Home Sistemas de Armas Detalhes do míssil anti-radiação MAR-1

Detalhes do míssil anti-radiação MAR-1

1063
107

Subscribe
Notify of
guest
107 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Patriota
Patriota
11 anos atrás

simplesmente um produto expetacular da nossa industria de defesa,
espero que como este venham varios outros grandes projetos

Meus parabens a indústria brasileira de defesa

Leonardo Angelozi
Leonardo Angelozi
11 anos atrás

Parabéns mesmo excelente projeto acompanho desde o inicio e estou muito feliz pois provem novos meios tecnologicos ao Brasil que carece muito!!

RJ
RJ
11 anos atrás

Bastante parrudo esse míssil. É para fazer um estrago irreparável aos radares dos SAM.

E já é preparado para funcionar integrado ou Stand-Alone! (pode ser utilizado em qualquer aeronave).

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Parece ser um míssil em “estado da arte”, contando inclusive com GPS e motor foguete com baixa emissão de fumaça.
Gostaria de saber sobre a velocidade máxima e o alcance.
Não parece ser supersônico não.

Vassili Zaitsev
Vassili Zaitsev
11 anos atrás

Vem cá, a foto do AMX disparando a MAR é verdade ou apenas montagem?????

Pois não sabia que o projeto MAR-1 já estava nesse estagio de desenvolvimento.

abraços.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Ele é do tamanho de um ALARM e é menor que os HARM/AARGM e o ARMAT.
Ele só é maior que o Armiger.
Também em bem menor que qualquer míssil anti-radiação russo, já que eles gostam de tudo graaannnnnnde!

evandro
evandro
11 anos atrás

TEMOS QUE AGRADECER AOS HERMANOS ARGENTINOS POR ESTE PROJETO MAR-1. SE NÃO FICASSE UM MÍSSEL ANTI RADIAÇÃO PRESO NO VULCAN QUE FOI INTERCEPTADO PELOS F-5 BRASILEIROS NA GUERRA DAS MALVINAS ESSE PROJETO NÃO SERIA POSSÍVEL.

Mirage
Mirage
11 anos atrás

Alguem sabe dizer a velocidade que alcança este míssil?

Jacubão
11 anos atrás

Concordo evandro.

Clésio luiz
Clésio luiz
11 anos atrás

Seria interessante se a Mectron desenvolvesse derivados desse míssil, como uma versão ar-solo genérica (a-lá Maverick) e/ou anti-tanque.

Clésio luiz
Clésio luiz
11 anos atrás

Olhando para esses projetos é possível notar como são corruptas as empresas americanas da área de defesa. Qualquer projetinho custa bilhões pra desenvolver, atrasa entre 5 a 10 anos e no final custa quase o dobro do projeto inicial.

O projeto do Marine One (o heli do presidente americano) era uma simples modificação do EH-101. As empresas conseguiram estoura o orçamento de 4 BILHÔES para algumas unidades (uns 20?) e já estava orçado em 9 bilhões, sendo que o preço de cada unidade sairia por quase o mesmo valor de um 747.

Baschera
Baschera
11 anos atrás

Bosco,
Sobre o MAR-1.
Alcançe: Lançado de 33 mil pés : De 25 a 30 Km.
Especula-se que na verdade poderia chegar até 60 Km.
Velocidade de lançamento : Mach 0,5 a Mach 1,2
Ângulo de apresentação : Lóbulos laterais da antena do radar detectado
Ângulo de visada : 60°

Detalhe : o MAR-1 detecta um radar de baixa potência (diretor de tiro Skyguard, por exemplo) a distâncias maiores que 500 km.

Sds.

Cabeça de Guerra : 90 Kg
Guiagem : Passiva
Espoleta : Ativa a laser

Angelo Nicolaci
Angelo Nicolaci
11 anos atrás

eu gostaria de relatar o incidente hoje na laad, envolvendo o AS-532UE cougar denominado HM-3 no EB de matricula EB 4002, o mesmo na hora de partir de volta a seu berço no 2º BAvex em Taubaté – SP, sofreu uma pane no módulo de seu piloto automatico apresentando erro nos codigos 1,2,3,4. eo mesmo só devera retornar a sua base sabado a tarde após a substituição deste modulo que vira de Taubate para reposição. Graças a Deus não houve qualquer dano a aeronave ou tripulação, que conta com o Sgt.Mec. Fava, que junto com a tripulação se mostraram muito… Read more »

Angelo Nicolaci
Angelo Nicolaci
11 anos atrás

o MAR-1 foi uma resposta a altura aos americanos, pois em 2003 a FAB solicitou a compro junto aquele governo de algumas unidades do AGM – 88 HARN, a qual foi negado sob a alegação de que o Brasil não ter necessidade ou capacidade de operar tal sistema de armas, tai o resultado, mostramos mais uma vez que nós Brasileiros somos superiores a muito estrangeiro que se diz superior, pois somos a melhor raça do mundo, e sabem porque? porque somo a mistura de todas as raças. Parabens a nossos engenheiros por este feito e que venham mais conquistas, pois… Read more »

Angelo Nicolaci
Angelo Nicolaci
11 anos atrás

o MAR-1 foi uma resposta a altura aos americanos, pois em 2003 a FAB solicitou a compro junto aquele governo de algumas unidades do AGM – 88 HARM, a qual foi negado sob a alegação de que o Brasil não ter necessidade ou capacidade de operar tal sistema de armas, tai o resultado, mostramos mais uma vez que nós Brasileiros somos superiores a muito estrangeiro que se diz superior, pois somos a melhor raça do mundo, e sabem porque? porque somo a mistura de todas as raças. Parabens a nossos engenheiros por este feito e que venham mais conquistas, pois… Read more »

Hiigins
Hiigins
11 anos atrás

“Clesio, diz: Olhando para esses projetos é possível notar como são corruptas as empresas americanas da área de defesa. Qualquer projetinho custa bilhões pra desenvolver, atrasa entre 5 a 10 anos e no final custa quase o dobro do projeto inicial. O projeto do Marine One (o heli do presidente americano) era uma simples modificação do EH-101. As empresas conseguiram estoura o orçamento de 4 BILHÔES para algumas unidades (uns 20?) e já estava orçado em 9 bilhões, sendo que o preço de cada unidade sairia por quase o mesmo valor de um 747”. Clésio, é uma prática aceita, para… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Baschera, 25 a 30 km de alcance quando lançado de 30.000 pés eu acho pouco. Uma bomba (não planadora e não propulsada) tem esse alcance quando lançado dessa altitude. Pelas dimensões e peso do míssil eu diria que seu alcance deve estar na faixa de 30 a 80 km dependendo da altitude de lançamento. Esse alcance (30 km) seria interessante se lançado de baixa altitude. Por exemplo, lançado de um caça a Mach 0.9 e a 40.000 pés uma SDB ou uma bomba JSOW tem alcance de mais de 120 km e sequer são propulsadas, usando apenas as asas para… Read more »

Wolfpack
Wolfpack
11 anos atrás

Confiabilidade. Disponibilidade, Estas palavras chaves para qquer sistema de mísseis. Adiciono capaciade de sobrevivência a elevada interferência eletrônica. Este salto tecnológico já foi dado pelo Brasil, ou estamos superestimando a capacidade de desenvolvimento da Mectron?

Baschera
Baschera
11 anos atrás

Caro Don Bosco,

O alcaçe do MAR-1, na verdade, não é conhecido oficialmente.
Mas como eu disse “Especula-se que poderia chegar até 60 Km” beseando-se em depoimentos de membros da FAB.
Não dá para comparar um míssil de combstível sólido e de pequenas aletas de guiagem como o MAR-1 e bombas planadoras de asas em ângulo como as SDB (GBU-39…) e uma JSOW (AGM-154)…
O MAR é um míssil de velocidade semelhante ao HARM (AGM-88)imagino, pois inclusive é mais pesado do que o MAR-1, sendo que o HARM atinge até 2.200 Km/h.

Abraço meu caro.

Jacubão
11 anos atrás

Que seja 25 ou 30 km o alcance do primeiro modelo, o importante foi desenvolver o ertefato inicial e nos tornar independente nesse tipo de tecnologia sensível e apartir desse primeiro modelo desenvolve-se outros com alcances ainda maiores, isso é desnvolvimento tecnologico, independência e mostra um grande amadurecimento do Brasil.

Viva ao Brasil.

Almeida
Almeida
11 anos atrás

CLAP!!! CLAP!!! CLAP!!! BRAVO!!!

J Roberto
J Roberto
11 anos atrás

O MAR-1 é um míssil tático do tipo ar-superficie anti-radiação de médio alcance com guiamento passivo por radar com múltipla opção de banda de passagem para ataque à sistemas de defesa antiaéreas baseadas em terra ou em plataformas marítimas. O MAR-1 será empregado no contexto de guerra eletrônica na função de Supressão da Defesa Aérea Inimiga. Os mísseis anti-radar tem limitação para serem adquiridos e por isto a FAB desenvolveu o MAR-1 junto com o CTA e a Mectron desde 1998. Depois de disparado o míssil sobe até 10 mil pés e começa a varrer a área do alvo antes… Read more »

J Roberto
J Roberto
11 anos atrás

Muitas fontes fala em alcance de 25,35,60 Km,embora desconhecidos oficialmente até agora. Quando o míssil entrar em operação na FAB e suas capacidades forem sendo reveladas, tenho certeza que todos ficarão muitíssimo orgulhosos da excepcional arma que construímos” – diz um funcionário da empresa. Quanto ao alcance que havia sido divulgado na imprensa especializada, que dava números de 25 km para um lançamento a 30 mil pés, a Mectron informa: “Isto está totalmente fora da realidade, são dados de um estudo aerodinâmico que não foram atualizados. O alcance atual, demonstrado em testes, é muito, mas muito maior que isso, e… Read more »

André Castro
André Castro
11 anos atrás

J Roberto , li esse “Mectron informa ” no site do CTA , fonte mais confiável …. cor certeza muitos vão se surpreender com as capacidades do MAR-1 o interessante é que o Paquistão anunciou a compra do míssil logo depois da Índia fechar contrato com Israel para compra de baterias anti-aéreas SPYDER que tem um alcance de mais ou menos 35km ,acho bem provável que o alcance do MAR-1 fique pelo menos acima de 40km .

Eleazar Moura Jr.
Eleazar Moura Jr.
11 anos atrás

Evandro,complementaria dizendo: “graças, também, ao 1ºGrupo de Aviação de Caça-Santa Cruz que realizou a interceptação.

Flávio
Flávio
11 anos atrás

Bom dia senhores.
Um missil dessa categoria poderia ser usado para atacar os radares de navios?
Se sim seria uma opção viável em uma guerra naval?
Um abraço.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Flávio, pode sim. Mísseis AR específicos são muito usados para ataques navais. Vale salientar que muitos mísseis anti-navios e anti-aéreos (ar-ar e sup-ar) possuem certa capacidade anti-radiação já que podem operar no modo “home-on-jam” atacando uma fonte de interferência ativa. André, um míssil anti-radiação com 40 km de alcance pode atacar até um S-400 com 400 km de alcance com segurança. É só ele efetuar a infiltração abaixo do horizonte radar até chegar a distância do disparo, quando então subiria para travar o sensor do míssil no “alvo” no modo “travamento antes do lançamento” (LOAL), lançaria o míssil e voltaria… Read more »

Bonifácio
Bonifácio
11 anos atrás

Caros,

Antes de tudo queria agradecer pelas informações que o pessoal do blog tem disponibilizado. O faço para não parecer ingrato, pois tenho algumas questões ainda não abordadas para vos chatear;

1 – Há informações disponíveis sobre o projeto do MAN-1 e MSA-1 da Mectron?
2 – O que se passa com o projeto “Matador” da Avibrás?

Um abraço.

Fabio Bett
Fabio Bett
11 anos atrás

Bom, quanto as várias alternativas sobre o alcance, tenho uma idéia de como resolver hehehe

Assim que a FAB tiver um lote piloto pronto desses misseis, programa um exercício na área Amazonica com os esquadrões do A-1, sobrevoa a fronteira com a Venezuela, erra “sem querer” os alvos planejados e destrói 1 ou 2 radares de vigilancia hehehe

“Note da FAB: com a falha no sistema de guiagem do missel MAR-1, que se reveleu um fracasso total, os mísseis lançados durante um treinamento, cairam sobre instalações militares Venezuelanas na fronteira com o Brasil.”

hehehehe

Everson
Everson
11 anos atrás

kkkkkkkkkkkkkkk

essa foi pra rachar

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Bonifácio, tomara que o MSA-1, caso exista, seja uma versão do Piranha para acompanhar a tendência mundial. Haja vista o sistemas Slamraam, Iris-T, Mica, Asraam, Python, Derby, Spada, Sparrow, etc, que são conceitos em estado da arte e todos oriundos de mísseis ar-ar. Traria uma série de vantagens em termos de desenvolvimento e operacionais. Não gostaria de ver um míssil exclusivo sendo desenvolvido a menos que fosse portátil ou para grandes altitudes. Também acho que se for um míssil exclusivo e com sistema de guiamento CLOS ou Laser Beam Rider, para baixa altitude, deveria ter também capacidade anti-tanque a exemplo… Read more »

Bonifácio
Bonifácio
11 anos atrás

Valeu, Bosco.

Esperemos que haja boas notícias direto da fonte.

Um abraço.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Se existir mesmo um projeto MSA-1 ele deve se encaixar em uma das quatro categorias: 1-Míssil portátil (Mampads) com sistema de orientação IR ou LBR 2-Míssil de projeto exclusivo sup-ar, para baixa altitude (exceção é o Bamse), geralmente com sistema de orientação CLOS ou LBR 3-Míssil sup-ar derivado de uma versão ar-ar pré existente, geralmente para baixas e médias altitudes, embora possam receber booster para incrementar o envelope de utilização, geralmente com orientação IIR, RA ou RSA. 4-Míssil sup-ar para médias e grandes altitudes, de projeto exclusivo, com orientação por RSA ou RA A segunda categoria mostra sinais evidentes que… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Só complementando se não me falha a memória o míssil sup-ar que o Brasil começou a desenvolver na década de 80 ou 90 tinha um sistema de guiamento tipo CLOS muito provavelmente derivado do Roland.
Não acho que seja interessante continuarmos o desenvolvimento desse projeto.
Mas claro, quem sou eu pra dar pitaco na empresa dos outros.rsrs…..

Francisco AMX
Francisco AMX
11 anos atrás

isto sim é bacana! e útil e vai nos passar a outro nível operacional…
não modernizações, caducas, como as do Skyhawk….

Abraços

Marcelo Bahia
Marcelo Bahia
11 anos atrás

Francisco AMX,

Só poderemos atingor algum nível operacional de NAEs operando aeronaves. E a única que podemos utilizar por agora é o A4. Não tenho certeza se podemos utilizar Rafales ou Hornets, então precisamos operar, operar e operar os A4 até que possamos construir o A-13, e aí comprar caças multi-função para eles.

Um abraço.

RJ
RJ
11 anos atrás

E já se sabe que os A-4M, junto com os A-1M serão os responsáveis por desenvolver as novas doutrinas e servir de plataforma para a elaboração de novas filosofias de armas para a marinha e para a força aérea. Sem essas aeronaves modernizadas, qualquer tentativa de avanço em fabricação de armamentos não terá norte, e será um tiro no escuro. É uma estratégia e tanto operar os A-4M na Marinha para ajudar a definir o que a Marinha realmente vai adquirir no futuro. Quando alguém falar que tal aeronave tem fusão de dados ou opera centrado em rede de informações,… Read more »

Giovani
Giovani
11 anos atrás

Avança Brasil!!!!

Cantarelli
Cantarelli
11 anos atrás

So queria saber uma coisa o pq desse nome missil anti-radiaçao por acaso ele detem a radiaçao de uma bomba atomica? rsrsrs

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Cantarelli,
o nome anti-radiação é mais apropriado que anti-radar já que esse tipo de míssil consegue travar não só em emissões de radares, mas também em emissões de radiocomunicação, fontes de interferência, etc.

Hornet
Hornet
11 anos atrás

Bosco,

como vc disse que está de plantão esperando a corrida…vá até o chat naval…eu vi que vc entrou lá, mas quando respondi vc já tinha saido…enfim, estou por lá…

abraços

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

concordo em genero, numero e grau com rj.

Vassili Zaitsev
Vassili Zaitsev
11 anos atrás

Bosco, 2:20hs,

Espero que ele não detecte minha antena paranóica. Já que ele consegue detectar emissões de radiocomunicações, as banda 4 da vida que se cuidem, rs,rs,rs.

abraços.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

O que me deixa encafifado é que o A-1/AMX não é nenhuma “brastemp” p/ se medir c/ sistemas SAM por aí a fora, não tem desempenho e não é própriamente “stealth”. Tb não tem ESM do porte do AN/APR-38 ou do AN/ASQ-213, usado c/ o AGM-88 “Harm”, então o missíl MAR-1 será dependente exclusivamente do RWR!!! Os americanos posicionavam a SEAD devidamente equipada e armada, em média p/ baixa altitude como forma de o sistema ter espaço p/ manobrar, mas usando uma aeronave supersônica. Os soviéticos usaram uma variante, o Mig-25BM Foxbat F voando exclusivamente alto e rápido, não deu… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Maurício, os mísseis anti-radiação podem ser usados até mesmo sem a colaboração de um RWR do caça. O Alarm e o Sidearm são exemplos de mísseis que usam suas próprias cabeças de busca para travarem nos alvos tanto no modo LOAB quanto no modo LOAL e não precisam de nenhum pod de apoio como os que você citou. O HARM também não precisa, podendo operar de forma autônoma ou em conjunto com o RWR do caça. Apenas os caças especializados em SEAD é que podem usar algum pod auxiliar, mas é opcional. Outros como o AE-18G usam pods de interferência,… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Quanto ao uso do AMX na função SEAD eu acho que é apenas para o desenvolvimento e testes.
Em missões reais eu concordo que deva ser utilizada uma aeronave mais capaz, embora nada impossibilite que um AMX leve um ou dois para usarem no modo de autodefesa.
Até helicópteros poderiam usar se seu envelope de disparo permitisse que fosse lançado de aeronaves lentas (parece que não é o caso), já que parece ter uma configuração stand-alone de fácil integração e operação em qualquer aeronave.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Até o MAR-1 se beneficiaria com o pod AN/ASQ-213 já que ele é um receptor/classificador de emissões de radares avançado

Kruguer
Kruguer
11 anos atrás

Parabéns BRASIL!!!

Aproveitando o dia 21 de abril, que comemoramos nosso herói que lutou pela nossa independência, nada melhor que parabenizar o Brasil e todo pessoal da MECTRON pelo excelente trabalho!

Precisamos certamente congratular e enfatizar sempre essas conquistas!

São realizações como esta que demostram claramente que podemos realizar tanto quanto e muitas vezes mais do que qualquer país!

Novamente parabéns à MECTRON

Kruguer
Kruguer
11 anos atrás

Parabéns BRASIL!!!

Aproveitando o dia 21 de abril, que comemoramos nosso herói que lutou pela nossa independência, nada melhor que parabenizar o Brasil e todo pessoal da MECTRON pelo excelente trabalho!

Precisamos certamente congratular e enfatizar sempre essas conquistas!

São realizações como esta que demostram claramente que podemos realizar tanto quanto e muitas vezes mais do que qualquer país!

Novamente parabéns à MECTRON e ao BRASIL !!!!

Marcos T.
Marcos T.
11 anos atrás

Acho que os custos de desenvolvimento de armas são superestimados para desestimular a concorrencia, veja oque alguns engenheiros com baixo orçamento fizeram.
A criatividade do brasileiro não tem limites basta acreditar.