QG Airsoft

A fabricante de aviões Embraer divulgou no final da noite de quarta-feira que teve lucro líquido de 38,3 milhões de reais no primeiro trimestre, queda acentuada ante ganho de 152,1 milhões de reais registrado no mesmo período do ano passado.

“O primeiro trimestre foi marcado por pedidos de cancelamento de aeronaves no segmento de aviação executiva e adiamento de entregas no segmento de aviação comercial, por conta da forte desaceleração econômica mundial”, informou a companhia no balanço.

No quarto trimestre, auge da crise financeira internacional, a companhia sofreu prejuízo líquido de 40,6 milhões de reais.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou 209,6 milhões de reais nos três primeiros meses deste ano, com margem de 7,9 por cento. De janeiro a março de 2008, o Ebitda tinha ficado em 227,7 milhões de reais, com margem de 9,8 por cento.

A receita líquida somou 2,67 bilhões de reais, avançando sobre o faturamento de 2,32 bilhões de reais obtido um ano antes.

A companhia entregou 40 aeronaves no primeiro trimestre deste ano, o que representa uma queda de 11,11 por cento em relação ao total de 45 jatos no mesmo período do ano passado. Dos aviões entregues de janeiro a março, 32 foram para o segmento de aviação comercial e oito para o de aviação executiva.

A fabricante de jatos terminou março com 19,7 bilhões de dólares de pedidos firmes em carteira, abaixo dos 20,9 bilhões de dólares do final de dezembro e dos 20,3 bilhões de dólares no encerramento do primeiro trimestre de 2008.

Em fevereiro, a empresa anunciou corte de 20 por cento de sua força de trabalho diante da queda drástica na demanda e revisou projeção de entregas de aviões em 2009 de 270 para 242 aeronaves.

A companhia informou que o custo das demissões gerou impacto negativo no resultado operacional do trimestre de 76 milhões de reais.

FONTE: Abril

 

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A Northrop Grumman noticiou no último dia 28 de Abril que entregou à USAF (Força Aérea dos Estados Unidos) o primeiro bombardeiro B-2 operacional equipado com radar modernizado. A entrega oficial se deu em 17 de março na Base Aérea de Whiteman, de onde opera a 509ª ala de bombardeio, que concentra as aeronaves da frota.

O  “hardware” do novo radar foi desenvolvido pela Raytheon Space & Airborne Systems, sob contrato da Northrop Grumman, e incorpora uma nova antena de varredura eletrônica, além de modificações no receptor, no amplificador e no sistema de suprimento de energia. Os planos da USAF são de utilizar a aeronave modernizada em testes adicionais do radar, gerando dados para dar suporte a futuras decisões.

Como tradicionalmente ocorre com as notícias relativas ao B-2, não foi revelada uma grande quantidade de detalhes sobre esse programa de modernização, e parte do texto da nota poderia até levantar dúvidas se toda a frota será elevada ao novo padrão: “o avião modernizado é o primeiro de vários B-2 operacionais que serão equipados com o novo radar, como parte da fase de desenvolvimento e demostração (SDD – system development and demonstration) do programa da Força de modernização do radar (RMP – radar modernization program) do B-2.” (o negrito é nosso).

Porém, mais à frente, a nota é um pouco mais clara ao afirmar que as aeronaves não incluídas na fase SDD deverão ter seus radares instalados quando se chegar às etapas seguintes de produção do radar (passando de baixa para alta cadência), sendo que todas as fases são objeto de um contrato assinado com a Northrop Grumman em dezembro do ano passado, orçado em 468 milhões de dólares.

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Fonte e foto do alto : Northrop Grumman Foto de baixo: USAF

Nota do Blog: Em julho deste ano, serão celebrados os 20 anos do primeiro voo do B-2. Para saber mais sobre as comemorações e acessar links de outras matérias publicadas sobre a aeronave, clique aqui.

 

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Esta quarta-feira, 29 de Abril, foi um importante marco para os C-17 Globemaster III da RAF: a frota composta por seis unidades desta aeronave de transporte estratégico ultrapassou as 50.000 horas de voo. Para marcar a data, a RAF convidou diversos representantes da mídia especializada para participar de uma surtida de treinamento do esquadrão que a opera: o 99 Squadron baseado em Brize Norton, Oxfordshire.

A marca de 50.000 horas de voo é especialmente significativa quando se leva em consideração que a primeira aeronave da frota foi recebida em maio de 2001. Em apoio a operações das forças armadas do Reino Unido ao redor do mundo, notadamente no Iraque e Afeganistão, os Globemaster III da RAF transportaram aproximadamente 4300 veículos, desde viaturas blindadas até carros de bombeiros, mais de 100 milhões de toneladas de carga e também mais de 1000 helicópteros.

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Um pouco sobre os C-17A Globemaster III da RAF:

Equipados com quatro Turbofans  Pratt &Whitney F117- PW-100, com 40.400 libras de empuxo cada, os C-17 têm velocidade máxima de 550 nós e teto de voo de 45.000 pés. Um aspecto curioso para uma aeronave desse porte é que a envergadura e o comprimento são praticamente iguais:  52 e 53 metros, respectivamente.

Quanto à capacidade de carga, os Globemaster III podem transportar mais de 45 toneladas a distâncias superiores a 4.500 milhas náuticas, cruzando acima de 30.000 pés. O volume da cabine, combinado à elevada capacidade de carga, permite que sejam embarcadas até três viaturas blindadas Warrior (veja foto abaixo) ou 13 viaturas Land Rover. Mudando de veículos terrestres para helicópteros, o C-17 pode transportar um Chinook ou três Apaches.  Também pode ser configurado para evacuação aeromédica.

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Capazes de realizar aproximações em ângulos bastante pronunciados a velocidades relativamente baixas, os C-17 podem operar em pistas de aproximadamente 1000 metros de extensão por 30 metros de largura (levando-se em consideração, nesse caso, a distância entre os dois conjuntos do trem de pouso principal, não a envergadura).

Os motores Pratt & Whitney das aeronaves revertem totalmente o empuxo, proporcionando grande capacidade de manobra no solo. E, graças à grande automação dos sistemas de voo e de carga, a tripulação é composta por apenas três militares (sendo dois pilotos). A necessidade de suporte terrestre é mínima: no caso de nenhum suporte estar disponível, pode ser realizado o “combat offload”, em que os pallets são descidos sucessivamente e de forma rápida pela rampa, diretamente na pista de táxi ou no pátio.

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Fonte e fotos: RAF

 

WWII Bomber Salvage

No dia 24 de Novembro de 1944, um bombardeiro de mergulho SBD Dauntless caiu no Lago Michigan por falta de combustível quando retornava para o porta-aviões durante um voo de treinamento. Desde então, a aeronave permaneceu no fundo do lago junto com outras centenas de aviões.

Por sorte nestes acidentes apenas uma dúzia de pilotos faleceu, geralmente por hipotermia. O número de fatalidades pode ser considerado baixo dentro de um universo de mais de 17.000 homens que ali se qualificaram para pouso embarcado a partir da NAS Glenview e dos porta-aviões Wolverine e Sable.

Estima-se que o fundo do Lago Michigan abrigue entre 130 e 300 aeronaves. Uma pequena parte deles está sendo resgatada depois de muitos anos. Na sexta-feira passada (24/4) o Dauntless perdido no dia 24 de Novembro de 1944 foi recuperado. Esta foi a 35a aeronave a deixar as águas do lago desde que o ‘National Naval Aviation Museum’ iniciou o programa de recuperação e restauração de aeronaves em 1990. O avião será restaurado na Flórida para ser exibido no ‘National World War II Museum’ de Nova Orleans.

O avião, encontrado em 1990, estava distante 20 milhas da costa e cerca de 300 metros de profundidade. Passaram-se vários anos até que toda a burocracia local, estadual e federal fosse resolvida e a aeronave fosse içada.

“Tirar um avião do fundo do lago custa aproximadamente um quarto de milhão de dólares” disse Ed Ellis, secretário da fundação que dá suporte ao National Naval Aviation Museum de Pensacola. Os recursos são provenientes de doações anônimas. Depois disso, a aeronave passará por uma restauração que durará entre 18 meses e três anos até que ela esteja em condições de ser exibida num museu.

“Vamos enviar esta aeronave para o museu de Nova Orleans e receber de volta o SBD que está lá” informou Ellis sobre o Dauntless cedido. “Encontrar uma aeronave com histórico de combate hoje em dia é uma raridade”, continuou. O SBD que está em Nova Orleans é uma das poucas aeronaves preservadas que participou a batalha de Guadalcanal.

O Naval Aviation Museum possui 102 aeronaves em exposição e outras tantas a serem restauradas. No entanto, existem mais 800 arrendadas para cerca de 600 museus, escolas e outras instituições espalhadas pelos EUA.

Outras aeronaves também serão resgatas, mas algumas permanecerão no fundo do lago eternamente. “Nós não recuperamos uma aeronave se houve uma fatalidade. Estes são considerados cemitários” completou Ellis.

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FONTE: AP

 

Avião presidencial e escolta aérea fizeram voos rasantes sobre a cidade com propósitos fotográficos

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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, descreveu hoje como um “erro” o voo em baixa altitude feito na segunda-feira por um avião presidencial sobre a cidade de Nova York com fins fotográficos.

“Foi um erro, como já se disse, e não voltará a ocorrer”, disse Obama durante um comparecimento na sede do FBI.

O governante, que segundo a Casa Branca ficou “furioso” quando soube do ocorrido, ordenou a abertura de uma investigação interna para determinar como o voo foi autorizado.

O porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse hoje que a investigação estará a cargo do subchefe de gabinete, Jim Messina, e tentará estabelecer “por quem a decisão foi tomada e garantir que algo assim nunca mais volte a ocorrer”.

O voo dos aviões, incluindo o Boeing 747 “Air Force One” usado pelo presidente, causou temor em uma cidade que foi alvo de atentados terroristas com aviões comerciais em 11 de setembro de 2001.

A Casa Branca já tinha apresentado desculpas na segunda-feira, quando, em comunicado, Louis Caldeira, diretor do escritório militar da Casa Branca, afirmou que tinha aprovado a missão sobre Nova York na semana passada e assumia “toda a responsabilidade por essa decisão”.

“Apesar de as autoridades federais terem dado os passos apropriados para notificar as autoridades estaduais e locais em Nova York e Nova Jersey, está claro que a missão criou confusão e transtornos”, disse o diretor do escritório militar.

A missão, cujo propósito era tirar fotografias do avião presidencial perto da Estátua da Liberdade, começou no início do horário de trabalho em Nova York.

O Boeing 747 e um avião de combate F-16 que o escoltava sobrevoaram a Estátua da Liberdade, perto do Marco Zero, onde ficavam as Torres Gêmeas, destruídas pelos atentados de 11 de setembro de 2001.

Milhares de funcionários do bairro financeiro deixaram os escritórios, edifícios foram evacuados e as agências policiais e de emergência receberam vários telefonemas avisando que os aviões estavam voando baixo demais.

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, disse que o Governo não tinha avisado da manobra aérea e soube quando começou a receber mensagens no celular perguntando o que estava acontecendo.

FONTE: UOL

 

Nota da FAB sobre o programa F-X2

RESPOSTA ENVIADA À REVISTA CARTA CAPITAL

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica lamenta a informação veiculada na coluna “Andante Mosso”, publicado na edição nº. 543 da revista CARTA CAPITAL, de 29 de abril de 2009, sob o título “Operação França”, ao afirmar que “a FAB está fechando negócio com a também francesa Rafale…”.

Ao se referir ao avião francês, o colunista desconsidera o processo técnico de escolha, ainda em andamento, e divulgado com total transparência pelo Comando da Aeronáutica por meio de notas à imprensa, na medida em que cada etapa da seleção é implementada, bem como pode ferir a credibilidade desse processo junto aos demais concorrentes.

Este Centro reforça a informação de que, por meio da Gerência do Projeto F-X2, o Comando da Aeronáutica tem mantido o processo de análise de ofertas das empresas (aqui listadas em ordem alfabéticas) BOEING (F-18 E/F SUPER HORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG), com vistas à escolha do novo caça multiemprego para a Força Aérea Brasileira (FAB), tendo por base critérios comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, de compensação comercial (Offset), industrial e tecnológica, e de transferência de tecnologia.

RESPOSTA ENVIADA AO JORNAL O DIA

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica lamenta a publicação da informação contida na matéria “Novos caças na mira do Brasil”, do dia 26 de abril de 2009, divulgando que fontes da Aeronáutica “afirmaram a O DIA que o favorito do Governo para construção de caças no Projeto FX-2 (sic) é o francês Rafale, da Dassault…”

Este Centro entende que citações subjetivas de cunho pessoal, utilizadas por alguns veículos de imprensa e atribuídas à Força Aérea Brasileira, sobre preferências, não representam a posição oficial do Comando da Aeronáutica.

Por fim, reforça a informação de que, por meio da Gerência do Projeto F-X2, o Comando da Aeronáutica tem mantido o processo de análise de ofertas das empresas (aqui listadas em ordem alfabéticas) BOEING (F-18 E/F SUPER HORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG), com vistas à escolha do novo caça multiemprego para a Força Aérea Brasileira (FAB), tendo por base critérios comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, de compensação comercial (Offset), industrial e tecnológica, e de transferência de tecnologia.

Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

NOTA DO BLOG: Cuidado com as informações publicadas pelos meios não especializados

 

p-3am-1Nesta quarta-feira, dia 29, o FAB 7200, primeira aeronave P-3AM da Força Aérea Brasileira, decolou da pista de Getafe, na cidade de Madri (Espanha), para realizar o primeiro voo de ensaios, constituindo-se em um evento considerado de elevada importância da Fase de Desenvolvimento do Projeto de Modernização iniciado em 2005.

As atividades de ensaios em voo, que se iniciam, destinam-se a ratificar, após exaustivos testes em laboratório de integração e na própria aeronave em solo, a confiabilidade operacional dos sistemas de aeronavegabilidade e dos sistemas de missão, que foram totalmente desenvolvidos por uma equipe mista composta por especialistas das empresas ATECH (Brasileira) e EADS-CASA (Espanhola), com o gerenciamento da Subdiretoria de Desenvolvimento e Programas (SDDP) do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) e com a participação dos demais Comandos-Gerais do Comando da Aeronáutica.

O planejamento é que a Fase de Desenvolvimento será concluída no final deste ano, na Espanha, quando ocorrerá o recebimento da aeronave FAB 7200, o que viabiliza o início do treinamento de equipagens de combate da FAB (pilotos, mecânicos de voo, operadores acústicos, operador de ESM/MAD, operador radar/EO, coordenador tático, navegador e armamento) em missões operacionais.

p-3am-2No próximo ano, a aeronave será trasladada para a Base Aérea de Salvador, na Bahia, quando haverá uma avaliação operacional (AVOP) completa, com o objetivo de comprovar o comportamento e as características funcionais de cada componente dos sistemas de missão, em confronto com os requisitos operacionais e logísticos estabelecidos pelo Comando da Aeronáutica em ambiente operacional real, conforme estipulado no contrato de modernização.

A aeronave P-3AM, com os seus modernos equipamentos e sistemas embarcados, é uma ferramenta poderosa que está alinhada com as diretrizes estabelecidas na Estratégia Nacional de Defesa, pois incrementará, substancialmente, a capacidade da pacífica do Brasil na busca de proteger a Amazônia Legal e, de modo especial, a região pré-sal da Amazônia Azul.

Além disto, a aeronave P-3AM representará apoio às atividades de busca e salvamento no Atlântico Sul, que, conforme acordos internacionais, é de responsabilidade do Brasil.

Fonte: COPAC / CTA

NOTA do BLOG: Saiba tudo sobre os P-3AM da FAB clicando aqui.

 

‘Xat’ do Poder Aéreo

Atendendo a pedidos, disponibilizamos também um sistema de bate-papo no Blog do Poder Aéreo e no Blog Forte, iguais ao do Poder Naval. Quem quiser conversar com outros leitores é só clicar aqui ou no banner ‘Xat’, na coluna ao lado, logo abaixo da enquete, ou na terceira coluna, na seção “Destaques”.

Lembramos aos leitores que usem a “Netiqueta”, sempre com cordialidade, sem palavrões e com foco no tema do Blog.

 

alcantara

Boias de captação de dados sigilosos instaladas em locais suspeitos e comunidades de quilombolas com conhecimento técnico e específico sobre lançamento de foguetes espaciais. Num mercado que gira US$ 1 bilhão por ano e já foi expressão da corrida tecnológica na Guerra Fria entre Estados Unidos e Rússia, a sombra de espionagem é cada vez maior. Com esse roteiro na cabeça, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) garante ter coletado indícios de que a Base de Alcântara, no Maranhão, foi espionada por franceses.

cla-simboloNo Centro de Lançamentos de Alcântara (CLA), há uma base militar e uma área reservada à Alcântara Cyclone Space, uma empresa binacional Brasil-Ucrânia, comandada pelo ex-ministro da Ciência e Tecnologia Roberto Amaral, filiado ao PSB. Próximo da costa, foram encontradas, em outubro de 2008, as boias que carregavam equipamentos de telemetria capazes de captar e enviar dados à distância. Foi a terceira vez. Como a disputa entre os países é a cada centímetro pela capacidade de possuir tecnologia própria para colocar satélites em órbita, os arapongas concluíram, preliminarmente, que esses equipamentos estavam sendo monitorados “possivelmente por um grupo de franceses”, segundo fontes do setor que leram o documento da Abin.

As boias são de fabricação japonesa e espanhola. Elas transmitem dados via satélite e por ondas VHF e UHF. Uma das pessoas que teve acesso ao informe da Abin foi Roberto Amaral. Ele teve conhecimento dos dados da espionagem durante uma reunião no começo de março. Procurado pelo Correio Braziliense/ Diario de Pernambuco, Amaral negou o encontro e a informação recebida. Como há toda uma trama internacional, o governo brasileiro trata o assunto com a máxima delicadeza. O documento da Abin não faz qualquer menção a governos, mas a grupos.

Os militares brasileiros vendem a Base de Alcântara como o local mais adequado para se lançar um foguete, por estar mais próxima da Linha do Equador, mais ainda do que a Guiana Francesa, onde fica a Agência Espacial Europeia. A economia de combustível no Brasil é de 30%, por isso, o cuidado extra do setor de inteligência e dos militares.

mapa de lançamentos

A sombra da espionagem ronda o CLA desde a explosão, em agosto de 2003, do terceiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites (VLS), que matou 21 pessoas. Jamais se provou nada e o episódio ficou creditado a uma fatalidade. O fracasso com o VLS foi um baque para o governo, que patina nas tentativas de retomar o programa espacial. A Cyclone espera lançar seu primeiro foguete em julho do ano que vem. O problema é que esse cronograma já foi atrasado diversas vezes por uma disputa de terras com os quilombolas.

No fim de 2008, o Incra reconheceu o direito dos quilombolas a 65% das terras do município de Alcântara, de 115 mil hectares. A suspeita apurada pelos arapongas é a de que ONGs que atuam na defesa dos direitos das comunidades negras venham recebendo nos últimos anos contribuições estrangeiras para emperrar o programa espacial. Os serviços de inteligência do Exército eda Aeronáutica também investigam a questão.

FONTE: Diário de Pernambuco, via NOTIMP

NOTA DO BLOG: Em junho de 2007 o VSB foi lançado com sucesso e a queda da carga útil ocorreu dentro da zona de impacto planejada, mas ela nunca foi encontrada.

 

Apresentação do EDA no Peru

eda-peru1A participação da Esquadrilha da Fumaça no V Festival Aerodesportivo de Chiclayo, realizado no Peru, domingo, 26 de abril, atraiu cerca de 30 mil pessoas. O festival é um grande evento aeronáutico realizado na cidade de Chiclayo, região Norte do Peru, em que se presta uma homenagem póstuma ao Capitão Aviador José Abelardo Quiñones, herói da Força Aérea Peruana (FAP).

Além do grande público que compareceu ao Festival, o evento contou com a presença de diversas autoridades, entre elas, Antero Flores Araoz, Ministro de Estado da Defesa do Peru, o Tenente General Pedro Enrique Minaya Torres, Comandante da FAP, o Major General Raúl Hoyos de Vinatea, Comandante da Ala Nº 1, o Coronel Aviador Luiz Carlos Lébeis Pires Filho, Adido Aeronáutico Brasileiro, entre outras autoridades civis e militares.

A participação dos militares da Força Aérea Brasileira foi destaque na mídia peruana e reuniu grande número de profissionais da imprensa por ocasião da chegada a Chiclayo, no dia 24 de abril, quando foi realizada uma entrevista coletiva com diversos órgãos de imprensa daquele país.

O dia ensolarado e o céu azul deram um brilho especial à exibição aérea, que iniciou com a escrita ‘’PERU – BRASIL’’. O público, composto por pessoas de todas as idades, civis e militares, encantou-se com cada manobra realizada nos T-27 Tucanos, demonstrando grande carinho e admiração pelos brasileiros.

eda-peru2Após o voo, os pilotos foram recepcionados em um almoço realizado no Grupo Aéreo Nº 6, onde o Ministro da Defesa do Peru agradeceu a importante participação da Força Aérea Brasileira naquele tradicional evento.

Durante os agradecimentos e despedidas dos militares peruanos e brasileiros, o Major General Raúl Hoyos de Vinatea, Comandante da Ala Nº 1, onde estão subordinados os principais Esquadrões de Caça da FAP, destacou e elogiou a exibição da Esquadrilha da Fumaça. ‘’Eu tenho mais de trinta anos de trabalho na Força Aérea e já estive em muitos lugares, onde pude conhecer várias equipes acrobáticas, mas nenhuma se compara com a Esquadrilha da Fumaça, pois a qualidade das aeronaves fabricadas pela EMBRAER e o treinamento dos pilotos da FAB, trazem a exibição para perto do público. Impossível não se emocionar.

No dia 27, as oito aeronaves T-27 Tucanos, acompanhadas por um C-130 do 1º Grupo de Transporte de Tropa, decolou de solo Peruano com destino ao Brasil, onde a equipe realizará duas exibições aéreas, em Ipatinga-MG (dia 29) e Rio de Janeiro-RJ (dia 1º), antes de regressarem para Pirassununga.

FONTE/FOTOS: CECOMSAER

NOTA DO BLOG: O EDA já se apresentou em diversos países este ano. É a ‘Esquadrilha da Fumaça’ fazendo o seu papel de “embaixador” da Força Aérea Brasileira.

 

Mitsubishi F-2 e AAM-4

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O caça F-2, versão nipônica do F-16, testando o míssil BVR japonês AAM-4. O míssil foi projetado para substituir o AIM-7 Sparrow e tem alcance de 100km, com guiagem por data-link e radar ativo. Até o Japão, forte aliado dos EUA, não quer depender dos AMRAAM…

 

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Fontes da mídia turca informaram que o governo daquele país pretende comprar cerca de 32 helicópteros de ataque tipo Mi-28 Havok. Estes aparelhos seriam usados, provenientes dos estoques da Força Aérea russa.

A Turquia atualmente passa por um programa de modernização de suas forças. Neste contexo, o governo russo procura aproximar-se de Ancara na área de cooperação militar, mesmo sendo a Turquia membro da OTAN.

Após a IDEF 2009, que está ocorrendo em Istambul no momento (um equivalente da LAAD daquele país), a delegação russa espera firmar alguns acordos com os turcos também na área de sistemas de defesa aérea de médio e longo alcance.

 
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