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O Poder Aéreo esteve hoje nos stands da Britanite e da Mectron para saber mais sobre a bomba guiada nacional que está sendo desenvolvida pelas duas empresas.
O diretor de desenvolvimento de novos negócios da Britanite, Florival Trinkel, nos contou um pouco da história da empresa, que começou atuando na área de explosivos para a construção civil e na década de 1980 adentrou a área de Defesa, produzindo minas terrestres. Depois do banimento desse tipo de arma, a empresa descarregou cerca de milhares de bombas da FAB da Segunda Guerra e conseguiu reformar mais boa parte delas para uso em treinamento.
A Britanite recentemente começou a produzir bombas “burras” similares às americanas e agora está trabalhando no desenvolvimento de uma bomba guiada, que terá uma cabeça de orientação por GPS e INS produzida pela Mectron. Os primeiros ensaios da nova arma, conhecida como SMKB, devem começar no final de 2009.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

123 Responses to “Britanite e Mectron juntas no projeto da bomba guiada nacional” Subscribe

  1. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 15:54 #

    Parabéns pela rapidez pelo atendimento aos pedidos dos blogueiros. Realmente a eficiência de Galante e cia. é impressionante.

    Obrigado mais uma vez.

  2. Zero Uno 17 de abril de 2009 at 15:54 #

    Parabéns pela rapidez pelo atendimento aos pedidos dos blogueiros. Realmente a eficiência de Galante e cia. é impressionante.

    Obrigado mais uma vez.

  3. Marcos T. 17 de abril de 2009 at 15:57 #

    Podiam fazer os textes em Brasilia…

  4. Marcos T. 17 de abril de 2009 at 15:57 #

    Podiam fazer os textes em Brasilia…

  5. gabriel 17 de abril de 2009 at 16:07 #

    em um futuro proximo o brasil pretende adquirir este tipo equipamento?

  6. gabriel 17 de abril de 2009 at 16:07 #

    em um futuro proximo o brasil pretende adquirir este tipo equipamento?

  7. gaspar 17 de abril de 2009 at 16:12 #

    na boa, eu acho que as empresas brasileiras estavam escondendo o jogo…
    impressionante, “de um dia pro outro” vemos que nossas empresas podem e produzem equipamentos que nao devem nada ao outros que estao no mercado…

    Marcos T.

    concordo contigo, poderiamos testar todas as armas ali na esplanada e regiao…

  8. gaspar 17 de abril de 2009 at 16:12 #

    na boa, eu acho que as empresas brasileiras estavam escondendo o jogo…
    impressionante, “de um dia pro outro” vemos que nossas empresas podem e produzem equipamentos que nao devem nada ao outros que estao no mercado…

    Marcos T.

    concordo contigo, poderiamos testar todas as armas ali na esplanada e regiao…

  9. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 16:14 #

    Muito bom!!! Ela lembra muito as Paveway I não é não?

  10. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 16:14 #

    Muito bom!!! Ela lembra muito as Paveway I não é não?

  11. gaspar 17 de abril de 2009 at 16:20 #

    no poster no fundo da primeira foto, seria um veiculo Astros lancando um missel ??

  12. gaspar 17 de abril de 2009 at 16:20 #

    no poster no fundo da primeira foto, seria um veiculo Astros lancando um missel ??

  13. gaspar 17 de abril de 2009 at 16:23 #

    a 83 parece ser o dobro do tamanho da 82…
    e o que seriam esses numeros SMKB 82 e SMKB 83 ??

  14. gaspar 17 de abril de 2009 at 16:23 #

    a 83 parece ser o dobro do tamanho da 82…
    e o que seriam esses numeros SMKB 82 e SMKB 83 ??

  15. Julian C 17 de abril de 2009 at 16:32 #

    “Podiam fazer os testes em Brasilia…”

    PERFEITO!!!
    Mas tem de testar muito pra nao ter duvidas que funciona perfeitamente!

  16. Julian C 17 de abril de 2009 at 16:32 #

    “Podiam fazer os testes em Brasilia…”

    PERFEITO!!!
    Mas tem de testar muito pra nao ter duvidas que funciona perfeitamente!

  17. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 16:36 #

    É, de prefeência com um martelo!!! rrsrsrs

  18. Marcelo Tadeu 17 de abril de 2009 at 16:36 #

    É, de prefeência com um martelo!!! rrsrsrs

  19. Pedro 17 de abril de 2009 at 16:37 #

    Quem sabe não poderiam pensar num projeto à la MOAB?
    Se não me engando tem dois bons campos de testes ali em Brasilia, na explanada dos Ministérios e na praça dos três poderes…

  20. Pedro 17 de abril de 2009 at 16:37 #

    Quem sabe não poderiam pensar num projeto à la MOAB?
    Se não me engando tem dois bons campos de testes ali em Brasilia, na explanada dos Ministérios e na praça dos três poderes…

  21. gaspar 17 de abril de 2009 at 16:42 #

    no poster de fundo da primeira foto, seria um veiculo Astros lancando um missel ??

  22. gaspar 17 de abril de 2009 at 16:42 #

    no poster de fundo da primeira foto, seria um veiculo Astros lancando um missel ??

  23. Claudio 17 de abril de 2009 at 16:48 #

    Segundo informações de outro site, estas bombas têm um envelope de 6 metros, isto não é problema para alvos não fortificados, como AA, tropas ou um prédio não fortificado, mas contra uma posição como um hangar protegido com concreto faz diferença sim, neste caso o envelope deveria ser de 1 (um) metro.
    Quanto a guiagem ela utiliza em redundância quaisquer dos três sistemas de posicionamento global (Glonass, russo, Galileu, europeu e o GPS, americano), mas no cenário sul-americano o que vale atualmente é o GPS. Portanto em caso de conflito, ele poderá ter sua performance diminuída pelos americanos, caso eles alterem os sinais dos seus satélites.
    Outro problema é o INS (a plataforma de navegação inercial) que não é fabricada no Brasil, apesar dos vários projetos existentes, até hoje não fabricamos o sistema, portanto continuamos na dependência estrangeira. Quem sabe não podemos comprar a tecnologia da Coréia do Norte.
    Uma possibilidade interessante seria a utilização de outros sistemas de guiagem, tais como laser ou TV.

  24. Claudio 17 de abril de 2009 at 16:48 #

    Segundo informações de outro site, estas bombas têm um envelope de 6 metros, isto não é problema para alvos não fortificados, como AA, tropas ou um prédio não fortificado, mas contra uma posição como um hangar protegido com concreto faz diferença sim, neste caso o envelope deveria ser de 1 (um) metro.
    Quanto a guiagem ela utiliza em redundância quaisquer dos três sistemas de posicionamento global (Glonass, russo, Galileu, europeu e o GPS, americano), mas no cenário sul-americano o que vale atualmente é o GPS. Portanto em caso de conflito, ele poderá ter sua performance diminuída pelos americanos, caso eles alterem os sinais dos seus satélites.
    Outro problema é o INS (a plataforma de navegação inercial) que não é fabricada no Brasil, apesar dos vários projetos existentes, até hoje não fabricamos o sistema, portanto continuamos na dependência estrangeira. Quem sabe não podemos comprar a tecnologia da Coréia do Norte.
    Uma possibilidade interessante seria a utilização de outros sistemas de guiagem, tais como laser ou TV.

  25. Bosco 17 de abril de 2009 at 17:09 #

    Eu vejo com uma certa desconfiança essas intenções. Mas quem sabe…
    Os mísseis básicos para qualquer país são os ar-ar de curto e médio alcances (que podem gerar versões sup-ar de baixa e média altitude, tanto terrestre quanto naval), os mísseis anti-tanques de médio alcance, os anti-navios (ar-sup e sup-sup), um míssil ar-sup tático e as bombas guiadas.
    Já estamos avançados pelo menos em relação aos mísseis ar-ar de curto alcance e ao míssil anti-tanque médio.
    Também em relação a um míssil anti-radar ar-sup, que vale salientar é um tipo de arma de uma elite de países.
    Tomara que as intenções das empresas descritas no post tenham futuro e nos brinde com bombas guiadas (de preferência um kit modular com opções variadas de asas, aletas, carga útil, espoletas, sistemas de guiamento, seekers para orientação terminal, etc).
    Quanto a um suposto míssil anti-navio que está sendo desenvolvido se sabe pouco pra não dizer absolutamente nada. Tomara que exista mesmo.
    Dependendo da tecnologia adotada pelo suposto míssil anti-navio tupiniquim (propulsão turbojato, etc), o mesmo poderia ser facilmente reconfigurado para uma versão como míssil de cruzeiro, intercambiando cabeças de busca com as bombas guiadas.
    Ficará faltando no caso de todos os projetos acima derem frutos apenas a fabricação no Brasil de um míssil ar-ar de médio alcance (R-Darter?) e um míssil tático ar-sup, que acho importante para ser levado tanto por caças como por helicópteros na função anti-tanque e anti-navio.
    Um míssil tático ar-sup poderia gerar uma versão sup-sup para ser usado em carros de combate e pequenos navios e poderia até vir de um míssil pré-existente como o Piranha II ou o A-Darter, intercambiando as mesmas cabeças de busca desenvolvidas para as bombas guiadas e para o próprio A-Darter, com um software apropriado para alvos na superfície.
    Isso é o basicão para um país como o Brasil.
    Viajei? rsrs…

    Um abraço a todos.

  26. Bosco 17 de abril de 2009 at 17:09 #

    Eu vejo com uma certa desconfiança essas intenções. Mas quem sabe…
    Os mísseis básicos para qualquer país são os ar-ar de curto e médio alcances (que podem gerar versões sup-ar de baixa e média altitude, tanto terrestre quanto naval), os mísseis anti-tanques de médio alcance, os anti-navios (ar-sup e sup-sup), um míssil ar-sup tático e as bombas guiadas.
    Já estamos avançados pelo menos em relação aos mísseis ar-ar de curto alcance e ao míssil anti-tanque médio.
    Também em relação a um míssil anti-radar ar-sup, que vale salientar é um tipo de arma de uma elite de países.
    Tomara que as intenções das empresas descritas no post tenham futuro e nos brinde com bombas guiadas (de preferência um kit modular com opções variadas de asas, aletas, carga útil, espoletas, sistemas de guiamento, seekers para orientação terminal, etc).
    Quanto a um suposto míssil anti-navio que está sendo desenvolvido se sabe pouco pra não dizer absolutamente nada. Tomara que exista mesmo.
    Dependendo da tecnologia adotada pelo suposto míssil anti-navio tupiniquim (propulsão turbojato, etc), o mesmo poderia ser facilmente reconfigurado para uma versão como míssil de cruzeiro, intercambiando cabeças de busca com as bombas guiadas.
    Ficará faltando no caso de todos os projetos acima derem frutos apenas a fabricação no Brasil de um míssil ar-ar de médio alcance (R-Darter?) e um míssil tático ar-sup, que acho importante para ser levado tanto por caças como por helicópteros na função anti-tanque e anti-navio.
    Um míssil tático ar-sup poderia gerar uma versão sup-sup para ser usado em carros de combate e pequenos navios e poderia até vir de um míssil pré-existente como o Piranha II ou o A-Darter, intercambiando as mesmas cabeças de busca desenvolvidas para as bombas guiadas e para o próprio A-Darter, com um software apropriado para alvos na superfície.
    Isso é o basicão para um país como o Brasil.
    Viajei? rsrs…

    Um abraço a todos.

  27. Bosco 17 de abril de 2009 at 17:25 #

    Um míssil tático ar-sup talvez seja até um “luxo”, para caças talvez ele fosse até dispensável já que bombas guiadas com orientação terminal dão conta do recado na grande maioria das vezes, prova disso são as GBU-12 destruidoras de tanques no Iraque e na Sérvia. Mas para equipar nossos helicópteros navais com um míssil anti-navio de pequeno porte (no lugar dos Sea Skua e Penguin) e os Mi-35 com um míssil tático/anti-tanque, eu acho um míssil da classe do Hellfire bem interessante, já que pode ter versões tanto navais quanto anti-tanques e inclusive sup-sup.
    Com mínimas variações de software e uma ogiva adequada, um míssil ar-ar como o A-Darter, guiado por imagem IR poderia ser usado como um ar-sup tático.

  28. Bosco 17 de abril de 2009 at 17:25 #

    Um míssil tático ar-sup talvez seja até um “luxo”, para caças talvez ele fosse até dispensável já que bombas guiadas com orientação terminal dão conta do recado na grande maioria das vezes, prova disso são as GBU-12 destruidoras de tanques no Iraque e na Sérvia. Mas para equipar nossos helicópteros navais com um míssil anti-navio de pequeno porte (no lugar dos Sea Skua e Penguin) e os Mi-35 com um míssil tático/anti-tanque, eu acho um míssil da classe do Hellfire bem interessante, já que pode ter versões tanto navais quanto anti-tanques e inclusive sup-sup.
    Com mínimas variações de software e uma ogiva adequada, um míssil ar-ar como o A-Darter, guiado por imagem IR poderia ser usado como um ar-sup tático.

  29. Mauricio R. 17 de abril de 2009 at 17:28 #

    “…mas contra uma posição como um hangar protegido com concreto faz diferença sim, neste caso o envelope deveria ser de 1 (um) metro.”

    Uma JDAM c/ ambas as interfaces GPS/INS, tem 3m de CEP!!!
    Claro que as custas de um importante componente importado, mas fazer o que.

  30. Mauricio R. 17 de abril de 2009 at 17:28 #

    “…mas contra uma posição como um hangar protegido com concreto faz diferença sim, neste caso o envelope deveria ser de 1 (um) metro.”

    Uma JDAM c/ ambas as interfaces GPS/INS, tem 3m de CEP!!!
    Claro que as custas de um importante componente importado, mas fazer o que.

  31. Mauricio R. 17 de abril de 2009 at 17:31 #

    Mas tem um jeito de publicar alguma foto daquele poster, no fundo de estande???

  32. Mauricio R. 17 de abril de 2009 at 17:31 #

    Mas tem um jeito de publicar alguma foto daquele poster, no fundo de estande???

  33. Bosco 17 de abril de 2009 at 17:43 #

    Sem dúvida bombas guiadas por GPS/INS trariam um significativo reforço para o Brasil mas acho que bombas com orientação terminal e com precisão sub-métrica são importantes para um grande número de situações táticas/alvos.
    Em relação ao custo o ideal seriam sistemas de orientação modulares começando por bombas guiadas por laser somente, INS somente (principalmente para as de fragmentação), indo até as bombas guiadas por GPS/INS/IIR com data-link ou com sistema de aquisição automático de alvos.
    Os sistemas de navegação de meio curso baseados no INS e no GPS, aliados a cabeças buscadoras (IIR (do A-Darter?), laser semi-ativo (baseado no sistema beam rider à laser do MSS 1.2?) , anti-radiação (do MAR-1?)) e a sistemas de data-link e de processamento de imagens, poderiam nos dar toda uma família de armas guiadas ar-sup para as mais variadas situações táticas.

  34. Bosco 17 de abril de 2009 at 17:43 #

    Sem dúvida bombas guiadas por GPS/INS trariam um significativo reforço para o Brasil mas acho que bombas com orientação terminal e com precisão sub-métrica são importantes para um grande número de situações táticas/alvos.
    Em relação ao custo o ideal seriam sistemas de orientação modulares começando por bombas guiadas por laser somente, INS somente (principalmente para as de fragmentação), indo até as bombas guiadas por GPS/INS/IIR com data-link ou com sistema de aquisição automático de alvos.
    Os sistemas de navegação de meio curso baseados no INS e no GPS, aliados a cabeças buscadoras (IIR (do A-Darter?), laser semi-ativo (baseado no sistema beam rider à laser do MSS 1.2?) , anti-radiação (do MAR-1?)) e a sistemas de data-link e de processamento de imagens, poderiam nos dar toda uma família de armas guiadas ar-sup para as mais variadas situações táticas.

  35. Bosco 17 de abril de 2009 at 18:01 #

    Também o “outro site” diz que a bomba consegue fazer a aquisição do alvo em qualquer condição meteorológica.
    É uma simplificação por demais “simplista”.rsrs….
    Uma bomba guiada por GPS/INS não faz aquisição do alvo, mesmo porque, ela não tem um sistema de orientação terminal.
    Ela se dirige para onde foi determinada e chega lá às cegas fazendo correções através das informações recebidas pela constelação de satélites de navegação.
    Mas isso é só um detalhe. Na prática é como se ela visse mesmo o alvo já que uma grande parte deles são destruídos por uma bomba que pesa uns 250 kg (ou 500) e que “pousa” a no máximo 6 metros (ou 3 ?).
    Apenas alguns bunkers e veículos de combate pesadamente blindados necessitam de uma arma com maior nível de precisão para se ter a certeza que foram neutralizados.

  36. Bosco 17 de abril de 2009 at 18:01 #

    Também o “outro site” diz que a bomba consegue fazer a aquisição do alvo em qualquer condição meteorológica.
    É uma simplificação por demais “simplista”.rsrs….
    Uma bomba guiada por GPS/INS não faz aquisição do alvo, mesmo porque, ela não tem um sistema de orientação terminal.
    Ela se dirige para onde foi determinada e chega lá às cegas fazendo correções através das informações recebidas pela constelação de satélites de navegação.
    Mas isso é só um detalhe. Na prática é como se ela visse mesmo o alvo já que uma grande parte deles são destruídos por uma bomba que pesa uns 250 kg (ou 500) e que “pousa” a no máximo 6 metros (ou 3 ?).
    Apenas alguns bunkers e veículos de combate pesadamente blindados necessitam de uma arma com maior nível de precisão para se ter a certeza que foram neutralizados.

  37. Bosco 17 de abril de 2009 at 18:11 #

    Só agora me dei conta que as bombas em questão são guiadas apenas por GPS/INS. Por distração me deixei levar pelo texto e mais ainda pela forma da bomba, parecida com uma Paveway.
    Mas fica aí minha sugestão de aproveitar as tecnologias de seeker empregados nos mísseis Piranha II, A-Darter, MAR-1 e até no MSS 1.2, que a despeito de ter um sistema de orientação por rastreio de feixe laser (laser beam rider), poderia ser aproveitado para o desenvolvimento de uma cabeça de busca laser semi-ativo.

  38. Bosco 17 de abril de 2009 at 18:11 #

    Só agora me dei conta que as bombas em questão são guiadas apenas por GPS/INS. Por distração me deixei levar pelo texto e mais ainda pela forma da bomba, parecida com uma Paveway.
    Mas fica aí minha sugestão de aproveitar as tecnologias de seeker empregados nos mísseis Piranha II, A-Darter, MAR-1 e até no MSS 1.2, que a despeito de ter um sistema de orientação por rastreio de feixe laser (laser beam rider), poderia ser aproveitado para o desenvolvimento de uma cabeça de busca laser semi-ativo.

  39. Bosco 17 de abril de 2009 at 18:45 #

    Essa configuração de sistema de orientação/aletas móveis na frente adotada pela Britanite/Mectron para uma bomba sem “seeker” segue a configuração da bomba francesa AASM e da bomba que perdeu o programa que gerou a JDAM, não me lembro de qual empresa.
    Acho bem interessante a configuração adotada pela empresas brasileiras, já que no futuro, quando e se houver versões com
    orientação terminal o mesmo poderá ser adaptado de maneira mais prática e elegante.

  40. Bosco 17 de abril de 2009 at 18:45 #

    Essa configuração de sistema de orientação/aletas móveis na frente adotada pela Britanite/Mectron para uma bomba sem “seeker” segue a configuração da bomba francesa AASM e da bomba que perdeu o programa que gerou a JDAM, não me lembro de qual empresa.
    Acho bem interessante a configuração adotada pela empresas brasileiras, já que no futuro, quando e se houver versões com
    orientação terminal o mesmo poderá ser adaptado de maneira mais prática e elegante.

  41. evandro 17 de abril de 2009 at 18:54 #

    ESTAMOS NO CAMINHO CERTO. SÓ FALTA AGORA UM MÍSSIL “BVR”.

  42. evandro 17 de abril de 2009 at 18:54 #

    ESTAMOS NO CAMINHO CERTO. SÓ FALTA AGORA UM MÍSSIL “BVR”.

  43. lucas lasota 17 de abril de 2009 at 19:14 #

    Bosco,

    Na Laad de 2007 eu conversei com um dos executivos da avibras. Ele me falou do projeto do ss-300, aquele missil sup-sup que a avibras esta deselvolvendo. ele me disse que ele sera facilmente integrado em navios e tera uma versao ar-sup.

    acontece que, nessa pindaiba que a avibras esta ele me falou que o missil esta sendo desenvolvido em doses homeopaticas. so falta mesmo o sistema de guiagem, que e importado ainda e eles querem fazer um nacional.

    de qualquer forma, creio que toda essa familia de misseis poderiam partir dele, ja que e uma plataforma excepcional, tendo em vista o custo-benefico e a versatilidade do lancamento.

    E uma pena que o nosso EB nao possui uma doutrina de uso desse tipo de arma, porque senao era ja pra nos estarmos exportando esse tipo de arma.

  44. lucas lasota 17 de abril de 2009 at 19:14 #

    Bosco,

    Na Laad de 2007 eu conversei com um dos executivos da avibras. Ele me falou do projeto do ss-300, aquele missil sup-sup que a avibras esta deselvolvendo. ele me disse que ele sera facilmente integrado em navios e tera uma versao ar-sup.

    acontece que, nessa pindaiba que a avibras esta ele me falou que o missil esta sendo desenvolvido em doses homeopaticas. so falta mesmo o sistema de guiagem, que e importado ainda e eles querem fazer um nacional.

    de qualquer forma, creio que toda essa familia de misseis poderiam partir dele, ja que e uma plataforma excepcional, tendo em vista o custo-benefico e a versatilidade do lancamento.

    E uma pena que o nosso EB nao possui uma doutrina de uso desse tipo de arma, porque senao era ja pra nos estarmos exportando esse tipo de arma.

  45. Adler Medrado 17 de abril de 2009 at 19:22 #

    Que bobagem essa de testar em Brasília. Lógico que é brincadeira mas tem muita gente boa nessa cidade também. Aliás, vocês de outros estados também mandam as suas porcarias pra cá. Na esplanada tem muita gente boa e trabalhadora que nada tem a ver com corrupção e congêneres.

  46. Adler Medrado 17 de abril de 2009 at 19:22 #

    Que bobagem essa de testar em Brasília. Lógico que é brincadeira mas tem muita gente boa nessa cidade também. Aliás, vocês de outros estados também mandam as suas porcarias pra cá. Na esplanada tem muita gente boa e trabalhadora que nada tem a ver com corrupção e congêneres.

  47. Bosco 17 de abril de 2009 at 19:30 #

    Lucas,
    você se refere ao AV/MT-300 não é?
    Eu acho que da LAAD 2007 pra cá esse projetou andou tão em dose homeopática que o paciente morreu.rsrs..
    Brincadeiras à parte mas eu acho que não vai vingar não.
    Gostaria que ele e principalmente o míssil guiado por fibra óptica (FOG-MP)tivessem sido desenvolvidos.
    Até hoje nenhum míssil NLOS foi pra frente e poderíamos ter apostado no conceito. Parece que agora o PAM americano vai dar certo mas será guiado por RF e não por fibra óptica.
    O AV/MT-300, sem querer menosprezar nossos engenheiros, eu achava ser um projeto muito avançado para nós que até então não fazíamos sequer um míssil anti-tanque basicão guiado por fio. Nunca me surpreendi com ele não ter ido pra frente.
    Eu queria saber mais era sobre o suposto míssil anti-navio que estaríamos desenvolvendo. Esse sim, se estiver antenado com a tendência ocidental de usar motores à jato, poderia nos trazer um míssil de cruzeiro nacional com versões ar-sup e sup-sup.
    Mas eu temo que se estivermos mesmo desenvolvendo um míssil anti-navio ele deve estar mais pra um Exocet que RBS-15. O que também não deixaria de ser bom.
    Um abraço meu caro.

  48. Bosco 17 de abril de 2009 at 19:30 #

    Lucas,
    você se refere ao AV/MT-300 não é?
    Eu acho que da LAAD 2007 pra cá esse projetou andou tão em dose homeopática que o paciente morreu.rsrs..
    Brincadeiras à parte mas eu acho que não vai vingar não.
    Gostaria que ele e principalmente o míssil guiado por fibra óptica (FOG-MP)tivessem sido desenvolvidos.
    Até hoje nenhum míssil NLOS foi pra frente e poderíamos ter apostado no conceito. Parece que agora o PAM americano vai dar certo mas será guiado por RF e não por fibra óptica.
    O AV/MT-300, sem querer menosprezar nossos engenheiros, eu achava ser um projeto muito avançado para nós que até então não fazíamos sequer um míssil anti-tanque basicão guiado por fio. Nunca me surpreendi com ele não ter ido pra frente.
    Eu queria saber mais era sobre o suposto míssil anti-navio que estaríamos desenvolvendo. Esse sim, se estiver antenado com a tendência ocidental de usar motores à jato, poderia nos trazer um míssil de cruzeiro nacional com versões ar-sup e sup-sup.
    Mas eu temo que se estivermos mesmo desenvolvendo um míssil anti-navio ele deve estar mais pra um Exocet que RBS-15. O que também não deixaria de ser bom.
    Um abraço meu caro.

  49. gaspar 17 de abril de 2009 at 19:40 #

    volto a perguntar pois seria muito interessante essa integracao entre a Avibras e Mectron,

    no poster de fundo da primeira foto, seria um veiculo Astros lancando um missel ??

  50. gaspar 17 de abril de 2009 at 19:40 #

    volto a perguntar pois seria muito interessante essa integracao entre a Avibras e Mectron,

    no poster de fundo da primeira foto, seria um veiculo Astros lancando um missel ??

  51. Rodrigo Rauta 17 de abril de 2009 at 20:06 #

    Bosco, com relação ao falecido AV/MT-300 ele estava presente no stand da avibras sim, so que com outro nome e na forma de folder…Não me lembro com qual nome ele estava sendo referido, mas acho que ja não era tratado mais como missel tatico não…
    Talvez a equipe do Blog tenha feito alguma materia ou reparado melhor nisso!
    Abraços!!

  52. Rodrigo Rauta 17 de abril de 2009 at 20:06 #

    Bosco, com relação ao falecido AV/MT-300 ele estava presente no stand da avibras sim, so que com outro nome e na forma de folder…Não me lembro com qual nome ele estava sendo referido, mas acho que ja não era tratado mais como missel tatico não…
    Talvez a equipe do Blog tenha feito alguma materia ou reparado melhor nisso!
    Abraços!!

  53. Leo 17 de abril de 2009 at 20:38 #

    Caro Lucas

    Este comentário do executivo do Avibrás foi brilhante! Eles tem tudo para o míssil! Só falta o sistema de guiagem.

    Pelo visto não é a apenas o míssil que necessita de um “cérebro”.

  54. Leo 17 de abril de 2009 at 20:38 #

    Caro Lucas

    Este comentário do executivo do Avibrás foi brilhante! Eles tem tudo para o míssil! Só falta o sistema de guiagem.

    Pelo visto não é a apenas o míssil que necessita de um “cérebro”.

  55. Vassili Zaitsev 17 de abril de 2009 at 20:43 #

    E o Brasil finalmente anda no caminho da auto suficiencia em material de defesa. A notícia é das melhores que a FAB poderia divulgar.

    abraços.

  56. Vassili Zaitsev 17 de abril de 2009 at 20:43 #

    E o Brasil finalmente anda no caminho da auto suficiencia em material de defesa. A notícia é das melhores que a FAB poderia divulgar.

    abraços.

  57. Leo 17 de abril de 2009 at 20:44 #

    Testar em Brasília estas bombinhas de São João? Isto seria deperdício de munição! Para Brasília temos que reservar algo especial tipo bomba A ou termonuclerar e olhe que uma só não consegue resolver…

  58. Leo 17 de abril de 2009 at 20:44 #

    Testar em Brasília estas bombinhas de São João? Isto seria deperdício de munição! Para Brasília temos que reservar algo especial tipo bomba A ou termonuclerar e olhe que uma só não consegue resolver…

  59. Bosco 17 de abril de 2009 at 21:02 #

    Adler,
    concordo em gênero, número e grau.
    É um absurdo esse negócio de falar em usar uma bomba guiada para atingir o Congresso Nacional em um dia de votação de um projeto importantíssimo para o Brasil. E uma MOAB então? Pior ainda.
    Afinal quem em seu juízo perfeito iria propor desperdiçar uma bomba guiada para matar uns 6 ou 7 parlamentares? rsrs….

    Brincando contigo meu caro Adler. Não leve a mal não.
    Um abraço meu caro.

  60. Bosco 17 de abril de 2009 at 21:02 #

    Adler,
    concordo em gênero, número e grau.
    É um absurdo esse negócio de falar em usar uma bomba guiada para atingir o Congresso Nacional em um dia de votação de um projeto importantíssimo para o Brasil. E uma MOAB então? Pior ainda.
    Afinal quem em seu juízo perfeito iria propor desperdiçar uma bomba guiada para matar uns 6 ou 7 parlamentares? rsrs….

    Brincando contigo meu caro Adler. Não leve a mal não.
    Um abraço meu caro.

  61. Bosco 17 de abril de 2009 at 21:07 #

    Gaspar,
    infelizmente a foto não mostra o que a setinha tá dizendo sobre o suposto míssil lançado aparentemente por um veículo do ASTROS. Quem sabe não é o famoso míssil anti-navio?
    Eu também fiquei curioso.

  62. Bosco 17 de abril de 2009 at 21:07 #

    Gaspar,
    infelizmente a foto não mostra o que a setinha tá dizendo sobre o suposto míssil lançado aparentemente por um veículo do ASTROS. Quem sabe não é o famoso míssil anti-navio?
    Eu também fiquei curioso.

  63. Bosco 17 de abril de 2009 at 21:11 #

    O curiosa da bomba guiada brasileira é ser de orientação GPS/INS. O lógico seria começarmos por uma bomba guiada à laser que é muito mais simples, embora em princípio, mais precisa.
    Mas, nóis é nóis. rsrsrs…

  64. Bosco 17 de abril de 2009 at 21:11 #

    O curiosa da bomba guiada brasileira é ser de orientação GPS/INS. O lógico seria começarmos por uma bomba guiada à laser que é muito mais simples, embora em princípio, mais precisa.
    Mas, nóis é nóis. rsrsrs…

  65. Leonardo Angelozi 17 de abril de 2009 at 21:59 #

    Bombas MK (Mark Series) 80, 82, 84 etc.. Bombas de uso geral com pouco arrasto e inerciais..

    Agora SMKB???? Smart MK B de bomb?? nao entendi esse designação

    Não devia ter esse MK que se caracteriza por bombas nao guiadas… (aéronauticamente falando claro)

  66. Leonardo Angelozi 17 de abril de 2009 at 21:59 #

    Bombas MK (Mark Series) 80, 82, 84 etc.. Bombas de uso geral com pouco arrasto e inerciais..

    Agora SMKB???? Smart MK B de bomb?? nao entendi esse designação

    Não devia ter esse MK que se caracteriza por bombas nao guiadas… (aéronauticamente falando claro)

  67. Hiigins 17 de abril de 2009 at 23:16 #

    Lembro as luminares cabeças, que com suas faustosas mentes, propugnam a destruição completa da capital federal, por motivos afeitos à política, que aqueles que causam tal esgar, foram todos, com a exceção sentida de 8 deputados e 3 senadores, eleitos e aqui colocados devido ao voto tirânico dos senhores!
    Portanto, sugiro que escolham outro alvo. Sugiro o Palácio dos Bandeirantes, ou a sede esportiva do C.R. Flamengo, bem como a do Clube Corinthians Paulista. Como se vê, alvos de melhor escolha.

  68. Hiigins 17 de abril de 2009 at 23:16 #

    Lembro as luminares cabeças, que com suas faustosas mentes, propugnam a destruição completa da capital federal, por motivos afeitos à política, que aqueles que causam tal esgar, foram todos, com a exceção sentida de 8 deputados e 3 senadores, eleitos e aqui colocados devido ao voto tirânico dos senhores!
    Portanto, sugiro que escolham outro alvo. Sugiro o Palácio dos Bandeirantes, ou a sede esportiva do C.R. Flamengo, bem como a do Clube Corinthians Paulista. Como se vê, alvos de melhor escolha.

  69. Bosco 17 de abril de 2009 at 23:25 #

    Hiigins,
    não sei se entendi direito tudo o que você escreveu rsrs…. mas a parte do “voto tirânico” eu te adianto que foi “obrigatório”.
    Se fala bunito!!!!
    Um abraço meu caro.

  70. Bosco 17 de abril de 2009 at 23:25 #

    Hiigins,
    não sei se entendi direito tudo o que você escreveu rsrs…. mas a parte do “voto tirânico” eu te adianto que foi “obrigatório”.
    Se fala bunito!!!!
    Um abraço meu caro.

  71. Baschera 17 de abril de 2009 at 23:27 #

    Bosco,
    O sistema de comunicação entre a aeronave lançadora e a s bombas da Britanite é feita através de um uma conexão wireless, o que permite sua integração em muitas aeronaves com baixo custo. Cabos e fios como os pretensamente usados nas FOG são coisa do passado. A geração de energia ao computador do kit é feito por uma pequena hélice de geração aclopada na cabeça frontal do kit.
    Então : SMKB-82 = Bomba Burra MK 82 de 500 lbs.
    SMKB-83 = Bomba Burra MK 83 de 1000 lbs.

    Sds.

  72. Baschera 17 de abril de 2009 at 23:27 #

    Bosco,
    O sistema de comunicação entre a aeronave lançadora e a s bombas da Britanite é feita através de um uma conexão wireless, o que permite sua integração em muitas aeronaves com baixo custo. Cabos e fios como os pretensamente usados nas FOG são coisa do passado. A geração de energia ao computador do kit é feito por uma pequena hélice de geração aclopada na cabeça frontal do kit.
    Então : SMKB-82 = Bomba Burra MK 82 de 500 lbs.
    SMKB-83 = Bomba Burra MK 83 de 1000 lbs.

    Sds.

  73. Almeida 18 de abril de 2009 at 1:11 #

    CLAP!!! CLAP!!! CLAP!!! BRAVO!!!

  74. Almeida 18 de abril de 2009 at 1:11 #

    CLAP!!! CLAP!!! CLAP!!! BRAVO!!!

  75. Bronco 18 de abril de 2009 at 1:23 #

    Bosco, permita-me discordar da sua preferência pela guiagem por laser apenas em um ponto: a precisão das bombas guiadas à laser é maior sim, ponto. No entanto elas tem uma filosofia de emprego muito engessada pela necessidade de iluminação do alvo. Essa é uma tecnologia que foi desenvolvida ao extremo na década de 90 e que se mostrou eficaz em combates onde havia uma outra aeronave, um pod de designação ou soldado iluminando o alvo. O emprego real inicialmente se mostrou eficaz para destruir Scuds no Iraque iluminado por forças especiais. Mesmo em um ambiente de apoio à tropas em terra e vice-versa (tropas iluminando alvos prioritários para o comando) o emprego fica limitado pelas condições de tempo do ambiente de emprego e, principalmente, pela capacidade de proteção do inimigo. Lançadores de fulmígenos atrapalham de maneira efetiva a utilização dessas armas, bem como neblina, obstáculos, distância do alco… Veículos mais modernas hoje permitem um alerta antecipado se forem iluminados ou travados pelos seekers que você sugere.

    Dito isso, penso eu que cada vez mais o ambiente de batalha será permeado por armas inteligentes passivas, que dificultam sua localização e não permitem ao inimigo qualquer tempo de reação. Talvez não vejamos isso nessa década, mas a mudança é lenta e gradual, cada vez mais se pensa em desenhos furtivos, sistemas de alerta antecipado, mobilidade dos sistemas de radar no solo, sonares passivos, sonobóias, MAGE, mísseis anti-radiação de busca passiva… e penso que nessa esteira a guiagem por GPS é uma evolução em relação à guiagem por feixe laser.

    Além disso a doutrina de emprego dessa arma é mais ampla, uma vez que não necessita de apoio no solo ou de uma outra aeronave na iluminação do alvo. Evita-se a exposição de uma aeronave ao fogo inimigo e elimina-se a necessidade de infiltração de tropas no solo. Isso significa que o raio de ação dessas armas só é limitado pela quantidade de combustível que o avião carrega. No meu entender essa é uma arma estratégica, uma vez que eu considero, particularmente, as bombas guiadas a laser armas táticas por terem tantas limitações no emprego.

    Para terminar, num país como o Brasil em que as forças armadas sobrevivem com poucos recursos possuir uma arma de precisão que só necessida da plataforma aérea para garantir um strike preciso é o caminho correto, a meu ver. Principalmente se essa aeronave não precisar carregar consigo um pod de designação.

  76. Bronco 18 de abril de 2009 at 1:23 #

    Bosco, permita-me discordar da sua preferência pela guiagem por laser apenas em um ponto: a precisão das bombas guiadas à laser é maior sim, ponto. No entanto elas tem uma filosofia de emprego muito engessada pela necessidade de iluminação do alvo. Essa é uma tecnologia que foi desenvolvida ao extremo na década de 90 e que se mostrou eficaz em combates onde havia uma outra aeronave, um pod de designação ou soldado iluminando o alvo. O emprego real inicialmente se mostrou eficaz para destruir Scuds no Iraque iluminado por forças especiais. Mesmo em um ambiente de apoio à tropas em terra e vice-versa (tropas iluminando alvos prioritários para o comando) o emprego fica limitado pelas condições de tempo do ambiente de emprego e, principalmente, pela capacidade de proteção do inimigo. Lançadores de fulmígenos atrapalham de maneira efetiva a utilização dessas armas, bem como neblina, obstáculos, distância do alco… Veículos mais modernas hoje permitem um alerta antecipado se forem iluminados ou travados pelos seekers que você sugere.

    Dito isso, penso eu que cada vez mais o ambiente de batalha será permeado por armas inteligentes passivas, que dificultam sua localização e não permitem ao inimigo qualquer tempo de reação. Talvez não vejamos isso nessa década, mas a mudança é lenta e gradual, cada vez mais se pensa em desenhos furtivos, sistemas de alerta antecipado, mobilidade dos sistemas de radar no solo, sonares passivos, sonobóias, MAGE, mísseis anti-radiação de busca passiva… e penso que nessa esteira a guiagem por GPS é uma evolução em relação à guiagem por feixe laser.

    Além disso a doutrina de emprego dessa arma é mais ampla, uma vez que não necessita de apoio no solo ou de uma outra aeronave na iluminação do alvo. Evita-se a exposição de uma aeronave ao fogo inimigo e elimina-se a necessidade de infiltração de tropas no solo. Isso significa que o raio de ação dessas armas só é limitado pela quantidade de combustível que o avião carrega. No meu entender essa é uma arma estratégica, uma vez que eu considero, particularmente, as bombas guiadas a laser armas táticas por terem tantas limitações no emprego.

    Para terminar, num país como o Brasil em que as forças armadas sobrevivem com poucos recursos possuir uma arma de precisão que só necessida da plataforma aérea para garantir um strike preciso é o caminho correto, a meu ver. Principalmente se essa aeronave não precisar carregar consigo um pod de designação.

  77. Bosco 18 de abril de 2009 at 2:00 #

    Bronco,
    como estou acordado até agora esperando o treino de F-1, assitindo um filme de terror, pendurado no meu PC, fumando e bebendo uma taça de vinho tinto, acabei de ler seu comentário.
    Foi sublime e concordo plenamente.
    Em momento algum eu disse que preferia uma bomba guiada à laser. Disse apenas que estranhava que tivéssemos iniciado com uma bomba guiada por GPS/INS que é mais “complexa”. O “complexa” aí se refere ao desenvolvimento e ao projeto e não à operação.
    Eu particularmente acho que tanto as bombas guiadas por GPS-INS como as que possuem, além desses sistemas, uma cabeça buscadora para orientação terminal seja ele IIR, TV, AR, LSA, LADAR, RAS, MMW, etc, irão coexistir.
    Não se esqueça que eu também sugeri outros tipos de seeker como o do MAR-1 anti-radiação e o de imagem IR do R-Darter, com ou sem data-link, para o modo LOAL.
    É claro que foi somente em caráter especulativo já que não faço a mínima idéia da possibilidade real de integração desses sensores em bombas de qualquer natureza.
    Se pudéssemos contar com um míssil ar-sup tático com orientação terminal com alta precisão e eficiente contra alvos móveis e blindados (ex: Maverick D, Brimstone, Hellfire II, Longbow, etc) com certeza reduziríamos muito a necessidade de bombas de alta precisão e contra alvos móveis e poderíamos padronizar nosso inventário com armas guiadas por GPS/INS como essas SMKB.
    Um abraço meu caro.

  78. Bosco 18 de abril de 2009 at 2:00 #

    Bronco,
    como estou acordado até agora esperando o treino de F-1, assitindo um filme de terror, pendurado no meu PC, fumando e bebendo uma taça de vinho tinto, acabei de ler seu comentário.
    Foi sublime e concordo plenamente.
    Em momento algum eu disse que preferia uma bomba guiada à laser. Disse apenas que estranhava que tivéssemos iniciado com uma bomba guiada por GPS/INS que é mais “complexa”. O “complexa” aí se refere ao desenvolvimento e ao projeto e não à operação.
    Eu particularmente acho que tanto as bombas guiadas por GPS-INS como as que possuem, além desses sistemas, uma cabeça buscadora para orientação terminal seja ele IIR, TV, AR, LSA, LADAR, RAS, MMW, etc, irão coexistir.
    Não se esqueça que eu também sugeri outros tipos de seeker como o do MAR-1 anti-radiação e o de imagem IR do R-Darter, com ou sem data-link, para o modo LOAL.
    É claro que foi somente em caráter especulativo já que não faço a mínima idéia da possibilidade real de integração desses sensores em bombas de qualquer natureza.
    Se pudéssemos contar com um míssil ar-sup tático com orientação terminal com alta precisão e eficiente contra alvos móveis e blindados (ex: Maverick D, Brimstone, Hellfire II, Longbow, etc) com certeza reduziríamos muito a necessidade de bombas de alta precisão e contra alvos móveis e poderíamos padronizar nosso inventário com armas guiadas por GPS/INS como essas SMKB.
    Um abraço meu caro.

  79. Xr 18 de abril de 2009 at 2:06 #

    Em uma notícia no site do CTA (http://www.cta.br/noticias.htm#laboratorio), sobre a visita de uma comissão americana há uma foto na qual são observadas duas bombas com corpos centrais em laranja (protótipos), numa delas pode-se observar um kit de guia, aparentemente, à laser. Seria um projeto nacional?

    Gaspar, a foto do poster pode ser visualizada aqui:http://www.defesanet.com.br/01_l/laad2009/02_fotos.htm.
    Parabéns à cobertura!!!
    Abçs

  80. Xr 18 de abril de 2009 at 2:06 #

    Em uma notícia no site do CTA (http://www.cta.br/noticias.htm#laboratorio), sobre a visita de uma comissão americana há uma foto na qual são observadas duas bombas com corpos centrais em laranja (protótipos), numa delas pode-se observar um kit de guia, aparentemente, à laser. Seria um projeto nacional?

    Gaspar, a foto do poster pode ser visualizada aqui:http://www.defesanet.com.br/01_l/laad2009/02_fotos.htm.
    Parabéns à cobertura!!!
    Abçs

  81. J Roberto 18 de abril de 2009 at 2:32 #

    O Brasil está bem no mercado de mísseis num futuro próximo:.MAR-1,Bombas Guiadas à GPS/INS,A-darter,MSS-1.2,Piranha MAA-1B,e em breve mais mísseis vão aparecer.
    Quanto aos mísseis guiados à laser,parece que a Raytheon está desenvolvendo um míssil guiado por laser chamado Griffin disparado de tubo para armar o UAV Predator e outras aeronaves.O míssil pesa cerca de 20kg. O Predador poderá usar até três mísseis Griffin no lugar do Hellfire sendo mais longo e com menor diâmetro (13cm). O alcance é de 6 km. O míssil tem conceito modular podendo receber outros sensores e cabeças de guerra. O míssil terá baixo custo usando tecnologia existente no míssil Javelin, AIM-9X e outros projéteis guiados.

  82. J Roberto 18 de abril de 2009 at 2:32 #

    O Brasil está bem no mercado de mísseis num futuro próximo:.MAR-1,Bombas Guiadas à GPS/INS,A-darter,MSS-1.2,Piranha MAA-1B,e em breve mais mísseis vão aparecer.
    Quanto aos mísseis guiados à laser,parece que a Raytheon está desenvolvendo um míssil guiado por laser chamado Griffin disparado de tubo para armar o UAV Predator e outras aeronaves.O míssil pesa cerca de 20kg. O Predador poderá usar até três mísseis Griffin no lugar do Hellfire sendo mais longo e com menor diâmetro (13cm). O alcance é de 6 km. O míssil tem conceito modular podendo receber outros sensores e cabeças de guerra. O míssil terá baixo custo usando tecnologia existente no míssil Javelin, AIM-9X e outros projéteis guiados.

  83. Bosco 18 de abril de 2009 at 3:00 #

    Bronco,
    enquanto o treino não começa. rsrs…
    A operação de bombas guiadas por GPS apesar de a princípio parecerem simples na verdade não é.
    Para se estabelecer as coordenadas do alvo demando muito esforço, incluindo muitas vezes “comandos” infiltrados e pods de ataque com capacidade de “extrair” as coordenadas em tempo real com o auxílio de lasers. Também o radar de caças modernos com capacidade SAR pode fazer o mesmo serviço mas nem todos os caças e nem todos os alvos são passíveis disso.
    Também o uso de UAVs, satélites, aeronaves tripuladas, etc, se faz necessário.

    J. Roberto,
    não sabia do Griffin. A última vez que fiquei sabendo o míssil era chamado de DAGR, tinha menos de 12 kg e cabiam 4 mísseis no lugar de um Hellfire no lançador M299.
    Valeu!

  84. Bosco 18 de abril de 2009 at 3:00 #

    Bronco,
    enquanto o treino não começa. rsrs…
    A operação de bombas guiadas por GPS apesar de a princípio parecerem simples na verdade não é.
    Para se estabelecer as coordenadas do alvo demando muito esforço, incluindo muitas vezes “comandos” infiltrados e pods de ataque com capacidade de “extrair” as coordenadas em tempo real com o auxílio de lasers. Também o radar de caças modernos com capacidade SAR pode fazer o mesmo serviço mas nem todos os caças e nem todos os alvos são passíveis disso.
    Também o uso de UAVs, satélites, aeronaves tripuladas, etc, se faz necessário.

    J. Roberto,
    não sabia do Griffin. A última vez que fiquei sabendo o míssil era chamado de DAGR, tinha menos de 12 kg e cabiam 4 mísseis no lugar de um Hellfire no lançador M299.
    Valeu!

  85. Sérgio 18 de abril de 2009 at 3:05 #

    Bosco . Tá na hora do treino, vamos la! Vivas ao Rubinho.

  86. Sérgio 18 de abril de 2009 at 3:05 #

    Bosco . Tá na hora do treino, vamos la! Vivas ao Rubinho.

  87. Bronco 18 de abril de 2009 at 11:43 #

    Bosco, respondendo ao seu primeiro comentário:

    Eu penso que o uso de seekers, IR, guiamento por TV, enfim, poderia ser deixado para o caso de construirmos um míssel ar-terra multifunção do tipo Hellfire, por exemplo. Nesse caso específico poderia ser, como você mesmo sugere em um de seus comentários, um corpo de fácil adaptação para a cabeça escolhida. Seria uma “revolução” possuir um corpo com uma carga explosiva X que se pudesse adaptar para cada tipo de missão escolhendo a cabeça do míssel. Por exemplo, um heli caça-tanques num ambiente de grande perigo anti-aéreo poderia ser configurado para carregar mísseis guiados por TV, podendo utilizar os obstáculos naturais como escudo e deixando a operação da arma para o artilheiro, que guiaria o míssel até o alvo a uma distância segura. Caso o ambiente fosse de defesa de um ataque blindado de tanques pesados com elevada assinatura IR e magnética, a cabeça de busca poderia ser a IR, baseada no desenvolvimento do A-darter e do próprio MAA-1, que dizem ser muito sensível… e aí o pacote de missões e possibilidades seria infinito, ainda que com um arsenal extramente limitado em quantidade, mas com uma padronização absurda e muita facilidade e rapidez na adaptação.

    Respondendo ao seu segundo comentário, concordo plenamente. Essa arma não trabalha sozinha. Acrescento que existe um esforço visível das forças armadas – principalmente do exército – em dominar a inteligência no campo de batalha. E aí vemos um gasto maior em C3I, guerra em redes, programa soldado do futuro, UAVs…

    Portanto, os UAVs, os A-1R, e talvez nossa maior arma nesse quesito, o R99, bem como qualquer avião comercial disfarçado poderia fazer a aquisição das coordenadas do alvo e enviá-las ao centro de comando. Mais do que isso, uma biblioteca de alvos priortitários poderia ser criada em questão de dias com a utilização dos satélites fotográficos contratados pelas agências brasileiras para outros fins.

    Perceba que as novidades estão saindo do forno de maneira gradual e conjunta. A doutrina gera desenvolvimento de plataformas e armamentos por uma empresa, que por sua vez geram uma necessidade que é atendida por outra empresa, e assim por diante. Centros de comando e controle, AR-1, R-99, Bombas guiadas, UAVs… todos numa certa ordem, sendo desenvolvidos um a um.

    Veja bem, como exemplo uso também o desenvolvimento de um míssel anti-radiação, que não é por acaso. É a necessidade da força aérea de conseguir vantagem na guerra aérea via supressão de defesas aéreas, já que operamos plataformas defasadas com grande assinatura radar. Mas as operaremos por mais 15 anos, pelo menos! Fossem nossos aviões apenas minúsculos pontos na tela inimiga, partiríamos para o desenvolvimento de outras armas. Acredito sinceramente que não verei um F-22 carregando um HARM, uma vez que a doutrina de emprego do avião dispensa o uso de armas anti-radiação, e se concentra nas defesas passivas caso seja detectado. Mas veria um pacote de A-1 e F-5 armados com o MAR-1, uma vez que a necessidade desses aviões em utilizar um míssel de supressão de defesas é infinitamente superior ao uso da mesma arma por um avião de 5° geração.

    Sei que estou chovendo no molhado, mas é só uma questão para reflexão e para garantir a ilustração do que penso.

    E sim, o desenvolvimento e emprego dessas armas é complicado. Mas é algo novo até para forças mais experientes em combate com o uso das JDAM, por exemplo. A doutrina exata ainda não foi experimentada mesmo com a vasta utilização dessas armas na guerra moderna. Estamos todos engatinhando na utilização dessas armas e na extração do verdadeiro potencial delas.

    Uma coisa que eu penso ser ideal é, talvez, usar sensores redundantes, fazendo uma correção de trajetória de última hora para garantir maior precisão no alvo. Ou, provavelmente, utilizando-se na maioria dos casos bombas de fragmentação em vez das HE de alto poder explosivo.

    Lembro de ter lido que a energia cinética que essas armas carregam é algo assombroso. Algumas bombas de perfuração americanas já conseguiram furar 11 metros de concreto. Muitas vezes no Iraque as forças americanas levaram bombas “mortas”, que não explodiam, por precisavam acertas apenas uma sala de um prédio, ou um pequeno porão de armas.

    É por isso que eu afirmo que a doutrina de emprego ainda não está totalmente desenvolvida do lado de lá, mas com o tempo aprenderemos a utilizar essas armas de maneira eficaz, reduzindo a limitação de precisão do equipamento.

    Perdão pelo post longo. Um grande abraço, meu quase “Xará”. Rs

  88. Bronco 18 de abril de 2009 at 11:43 #

    Bosco, respondendo ao seu primeiro comentário:

    Eu penso que o uso de seekers, IR, guiamento por TV, enfim, poderia ser deixado para o caso de construirmos um míssel ar-terra multifunção do tipo Hellfire, por exemplo. Nesse caso específico poderia ser, como você mesmo sugere em um de seus comentários, um corpo de fácil adaptação para a cabeça escolhida. Seria uma “revolução” possuir um corpo com uma carga explosiva X que se pudesse adaptar para cada tipo de missão escolhendo a cabeça do míssel. Por exemplo, um heli caça-tanques num ambiente de grande perigo anti-aéreo poderia ser configurado para carregar mísseis guiados por TV, podendo utilizar os obstáculos naturais como escudo e deixando a operação da arma para o artilheiro, que guiaria o míssel até o alvo a uma distância segura. Caso o ambiente fosse de defesa de um ataque blindado de tanques pesados com elevada assinatura IR e magnética, a cabeça de busca poderia ser a IR, baseada no desenvolvimento do A-darter e do próprio MAA-1, que dizem ser muito sensível… e aí o pacote de missões e possibilidades seria infinito, ainda que com um arsenal extramente limitado em quantidade, mas com uma padronização absurda e muita facilidade e rapidez na adaptação.

    Respondendo ao seu segundo comentário, concordo plenamente. Essa arma não trabalha sozinha. Acrescento que existe um esforço visível das forças armadas – principalmente do exército – em dominar a inteligência no campo de batalha. E aí vemos um gasto maior em C3I, guerra em redes, programa soldado do futuro, UAVs…

    Portanto, os UAVs, os A-1R, e talvez nossa maior arma nesse quesito, o R99, bem como qualquer avião comercial disfarçado poderia fazer a aquisição das coordenadas do alvo e enviá-las ao centro de comando. Mais do que isso, uma biblioteca de alvos priortitários poderia ser criada em questão de dias com a utilização dos satélites fotográficos contratados pelas agências brasileiras para outros fins.

    Perceba que as novidades estão saindo do forno de maneira gradual e conjunta. A doutrina gera desenvolvimento de plataformas e armamentos por uma empresa, que por sua vez geram uma necessidade que é atendida por outra empresa, e assim por diante. Centros de comando e controle, AR-1, R-99, Bombas guiadas, UAVs… todos numa certa ordem, sendo desenvolvidos um a um.

    Veja bem, como exemplo uso também o desenvolvimento de um míssel anti-radiação, que não é por acaso. É a necessidade da força aérea de conseguir vantagem na guerra aérea via supressão de defesas aéreas, já que operamos plataformas defasadas com grande assinatura radar. Mas as operaremos por mais 15 anos, pelo menos! Fossem nossos aviões apenas minúsculos pontos na tela inimiga, partiríamos para o desenvolvimento de outras armas. Acredito sinceramente que não verei um F-22 carregando um HARM, uma vez que a doutrina de emprego do avião dispensa o uso de armas anti-radiação, e se concentra nas defesas passivas caso seja detectado. Mas veria um pacote de A-1 e F-5 armados com o MAR-1, uma vez que a necessidade desses aviões em utilizar um míssel de supressão de defesas é infinitamente superior ao uso da mesma arma por um avião de 5° geração.

    Sei que estou chovendo no molhado, mas é só uma questão para reflexão e para garantir a ilustração do que penso.

    E sim, o desenvolvimento e emprego dessas armas é complicado. Mas é algo novo até para forças mais experientes em combate com o uso das JDAM, por exemplo. A doutrina exata ainda não foi experimentada mesmo com a vasta utilização dessas armas na guerra moderna. Estamos todos engatinhando na utilização dessas armas e na extração do verdadeiro potencial delas.

    Uma coisa que eu penso ser ideal é, talvez, usar sensores redundantes, fazendo uma correção de trajetória de última hora para garantir maior precisão no alvo. Ou, provavelmente, utilizando-se na maioria dos casos bombas de fragmentação em vez das HE de alto poder explosivo.

    Lembro de ter lido que a energia cinética que essas armas carregam é algo assombroso. Algumas bombas de perfuração americanas já conseguiram furar 11 metros de concreto. Muitas vezes no Iraque as forças americanas levaram bombas “mortas”, que não explodiam, por precisavam acertas apenas uma sala de um prédio, ou um pequeno porão de armas.

    É por isso que eu afirmo que a doutrina de emprego ainda não está totalmente desenvolvida do lado de lá, mas com o tempo aprenderemos a utilizar essas armas de maneira eficaz, reduzindo a limitação de precisão do equipamento.

    Perdão pelo post longo. Um grande abraço, meu quase “Xará”. Rs

  89. J Roberto 18 de abril de 2009 at 12:57 #

    É bosco,mas como a tecnologia não para,a Raytheon aperfeiçou esse míssil,e aquele que tiver melhor relação custo/benefício fica. Sobre as bombas guiadas,para atacar com precisão alvos bem defendidos com defesas aérea de área, existe uma versão como a do míssil de médio alcance Kh-59M (AS-18 Kazoo) guiado por TV e alcance de 130km.

    Os mísseis guiados por IR como a Opher e Maverick são atrativos por poderem atacar alvos em terra e no mar. As bombas guiadas a laser também tem esta capacidade, mas não são armas do tipo “dispare-e-esqueça” com a aeronave tendo que se expor as defesas por mais tempo,além da linha do horizonte.
    Por motivos de custos, as armas guiadas são usados apenas por alguns esquadrões de um tipo de aeronave na maioria das forças aéreas, ou instalados em apenas algumas aeronaves do esquadrão,no caso da FAB,seria nos AMX.

    Com os designadores laser atuais, uma bomba guiada a laser pode atacar alvos navais a mais de 30 quilômetros e bem longe das defesas de ponto. Mísseis guiados por TV/IR de longo alcance também são atrativos por poderem atacar defesas bem preparadas, em terra e no mar, a partir de longas distâncias, incluindo supressão de defesas.

    uma nova geração de armas guiadas americanas foram introduzidas a partir do fim da década de 80: a JSOW é uma lança granadas usada para supressão de defesas e atacar alvos bem defendidos a partir de longa distâncias; a JDAM é um kit de guiagem GPS/INS para bombas convencionais; a WCMD é uma bomba lança granadas que pode ser lançada a partir de média altitude; e o JASSM é um míssil cruise de médio alcance disparado contra alvos bem defendidos.

    abs

  90. J Roberto 18 de abril de 2009 at 12:57 #

    É bosco,mas como a tecnologia não para,a Raytheon aperfeiçou esse míssil,e aquele que tiver melhor relação custo/benefício fica. Sobre as bombas guiadas,para atacar com precisão alvos bem defendidos com defesas aérea de área, existe uma versão como a do míssil de médio alcance Kh-59M (AS-18 Kazoo) guiado por TV e alcance de 130km.

    Os mísseis guiados por IR como a Opher e Maverick são atrativos por poderem atacar alvos em terra e no mar. As bombas guiadas a laser também tem esta capacidade, mas não são armas do tipo “dispare-e-esqueça” com a aeronave tendo que se expor as defesas por mais tempo,além da linha do horizonte.
    Por motivos de custos, as armas guiadas são usados apenas por alguns esquadrões de um tipo de aeronave na maioria das forças aéreas, ou instalados em apenas algumas aeronaves do esquadrão,no caso da FAB,seria nos AMX.

    Com os designadores laser atuais, uma bomba guiada a laser pode atacar alvos navais a mais de 30 quilômetros e bem longe das defesas de ponto. Mísseis guiados por TV/IR de longo alcance também são atrativos por poderem atacar defesas bem preparadas, em terra e no mar, a partir de longas distâncias, incluindo supressão de defesas.

    uma nova geração de armas guiadas americanas foram introduzidas a partir do fim da década de 80: a JSOW é uma lança granadas usada para supressão de defesas e atacar alvos bem defendidos a partir de longa distâncias; a JDAM é um kit de guiagem GPS/INS para bombas convencionais; a WCMD é uma bomba lança granadas que pode ser lançada a partir de média altitude; e o JASSM é um míssil cruise de médio alcance disparado contra alvos bem defendidos.

    abs

  91. lucas lasota 18 de abril de 2009 at 19:06 #

    Bosco,

    valeu pelo comentario, e eu tambem me esposo da sua opiniao. A avibras passa por um momento dificil. Esta em recuperacao judicial, lutando pela sobrevivencia agora. Mas creio que ela nao nos deixara na mao. Amo muito ela..rs.

    De qualquer forma, gostaria de te perguntar se vc sabe de algum detalhe mais robusto sobre esse vant que a avibras expos nessa laad. achei o conceito interessante.

    abraco mano!

  92. lucas lasota 18 de abril de 2009 at 19:06 #

    Bosco,

    valeu pelo comentario, e eu tambem me esposo da sua opiniao. A avibras passa por um momento dificil. Esta em recuperacao judicial, lutando pela sobrevivencia agora. Mas creio que ela nao nos deixara na mao. Amo muito ela..rs.

    De qualquer forma, gostaria de te perguntar se vc sabe de algum detalhe mais robusto sobre esse vant que a avibras expos nessa laad. achei o conceito interessante.

    abraco mano!

  93. Bosco 18 de abril de 2009 at 19:15 #

    Lucas,
    eu só vi uma foto em outro site.
    Me pareceu um conceito bem moderno de um UAV com capacidade VTOL mas com as vantagens de uma aeronave convencional.
    Ele usa um sistema desenvolvido na década de 80 que não me lembro o nome em que todo o corpo da aeronave gira para cima permitindo ao rotor dar sustentação para os pousos e decolagens, mas a cauda fica na posição horizontal.
    Vou procurar uma foto e o nome e te falo.
    Um abraço.

  94. Bosco 18 de abril de 2009 at 19:15 #

    Lucas,
    eu só vi uma foto em outro site.
    Me pareceu um conceito bem moderno de um UAV com capacidade VTOL mas com as vantagens de uma aeronave convencional.
    Ele usa um sistema desenvolvido na década de 80 que não me lembro o nome em que todo o corpo da aeronave gira para cima permitindo ao rotor dar sustentação para os pousos e decolagens, mas a cauda fica na posição horizontal.
    Vou procurar uma foto e o nome e te falo.
    Um abraço.

  95. Bosco 18 de abril de 2009 at 19:22 #

    Lucas,
    pela foto que eu vi o UAV brasileiro parece ser de um conceito muito avançado baseado no Freewing Scorpion.
    Não vou postar o endereço da foto da Avibrás para não ser deselegante que sei deverá ser matéria de um post futuro do blog, mas te adianto que é parecido com esse:
    ((http://www.wildrc.com/images/dansprojects/freewing2.jpg))
    Um abraço.

  96. Bosco 18 de abril de 2009 at 19:22 #

    Lucas,
    pela foto que eu vi o UAV brasileiro parece ser de um conceito muito avançado baseado no Freewing Scorpion.
    Não vou postar o endereço da foto da Avibrás para não ser deselegante que sei deverá ser matéria de um post futuro do blog, mas te adianto que é parecido com esse:
    ((http://www.wildrc.com/images/dansprojects/freewing2.jpg))
    Um abraço.

  97. Bosco 18 de abril de 2009 at 19:48 #

    Esse conceito é conhecido com “tilt body”.

  98. Bosco 18 de abril de 2009 at 19:48 #

    Esse conceito é conhecido com “tilt body”.

  99. lucas lasota 18 de abril de 2009 at 20:01 #

    interessantissimo. acho que vingara!

    valeu pela presteza!!

  100. lucas lasota 18 de abril de 2009 at 20:01 #

    interessantissimo. acho que vingara!

    valeu pela presteza!!

  101. Bosco 18 de abril de 2009 at 20:23 #

    Lucas,
    só fazendo uma ressalva. O sistema “tilt body” permite uma capacidade SSTOL mas não VTOL.

  102. Bosco 18 de abril de 2009 at 20:23 #

    Lucas,
    só fazendo uma ressalva. O sistema “tilt body” permite uma capacidade SSTOL mas não VTOL.

  103. Marco 19 de abril de 2009 at 8:15 #

    Ola a a todos!Gostava realmente de saber uma coisa… é possivel um caça conseguir escapar a um missil so atraves da sua manobralidade e velocidade? E ja agora suponhamos o seguinte cenario: um caça su-35 bm consegue escapar a um missil desses de 5ª geração (tendo escapado através da supermanobralidade), o su 35 teria de continuar a fugir do missil ate este ser destruido ou ate perder potencia? Ou apos escapar da primeira vez ja nao precisa de se preocupar mais?
    Os meus cumprimentos as todos aqui no blog aereo.

  104. Marco 19 de abril de 2009 at 8:15 #

    Ola a a todos!Gostava realmente de saber uma coisa… é possivel um caça conseguir escapar a um missil so atraves da sua manobralidade e velocidade? E ja agora suponhamos o seguinte cenario: um caça su-35 bm consegue escapar a um missil desses de 5ª geração (tendo escapado através da supermanobralidade), o su 35 teria de continuar a fugir do missil ate este ser destruido ou ate perder potencia? Ou apos escapar da primeira vez ja nao precisa de se preocupar mais?
    Os meus cumprimentos as todos aqui no blog aereo.

  105. AL 19 de abril de 2009 at 9:37 #

    Fico pensando num AMX armado com duas dessas e dois MAR-1! Qualquer Morales, Correa, Lugo e Chaves da vida pensariam duas vezes em nos encher o saco, ainda mais com alguns Rafales, Gripen ou F-18 dando cobertura… São notícias alentadoras mesmo. Abraços.

  106. AL 19 de abril de 2009 at 9:37 #

    Fico pensando num AMX armado com duas dessas e dois MAR-1! Qualquer Morales, Correa, Lugo e Chaves da vida pensariam duas vezes em nos encher o saco, ainda mais com alguns Rafales, Gripen ou F-18 dando cobertura… São notícias alentadoras mesmo. Abraços.

  107. Baschera 19 de abril de 2009 at 17:41 #

    Marco,
    Se o míssil já tiver engajado o avião, o avião pode tentar engana-lo com chaft/flares, contanto que sua cabeça de busca seja IR, mas se não for…… terá que correr mesmo e só vai escapar se sua velocidade de fuga for maior que a do míssil. Se o míssil buscar o alvo com radar próprio o avião alvo tentará interferir eletronicamente nas emissões radar, mas se falhar e o míssil conseguir engajar o alvo…… é melhor rezar !! Mas diria que cada caso é um caso.

    Sds.

  108. Baschera 19 de abril de 2009 at 17:41 #

    Marco,
    Se o míssil já tiver engajado o avião, o avião pode tentar engana-lo com chaft/flares, contanto que sua cabeça de busca seja IR, mas se não for…… terá que correr mesmo e só vai escapar se sua velocidade de fuga for maior que a do míssil. Se o míssil buscar o alvo com radar próprio o avião alvo tentará interferir eletronicamente nas emissões radar, mas se falhar e o míssil conseguir engajar o alvo…… é melhor rezar !! Mas diria que cada caso é um caso.

    Sds.

  109. Marco Antonio Lins 20 de abril de 2009 at 8:49 #

    Vejam no proprio site a pesquiza efetuada, a diferença favoravel ao SU-35BM, acho que a sociedade civil tem poder de decisão tabem para a escolha de nossos aviões.

    Cordialmente

  110. Marco Antonio Lins 20 de abril de 2009 at 8:49 #

    Vejam no proprio site a pesquiza efetuada, a diferença favoravel ao SU-35BM, acho que a sociedade civil tem poder de decisão tabem para a escolha de nossos aviões.

    Cordialmente

  111. Bosco 20 de abril de 2009 at 14:46 #

    Bronco,
    provavelmente a despeito do F-22 ser um stealth o mesmo irá incorporar no seu pool de armas um míssil anti-radiação.
    Um provável futuro sucessor do Amraam em estudo terá função ar-sup tanto sendo utilizado contra radares como contra alvos táticos (veículos blindados, etc). Ele é o JDRADM.
    Vale lembrar que o atual míssil anti-radiação americano não cabe no compartimento de bombas do F-22 e se fosse usado teria que ser externamente o que não traria nenhuma vantagem, já que degradaria a furtividade do mesmo.
    Um abraço meu quase xará (ou chará, que dá no mesmo).

  112. Bosco 20 de abril de 2009 at 14:46 #

    Bronco,
    provavelmente a despeito do F-22 ser um stealth o mesmo irá incorporar no seu pool de armas um míssil anti-radiação.
    Um provável futuro sucessor do Amraam em estudo terá função ar-sup tanto sendo utilizado contra radares como contra alvos táticos (veículos blindados, etc). Ele é o JDRADM.
    Vale lembrar que o atual míssil anti-radiação americano não cabe no compartimento de bombas do F-22 e se fosse usado teria que ser externamente o que não traria nenhuma vantagem, já que degradaria a furtividade do mesmo.
    Um abraço meu quase xará (ou chará, que dá no mesmo).

  113. Nelson Lima 20 de abril de 2009 at 16:45 #

    Devia ser batizada senta a pua 1 !

  114. Nelson Lima 20 de abril de 2009 at 16:45 #

    Devia ser batizada senta a pua 1 !

  115. J roberto 20 de abril de 2009 at 19:25 #

    Além da SMKB,a Britanite junto com a Mectron,está desenvolvendo uma nova arma com capacidade naval e terrestre.Trate-se de um míssil-foguete superfície-superfície com alcance de 150Km iniciais.É a foto daquele caminhão parecendo o Astro II,que o amigo Gaspar cgegou a comentar,no plano de fundo das fotos das Bombas Guiadas.
    O “híbrido” é, na realidade, um foguete nos primeiros estágios. No último, se transforma em uma cabeça de guerra guiada, o que causa essa dúvida quanto a nomenclatura da arma.

    O projeto vem sendo desenvolvido há alguns anos. Atualmente, a parte de propulsão já está pronta, enquanto a cabeça de guiagem vem sendo desenvolvida há cerca de seis meses e deve estar concluída daqui a outros dez. A bomba guiada SMKB, aliás, é uma conseqüência direta do desenvolvimento deste híbrido. Boa parte do que foi desenvolvido para o híbrido foi aproveitado no projeto do kit de guiagem nacional.

    A princípio o foguete/míssil será guiado por GPS, Glonass ou Galileo, mas outra alternativa de guiagem também está sendo desenvolvida para garantir a precisão da arma mesmo se o acesso a esses sistemas for negado pelos países de origem na ocasião de algum conflito. Os detalhes desse sistema alternativo, porém, ainda não foram divulgados.

    O foguete funcionaria da seguinte maneira: um veículo leve ou um navio lançaria o foguete, que contaria apenas com aletas estabilizadoras retráteis na parte de trás. Então, por volta de 3/4 da trajetória do artefato, o corpo com o sistema de propulsão é descartado, sobrando apenas a cabeça do foguete que segue em trajetória balística. Logo depois, ela se abre de forma idêntica ao invólucro de uma bomba de fragmentação e então um projétil parecido com um míssil é revelado. Ele abre aletas pelo corpo e aciona o sistema de guiagem. Nesse ponto, a arma que agora se reduz a uma cabeça de guerra, um sistema de guiagem e aletas de controle, segue em direção ao alvo determinado e causa o impacto.

    A precisão do “híbrido” é estimada dependendo da qualidade do link com os satélites de posicionamento. Se esse link for bom, a precisão chega a menos de 1 metro. Alguns cálculos e testes estão sendo feitos para determinar e aperfeiçoar o alcance. A última e maior estimativa está por volta dos 150km.
    Uma vantagem apontada por um representante da Britanite está na plataforma de lançamento desta arma, que diferente, por exemplo, da necessária para o sistema ASTROS. Essa não precisaria de um veículo de grande porte com sistema de patolagem, já que a precisão da arma se daria na área do alvo e não no momento do lançamento.

    Uma plataforma estabilizada para o lançamento deste foguete a partir de navios também está em desenvolvimento. Ela levaria em conta os movimentos da embarcação, produziria um padrão e assim estabilizaria em dois eixos a plataforma para o lançamento ideal do híbrido.
    Segundo a Britanite,essa nova arma começará os testes daqui a 1 ano.

    abs

  116. J roberto 20 de abril de 2009 at 19:25 #

    Além da SMKB,a Britanite junto com a Mectron,está desenvolvendo uma nova arma com capacidade naval e terrestre.Trate-se de um míssil-foguete superfície-superfície com alcance de 150Km iniciais.É a foto daquele caminhão parecendo o Astro II,que o amigo Gaspar cgegou a comentar,no plano de fundo das fotos das Bombas Guiadas.
    O “híbrido” é, na realidade, um foguete nos primeiros estágios. No último, se transforma em uma cabeça de guerra guiada, o que causa essa dúvida quanto a nomenclatura da arma.

    O projeto vem sendo desenvolvido há alguns anos. Atualmente, a parte de propulsão já está pronta, enquanto a cabeça de guiagem vem sendo desenvolvida há cerca de seis meses e deve estar concluída daqui a outros dez. A bomba guiada SMKB, aliás, é uma conseqüência direta do desenvolvimento deste híbrido. Boa parte do que foi desenvolvido para o híbrido foi aproveitado no projeto do kit de guiagem nacional.

    A princípio o foguete/míssil será guiado por GPS, Glonass ou Galileo, mas outra alternativa de guiagem também está sendo desenvolvida para garantir a precisão da arma mesmo se o acesso a esses sistemas for negado pelos países de origem na ocasião de algum conflito. Os detalhes desse sistema alternativo, porém, ainda não foram divulgados.

    O foguete funcionaria da seguinte maneira: um veículo leve ou um navio lançaria o foguete, que contaria apenas com aletas estabilizadoras retráteis na parte de trás. Então, por volta de 3/4 da trajetória do artefato, o corpo com o sistema de propulsão é descartado, sobrando apenas a cabeça do foguete que segue em trajetória balística. Logo depois, ela se abre de forma idêntica ao invólucro de uma bomba de fragmentação e então um projétil parecido com um míssil é revelado. Ele abre aletas pelo corpo e aciona o sistema de guiagem. Nesse ponto, a arma que agora se reduz a uma cabeça de guerra, um sistema de guiagem e aletas de controle, segue em direção ao alvo determinado e causa o impacto.

    A precisão do “híbrido” é estimada dependendo da qualidade do link com os satélites de posicionamento. Se esse link for bom, a precisão chega a menos de 1 metro. Alguns cálculos e testes estão sendo feitos para determinar e aperfeiçoar o alcance. A última e maior estimativa está por volta dos 150km.
    Uma vantagem apontada por um representante da Britanite está na plataforma de lançamento desta arma, que diferente, por exemplo, da necessária para o sistema ASTROS. Essa não precisaria de um veículo de grande porte com sistema de patolagem, já que a precisão da arma se daria na área do alvo e não no momento do lançamento.

    Uma plataforma estabilizada para o lançamento deste foguete a partir de navios também está em desenvolvimento. Ela levaria em conta os movimentos da embarcação, produziria um padrão e assim estabilizaria em dois eixos a plataforma para o lançamento ideal do híbrido.
    Segundo a Britanite,essa nova arma começará os testes daqui a 1 ano.

    abs

  117. Eleazar Moura Jr. 21 de abril de 2009 at 7:19 #

    Isso era prá ontem.A maior evidência do enorme hiato tecnológico que separa as grandes potências dos países subdesenvolvidos tinha uma amostra quanto à fabricação de bombas “inteligentes”. Sempe me pus a perguntar:caramba, os americanos já usavam na década de 60 e será que até hoje o CTA e as empresas nacionais não tiveram competência tecnológica de produzir um artefato semelhante?

  118. Eleazar Moura Jr. 21 de abril de 2009 at 7:19 #

    Isso era prá ontem.A maior evidência do enorme hiato tecnológico que separa as grandes potências dos países subdesenvolvidos tinha uma amostra quanto à fabricação de bombas “inteligentes”. Sempe me pus a perguntar:caramba, os americanos já usavam na década de 60 e será que até hoje o CTA e as empresas nacionais não tiveram competência tecnológica de produzir um artefato semelhante?

  119. Miguel Motta. 3 de maio de 2009 at 2:37 #

    SENHORES,

    POR FAVOR VEJAM OS SITES DA BRITANITE DEFENCE SYSTEMS AND
    AEROSPACE.

    http://www.ibq.com.br

    http://www.aeqbritanite.com.br

    UM ABRACO
    Motta.

  120. Miguel Motta. 3 de maio de 2009 at 2:37 #

    SENHORES,

    POR FAVOR VEJAM OS SITES DA BRITANITE DEFENCE SYSTEMS AND
    AEROSPACE.

    http://www.ibq.com.br

    http://www.aeqbritanite.com.br

    UM ABRACO
    Motta.

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