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AMC faria manutenção dos aviões da Embraer no Cone Sul

O ministro argentino do Planejamento, Julio de Vido, disse hoje que está otimista quanto às negociações com a Embraer para adquirir 22 aeronaves para a companhia Aerolíneas Argentinas.

“Estivemos trabalhando com o pessoal da Embraer, com a qual já assinamos uma carta de intenção para incorporar 22 aviões para voos domésticos, cada um com 100 lugares”, explicou o ministro a uma rádio local.

De Vido explicou que, como parte da parceria, o governo argentino reativará a Área Material de Córdoba, sua indústria de aviões situada no centro do país. Segundo ele, o acordo ajudará a ressuscitar a indústria aeronáutica nacional, que ficaria responsável pela manutenção das aeronaves da Embraer.

“Isto significará também um forte desenvolvimento do setor, porque a Argentina passaria a receber para conserto e manutenção, além dos aviões brasileiros que façam rotas na Argentina, outros que voam por todo o Cone Sul”, complementou ele.

O convênio para a compra dos aviões deverá ser um dos temas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva discutirá junto a sua colega argentina, Cristina Kirchner, em Buenos Aires, onde desembarca ainda hoje.

Há a expectativa de que a operação, cujo valor estimado é de US$ 650 milhões, seja oficializada com um contrato assinado pelos dois governos. A maior parte do dinheiro, cerca de 80%, deverá sair do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Os aviões da Embraer substituirão parte da antiga frota da Aerolíneas, empresa que passou por um longo período de dificuldades financeiras e foi reestatizada pelo governo argentino recentemente.

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FONTE: ANSA Foto do alto (família EMB 170 / 190): Embraer

Nota do Blog e Foto de baixo: Nunão – uma das aeronaves da categoria de 100 assentos da Aerolíneas Argentinas, um MD-80 de sua subsidiária Austral, fotografada no aeroporto mais “austral” em que opera: Ushuaia. A prioridade da empresa provavelmente será a substituição das aeronaves Boeing 737-200, mais antigas, seguidas então da série McDonnell-Douglas MD-80.

 

A atração da tarde desta terça-feira, 21, em Vilhena, foi sem dúvida a exibição das aeronaves da Esquadrilha da Fumaça, que deixou o público com o olhar voltado para o céu da cidade.

O show aconteceu no aeroporto Eduardo Gomes Camarões, atraindo inúmeros vilhenenses.

O tempo ensolarado ajudou para que a exibição ocorra dentro da normalidade.

A Esquadrilha da Fumaça realiza apresentações pelos céus do Brasil e do mundo há mais de 50 anos.

O grupo já conta em seu currículo com mais de três mil demonstrações, realizadas por pilotos da Aeronáutica, assessorados por uma ampla equipe técnica de mecânicos e especialistas.

FONTE: NOTIMP

 

Primeiro simulador ASTA do Eurofighter

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Entrou em operação ontem o primeiro simulador ASTA (Aircrew Synthetic Training Aids) para o caça Eurofighter Typhoon, na Base da Força Aérea Italiana em Gioia del Colle.
O simulador, que foi desenvolvido por duas companhias da Finmeccanica, Alenia Aeronautica e SELEX Galileo, é considerado o mais ambicioso programa de treinamento já lançado na Europa. Ele permite o treinamento dos pilotos em todas as funcionalidades e missões do Eurofighter.

O ASTA compreende dois tipos de simulador: o Full Mission Simulator (FMS) e o Cockpit Trainer (CT). O FMS provê a exata reprodução do cockpit do Typhoon, com comandos de voo, HUD (Head Up Display) real, efeitos de aceleração G, simulação da aviônica dos sensores e armamento, que permite um treinamento tático num novo nível. O sistema de visualização sintética cria imagens do cenário externo num domo esférico, com 13 projetores de alta resolução e 6 projetores de alvos, garantido uma visão de 360° ao piloto.

O Cockpit Trainer (CT) não tem simulação G nem todos os recursos visuais do FMS, mas mantém a fidelidade das funções de software. É capaz de se conectar ao FMS para treino em rede e simular a presença de aeronaves amigas e inimigas. O CT é usado no treinamento primário e avançado, para obtenção do “Limited Combat Readiness” dos pilotos.

O ASTA permite criar com grande realismo o cenário externo do ambiente – geográfico, natural e tático – no qual a aeronave opera durante o treinamento. O simulador pode cumprir missões em todo o território italiano, graças a imagens de satélite, em realizar decolagens e pousos em vários aeródromos.

Aeronaves, veículos e navios são visualizados realisticamente no domo, detectados pelos sensores simulados e apresentados nos displays do cockpit, como acontece na realidade.

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Fornecedores nacionais participarão do EC-725

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O desenvolvimento do helicóptero EC-725, recém adquirido pelas Forças Armadas brasileiras, envolverá a participação inicial de 12 empresas brasileiras, que serão as fornecedoras principais do projeto. Segundo o diretor-presidente da Helibrás, Jean Noël Hardy, dois terços dessas empresas estão instaladas no pólo aeroespacial de São José dos Campos (SP).

As empresas brasileiras capacitadas neste programa, de acordo com o executivo da Helibrás, também poderão exportar seus produtos para outros helicópteros fabricados pela Eurocopter, tornando-se uma fonte de suprimento da linha de montagem do grupo em âmbito mundial. Entre as empresas já confirmadas como fornecedoras estão a Turbomeca (motores), Aeroeletrônica (aviônicos) e a Mectron Engenharia (manutenção de radares).

O presidente da Helibrás disse que as caixas de transmissão, painel de bordo e a parte estrutural do helicóptero também serão fabricados no Brasil. “O contrato de compra dos helicópteros pelo governo brasileiro não é pura aquisição, mas envolve compromissos de nacionalização e posiciona o Brasil como player mundial na área de manutenção, revisão, produção de componentes e modernização”, ressaltou.

A Helibrás, segundo Hardy, ficará ainda responsável por todo o processo de treinamento de pessoal, ferramentas, atualização de documentos e banco de provas. A Marinha, a aeronáutica e o Exército brasileiro receberão cada um, 16 unidades do helicóptero.

No evento de assinatura do contrato com a multinacional europeia Eurocopter, em dezembro de 2008, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse que esse acordo poderá “transformar o Brasil na base de um grande mercado internacional para a construção de helicópteros”.

A possibilidade de fornecer componentes para os helicópteros EC-725 também deverá reduzir o impacto negativo que as demissões em massa na Embraer, em fevereiro deste ano, causou nas empresas do setor aeroespacial brasileiro. A redução das encomendas feitas pela Embraer provocou uma queda de 40% na produção do setor, que também foi obrigado a demitir 30% da sua mão de obra, estimada em 5 mil funcionários. O setor aeronáutico brasileiro engloba 69 empresas, das quais 40 estão sediadas em São José dos Campos.

Com o projeto do helicóptero para as Forças Armadas, a Helibrás terá que duplicar o número de funcionários em sua fábrica de Itajubá (MG). Atualmente, a empresa conta com 307 empregados. O contrato de compra de 50 helicópteros da francesa Eurocopter, que detém 70% de participação societária na Helibrás, prevê ainda a instalação de uma linha de montagem final e a realização dos ensaios em solo e em voo dos helicópteros no Brasil.

Os helicópteros, segundo o executivo, serão produzidos gradativamente no Brasil até atingirem um índice de 50% de conteúdo nacional, num prazo de seis anos. A manutenção e o reparo dos componentes mais críticos, como motores, trem de pouso, aviônicos e caixas de transmissão também serão feitos no Brasil.

O investimento da empresa no desenvolvimento e industrialização dos helicópteros EC-725 no Brasil estão estimados de US$ 350 milhões a US$ 400 milhões. O contrato de produção dos helicópteros, avaliado em 1,89 bilhão de euros, o correspondente a R$ 5,9 bilhões, foi assinado pelo governo brasileiro em dezembro do ano passado. As primeiras entregas estão previstas para 2010.

O modelo EC-725 é a versão mais recente da família Cougar. Até o fim de 2008, segundo a Helibrás, 60 unidades dos modelos EC-725 (versão militar) e EC-225 (versão civil) estavam em operação no mundo. Bimotor médio, da categoria de 11 toneladas, o EC-725 está equipado com rotor de cinco pás e possui uma autonomia de cinco horas e meia de voo. Foi concebido para desempenhar múltiplas missões, tais como SAR (sigla em inglês para busca e salvamento), de combate, transporte tático de longa distância, transporte aeromédico, apoio logístico e missões navais.

Durante a LAAD (feira da área de defesa), a Helibrás anunciou o desenvolvimento conjunto com a Eurocopter, de um simulador de voo do EC-725, que será instalado em alguma base militar no Estado do Rio. A empresa ainda não definiu o local exato onde ficará baseado o novo simulador. O valor do simulador, segundo a Helibrás, está incluído no investimento de 150 a 200 milhões de euros que será aplicado no projeto do helicóptero.

Única fabricante brasileira de helicópteros, a Helibrás faturou US$ 112,1 milhões em 2008, o que representou um crescimento de 22% em relação ao ano anterior. No período de janeiro a dezembro de 2008, a empresa entregou um total de 26 helicópteros e negociou outros 28 novos, fechando sua carteira de pedidos em US$ 208,4 milhões.

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FONTE: Valor Econômico, via NOTIMP

 

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O dia 22 de abril de 1945 é uma data emblemática para a Força Aérea Brasileira, pois marcou o ápice da campanha do 1º Grupo de Aviação de Caça no Teatro de Operações europeu.

Em abril de 1945, a forte ofensiva aliada contra as tropas alemãs contou com a contundente participação do Esquadrão Senta a Púa. Em um único dia, essa valorosa unidade aérea realizou 44 surtidas, mesmo contando com um número reduzido de pilotos, que se revezavam incansavelmente para alcançar seus objetivos e cumprir suas missões.

Não obstante a oposição da pesadíssima flak germânica, os heróicos Jamboks interditaram pontes, destruíram instalações militares e arrasaram as linhas de suprimentos do Exército alemão. Naquele dia 22 de abril, o 1º Grupo de Aviação de Caça contribuiu, decisivamente, para o rompimento das linhas inimigas, acelerando o final do conflito no Mediterrâneo.

Foi, sem sombra de dúvida, uma grande proeza para os oficiais, sargentos e praças que compunham, então, aquela destemida Unidade Aérea. Mas, acima de tudo, essa foi uma façanha sem igual para a mais jovem das nossas Forças Armadas: a Força Aérea Brasileira.

Cabe-nos recordar, neste momento de exultação, que a arma aérea como Força independente era, à época, um conceito de vanguarda que contrariava a doutrina então estabelecida.

Criar o Ministério da Aeronáutica, em 1941, foi uma batalha ideológica e um arrojado esforço para os pioneiros da aviação militar nacional, que dispunham de poucas aeronaves de treinamento e muito entusiasmo.

Mais do que isso, instituir a nova Força e igualmente preparar uma unidade de caça para combater um inimigo desconhecido em terras distantes, em apenas nove meses, foi um feito fora do comum.

A criação do 1º Grupo de Aviação de Caça, em 18 dezembro de 1943, foi o prólogo de uma narrativa coberta de determinação e glória. A recém criada unidade de caça, liderada pelo Major Aviador Nero Moura, partiu para a América do Norte, logo em janeiro de 44, com 20 oficiais e 12 sargentos para o treinamento inicial de táticas e técnicas de guerra aérea.

Primeiramente, em Aguadulce com as aeronaves P-40; depois, em Suffolk, veio o primeiro contato com o “Trator Voador”. Ritmo acelerado; trabalho duro. Alguns meses mais tarde, em outubro, os Jambocks chegam à Tarquínia e iniciam o seu batismo de fogo. Dessa feita, 398 homens e mulheres – aviadores, mecânicos, intendentes, médicos, enfermeiras e cozinheiros – todos unidos pelo mesmo ideal de defender a democracia e honrar a Pátria amada.

Depois da estada em Tarquínia, os Jambocks foram para Pisa experimentar a maturidade operacional. Bem mais próxima da linha de frente, a operação a partir desse estratégico aeródromo proporcionava aos pilotos das esquadrilhas Vermelha, Amarela, Azul e Verde maior tempo sobre território hostil e engajamentos mais acirrados contra “a flak de 40 dos tedescos”.

Ao longo dos últimos meses da guerra, o tricentésimo qüinquagésimo Grupo de Caça norte-americano (350th Fighter Group), do qual fazia parte o “Senta a Púa”, impulsionado pelo lema “Audácia e Vigor”, atuou de forma marcante para a derrocada do Exército alemão no Norte da Itália. Tais feitos exigiram, entre outros atributos, coragem para enfrentar a antiaérea inimiga e perseverança para atacar por diversas vezes os mesmos alvos até que a vitória fosse assegurada.

Maio de 1945 foi o epílogo dessa memorável biografia de 2.550 missões de guerra, e o início de um novo episódio na vida da Força Aérea Brasileira, porquanto chegara o momento de organizar e desenvolver a nossa Aviação de Caça. De volta ao Brasil, os veteranos promoveram uma verdadeira transformação doutrinária na Força Aérea e implantaram o Estágio de Seleção de Pilotos de Caça, gênese dos Esquadrões Pacau e Joker que, mais tarde, tornaram-se os berços de nossos pilotos de combate.

Desde o retorno do velho Avestruz que foi à guerra até a ativação da mais jovem unidade aérea de caça – o Esquadrão Flecha – a Aviação de Caça cresceu e hoje emprega vetores modernos e sofisticados com o mesmo profissionalismo e dedicação demonstrados nos céus da Itália.

O sangue derramado pelos pilotos naquela Guerra, representado pelo fundo vermelho da célebre bolacha do 1º Grupo de Aviação de Caça, não foi em vão. Na verdade, o legado e os ensinamentos desses heróis produziram inúmeras gerações de pilotos de combate e ajudaram a moldar a identidade da Força Aérea Brasileira.

Agora, quando discutimos o futuro do Poder Militar Aeroespacial, devemos nos espelhar nos exemplos de bravura e determinação do então Tenente Coronel Nero Moura e de seus comandados para escrever a mesma história de sucesso obtida pelo 1º Grupo de Aviação de Caça nos céus da Itália.

Senta a Púa, Jambock!

Ten Brig Ar JOÃO MANOEL SANDIM DE REZENDE
Comandante do Comando-Geral de Operações Aéreas

FONTE: COMGAR

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No último dia 10 de abril, não passou despercebida pelo Blog do Poder Aéreo a celebração dos 50 anos do primeiro voo do primeiro treinador supersônico do mundo, o T-38 Talon. Apenas aguardamos a publicação da grande quantidade de notícias apuradas na LAAD 09 para prestar a devida homenagem à data. A comemoração oficial envolveu funcionários da Northrop Grumman (que à época do primeiro voo era  Northrop Corporation) e autoridades na sede da empresa em El Segundo, Califórnia – EUA. O T-38 é da mesma “família” do F-5, cuja história já foi objeto de matéria do Blog (clique aqui para acessar).

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A frota de T-38 já acumulou 13 milhões de horas de voo, com cada aeronave voando, em média, 15.000 horas, registrando um histórico de segurança excepcional e uma reputação de manutenção fácil, segundo a empresa. A aeronave mais voada da frota acumulou respeitáveis 19.000 horas de voo. É esperado que os T-38 permaneçam em serviço pelo menos até 2020, continuando a receber atualizações.

O contrato entre a Northrop Corporation e a Força Aérea dos Estados Unidos para desenvolver um treinador avançado supersônico remonta a 1956, sendo realizado o primeiro voo de testes três anos depois, em 10 de abril de 1959. Como curiosidade, em 1961 um T-38 custava 756 mil dólares.

O total da produção, que foi encerrada em 1972, atingiu 1.187 aeronaves, sendo que aproximadamente metade desse número permanece em serviço hoje, na USAF, US Navy (Marinha dos Estados Unidos), NASA e outras forças aéras ao redor do mundo. Para manter a frota em condições operacionais, a Northrop Grumman modernizou componentes do Talon, incluindo novas asas para reposição assim como componentes estruturais.

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Aproximadamente 75.000 pilotos, o que inclui praticamente todos os pilotos da USAF desde 1961, receberam treinamento no T-38. Um piloto da NASA chegou a acumular 9.200 horas de voo na aeronave. Entre as pessas presentes à comemoração, estava o ex-chefe dos pilotos de testes da companhia, Lew Nelson, que foi o primeiro a voar o T-38 Talon.

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Fonte e fotos: Northrop Grumman

Nota do Blog – T-38 derruba F-22: coincidentemente, enquanto essa matéria era preparada, o leitor do Blog Marcelo Augusto, em comentário feito na noite passada (21 de abril), forneceu um link para vídeo postado no Blog do Flight Global, que mostra o HUD (Head-Up Display – visor ao nível dos olhos) de um T-38 que, em um exercício recente, “abateu” um F-22 Raptor. O vídeo pode ser visto aqui no Youtube. No link do Flight Global indicado pelo leitor, pode-se ler os comentários sobre o vídeo.

 

Venda de jatos para Aerolíneas e renacionalização da AMC estão na pauta

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcará amanhã à noite na capital da Argentina para reunir-se com a presidente Cristina Kirchner. O encontro presidencial está dentro do marco do MICBA, o “Mecanismo de Integração e Cooperação Brasil-Argentina”, cujo ponto principal são as cúpulas presidenciais bilaterais que ocorrem duas vezes por semestre. Estes encontros são realizadas com o objetivo de propiciar um “empurrão” adicional periódico na integração entre os dois países.

Caso a agenda não seja modificada à última hora, Lula estará acompanhado nesta viagem pelo chanceler Celso Amorim e os ministros da Defesa, Nelson Jobim; Minas e Energia, Edison Lobão; Comunicações, Hélio Costa; e Comunicação Social, Franklin Martins. A viagem será breve – o presidente Lula deve partir da Argentina na quinta-feira “depois do almoço”, segundo fontes diplomáticas.

Até o final desta tarde não estavam previstas reuniões oficiais para o presidente Lula logo após seu desembarque. O presidente passará a noite no Palácio Pereda, a sede da Embaixada do Brasil em Buenos Aires. Ele se reunirá às 11 horas da quinta-feira na Casa Rosada, o palácio presidencial, com a presidente Cristina Kirchner.

Do lado do governo argentino existe a expectativa de “seduzir” a Embraer, de forma que a empresa brasileira realize investimentos no país. O sonho de Cristina Kirchner – uma declarada admiradora dessa empresa brasileira – é conseguir que a Embraer participe da fábrica Área Material Córdoba (AMC), a antiga fábrica de aviões militares da Argentina, na província de Córdoba. A ambição do governo argentino é que a fábrica produza no futuro peças para os aviões da Embraer. A AMC – que em seus tempos de glória nos anos 50 produziu os primeiros aviões a jato da América Latina – está em estado de semiparalisia desde os anos 90.

Na semana passada, Julio Alak, gerente da companhia aérea estatal Aerolíneas Argentinas e sua subsidiária Austral, anunciou que o governo argentino “está a ponto” de assinar um contrato para a compra de 20 aviões da Embraer, que serão utilizados pelas duas estatais aéreas. A compra dos aviões seria facilitada pelo financiamento do BNDES, segundo Alak. “A Embraer financiará 85% da operação de compra destes aparelhos, que é ao redor de US$ 650 milhões”.

FONTE: Agência Estado

 

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Na última sexta-feira, dia 17.04, aeronaves representantes de todos os Esquadrões de Caça da Força Aérea Brasileira (FAB) pousaram na Base Aérea de Santa Cruz (BASC), no município do Rio de Janeiro. Os aviões e seus pilotos vieram participar da Reunião da Aviação de Caça (RAC) deste ano e das festividades do Dia Aviação de Caça, comemorado no dia 22 de abril.
Nosso amigo e fotógrafo Carlos Filipe Operti estava lá e nos cedeu gentilmente as fotos.

FOTO: www.carlosoperti.fot.br

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Mais um ano fora da Red Bull Air Race

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Dia 21 de abril de 2007 parecia marcar a entrada definitiva da cidade do Rio de Janeiro no agitado circuito de corridas aéreas da Red Bull Air Race.
Palco e público não faltaram (a organização divulgou 1 milhão e a PM estimou em 600 mil pessoas) para a etapa do Rio, realizada na enseada de Botafogo, diante do Cristo Redentor e tendo como pano de fundo o Pão de Açúcar.

Location MapO circuito montado no Rio era composto por 05 Air Gates e 03 balizas para slalom. As balizas  são infláveis e utilizam a tecnologia chamada de Fastop, que permite que cada uma das seis seções que formam o cone, se soltem de forma independente,  caso alguma aeronave venha a tocá-la, como aconteceu com o piloto húngaro Peter Besenyei, nesta etapa.

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As aeronaves decolavam e pousavam do aeroporto Santos Dumont e a torre de controle foi montada nas areias da praia de Botafogo.

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As aeronaves utilizadas foram o Extra 300, que pesa 580kg, tem um motor de 300hp, chega a 405km/h, e tem 8 m de envergadura e 6.7m de comprimento. Já o Edge 540 pesa 530kg, tem um motor de 344hp, chega a 426km/h, e tem 7.43 m de envergadura e 6.3m de comprimento. O estreante na categoria MX2 pesa 590kg, tem um motor de 350hp, chega a 426km/h, e tem 7.31 m de envergadura e 6.28m de comprimento.

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Apesar das poucas diferenças entre estes números, o que realmente importa é a velocidade que esses aviões conseguem manter enquanto realizam as curvas e quantas forças “G”s o piloto aguenta. Lembrando que quanto mais rápido se voa, mais intensas são as “G”s, então se o piloto agüenta mais “G”s, ele poderá voar por mais tempo próximo da velocidade máxima de sua aeronave.

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Show a parte o helicóptero da Skymedia, que realizava as filmagens aéreas, também empolgou o público presente com as manobras que realizou. Aqui uma visita rápia que o BO-105 CBS-4 (HB-ZHS) nos fez no alto do Morro da Urca, de onde assisti a etapa do Rio.

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A etapa carioca foi vencida pelo piloto inglês Paul Bonhomme,  que também levou o título de 2007.

Com certeza uma das mais belas etapas de 2007, com um visual maravilhoso como este, visto do alto do Pão de Açúcar.

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O Rio de Janeiro ficou fora mais uma vez dos circuitos de 2009, que incluem as seguintes etapas:

17 e 18 de Abril: Abu Dhabi, vencida pelo piloto austríaco Hannes Arch.

09 e 10 de Maio: San Diego

13 e 14 de Junho: Windsor Ontário

19 e 20 de Agosto: Budapeste

12 e 13 de Setembro: Porto

03 e 04 de Outubro: Barcelona

Para os nossos leitores, que também são usuários do Flight Simulator 2004, segue o link para o download do cenário do Red Bull Air Race no Rio de Janeiro, enquanto esperamos por mais uma participação, se é que ela virá.

Foto superior: O Globo on-line

Demais fotos: Guilherme Wiltgen/Poder Aéreo

 

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A Força Aérea da Índia negou oficialmente que o Dassault Rafale tenha sido eliminado do Programa MMRCA, como foi veiculado na semana passada por agências internacionais de notícias.
“Nós ainda não eliminamos ninguém da competição do MMRCA”, disse um porta-voz da IAF, que confirmou que a Força ainda está avaliando os concorrentes. “Os testes ainda não foram concluídos. As avaliações técnicas acabaram de ser feitas e os voos de testes estão programados para começar no próximo mês. Todos estão na competição.”
Na semana passada, vários jornais indianos relataram que o Rafale tinha sido eliminado após falhar na avaliação técnica e a notícia chegou como uma bomba em plena LAAD 09. Quando contatada, a Dassault disse que estava à espera de informações da embaixada francesa na Índia, pois as negociações são conduzidas de governo-a-governo.
Na “guerra dos caças” na Índia, assim como em outras disputas comerciais, informações e contra-informações são usadas para enfraquecer e fortalecer concorrentes. Desta vez o alvo foi o Rafale, quem será o próximo?

FONTE: Flight International

 

O EDA (Esquadrão de Demonstração Aeronáutica), mais conhecido como “Esquadrilha da Fumaça” está realizando sua segunda missão internacional de 2009.

Oito aeronaves T-27 estão participando da missão. Elas são acompanhadas por um C-130 (Hercules), do Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1/1 GT), transportando o pessoal de manutenção e apoio em geral, assim como peças para reposição, que possam ser necessárias à manutenção dos T-27.

A primeira das demonstrações ocorreu em Tegucigalpa, Honduras, no dia 14 de abril. Uma multidão de aproximadamente 15 mil pessoas lotou a Base Aérea Hernan Acosta Mejia. A data coincide, também, com a celebração do Dia das Américas.

A demonstração de numero 3238 foi em comemoração ao LXXVIII aniversário da Força Aérea de Honduras. As 22 sequências de manobras e 55 acrobacias foram realizadas em 30 minutos por sete aeronaves T-27 Tucano.

No dia 17 de Abril foi a vez da Cidade do Panamá assistir as manobras do EDA. Quase 5 mil pessoas compareceram e se empolgaram com um verdadeiro show aéreo, que se inciou por volta das 14h, proporcionado pelos sete T-27 Tucano. O EDA já se apresentou naquela cidade em outras oportunidades, sendo que a última em 1993.

O EDA já retornou ao Brasil no dia 18, e realizou uma apresentação em Tabatinga-AM no dia seguinte. O próximo evento ocorrerá em Vilhena (RO), dia 21. Na sequência, o esquadrão segue para a cidade de Chicalyo no Peru, onde realizará uma demonstração no dia 26/4.

FONTE: CECOMSAER/EDA

 

Com a missão de lembrar os feitos heróicos dos militares da Força Aérea Brasileira durante a II Guerra Mundial, na tarde do dia 17 de abril reunidos na Base Aérea de Santa Cruz, nove Esquadrões de Caça com suas 40 aeronaves riscaram os céus do Rio de Janeiro num espetáculo aéreo.

Recebidos pelo Comandante da Terceira Força Aérea (III FAE), Brigadeiro-do-Ar Antônio Carlos Egito do Amaral, e pelo Comandante da BASC, Coronel-Aviador Gilson de Barros Caputo Júnior, os militares e suas aeronaves F-5EM (Tiger II modernizado), F-2000 (Mirage 2000), A-1 (AMX), A-29 (Supertucano) e AT-26 (Xavante), se dispuseram no pátio ao lado do histórico Hangar do Zepelin para a foto oficial.

Tradicionalmente, todos os anos é celebrada a Semana da Caça e na edição deste ano os pilotos terão uma programação repleta de lembranças, palestras, treinamentos operacionais e torneios.

A Ópera do Danilo

“Entre os vários exemplos de coragem, força de vontade e capacidade de adaptação ao inesperado de nossos pilotos, um foi transformado em espetáculo musical homenageando o Tenente Danilo Marques Moura. Após ser abatido em território inimigo, Danilo empreendeu uma espetacular fuga caminhando mais de 340 quilômetros, sempre de dia e contra todos os ensinamentos de segurança, até retornar 30 dias depois e 19 quilos mais magro, a sua base em Pisa.”

Com textos explicativos como o anterior, toda a atmosfera da Itália foi revivida dentro do Hangar do Zepelin. A Praça Tarquínia foi completamente refeita e todos se emocionaram quando os veteranos da Segunda Grande Guerra, acompanhados do Comandante da FAB, o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito entre outras autoridades, puderam relembrar os momentos de heroísmo e dedicação ao Brasil.

A encenação ocorreu num teatro improvisado ao lado da Praça Tarquínia, num cenário composto de aeronaves P-47 e F-5 do 1º GAVCA, onde pilotos e integrantes de diversas Unidades acompanhados por atores profissionais puderam homenagear os autores de uma incrível história real. O projeto foi apoiado pela Rede Globo de Televisão.

Os pilotos treinarão para uma demonstração operacional, que ocorre após a cerimônia militar, alusiva ao Dia da Aviação de Caça – 22 de abril, quando os convidados, acomodados em um palanque situado a uma distância segura, poderão comprovar o emprego real de nossas aeronaves em lançamentos de diversos armamentos.

FONTE: CECOMSAER

 
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