão Grob. “O avião italiano, apesar de ter sido modernizado recentemente, foi concebido na década de 60. O alemão é um pouco mais moderno, mas também já está há mais de 20 anos em operação”, disse. Outra vantagem do modelo brasileiro, segundo Nei Brasil, diretor da Flight Technologies, é que ele tem um risco tecnológico baixo devido ao fato da sua performance já ter sido comprovada em vôo. “Vamos empregar a mesma aerodinâmica e os mesmos conceitos de vôo. Não estamos partindo do zero”.

    A Novaer ainda não definiu o preço do novo avião, mas, segundo Junqueira, deve praticar uma política com valor até 10% mais barata em relação ao que se cobra no mercado. Um avião nessa categoria custa ao redor de US$ 550 mil.

    Segundo Junqueira, a Novaer vai preencher um vácuo que existe hoje no mercado de aviação geral no Brasil. Além da Embraer – empresa de grande porte -, as únicas indústrias fabricantes de aeronaves brasileiras são a Helibrás (helicópteros) e a gaúcha Aeromot (planador e motoplanador). “A criação da Novaer viabiliza outra cadeia aeronáutica no país, com novas opções de fornecimento, o que contribui para a manutenção das indústrias do setor, hoje altamente dependentes da Embraer”.

    Na estrutura organizacional da Novaer, cada empresa consorciada terá uma função estratégica. No projeto do T-XcC, por exemplo, a Winnstall ficará responsável por toda a parte de fabricação, incluindo montagem e ferramental; a Geometra fará o projeto de engenharia dos novos aviões, a gestão e o processo de certificação das aeronaves. A Flight Technologies desenvolve uma nova geração de instrumentos de vôo para o T-Xc, com displays integrados a vários sistemas aviônicos. Criada há três anos, esta empresa é a única 100% brasileira na área de aviônicos integrados (sistemas eletroeletrônicos utilizados para o controle da aeronave).

    Além da Flight, a Aeroeletrônica, de Porto Alegre, também atua na área de aviônicos, mas é controlada por capital israelense e atualmente fornece o programa de modernização de quase todas os jatos da FAB. A Flight, segundo Nei Brasil, tem a alemã Becker Avionics como parceira comercial no exterior e fornecedora de componentes dos sistemas de rádios de navegação e comunicação do T-Xc. A Becker fatura US$ 80 milhões e atua há 50 anos nesse mercado.

  6. Goiano 12 de maio de 2009 at 8:31 #

    Parceria de capital nacional cria a Novaer – Virgínia Silveira, para o Valor, de São José dos Campos
    12/05/2009

    Leonardo Rodrigues / Valor

    Luiz Junqueira, da Geometra; Pasqualini, da Winnstal, Plinio Junqueira, da Geometra; e Nei Brasil, da Flight: parceria
    A Novaer Craft, um consórcio formado pelas empresas Flight Technologies, Winnstal e Geometra, é a mais nova indústria aeronáutica brasileira, criada para atender o segmento de aviação geral. O primeiro produto dessa nova empresa, o avião T-Xc, foi desenhado por Joseph Kovacs, o projetista da aeronave Tucano e do T-25 Universal, da Embraer.

    O modelo de demonstração de conceito da nova aeronave, que terá uma versão militar de treinamento primário e outra executiva, já foi testado em vôo. O próximo passo é o desenvolvimento do protótipo, que será financiado com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A versão militar, batizada de T-Xc Pilgrin, está sendo feita com o objetivo de se tornar uma alternativa competitiva de substituição da atual frota das aeronaves T-25 Universal, utilizadas há mais de 40 anos no treinamento primário dos cadetes da Academia da Força Aérea Brasileira (AFA), em Pirassununga (SP).

    Desenvolvido na década de 60, o T-25 já vem mostrando problemas operacionais que limitam seus vôos, além da falta de peças de reposição. A FAB tem 87 aeronaves T-25 em sua frota. Já a versão civil do T-Xc, batizada de Stardream, foi desenvolvida para competir no mercado dos utilitários de transporte e seu maior rival é o modelo americano Cirrus SR 22, monomotor a pistão, que em 2007 vendeu 700 unidades, ao preço médio de US$ 600 mil cada.

    Na primeira fase de desenvolvimento da aeronave, segundo um dos diretores da Novaer, Luiz Paulo Junqueira, o investimento previsto é de R$ 12 milhões, valor que será dividido entre a Finep e as sócias da Novaer. A segunda fase do projeto, que é a certificação do produto e a terceira, envolvendo a industrialização propriamente dita, devem demandar recursos totais de R$ 38 milhões. Este valor, no entanto, ainda não foi viabilizado.

    Baseado no protótipo K-51 Peregrino, desenvolvido por Kovács, o T-Xc, será totalmente concebido em fibra de carbono, material termoplástico muito mais leve e resistente que o alumínio aeronáutico, além de ser imune à corrosão. “O peso vazio do T-25, por exemplo, é de 1.150 quilos, enquanto que o treinador Pilgrin terá cerca de 870 quilos”. A aeronave voará com motor a pistão e, no caso da versão civil, com uma altitude de 32 mil pés e a vantagem de ser pressurizado.

    A Embraer não atua nesse segmento de mercado e o único modelo da empresa com motor a pistão é o Ipanema, empregado na aviação agrícola. A empresa, embora já tenha manifestado interesse em aumentar a participação do material composto em suas aeronaves, utiliza hoje essa tecnologia principalmente nas carenagens dos jatos e, em alguns casos, nas superfícies de comando, que inclui os flaps e aileron.

    “Os novos modelos da Boeing (787) e Airbus (A.350) tem aproximadamente 70% de material composto. A principal vantagem desse material é que ele permite um custo operacional mais baixo para a aeronave, porque é mais leve e consome menos combustível”. Outro projeto desenvolvido pela Geometra na área de material composto já conta inclusive com recursos subvencionados pela Finep. Trata-se de uma roda aeronáutica feita em fibra de carbono, que alivia em 30% o peso da roda da aeronave. O projeto está avaliado em R$ 1,4 milhão e a Finep financiou 60% desse valor.

    A versão civil Stardream, também terá no mercado um competidor italiano, com o modelo SF 260, produzido pela Aermacchi e pelo alemão Grob. “O avião italiano, apesar de ter sido modernizado recentemente, foi concebido na década de 60. O alemão é um pouco mais moderno, mas também já está há mais de 20 anos em operação”, disse. Outra vantagem do modelo brasileiro, segundo Nei Brasil, diretor da Flight Technologies, é que ele tem um risco tecnológico baixo devido ao fato da sua performance já ter sido comprovada em vôo. “Vamos empregar a mesma aerodinâmica e os mesmos conceitos de vôo. Não estamos partindo do zero”.

    A Novaer ainda não definiu o preço do novo avião, mas, segundo Junqueira, deve praticar uma política com valor até 10% mais barata em relação ao que se cobra no mercado. Um avião nessa categoria custa ao redor de US$ 550 mil.

    Segundo Junqueira, a Novaer vai preencher um vácuo que existe hoje no mercado de aviação geral no Brasil. Além da Embraer – empresa de grande porte -, as únicas indústrias fabricantes de aeronaves brasileiras são a Helibrás (helicópteros) e a gaúcha Aeromot (planador e motoplanador). “A criação da Novaer viabiliza outra cadeia aeronáutica no país, com novas opções de fornecimento, o que contribui para a manutenção das indústrias do setor, hoje altamente dependentes da Embraer”.

    Na estrutura organizacional da Novaer, cada empresa consorciada terá uma função estratégica. No projeto do T-XcC, por exemplo, a Winnstall ficará responsável por toda a parte de fabricação, incluindo montagem e ferramental; a Geometra fará o projeto de engenharia dos novos aviões, a gestão e o processo de certificação das aeronaves. A Flight Technologies desenvolve uma nova geração de instrumentos de vôo para o T-Xc, com displays integrados a vários sistemas aviônicos. Criada há três anos, esta empresa é a única 100% brasileira na área de aviônicos integrados (sistemas eletroeletrônicos utilizados para o controle da aeronave).

    Além da Flight, a Aeroeletrônica, de Porto Alegre, também atua na área de aviônicos, mas é controlada por capital israelense e atualmente fornece o programa de modernização de quase todas os jatos da FAB. A Flight, segundo Nei Brasil, tem a alemã Becker Avionics como parceira comercial no exterior e fornecedora de componentes dos sistemas de rádios de navegação e comunicação do T-Xc. A Becker fatura US$ 80 milhões e atua há 50 anos nesse mercado.

  7. Everson 12 de maio de 2009 at 10:39 #

    Goiano

    Que ótima notícia hein!!
    Nossa indústria aeronáutica cada vez mais diversificada e forte!!
    Merece um post no blog não?

  8. Everson 12 de maio de 2009 at 10:39 #

    Goiano

    Que ótima notícia hein!!
    Nossa indústria aeronáutica cada vez mais diversificada e forte!!
    Merece um post no blog não?

  9. Igor 12 de maio de 2009 at 15:59 #

    Eu queria, na época que eu ia fazer não podia ter mais de um grau, mesmo corrigido.

  10. Igor 12 de maio de 2009 at 15:59 #

    Eu queria, na época que eu ia fazer não podia ter mais de um grau, mesmo corrigido.

  11. gustavo 12 de maio de 2009 at 17:18 #

    é meu amigo eu tbm ia fazer a prova esse ano, mas como tenho 3 graus de miopia não irei poder entrar e não há nenhuma exeção nem mesmo quem tem correção, tem que ser ao natural mesmo =/

  12. gustavo 12 de maio de 2009 at 17:18 #

    é meu amigo eu tbm ia fazer a prova esse ano, mas como tenho 3 graus de miopia não irei poder entrar e não há nenhuma exeção nem mesmo quem tem correção, tem que ser ao natural mesmo =/

  13. Matheus Felipe 13 de maio de 2009 at 8:35 #

    Obrigado pelas dicas e respostas.

    Agora é estudar para a Escola Naval mesmo.

    Abraços.

  14. Matheus Felipe 13 de maio de 2009 at 8:35 #

    Obrigado pelas dicas e respostas.

    Agora é estudar para a Escola Naval mesmo.

    Abraços.

  15. José Francisray da silva Alves 3 de julho de 2009 at 16:57 #

    Eu sempre tive o sonho de ser um profissonal dos ares, mas tambem tenho um problema de visão chamado Saractocone, mas uso lentes de contato especiais que corrigem totalmente esse meu problesma e enchergo 100%, eu posso fazer o concurso? Obrigado!!!

  16. José Francisray da silva Alves 3 de julho de 2009 at 16:57 #

    Eu sempre tive o sonho de ser um profissonal dos ares, mas tambem tenho um problema de visão chamado Saractocone, mas uso lentes de contato especiais que corrigem totalmente esse meu problesma e enchergo 100%, eu posso fazer o concurso? Obrigado!!!

  17. Heitor 10 de agosto de 2009 at 17:37 #

    Alguém, poderia me informar como faço para ser piloto de caça? Valeu galera…

  18. Heitor 10 de agosto de 2009 at 17:37 #

    Alguém, poderia me informar como faço para ser piloto de caça? Valeu galera…

  19. artur alves camacho 31 de agosto de 2009 at 21:54 #

    na comemoraçao do aniversario da base aerea de boa vista (rr)uma pessoa diz que com 14 a 13 eu podia fazer um teste fazia uma prova e se nao passase podia ficar tentando ate chegar no limite e se eu passace quando eu chegar 20 a 22 anos eu ja podia ser piloto e eu queria ver se era verdade esse e verdade como me escrevo e como e essa prova

  20. artur alves camacho 31 de agosto de 2009 at 21:54 #

    na comemoraçao do aniversario da base aerea de boa vista (rr)uma pessoa diz que com 14 a 13 eu podia fazer um teste fazia uma prova e se nao passase podia ficar tentando ate chegar no limite e se eu passace quando eu chegar 20 a 22 anos eu ja podia ser piloto e eu queria ver se era verdade esse e verdade como me escrevo e como e essa prova

  21. artur alves camacho 1 de setembro de 2009 at 15:45 #

    e eu tenho treze anos

  22. Nunão 1 de setembro de 2009 at 17:17 #

    Prezado Artur,

    No site da Força Aérea, você poderá encontrar mais informações mas, basicamente, você pode fazer (mas confira o limite de idade) exame para entrar na Escola Preparatória de Cadetes do Ar (EPCAR, em Barbacena, MG), e nela fazer o curso que é equivalente ao ensino médio. Desempenhando bem, você irá da EPCAR para a AFA – Academia da Força Aérea, em Pirassunga – SP, com curso equivalente ao superior, ao qual se intercala o curso de piloto militar. Se não puder fazer a EPCAR ou não passar no exame de admissão, ainda restará a chance de tentar prestar diretamente o exame para a AFA após completar o ensino médio, mas aí as vagas são mais restritas (a maior parte é reservada aos alunos que saem da EPCAR) e a concorrência ainda mais acirrada.

    Espero não ter errado nada, é bom conferir no site da FAB.

    Boa sorte!

  23. artur alves camacho 2 de setembro de 2009 at 15:58 #

    OBRIGADO

  24. Otto 16 de setembro de 2009 at 22:29 #

    Cuando eu Cervi lá no Guaiuxi eu nao tinha nein televizao porque a Fab nao ia da pa nois os caça que prometeu tinha atê um cuadro lâ dizeno que nois imo ganah mais atê oje num vi nem os projetum deles

  25. artur alves camacho 23 de setembro de 2009 at 22:59 #

    quanto e que um piloto de auto esquadrao ganha e um brigadeiro

  26. thiago 28 de setembro de 2010 at 17:15 #

    é meu sonho era poder pilotar um dos aviões da FAB mas como tenho 1,50 graus de miopia tenho que ficar só vendo eles no ar agora… ou se não ver se consigo um passeio num dos caças ¬¬

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