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AIM-9X confirmado para os F-15 sauditas

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f-15-saudi-arabia-refuel

Em acordo realizado entre o governo dos EUA e o Reino da Arábia Saudita, esta última receberá mísseis Raytheon AIM-9X para seus caças F-15 (vistos na foto acima, de site não-oficial da aeronave, realizando reabastecimento em voo). Com o acordo, os sauditas tornam-se os décimos usuários deste míssil infravermelho ar-ar de nova geração, já empregado / encomendado pela Austrália, Dinamarca, Finlândia, Polônia, Singapura, Coreia do Sul, Suíça e Turquia, além dos Estados Unidos.

A quantidade de mísseis a serem fornecidos, que compreenderá versões de treinamento e operacionais, não foi divulgada, assim como o valor do contrato. Mas especulava-se até pouco tempo atrás em 250 unidades de emprego operacional e quase 100 de treinamento, a um custo total de 164 milhões de dólares (clique aqui para acessar matéria anterior do Blog do Poder Aéreo a respeito). Segundo a Raytheon, mais de 3.000 unidades de AIM-9X Block I já foram entregues, e o cronograma está adiantado. aim9x-foto-raytheon

O AIM-9X, que entrou em serviço na USAF no final de 2003, possui um buscador infravermelho FPA (“focal plane array”) com capacidade “off-boresight”. Além disso, é compatível com capacetes JHMS e tem manobrabilidade melhorada em relação a versões anteriores, graças ao empuxo vetorado nos três eixos.

Fonte e foto de baixo: Raytheon

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Francisco AMX
Francisco AMX
11 anos atrás

Este, talvez, se compare ao R-73….

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

será que para vencer o fx2 os eua liberam esse míssil para o Brasil?
parece que a fab tbm quer o AIM-120D.

Francisco AMX
Francisco AMX
11 anos atrás

25 anos depois…. 🙂

Se os USA estão a frente no “quesito” stealth, os russos estavam anos luz nos mísseis, de todos os tipos, mas principalmente nos AA, com a introdução de tecnologias que só “hoje” o ocidente começa a operar… mas tenho quase certeza que poucos esquadrôes russos tinham os R-73 e 77 em meados e final dos anos 80, porém, certamente passaram a década de 90 até hoje com os melhores AA do mundo… parece que com a introdução do AMRAM e agora com o AIM-9x as coisas começam a emparelhar…penso eu!

Patriota
Patriota
11 anos atrás

Rodrigo

Eu siceramente não acredito que isto aconteça ,como vc pode observar
os americanos estão oferecendo o F-18 sem liberação de codigo fonte
e garantia de armamento sofisticado porem se o Gripen ou o Rafaele ganharem teremos abertura de codigos fonte e poderiamos negociar
com os russos a compra de alguns R-73.

SAUDAÇÕES

Lecen
Lecen
11 anos atrás

Seria espetacular a compra do F-18 e um acordo para a compra posterior de F-15 Silent Eagle para o Brasil.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

é mesmo, por isso a abertura do código fonte é vital no fx2 sinceramente acho que a saab deve estar mais disposta a liberar os códigos ao brasil.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

Brasil*

Edmar
Edmar
11 anos atrás

Certamente o melhor caça para o Brasil ou é o “SAAB GRIPEN NG” ou o “DASSAULT RAFALE F-3”.

Esses 2 aviões, além de serem um projeto mais novo, eles são mais rápidos, mais leves e terão maior transferencia de tecnologia para o Brasil.

O caça “BOEING F/A-18 SUPER HORNET”, é um avião um pouco mais velho, e daqui alguns anos, os Americanos vão abandonar seu projeto, pois eles serão substituidos pelos “F-35”. Além de que, os Americanos não vão transferir o código fonte para o Brasil, e isso não interessa a FAB.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

os f-35 ficaram no lugar dos hornets c/d e não dos super hornets.

Nelson Lima
Nelson Lima
11 anos atrás

Silent Eagle pro Brasil com esse oroçamento da FAB?Para de viajar,pessoal!

Nelson Lima
Nelson Lima
11 anos atrás

Horrorçamento!

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Este, talvez, se compare ao R-73….”

São amplamanete superiores.

Edmar
Edmar
11 anos atrás

Na Verdade 80% do Brasil e uns 90% da FAB neste momento preferem o “SAAB GRIPEN NG” ou o “DASSAULT RAFALE F-3”.

O “BOEING F/A-18 SUPER HORNET” não é bem aceito aqui.

Os Americanos vão vetar a transferencia de tecnologia, e para o Brasil, isso não é bom.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“…os russos estavam anos luz nos mísseis, de todos os tipos, mas principalmente nos AA, com a introdução de tecnologias que só “hoje” o ocidente começa a operar… mas tenho quase…”

AIM-9X; AIM-132; Python e Iris-T são amplamente superiores ao R-73.

O AIM-120 tb já “embolsou” o R-77, tem uns 10 anos.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Os Americanos vão vetar a transferencia de tecnologia, e para o Brasil, isso não é bom.”

A França tb vetou, o radar RBE-2 no Gripen NG.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Francisco, o mérito do R-73 foi introduzir um novo conceito com o empuxo vetorado e o “capacete com visor”, que escravizava o sensor do míssil permitindo altos ângulos de disparo. Mas no conjunto (motor foguete, sensor, auto-piloto, capacidade de processamento, ogiva, espoleta, etc) o Sidewinder AIM-9M era superior e estava anos luz à frente do míssil russo. O ocidente em geral e os EUA em particular nunca invejaram a confiabilidade, desempenho ou a tecnologia implícita do R-73 e sim a sua simplicidade e o seu conceito inovador. Quanto aos mísseis BVR vocë está enganado e quem saiu na frente na… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Vale salientar que se os mísseis ar-ar para combate de curto alcance já estão na quinta geração, os de combate além do alcance visual se encotram apenas na segunda geração, tendo a primeira sido composta pelos mísseis com sistema de radar semi-ativo e a segunda com sistema de radar ativo. Com a chegada do Meteor e do Amraam C-7 pode-se dizer que os mísseis BVR entraram na “terceira geração”, principalmente devido a sua capacidade de operar em rede (data-link de duas vias, etc.) A quarta geração dos mísseis BVR provavelmente contará com um sistema de orientação terminal duplo (radar e… Read more »

Cinquini
Cinquini
11 anos atrás

E os raios minituarizantes? rsss

Mauro e Bosco, comentários perfeitos!

Abraços

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Voltei! Sem querer criar polêmica~, mas eu não acho muito correto o conceito de que haja 5 gerações para os mísseis de combate WVR. Na minha opinião deveriam ser somente 4. A primeira para os mísseis que só engajavam no hemisfério traseiro do caça, necessitando que o oponente ficasse na posição de 6 horas. OBS: nãoo vejo diferença entre a primeira e a segunda a ponto de serem gerações diversas. A segunda geração seria dos mísseis com capacidade “all aspect”, com capacidade de engajar o alvo em qualquer posição. A terceira seria a dos mísseis com hiperagilidade e capacidade “high… Read more »

Adler Medrado
11 anos atrás

Essas pessoas que falam sobre silent eagle pro Brasil estão de sacanagem, né????

Francisco AMX
Francisco AMX
11 anos atrás

Bosco, sabe que te respeito muito, e leio com atençaõ seus post, que normalmente são bem completos e racionais! De fato o R-77 “apareceu” para o ocidente em 1992, mas ele era, muito antes, conhecido dos americanos, e na verdade seu projeto é mais antigo que o AMRAM, mas a Russia, como de costume, demora mais a engrenar as coisas… parece que o Brasil pegou esta doutrina :)…. mas o AMRAM, que eu saiba foi usado no final de 1991..ou to errado, e foi desenvolvido a partir de meados dos anos 80… não comparei efetividade dos mísseis, falei mais no… Read more »

Rodrigo Rauta
Rodrigo Rauta
11 anos atrás

Olha, misseis a parte, eu não ficaria nada triste se sobrassem por aqui umas 2 duzias do F-15K (nem faço questão dos SE)…e por mim poderiam vir com AIM-9x, Phyton 5 , meteor, iris -t , R-73, piranha 2, Mica IR ou EM…realmente..eu não ia ficar triste…so acordar um pouco dolorido depois de cair da cama…eheheheh!
Abraços a todos

P.s: Bosco, belíssimo texto ( o primeiro sobre os misseis)!

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Francisco, o respeito é mútuo. Acho então que não estamos discordantes. Realmente não posso afirmar quem começou a desenvolver o conceito primeiro em relação aos BVR radar ativo, mas com certeza quem operou primeiro foram os americanos. Sem contar o AIM-54 Phoenix. Também não considero os mísseis ocidentais superiores mas sim formulados para preencherem os requisitos de uma doutrina específica, assim como os mísseis russos. Sei da robustez do equipamento russo e não usei o termo “pouco confiável” e sim “menos confiável” me referindo ao R-77. Um grande abraço meu caro. Cinquini e Rodrigo, obrigado e um abraço pra vocês… Read more »

Virtualxi
Virtualxi
11 anos atrás

E para o Brasil…. Oferecem o F-18 mas até agora não ouvi falar de armamentos e no estado da arte. Lembrando que o SU-35, além de humilhar o F-18 a qualquer hora e tempo, já vem equipado com armas no estado da arte.

Agora, muito mais um ar-ar israelense do que esse AIM-9X.

Dom Ron
Dom Ron
11 anos atrás

Cuidado ao falar “anos-luz”, pois o mesmo é usado para medir distância e não tempo! 😀

Abs a todos!
OBS: Excelentes comentários!

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Em termos de performance o Su-35 tem que ser comparado ao F-15 e ao F-22, não cabendo comparaçâo com o F-18.
Apesar de ser bimotor o F-18 é um caça “médio” e está mais para o Mig-29/35

Bosco
Bosco
11 anos atrás

O Python V é um excelente míssil de quinta geração mas o AIM-9X e o ASRAAM possuem um diferencial que é o volume compacto, já pensados para operarem a partir de compartimentos internos de armas dos caças de quinta geração. Além do mais, devido as suas dimensões reduzidas eles influenciam pouco no arrasto e no aumento da RCS de um caça quando levado externamente. Em contra partida eles possuem uma degradação maior da manobrabilidade quando o combustível acaba e a velocidade decai já que suas aletas são reduzidas. Fato que nunca foi de relevância devido ao alcance típico dos combates… Read more »

Francisco AMX
Francisco AMX
11 anos atrás

Este, talvez, se compare ao R-73….

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

será que para vencer o fx2 os eua liberam esse míssil para o Brasil?
parece que a fab tbm quer o AIM-120D.

Francisco AMX
Francisco AMX
11 anos atrás

25 anos depois…. 🙂

Se os USA estão a frente no “quesito” stealth, os russos estavam anos luz nos mísseis, de todos os tipos, mas principalmente nos AA, com a introdução de tecnologias que só “hoje” o ocidente começa a operar… mas tenho quase certeza que poucos esquadrôes russos tinham os R-73 e 77 em meados e final dos anos 80, porém, certamente passaram a década de 90 até hoje com os melhores AA do mundo… parece que com a introdução do AMRAM e agora com o AIM-9x as coisas começam a emparelhar…penso eu!

Patriota
Patriota
11 anos atrás

Rodrigo

Eu siceramente não acredito que isto aconteça ,como vc pode observar
os americanos estão oferecendo o F-18 sem liberação de codigo fonte
e garantia de armamento sofisticado porem se o Gripen ou o Rafaele ganharem teremos abertura de codigos fonte e poderiamos negociar
com os russos a compra de alguns R-73.

SAUDAÇÕES

Lecen
Lecen
11 anos atrás

Seria espetacular a compra do F-18 e um acordo para a compra posterior de F-15 Silent Eagle para o Brasil.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

é mesmo, por isso a abertura do código fonte é vital no fx2 sinceramente acho que a saab deve estar mais disposta a liberar os códigos ao brasil.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

Brasil*

Edmar
Edmar
11 anos atrás

Certamente o melhor caça para o Brasil ou é o “SAAB GRIPEN NG” ou o “DASSAULT RAFALE F-3”.

Esses 2 aviões, além de serem um projeto mais novo, eles são mais rápidos, mais leves e terão maior transferencia de tecnologia para o Brasil.

O caça “BOEING F/A-18 SUPER HORNET”, é um avião um pouco mais velho, e daqui alguns anos, os Americanos vão abandonar seu projeto, pois eles serão substituidos pelos “F-35”. Além de que, os Americanos não vão transferir o código fonte para o Brasil, e isso não interessa a FAB.

Rodrigo
Rodrigo
11 anos atrás

os f-35 ficaram no lugar dos hornets c/d e não dos super hornets.

Nelson Lima
Nelson Lima
11 anos atrás

Silent Eagle pro Brasil com esse oroçamento da FAB?Para de viajar,pessoal!

Nelson Lima
Nelson Lima
11 anos atrás

Horrorçamento!

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Este, talvez, se compare ao R-73….”

São amplamanete superiores.

Edmar
Edmar
11 anos atrás

Na Verdade 80% do Brasil e uns 90% da FAB neste momento preferem o “SAAB GRIPEN NG” ou o “DASSAULT RAFALE F-3”.

O “BOEING F/A-18 SUPER HORNET” não é bem aceito aqui.

Os Americanos vão vetar a transferencia de tecnologia, e para o Brasil, isso não é bom.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“…os russos estavam anos luz nos mísseis, de todos os tipos, mas principalmente nos AA, com a introdução de tecnologias que só “hoje” o ocidente começa a operar… mas tenho quase…”

AIM-9X; AIM-132; Python e Iris-T são amplamente superiores ao R-73.

O AIM-120 tb já “embolsou” o R-77, tem uns 10 anos.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

“Os Americanos vão vetar a transferencia de tecnologia, e para o Brasil, isso não é bom.”

A França tb vetou, o radar RBE-2 no Gripen NG.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Francisco, o mérito do R-73 foi introduzir um novo conceito com o empuxo vetorado e o “capacete com visor”, que escravizava o sensor do míssil permitindo altos ângulos de disparo. Mas no conjunto (motor foguete, sensor, auto-piloto, capacidade de processamento, ogiva, espoleta, etc) o Sidewinder AIM-9M era superior e estava anos luz à frente do míssil russo. O ocidente em geral e os EUA em particular nunca invejaram a confiabilidade, desempenho ou a tecnologia implícita do R-73 e sim a sua simplicidade e o seu conceito inovador. Quanto aos mísseis BVR vocë está enganado e quem saiu na frente na… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Vale salientar que se os mísseis ar-ar para combate de curto alcance já estão na quinta geração, os de combate além do alcance visual se encotram apenas na segunda geração, tendo a primeira sido composta pelos mísseis com sistema de radar semi-ativo e a segunda com sistema de radar ativo. Com a chegada do Meteor e do Amraam C-7 pode-se dizer que os mísseis BVR entraram na “terceira geração”, principalmente devido a sua capacidade de operar em rede (data-link de duas vias, etc.) A quarta geração dos mísseis BVR provavelmente contará com um sistema de orientação terminal duplo (radar e… Read more »

Cinquini
Cinquini
11 anos atrás

E os raios minituarizantes? rsss

Mauro e Bosco, comentários perfeitos!

Abraços

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Voltei! Sem querer criar polêmica~, mas eu não acho muito correto o conceito de que haja 5 gerações para os mísseis de combate WVR. Na minha opinião deveriam ser somente 4. A primeira para os mísseis que só engajavam no hemisfério traseiro do caça, necessitando que o oponente ficasse na posição de 6 horas. OBS: nãoo vejo diferença entre a primeira e a segunda a ponto de serem gerações diversas. A segunda geração seria dos mísseis com capacidade “all aspect”, com capacidade de engajar o alvo em qualquer posição. A terceira seria a dos mísseis com hiperagilidade e capacidade “high… Read more »

Adler Medrado
11 anos atrás

Essas pessoas que falam sobre silent eagle pro Brasil estão de sacanagem, né????

Francisco AMX
Francisco AMX
11 anos atrás

Bosco, sabe que te respeito muito, e leio com atençaõ seus post, que normalmente são bem completos e racionais! De fato o R-77 “apareceu” para o ocidente em 1992, mas ele era, muito antes, conhecido dos americanos, e na verdade seu projeto é mais antigo que o AMRAM, mas a Russia, como de costume, demora mais a engrenar as coisas… parece que o Brasil pegou esta doutrina :)…. mas o AMRAM, que eu saiba foi usado no final de 1991..ou to errado, e foi desenvolvido a partir de meados dos anos 80… não comparei efetividade dos mísseis, falei mais no… Read more »

Rodrigo Rauta
Rodrigo Rauta
11 anos atrás

Olha, misseis a parte, eu não ficaria nada triste se sobrassem por aqui umas 2 duzias do F-15K (nem faço questão dos SE)…e por mim poderiam vir com AIM-9x, Phyton 5 , meteor, iris -t , R-73, piranha 2, Mica IR ou EM…realmente..eu não ia ficar triste…so acordar um pouco dolorido depois de cair da cama…eheheheh!
Abraços a todos

P.s: Bosco, belíssimo texto ( o primeiro sobre os misseis)!

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Francisco, o respeito é mútuo. Acho então que não estamos discordantes. Realmente não posso afirmar quem começou a desenvolver o conceito primeiro em relação aos BVR radar ativo, mas com certeza quem operou primeiro foram os americanos. Sem contar o AIM-54 Phoenix. Também não considero os mísseis ocidentais superiores mas sim formulados para preencherem os requisitos de uma doutrina específica, assim como os mísseis russos. Sei da robustez do equipamento russo e não usei o termo “pouco confiável” e sim “menos confiável” me referindo ao R-77. Um grande abraço meu caro. Cinquini e Rodrigo, obrigado e um abraço pra vocês… Read more »