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Fornecedores nacionais participarão do EC-725

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ec-725-cockpit

O desenvolvimento do helicóptero EC-725, recém adquirido pelas Forças Armadas brasileiras, envolverá a participação inicial de 12 empresas brasileiras, que serão as fornecedoras principais do projeto. Segundo o diretor-presidente da Helibrás, Jean Noël Hardy, dois terços dessas empresas estão instaladas no pólo aeroespacial de São José dos Campos (SP).

As empresas brasileiras capacitadas neste programa, de acordo com o executivo da Helibrás, também poderão exportar seus produtos para outros helicópteros fabricados pela Eurocopter, tornando-se uma fonte de suprimento da linha de montagem do grupo em âmbito mundial. Entre as empresas já confirmadas como fornecedoras estão a Turbomeca (motores), Aeroeletrônica (aviônicos) e a Mectron Engenharia (manutenção de radares).

O presidente da Helibrás disse que as caixas de transmissão, painel de bordo e a parte estrutural do helicóptero também serão fabricados no Brasil. “O contrato de compra dos helicópteros pelo governo brasileiro não é pura aquisição, mas envolve compromissos de nacionalização e posiciona o Brasil como player mundial na área de manutenção, revisão, produção de componentes e modernização”, ressaltou.

A Helibrás, segundo Hardy, ficará ainda responsável por todo o processo de treinamento de pessoal, ferramentas, atualização de documentos e banco de provas. A Marinha, a aeronáutica e o Exército brasileiro receberão cada um, 16 unidades do helicóptero.

No evento de assinatura do contrato com a multinacional europeia Eurocopter, em dezembro de 2008, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, disse que esse acordo poderá “transformar o Brasil na base de um grande mercado internacional para a construção de helicópteros”.

A possibilidade de fornecer componentes para os helicópteros EC-725 também deverá reduzir o impacto negativo que as demissões em massa na Embraer, em fevereiro deste ano, causou nas empresas do setor aeroespacial brasileiro. A redução das encomendas feitas pela Embraer provocou uma queda de 40% na produção do setor, que também foi obrigado a demitir 30% da sua mão de obra, estimada em 5 mil funcionários. O setor aeronáutico brasileiro engloba 69 empresas, das quais 40 estão sediadas em São José dos Campos.

Com o projeto do helicóptero para as Forças Armadas, a Helibrás terá que duplicar o número de funcionários em sua fábrica de Itajubá (MG). Atualmente, a empresa conta com 307 empregados. O contrato de compra de 50 helicópteros da francesa Eurocopter, que detém 70% de participação societária na Helibrás, prevê ainda a instalação de uma linha de montagem final e a realização dos ensaios em solo e em voo dos helicópteros no Brasil.

Os helicópteros, segundo o executivo, serão produzidos gradativamente no Brasil até atingirem um índice de 50% de conteúdo nacional, num prazo de seis anos. A manutenção e o reparo dos componentes mais críticos, como motores, trem de pouso, aviônicos e caixas de transmissão também serão feitos no Brasil.

O investimento da empresa no desenvolvimento e industrialização dos helicópteros EC-725 no Brasil estão estimados de US$ 350 milhões a US$ 400 milhões. O contrato de produção dos helicópteros, avaliado em 1,89 bilhão de euros, o correspondente a R$ 5,9 bilhões, foi assinado pelo governo brasileiro em dezembro do ano passado. As primeiras entregas estão previstas para 2010.

O modelo EC-725 é a versão mais recente da família Cougar. Até o fim de 2008, segundo a Helibrás, 60 unidades dos modelos EC-725 (versão militar) e EC-225 (versão civil) estavam em operação no mundo. Bimotor médio, da categoria de 11 toneladas, o EC-725 está equipado com rotor de cinco pás e possui uma autonomia de cinco horas e meia de voo. Foi concebido para desempenhar múltiplas missões, tais como SAR (sigla em inglês para busca e salvamento), de combate, transporte tático de longa distância, transporte aeromédico, apoio logístico e missões navais.

Durante a LAAD (feira da área de defesa), a Helibrás anunciou o desenvolvimento conjunto com a Eurocopter, de um simulador de voo do EC-725, que será instalado em alguma base militar no Estado do Rio. A empresa ainda não definiu o local exato onde ficará baseado o novo simulador. O valor do simulador, segundo a Helibrás, está incluído no investimento de 150 a 200 milhões de euros que será aplicado no projeto do helicóptero.

Única fabricante brasileira de helicópteros, a Helibrás faturou US$ 112,1 milhões em 2008, o que representou um crescimento de 22% em relação ao ano anterior. No período de janeiro a dezembro de 2008, a empresa entregou um total de 26 helicópteros e negociou outros 28 novos, fechando sua carteira de pedidos em US$ 208,4 milhões.

ec-7251

FONTE: Valor Econômico, via NOTIMP

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joao terba
joao terba
11 anos atrás

Gostei dessa parceria,estamos no caminho certo,começamos com 50% em preve chegaremos a 100%.

AMX
AMX
11 anos atrás

“…nacional…. Turbomeca…..”
hahahaha

Fred
11 anos atrás

Boa tarde a todos!

A Turbomeca é tão nacional quanto a Iveco-Fiat no desenvolvimento do dito Urutu 3…..

É questão de necessidade…. Quando se quer ressaltar algo positivo é nacional, quando se quer descer a lenha, é francesa. Simples assim! 🙂

joao terba
joao terba
11 anos atrás

Será que a marinha vai ter um modelo naval.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Entre as empresas já confirmadas como fornecedoras estão a Turbomeca (motores), Aeroeletrônica (aviônicos) e a Mectron Engenharia (manutenção de radares).” A filial brasileira da Turbomeca somente vai montar as turbinas em Xérem/RJ, c/ kits fornecidos pela matriz. Nem dá p/ ser de outro jeito, pois não há escala em fabricar 100-110 turbinas. A AEL entrou no negócio pois a SAGEM não iria transferir a sua tecnologia p/ um concorrente, a Elbit controladora da empresa brasileira. E a Mectron anunciou na LAAD parceria c/ a Telephonics p/ a manutenção desses radares, que tb equiparão ao S-70B da MB. Nada de excepcional.… Read more »

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

eh por isso que o conceito de transferencia de tecnologia e offset devem ser analisados cuidadosamente….

RJ
RJ
11 anos atrás

Já nem comento mais os posts do Mauricio R. “o infiel”.

Às vezes me sinto ofendido como engenheiro.

Ele acredita sempre que não podemos absorver tecnologia nenhuma ao qual temos contato. Como se fôssemos menos capazes que os estrangeiros.

Leandro Mello
Leandro Mello
11 anos atrás

Que ótima notícia!!! Agora só falta o Brasil tornar-se um polo em outras indústrias armamentísticas.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Ele acredita sempre que não podemos absorver tecnologia nenhuma ao qual temos contato. Como se fôssemos menos capazes que os estrangeiros.”

RJ,

Absorvemos o que em 30 anos de Eurocopter no Brasil???

Além das tomadas de ar p/ o ar-condicionado, do Esquilo o que é de nossa exclusiva lavra nos helos montados em Itajubá???

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Mauricio R.(La vou eu de novo :-))

O negócio é AGORA,pois no passado nós não pedimos transferência de tecnologia,ou quase nada,agora nós queremos.Simples nós podemos e vamos sim igual no FX-2.

Um forte abraço.

edilson
edilson
11 anos atrás

acho que o melhor teria sido produzir o merlin na nossa Agusta westland, ou mesmo o Black Hawk já que as nossas fábricas detém todas as tecnologias e capaciades industriais, não acham?????
aind amais com esta cedendo ao longo de todos os anos todo a tecnologia e disponibilidade para produção em solo Brasileiro de tais aparelhos, sinceramente, não entendo estes caras do Ministério da defesa…

henrique
henrique
11 anos atrás

O valor unitario desse helicóptero esta em aproximadamente 53 milhoes de dolares, não e muito elevado?
Se nao me engano, a aeronautica comprou 8 unidades desse mesmo helicóptero a alguns anos por 90 milhões de dólares, ou seja, pouco mais de 11 milões de dólares a unidade.

Juarez Castro
Juarez Castro
11 anos atrás

Pois é! Tem gente coninua aacreditar em Papai Noel no Brasil, por isso continuaremos a ser o que somos….quem teve o desprazer de depender da logistica e da boa vontade Eurocopter entende o que eu quero dizer…..e acrediotam em indices de nacionalização superiores a 50%, sem incluir motores, peças da transmissão, cabeça e pás de rotor..hahahahah Deus é Brasileiro…..

Grande abraço

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

Ulisses,

Leia e entenda o comentário do Sr. Juarez Castro.
Podemos até querer, mas se seremos realmente atendidos, isto é outra história.

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Mauricio R. Respeito sua opinião e a dos demais,mas sinceramente achar que não vamos a lugar nenhum é no mínimo ridiculo. Quer dizer,todos podem,só nós que não podemos? Amigo,dara tudo certo sabe porque digo isto?PORQUE ACREDITO NESTE PAÍS E NO SEU POTÊNCIAL! Ao contrario dos que acreditam em tal afirmação que classifiquei como ridículo. Países como Coréia do Sul,Israel e outros fizeram o mesmo e nós faremos ainda mais. Esse negócio de “o vida o azar”nunca leva ninguém a lugar nenhum. Meu avo dúvidava que a malha ferroviaria nacional iria ser recuperada,e não é que esta começando a ser?é isso… Read more »

Marcos
Marcos
11 anos atrás

Mauricio R???? O que é isso??? kkkkkkkkkkkkk

Thiago Pimenta
11 anos atrás

Se conseguimos criar misseis como o MAR-1, porque não conseguiremos desvendar como fazer os rotores e as pás? 50% ´já é meio caminho andado para para chegar a 100% (oh rly???? ¬¬)… Se os chineses conseguem copiar o que querem, bastando ter o que copiar, porque não nós? Pode demorar mas um dia chegaremos la… o Brasil ainda será um país que exportara grandes quantidades de material belico desenvolvido aqui mesmo… os MAR-1 o Paquistão já levou… é so questao de tempo, e de vontade politica! Tendo politicos de verdade (raros, extramamente raros) no poder e o povo tomar juizo… Read more »

Pedro Rocha
Pedro Rocha
11 anos atrás

Olá senhores! Senhores em minha humilde opinião de entusiasta, somente pelo fato de integramos sistemas no estado da arte já estamos ganhando muito! Confesso sempre que minha preferência era o Mi por sua capacidade de carga, porem eu tenho que admitir que bem ou mal já temos a Helibras em operação no Brasil e que só teremos instalações equivalentes para a Mil quando iniciarmos a operação do Mi 35! Senhores pode parecer bobagem que vou dizer, mas o projeto do EC-725 e mais moderno do que o S-70/UH-60. Por sinal como já falei antes o S-70/UH-60 fora desenvolvido com sucessor… Read more »

Almeida
Almeida
11 anos atrás

Caramba, mas continuam malhando a melhor aquisição de material militar já feita pelo país! O que vocês queriam? 50 Kamovs ou Mils do século passado com aviônica analógica comprados sem transferência alguma de tecnologia e contrapartidas comerciais? Como foi feito com os Mi-35? Ou então helicópteros Black Hawk tão modernos quantos esses Super Cougars, porém com todas as restrições do governo norte-americano além de também não transferirem tecnologia alguma e não terem contrapartidas comerciais tão amplas com nossas empresas? Com o perdão da expressão mas dane-se os motores serem fabricados na França! Se estamos integrando todo o processo aqui no… Read more »

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Gostaria que vc colocasse qual seria a melhor opção no caso dos helicópteros. Já que sua especialidade é criticar,…”

Mauro,

É só fazer no Brasil aquilo que a própria Eurocopter já faz na China PRC, aonde o Colibrí e o novo helo de 12 pax foram projetados.
Já seria uma mudança mto boa.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“A Eurocopter já trabalha junto com a Mil, devemos acompanhar de perto!”

Trabalhava, a parceria EuroMil já foi desfeita.

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

Almeida, vamos ser leao, mas nao vamos morder a jaula. Melhor aquisicao militar da historia do pais?? O MIl-35 ganhou pq ele simplesmente e unico na sua categoria. Nao possui concorrente direto, encaixando-se perfeitamente no que a fab precisaria. Os russos sao os nossos maiores parceiros em questos de offset (contrapartidas comerciais), seguidos pelos espanhois e os franceses. Digo isto nao em quantidade, mais em proporcionalidade. Ou seja, pela quantidade de transacoes comerciais feitas pelo brasil e russia, proporcionalmente existiu mais offsets do que com qq outro. De qq forma eu apoio muito essa aquisicao, por causa da helibras. Os… Read more »

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
11 anos atrás

EU TE DISSE!!! EUTE DISSE!! MAS EU TE DISSE!!!!

Paulo Renato
Paulo Renato
11 anos atrás

Pois é os comentários estão quentes mesmo heim… Eu sou apenas um entusiasta como foi dito, faço apenas comentários pelo que leio e tiro minhas conclusões. Mas acho que todos tem razão, em relação ao que o Mauricio diz. Eu na minha opinião gostaria que fosse feitoum acordo com os Russos ou até mesmo feito uma opção pelos Merlim, mas esses helis EC 725 tb não são o fim do mundo, achara que não pegaremos nada nesse acordo tb é burrice. É claro que vamos ter ganho nesse acordo, é um começo de um futuro promisso dentro das Forças. Temos… Read more »

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“De qualquer forma volto a dizer o seguinte: quem apenas critica sem apresentar nenhuma sugestão é, na minha opinião, apenas mais um vira-lata de plantão.
Um abraço”

K.I.S.S…

trackback
11 anos atrás

[…] parcerias para a produção de um submarino nuclear, para a construção de helicópteros modelo EC-725, de última geração que serão 50 unidades ao todo. E também queremos desenvolver veículos não […]

trackback
11 anos atrás

[…] a 100% (oh rly???? ¬¬)… Se os chineses conseguem copiar o que querem, … fique por dentro clique aqui. Fonte: […]

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Entre as empresas já confirmadas como fornecedoras estão a Turbomeca (motores), Aeroeletrônica (aviônicos) e a Mectron Engenharia (manutenção de radares).” A filial brasileira da Turbomeca somente vai montar as turbinas em Xérem/RJ, c/ kits fornecidos pela matriz. Nem dá p/ ser de outro jeito, pois não há escala em fabricar 100-110 turbinas. A AEL entrou no negócio pois a SAGEM não iria transferir a sua tecnologia p/ um concorrente, a Elbit controladora da empresa brasileira. E a Mectron anunciou na LAAD parceria c/ a Telephonics p/ a manutenção desses radares, que tb equiparão ao S-70B da MB. Nada de excepcional.… Read more »

joao terba
joao terba
11 anos atrás

Gostei dessa parceria,estamos no caminho certo,começamos com 50% em preve chegaremos a 100%.

AMX
AMX
11 anos atrás

“…nacional…. Turbomeca…..”
hahahaha

Fred
11 anos atrás

Boa tarde a todos!

A Turbomeca é tão nacional quanto a Iveco-Fiat no desenvolvimento do dito Urutu 3…..

É questão de necessidade…. Quando se quer ressaltar algo positivo é nacional, quando se quer descer a lenha, é francesa. Simples assim! 🙂

joao terba
joao terba
11 anos atrás

Será que a marinha vai ter um modelo naval.

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

eh por isso que o conceito de transferencia de tecnologia e offset devem ser analisados cuidadosamente….

RJ
RJ
11 anos atrás

Já nem comento mais os posts do Mauricio R. “o infiel”.

Às vezes me sinto ofendido como engenheiro.

Ele acredita sempre que não podemos absorver tecnologia nenhuma ao qual temos contato. Como se fôssemos menos capazes que os estrangeiros.

Leandro Mello
Leandro Mello
11 anos atrás

Que ótima notícia!!! Agora só falta o Brasil tornar-se um polo em outras indústrias armamentísticas.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Ele acredita sempre que não podemos absorver tecnologia nenhuma ao qual temos contato. Como se fôssemos menos capazes que os estrangeiros.”

RJ,

Absorvemos o que em 30 anos de Eurocopter no Brasil???

Além das tomadas de ar p/ o ar-condicionado, do Esquilo o que é de nossa exclusiva lavra nos helos montados em Itajubá???

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Mauricio R.(La vou eu de novo :-))

O negócio é AGORA,pois no passado nós não pedimos transferência de tecnologia,ou quase nada,agora nós queremos.Simples nós podemos e vamos sim igual no FX-2.

Um forte abraço.

edilson
edilson
11 anos atrás

acho que o melhor teria sido produzir o merlin na nossa Agusta westland, ou mesmo o Black Hawk já que as nossas fábricas detém todas as tecnologias e capaciades industriais, não acham?????
aind amais com esta cedendo ao longo de todos os anos todo a tecnologia e disponibilidade para produção em solo Brasileiro de tais aparelhos, sinceramente, não entendo estes caras do Ministério da defesa…

henrique
henrique
11 anos atrás

O valor unitario desse helicóptero esta em aproximadamente 53 milhoes de dolares, não e muito elevado?
Se nao me engano, a aeronautica comprou 8 unidades desse mesmo helicóptero a alguns anos por 90 milhões de dólares, ou seja, pouco mais de 11 milões de dólares a unidade.

Juarez Castro
Juarez Castro
11 anos atrás

Pois é! Tem gente coninua aacreditar em Papai Noel no Brasil, por isso continuaremos a ser o que somos….quem teve o desprazer de depender da logistica e da boa vontade Eurocopter entende o que eu quero dizer…..e acrediotam em indices de nacionalização superiores a 50%, sem incluir motores, peças da transmissão, cabeça e pás de rotor..hahahahah Deus é Brasileiro…..

Grande abraço

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

Ulisses,

Leia e entenda o comentário do Sr. Juarez Castro.
Podemos até querer, mas se seremos realmente atendidos, isto é outra história.

Ulisses
Ulisses
11 anos atrás

Mauricio R. Respeito sua opinião e a dos demais,mas sinceramente achar que não vamos a lugar nenhum é no mínimo ridiculo. Quer dizer,todos podem,só nós que não podemos? Amigo,dara tudo certo sabe porque digo isto?PORQUE ACREDITO NESTE PAÍS E NO SEU POTÊNCIAL! Ao contrario dos que acreditam em tal afirmação que classifiquei como ridículo. Países como Coréia do Sul,Israel e outros fizeram o mesmo e nós faremos ainda mais. Esse negócio de “o vida o azar”nunca leva ninguém a lugar nenhum. Meu avo dúvidava que a malha ferroviaria nacional iria ser recuperada,e não é que esta começando a ser?é isso… Read more »

Marcos
Marcos
11 anos atrás

Mauricio R???? O que é isso??? kkkkkkkkkkkkk

Thiago Pimenta
11 anos atrás

Se conseguimos criar misseis como o MAR-1, porque não conseguiremos desvendar como fazer os rotores e as pás? 50% ´já é meio caminho andado para para chegar a 100% (oh rly???? ¬¬)… Se os chineses conseguem copiar o que querem, bastando ter o que copiar, porque não nós? Pode demorar mas um dia chegaremos la… o Brasil ainda será um país que exportara grandes quantidades de material belico desenvolvido aqui mesmo… os MAR-1 o Paquistão já levou… é so questao de tempo, e de vontade politica! Tendo politicos de verdade (raros, extramamente raros) no poder e o povo tomar juizo… Read more »

Pedro Rocha
Pedro Rocha
11 anos atrás

Olá senhores! Senhores em minha humilde opinião de entusiasta, somente pelo fato de integramos sistemas no estado da arte já estamos ganhando muito! Confesso sempre que minha preferência era o Mi por sua capacidade de carga, porem eu tenho que admitir que bem ou mal já temos a Helibras em operação no Brasil e que só teremos instalações equivalentes para a Mil quando iniciarmos a operação do Mi 35! Senhores pode parecer bobagem que vou dizer, mas o projeto do EC-725 e mais moderno do que o S-70/UH-60. Por sinal como já falei antes o S-70/UH-60 fora desenvolvido com sucessor… Read more »

Almeida
Almeida
11 anos atrás

Caramba, mas continuam malhando a melhor aquisição de material militar já feita pelo país! O que vocês queriam? 50 Kamovs ou Mils do século passado com aviônica analógica comprados sem transferência alguma de tecnologia e contrapartidas comerciais? Como foi feito com os Mi-35? Ou então helicópteros Black Hawk tão modernos quantos esses Super Cougars, porém com todas as restrições do governo norte-americano além de também não transferirem tecnologia alguma e não terem contrapartidas comerciais tão amplas com nossas empresas? Com o perdão da expressão mas dane-se os motores serem fabricados na França! Se estamos integrando todo o processo aqui no… Read more »

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Gostaria que vc colocasse qual seria a melhor opção no caso dos helicópteros. Já que sua especialidade é criticar,…”

Mauro,

É só fazer no Brasil aquilo que a própria Eurocopter já faz na China PRC, aonde o Colibrí e o novo helo de 12 pax foram projetados.
Já seria uma mudança mto boa.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“A Eurocopter já trabalha junto com a Mil, devemos acompanhar de perto!”

Trabalhava, a parceria EuroMil já foi desfeita.

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

Almeida, vamos ser leao, mas nao vamos morder a jaula. Melhor aquisicao militar da historia do pais?? O MIl-35 ganhou pq ele simplesmente e unico na sua categoria. Nao possui concorrente direto, encaixando-se perfeitamente no que a fab precisaria. Os russos sao os nossos maiores parceiros em questos de offset (contrapartidas comerciais), seguidos pelos espanhois e os franceses. Digo isto nao em quantidade, mais em proporcionalidade. Ou seja, pela quantidade de transacoes comerciais feitas pelo brasil e russia, proporcionalmente existiu mais offsets do que com qq outro. De qq forma eu apoio muito essa aquisicao, por causa da helibras. Os… Read more »

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
11 anos atrás

EU TE DISSE!!! EUTE DISSE!! MAS EU TE DISSE!!!!