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A coligação dos partidos CDA, PvdA e da União Cristã adiou a aquisição das aeronaves de testes até 2010. A rixa no Gabinete relativa ao Joint Strike Fighter provisoriamente se acalmou.

As partes da coligação concordaram em adiar até 2010 uma decisão final relativa à participação holandesa no programa, na fase de testes de avaliação operacional. No entanto, o Governo foi autorizado a negociar os termos contratuais para a construção de uma aeronave de teste inicial. Mas, formalmente, nada será comprado este ano.

Além disso, a decisão final relativa à substituição completa da frota de F-16 foi adiada. Não será feita em 2010, como previsto, mas em 2012 e, portanto, no próxima governo. No total, o programa de aquisição de 85 caças F-35 custará 6 bilhões de euros.

O acordo por parte da coalizão do governo permite à Holanda fazer um pagamento adiantado, com previsão de custo de 113,2 milhões de euros pela primeira aeronave. Assim, o fabricante americano Lockheed Martin pode começar a construção do avião de testes.

A Holanda continua desta forma a participar da fase de ensaios, com os pilotos holandeses iniciando a formação no JSF (F-35) em 2011. No entanto, no contrato existe a possibilidade, no próximo ano, de abandonar a compra efetiva. As aeronaves encomendadas seriam então levadas de volta pela Lockheed Martin. O máximo risco financeiro para os Países Baixos gira em torno de 20 milhões de euros.

A vantagem do compromisso, de acordo com o Partido Trabalhista (PvdA), é que a Câmara dos Comuns agora terá tempo suficiente para tomar uma decisão final. Mais informações estarão disponíveis sobre o preço, qualidade, níveis de ruído e o impacto nos empregos do programa JSF.

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108 Comentários to “Holanda adia aquisição de F-35 de testes”

  1. Everson disse:

    Caramba!
    85 aeronaves…

  2. Everson disse:

    Caramba!
    85 aeronaves…

  3. Wilson Johann disse:

    É um pais com excelente nível sócio-econômico, cujo PIB proporciona uma alta renda percapta. Ou seja, eles tem dinheiro.
    Mas, vejam bem, é um paisinho (refiro-me ao tamanho) minúsculo e poderíamos colocar quase sete Holandas dentro do estado do Rio Grande do Sul e, em relação ao Brasil, seriam centenas (mais de duzentas).
    Esta pequena preleção é apenas para mos posionar em outra comparação: os holandeses estão falando em adquirir 85 caças F-35, o que deve ser, pela maneira com que conduzem sua defesa, o número ideal para a proteção do pais. E aqui, pelo nosso lado, vamos adquirir apenas 36, com uma previsão (hipotética) de chegarmos a 120. É muita diferença. O Brasil não tem mesmo um pensamento de “grande potência”…

    Abraços!!!

  4. Wilson Johann disse:

    É um pais com excelente nível sócio-econômico, cujo PIB proporciona uma alta renda percapta. Ou seja, eles tem dinheiro.
    Mas, vejam bem, é um paisinho (refiro-me ao tamanho) minúsculo e poderíamos colocar quase sete Holandas dentro do estado do Rio Grande do Sul e, em relação ao Brasil, seriam centenas (mais de duzentas).
    Esta pequena preleção é apenas para mos posionar em outra comparação: os holandeses estão falando em adquirir 85 caças F-35, o que deve ser, pela maneira com que conduzem sua defesa, o número ideal para a proteção do pais. E aqui, pelo nosso lado, vamos adquirir apenas 36, com uma previsão (hipotética) de chegarmos a 120. É muita diferença. O Brasil não tem mesmo um pensamento de “grande potência”…

    Abraços!!!

  5. Manfred Von Richthofen disse:

    O Jobim conheceu de perto o F-35 e disse que era muito sofisticado para o Brasil.
    Pelo jeito o FX-2 vai ser cancelado e iremos de mais caças-tampão.

  6. Manfred Von Richthofen disse:

    O Jobim conheceu de perto o F-35 e disse que era muito sofisticado para o Brasil.
    Pelo jeito o FX-2 vai ser cancelado e iremos de mais caças-tampão.

  7. Marlos Barcelos disse:

    113 milhões de euros, que valem muito mais que dólares, o f-35 é muito caro,não vale a pena, creio que muitos países irão abandonar o f-35. ou reduzir consideravelmente as encomendas.

    Outra desvantagem do f-35 e que ele não é um caça de superioridade aérea, e nesse contexto por esse preço, além de ser menos stealth que os f-22, não compraria o rafale custa 70 milhões de euros e creio que possa combater de igual para iagual com os f-35, apesar das falácias americanas.

  8. Marlos Barcelos disse:

    113 milhões de euros, que valem muito mais que dólares, o f-35 é muito caro,não vale a pena, creio que muitos países irão abandonar o f-35. ou reduzir consideravelmente as encomendas.

    Outra desvantagem do f-35 e que ele não é um caça de superioridade aérea, e nesse contexto por esse preço, além de ser menos stealth que os f-22, não compraria o rafale custa 70 milhões de euros e creio que possa combater de igual para iagual com os f-35, apesar das falácias americanas.

  9. Marlos Barcelos disse:

    O f-35 foi projetado para custar 80 milhões de dólares a unidade, custando 113 milhões de euros, podem ter certeza que os EUA não terão 2.400 caças como previram.

  10. Marlos Barcelos disse:

    O f-35 foi projetado para custar 80 milhões de dólares a unidade, custando 113 milhões de euros, podem ter certeza que os EUA não terão 2.400 caças como previram.

  11. Ulisses disse:

    Wilson Johann

    Quando tem vcs duvidam(vide a parceria com a França).

    Não vou nem perder meu tempo discutindo isto.

  12. Ulisses disse:

    Wilson Johann

    Quando tem vcs duvidam(vide a parceria com a França).

    Não vou nem perder meu tempo discutindo isto.

  13. Rodrigo Rauta disse:

    Mas marlos, o preço final para os Americanos vai sair bem menos que isso.A holanda era parceira nivel 2 ou 3 no programa, diferente dos americanos e ingleses que são nivel 1.
    Abraços!

  14. Rodrigo Rauta disse:

    Mas marlos, o preço final para os Americanos vai sair bem menos que isso.A holanda era parceira nivel 2 ou 3 no programa, diferente dos americanos e ingleses que são nivel 1.
    Abraços!

  15. Aluisio disse:

    Bem,das duas uma: ou os israelenses ou holandeses estão sendo enganados,ou quem escreveu essa matéria não se deu o trabalho de corrigir o valor unitário de cada caça.
    Segundo notícias recentes,em setembro do ano passado,a requisição dos israelenses pelos primeiros 75 F-35 iria custar US$15 bilhões,ou seja: 200 milhões por avião. 120 milhões de diferença pelo mesmo caça,considerando uma diferença de apenas 10 caças é muita coisa…
    Pra efeito de comparação: o preço do F-15S vai ficar na casa dos 120 milhões…

  16. Aluisio disse:

    Bem,das duas uma: ou os israelenses ou holandeses estão sendo enganados,ou quem escreveu essa matéria não se deu o trabalho de corrigir o valor unitário de cada caça.
    Segundo notícias recentes,em setembro do ano passado,a requisição dos israelenses pelos primeiros 75 F-35 iria custar US$15 bilhões,ou seja: 200 milhões por avião. 120 milhões de diferença pelo mesmo caça,considerando uma diferença de apenas 10 caças é muita coisa…
    Pra efeito de comparação: o preço do F-15S vai ficar na casa dos 120 milhões…

  17. Aluisio disse:

    Aaah,nao reparei que o preço no texto tava em euros… mas mesmo assim,com a cotação atual,80 milhões de euros seriam cerca de 120 milhoes de dólares,ainda é uma grande diferença para 200 milhões…

  18. Aluisio disse:

    Aaah,nao reparei que o preço no texto tava em euros… mas mesmo assim,com a cotação atual,80 milhões de euros seriam cerca de 120 milhoes de dólares,ainda é uma grande diferença para 200 milhões…

  19. Robson Br disse:

    A Boeing é que esta certa. Investiu em sistemas e modernizou suas plataformas: F-18 e F-15. A Lockheed Martin que praticamente só produz para as Forças armadas dos EEUU pode ficar em dificuldades. Talvez pela de falta de competitividade e um mercado cativo não mirou o futuro. A Boeing e outros já estão muito na frente na área de Vants. Com os preços destas plataformas tão altos e com as ameaças tão diferentes um dia os arrogantes militares americanos tinham que cair na real. A FAB é que está certa, investiu em plataformas simples e eficazes e cobriu todo território nacional. A dupla A-29 e R-99. Temos agora que garantir a superioridade aéria com um moderno caça, por isso que acho que os tres finalistas atendem no quesito qualidade, mas vai faltar quantidade. Hoje todos os esquadrões da FAB já possui um pouco de modernidade e tosos já projetam um futuro. A modernização dos F5 foi um acerto muito grade, pois com esta modernização e os novos armamentos estão garantindo aos oficiais da força uma transição mais tranquila.

  20. Robson Br disse:

    A Boeing é que esta certa. Investiu em sistemas e modernizou suas plataformas: F-18 e F-15. A Lockheed Martin que praticamente só produz para as Forças armadas dos EEUU pode ficar em dificuldades. Talvez pela de falta de competitividade e um mercado cativo não mirou o futuro. A Boeing e outros já estão muito na frente na área de Vants. Com os preços destas plataformas tão altos e com as ameaças tão diferentes um dia os arrogantes militares americanos tinham que cair na real. A FAB é que está certa, investiu em plataformas simples e eficazes e cobriu todo território nacional. A dupla A-29 e R-99. Temos agora que garantir a superioridade aéria com um moderno caça, por isso que acho que os tres finalistas atendem no quesito qualidade, mas vai faltar quantidade. Hoje todos os esquadrões da FAB já possui um pouco de modernidade e tosos já projetam um futuro. A modernização dos F5 foi um acerto muito grade, pois com esta modernização e os novos armamentos estão garantindo aos oficiais da força uma transição mais tranquila.

  21. gil disse:

    Não quero ser chato caros colegas, respeito muito este forum de alto nível e se tiver sendo impertinente que me repreendam…mas,..insisto…este projeto vai falir…em breve..quem viver verá!!!

    A Holanda, e os que farão o mesmo em breve, estão certos e agindo de forma cautelosa e inteligente…este “caça” é uma balela só pra encher os bolsos dos espertos!!!…os americanos não segurarão essa barra!!! vai ser um grande vexame!!!

    Abraços

  22. gil disse:

    Não quero ser chato caros colegas, respeito muito este forum de alto nível e se tiver sendo impertinente que me repreendam…mas,..insisto…este projeto vai falir…em breve..quem viver verá!!!

    A Holanda, e os que farão o mesmo em breve, estão certos e agindo de forma cautelosa e inteligente…este “caça” é uma balela só pra encher os bolsos dos espertos!!!…os americanos não segurarão essa barra!!! vai ser um grande vexame!!!

    Abraços

  23. Paulo Renato disse:

    Caro Robson BR,
    Muito bom essa sua visão, a modernização dos F5 foi uma boa assim como os nossos AMX, e acho que poderíamos comprar os que a Itália não quer mas, seria bom completar com o que temos por aki e ainda com mas os que vão chegar com o FX2.
    Essa modernização dos A1 AMX, vai dar um pulo bem grande em sua capacidade operacional, somando aos futuros vetores, que poderam ser adquiridos em maior escala com o tempo sem problemas no orçamento do governo.
    Acho que já foi dado um bom passo que foi as modernizações do Bandeirantes, F5 e dos A1. Só acho que os A4 da marinha por ser um vetor muito antigo de repente não deveria participar dessa modernização, o caminho seria adquiri outros vetores mesmo que usados, mas com pouco tempo de uso.
    Se forem usados para futuro vetor de treinamento será uma boa, mas isso não sabemos, pois estamos no FX da FAB e não podemos pensar em um FX Naval.

    Ainda para completar precisaríamos uma nova Nae com maior capacidade, para comprar novos vetores navais.

    Abs.

  24. Paulo Renato disse:

    Caro Robson BR,
    Muito bom essa sua visão, a modernização dos F5 foi uma boa assim como os nossos AMX, e acho que poderíamos comprar os que a Itália não quer mas, seria bom completar com o que temos por aki e ainda com mas os que vão chegar com o FX2.
    Essa modernização dos A1 AMX, vai dar um pulo bem grande em sua capacidade operacional, somando aos futuros vetores, que poderam ser adquiridos em maior escala com o tempo sem problemas no orçamento do governo.
    Acho que já foi dado um bom passo que foi as modernizações do Bandeirantes, F5 e dos A1. Só acho que os A4 da marinha por ser um vetor muito antigo de repente não deveria participar dessa modernização, o caminho seria adquiri outros vetores mesmo que usados, mas com pouco tempo de uso.
    Se forem usados para futuro vetor de treinamento será uma boa, mas isso não sabemos, pois estamos no FX da FAB e não podemos pensar em um FX Naval.

    Ainda para completar precisaríamos uma nova Nae com maior capacidade, para comprar novos vetores navais.

    Abs.

  25. Cronista disse:

    Não creio que o F-35 dê *água*, o Washington vai manter suas compras e o caça vai se sustentar na estrutura da USAF e US Navy. Mesmo que não seja superior a nenhum outro acabará dando certo por pressão pol;ítica e marketing, algo do tipo Windows e Microsoft (péssimo exemplo, mas não me ocorrou outro!)

    Meu ponto de vista em relação ao F-35 é outro: sua superioridade está fundamentada no seu desenho stealth, furtivo. Sou um ignorante noa assunto, mas não deixo de imaginar que um novo tipo de radar poderá por por terra a furtividade baseada exclusivamente no desenho da fuselagem. Se isto acontecer (um novo tipo de radar), eu imagino que alterar todo o desenho da aeronave será bem mais trabalhoso em termos de projeto e realização do que inserir um novo sensor ou casulo numa aeronave tradicional, que busque ser superior pelo conjunto desenho-aviônicos-sensores-motorização. Acho que é mais ou menos isso que a entrevista dos representantes da Saab dá a entender na ALIDE deste mês (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/78-edicao-40/304-saab-o-ninho-do-gripen):

    “O Gripen NG entrará num mercado onde muitos de seus concorrentes terão fuselagens esculpidas para o direcionamento das ondas de radar que o atingem, os popularmente chamados “aviões invisíveis”. A indústria e a força Aérea dos EUA aparentemente estão plenamente convencidos de que este é o caminho adiante, mas a Saab, aparentemente, discorda deles. “desde o anuncio da existência da tecnologia stealth, alguns anos atrás, todos os fabricantes de radares e de mísseis no mundo partiram em direção a novos projetos que pudessem minimizar esta nova vantagem. Hoje já se sabe que radares na faixa UHF já estão sendo preparados pelos russos. Em breve radares operando nas bandas L, C e S estarão a venda para quem quiser comprar, assim não seria vantajoso arcar com todos os custos e dificuldades operacionais de se desenvolver uma nova fuselagem stealth clássica para o Gripen NG”, pontuou Magnus em sua apresentação.”

    Eu fiquei muito cismado com a retirada do F-117, algum tempo depois que um deles foi abatido, acho que na Iugoslávia quando operava pela OTAN. Há uma reportagem na Revista ASAS que trata do assunto, da queda da *invisibilidade*, eu vou procurar e se houver interesse coloco alguma coisa aqui.
    Sou mais um F-18, um Rafale ou um Gripen.

  26. Cronista disse:

    Não creio que o F-35 dê *água*, o Washington vai manter suas compras e o caça vai se sustentar na estrutura da USAF e US Navy. Mesmo que não seja superior a nenhum outro acabará dando certo por pressão pol;ítica e marketing, algo do tipo Windows e Microsoft (péssimo exemplo, mas não me ocorrou outro!)

    Meu ponto de vista em relação ao F-35 é outro: sua superioridade está fundamentada no seu desenho stealth, furtivo. Sou um ignorante noa assunto, mas não deixo de imaginar que um novo tipo de radar poderá por por terra a furtividade baseada exclusivamente no desenho da fuselagem. Se isto acontecer (um novo tipo de radar), eu imagino que alterar todo o desenho da aeronave será bem mais trabalhoso em termos de projeto e realização do que inserir um novo sensor ou casulo numa aeronave tradicional, que busque ser superior pelo conjunto desenho-aviônicos-sensores-motorização. Acho que é mais ou menos isso que a entrevista dos representantes da Saab dá a entender na ALIDE deste mês (http://www.alide.com.br/joomla/index.php/component/content/article/78-edicao-40/304-saab-o-ninho-do-gripen):

    “O Gripen NG entrará num mercado onde muitos de seus concorrentes terão fuselagens esculpidas para o direcionamento das ondas de radar que o atingem, os popularmente chamados “aviões invisíveis”. A indústria e a força Aérea dos EUA aparentemente estão plenamente convencidos de que este é o caminho adiante, mas a Saab, aparentemente, discorda deles. “desde o anuncio da existência da tecnologia stealth, alguns anos atrás, todos os fabricantes de radares e de mísseis no mundo partiram em direção a novos projetos que pudessem minimizar esta nova vantagem. Hoje já se sabe que radares na faixa UHF já estão sendo preparados pelos russos. Em breve radares operando nas bandas L, C e S estarão a venda para quem quiser comprar, assim não seria vantajoso arcar com todos os custos e dificuldades operacionais de se desenvolver uma nova fuselagem stealth clássica para o Gripen NG”, pontuou Magnus em sua apresentação.”

    Eu fiquei muito cismado com a retirada do F-117, algum tempo depois que um deles foi abatido, acho que na Iugoslávia quando operava pela OTAN. Há uma reportagem na Revista ASAS que trata do assunto, da queda da *invisibilidade*, eu vou procurar e se houver interesse coloco alguma coisa aqui.
    Sou mais um F-18, um Rafale ou um Gripen.

  27. Roberto CR disse:

    Robson Br

    Não se preocupa com a Lockheed Martin que ela é tipo gêmea siamesa com o Pentágono (rsrsrs). Eles dão um jeito.

    Abs

  28. Roberto CR disse:

    Robson Br

    Não se preocupa com a Lockheed Martin que ela é tipo gêmea siamesa com o Pentágono (rsrsrs). Eles dão um jeito.

    Abs

  29. Robson Br disse:

    Só para completar meu raciocínio:
    A Boeing modernizou o F18 hornet criando um avião quase novo chamado Super Hornet. Depois modernizou o F15 criando um outro avião quase novo chamado F15 Strike Eagle. Agora está contratando General Eletric Aircraft Engines (GEAE) para desenvolver modificações no motor F414-GE-400 que hoje equipa os F/A-18E/F Super Hornet. O motivo é reduzir significamente o consumo desse motor turbofan.
    Será que esse novo insvestimento no Super Hornet é só para atender os novos operadores ou visando uma longa vida na USNavy.
    Quem viver……

  30. Robson Br disse:

    Só para completar meu raciocínio:
    A Boeing modernizou o F18 hornet criando um avião quase novo chamado Super Hornet. Depois modernizou o F15 criando um outro avião quase novo chamado F15 Strike Eagle. Agora está contratando General Eletric Aircraft Engines (GEAE) para desenvolver modificações no motor F414-GE-400 que hoje equipa os F/A-18E/F Super Hornet. O motivo é reduzir significamente o consumo desse motor turbofan.
    Será que esse novo insvestimento no Super Hornet é só para atender os novos operadores ou visando uma longa vida na USNavy.
    Quem viver……

  31. Aluisio disse:

    Eu concordo com o gil,o F-35 provavelmente vai ser uma cilada! hahaha
    Ele já está custando aproximadamente a metade de um F-22 (o modelo de decolagem comum),e ainda nem está na versão definitiva,vazaram dados do projeto dele (provavelmente por crackers chineses…). Além disso,acho que nem todos os membros do projeto vão comprar tds as aeronaves planejadas… Nao que ele vá fracassar totalmente,já investiram demais no projeto para permitirem isso,mas acho que não vai ser a aeronave das próximas décadas…

  32. Aluisio disse:

    Eu concordo com o gil,o F-35 provavelmente vai ser uma cilada! hahaha
    Ele já está custando aproximadamente a metade de um F-22 (o modelo de decolagem comum),e ainda nem está na versão definitiva,vazaram dados do projeto dele (provavelmente por crackers chineses…). Além disso,acho que nem todos os membros do projeto vão comprar tds as aeronaves planejadas… Nao que ele vá fracassar totalmente,já investiram demais no projeto para permitirem isso,mas acho que não vai ser a aeronave das próximas décadas…

  33. Giovani disse:

    O F-35 é atualmente um avião para poucos, mas não é uma cilada.
    Esse é o preço da tecnologia, o problema é que o Governo Holandes acha que não é necessario um Caça tão moderno para sua Força Aérea, outros países da região como Suécia, Reino Unido e França investiram em soluções mais barata Gripen, Eurofighter e Rafale respectivamente.

  34. Giovani disse:

    O F-35 é atualmente um avião para poucos, mas não é uma cilada.
    Esse é o preço da tecnologia, o problema é que o Governo Holandes acha que não é necessario um Caça tão moderno para sua Força Aérea, outros países da região como Suécia, Reino Unido e França investiram em soluções mais barata Gripen, Eurofighter e Rafale respectivamente.

  35. Hornet disse:

    Ah! A Holanda…vi vários aviões por lá…pena que só fiquei uma semana…

    Mas garanto a vcs que Amsterdã é um aeroporto de cidade. Nunca vi coisa igual…nem a França consegue ser igual (e olha que na França só tem avião também)…

    Não esquentem, a Holanda está muito bem servida de aviões…nem vão sentir falta se não comprarem esses 85 F-35…hehehe

    abraços a todos

  36. Hornet disse:

    Ah! A Holanda…vi vários aviões por lá…pena que só fiquei uma semana…

    Mas garanto a vcs que Amsterdã é um aeroporto de cidade. Nunca vi coisa igual…nem a França consegue ser igual (e olha que na França só tem avião também)…

    Não esquentem, a Holanda está muito bem servida de aviões…nem vão sentir falta se não comprarem esses 85 F-35…hehehe

    abraços a todos

  37. Marlos Barcelos disse:

    113 milhões de euros por 1 f-35, é melhor gastar isso com os f-22, acho car´ssimo, acho também que os países participantes reduzirão bastante os pedidos ou desistirão do projeto, só mesmo os EUA tem condições de pagar 113 milhões de euros por 1 caça, imaginem quanto custa manter 1 caça desses, é melhor invesir em tecnologia anti-stealth como fez o Rafale com o IRST, que pode lcalizalizar um stealth de 40 a 100 km de distância, dependendo do tempo, se aperfeiçoarem os IRST poderão localizar um stealth a mais distÂncia, eliminando a vantagem dos stelths, já que os mísseis só são efetivos até uma distÂncia de 80 km, portanto um Rafale pode combater de igual um f-22, se o f-22 for localizado a 80 km do rafale, alcance efetivo do míssil, alpem disso se o rafale desligar seu radar e voar somente com IRST ele fica praticamente um caça stealth, será localizado bem próximo ao caça inimigo, o que estou falando é mostrado no simulador do gripen, tem un video no defesanet que mostra o piloto falando que os outros caças não podem enxergá-lo porque ele está com radar desligado, portanto a tecnologia stealth não é tão fantástica quanto dizem.

  38. Marlos Barcelos disse:

    113 milhões de euros por 1 f-35, é melhor gastar isso com os f-22, acho car´ssimo, acho também que os países participantes reduzirão bastante os pedidos ou desistirão do projeto, só mesmo os EUA tem condições de pagar 113 milhões de euros por 1 caça, imaginem quanto custa manter 1 caça desses, é melhor invesir em tecnologia anti-stealth como fez o Rafale com o IRST, que pode lcalizalizar um stealth de 40 a 100 km de distância, dependendo do tempo, se aperfeiçoarem os IRST poderão localizar um stealth a mais distÂncia, eliminando a vantagem dos stelths, já que os mísseis só são efetivos até uma distÂncia de 80 km, portanto um Rafale pode combater de igual um f-22, se o f-22 for localizado a 80 km do rafale, alcance efetivo do míssil, alpem disso se o rafale desligar seu radar e voar somente com IRST ele fica praticamente um caça stealth, será localizado bem próximo ao caça inimigo, o que estou falando é mostrado no simulador do gripen, tem un video no defesanet que mostra o piloto falando que os outros caças não podem enxergá-lo porque ele está com radar desligado, portanto a tecnologia stealth não é tão fantástica quanto dizem.

  39. Cronista disse:

    Tecnologia stealth é fantástica sim, mas como toda tecnlogia tem seus limites….uma aeronave que se baseia quase que exclusivamente nela para sobreviver vai ter problemas.
    Um duelo F-35xRafale, F-35xF-18SH, F-35xGripen NG ou F-35xF-15 vai depender de muito mais coisas que só o stealth do Lighthing.

  40. Cronista disse:

    Tecnologia stealth é fantástica sim, mas como toda tecnlogia tem seus limites….uma aeronave que se baseia quase que exclusivamente nela para sobreviver vai ter problemas.
    Um duelo F-35xRafale, F-35xF-18SH, F-35xGripen NG ou F-35xF-15 vai depender de muito mais coisas que só o stealth do Lighthing.

  41. Hornet disse:

    O Bosco é bem melhor pra falar dessas coisas do que eu…mas eu penso assim: a tecnologia Stealth é apenas e tão somente uma camuflagem eletrônica. Como os sistemas de guerra hoje em dia são baseados na eletrônica, na micro-informática etc., vc conseguir se camuflar para os “olhos eletrônicos” tem o mesmo sentido dos guerreiros da antiguidade que se “camuflavavam”, se escondiam, entre as árvores da floresta. Tipo nas histórias de Robin Hood, em que o João Pequeno emboscava do Xerif de Nottingham na floresta de Sherwood.

    Isso não quer dizer invencibilidade. Muitas vezes eu acho que as pessoas confundem o termo Stealth com invencibilidade e tentam a todo momento mostrar que essa invencibilidade não existe. É claro que ela não existe. Assim como não existia para o bando de Robin Hood, mesmo com todas as astúcias dos amigos do Frei Tuck. A inteligência ainda era o que valia, como hoje em fia, diga-se de passagem.

    Mas, a furtividade, ser furtivo, é um elemento chave em se tratando de caça-presa, a natureza mostra isso. E a furtividade dos caças Stealth funcionam quando estão em questão os “olhos eletrônicos”, que são os olhos da guerra de hoje em dia.

    Para um Spitfire, o F-22 e o Super Tucano são as mesmas coisas. O Spitfire não tinha radar, se baseava no olho humano. Para o Spitfire, Stealth significava um pintura que confundisse o ME-109 com o céu ou com a paisagem da Europa durante a II GG. Nada mais.

    Do mesmo modo que uma boa camuflagem do ME-109 não o tranformava num caça imbatível, a tecnologia Stealth também não transforma o F-35 num caça imbatível. Mas que lhe dá uma vantagem enorme, isso lhe dá.

    Uma flecha no coração e um tiro de fuzil no coração matam do mesmo jeito. A distância e a precisão em que um ou outro disparo podem ser efetuados é o diferencial. Mas se o soldado que está com o fuzil, por algum motivo, errar o tiro…e o arqueiro acertar…o aqueiro vence. Não existe invencibilidade. Existem vantagens, que podem ou não ser aproveitadas, e apenas isso.

    abraços a todos

  42. Hornet disse:

    O Bosco é bem melhor pra falar dessas coisas do que eu…mas eu penso assim: a tecnologia Stealth é apenas e tão somente uma camuflagem eletrônica. Como os sistemas de guerra hoje em dia são baseados na eletrônica, na micro-informática etc., vc conseguir se camuflar para os “olhos eletrônicos” tem o mesmo sentido dos guerreiros da antiguidade que se “camuflavavam”, se escondiam, entre as árvores da floresta. Tipo nas histórias de Robin Hood, em que o João Pequeno emboscava do Xerif de Nottingham na floresta de Sherwood.

    Isso não quer dizer invencibilidade. Muitas vezes eu acho que as pessoas confundem o termo Stealth com invencibilidade e tentam a todo momento mostrar que essa invencibilidade não existe. É claro que ela não existe. Assim como não existia para o bando de Robin Hood, mesmo com todas as astúcias dos amigos do Frei Tuck. A inteligência ainda era o que valia, como hoje em fia, diga-se de passagem.

    Mas, a furtividade, ser furtivo, é um elemento chave em se tratando de caça-presa, a natureza mostra isso. E a furtividade dos caças Stealth funcionam quando estão em questão os “olhos eletrônicos”, que são os olhos da guerra de hoje em dia.

    Para um Spitfire, o F-22 e o Super Tucano são as mesmas coisas. O Spitfire não tinha radar, se baseava no olho humano. Para o Spitfire, Stealth significava um pintura que confundisse o ME-109 com o céu ou com a paisagem da Europa durante a II GG. Nada mais.

    Do mesmo modo que uma boa camuflagem do ME-109 não o tranformava num caça imbatível, a tecnologia Stealth também não transforma o F-35 num caça imbatível. Mas que lhe dá uma vantagem enorme, isso lhe dá.

    Uma flecha no coração e um tiro de fuzil no coração matam do mesmo jeito. A distância e a precisão em que um ou outro disparo podem ser efetuados é o diferencial. Mas se o soldado que está com o fuzil, por algum motivo, errar o tiro…e o arqueiro acertar…o aqueiro vence. Não existe invencibilidade. Existem vantagens, que podem ou não ser aproveitadas, e apenas isso.

    abraços a todos

  43. Hornet disse:

    ops! “hoje em fia” = hoje em dia

  44. Hornet disse:

    ops! “hoje em fia” = hoje em dia

  45. Rodrigo Rauta disse:

    Perfeito Hornet!!!

    Abraços!!

    P.s: Não se esqueça que a Italia tb possui grandes aviões e em grande quantidade..ehehehe!!!

  46. Rodrigo Rauta disse:

    Perfeito Hornet!!!

    Abraços!!

    P.s: Não se esqueça que a Italia tb possui grandes aviões e em grande quantidade..ehehehe!!!

  47. kaleu disse:

    Hornet… Esteves na Holanda ??? quando ???

  48. kaleu disse:

    Hornet… Esteves na Holanda ??? quando ???

  49. Bosco disse:

    O mais importante em qualquer combate e que dá uma vantagem substancial a qualquer um, é a “iniciativa”. Independente de alcances de mísseis ou qualquer outra coisa, a vantagem está do lado de quem vê primeiro e toma atitudes primeiro, tanto defensivas quanto ofensivas.
    Mesmo que seja de apenas alguns segundos já faria a diferença. É essa a proposta da tecnologia stealth que é apenas uma das maneiras de se estabelecer a iniciativa no campo de batalha.
    Se trabalha tanto em tecnologias que tentam retardar que o inimigo lhe detecte, quanto em tecnologias que tentam detectar o inimigo o mais prematuramente possível (radares, IRST, data-link, etc)
    O resto, ou seja, depois que você foi descoberto, aí é correr atrás do prejuízo. Fugir dá certo também (rezar ajuda, mas nem sempre dá certo), assim como tentar quebrar o trancamento da cabeça de busca de um possível míssil em aproximação utilizando desde manobras “radicais” até o lançamento de “iscas”.
    O F-35 terá tecnologia em estado da arte tanto no sentido de se manter oculto quanto no de saber onde o “inimigo” se encontra, tentando obter a iniciativa das ações que poderá fazer a diferença.
    Muito provavelmente o maior nível de furtividade de um F-35 em relação, por exemplo, ao do Rafale, deve ter feito diferença nas milhares de situações simuladas, caso contrário não justificaria a diferença de preço. Seriam aqueles segundos vitais…
    O conjunto de sensores próprios de um F-35 (radar, IRST, DAS, etc) aliado a sua completa integração no conceito de guerra centrado em redes, tanto recebendo como enviando dados em tempo real, aumenta o nível de consciência situacional do piloto e da IA embarcada a ponto de, junto com a furtividade, fazer a diferença.
    Vale salientar que o F-35 possui 7 IRSTs (6 a mais que um Rafale) situados em vários pontos da fuselagem observando todo o espaço aéreo periférico.
    O passageiro, quer dizer, o piloto dentro de um F-35 será única e tão somente um gerenciador de sistemas e um tomador de decisão, mas o alto nível de “inteligência artificial” do caça trará ao combate aéreo um nível de automação nunca vista, aproveitando ao máximo os “segundos de ouro” entre o momento que se detecta e o momento que se é detectado.
    No mais, um caça com o RCS do F-35, um legítimo exemplo de tecnologia furtiva, é praticamente imune ao travamento de um míssil BVR que opera em um espectro EM facilmente inibido pela tecnologia stealth. O mesmo não acontece em relação ao travamento de mísseis contra caças semi-furtivos da quarta geração e meia (como o Rafale), que são “facilmente” tranqueados pelos atuais misseis radares-ativos que conseguem um bom travamento contra um alvo de RCS de 1 m2 a uma distância em torno de 10/15 km.
    Sobrariam os mísseis de busca térmica. Muito já se especulou da capacidade de defesa ativa contra esse tipo de míssil incorporado na suíte defensiva do F-35 na forma de emissores lasers de alta energia, distribuídos ao redor em parceria com o DAS, capaz de “cegar” sensores de mísseis IR e IIR. Mas por segurança ele leva uma boa carga de flares. rsrs…
    Ou seja, no meu modo de ver, o preço é justificável e espero ver esse caça aos milhares.
    Um abraço a todos.

  50. Bosco disse:

    O mais importante em qualquer combate e que dá uma vantagem substancial a qualquer um, é a “iniciativa”. Independente de alcances de mísseis ou qualquer outra coisa, a vantagem está do lado de quem vê primeiro e toma atitudes primeiro, tanto defensivas quanto ofensivas.
    Mesmo que seja de apenas alguns segundos já faria a diferença. É essa a proposta da tecnologia stealth que é apenas uma das maneiras de se estabelecer a iniciativa no campo de batalha.
    Se trabalha tanto em tecnologias que tentam retardar que o inimigo lhe detecte, quanto em tecnologias que tentam detectar o inimigo o mais prematuramente possível (radares, IRST, data-link, etc)
    O resto, ou seja, depois que você foi descoberto, aí é correr atrás do prejuízo. Fugir dá certo também (rezar ajuda, mas nem sempre dá certo), assim como tentar quebrar o trancamento da cabeça de busca de um possível míssil em aproximação utilizando desde manobras “radicais” até o lançamento de “iscas”.
    O F-35 terá tecnologia em estado da arte tanto no sentido de se manter oculto quanto no de saber onde o “inimigo” se encontra, tentando obter a iniciativa das ações que poderá fazer a diferença.
    Muito provavelmente o maior nível de furtividade de um F-35 em relação, por exemplo, ao do Rafale, deve ter feito diferença nas milhares de situações simuladas, caso contrário não justificaria a diferença de preço. Seriam aqueles segundos vitais…
    O conjunto de sensores próprios de um F-35 (radar, IRST, DAS, etc) aliado a sua completa integração no conceito de guerra centrado em redes, tanto recebendo como enviando dados em tempo real, aumenta o nível de consciência situacional do piloto e da IA embarcada a ponto de, junto com a furtividade, fazer a diferença.
    Vale salientar que o F-35 possui 7 IRSTs (6 a mais que um Rafale) situados em vários pontos da fuselagem observando todo o espaço aéreo periférico.
    O passageiro, quer dizer, o piloto dentro de um F-35 será única e tão somente um gerenciador de sistemas e um tomador de decisão, mas o alto nível de “inteligência artificial” do caça trará ao combate aéreo um nível de automação nunca vista, aproveitando ao máximo os “segundos de ouro” entre o momento que se detecta e o momento que se é detectado.
    No mais, um caça com o RCS do F-35, um legítimo exemplo de tecnologia furtiva, é praticamente imune ao travamento de um míssil BVR que opera em um espectro EM facilmente inibido pela tecnologia stealth. O mesmo não acontece em relação ao travamento de mísseis contra caças semi-furtivos da quarta geração e meia (como o Rafale), que são “facilmente” tranqueados pelos atuais misseis radares-ativos que conseguem um bom travamento contra um alvo de RCS de 1 m2 a uma distância em torno de 10/15 km.
    Sobrariam os mísseis de busca térmica. Muito já se especulou da capacidade de defesa ativa contra esse tipo de míssil incorporado na suíte defensiva do F-35 na forma de emissores lasers de alta energia, distribuídos ao redor em parceria com o DAS, capaz de “cegar” sensores de mísseis IR e IIR. Mas por segurança ele leva uma boa carga de flares. rsrs…
    Ou seja, no meu modo de ver, o preço é justificável e espero ver esse caça aos milhares.
    Um abraço a todos.

  51. Bosco disse:

    Dois versões são “previstas” para o F-35. Uma versão não tripulada e uma versão dotada de um laser de alta energia ofensivo de tecnologia de “estado sólido” capaz de torrar alvos táticos a dezenas de quilômetros.
    Esse tal laser ficaria no lugar hoje ocupado pelo “fan” da versão VTOL dos fuzileiros.
    A versão não tripulada provavelmente será o primeiro exemplar dos caças de sexta geração.
    Há referência sobre essas duas versões a disposição na internet.
    Um abraço a todos.

  52. Bosco disse:

    Dois versões são “previstas” para o F-35. Uma versão não tripulada e uma versão dotada de um laser de alta energia ofensivo de tecnologia de “estado sólido” capaz de torrar alvos táticos a dezenas de quilômetros.
    Esse tal laser ficaria no lugar hoje ocupado pelo “fan” da versão VTOL dos fuzileiros.
    A versão não tripulada provavelmente será o primeiro exemplar dos caças de sexta geração.
    Há referência sobre essas duas versões a disposição na internet.
    Um abraço a todos.

  53. Giovani disse:

    A Holanda conta com o Guarda-Chuvas da OTAN, não precisa de um Caça tão caro, até se ficar com seus F-16 eles estarão bem servidos.
    Já ouvi falar que o F-35 não é tão Stealth quanto o F-22, só vai dar pra tirar essa duvida quando ele estiver operacional.

  54. Giovani disse:

    A Holanda conta com o Guarda-Chuvas da OTAN, não precisa de um Caça tão caro, até se ficar com seus F-16 eles estarão bem servidos.
    Já ouvi falar que o F-35 não é tão Stealth quanto o F-22, só vai dar pra tirar essa duvida quando ele estiver operacional.

  55. Bosco disse:

    “Dois versões”…rsr…Deixa pra lá!

    Hoje há uma tendência em interceptar o “míssil” antes que ele atinja o alvo. Essa tendência sem dúvida foi iniciada na guerra naval que desde há muito se viu na posição de ter que se defender de mísseis lançados a partir de grandes distâncias.
    Sistemas SAM hoje são desenvolvidos de modo a interceptarem não mais apenas os vetores, mas suas cargas úteis lançadas, como mísseis anti-radiação, bombas, mísseis ar-sup táticos, etc. Sem falar nos mísseis balísticos e nos cruise.
    Existem até mesmo sistemas de canhões antiaéreos específicos para interceptarem foguetes, projéteis de artilharia e bombas de morteiro em pleno vôo, criando um “cobertor” invulnerável sobre determinada área geográfica.
    Até mesmo os novos desenvolvimentos de veículos de combate terrestres focam sua defesa na interceptação de projéteis e mísseis em aproximação, reduzindo a ênfase dada à “blindagem passiva” e essa tendência tende a aumentar, colocando em xeque a necessidade de blindagens pesadas, como vemos hoje. Essa é a base por trás do peso extremamente reduzidos da próxima geração de veículos de combate americanos sintetizada pelo programa FCS.
    Na guerra aérea não é diferente e a tônica do futuro próximo será a interceptação de mísseis ar-ar e ar-sup em pleno vôo, simplesmente cegando seus sensores nos casos de mísseis com seeker com elementos ópticos ou destruindo literalmente o míssil no ar com outro míssil ou com armas de energia dirigida, que dentro de poucos anos estarão com dimensões-peso-potência-consumo de energia dentro das possibilidade de serem usados em aviões, incluindo caças.
    As armas de energia dirigida, notadamente os lasers de alta energia, deverão se mostrar muito promissores num futuro próximo contra uma série de ameaças e serão “lugar comum” em navios, aviões, helicópteros, veículos terrestres, etc.

  56. Bosco disse:

    “Dois versões”…rsr…Deixa pra lá!

    Hoje há uma tendência em interceptar o “míssil” antes que ele atinja o alvo. Essa tendência sem dúvida foi iniciada na guerra naval que desde há muito se viu na posição de ter que se defender de mísseis lançados a partir de grandes distâncias.
    Sistemas SAM hoje são desenvolvidos de modo a interceptarem não mais apenas os vetores, mas suas cargas úteis lançadas, como mísseis anti-radiação, bombas, mísseis ar-sup táticos, etc. Sem falar nos mísseis balísticos e nos cruise.
    Existem até mesmo sistemas de canhões antiaéreos específicos para interceptarem foguetes, projéteis de artilharia e bombas de morteiro em pleno vôo, criando um “cobertor” invulnerável sobre determinada área geográfica.
    Até mesmo os novos desenvolvimentos de veículos de combate terrestres focam sua defesa na interceptação de projéteis e mísseis em aproximação, reduzindo a ênfase dada à “blindagem passiva” e essa tendência tende a aumentar, colocando em xeque a necessidade de blindagens pesadas, como vemos hoje. Essa é a base por trás do peso extremamente reduzidos da próxima geração de veículos de combate americanos sintetizada pelo programa FCS.
    Na guerra aérea não é diferente e a tônica do futuro próximo será a interceptação de mísseis ar-ar e ar-sup em pleno vôo, simplesmente cegando seus sensores nos casos de mísseis com seeker com elementos ópticos ou destruindo literalmente o míssil no ar com outro míssil ou com armas de energia dirigida, que dentro de poucos anos estarão com dimensões-peso-potência-consumo de energia dentro das possibilidade de serem usados em aviões, incluindo caças.
    As armas de energia dirigida, notadamente os lasers de alta energia, deverão se mostrar muito promissores num futuro próximo contra uma série de ameaças e serão “lugar comum” em navios, aviões, helicópteros, veículos terrestres, etc.

  57. Bosco disse:

    Giovane,
    oficialmente o RCS do F-35 é de 0.0015 m2, que realmente é menor que o do F-22 que é de 0,0001 m2, mas é bem maior que o dos caças de quarta geração e meia que são acima de 0,1 m2.
    E também, aparentemente a emissão térmica do F-35 é maior, por parecer não ter nenhum sistema de exaustão específico e por não operar em supercruise (será?) o que em tese aumentaria o regime de utilização do pós-combustor.
    Mas com certeza o nível de furtividade foi estudado a ponto de ser “eficiente”, mas mantendo os custos dentro do aceitável, compensado com outros tipos de defesa.

  58. Bosco disse:

    Giovane,
    oficialmente o RCS do F-35 é de 0.0015 m2, que realmente é menor que o do F-22 que é de 0,0001 m2, mas é bem maior que o dos caças de quarta geração e meia que são acima de 0,1 m2.
    E também, aparentemente a emissão térmica do F-35 é maior, por parecer não ter nenhum sistema de exaustão específico e por não operar em supercruise (será?) o que em tese aumentaria o regime de utilização do pós-combustor.
    Mas com certeza o nível de furtividade foi estudado a ponto de ser “eficiente”, mas mantendo os custos dentro do aceitável, compensado com outros tipos de defesa.

  59. Bosco disse:

    Vale salientar que o tal de RCS é variável dependendo do “aspecto” em que a aeronave é “vista” e até mesmo se está com seu compartimento de armas aberto ou não (além de outras variáveis como o tipo de radar, condições atmosféricas, etc.).
    A implementação da furtividade em uma aeronave é na verdade uma solução de compromisso assim como a blindagem de um tanque. Seria inviável blindar um tanque de todos os lados com um nível de blindagem máximo típico do setor frontal e da torre. Ele pesaria fácil mais de 100 toneladas criando outros problemas no fator bola de neve.
    O mesmo ocorre em relação à tecnologia stealth empregada. Se uma aeronave tivesse o mesmo nível de tecnologia stealth em todos os aspectos e situações, ela provavelmente nem voaria. Provavelemnte teria a forma de um “ovo”, que não é lá muito aerodinâmico..rsrs..

  60. Bosco disse:

    Vale salientar que o tal de RCS é variável dependendo do “aspecto” em que a aeronave é “vista” e até mesmo se está com seu compartimento de armas aberto ou não (além de outras variáveis como o tipo de radar, condições atmosféricas, etc.).
    A implementação da furtividade em uma aeronave é na verdade uma solução de compromisso assim como a blindagem de um tanque. Seria inviável blindar um tanque de todos os lados com um nível de blindagem máximo típico do setor frontal e da torre. Ele pesaria fácil mais de 100 toneladas criando outros problemas no fator bola de neve.
    O mesmo ocorre em relação à tecnologia stealth empregada. Se uma aeronave tivesse o mesmo nível de tecnologia stealth em todos os aspectos e situações, ela provavelmente nem voaria. Provavelemnte teria a forma de um “ovo”, que não é lá muito aerodinâmico..rsrs..

  61. Bosco disse:

    Sobre os FCS do US Army, seu peso leve se deve a um aumento substancial da consciência situacional que permite que ele veja e atire primeiro e de um maior nível de discrição, que retarda sua detecção.
    Associado a medidas de defesa ativa, que interceptariam projéteis em pleno vôo no caso de ser atacado.
    Isso muda o paradigma do combate terrestre de forma espetacular, se fazendo necessário uma blindagem eficaz somente contra armas de pequenos calibres, com uma redução de peso inusitada.
    Tal conceito, de ver primeiro, não ser visto, tomar a iniciativa, atirar primeiro e evitar ser atacado é hoje a pedra de toque da guerra moderna e é válida desde para um porta-aviões nuclear até para um soldado de infantaria, passando por tanques e aviões de caça.

  62. Bosco disse:

    Sobre os FCS do US Army, seu peso leve se deve a um aumento substancial da consciência situacional que permite que ele veja e atire primeiro e de um maior nível de discrição, que retarda sua detecção.
    Associado a medidas de defesa ativa, que interceptariam projéteis em pleno vôo no caso de ser atacado.
    Isso muda o paradigma do combate terrestre de forma espetacular, se fazendo necessário uma blindagem eficaz somente contra armas de pequenos calibres, com uma redução de peso inusitada.
    Tal conceito, de ver primeiro, não ser visto, tomar a iniciativa, atirar primeiro e evitar ser atacado é hoje a pedra de toque da guerra moderna e é válida desde para um porta-aviões nuclear até para um soldado de infantaria, passando por tanques e aviões de caça.

  63. Marlos Barcelos disse:

    Bosco

    pelos dados que vc colocou o rcs do f-22 é bem menor que o do f-35 porque tem um zaro a mais, isso significa 10x mais stealth.

  64. Marlos Barcelos disse:

    Bosco

    pelos dados que vc colocou o rcs do f-22 é bem menor que o do f-35 porque tem um zaro a mais, isso significa 10x mais stealth.

  65. Bosco disse:

    Marlos,
    eu digitei errado. Eu queria dizer que a “furtividade” do F-35 é menor em relação ao F-22, e não que seu “RCS” é menor.
    Obrigado pela correção.
    Um abraço meu caro.

  66. Bosco disse:

    Marlos,
    eu digitei errado. Eu queria dizer que a “furtividade” do F-35 é menor em relação ao F-22, e não que seu “RCS” é menor.
    Obrigado pela correção.
    Um abraço meu caro.

  67. Marlos Barcelos disse:

    não acredito muito na tecnologia stealth. da mesma forma que diziam que o f-117 era stealth e foi derrubado por misseis que guiados por radar e com apoio de radares da década de 60, acho que não é essas maravilhas todas que dizem, muito do que dizem, acho que é pra justificar o preço desses caças que é realmente um absurdo. Se o f-22 fosse essa maravilha toda teriam utilizado no Red Flag que tinha caças de altíssima tecnologia e seria um bom teste para motrar que eles são bem superiores, porque não fizeram um teste de verdade contra caças de outras nações, como o Rafale e o SU-30 da india? quem quiser acreditar que essa tecnologia é tudo que os americanos dizem, podem acreditar é direito de cada um, mas eu não acredito.

  68. Marlos Barcelos disse:

    não acredito muito na tecnologia stealth. da mesma forma que diziam que o f-117 era stealth e foi derrubado por misseis que guiados por radar e com apoio de radares da década de 60, acho que não é essas maravilhas todas que dizem, muito do que dizem, acho que é pra justificar o preço desses caças que é realmente um absurdo. Se o f-22 fosse essa maravilha toda teriam utilizado no Red Flag que tinha caças de altíssima tecnologia e seria um bom teste para motrar que eles são bem superiores, porque não fizeram um teste de verdade contra caças de outras nações, como o Rafale e o SU-30 da india? quem quiser acreditar que essa tecnologia é tudo que os americanos dizem, podem acreditar é direito de cada um, mas eu não acredito.

  69. Hornet disse:

    kaleu,

    estive, já faz um tempo. Foi em 1999, exatos 10 anos, né?

    Eu fui fazer um curso de pós-graduação na Inglaterra, e neste meio tempo, dei uma passadinha na França e na Holanda, só pra conhecer…mas coisa rápida, pois já estava sem grana.

    Vc conhece lá?

    abração

  70. Hornet disse:

    kaleu,

    estive, já faz um tempo. Foi em 1999, exatos 10 anos, né?

    Eu fui fazer um curso de pós-graduação na Inglaterra, e neste meio tempo, dei uma passadinha na França e na Holanda, só pra conhecer…mas coisa rápida, pois já estava sem grana.

    Vc conhece lá?

    abração

  71. Bosco disse:

    Tecnologia nenhuma faz diferença sozinha. Dentro do conjunto, a tecnologia stealth é eficaz.
    A primeira geração dos “stealths” representada pelo F-117 foi fenomenal sob qualquer aspecto, tendo cumprido milhares de missões com apenas um exemplar sendo abatido e, acredito eu, por fatores circunstanciais.
    É claro que não basta ser stealth para sobreviver no campo de batalha e cumprir eficientemente a sua missão, mas sem dúvida a vantagem dada pela tecnologia é notória e é senso comum, haja vista a quantidade de projetos que buscam a excelência do conceito em seu vetores e mísseis.
    Contra uma força de alto nível é claro que uma aeronave stealth não terá a mesma performance que teve o F-117 nos cenários de relativa menor intensidade em que combateu, dando um verdadeiro passeio, mas acredito que fará a diferença.
    Os estrategistas buscam conseguir “pequenas” vantagens e buscam lutar em um cenário em que as perdas sejam menores que os danos causados no oponente de modo a fragilizá-lo até um nível que ele não queira mais lutar.
    Não quer dizer que não haverá perdas do outro lado. Ou seja, no caos reinante em uma guerra, caças furtivos irão ser abatidos só que provavelmente a uma razão menor que os não stealths.

  72. Bosco disse:

    Tecnologia nenhuma faz diferença sozinha. Dentro do conjunto, a tecnologia stealth é eficaz.
    A primeira geração dos “stealths” representada pelo F-117 foi fenomenal sob qualquer aspecto, tendo cumprido milhares de missões com apenas um exemplar sendo abatido e, acredito eu, por fatores circunstanciais.
    É claro que não basta ser stealth para sobreviver no campo de batalha e cumprir eficientemente a sua missão, mas sem dúvida a vantagem dada pela tecnologia é notória e é senso comum, haja vista a quantidade de projetos que buscam a excelência do conceito em seu vetores e mísseis.
    Contra uma força de alto nível é claro que uma aeronave stealth não terá a mesma performance que teve o F-117 nos cenários de relativa menor intensidade em que combateu, dando um verdadeiro passeio, mas acredito que fará a diferença.
    Os estrategistas buscam conseguir “pequenas” vantagens e buscam lutar em um cenário em que as perdas sejam menores que os danos causados no oponente de modo a fragilizá-lo até um nível que ele não queira mais lutar.
    Não quer dizer que não haverá perdas do outro lado. Ou seja, no caos reinante em uma guerra, caças furtivos irão ser abatidos só que provavelmente a uma razão menor que os não stealths.

  73. Bosco disse:

    Giovane,
    reformulando o que escrevi no meu comentário das 16:57 que como bem observou o Marlos está completamente confuso:

    “oficialmente o RCS do F-35 é de 0.0015 m2, que realmente é maior que o do F-22 que é de 0,0001 m2, mas é bem menor que o dos caças de quarta geração e meia que é acima de 0,1 m2″.

    Um abraço.

  74. Bosco disse:

    Giovane,
    reformulando o que escrevi no meu comentário das 16:57 que como bem observou o Marlos está completamente confuso:

    “oficialmente o RCS do F-35 é de 0.0015 m2, que realmente é maior que o do F-22 que é de 0,0001 m2, mas é bem menor que o dos caças de quarta geração e meia que é acima de 0,1 m2″.

    Um abraço.

  75. Marco disse:

    A que distancia o su-35 teria de estar para detectar e disparar o missil sobre o f-35? Um abraço a todos.

  76. Marco disse:

    A que distancia o su-35 teria de estar para detectar e disparar o missil sobre o f-35? Um abraço a todos.

  77. Bosco disse:

    Marco,
    se for verdade que o radar do Su-35 tem um alcance nominal de 400 km para um alvo de 3 m2 ele teoricamente poderia detectar um caça com 0,0015 m2 como o F-35 a uma distância em torno de 35 km. O alcance de travamente seria menor, creio que da ordem de 20 km (chute).
    Já a cabeça de busca do míssil R-77 seria capaz de travar em um alvo com 1 m2 a 15 km. Isso representaria uma capacidade muito limitada para ser eficaz contra um caça stealth, sendo necessário provavelmente o uso de mísseis com cabeça de busca térmica.

  78. Bosco disse:

    Marco,
    se for verdade que o radar do Su-35 tem um alcance nominal de 400 km para um alvo de 3 m2 ele teoricamente poderia detectar um caça com 0,0015 m2 como o F-35 a uma distância em torno de 35 km. O alcance de travamente seria menor, creio que da ordem de 20 km (chute).
    Já a cabeça de busca do míssil R-77 seria capaz de travar em um alvo com 1 m2 a 15 km. Isso representaria uma capacidade muito limitada para ser eficaz contra um caça stealth, sendo necessário provavelmente o uso de mísseis com cabeça de busca térmica.

  79. welington disse:

    O SU-35 BM equipado com o radar Tikhomirov NIIP Irbis-E (N035E) consegue DETECTAR um alvo do tamanho do F-22 Raptor, ou seja, 0,0001m2 ou -40dBSM a 90 KM de distancia, o RCS do F-35 é 15 vezes maior do que o do F-22 desta forma sendo DETECTADO a uma distancia = ou > a 100 Km, a distancia de travamento para estes valores não é conhecida, mas sabe se que estes valores referentes a os alcances caem bastante quando se trata de TRAVAMENTO, ou seja se julgarmos que o SU-35 BM detecta o F-22 a 90 km na pior das hipóteses ele travaria o mesmo a 40 km, no caso do F-35 novamente na pior das hipóteses a distancia de travamento se daria em torno dos 55 km, estes não são dados precisos e nem passam perto disso, mas como relatei dividi as distancias quase ao meio perfeito em um dos casos até superou esta marca, mas sei que não é assim que funciona, sei a maioria das variáveis para estes cálculos, mas como não tenho bases numéricas para tais cálculos tive que deixar os resultados em uma margem a qual seria quase impossível de se errar, ou seja levando se em conta as medias de detecção do radar por alcance VS RCS temos plena noção que o travamento nunca ocorrerá em uma distancia inferior a metade da de detecção ou seja o SU-35 BM travaria com quase certeza o F-22 a 40KM,para nos basearmos nisto temos que levar em conta a potencia deste radar que é 20 kilowwats ou seja o radar mais potente já colocado em um caça, quanto menor a distancia menores são as chances de todas as ondas eletromagnéticas serem absorvidas ou completamente refletidas simplesmente pela grande potencia que estas emissões ainda se encontraram ao tocar o “alvo”, pensar que um radar com tal potencia não engajaria um vetor com tal RCS a uma curta distancia tão “curta como esta me parece meio insensato. Porem não sabemos se os dados relativos a potencia ou os reais alcances deste radar assim como não sabemos se o RCS desta aeronave é real, mas em se tratando desta duas grandes nações que levam o quesito defesa super a serio não duvido em momento algum…

  80. welington disse:

    O SU-35 BM equipado com o radar Tikhomirov NIIP Irbis-E (N035E) consegue DETECTAR um alvo do tamanho do F-22 Raptor, ou seja, 0,0001m2 ou -40dBSM a 90 KM de distancia, o RCS do F-35 é 15 vezes maior do que o do F-22 desta forma sendo DETECTADO a uma distancia = ou > a 100 Km, a distancia de travamento para estes valores não é conhecida, mas sabe se que estes valores referentes a os alcances caem bastante quando se trata de TRAVAMENTO, ou seja se julgarmos que o SU-35 BM detecta o F-22 a 90 km na pior das hipóteses ele travaria o mesmo a 40 km, no caso do F-35 novamente na pior das hipóteses a distancia de travamento se daria em torno dos 55 km, estes não são dados precisos e nem passam perto disso, mas como relatei dividi as distancias quase ao meio perfeito em um dos casos até superou esta marca, mas sei que não é assim que funciona, sei a maioria das variáveis para estes cálculos, mas como não tenho bases numéricas para tais cálculos tive que deixar os resultados em uma margem a qual seria quase impossível de se errar, ou seja levando se em conta as medias de detecção do radar por alcance VS RCS temos plena noção que o travamento nunca ocorrerá em uma distancia inferior a metade da de detecção ou seja o SU-35 BM travaria com quase certeza o F-22 a 40KM,para nos basearmos nisto temos que levar em conta a potencia deste radar que é 20 kilowwats ou seja o radar mais potente já colocado em um caça, quanto menor a distancia menores são as chances de todas as ondas eletromagnéticas serem absorvidas ou completamente refletidas simplesmente pela grande potencia que estas emissões ainda se encontraram ao tocar o “alvo”, pensar que um radar com tal potencia não engajaria um vetor com tal RCS a uma curta distancia tão “curta como esta me parece meio insensato. Porem não sabemos se os dados relativos a potencia ou os reais alcances deste radar assim como não sabemos se o RCS desta aeronave é real, mas em se tratando desta duas grandes nações que levam o quesito defesa super a serio não duvido em momento algum…

  81. Bosco disse:

    Por esse gráfico, dessa fonte específica, o F-35 seria detectado em baixa altitude pelo Su-35 a uma distância em torno de 25 NM, que da mais ou menos uns 45 km. Eu de cabeça errei por 10 km.
    (((http://redteam.awardspace.info/Flankers/35.DerrubandoF35.1_arquivos/image008.jpg)))

  82. Bosco disse:

    Por esse gráfico, dessa fonte específica, o F-35 seria detectado em baixa altitude pelo Su-35 a uma distância em torno de 25 NM, que da mais ou menos uns 45 km. Eu de cabeça errei por 10 km.
    (((http://redteam.awardspace.info/Flankers/35.DerrubandoF35.1_arquivos/image008.jpg)))

  83. Hornet disse:

    Rodrigo Rauta,

    bem lembrado. Eu não conheço a Itália, nunca fui lá, mas dá pra notar que é um fenômeno também, uma força aéra das melhores do mundo…hehehe

    Eu também nunca fui pra Espanha, mas pelo o que se nota, assim meio de longe, é que se trata de mais outra força aérea de primeiro time…

    De qualquer modo, não podemos nos esquecer do Brasil, né? Avião é o que não falta por aqui…

    Por isso que a Embraer decolou…foi fácil…hehehe

    abração

  84. Hornet disse:

    Rodrigo Rauta,

    bem lembrado. Eu não conheço a Itália, nunca fui lá, mas dá pra notar que é um fenômeno também, uma força aéra das melhores do mundo…hehehe

    Eu também nunca fui pra Espanha, mas pelo o que se nota, assim meio de longe, é que se trata de mais outra força aérea de primeiro time…

    De qualquer modo, não podemos nos esquecer do Brasil, né? Avião é o que não falta por aqui…

    Por isso que a Embraer decolou…foi fácil…hehehe

    abração

  85. Marco disse:

    Obrigado a todos pelas respostas. So mais uma questão, uma vez que o rcs do f-35 é tão pequeno seria possivel ao f-35 ganhar em batalhas aéreas para além do alcance visual contra um adversário como o su-35bm?

  86. Marco disse:

    Obrigado a todos pelas respostas. So mais uma questão, uma vez que o rcs do f-35 é tão pequeno seria possivel ao f-35 ganhar em batalhas aéreas para além do alcance visual contra um adversário como o su-35bm?

  87. welington disse:

    Na realidade ele é o vetor com mais chances de vitoria neste cenário, isto sem o apoio de aeronaves de alerta antecipado, simplesmente por ele detectar, travar e disparar antes, ou seja, poder atacar antes de ser atacado, já em um combate com apoio de aeronaves de alerta antecipado o SU-35 BM teria vantagem por poder destruir a aeronave de apoio inimiga com o KS-172 da Novator desta forma podendo atacar antes de ser atacado, outro ponto que conta a favor do SU-35 BM é a sua alta manobrabilidade que da uma vantagem ao SU-35 BM, pois as chances de um míssil BVR acertar o SU-35 BM(Este detectando o míssil previamente e tendo tempo de reagir), são menores do que a do míssil errar o alvo, no caso do F-35 as chances de acerto são maiores pois o F-35 não é um vetor supermanobravel e conta quase que exclusivamente com as contramedidas eletrônicas, mesmo porque o F-35 é um caça de ataque com grandes capacidades de combate. Se os dois vetores estiverem apoiados o SU-35 BM fica em vantagem se não o F-35 fica com uma vantagem quântica podendo atacar antes de ser atacado, temos que levar em conta que normalmente estes combates ocorrem com apoio…
    Desde já peço desculpas pela simplicidade da exemplificação, mas estou sem tempo….
    Um abração ao Marco e ao Bosco.

  88. welington disse:

    Na realidade ele é o vetor com mais chances de vitoria neste cenário, isto sem o apoio de aeronaves de alerta antecipado, simplesmente por ele detectar, travar e disparar antes, ou seja, poder atacar antes de ser atacado, já em um combate com apoio de aeronaves de alerta antecipado o SU-35 BM teria vantagem por poder destruir a aeronave de apoio inimiga com o KS-172 da Novator desta forma podendo atacar antes de ser atacado, outro ponto que conta a favor do SU-35 BM é a sua alta manobrabilidade que da uma vantagem ao SU-35 BM, pois as chances de um míssil BVR acertar o SU-35 BM(Este detectando o míssil previamente e tendo tempo de reagir), são menores do que a do míssil errar o alvo, no caso do F-35 as chances de acerto são maiores pois o F-35 não é um vetor supermanobravel e conta quase que exclusivamente com as contramedidas eletrônicas, mesmo porque o F-35 é um caça de ataque com grandes capacidades de combate. Se os dois vetores estiverem apoiados o SU-35 BM fica em vantagem se não o F-35 fica com uma vantagem quântica podendo atacar antes de ser atacado, temos que levar em conta que normalmente estes combates ocorrem com apoio…
    Desde já peço desculpas pela simplicidade da exemplificação, mas estou sem tempo….
    Um abração ao Marco e ao Bosco.

  89. Zero Uno disse:

    Pessoal…

    Não podemos comparar nosso posicionamento político e geopolítico com nenhum país da Europa. Lembrem-se que a Holanda faz parte da OTAN e o planejamento estratégico, político e geopolítico deste país se difere e muito de países da América Latina… Comparar Brasil com Holanda nos termos que citei acima, na minha opinião não faz sentido. São realidades completamente diferentes…

    Quanto ao F-35, eu opino que este caça vai vingar. O que não vai vingar será a aquisição deste caça por países que até participam neste programa e outros que simplesmente substituirão F-16 e outras aeronaves de combate e que pretendem ou pretendiam adquirir o F-35. Segundo lí numa das edições da REVISTA FORÇA AÉREA, Holanda, Dinamarca, Suiça e Bégica poderiam optar por uma solução PAN-NÓRDICA: a compra de caças GRIPEN. A SAAB já ofereceu seu caça para todos esses países e segundo especialistas poderá mesmo ocorrer esta aquisição visto que o caça Suéco pertence à mesma classe de aviões do porte de seus F-16 – lógicamente bem mais avançado tecnológicamente em todos os quesitos…

    Vamos esperar para ver.

  90. Zero Uno disse:

    Pessoal…

    Não podemos comparar nosso posicionamento político e geopolítico com nenhum país da Europa. Lembrem-se que a Holanda faz parte da OTAN e o planejamento estratégico, político e geopolítico deste país se difere e muito de países da América Latina… Comparar Brasil com Holanda nos termos que citei acima, na minha opinião não faz sentido. São realidades completamente diferentes…

    Quanto ao F-35, eu opino que este caça vai vingar. O que não vai vingar será a aquisição deste caça por países que até participam neste programa e outros que simplesmente substituirão F-16 e outras aeronaves de combate e que pretendem ou pretendiam adquirir o F-35. Segundo lí numa das edições da REVISTA FORÇA AÉREA, Holanda, Dinamarca, Suiça e Bégica poderiam optar por uma solução PAN-NÓRDICA: a compra de caças GRIPEN. A SAAB já ofereceu seu caça para todos esses países e segundo especialistas poderá mesmo ocorrer esta aquisição visto que o caça Suéco pertence à mesma classe de aviões do porte de seus F-16 – lógicamente bem mais avançado tecnológicamente em todos os quesitos…

    Vamos esperar para ver.

  91. kaleu disse:

    Hornet,

    Estive lá em 2004 … tô naquele “raro” período em que trabalho, depois falamos mais …

    abraço
    Kaleu

  92. kaleu disse:

    Hornet,

    Estive lá em 2004 … tô naquele “raro” período em que trabalho, depois falamos mais …

    abraço
    Kaleu

  93. Nelson Lima disse:

    Parabéns para o Chile que uniformizou sua caça com 40 F16 e pode esperar uns 40 anos até o F35 tornar-se um caça acessível.

  94. Nelson Lima disse:

    Parabéns para o Chile que uniformizou sua caça com 40 F16 e pode esperar uns 40 anos até o F35 tornar-se um caça acessível.

  95. Marcelo Tadeu disse:

    Já disse uma vez e volto a repetir. Este será o último projeto americano de caça tripulado!!!

  96. Marcelo Tadeu disse:

    Já disse uma vez e volto a repetir. Este será o último projeto americano de caça tripulado!!!

  97. Marco disse:

    Muito obrigado pela explicação wellington, até fiquei pasmado quando disse que o su 35bm perdia XD… agora mais a sério isto só mostra mesmo a sua neutralidade e o seu profissionalismo no que respeita a aviões militares.
    Um grande abraço wellington

  98. Marco disse:

    Muito obrigado pela explicação wellington, até fiquei pasmado quando disse que o su 35bm perdia XD… agora mais a sério isto só mostra mesmo a sua neutralidade e o seu profissionalismo no que respeita a aviões militares.
    Um grande abraço wellington

  99. Bosco disse:

    Eu não concordo com o cenário tático relatado pelo Welington mas estou viajando a trabalho e só passei para ler. Amanhã de noite eu contra-argumento.rsrs….
    Um abraço Welington e Marco.

  100. Bosco disse:

    Eu não concordo com o cenário tático relatado pelo Welington mas estou viajando a trabalho e só passei para ler. Amanhã de noite eu contra-argumento.rsrs….
    Um abraço Welington e Marco.

  101. Hornet disse:

    Kaleu,

    Bacana!

    esta semana também estou atolado de coisa pra fazer…minha participação no blog nem será muito grande nesses próximos dias, devido a isso. Pois estou com uma viagem marcada para o próximo sábado (acho que ficarei uns 10 dias “fora ar”, fora do blog, a partir desta data), e preciso terminar uns trabalhos antes, que, pra variar, estão atrasados.

    mais um dos “raros” momentos também…hehehe

    abração

  102. Hornet disse:

    Kaleu,

    Bacana!

    esta semana também estou atolado de coisa pra fazer…minha participação no blog nem será muito grande nesses próximos dias, devido a isso. Pois estou com uma viagem marcada para o próximo sábado (acho que ficarei uns 10 dias “fora ar”, fora do blog, a partir desta data), e preciso terminar uns trabalhos antes, que, pra variar, estão atrasados.

    mais um dos “raros” momentos também…hehehe

    abração

  103. welington disse:

    Só uma explicação sobre alguns pontos colocados por min, em um cenário onde o SU-35 BM e o F-35 estariam com apoio de aeronaves de alerta antecipado o SU-35 BM pode destruir a aeronave aew/ awacs inimiga com o KS-172, porem o F-35 poderia estar apoiado pelo novo Boeing 747-400F ABL (Airborne Laser – laser aerotransportado), desta forma este poderia ser utilizado para atacar a aeronave de vigilância de apoio do SU-35 BM assim a vantagem novamente ficaria com o F-35, pelas situações citadas acima e em diversos outros posts pelo BLOG…
    Só para ressaltar particularmente acho meio improvável os EUA utilizarem um 747-400F ABL como uma aeronave de apoio em combates, mas tudo é possível. Outro ponto que pesaria contra o 747-400F ABL são as condições atmosféricas que afetariam as capacidades e eficiência do laser, mais um ponto base seria a altitude em que os vetores inimigos estivessem, pois se estivessem em baixa altitude o lazer sofreria com as condições atmosféricas em baixa altitude, mas nada que inviabilizasse sua utilização, mas como é uma arma de defesa com alto valor dificilmente seria utilizada neste cenário…
    Um abração aos amigos Bosco e Marco.

  104. welington disse:

    Só uma explicação sobre alguns pontos colocados por min, em um cenário onde o SU-35 BM e o F-35 estariam com apoio de aeronaves de alerta antecipado o SU-35 BM pode destruir a aeronave aew/ awacs inimiga com o KS-172, porem o F-35 poderia estar apoiado pelo novo Boeing 747-400F ABL (Airborne Laser – laser aerotransportado), desta forma este poderia ser utilizado para atacar a aeronave de vigilância de apoio do SU-35 BM assim a vantagem novamente ficaria com o F-35, pelas situações citadas acima e em diversos outros posts pelo BLOG…
    Só para ressaltar particularmente acho meio improvável os EUA utilizarem um 747-400F ABL como uma aeronave de apoio em combates, mas tudo é possível. Outro ponto que pesaria contra o 747-400F ABL são as condições atmosféricas que afetariam as capacidades e eficiência do laser, mais um ponto base seria a altitude em que os vetores inimigos estivessem, pois se estivessem em baixa altitude o lazer sofreria com as condições atmosféricas em baixa altitude, mas nada que inviabilizasse sua utilização, mas como é uma arma de defesa com alto valor dificilmente seria utilizada neste cenário…
    Um abração aos amigos Bosco e Marco.

  105. Alecsander disse:

    Eu já estou cansado( com todo o respeito com a opinião dos caros colegas) de ouvir que o F-35 só é melhor do que os outros caças por conta da sua tecnologia stealth, e que no mais o F-35 é um caça de 4ºgeração.Não é bem assim. Um caça de 5ºgeração não é so um caça invigivel ao radar, o F-35 mostra-se ter uma capacidade de manobra e agilida aeria equivalente a do F-16, e suas gualidade comparaveis com outros caças de gerações anteriores acaba por ai. O F-35 é o caça mais avançado do mundo, mesmo que ele perca sua capacidade furtiva (stealth) ele tem uma gama de recurssos que o tornarão um verdadeiro pesadelo para aeronaves rivais.
    1. Não e de hoje que os americanos desenvolvem taticas e recussos para caso aja perda em combate de sua capacidade stealth.
    2. Os caças não americanos tem um sistema datalike que lhes permite total interação logistica e estrategica com seu esguadrão. O F-35 tem um sistema datalike interage com seu esguadrão, e interage também com navios de guerra, tamques ,satelitis e ate submarinos.
    3. Os caça quando estam na mira de um missel inimigo soutão chamas para diblar os missel. Os misseis do F-35 que estavão especialmente sendo desenvolvidos e ja estão quase protos, podem nalizar em uma fração de segundos e distinquir a leitura termica das chamas liberados e das turbinas de aeronaves inimigas, o que ainda vai ser desenvovido pela dassault que esta muito atras, e que é muito alem do potencial tecnologico russo (por isso que eles precisam de uma parseria com India e Brasil para desenvolver o PAK T-50).
    4. O radar do F-35 atrapalha na comunicação do inimigo, o que o torna exelente na guerra sibernetica.
    5.Mesmo que o SU-35BM possa detectar o F-35 com seu radar, ele precisa jegar a uma serta distancia para isso ele não pode detectar com um caça stealth na amplitute maxima de seu radar. Em quanto isso o F-35 pode detectar um SU-35BM antes que ele o seje detectado, e então tomar as medidas de combate apropiadas.

    Veja mais sobre o F-35 no site da Lockheed Martin em 5th Generetion Aircraft:
    http://www.lockheedmartin.com/how/

    E também veja a tecnologia alien do F-35 no youtube em Future Dogfights pt 5
    http://www.youtube.com/watch?v=Vef9tmTT35k&feature=related

  106. Alecsander disse:

    Eu já estou cansado( com todo o respeito com a opinião dos caros colegas) de ouvir que o F-35 só é melhor do que os outros caças por conta da sua tecnologia stealth, e que no mais o F-35 é um caça de 4ºgeração.Não é bem assim. Um caça de 5ºgeração não é so um caça invigivel ao radar, o F-35 mostra-se ter uma capacidade de manobra e agilida aeria equivalente a do F-16, e suas gualidade comparaveis com outros caças de gerações anteriores acaba por ai. O F-35 é o caça mais avançado do mundo, mesmo que ele perca sua capacidade furtiva (stealth) ele tem uma gama de recurssos que o tornarão um verdadeiro pesadelo para aeronaves rivais.
    1. Não e de hoje que os americanos desenvolvem taticas e recussos para caso aja perda em combate de sua capacidade stealth.
    2. Os caças não americanos tem um sistema datalike que lhes permite total interação logistica e estrategica com seu esguadrão. O F-35 tem um sistema datalike interage com seu esguadrão, e interage também com navios de guerra, tamques ,satelitis e ate submarinos.
    3. Os caça quando estam na mira de um missel inimigo soutão chamas para diblar os missel. Os misseis do F-35 que estavão especialmente sendo desenvolvidos e ja estão quase protos, podem nalizar em uma fração de segundos e distinquir a leitura termica das chamas liberados e das turbinas de aeronaves inimigas, o que ainda vai ser desenvovido pela dassault que esta muito atras, e que é muito alem do potencial tecnologico russo (por isso que eles precisam de uma parseria com India e Brasil para desenvolver o PAK T-50).
    4. O radar do F-35 atrapalha na comunicação do inimigo, o que o torna exelente na guerra sibernetica.
    5.Mesmo que o SU-35BM possa detectar o F-35 com seu radar, ele precisa jegar a uma serta distancia para isso ele não pode detectar com um caça stealth na amplitute maxima de seu radar. Em quanto isso o F-35 pode detectar um SU-35BM antes que ele o seje detectado, e então tomar as medidas de combate apropiadas.

    Veja mais sobre o F-35 no site da Lockheed Martin em 5th Generetion Aircraft:
    http://www.lockheedmartin.com/how/

    E também veja a tecnologia alien do F-35 no youtube em Future Dogfights pt 5
    http://www.youtube.com/watch?v=Vef9tmTT35k&feature=related

  107. Alecsander disse:

    Eu também queria falar sobre o preço do caça, o F-35 custa nos E.U.A entre U$$37 e 48 milhões. Vem nas verções A/B/C.

    F-35A: verção mais leve unica equipada com um canhão,1763 unidades substituirão o F-16 C/D Fighting Falcon e o A-10 da U.S. Air Force, atuando em conjunto com o F-16 E/F Super Fighting Falcon. O F-35A custara US$ 37 milhões.

    F-35B: decola e pousa verticalmente, 609 unidades substituirão o AV-8B Harrier e F-18 C/D Hornet do U.S. Marine Corps. 150 F-35B substituirão o Sea Harrier da U.K. Royal Navy e o GR 7 Tornado da U.K. Royal Air Force. O F-35B custara US$ 46 milhões.

    F-35C: verção com asas maiores e dobravei adapitado para o uso em porta-aviões 480 unidades substituirão o F-18 C/D Hornet da U.S. Navy, atuando em conjunto com o F-18 E/F Super Hornet. O F-35C custara US$ 48 milhões.

    O fato do modelo de exportação ser tam caro é devido ao embargo economico emposto pelo “GOVERNO AMERICANO” que aparentimente só quer que os seus aliados mais ricos comprem, e não por uma politica desmiolada da diretoria da Lockheed Martin, como foi questionado assima. A Lockheed Martin até a metade desa decada tinha a intenção de ven somado as 2400 (ja confirmados) 6000 unidades do F-35,mais veio o primeiro golpe do governo que não permitea que os paises compradores recebecem transferncia de tecnologia nem para faser a manutenção, depois mais resentemente foi o embargo economico, que fez o preço da aeronave superar a marca de uma desena de milhão. Agora a Lockheed Martin fai ter muita sorte se consequir vender qualquer coisa além do 2400 para os E.U.A e 75 para Israel. e aucansar metade do que estava programado inicialmente.
    No meu ponto de vista a Lockheed Martin é quem vai sair com o grande presuiso.

  108. Alecsander disse:

    Eu também queria falar sobre o preço do caça, o F-35 custa nos E.U.A entre U$$37 e 48 milhões. Vem nas verções A/B/C.

    F-35A: verção mais leve unica equipada com um canhão,1763 unidades substituirão o F-16 C/D Fighting Falcon e o A-10 da U.S. Air Force, atuando em conjunto com o F-16 E/F Super Fighting Falcon. O F-35A custara US$ 37 milhões.

    F-35B: decola e pousa verticalmente, 609 unidades substituirão o AV-8B Harrier e F-18 C/D Hornet do U.S. Marine Corps. 150 F-35B substituirão o Sea Harrier da U.K. Royal Navy e o GR 7 Tornado da U.K. Royal Air Force. O F-35B custara US$ 46 milhões.

    F-35C: verção com asas maiores e dobravei adapitado para o uso em porta-aviões 480 unidades substituirão o F-18 C/D Hornet da U.S. Navy, atuando em conjunto com o F-18 E/F Super Hornet. O F-35C custara US$ 48 milhões.

    O fato do modelo de exportação ser tam caro é devido ao embargo economico emposto pelo “GOVERNO AMERICANO” que aparentimente só quer que os seus aliados mais ricos comprem, e não por uma politica desmiolada da diretoria da Lockheed Martin, como foi questionado assima. A Lockheed Martin até a metade desa decada tinha a intenção de ven somado as 2400 (ja confirmados) 6000 unidades do F-35,mais veio o primeiro golpe do governo que não permitea que os paises compradores recebecem transferncia de tecnologia nem para faser a manutenção, depois mais resentemente foi o embargo economico, que fez o preço da aeronave superar a marca de uma desena de milhão. Agora a Lockheed Martin fai ter muita sorte se consequir vender qualquer coisa além do 2400 para os E.U.A e 75 para Israel. e aucansar metade do que estava programado inicialmente.
    No meu ponto de vista a Lockheed Martin é quem vai sair com o grande presuiso.

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