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Projeto Veículo Aéreo Não-Tripulado da FAB – Etapa RFI

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O Comando da Aeronáutica, atento às necessidades operacionais e em consonância com a política governamental de capacitação da indústria aeronáutica nacional, iniciou o processo para aquisição de Veículo Aéreo Não-Tripulado (VANT).

O cerne deste projeto consiste em adquirir VANT para estabelecimento de doutrina na Força Aérea Brasileira, que o empregará em missões de reconhecimento e como plataforma intermediária de comunicação, e capacitar a indústria aeronáutica para o desenvolvimento de um VANT totalmente nacional.

O Projeto VANT se encontra na fase de solicitação de informações (Request For Information – RFI) às empresas capacitadas para fornecer tal equipamento, baseado nos requisitos operacionais (ROP) estabelecidos pelo Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER).

Para tanto, nove empresas foram selecionadas e receberão o RFI: as brasileiras Aeroeletrônica e AVIBRAS, as israelenses Elbit e IAI, a sul-africana Denel, a norte-americana Boeing, a russa Irkut, a européia EADS-Casa e a italiana GALILEU AVIÔNICA.

O Comando da Aeronáutica ressalta que este projeto manterá o foco em aspectos relacionados às condições das ofertas de compensação comercial (offset) e o grau de transferência de tecnologia para a indústria aeronáutica brasileira.

Brigadeiro-do-Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

FONTE: CECOMSAER

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marcandrey
marcandrey
11 anos atrás

Alguem poderia informar a quantidade de VANTS que a FAB pretende comprar???

Zero Uno
Zero Uno
11 anos atrás

Acho que um pequena quantidade inicialmente para estabelecer um doutrina operacional como disse a reportagem. Após isso a FAB – como é de costume nas Forças Armadas – iniciará estudos para estabelecer quais unidades – bases aéreas – espalhadas pelo país receberão mais VANT”S ou se ficará concentrado numa só unidade já criada ou a ser criada…

Essa é a minha opnião.

Abraços.

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

essa noticia nos tras bons ares de coerencia de acoes por parte da FAB. os offsets devem ser usados de forma sistematica e acurada, sob pena de serem ineficientes. o conceito juridico de offset se resume em: contratos ou clausulas contratuais firmadas em contrapartida a alguma compra governamental em funcao da atividade estatal de fomento cientifico tecnologico. o inicio das praticas de offsets foi na decada de 50 quando os EUA e inglaterra tiveram por escopo fomentar tecnologicamente suas empresas, bem como a realizar a prospeccao de novos mercados. entretanto o custo-beneficio destas praticas nos anos 80-90 foi reduzido a… Read more »

edilson
edilson
11 anos atrás

Esta é sem dúvida a notícia da semana.
ainda há tempo para recurperamos o tempo perdido d enão termos invvestido nos VANT antes.
é uma ótima oportunidade para a nossa indústria e para a nossa força aérea alavancar o desenvolvimento tecnológico e ampliar as capacidades operacionais.
este é um campo dominado (no real sentido da palavra) por poucas nações no mundo.
parabéns das forças armadas e ao MD.

Noel
Noel
11 anos atrás

Só prá informação, o Projeto VANT já esta envolvendo a MB, o EB e a PF.

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
11 anos atrás

Finalmente as Forças Armadas estão acordando para este equipamento. Ainda dá tempo de recuperarmos o tempo perdido, ou alguém uvida do que pode ser feito com um GlobalHawk ou um Predator. Temos empresas já investindo em VANTs de vários tamanhos e usos, até a segurança pública poderá utilizá-los tb, pois é muito mais barato a sua hora de vôo durante um patrulhamento do que um helicóptero, deixando este último para apoio aéreo.

Sopa
Sopa
11 anos atrás

Cara fiquei muito feliz quando vi o Jabiru, muito bonitinho ele, e dai pra frente que o Brasil (com ajuda do governo claro!!)vai conseguir chegar num Predator, espero logo logo ver um desses na BAAN !!

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás
Baschera
Baschera
11 anos atrás

Senhores,
Para o VANT-FX, escrevam aí o que um passarinho de gravata comentou:
Será entre o ELBIT Hermes 450 ou 900 e o DENEL Bateleur.
Vamos ver !!

Sds.

J Roberto
J Roberto
11 anos atrás

Alguns observadores sugerem a possibilidade de que essas duas plataformas sejam escolhidas-cada uma atendendo a um segmento diferente.
O Bateleur é uma plataforma com 750Km de alcance a autonomia de 18 a 24 horas seguido do Hermes 450 israelense.

sds.

J Roberto
J Roberto
11 anos atrás

E a indústria de defesa israelense não para de inovar!
A IAI israelense está desenvolvendo também um UAV anti-míssil capaz de caçar alvos em terra como baterias de mísseis SAM e lançadores de mísseis balísticos. Será um UAV descartável chamado de Harop. O alcance será de 1000km com autonomia de quatro horas. A aparência externa é similar ao Harpy, mas asas maiores, e nariz mais comprido com canards. O Harop é lançado de terra e usa sensor de imagem para detectar e atacar alvos.

sds.

Andre de POA
Andre de POA
11 anos atrás

Creio que a aeroeletrônica tem chances, pelo menos a experiência tem. Afinal quando trabalhei lá nos anos dourados da industria militar foi desenvolvido um drone muito bom (para a época). Creio que se pegarem o projeto original e modernizar é possivel um produto do tipo 3B, bom, bonito e barato.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Creio que a aeroeletrônica tem chances, pelo menos a experiência tem.”

Qual o produto atual da AEL??? Sem ser do catálogo Ebit???

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

Infelizmente esta, espera-se, concorrência não abranje os principais modelos de mercado, as ausências do “Reaper” e do “Predator” são inexplicáveis, somente p/ citar 2 dos modelos mais bem sucedidos e capazes do mercado.

J Roberto
J Roberto
11 anos atrás

Mauricio R.

Parece que o preço dos dois é um pouquinho salgado também!
A Itália comprou quatro UAV Reaper por US$ 330 milhões incluindo três estações de comando e cinco anos de apoio logístico. Um UAV Predator custa US$ 4,5 milhões e o Reaper US$ 9 milhões. O Reaper é capaz de ficar 24 horas no ar contra 40 horas do Predator, mas poucas missões precisam durar mais de 24 horas. O sensor tem a qualidade de casulos modernos como o Litening.

Andre de Poa

Essa foi boa: produto 3B – Bom-Bonito e Barato.

sds!

Andre de POA
Andre de POA
11 anos atrás

Mauricio R “Qual o produto atual da AEL??? Sem ser do catálogo Ebit???” Me pegou, mas se a AEL hoje pertence aos Israelenses todo o seu catalogo passa a ser deles, incluindo os totalmente desenvolvidos aqui como a primeira safra de aviônicos do AMX,Tucano alem do velho e bom drone que deve ter seu projeto bem guardadinho. Eu vejo uma discussão quase filosófica sobre custos,funções e tecnologia de ponta. Creio ser realista pensar em algo mais adequado a nossa realidade local e a situação da america latina neste contexto de crise econômica. No blog naval tem um ótimo texto sobre… Read more »

joao terba
joao terba
11 anos atrás

Tem de inventar o caça UAV.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

André de Poa,

“que é aqui no nosso entorno e não la no afeganistão com link via satelite”

Viu sem o link de satélite vc fica limitado á “linha de vista”, e isto não justifica UAV nenhum.

“Produto local é o ideal, mesmo não tão moderno.”

Prende esse cara!!! Amordaça, tortura, mata!!!
Material bélico aguenta menos desforo que dinheiro.
O que não pode é produto local ruim, levar a melhor, ser privilegiado, somente por causa disto.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Parece que o preço dos dois é um pouquinho salgado também!”

J Roberto,

Provados em combate, diz tdo do que ambos são capazes.
E capacidade comprovada, custuma custar caro, mas resolve.

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

Mauricio R.

Que histeria e essa? De uma lida no meu post la de cima. O produto nacional e o mister a ser feito. A ajuda estrangeira vira com decorrencia do offset. Le la e entenda.

Sérgio
Sérgio
11 anos atrás

Pessoal, existem pesquisas em Universidades Federais já utilizando verdadeiras minas de Receitas, pois são veículos resistentes e de qualidade.
O CTEx já está de posse de alguns para estudos e o problema é grana para melhor desenvolvimento. Agora na minha opinião não podemos passar para a iniciativa privada, e esta, ser absorvida por uma multinacional da vida tipo a menção do Andre de POA, ficando com projetos engavetados e ainda pagando Royaties. Não havendo desenvolvimento e sequencias não há parque industrial, só montadoras tipo Hélibrás.

andre de poa
11 anos atrás

Mauricio R

“Prende esse cara!!! Amordaça, tortura, mata!!!
Material bélico aguenta menos desforo que dinheiro.
O que não pode é produto local ruim, levar a melhor, ser privilegiado, somente por causa disto.”

Calma amigo, esta é a minha opinião que privilegia projetos desenvolvidos localmente (vício de quem já trabalhou na area). O “produto local ruim” é por tua conta, eu não falei isso.
Easy man

marcandrey
marcandrey
11 anos atrás

Alguem poderia informar a quantidade de VANTS que a FAB pretende comprar???

Zero Uno
Zero Uno
11 anos atrás

Acho que um pequena quantidade inicialmente para estabelecer um doutrina operacional como disse a reportagem. Após isso a FAB – como é de costume nas Forças Armadas – iniciará estudos para estabelecer quais unidades – bases aéreas – espalhadas pelo país receberão mais VANT”S ou se ficará concentrado numa só unidade já criada ou a ser criada…

Essa é a minha opnião.

Abraços.

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

essa noticia nos tras bons ares de coerencia de acoes por parte da FAB. os offsets devem ser usados de forma sistematica e acurada, sob pena de serem ineficientes. o conceito juridico de offset se resume em: contratos ou clausulas contratuais firmadas em contrapartida a alguma compra governamental em funcao da atividade estatal de fomento cientifico tecnologico. o inicio das praticas de offsets foi na decada de 50 quando os EUA e inglaterra tiveram por escopo fomentar tecnologicamente suas empresas, bem como a realizar a prospeccao de novos mercados. entretanto o custo-beneficio destas praticas nos anos 80-90 foi reduzido a… Read more »

edilson
edilson
11 anos atrás

Esta é sem dúvida a notícia da semana.
ainda há tempo para recurperamos o tempo perdido d enão termos invvestido nos VANT antes.
é uma ótima oportunidade para a nossa indústria e para a nossa força aérea alavancar o desenvolvimento tecnológico e ampliar as capacidades operacionais.
este é um campo dominado (no real sentido da palavra) por poucas nações no mundo.
parabéns das forças armadas e ao MD.

Noel
Noel
11 anos atrás

Só prá informação, o Projeto VANT já esta envolvendo a MB, o EB e a PF.

Marcelo Tadeu
Marcelo Tadeu
11 anos atrás

Finalmente as Forças Armadas estão acordando para este equipamento. Ainda dá tempo de recuperarmos o tempo perdido, ou alguém uvida do que pode ser feito com um GlobalHawk ou um Predator. Temos empresas já investindo em VANTs de vários tamanhos e usos, até a segurança pública poderá utilizá-los tb, pois é muito mais barato a sua hora de vôo durante um patrulhamento do que um helicóptero, deixando este último para apoio aéreo.

Sopa
Sopa
11 anos atrás

Cara fiquei muito feliz quando vi o Jabiru, muito bonitinho ele, e dai pra frente que o Brasil (com ajuda do governo claro!!)vai conseguir chegar num Predator, espero logo logo ver um desses na BAAN !!

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás
Baschera
Baschera
11 anos atrás

Senhores,
Para o VANT-FX, escrevam aí o que um passarinho de gravata comentou:
Será entre o ELBIT Hermes 450 ou 900 e o DENEL Bateleur.
Vamos ver !!

Sds.

J Roberto
J Roberto
11 anos atrás

Alguns observadores sugerem a possibilidade de que essas duas plataformas sejam escolhidas-cada uma atendendo a um segmento diferente.
O Bateleur é uma plataforma com 750Km de alcance a autonomia de 18 a 24 horas seguido do Hermes 450 israelense.

sds.

J Roberto
J Roberto
11 anos atrás

E a indústria de defesa israelense não para de inovar!
A IAI israelense está desenvolvendo também um UAV anti-míssil capaz de caçar alvos em terra como baterias de mísseis SAM e lançadores de mísseis balísticos. Será um UAV descartável chamado de Harop. O alcance será de 1000km com autonomia de quatro horas. A aparência externa é similar ao Harpy, mas asas maiores, e nariz mais comprido com canards. O Harop é lançado de terra e usa sensor de imagem para detectar e atacar alvos.

sds.

Andre de POA
Andre de POA
11 anos atrás

Creio que a aeroeletrônica tem chances, pelo menos a experiência tem. Afinal quando trabalhei lá nos anos dourados da industria militar foi desenvolvido um drone muito bom (para a época). Creio que se pegarem o projeto original e modernizar é possivel um produto do tipo 3B, bom, bonito e barato.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Creio que a aeroeletrônica tem chances, pelo menos a experiência tem.”

Qual o produto atual da AEL??? Sem ser do catálogo Ebit???

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

Infelizmente esta, espera-se, concorrência não abranje os principais modelos de mercado, as ausências do “Reaper” e do “Predator” são inexplicáveis, somente p/ citar 2 dos modelos mais bem sucedidos e capazes do mercado.

J Roberto
J Roberto
11 anos atrás

Mauricio R.

Parece que o preço dos dois é um pouquinho salgado também!
A Itália comprou quatro UAV Reaper por US$ 330 milhões incluindo três estações de comando e cinco anos de apoio logístico. Um UAV Predator custa US$ 4,5 milhões e o Reaper US$ 9 milhões. O Reaper é capaz de ficar 24 horas no ar contra 40 horas do Predator, mas poucas missões precisam durar mais de 24 horas. O sensor tem a qualidade de casulos modernos como o Litening.

Andre de Poa

Essa foi boa: produto 3B – Bom-Bonito e Barato.

sds!

Andre de POA
Andre de POA
11 anos atrás

Mauricio R “Qual o produto atual da AEL??? Sem ser do catálogo Ebit???” Me pegou, mas se a AEL hoje pertence aos Israelenses todo o seu catalogo passa a ser deles, incluindo os totalmente desenvolvidos aqui como a primeira safra de aviônicos do AMX,Tucano alem do velho e bom drone que deve ter seu projeto bem guardadinho. Eu vejo uma discussão quase filosófica sobre custos,funções e tecnologia de ponta. Creio ser realista pensar em algo mais adequado a nossa realidade local e a situação da america latina neste contexto de crise econômica. No blog naval tem um ótimo texto sobre… Read more »

joao terba
joao terba
11 anos atrás

Tem de inventar o caça UAV.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

André de Poa,

“que é aqui no nosso entorno e não la no afeganistão com link via satelite”

Viu sem o link de satélite vc fica limitado á “linha de vista”, e isto não justifica UAV nenhum.

“Produto local é o ideal, mesmo não tão moderno.”

Prende esse cara!!! Amordaça, tortura, mata!!!
Material bélico aguenta menos desforo que dinheiro.
O que não pode é produto local ruim, levar a melhor, ser privilegiado, somente por causa disto.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Parece que o preço dos dois é um pouquinho salgado também!”

J Roberto,

Provados em combate, diz tdo do que ambos são capazes.
E capacidade comprovada, custuma custar caro, mas resolve.

lucas lasota
lucas lasota
11 anos atrás

Mauricio R.

Que histeria e essa? De uma lida no meu post la de cima. O produto nacional e o mister a ser feito. A ajuda estrangeira vira com decorrencia do offset. Le la e entenda.

Sérgio
Sérgio
11 anos atrás

Pessoal, existem pesquisas em Universidades Federais já utilizando verdadeiras minas de Receitas, pois são veículos resistentes e de qualidade.
O CTEx já está de posse de alguns para estudos e o problema é grana para melhor desenvolvimento. Agora na minha opinião não podemos passar para a iniciativa privada, e esta, ser absorvida por uma multinacional da vida tipo a menção do Andre de POA, ficando com projetos engavetados e ainda pagando Royaties. Não havendo desenvolvimento e sequencias não há parque industrial, só montadoras tipo Hélibrás.

andre de poa
11 anos atrás

Mauricio R

“Prende esse cara!!! Amordaça, tortura, mata!!!
Material bélico aguenta menos desforo que dinheiro.
O que não pode é produto local ruim, levar a melhor, ser privilegiado, somente por causa disto.”

Calma amigo, esta é a minha opinião que privilegia projetos desenvolvidos localmente (vício de quem já trabalhou na area). O “produto local ruim” é por tua conta, eu não falei isso.
Easy man