Número de aeronaves diminuiu e valor do contrato aumentou

A Aeroeletrônica, de Porto Alegre (RS), foi selecionada pela Força aérea Brasileira (FAB) para participar do programa de modernização de 54 aeronaves Bandeirante, em operação desde os anos 70. A empresa, segundo o chefe da Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico (Dirmab) da FAB, brigadeiro Hélio Paes de Barros Júnior, fornecerá uma nova aviônica para os aviões, termo utilizado para os sistemas elétricos e eletrônicos, tais como navegação, comunicação, dados de voo e sistemas de controle.

O investimento previsto, de acordo com Barros Júnior, é da ordem de US$ 35 milhões. Das 54 aeronaves que serão modernizadas, 10 são de patrulha marítima. A frota atual de Bandeirante da FAB é de 80 aviões, mas a modernização só incluiu os modelos mais novos, de acordo com o diretor da Dirmab.

Fabricado na década de 70, o Bandeirante foi produzido durante quase 20 anos pela Embraer. Atualmente o modelo ainda é muito utilizada pela FAB em instrução básica de pilotos de aeronaves de transporte e em missões de busca de salvamento. A FAB opera a aeronave em sete esquadrões de transporte aéreo. “Consideramos o Bandeirante um avião extremamente seguro e com a modernização ele ganhará uma sobrevida de mais 25 anos”.

O programa de modernização da aeronave, segundo o brigadeiro Barros Júnior, é considerado estratégico para a Aeronáutica e contemplará não só a parte de aviônica, como também o hardware (bomba, sistema de combustíveis, hidráulica e ferragens), documentação técnica e estrutura. Esta última, de acordo com o diretor da Dirmab, será feita através de licitação e demandará um investimento de US$ 10 milhões.

Controlada pelo grupo israelense Elbit, a empresa Aeroeletrônica, já participa de outros programas de modernização da FAB, atualmente em andamento: 45 caças F-5, que será concluído em breve e consumiu um total de R$ 120 milhões e o AMX, que contempla a revitalização da aviônica de 53 aeronaves, um projeto da ordem de R$ 740,7 milhões. Os 99 Supertucano comprados pela FAB da Embraer, com a designação ALX, também possuem aviônica Elbit/Aeroeletrônica. O desenvolvimento e a produção desses aviões teve um custo total de R$ 449,7 milhões.

FONTE:Valor Econômico, via Notimp

Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

72 Responses to “Com modernização, Bandeirantes ganharão mais 25 anos” Subscribe

  1. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:09 #

    É eles ainda são ótimos tranportes leves… Acho correto.

  2. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:09 #

    É eles ainda são ótimos tranportes leves… Acho correto.

  3. Paulo Cesar 17 de abril de 2009 at 14:19 #

    A FAB deve modernizar os F5B que tem, não precisa doá-los para museu.

  4. Paulo Cesar 17 de abril de 2009 at 14:19 #

    A FAB deve modernizar os F5B que tem, não precisa doá-los para museu.

  5. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 14:21 #

    Concordo Zero Uno e os P-95 vão complementar os P-3AM pois patrulharão a ZEE.

  6. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 14:21 #

    Concordo Zero Uno e os P-95 vão complementar os P-3AM pois patrulharão a ZEE.

  7. Sérgio 17 de abril de 2009 at 14:21 #

    O RIO GRANDE DO SUL está extendendo a sua fronteira até ISRAEL. É Aeroelêtronica, Taurus, VEM.

    Nessa notícia saiu uma peróla. Significa que iremos operar em conjunto os “Bandeirulhas” junto com os “Orions”? Até então pensava em apenas substituições/ atualizações, muito embora fossem classes diferentes, mas se for aumento de estratégia, mais uma grande bola!

    Embora idoso, mas já estamos nos acostumando, sobrevida a quem nos fez dar um enorme salto tecnológico é até carismático. Chega de relóginhos, vamos de telinhas!

  8. Sérgio 17 de abril de 2009 at 14:21 #

    O RIO GRANDE DO SUL está extendendo a sua fronteira até ISRAEL. É Aeroelêtronica, Taurus, VEM.

    Nessa notícia saiu uma peróla. Significa que iremos operar em conjunto os “Bandeirulhas” junto com os “Orions”? Até então pensava em apenas substituições/ atualizações, muito embora fossem classes diferentes, mas se for aumento de estratégia, mais uma grande bola!

    Embora idoso, mas já estamos nos acostumando, sobrevida a quem nos fez dar um enorme salto tecnológico é até carismático. Chega de relóginhos, vamos de telinhas!

  9. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:24 #

    Marcelo Tadeu..

    Com certeza. 10 desses aviões para a marinha + 8 P3-AM teremos 18 aviões de patrulha. E olha que pode ser uma boa para a industria nacional. Se não me engano, o Chile opera também os P-95 e tem a aviação comercial que também opera os Bandeirantes. Este avião é considerado bastante seguro e há operadores espalhados pelo mundo que pode querer moderniza-los para a aviação civil com instrumentos mais modernos e por mais 25 anos também.

    Abraços.

  10. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:24 #

    Marcelo Tadeu..

    Com certeza. 10 desses aviões para a marinha + 8 P3-AM teremos 18 aviões de patrulha. E olha que pode ser uma boa para a industria nacional. Se não me engano, o Chile opera também os P-95 e tem a aviação comercial que também opera os Bandeirantes. Este avião é considerado bastante seguro e há operadores espalhados pelo mundo que pode querer moderniza-los para a aviação civil com instrumentos mais modernos e por mais 25 anos também.

    Abraços.

  11. gaspar 17 de abril de 2009 at 14:26 #

    entao aquela compra de avioes da EADS-CASA(acho eu) que iriam ser montados ali no campo de Marte nao sera concretizada ?!?!

    essas 10 unidades de patrulha maritima tera algum tipo de armamento ??

  12. gaspar 17 de abril de 2009 at 14:26 #

    entao aquela compra de avioes da EADS-CASA(acho eu) que iriam ser montados ali no campo de Marte nao sera concretizada ?!?!

    essas 10 unidades de patrulha maritima tera algum tipo de armamento ??

  13. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:27 #

    Más fica uma pergunta:

    Nossos P95 são armados com lança foguetes SBAT 70. Será que haverá modernização para lançamentos de armamentos mais modernos?

  14. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:27 #

    Más fica uma pergunta:

    Nossos P95 são armados com lança foguetes SBAT 70. Será que haverá modernização para lançamentos de armamentos mais modernos?

  15. Marcos T. 17 de abril de 2009 at 14:29 #

    Acho o termo sobrevida estranho…
    Parece alguem que ta quase morto e botam um marcapasso pro cara vive mais uns anos… Cadavérico não?

  16. Marcos T. 17 de abril de 2009 at 14:29 #

    Acho o termo sobrevida estranho…
    Parece alguem que ta quase morto e botam um marcapasso pro cara vive mais uns anos… Cadavérico não?

  17. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:31 #

    gaspar.

    EADS-CASA Persuader vc está dizendo? Para a MB? Não vi notícias disso não. P-295???

  18. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:31 #

    gaspar.

    EADS-CASA Persuader vc está dizendo? Para a MB? Não vi notícias disso não. P-295???

  19. gaspar 17 de abril de 2009 at 14:35 #

    Zero Uno,

    seriam avioes do porte do Bandeirantes… a FAB ate chegou a abrir uma licitacao… tinha ate uma empresa da Iugoslavia… o aviao de tao simples que era, seria montado pela propria FAB ali aqui no Campo de Marte…

  20. gaspar 17 de abril de 2009 at 14:35 #

    Zero Uno,

    seriam avioes do porte do Bandeirantes… a FAB ate chegou a abrir uma licitacao… tinha ate uma empresa da Iugoslavia… o aviao de tao simples que era, seria montado pela propria FAB ali aqui no Campo de Marte…

  21. Wilson Johann 17 de abril de 2009 at 14:40 #

    Esta LAAD está revelando a indústria de defesa brasileira para o mundo. Cada contrato anunciado pelas forças armadas são com (ou incluem) empresas nacionais. Muito bom isso.
    E essa modernização vai sair melhor do que a encomenda, pois com a renovação da frota de bandeirantes deixamos de gastar naquela compra anunciada anos atrás dos aviões de transporte leve, que, como informou o Gaspar, seriam montados no Campo de Marte.
    Melhor ainda é saber que ela inclue os Bandeirulhas. Mas fica uma questão: o que vão fazer da frota restante? Pois, se não me engano, são um total de 16 unidades operando na FAB. Será que vão ser canibalizados, para manter o resto da frota voando?

    Saudações!!!

  22. Wilson Johann 17 de abril de 2009 at 14:40 #

    Esta LAAD está revelando a indústria de defesa brasileira para o mundo. Cada contrato anunciado pelas forças armadas são com (ou incluem) empresas nacionais. Muito bom isso.
    E essa modernização vai sair melhor do que a encomenda, pois com a renovação da frota de bandeirantes deixamos de gastar naquela compra anunciada anos atrás dos aviões de transporte leve, que, como informou o Gaspar, seriam montados no Campo de Marte.
    Melhor ainda é saber que ela inclue os Bandeirulhas. Mas fica uma questão: o que vão fazer da frota restante? Pois, se não me engano, são um total de 16 unidades operando na FAB. Será que vão ser canibalizados, para manter o resto da frota voando?

    Saudações!!!

  23. gaspar 17 de abril de 2009 at 14:42 #

    Zero Uno,

    achei a reportagem dos substitutos do Bandeirantes,

    Substituto do Bandeirante será
    fabricado em São Paulo

    FAB vai fabricar 50 aviões no Campo de Marte com
    tecnologia do grupo europeu Eads Casa

    Mariana Barbosa

    A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou a escolha do turboélice C-212, fabricado pelo consórcio europeu Eads Casa, para substituir sua frota de Bandeirantes. O contrato prevê a aquisição de 50 aviões, que serão montados pela própria FAB no Campo de Marte, zona norte de São Paulo, em um acordo que prevê a transferência de tecnologia. O valores da compra só serão revelados no dia 15 de setembro, quando está prevista a assinatura do contrato.

    Também participaram do processo de seleção os fabricantes Skytruck, da Polônia, e LET, da República Tcheca. O ex-representante do Skytruck e também o representante do LET contestaram o resultado da seleção. O primeiro já entrou com um pedido formal de informações e pretende entrar com mandado de segurança para tentar anular a compra.

    Esse não é o primeiro contrato assinado pela FAB com a Eads Casa. No ano passado, o consórcio assinou acordo de US$ 700 milhões que prevê a modernização de oito aviões P-3 e a venda de 12 aeronaves de transporte militar C-295. O Comando da Aeronáutica informou que a escolha do Casa se deu por “um conjunto de requisitos operacionais e técnicos”.

    A previsão da FAB é de que a primeira aeronave comece a ser produzida ainda este ano. Inicialmente, o governo tentou convencer a Embraer a modernizar o projeto do Bandeirante, mas a empresa não se interessou devido ao baixo conteúdo tecnológico. A FAB tem hoje uma frota de quase 100 Bandeirantes, que já estão no final de sua vida operacional. Os aviões dão apoio logístico a expedições militares, além de levarem médicos, remédios e mantimentos para a região amazônica.

    A idéia de montar o avião no Brasil foi a forma encontrada pelo governo para reduzir os custos do projeto, aproveitando a mão de obra da própria FAB. Também estão previstas parcerias com a indústria nacional para a produção de partes e peças. O governo pretende ainda atrair empresas de aviação regional para comprar o avião, o que poderia ajudar a reduzir os custos unitários.

    O C-212 está avaliado em US$ 8 milhões a unidade. Segundo fontes do mercado, a proposta teria sido reduzida para US$ 5,2 milhões. A proposta do LET, único dos três concorrentes usado por empresas regionais de aviação no País, foi de US$ 3,8 milhões. O preço inicial do Skytruck era de US$ 4,75 milhões, mas foi alterado depois que o fabricante trocou de representante.

    O ex-representante, Magno Ferreira, foi substituído após levantar a suspeita, em entrevista ao Estado, em maio, de que o processo seletivo estaria com cartas marcadas e o vencedor seria o Casa.

    O representante do LET, Mário Moreira, lamentou a decisão. “Infelizmente, o preço e o custo operacional não foram preponderantes na avaliação.” O representante do Casa não foi localizado.

  24. gaspar 17 de abril de 2009 at 14:42 #

    Zero Uno,

    achei a reportagem dos substitutos do Bandeirantes,

    Substituto do Bandeirante será
    fabricado em São Paulo

    FAB vai fabricar 50 aviões no Campo de Marte com
    tecnologia do grupo europeu Eads Casa

    Mariana Barbosa

    A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou a escolha do turboélice C-212, fabricado pelo consórcio europeu Eads Casa, para substituir sua frota de Bandeirantes. O contrato prevê a aquisição de 50 aviões, que serão montados pela própria FAB no Campo de Marte, zona norte de São Paulo, em um acordo que prevê a transferência de tecnologia. O valores da compra só serão revelados no dia 15 de setembro, quando está prevista a assinatura do contrato.

    Também participaram do processo de seleção os fabricantes Skytruck, da Polônia, e LET, da República Tcheca. O ex-representante do Skytruck e também o representante do LET contestaram o resultado da seleção. O primeiro já entrou com um pedido formal de informações e pretende entrar com mandado de segurança para tentar anular a compra.

    Esse não é o primeiro contrato assinado pela FAB com a Eads Casa. No ano passado, o consórcio assinou acordo de US$ 700 milhões que prevê a modernização de oito aviões P-3 e a venda de 12 aeronaves de transporte militar C-295. O Comando da Aeronáutica informou que a escolha do Casa se deu por “um conjunto de requisitos operacionais e técnicos”.

    A previsão da FAB é de que a primeira aeronave comece a ser produzida ainda este ano. Inicialmente, o governo tentou convencer a Embraer a modernizar o projeto do Bandeirante, mas a empresa não se interessou devido ao baixo conteúdo tecnológico. A FAB tem hoje uma frota de quase 100 Bandeirantes, que já estão no final de sua vida operacional. Os aviões dão apoio logístico a expedições militares, além de levarem médicos, remédios e mantimentos para a região amazônica.

    A idéia de montar o avião no Brasil foi a forma encontrada pelo governo para reduzir os custos do projeto, aproveitando a mão de obra da própria FAB. Também estão previstas parcerias com a indústria nacional para a produção de partes e peças. O governo pretende ainda atrair empresas de aviação regional para comprar o avião, o que poderia ajudar a reduzir os custos unitários.

    O C-212 está avaliado em US$ 8 milhões a unidade. Segundo fontes do mercado, a proposta teria sido reduzida para US$ 5,2 milhões. A proposta do LET, único dos três concorrentes usado por empresas regionais de aviação no País, foi de US$ 3,8 milhões. O preço inicial do Skytruck era de US$ 4,75 milhões, mas foi alterado depois que o fabricante trocou de representante.

    O ex-representante, Magno Ferreira, foi substituído após levantar a suspeita, em entrevista ao Estado, em maio, de que o processo seletivo estaria com cartas marcadas e o vencedor seria o Casa.

    O representante do LET, Mário Moreira, lamentou a decisão. “Infelizmente, o preço e o custo operacional não foram preponderantes na avaliação.” O representante do Casa não foi localizado.

  25. gaspar 17 de abril de 2009 at 14:49 #

    o link da reportagem,

    http://www.defesanet.com.br/fab/ct-x_2.htm

  26. gaspar 17 de abril de 2009 at 14:49 #

    o link da reportagem,

    http://www.defesanet.com.br/fab/ct-x_2.htm

  27. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:52 #

    Ahhh sim! Me lembro. Más a FAB resolveu nem assinar este contrato.

  28. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 14:52 #

    Ahhh sim! Me lembro. Más a FAB resolveu nem assinar este contrato.

  29. Robson Br 17 de abril de 2009 at 14:54 #

    Com a entrada em operação na FAB dos Caravans, dos Brasílias e dos C295 Amazonas diminuiu um pouco a necessidade de tantos Bandeirantes. É um guerreiro, mas os primeiros já devem estar estocados. É uma boa notícia, principalmente dos Bandeirulhas qu me parece estão todos operacionais e merecem novos sistemas, apesar de não haver comentários sobre os seus sistemas de vigilância. Para operar em algumas regiões do Brasil somente os Bandeirantes e os Caravans.

  30. Robson Br 17 de abril de 2009 at 14:54 #

    Com a entrada em operação na FAB dos Caravans, dos Brasílias e dos C295 Amazonas diminuiu um pouco a necessidade de tantos Bandeirantes. É um guerreiro, mas os primeiros já devem estar estocados. É uma boa notícia, principalmente dos Bandeirulhas qu me parece estão todos operacionais e merecem novos sistemas, apesar de não haver comentários sobre os seus sistemas de vigilância. Para operar em algumas regiões do Brasil somente os Bandeirantes e os Caravans.

  31. Ulisses 17 de abril de 2009 at 15:03 #

    Zero Uno e amigos

    Para mim os Casa C-295 não são bons em missões de patrulha,pois não podem levar armamentos sofisticados como os AGM-84 Harpoon.

    Abraços.

  32. Ulisses 17 de abril de 2009 at 15:03 #

    Zero Uno e amigos

    Para mim os Casa C-295 não são bons em missões de patrulha,pois não podem levar armamentos sofisticados como os AGM-84 Harpoon.

    Abraços.

  33. Ulisses 17 de abril de 2009 at 15:06 #

    Seria bom se houver uma modificação para ele(P-95)levar os Harpoon.Se possível claro.

  34. Ulisses 17 de abril de 2009 at 15:06 #

    Seria bom se houver uma modificação para ele(P-95)levar os Harpoon.Se possível claro.

  35. Ulisses 17 de abril de 2009 at 15:07 #

    Alguém sabe porque o P-99 não foi aprovado pela MB?

    Agradecido.

  36. Ulisses 17 de abril de 2009 at 15:07 #

    Alguém sabe porque o P-99 não foi aprovado pela MB?

    Agradecido.

  37. gaspar 17 de abril de 2009 at 15:20 #

    na epoca a FAB alegou que o P99 nao atendia as necessidades dela…

  38. gaspar 17 de abril de 2009 at 15:20 #

    na epoca a FAB alegou que o P99 nao atendia as necessidades dela…

  39. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 15:46 #

    Na parte de armamentos, eu acho que como os P-95 são aviões de esclarecimento, apenas os foguetes SBAT está de bom tamanho. O radar de busca dele poderia se modernizado, além do uso de FLIR , pois no mar esse equipamento é util, vide os que vão equipar os Super Lynx da MB. Os P-95 fazem um belo par com os NaPa da Classe Macaé (P-70)que a MB está construindo no Ceará para o patrulhamento da ZEE, deixando os Orions para o patrulhamento e ASW de longo alcance. Agora, a FAB e a própria Embraer estão estudando uma versão do ERJ 190 para ASW como o P-8A Poseidon (B-737) quem viver verá.

  40. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 15:46 #

    Na parte de armamentos, eu acho que como os P-95 são aviões de esclarecimento, apenas os foguetes SBAT está de bom tamanho. O radar de busca dele poderia se modernizado, além do uso de FLIR , pois no mar esse equipamento é util, vide os que vão equipar os Super Lynx da MB. Os P-95 fazem um belo par com os NaPa da Classe Macaé (P-70)que a MB está construindo no Ceará para o patrulhamento da ZEE, deixando os Orions para o patrulhamento e ASW de longo alcance. Agora, a FAB e a própria Embraer estão estudando uma versão do ERJ 190 para ASW como o P-8A Poseidon (B-737) quem viver verá.

  41. dumont 17 de abril de 2009 at 16:16 #

    Concordo com o Marcelo, os P95 tem outro perfil de missão. Agora que podiam ser incorporados outros armamentos… O Penguin ou o Sea Skua seriam alternativas que agregariam valor ao vetor.

  42. dumont 17 de abril de 2009 at 16:16 #

    Concordo com o Marcelo, os P95 tem outro perfil de missão. Agora que podiam ser incorporados outros armamentos… O Penguin ou o Sea Skua seriam alternativas que agregariam valor ao vetor.

  43. Lucius Clay 17 de abril de 2009 at 16:32 #

    Caro Robson Br, foi interessante você lembrar dos Caravns, tinha me esquecido que a FAB vem adquirindo diversos, me parece que já temos duas dezenas, é um excelente avião para as regiões remotas do país.

  44. Lucius Clay 17 de abril de 2009 at 16:32 #

    Caro Robson Br, foi interessante você lembrar dos Caravns, tinha me esquecido que a FAB vem adquirindo diversos, me parece que já temos duas dezenas, é um excelente avião para as regiões remotas do país.

  45. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 16:39 #

    É, o Caravam é um “pé-de-boi” e de operação muito econômica. Quanto ao uso de míssies no P-95, sei lá! O Penguin é pesado demais, tanto que o único helicóptero naval que o utiliza é o SH-60 e que a MB tb vai utilizar. Talvez o Seaskua, seja mais leve, agor ao Harpoon, nem pensar , é muito pesado!!

  46. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 16:39 #

    É, o Caravam é um “pé-de-boi” e de operação muito econômica. Quanto ao uso de míssies no P-95, sei lá! O Penguin é pesado demais, tanto que o único helicóptero naval que o utiliza é o SH-60 e que a MB tb vai utilizar. Talvez o Seaskua, seja mais leve, agor ao Harpoon, nem pensar , é muito pesado!!

  47. Mauricio R. 17 de abril de 2009 at 17:33 #

    “…entao aquela compra de avioes da EADS-CASA(acho eu) que iriam ser montados ali no campo de Marte nao sera concretizada ?!?!”

    Era o C-212, deu em nada ainda bem.

  48. Mauricio R. 17 de abril de 2009 at 17:33 #

    “…entao aquela compra de avioes da EADS-CASA(acho eu) que iriam ser montados ali no campo de Marte nao sera concretizada ?!?!”

    Era o C-212, deu em nada ainda bem.

  49. Mauricio R. 17 de abril de 2009 at 17:40 #

    Poderiam ter licitado este upgrade no mercado, não é pq a solução é da Elbit, que seja a ultima maravilha.
    Uma solução baseada em algum modelo de EFIS, usado pelos E-Jets seria mto mais custo-efetivas.

  50. Mauricio R. 17 de abril de 2009 at 17:40 #

    Poderiam ter licitado este upgrade no mercado, não é pq a solução é da Elbit, que seja a ultima maravilha.
    Uma solução baseada em algum modelo de EFIS, usado pelos E-Jets seria mto mais custo-efetivas.

  51. Carlinga Carenada 17 de abril de 2009 at 18:00 #

    Mais uma modernização forçada… Por que a Embraer não desenvolveu uma versão despressurizada do EMB-120 Brasília para substituir de maneira competente o bravo EMB-110 Bandeirante. O EMB-120 é um excelente avião e foi prematuramente desprestigiado pela direção da Embraer em prol dos E-Jets. Com uma versão despressurizada, o EMB-120 teria um excelente mercado civil para Ásia, África e América em linhas de baixa demanda e de muitas “pernadas”, algo que o EMB-110 fez de forma muito boa ao longo de décadas. O novo EMB-120 poderia ter uma versão militar muito bem adaptada para as necessidades do EB e da FAB, especialmente no apoio logístico, transporte de tropas e no lançamento de paraquedistas. A modernização do EMB-110 é uma boa pedida, mas a quantidade de aeronaves a serem modernizadas é muito grande e a inclusão do P-95 Bandeirulha é temerária e arriscada, pois são aeronaves com fadiga estrutural e muito surradas nas incursões marítimas.

  52. Carlinga Carenada 17 de abril de 2009 at 18:00 #

    Mais uma modernização forçada… Por que a Embraer não desenvolveu uma versão despressurizada do EMB-120 Brasília para substituir de maneira competente o bravo EMB-110 Bandeirante. O EMB-120 é um excelente avião e foi prematuramente desprestigiado pela direção da Embraer em prol dos E-Jets. Com uma versão despressurizada, o EMB-120 teria um excelente mercado civil para Ásia, África e América em linhas de baixa demanda e de muitas “pernadas”, algo que o EMB-110 fez de forma muito boa ao longo de décadas. O novo EMB-120 poderia ter uma versão militar muito bem adaptada para as necessidades do EB e da FAB, especialmente no apoio logístico, transporte de tropas e no lançamento de paraquedistas. A modernização do EMB-110 é uma boa pedida, mas a quantidade de aeronaves a serem modernizadas é muito grande e a inclusão do P-95 Bandeirulha é temerária e arriscada, pois são aeronaves com fadiga estrutural e muito surradas nas incursões marítimas.

  53. Noel 17 de abril de 2009 at 18:57 #

    Paulo Cesar, lembro que vc já postou essa idéia do F-5B, porém saiba que os mesmos foram alienados por um adquirinte privado, não são mais da FAB, e posteriormente a operação foi embargada pela justiça, ou seja, a venda está sub sub judice, a bastante tempo, sabe como é nosso eficiente judiciário, e com certeza as condições dessas aeronaves voltarem a operar é 0, pelo custo não compensar, eles encontram-se totalmente inoperantes a muitos anos, e nunca foram realmente aeronaves de combate, se vc tiver saco e paciência de pesquisar esse assunto, talvez encontre informações mais atuais ou mais precisas.
    Carlinga Carenada, os Bandeirulhas devem ser do segundo lote, bravo, que devem ter menos problemas de fadiga, mesmo assim vc não acha são poucos, haja visto que eles devem ser divididos por três Esquadrões.

  54. Noel 17 de abril de 2009 at 18:57 #

    Paulo Cesar, lembro que vc já postou essa idéia do F-5B, porém saiba que os mesmos foram alienados por um adquirinte privado, não são mais da FAB, e posteriormente a operação foi embargada pela justiça, ou seja, a venda está sub sub judice, a bastante tempo, sabe como é nosso eficiente judiciário, e com certeza as condições dessas aeronaves voltarem a operar é 0, pelo custo não compensar, eles encontram-se totalmente inoperantes a muitos anos, e nunca foram realmente aeronaves de combate, se vc tiver saco e paciência de pesquisar esse assunto, talvez encontre informações mais atuais ou mais precisas.
    Carlinga Carenada, os Bandeirulhas devem ser do segundo lote, bravo, que devem ter menos problemas de fadiga, mesmo assim vc não acha são poucos, haja visto que eles devem ser divididos por três Esquadrões.

  55. Wolfpack 17 de abril de 2009 at 19:58 #

    Quantidade nao eh igual a qualidade… Daqui a pouco vao contratar a Elbit e IWI para modernizar milhares de FAL do exercito, no padrao Tavor… O Chile vai de EADS CASA C-295 Persuader, F16 Block50, Humvee, Leopard 2A5 e o Brasil vai de Bandeirulha, Marrua com capota de lona WWII, F5EM, Leopard 1A5… Isso eh uma vergonha…

  56. Wolfpack 17 de abril de 2009 at 19:58 #

    Quantidade nao eh igual a qualidade… Daqui a pouco vao contratar a Elbit e IWI para modernizar milhares de FAL do exercito, no padrao Tavor… O Chile vai de EADS CASA C-295 Persuader, F16 Block50, Humvee, Leopard 2A5 e o Brasil vai de Bandeirulha, Marrua com capota de lona WWII, F5EM, Leopard 1A5… Isso eh uma vergonha…

  57. Juarez Castro 17 de abril de 2009 at 20:01 #

    A FAB optou por modernizar os C 95 B, e a provavel desativação dos C 95 Alfa.
    Com entrada em operação dos P 3 um dos setimos será extinto e sua dotação de pessoal irá complementar o 1º do 7º para forma tripulações necessária(maiores) para os P 3. O Esquadrão a ser extinto deverá ser o 4º do 7º.

    Grande abraço

  58. Juarez Castro 17 de abril de 2009 at 20:01 #

    A FAB optou por modernizar os C 95 B, e a provavel desativação dos C 95 Alfa.
    Com entrada em operação dos P 3 um dos setimos será extinto e sua dotação de pessoal irá complementar o 1º do 7º para forma tripulações necessária(maiores) para os P 3. O Esquadrão a ser extinto deverá ser o 4º do 7º.

    Grande abraço

  59. Cantarelli 18 de abril de 2009 at 0:44 #

    So falta o governo endoida e quere modernisa o xavante

  60. Cantarelli 18 de abril de 2009 at 0:44 #

    So falta o governo endoida e quere modernisa o xavante

  61. Sérgio 18 de abril de 2009 at 1:37 #

    Marcos T. em 17 abr, 2009 às 14:29

    Acho o termo sobrevida estranho…
    Parece alguem que ta quase morto e botam um marcapasso pro cara vive mais uns anos… Cadavérico não?

    Infelizmente, não importa a semântica, é realidade. Ex.: em 2002 estava com o pé-na-cova literalmente, colocaram 4 stents e ganhei uma sobrevida, pude acompanhar o casamento dos meus filhos, a chegada de netos, mas não me permitem mais um monte de coisas, por “fadiga estrutural”, sacou. Mas sou útil. QUASE!!.

    O problema é M para tudo na força. F-5 fora do seu tempo, A-4 fora do seu tempo, P-3 fora do seu tempo, agora Bandeirantes que hoje poderiam ser retirados, mas com certeza voam com restrições. Os 50 C-212 “Aviocar” seriam ideais, principalmente para o EB, pois são asas altas, rampa traseira (transporta veículo pequeno e é otíma para paraquedistas) só não tenho certeza qto. a robustez.

  62. Sérgio 18 de abril de 2009 at 1:37 #

    Marcos T. em 17 abr, 2009 às 14:29

    Acho o termo sobrevida estranho…
    Parece alguem que ta quase morto e botam um marcapasso pro cara vive mais uns anos… Cadavérico não?

    Infelizmente, não importa a semântica, é realidade. Ex.: em 2002 estava com o pé-na-cova literalmente, colocaram 4 stents e ganhei uma sobrevida, pude acompanhar o casamento dos meus filhos, a chegada de netos, mas não me permitem mais um monte de coisas, por “fadiga estrutural”, sacou. Mas sou útil. QUASE!!.

    O problema é M para tudo na força. F-5 fora do seu tempo, A-4 fora do seu tempo, P-3 fora do seu tempo, agora Bandeirantes que hoje poderiam ser retirados, mas com certeza voam com restrições. Os 50 C-212 “Aviocar” seriam ideais, principalmente para o EB, pois são asas altas, rampa traseira (transporta veículo pequeno e é otíma para paraquedistas) só não tenho certeza qto. a robustez.

  63. Marcelo Bahia 18 de abril de 2009 at 3:01 #

    Wolfpack em 17 abr, 2009 às 19:58,

    Não é para tanto. A nossa modernização começou agora, mas está avançando, portanto, devemos estar satisfeitos por isto.

    Não há nada a ser invejado, com excessão dos Leos 2A4 (não A5).

    1) Como operaremos uma boa quantidade de C-295M (em torno de 20), seremos o maior operador desta aeronave (a Espanha comprou 13), então se quiséssemos adquirir sistemas de ASW e ASuW para padronizar a frota como Persuader, não haveria grandes problemas.

    A questão é que os P-3M farão o mesmo trabalho por até 20 anos, mas por um preço mais em conta. Os P-3 são robustos e, devido à escala, custam menos para manter. Enquanto os C-295 dizem que são um pouco sensíveis (não sei se é verdade) e de manutenção mais cara. Com os P-3M teremos tempo suficiente para que a Embraer desenvolva uma solução NACIONAL para substituí-los, provavelmente a partir do projeto KC-390. E os nossos bandeirantes modernizados (NACIONAIS) serão um ótimo complemento.

    2) Os 200 Hummers chilenos foram uma roubada ainda maior do que a nossa com os 1.000 jeeps Land Rovers. Os H. são extremamente caros para adquirir e manter, não oferecem blindagem para calibres superiores ao 7,62 (salvo os que estão no Iraque e Afeganistão)e não suportam minas, pois são muito baixos. Um colega daqui da Argentina disse que foi a pior compra que as F.A.A. poderiam ter feito. Um veículo bom, mas que não vale o que custa. Se quisermos algo melhor e mais barato para esta função, já temos a possibilidade de adquirir o AV-VB4 RE Guará (NACIONAL). Na verdade, sou favorável a esta compra do Guará.

    3) O F-16 C/D é um grande caça, mas não se esqueça que vamos comprar algo melhor, com alguma transferência de tecnologia e em maior quantidade. Teremos tempo para desenvolver um 5ºG em parceria ou um UCAV efetivo.

    O F-5EM é um bom caça como opção LOW (e daí que são da década de 70?? Os EUA e outros países continuam voando com F-16 AM/BM e F-5M), o AMX-M (NACIONAL), com novos sistemas e o up-grade do radar, terá o seu valor. Se ainda somarmos os novos helis que virão, teremos uma FAB com boa persuasão.

    Não vejo nenhum motivo para invejá-los, mas devemos respeitá-los. O problema é que é difícil e penoso sempre tentar estar à altura dos nossos ideais.

    Um abraço.

    P.S: Um Casa 295 com a bandeira do Brasil, entre outros países.

    http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:EADS_CASA_C-295_-_ILA2002-01.jpg

  64. Marcelo Bahia 18 de abril de 2009 at 3:01 #

    Wolfpack em 17 abr, 2009 às 19:58,

    Não é para tanto. A nossa modernização começou agora, mas está avançando, portanto, devemos estar satisfeitos por isto.

    Não há nada a ser invejado, com excessão dos Leos 2A4 (não A5).

    1) Como operaremos uma boa quantidade de C-295M (em torno de 20), seremos o maior operador desta aeronave (a Espanha comprou 13), então se quiséssemos adquirir sistemas de ASW e ASuW para padronizar a frota como Persuader, não haveria grandes problemas.

    A questão é que os P-3M farão o mesmo trabalho por até 20 anos, mas por um preço mais em conta. Os P-3 são robustos e, devido à escala, custam menos para manter. Enquanto os C-295 dizem que são um pouco sensíveis (não sei se é verdade) e de manutenção mais cara. Com os P-3M teremos tempo suficiente para que a Embraer desenvolva uma solução NACIONAL para substituí-los, provavelmente a partir do projeto KC-390. E os nossos bandeirantes modernizados (NACIONAIS) serão um ótimo complemento.

    2) Os 200 Hummers chilenos foram uma roubada ainda maior do que a nossa com os 1.000 jeeps Land Rovers. Os H. são extremamente caros para adquirir e manter, não oferecem blindagem para calibres superiores ao 7,62 (salvo os que estão no Iraque e Afeganistão)e não suportam minas, pois são muito baixos. Um colega daqui da Argentina disse que foi a pior compra que as F.A.A. poderiam ter feito. Um veículo bom, mas que não vale o que custa. Se quisermos algo melhor e mais barato para esta função, já temos a possibilidade de adquirir o AV-VB4 RE Guará (NACIONAL). Na verdade, sou favorável a esta compra do Guará.

    3) O F-16 C/D é um grande caça, mas não se esqueça que vamos comprar algo melhor, com alguma transferência de tecnologia e em maior quantidade. Teremos tempo para desenvolver um 5ºG em parceria ou um UCAV efetivo.

    O F-5EM é um bom caça como opção LOW (e daí que são da década de 70?? Os EUA e outros países continuam voando com F-16 AM/BM e F-5M), o AMX-M (NACIONAL), com novos sistemas e o up-grade do radar, terá o seu valor. Se ainda somarmos os novos helis que virão, teremos uma FAB com boa persuasão.

    Não vejo nenhum motivo para invejá-los, mas devemos respeitá-los. O problema é que é difícil e penoso sempre tentar estar à altura dos nossos ideais.

    Um abraço.

    P.S: Um Casa 295 com a bandeira do Brasil, entre outros países.

    http://es.wikipedia.org/wiki/Archivo:EADS_CASA_C-295_-_ILA2002-01.jpg

  65. GHz 18 de abril de 2009 at 16:09 #

    O Bandeirulha, a meu ver, é o tipo do avião de esclarecimento “puro”, presta-se somente para patrulhar, buscar e acompanhar embarcações que não se espere que venham a atirar contra ele. Não se deve visualizá-lo atacando um navio de guerra, qualquer que seja.
    Pelo tamanho e idade das células, ainda que revitalizadas, simplesmente não tem como instalar armamento pesado nele sem uma degradação proibitiva na sua capacidade de voar.
    O que eu acho é que ele simplesmente não deveria ter armamento nenhum, o que melhoraria sua performance de voo (velocidade e autonomia), ou, no máximo, dois casulos SBAT-70, que só serviriam para dar tiros de advertência.
    No caso de um intruso que mereça engajamento, competiria a ele tão somente acionar a aviação de ataque que estiver cumprindo alerta (A-1 e F-5EM) e vetorá-los até o alvo.
    Ou, melhor ainda, numa desejável integração “on line” com a MB, acionar o navio-patrulha mais próximo para a interceptação.

    [[ ]]
    GHz

  66. GHz 18 de abril de 2009 at 16:09 #

    O Bandeirulha, a meu ver, é o tipo do avião de esclarecimento “puro”, presta-se somente para patrulhar, buscar e acompanhar embarcações que não se espere que venham a atirar contra ele. Não se deve visualizá-lo atacando um navio de guerra, qualquer que seja.
    Pelo tamanho e idade das células, ainda que revitalizadas, simplesmente não tem como instalar armamento pesado nele sem uma degradação proibitiva na sua capacidade de voar.
    O que eu acho é que ele simplesmente não deveria ter armamento nenhum, o que melhoraria sua performance de voo (velocidade e autonomia), ou, no máximo, dois casulos SBAT-70, que só serviriam para dar tiros de advertência.
    No caso de um intruso que mereça engajamento, competiria a ele tão somente acionar a aviação de ataque que estiver cumprindo alerta (A-1 e F-5EM) e vetorá-los até o alvo.
    Ou, melhor ainda, numa desejável integração “on line” com a MB, acionar o navio-patrulha mais próximo para a interceptação.

    [[ ]]
    GHz

  67. Mauricio R. 18 de abril de 2009 at 18:19 #

    “…já temos a possibilidade de adquirir o AV-VB4 RE Guará (NACIONAL). Na verdade, sou favorável a esta compra do Guará.”

    Mas o EB já avaliou o “Guará” e não gostou nem um pouco do que viu, vai adquirir somente pq é produto nacional??? N,ão, a necessidade e o competente requisito operacional é quem devem embasar isto.

    E comparar o veículo da Avibrás c/ o Hummer é forçado, pois o veículo americano originalmente não era blindado foi adaptado, ao contrário do veículo brasileiro.
    Quer comparar, faça-o c/ o RG-31, por exemplo.

  68. Mauricio R. 18 de abril de 2009 at 18:19 #

    “…já temos a possibilidade de adquirir o AV-VB4 RE Guará (NACIONAL). Na verdade, sou favorável a esta compra do Guará.”

    Mas o EB já avaliou o “Guará” e não gostou nem um pouco do que viu, vai adquirir somente pq é produto nacional??? N,ão, a necessidade e o competente requisito operacional é quem devem embasar isto.

    E comparar o veículo da Avibrás c/ o Hummer é forçado, pois o veículo americano originalmente não era blindado foi adaptado, ao contrário do veículo brasileiro.
    Quer comparar, faça-o c/ o RG-31, por exemplo.

  69. Madvad 19 de abril de 2009 at 17:33 #

    “Ulisses em 17 abr, 2009 às 15:03
    Zero Uno e amigos
    Para mim os Casa C-295 não são bons em missões de patrulha,pois não podem levar armamentos sofisticados como os AGM-84 Harpoon.
    Abraços.”

    Os Casa C-295 são ÓTIMOS aviões, com uma variedade incrível de funções.

    Com certeza, seriam melhores que os c-95. Possuem aviônicos modernos, rampa traseira, portas laterais para salto de paraquedistas, performance…..enfim..anos luz a frente do Bandeirante, que nem sistema de degelo possui.

    é ridiculo falar que o casa não é bom por não levar Harpoons, o próprio Bandeirulha não possui armamento algum de ataque…os pods de foguetes SBAT 70 são pura fantasia.

    Nunca que algum Bandeirulha iria chegar tão perto de um vaso inimigo, para poder disparar foguetes,..ele seria abatido pelos SAM muito antes disso.

  70. Madvad 19 de abril de 2009 at 17:33 #

    “Ulisses em 17 abr, 2009 às 15:03
    Zero Uno e amigos
    Para mim os Casa C-295 não são bons em missões de patrulha,pois não podem levar armamentos sofisticados como os AGM-84 Harpoon.
    Abraços.”

    Os Casa C-295 são ÓTIMOS aviões, com uma variedade incrível de funções.

    Com certeza, seriam melhores que os c-95. Possuem aviônicos modernos, rampa traseira, portas laterais para salto de paraquedistas, performance…..enfim..anos luz a frente do Bandeirante, que nem sistema de degelo possui.

    é ridiculo falar que o casa não é bom por não levar Harpoons, o próprio Bandeirulha não possui armamento algum de ataque…os pods de foguetes SBAT 70 são pura fantasia.

    Nunca que algum Bandeirulha iria chegar tão perto de um vaso inimigo, para poder disparar foguetes,..ele seria abatido pelos SAM muito antes disso.

  71. Edmar 20 de abril de 2009 at 7:56 #

    Essas modernizações devem ser analizadas corretamente.., pois para algumas aéronaves a modernização seria bem vinda.., mas para outras acho que não compensaria.

    No caso dos aviões P-3 Orion, quem vai ajudalos a patrulhar?

  72. Edmar 20 de abril de 2009 at 7:56 #

    Essas modernizações devem ser analizadas corretamente.., pois para algumas aéronaves a modernização seria bem vinda.., mas para outras acho que não compensaria.

    No caso dos aviões P-3 Orion, quem vai ajudalos a patrulhar?

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