GBU-39 (SBD) Small Diameter Bomb
GBU-28 (Guided Bomb Unit) 5,000-lb
GBU-27 (Guided Bomb Unit) 2,000-lb
GBU-24 Paveway III. 2,200-lb
GBU-15. 2,500 lb
GBU-12 Paveway II. 500-lb
GBU-10 Paveway II. 2,000-lb
GBU-31-32 Joint Direct Attack Munitions, JDAM

AGM-158 Joint Air-to-Surface Stand-off Missile (JASSM)
AGM-154 Joint Standoff Weapon (JSOW). GPS/INS
AGM-130 Powered Standoff Missile













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Quem dera se a FAB pudesse adiquir todas estas armas, ou pelo menos as Paveway II e III, JDAM e os Mavericks ja estaria de bom tamanho.
Se o F-18 for escolhido ha uma boa possibilidade de isso ocorrer.
Quem dera se a FAB pudesse adiquir todas estas armas, ou pelo menos as Paveway II e III, JDAM e os Mavericks ja estaria de bom tamanho.
Se o F-18 for escolhido ha uma boa possibilidade de isso ocorrer.
Giovani,se os EUA venderem o F-18,provavelmente como semprem fazem. Mandam o aviao sem radar moderno,e com municoes inferiores. Olhe o que acaba de acontecer com a India,por exemplo. Ou o Chile,que comprou F-16,mas teve que deixar os misseis la com o Tio Sam,e so pode usar-los com o visto de Washington. No blog naval justamente acaba de sair uma materia discutindo o caso da India. O Brasil,decima economia mudial,tem e que partir para a producao de suas proprias municoes avancadas,e nao ficar esperando que os EUA tenham a boa vontade de nos passar tudo de mao beijada.
Giovani,se os EUA venderem o F-18,provavelmente como semprem fazem. Mandam o aviao sem radar moderno,e com municoes inferiores. Olhe o que acaba de acontecer com a India,por exemplo. Ou o Chile,que comprou F-16,mas teve que deixar os misseis la com o Tio Sam,e so pode usar-los com o visto de Washington. No blog naval justamente acaba de sair uma materia discutindo o caso da India. O Brasil,decima economia mudial,tem e que partir para a producao de suas proprias municoes avancadas,e nao ficar esperando que os EUA tenham a boa vontade de nos passar tudo de mao beijada.
brazilwolfpack
O Chile já recebeu sua munição. A ideia da FAB é desenvolver sua própria munição o que só vai ocorrer plenamente quando estes caças alcançarem a MLU (meia vida), enquanto isso as plataformas de ensaio serão os velhos F5 e os A1. A única arma nova a ser incorporada a esse caça será o A-Darter. Esses novos caças virão com armamento e mesmo que não forem de última geração serão bem superiores aos usados pelos F5M, A1 e os outros da América Latina. Provavelmente os caças serão os SH F18, pois é o único caça plenamente operacional. O gripen NG é protótipo que nem radar ainda tem. O Rafale ainda não atingiu a maturidade e ainda não tem radar moderno. Os velhos SU 35 ainda não entrou em produção seriada e não passam de cinco protótipos. A aproximação com os EEUU é evidente e não poderia dar outra, pois o Jobim não é ideológico (não tem tendência política) e o Mangabeira é quase americano. A FAB pensa no Futuro e o SH F18 é o único que terá peças disponíveis por muito tempo, pois a Marinha e os Fuzileiros dos EEUU estão recebendo os caça agora e daqui a poucos anos anos serão substituídos por caças F35. Teremos também o estoque australiano que ficarão apenas como caça tampão por lá. Teremos também os Hornet do Canadá, Espanha, Suíça e claro do EEUU.
Veja a Página 66 (opinião) da Revista Tecnologia e Defesa – ano 25 nº 116. Em parte concordo com a opinião da revista. Acredito que a FAB tem que investir em sistemas, pois para que a atualização desses caças possam ser feitas como está sendo feita nos F5 e A1.
brazilwolfpack
O Chile já recebeu sua munição. A ideia da FAB é desenvolver sua própria munição o que só vai ocorrer plenamente quando estes caças alcançarem a MLU (meia vida), enquanto isso as plataformas de ensaio serão os velhos F5 e os A1. A única arma nova a ser incorporada a esse caça será o A-Darter. Esses novos caças virão com armamento e mesmo que não forem de última geração serão bem superiores aos usados pelos F5M, A1 e os outros da América Latina. Provavelmente os caças serão os SH F18, pois é o único caça plenamente operacional. O gripen NG é protótipo que nem radar ainda tem. O Rafale ainda não atingiu a maturidade e ainda não tem radar moderno. Os velhos SU 35 ainda não entrou em produção seriada e não passam de cinco protótipos. A aproximação com os EEUU é evidente e não poderia dar outra, pois o Jobim não é ideológico (não tem tendência política) e o Mangabeira é quase americano. A FAB pensa no Futuro e o SH F18 é o único que terá peças disponíveis por muito tempo, pois a Marinha e os Fuzileiros dos EEUU estão recebendo os caça agora e daqui a poucos anos anos serão substituídos por caças F35. Teremos também o estoque australiano que ficarão apenas como caça tampão por lá. Teremos também os Hornet do Canadá, Espanha, Suíça e claro do EEUU.
Veja a Página 66 (opinião) da Revista Tecnologia e Defesa – ano 25 nº 116. Em parte concordo com a opinião da revista. Acredito que a FAB tem que investir em sistemas, pois para que a atualização desses caças possam ser feitas como está sendo feita nos F5 e A1.
É claro que não foi intenção do post citar todas as armas ar-sup americanas, já que inclui as guiadas e as não guiadas, convencionais e as nucleares, etc, ma só no sentido de colaborar ai vai mais algumas “guiadas” que não foram citadas:
Míssil anti-navio: Harpoon
Mísseis cruise: SLAM-ER e CALCM
Mísseis anti-radar: HARM e AARGM (AGM-88E)
Bombas de fragmentação: WCMD e WCMD-ER
Bombas guiadas: LJDAM
Bomba “gigante”: MOAB
Mísseis ar-sup tático: Hellfire II
É claro que não foi intenção do post citar todas as armas ar-sup americanas, já que inclui as guiadas e as não guiadas, convencionais e as nucleares, etc, ma só no sentido de colaborar ai vai mais algumas “guiadas” que não foram citadas:
Míssil anti-navio: Harpoon
Mísseis cruise: SLAM-ER e CALCM
Mísseis anti-radar: HARM e AARGM (AGM-88E)
Bombas de fragmentação: WCMD e WCMD-ER
Bombas guiadas: LJDAM
Bomba “gigante”: MOAB
Mísseis ar-sup tático: Hellfire II
Já estaríamos bem se tivéssemos no inventário da FAB bombas guiadas à laser como as PW II de 500 e 1000 lbs, mísseis anti-radiação como o MAR-1, mísseis anti-navios como o Exocet AM-39 e um míssil tático como o Maverick.
Já estaríamos bem se tivéssemos no inventário da FAB bombas guiadas à laser como as PW II de 500 e 1000 lbs, mísseis anti-radiação como o MAR-1, mísseis anti-navios como o Exocet AM-39 e um míssil tático como o Maverick.
Seria interessante colocar no blog as armas da FAB, TANTO AR TERRA, COMO AR-AR
Seria interessante colocar no blog as armas da FAB, TANTO AR TERRA, COMO AR-AR
Sei que o tema aqui são as munições americanas mas essa não dá pra deixar passar!Dizer que os Sukhoi-35 bm são velhos????Ele tem caracteristicas muito mais avançados do que os F-18 sh inclusive o IRST que só agora passará a integrar uma de suas versões.E quanto a disponibilidade de peças gostaria de lembrar que a Russia encomendou 130 sukhoi-35 bm e outros paises como a China, India e outros são potênciais compradores.O que faz alguem pensar que faltará peças para eles???????????????????Gostaria de lembrar que F-18 sh será em um ou dois anos um caça de SEGUNDA LINHA e o F-35 gradativamente o irá substituilo!!!!Voltando as munições inteligêntes americanas urge a necessidade tanto de aquisição como de desenvolvimento dessas armas guiadas no Brasil.Umas 300 GBU-12 Paveway II e mais umas 200 GBU-39 (SBD) daria novas perspectivas a capacidade de bonbardeio do Brasil.
Sei que o tema aqui são as munições americanas mas essa não dá pra deixar passar!Dizer que os Sukhoi-35 bm são velhos????Ele tem caracteristicas muito mais avançados do que os F-18 sh inclusive o IRST que só agora passará a integrar uma de suas versões.E quanto a disponibilidade de peças gostaria de lembrar que a Russia encomendou 130 sukhoi-35 bm e outros paises como a China, India e outros são potênciais compradores.O que faz alguem pensar que faltará peças para eles???????????????????Gostaria de lembrar que F-18 sh será em um ou dois anos um caça de SEGUNDA LINHA e o F-35 gradativamente o irá substituilo!!!!Voltando as munições inteligêntes americanas urge a necessidade tanto de aquisição como de desenvolvimento dessas armas guiadas no Brasil.Umas 300 GBU-12 Paveway II e mais umas 200 GBU-39 (SBD) daria novas perspectivas a capacidade de bonbardeio do Brasil.
A FAB male mal tem bombinha de são joão pra assustar passarinhos nas cabeceiras das pistas.
rssss
A FAB male mal tem bombinha de são joão pra assustar passarinhos nas cabeceiras das pistas.
rssss
Na minha opinião,em qualquer das opções: Rafale, Gripen ou F18, o Brasil vai acabar levando ferro em algum aspecto.
Esse é o preço que se paga quando se depende dos outros e não se investe em P&D.
Na minha opinião,em qualquer das opções: Rafale, Gripen ou F18, o Brasil vai acabar levando ferro em algum aspecto.
Esse é o preço que se paga quando se depende dos outros e não se investe em P&D.
Nossa pessoal desculpem o off topic que vou cometer…
Como essa aeronave (F-15E) é Bela tanto “estéticamente” quanto em versatilidade(vetor impressionante em quantidade e capacidade de carga superior a um quadrimotor Avro Lancaster da RAF na WWII!)e eficiência comprovada…um dia se Deus quiser chegaremos lá.
( para mim junto com o Spitfire MKI a MKIX das belas aeronaves esteticamente falando da História da aviação).
Nossa pessoal desculpem o off topic que vou cometer…
Como essa aeronave (F-15E) é Bela tanto “estéticamente” quanto em versatilidade(vetor impressionante em quantidade e capacidade de carga superior a um quadrimotor Avro Lancaster da RAF na WWII!)e eficiência comprovada…um dia se Deus quiser chegaremos lá.
( para mim junto com o Spitfire MKI a MKIX das belas aeronaves esteticamente falando da História da aviação).
C… babei outra vez o teclado e… vixi… deu curto!!!!
C… babei outra vez o teclado e… vixi… deu curto!!!!
Cleuber,como afirmar, que o sukhoi é melhor, se só existem 05
protótipos, e se for por encomendas o futuro cargueiro da Embraer,já tem um monte, e não há como negar que o projeto Russo é velho, basta ver o desenho.
Cleuber,como afirmar, que o sukhoi é melhor, se só existem 05
protótipos, e se for por encomendas o futuro cargueiro da Embraer,já tem um monte, e não há como negar que o projeto Russo é velho, basta ver o desenho.
Ué, o RAFALE, F-18 e GRIPEN são projetos pós ano 2000????????
Ué, o RAFALE, F-18 e GRIPEN são projetos pós ano 2000????????
As mais novas bombas do arsenal americano se não me engano são as GBU-39 (SBD), as quais foram compradas por israel e provavlmente serão usadas num possivel ataque as istalações nucleares subterrâneas do Irã.
As mais novas bombas do arsenal americano se não me engano são as GBU-39 (SBD), as quais foram compradas por israel e provavlmente serão usadas num possivel ataque as istalações nucleares subterrâneas do Irã.
Jacubão
os RAFALE, F-18 e GRIPEN estão em produção, mas os 05 protótipos do SU 35 estão…….
Jacubão
os RAFALE, F-18 e GRIPEN estão em produção, mas os 05 protótipos do SU 35 estão…….
Durante a guerra do Golfo os pilotos de F-15E gostavam da GBU-10 de 900kg para atacar pontes, Scuds, centros de comando e bunkers. Na Operação Enduring Freedom passaram a gostar mais da GBU-12, menor e mais precisa e com menor dano colateral. Voavam as GBU-12 com espoleta de impacto de um lado e com espoleta de atraso no outro lado.
Durante um ataque diurno com o F-16 com bombas burras contra reatores nucleares em Bagdá, 32 caças F-16 foram apoiados por 16 caças F-15, quatro EF-111 e oito F-4G com pouco sucesso. Oito F-117 armados com bombas guiadas a laser e sem escolta atacaram e destruíram três dos quatro reatores no primeiro dia e usando 1/6 do apoio de reabastecimento aéreo do ataque anterior feito pelos F-16. Bagdá era protegida por 60 baterias de mísseis SAM e mais de três mil canhões antiaéreos. A frota de F-16 no Golfo voou 8.258 missões. Dois esquadrões voavam a noite com casulos LANTIRN de navegação.
Na FAB a limitação do AMX e F-5EM é a dificuldade para levar bombas guiadas a laser de 900 kg(Lizzard,que foram compradas) a
grandes distâncias. A FAB também deve instalar os kits laser(Litening III) nas suas bombas penetradores BPEN 1000 e apenas uma deve ser levada pelo F-5EM ou A-1M. A maioria dos alvos podem ser atacados por bombas menores de 250 kg e até 125 kg, mas a maioria dos alvos estratégicos precisam de bombas maiores com as de 900kg, incluindo bombas penetradores. As bombas são disparadas aos pares para garantir a destruição do alvo e evitar que tenha que ser atacado novamente e arriscar a perda de aeronaves contra alvos bem defendidos.
Durante a guerra do Golfo os pilotos de F-15E gostavam da GBU-10 de 900kg para atacar pontes, Scuds, centros de comando e bunkers. Na Operação Enduring Freedom passaram a gostar mais da GBU-12, menor e mais precisa e com menor dano colateral. Voavam as GBU-12 com espoleta de impacto de um lado e com espoleta de atraso no outro lado.
Durante um ataque diurno com o F-16 com bombas burras contra reatores nucleares em Bagdá, 32 caças F-16 foram apoiados por 16 caças F-15, quatro EF-111 e oito F-4G com pouco sucesso. Oito F-117 armados com bombas guiadas a laser e sem escolta atacaram e destruíram três dos quatro reatores no primeiro dia e usando 1/6 do apoio de reabastecimento aéreo do ataque anterior feito pelos F-16. Bagdá era protegida por 60 baterias de mísseis SAM e mais de três mil canhões antiaéreos. A frota de F-16 no Golfo voou 8.258 missões. Dois esquadrões voavam a noite com casulos LANTIRN de navegação.
Na FAB a limitação do AMX e F-5EM é a dificuldade para levar bombas guiadas a laser de 900 kg(Lizzard,que foram compradas) a
grandes distâncias. A FAB também deve instalar os kits laser(Litening III) nas suas bombas penetradores BPEN 1000 e apenas uma deve ser levada pelo F-5EM ou A-1M. A maioria dos alvos podem ser atacados por bombas menores de 250 kg e até 125 kg, mas a maioria dos alvos estratégicos precisam de bombas maiores com as de 900kg, incluindo bombas penetradores. As bombas são disparadas aos pares para garantir a destruição do alvo e evitar que tenha que ser atacado novamente e arriscar a perda de aeronaves contra alvos bem defendidos.
Para não dizer que a FAB não possue armas à laser,no fim de 2004 as aeronaves A-29 Super Tucano da FAB realizaram uma campanha de testes com armas inteligentes israelenses da família Lizard da Elbit. Os alvos foram designados pelo laser da torreta FLIR Star Safire que equipa os A-29B. O primeiro lote de 250 bombas Lizard foi comprado em 2006 com entregas em 2007. Outros lotes também serão adquiridos. Os F-5EM também poderão lançar as bombas com o guiamento sendo feito pelo casulo Litening III que já foram comprados também. Os A-1M também devem ser armados com a Lizard e o Litening III.
Para não dizer que a FAB não possue armas à laser,no fim de 2004 as aeronaves A-29 Super Tucano da FAB realizaram uma campanha de testes com armas inteligentes israelenses da família Lizard da Elbit. Os alvos foram designados pelo laser da torreta FLIR Star Safire que equipa os A-29B. O primeiro lote de 250 bombas Lizard foi comprado em 2006 com entregas em 2007. Outros lotes também serão adquiridos. Os F-5EM também poderão lançar as bombas com o guiamento sendo feito pelo casulo Litening III que já foram comprados também. Os A-1M também devem ser armados com a Lizard e o Litening III.
“Veja a Página 66 (opinião) da Revista Tecnologia e Defesa – ano 25 nº 116. Em parte concordo com a opinião da revista. Acredito que a FAB tem que investir em sistemas, pois para que a atualização desses caças possam ser feitas como está sendo feita nos F5 e A1.”
Não somente a FAB, mas tdas as forças armadas tem que investir, não em sistemas mas em “arquitetura de sistemas”, senão focamos atolados exclusivamente c/ a Elbit.
E o ideal é aproveitar o que o mercado tem a oferecer e não somente uma unica empresa.
“Veja a Página 66 (opinião) da Revista Tecnologia e Defesa – ano 25 nº 116. Em parte concordo com a opinião da revista. Acredito que a FAB tem que investir em sistemas, pois para que a atualização desses caças possam ser feitas como está sendo feita nos F5 e A1.”
Não somente a FAB, mas tdas as forças armadas tem que investir, não em sistemas mas em “arquitetura de sistemas”, senão focamos atolados exclusivamente c/ a Elbit.
E o ideal é aproveitar o que o mercado tem a oferecer e não somente uma unica empresa.
Errei!
Aonde se lê:
“focamos”, leia-se “ficamos”
Errei!
Aonde se lê:
“focamos”, leia-se “ficamos”
Robson BR, O RAFALE F-3 e o GRIPEN NG estão??????????
Só o F-18SH escapa dessa.
Robson BR, O RAFALE F-3 e o GRIPEN NG estão??????????
Só o F-18SH escapa dessa.
Jacubão
concordo com vc no Gripem NG, mas no Rafale ele já está operacional
Jacubão
concordo com vc no Gripem NG, mas no Rafale ele já está operacional
Vou lembrar novamente os colegas que a Russia encomendou 130 sukhoi 35 bm!Basta observamos as caracteristicas do sukhoi 30 mki da India para sabermos do que o 35 bm é capaz de fazer!Outro projeto que tambem começará a ser produzido é o sukhoi 34 fullback que certamente será adquirido por outros clientes.Não entendo o que os anti equipamentos russu tem na cabeça, com tantos caças magnificos como o sukhoi-30 que antes do f-22 e do f-35 eram reconhecidos pelo próprio EUA como o melhor caça do mundo os caras só sabem dizer o besteirol que os equipamentos russus não prestam, se não prestam me apresentem dados que revelem isso!Vou dizer novamente que o Gripen NG, o Rafale F3 e o Sukhoi 35 bm são caças de superioridade aerea de 4°++++ geração diferentemente dos F-18 sh.Sai urucubaca de f-18 sh pra lá.
Abraços
Vou lembrar novamente os colegas que a Russia encomendou 130 sukhoi 35 bm!Basta observamos as caracteristicas do sukhoi 30 mki da India para sabermos do que o 35 bm é capaz de fazer!Outro projeto que tambem começará a ser produzido é o sukhoi 34 fullback que certamente será adquirido por outros clientes.Não entendo o que os anti equipamentos russu tem na cabeça, com tantos caças magnificos como o sukhoi-30 que antes do f-22 e do f-35 eram reconhecidos pelo próprio EUA como o melhor caça do mundo os caras só sabem dizer o besteirol que os equipamentos russus não prestam, se não prestam me apresentem dados que revelem isso!Vou dizer novamente que o Gripen NG, o Rafale F3 e o Sukhoi 35 bm são caças de superioridade aerea de 4°++++ geração diferentemente dos F-18 sh.Sai urucubaca de f-18 sh pra lá.
Abraços
Em artigo publicado aqui mesmo no blog no dia 20 fevereiro, 2009 às 17:53 a Sukhoi confirma a entrada em serviço do sukhoi 35 bm para 2011,25/02/2008 10:47 – Novos Projetos
Caça Sukhoi Su-35-1 faz seu primeiro vôo na Rússia
O antigo Flanker foi totalmente redesenhado com melhoramentos como motor, estrutura e radar com alcance para 400km
Hercules Araújo
Ampliar a imagem
O caça multi-função monoplace Sukhoi Su-35-1 fez seu primeiro (esperado) vôo em Zhukovsky, próximo a Moscou em 18 de fevereiro. Mais dois protótipos estarão prontos até o final deste ano. As primeiras entregas estão previstas para 2010 e 2011, com a Força Aérea Russa tendo feito uma encomenda inicial de uma versão modificada semelhante denominada Su-27SM2.
Lançado em 2003, o Su-35-1é equipado com um radar Tikhomirov NIIP Irbis com alcance de detecção de 400km uma asa reprojetada e dois novos motores NPO Saturn 117S com empuxo vetorado e capacidade de vôo supercruzeiro (não é necessário ativar a pós-combustão). A estrutura é projetada para ter uma vida de 6.000 horas de vôo para 30 anos em serviço.Link http://airway.uol.com.br/site/noticia/not1579_71.asp
Olhe esse tambem:
Governo Russo Investe Pesado nas Forças Armadas
Author: Roberto Silva 16
Sep
Media : Correio Braziliense
Data : 15/09/2008
Governo Russo Investe Pesado nas Forças Armadas
Pedro Paulo Rezende
A Rússia se prepara para remontar suas Forças Armadas. O comandante da Marinha, almirante Vladimir Vysotsky, anunciou que, até 2016, serão construídas cinco forças-tarefas de porta-aviões, similares às empregadas pela Marinha dos Estados Unidos. Será a segunda maior esquadra do mundo.
Além disso, até 2011, a Força Aérea receberá cinco regimentos de aviões de nova tecnologia, cerca de 130 aparelhos, dois de caças-bombardeiros Sukhoi Su-34 e três de Sukhoi Su-35BM (estes últimos participam da concorrência FX-2, da Força Aérea Brasileira). Apenas neste ano (2009) serão investidos US$ 48 bilhões em armas.
Os porta-aviões terão propulsão nuclear e poderão levar cerca de 60 aviões. Hoje, a Rússia dispõe apenas de um navio nessa categoria, o Almirante Kuznetsov. Todos os caças navais Sukhoi Su-33 serão substituídos por um novo modelo até 2016. O programa também prevê a aposentadoria de todas as unidades obsoletas da frota até 2015.
O sukhoi é o caça top line na Russia, na India, na Ucrânia,Bielorussia, Cazaquistão e na China se não houvesse conseço eles não produziriam mais de 300 unidades só na India.A India quer diversifica sua força(não depender de um único vetor) e por isso a nova concorrencia que escolherá provavelmente um caça leve que tem grandes chances de ser o mig-35,F-16 advanced ou o Gripen ng e escreva o que estou dizendo a India brevemente adquirá o Sukhoi 35bm, assim como a China!
Abraços
Em artigo publicado aqui mesmo no blog no dia 20 fevereiro, 2009 às 17:53 a Sukhoi confirma a entrada em serviço do sukhoi 35 bm para 2011,25/02/2008 10:47 – Novos Projetos
Caça Sukhoi Su-35-1 faz seu primeiro vôo na Rússia
O antigo Flanker foi totalmente redesenhado com melhoramentos como motor, estrutura e radar com alcance para 400km
Hercules Araújo
Ampliar a imagem
O caça multi-função monoplace Sukhoi Su-35-1 fez seu primeiro (esperado) vôo em Zhukovsky, próximo a Moscou em 18 de fevereiro. Mais dois protótipos estarão prontos até o final deste ano. As primeiras entregas estão previstas para 2010 e 2011, com a Força Aérea Russa tendo feito uma encomenda inicial de uma versão modificada semelhante denominada Su-27SM2.
Lançado em 2003, o Su-35-1é equipado com um radar Tikhomirov NIIP Irbis com alcance de detecção de 400km uma asa reprojetada e dois novos motores NPO Saturn 117S com empuxo vetorado e capacidade de vôo supercruzeiro (não é necessário ativar a pós-combustão). A estrutura é projetada para ter uma vida de 6.000 horas de vôo para 30 anos em serviço.Link http://airway.uol.com.br/site/noticia/not1579_71.asp
Olhe esse tambem:
Governo Russo Investe Pesado nas Forças Armadas
Author: Roberto Silva 16
Sep
Media : Correio Braziliense
Data : 15/09/2008
Governo Russo Investe Pesado nas Forças Armadas
Pedro Paulo Rezende
A Rússia se prepara para remontar suas Forças Armadas. O comandante da Marinha, almirante Vladimir Vysotsky, anunciou que, até 2016, serão construídas cinco forças-tarefas de porta-aviões, similares às empregadas pela Marinha dos Estados Unidos. Será a segunda maior esquadra do mundo.
Além disso, até 2011, a Força Aérea receberá cinco regimentos de aviões de nova tecnologia, cerca de 130 aparelhos, dois de caças-bombardeiros Sukhoi Su-34 e três de Sukhoi Su-35BM (estes últimos participam da concorrência FX-2, da Força Aérea Brasileira). Apenas neste ano (2009) serão investidos US$ 48 bilhões em armas.
Os porta-aviões terão propulsão nuclear e poderão levar cerca de 60 aviões. Hoje, a Rússia dispõe apenas de um navio nessa categoria, o Almirante Kuznetsov. Todos os caças navais Sukhoi Su-33 serão substituídos por um novo modelo até 2016. O programa também prevê a aposentadoria de todas as unidades obsoletas da frota até 2015.
O sukhoi é o caça top line na Russia, na India, na Ucrânia,Bielorussia, Cazaquistão e na China se não houvesse conseço eles não produziriam mais de 300 unidades só na India.A India quer diversifica sua força(não depender de um único vetor) e por isso a nova concorrencia que escolherá provavelmente um caça leve que tem grandes chances de ser o mig-35,F-16 advanced ou o Gripen ng e escreva o que estou dizendo a India brevemente adquirá o Sukhoi 35bm, assim como a China!
Abraços
Pós venda Russo gera duvidas, os EUA boicotam peças e produtos, caso alguém vá contra suas ideologias (No nosso caso aonde vamos confrontar varias posições dos EUA daqui para frente, respeitando nossos interesses não é interessante ficar nas mãos dos mesmos em assuntos estratégicos militares já que vamos ter que confrontar interesses dos mesmos e esta nação não aceita isto sem efetuar pressões ou boicotes), neste caso ficaríamos totalmente nas mãos dos mesmos, a França repassou os códigos fonte dos mísseis argentinos para a Inglaterra, interessante, mas a índia e a China estão bastante felizes com seus vetores, a china faz toda a manutenção dos Sukhois la presentes, no caso da índia ela não possui tecnologia para fazer a manutenção interna nas turbinas mas há possibilidade da sukhoi abrir um centro de manutenção das mesmas localmente devido a grande quantidade de aeronaves que estarão presentes naquela força.
Os indianos estão recebendo seus Flankers, esta nova aquisição para os desinformados é para um vetor médio o SU-35 BM é um vetor pesado assim como o F-15, nem os EUA conseguem manter uma força só de vetores HI em grandes quantidades quem diria a índia.
O SU-35 BM foi eliminado por questões políticas, não há bases técnicas que justifiquem sua eliminação.
Os custos de manutenção dos SU-35 BM são os mais baratos de todos os concorrentes em operações de médio e longo alcance, pois não necessita de apoio de aeronaves REVO que aumenta exorbitante mente os custos de operação alem de serem muito vulneráveis, outro fator que diminui bastante os custos de operação é que o SU-35 pode levar mais armamentos que os outros vetores desta forma necessitando de menos vetores para realizar uma mesma operação, o SU-35 BM é o melhor caça de superioridade aérea que o Brasil pode adquirir atualmente, pois não podemos e nem temos dinheiro para o adquirir o F-22, se adquiríssemos o SU-35 BM poderíamos participar do PAK FA T-50 e fabricar partes deste vetor e montado localmente, alem de nos proporcionar um desenvolvimento conjunto no UCAV SKAT.
A Rússia vai investir pesado em sua defesa como sempre fez, as declarações dos aumentos dos investimentos Russos em defesa são do governo e das forças armadas Russas, e se existe um ponto em que esta nação não mente e não brinca é neste ponto defesa assim como os EUA desta forma não duvido de maneira alguma das declarações deste governo.
Desculpem a grafia, mas estou um pouco sem tempo.
Um abraço a todos.
Pós venda Russo gera duvidas, os EUA boicotam peças e produtos, caso alguém vá contra suas ideologias (No nosso caso aonde vamos confrontar varias posições dos EUA daqui para frente, respeitando nossos interesses não é interessante ficar nas mãos dos mesmos em assuntos estratégicos militares já que vamos ter que confrontar interesses dos mesmos e esta nação não aceita isto sem efetuar pressões ou boicotes), neste caso ficaríamos totalmente nas mãos dos mesmos, a França repassou os códigos fonte dos mísseis argentinos para a Inglaterra, interessante, mas a índia e a China estão bastante felizes com seus vetores, a china faz toda a manutenção dos Sukhois la presentes, no caso da índia ela não possui tecnologia para fazer a manutenção interna nas turbinas mas há possibilidade da sukhoi abrir um centro de manutenção das mesmas localmente devido a grande quantidade de aeronaves que estarão presentes naquela força.
Os indianos estão recebendo seus Flankers, esta nova aquisição para os desinformados é para um vetor médio o SU-35 BM é um vetor pesado assim como o F-15, nem os EUA conseguem manter uma força só de vetores HI em grandes quantidades quem diria a índia.
O SU-35 BM foi eliminado por questões políticas, não há bases técnicas que justifiquem sua eliminação.
Os custos de manutenção dos SU-35 BM são os mais baratos de todos os concorrentes em operações de médio e longo alcance, pois não necessita de apoio de aeronaves REVO que aumenta exorbitante mente os custos de operação alem de serem muito vulneráveis, outro fator que diminui bastante os custos de operação é que o SU-35 pode levar mais armamentos que os outros vetores desta forma necessitando de menos vetores para realizar uma mesma operação, o SU-35 BM é o melhor caça de superioridade aérea que o Brasil pode adquirir atualmente, pois não podemos e nem temos dinheiro para o adquirir o F-22, se adquiríssemos o SU-35 BM poderíamos participar do PAK FA T-50 e fabricar partes deste vetor e montado localmente, alem de nos proporcionar um desenvolvimento conjunto no UCAV SKAT.
A Rússia vai investir pesado em sua defesa como sempre fez, as declarações dos aumentos dos investimentos Russos em defesa são do governo e das forças armadas Russas, e se existe um ponto em que esta nação não mente e não brinca é neste ponto defesa assim como os EUA desta forma não duvido de maneira alguma das declarações deste governo.
Desculpem a grafia, mas estou um pouco sem tempo.
Um abraço a todos.
Toda classificação é forçosa e artificial. Classificar caças não foge à regra. Subclassificá-los em geração e meia ou geração seguida de sinais de + é pior ainda.
Na melhor das hipóteses um caça é de uma determinada geração mas incorpora características de outra já que como disse é tudo muito artificial e as “gerações” se superpõem.
A grosso modo a classificação de caças a jato em “gerações” segue a seguinte padronização:
A primeira geração de caças a jato tem como maior representante o Me 262 alemão e seu diferencial foi, claro, no uso de um motor turbojato.
A segunda geração teve como diferencial superar a barreira do som e seu mais digno representante é o F-100 americano.
A terceira geração agregou a capacidade multi-role e a capacidade de combate BVR e seu mais digno representante é o F-4
A quarta geração incorporou uma eletrônica digital avançada, alta manobrabilidade e uma grande integração homem-máquina e seu maior representante é o F-16
A quinta geração tem como exemplo o insuperável F-22 e tem como diferencial maior a furtividade. Também é característica dos caças de quinta geração a “conectividade”.
Toda classificação é forçosa e artificial. Classificar caças não foge à regra. Subclassificá-los em geração e meia ou geração seguida de sinais de + é pior ainda.
Na melhor das hipóteses um caça é de uma determinada geração mas incorpora características de outra já que como disse é tudo muito artificial e as “gerações” se superpõem.
A grosso modo a classificação de caças a jato em “gerações” segue a seguinte padronização:
A primeira geração de caças a jato tem como maior representante o Me 262 alemão e seu diferencial foi, claro, no uso de um motor turbojato.
A segunda geração teve como diferencial superar a barreira do som e seu mais digno representante é o F-100 americano.
A terceira geração agregou a capacidade multi-role e a capacidade de combate BVR e seu mais digno representante é o F-4
A quarta geração incorporou uma eletrônica digital avançada, alta manobrabilidade e uma grande integração homem-máquina e seu maior representante é o F-16
A quinta geração tem como exemplo o insuperável F-22 e tem como diferencial maior a furtividade. Também é característica dos caças de quinta geração a “conectividade”.
Bem lembrado, Bosco.
Bem lembrado, Bosco.
“o insuperável F-22″, já estão prevendo o futuro!EHEHEH
Para os desenformados o Gripen foi o primeiro caça de 4° geração e não o F-16, o Gripen foi o primeiro caça a apresentar uma real configuração multi-roler proporcionada por seus sistemas integrados onde a configuração do caça pode ser mudada atraves dos seus sistemas eletrônico, já que o mesmo foi o primeiro a nascer multi função. Acesse o link e confira: http://www.varican.xpg.com.br/varican/Diversos/Programafx.htm
“o insuperável F-22″, já estão prevendo o futuro!EHEHEH
Para os desenformados o Gripen foi o primeiro caça de 4° geração e não o F-16, o Gripen foi o primeiro caça a apresentar uma real configuração multi-roler proporcionada por seus sistemas integrados onde a configuração do caça pode ser mudada atraves dos seus sistemas eletrônico, já que o mesmo foi o primeiro a nascer multi função. Acesse o link e confira: http://www.varican.xpg.com.br/varican/Diversos/Programafx.htm
Clêuber,
quando usei o termo “insuperável” me referia ao presente e não ao futuro.
Quanto ao Gripen, se o site que você indicou diz que ele é o “primeiro caça realmente de quarta geração”, seja lá o que isso queira dizer, então eu concordo. rsrs……
Um abraço meu caro “bem informado”.rsrs…..
Clêuber,
quando usei o termo “insuperável” me referia ao presente e não ao futuro.
Quanto ao Gripen, se o site que você indicou diz que ele é o “primeiro caça realmente de quarta geração”, seja lá o que isso queira dizer, então eu concordo. rsrs……
Um abraço meu caro “bem informado”.rsrs…..
Mauro nunca disse que o custo de operação do SU-35 BM é o menor (É clara a ironia.), mas me refiro a custo das operações (Operação), o SU-35 BM é a única aeronave que poderia nos dar uma supremacia aérea com poucas unidades devido a sua grande velocidade de cruzeiro e alcance (Claro alem das suas grandes capacidades de combate) sem necessidade de REVO desta forma sem este apoio específico e também pelo menor numero de unidades necessárias para realizar uma mesma missão devido a sua maior capacidade de carga ele possui o menor custo em operações de médio e longo e alcance. O SU-35 BM abaixa o custo da operação, não o custo de hora de vôo do vetor que é menor ou fica menor, o melhor caça é o F-22 pelas suas características isto é indiscutível, portanto o melhor para o país seria 36 vetores de 4.5G(O SU-35 BM poderia nos dar uma supremacia aérea em um grande raio com poucas unidades (36)) e em 2020 quando os F-5 e A-1 começarem a serem substituídos deveríamos partir para a 5º geração (Com a aquisição do vetor Russo facilitaria bastante a nossa entrada no programa de desenvolvimento e cooperação tecnológica no setor de aeronaves de 5º geração mais especificamente no PAK FA enquanto isto desenvolveríamos um caça de “6º” geração um UCAV no caso o SKAT em um desenvolvimento conjunto que nos traria grandes frutos em longo prazo). Citei exemplos para deixar tudo claro, esta é a melhor opção para o país e o SU-35 BM é o melhor vetor atual que poderíamos operar até a chegada de vetores mais modernos (5º geração) em 2020 (Lembrando que o FX2 é uma concorrência de que serve somente para selecionar um vetor, a compra é direta o que não impede de em 2020 adquirimos um vetor de 5º geração). Só quero o melhor pra o meu país e é clara a melhor opção (Claro não levando em conta preferências, gostos e preconceitos.). Existem outras opções que poderiam nos trazer diversos frutos, mas nenhuma esta tão aberta à participação Brasileira como a citada acima, mas independente do vetor e do plano escolhido teremos ótimos vetores(Pelo menos temporariamente), mas acho que merecemos o melhor e o melhor é uma parceria firme de mutua cooperação para o desenvolvimento de ambos os lados, assim como acontece em certas partes na parceria naval firmada com a França que trará grandes ganhos para a nação e aumentará os laços destas duas “grandes” nações.
Desculpem a linguagem simples e com vários exemplos o que aumentou o tamanho do meu comentário, mas a intenção era de ficar o mais claro possível.
Um abraço a todos.
Mauro nunca disse que o custo de operação do SU-35 BM é o menor (É clara a ironia.), mas me refiro a custo das operações (Operação), o SU-35 BM é a única aeronave que poderia nos dar uma supremacia aérea com poucas unidades devido a sua grande velocidade de cruzeiro e alcance (Claro alem das suas grandes capacidades de combate) sem necessidade de REVO desta forma sem este apoio específico e também pelo menor numero de unidades necessárias para realizar uma mesma missão devido a sua maior capacidade de carga ele possui o menor custo em operações de médio e longo e alcance. O SU-35 BM abaixa o custo da operação, não o custo de hora de vôo do vetor que é menor ou fica menor, o melhor caça é o F-22 pelas suas características isto é indiscutível, portanto o melhor para o país seria 36 vetores de 4.5G(O SU-35 BM poderia nos dar uma supremacia aérea em um grande raio com poucas unidades (36)) e em 2020 quando os F-5 e A-1 começarem a serem substituídos deveríamos partir para a 5º geração (Com a aquisição do vetor Russo facilitaria bastante a nossa entrada no programa de desenvolvimento e cooperação tecnológica no setor de aeronaves de 5º geração mais especificamente no PAK FA enquanto isto desenvolveríamos um caça de “6º” geração um UCAV no caso o SKAT em um desenvolvimento conjunto que nos traria grandes frutos em longo prazo). Citei exemplos para deixar tudo claro, esta é a melhor opção para o país e o SU-35 BM é o melhor vetor atual que poderíamos operar até a chegada de vetores mais modernos (5º geração) em 2020 (Lembrando que o FX2 é uma concorrência de que serve somente para selecionar um vetor, a compra é direta o que não impede de em 2020 adquirimos um vetor de 5º geração). Só quero o melhor pra o meu país e é clara a melhor opção (Claro não levando em conta preferências, gostos e preconceitos.). Existem outras opções que poderiam nos trazer diversos frutos, mas nenhuma esta tão aberta à participação Brasileira como a citada acima, mas independente do vetor e do plano escolhido teremos ótimos vetores(Pelo menos temporariamente), mas acho que merecemos o melhor e o melhor é uma parceria firme de mutua cooperação para o desenvolvimento de ambos os lados, assim como acontece em certas partes na parceria naval firmada com a França que trará grandes ganhos para a nação e aumentará os laços destas duas “grandes” nações.
Desculpem a linguagem simples e com vários exemplos o que aumentou o tamanho do meu comentário, mas a intenção era de ficar o mais claro possível.
Um abraço a todos.
Mauro,
relex também meu caro amigo.
Um grande abraço!
Cleuber,
tenho que concordar que o Gripen foi um dos primeiros caças de “quarta geração e meia”. Mas o F-16 foi o primeiro de quarta geração.
O que determina a geração de um caça é a incorporação em um projeto de avanços significativos que trará um incremento substancial do ponto de vista operacional em relação aos projetos anteriores.
Embora o Gripen seja um vetor de altíssima qualidade ele não trouxe no seu bojo nada absolutamente significativo a ponto de mudar o paradigma anterior. Sua evolução foi natural.
O F-16 incorporou tecnologias até então revolucionárias como a utilização de titânio, materiais compostos, HUD holográfico, telas multifuncionais, HOTAS, sistema fly by wire, instabilidade controlada, relação peso potência de 1 pra 1, radar doppler, redução do RCS em uma ordem de grandeza (30 m2 para 2 m2), etc.
O Gripen e os outros eurocanards (Rafale e Typhoon) incorporaram grandes avanços como uma redução maior do RCS (entre 1 e 0,2 m2) e uma maior “conectividade”, mas nada que fosse capaz de alterar significativamente o modo de se “combater”, que em última análise é a função básica de um caça.
O próprio IRST tão falado no blog por alguns é um componente marginal e não fundamental. Mesmo porque ele pode ser levado externamente como um pod por um caça de qualquer geração que não o tenha integrado em sua célula.
As versões posteriores do F-16, F-15 e F-18 podem ser consideradas também como representantes da “quarta geração e meia” com alterações relativamente fáceis que tiveram no projeto original.
Coisa impossível de ser feita é a promoção de um caça de uma geração para outra mais evoluída, já que implicaria na revisão total do projeto original. Se fosse tentado, a aeronave resultante não guardaria semelhança alguma com a de origem.
Alguns itens de alta tecnologia incorporados a um projeto de uma determinada geração não bastam para promover um caça para outra, no máximo acrescenta alguns + na sua classificação ao gosto do fabricante.
Um exemplo é o radar AESA que embora seja típico de caças de quinta geração está sendo instalado em caças de quarta sem maiores roblemas quanto à classificação. E pior, está sendo usado por alguns caças de “quarta” e não por alguns de “quarta e meia”.
O radar AESA é um típico exemplo que acrescentar um maior nível de tecnologia avançada em um caça pura e simplesmente, não é garantia de mudança de paradigma e sim de melhora a nível operacional.
Um abraço meu caro.
Mauro,
relex também meu caro amigo.
Um grande abraço!
Cleuber,
tenho que concordar que o Gripen foi um dos primeiros caças de “quarta geração e meia”. Mas o F-16 foi o primeiro de quarta geração.
O que determina a geração de um caça é a incorporação em um projeto de avanços significativos que trará um incremento substancial do ponto de vista operacional em relação aos projetos anteriores.
Embora o Gripen seja um vetor de altíssima qualidade ele não trouxe no seu bojo nada absolutamente significativo a ponto de mudar o paradigma anterior. Sua evolução foi natural.
O F-16 incorporou tecnologias até então revolucionárias como a utilização de titânio, materiais compostos, HUD holográfico, telas multifuncionais, HOTAS, sistema fly by wire, instabilidade controlada, relação peso potência de 1 pra 1, radar doppler, redução do RCS em uma ordem de grandeza (30 m2 para 2 m2), etc.
O Gripen e os outros eurocanards (Rafale e Typhoon) incorporaram grandes avanços como uma redução maior do RCS (entre 1 e 0,2 m2) e uma maior “conectividade”, mas nada que fosse capaz de alterar significativamente o modo de se “combater”, que em última análise é a função básica de um caça.
O próprio IRST tão falado no blog por alguns é um componente marginal e não fundamental. Mesmo porque ele pode ser levado externamente como um pod por um caça de qualquer geração que não o tenha integrado em sua célula.
As versões posteriores do F-16, F-15 e F-18 podem ser consideradas também como representantes da “quarta geração e meia” com alterações relativamente fáceis que tiveram no projeto original.
Coisa impossível de ser feita é a promoção de um caça de uma geração para outra mais evoluída, já que implicaria na revisão total do projeto original. Se fosse tentado, a aeronave resultante não guardaria semelhança alguma com a de origem.
Alguns itens de alta tecnologia incorporados a um projeto de uma determinada geração não bastam para promover um caça para outra, no máximo acrescenta alguns + na sua classificação ao gosto do fabricante.
Um exemplo é o radar AESA que embora seja típico de caças de quinta geração está sendo instalado em caças de quarta sem maiores roblemas quanto à classificação. E pior, está sendo usado por alguns caças de “quarta” e não por alguns de “quarta e meia”.
O radar AESA é um típico exemplo que acrescentar um maior nível de tecnologia avançada em um caça pura e simplesmente, não é garantia de mudança de paradigma e sim de melhora a nível operacional.
Um abraço meu caro.
“Não precisa se desculpar, seu texto melhorou muito nos últimos tempos”.
Isso sim é que é presunção mas temos que conviver com alguns brigadeiros do ar!Rrsssrrrssrrs
“Não precisa se desculpar, seu texto melhorou muito nos últimos tempos”.
Isso sim é que é presunção mas temos que conviver com alguns brigadeiros do ar!Rrsssrrrssrrs
Mauro e Clêuber,
pelo visto estamos todos aguardando a largada e a vitória do Rubinho.
Mauro,
eu acho que a indústria nacional tem tudo para projetar e construir um caça.
O problema maior seria fazê-lo competitivo no mercado internacional.
Embora indo contra a tendência mundial eu acho que poderíamos fazer mesmo um AMX II, ou seja, um avião de ataque baseado no AMX que fosse mais avançado e capaz a princípio, e daí, através de parcerias internacionais partirmos para um caça de quinta geração. Mas creio que apenas em um futuro distante.
O projeto e a construção de um avião de ataque baseado no AMX, mais a transferência de tecnologia que provavelmente vamos obter através do F-X2 nos dará condições de projetarmos o seu substituto.
Uma coisa que acho essencial é a fabricação de nossas próprias armas ar-sup guiadas, já que as não guiadas já estamos produzindo. Sem falar nos mísseis ar-ar de curto e médio alcance que também temos evoluído muito com o Piranha II e a parceria com a África do Sul. Deveríamos aproveitar essa parceria para também produzir no Brasil o R-Darter.
O míssil MAR-1 é um começo em relação a armas avançadas ar-sup. Se as informações sobre um míssil anti-navio procederem estaremos a um passo para termos um sistema ar-sup stand-off de precisão.
Acho que a tecnologia das bombas guiadas à laser na forma de kits também deve ser buscada a todo custo.
A associação do conhecimento adquirido em todos esses projetos nos fornecerá capacitação tecnológica nas áreas de propulsão, sistemas de navegação inercial, cabeças de busca, ogivas, etc, que poderão ser usados em praticamente todos as áreas dos projetos militares.
Saí um pouco da sua proposição mas é que eu “gostio”.
Um abraço meu caro amigo e vamos torcer para nosso Rubinho.
OBS: Eu particularmente sempre fui fiel ao Rubinho mesmo nos tempos de “crise”.
Mauro e Clêuber,
pelo visto estamos todos aguardando a largada e a vitória do Rubinho.
Mauro,
eu acho que a indústria nacional tem tudo para projetar e construir um caça.
O problema maior seria fazê-lo competitivo no mercado internacional.
Embora indo contra a tendência mundial eu acho que poderíamos fazer mesmo um AMX II, ou seja, um avião de ataque baseado no AMX que fosse mais avançado e capaz a princípio, e daí, através de parcerias internacionais partirmos para um caça de quinta geração. Mas creio que apenas em um futuro distante.
O projeto e a construção de um avião de ataque baseado no AMX, mais a transferência de tecnologia que provavelmente vamos obter através do F-X2 nos dará condições de projetarmos o seu substituto.
Uma coisa que acho essencial é a fabricação de nossas próprias armas ar-sup guiadas, já que as não guiadas já estamos produzindo. Sem falar nos mísseis ar-ar de curto e médio alcance que também temos evoluído muito com o Piranha II e a parceria com a África do Sul. Deveríamos aproveitar essa parceria para também produzir no Brasil o R-Darter.
O míssil MAR-1 é um começo em relação a armas avançadas ar-sup. Se as informações sobre um míssil anti-navio procederem estaremos a um passo para termos um sistema ar-sup stand-off de precisão.
Acho que a tecnologia das bombas guiadas à laser na forma de kits também deve ser buscada a todo custo.
A associação do conhecimento adquirido em todos esses projetos nos fornecerá capacitação tecnológica nas áreas de propulsão, sistemas de navegação inercial, cabeças de busca, ogivas, etc, que poderão ser usados em praticamente todos as áreas dos projetos militares.
Saí um pouco da sua proposição mas é que eu “gostio”.
Um abraço meu caro amigo e vamos torcer para nosso Rubinho.
OBS: Eu particularmente sempre fui fiel ao Rubinho mesmo nos tempos de “crise”.
Mauro em 29 mar, 2009 às 0:11
O custo de operação não é o menor. O que é menor é o custo das operações….rs. Ele é operacional, não é operacional em uma força aérea….rs. Precisa comentar? Não vale a pena…rs.
Welington rsrs, os custos de operação do SU-35 BM já são conhecidos á muito tempo assim como o das suas versões anteriores e desde quando um caça precisa estar operacional em uma força aérea para se saber o custo de operação??????? Levando-se em conta os custos de vôo da aeronave seu alcance sua capacidade de carga e também levando em conta os custos astronômicos de operação de uma aeronave REVO sabe se normalmente que um vetor que não necessita deste apoio e de menos vetores para realizar uma missão (Pois tem uma maior capacidade de “carga”) tem menores custos em operações de médio e longo alcance (Isto é mais que obvio rsrs).
Mauro como você subestima as pessoas, para você um editor e/ou redator de uma revista é bem amais qualificado que todos nos, a meu ver não é o que ocorre vários de nos poderíamos ser redatores de revistas normalmente, no caso da FAB existem vários especialistas muito competentes (Em suas áreas específicas) porem como lhe expliquei varias vezes o SU-35 BM era o preferido da FAB(Geral) a sua saída foi motivada por questões s políticas não existe nenhuma base técnica que justificaria sua saída.
Mauro não depende da FAB hora alguma e sim do governo, pois o vetor será escolhido mais por questões políticas do que técnicas, se fosse de vontade do governo teríamos uma força bem equipada á décadas e se for de interesse do governo por algum motivo teremos verbas para um programa de desenvolvimento de um vetor de 5º e 6º geração normalmente, a FAB de certa forma obedece ao governo e suas posições, pois se fosse o contrario o SU-35 BM estaria na disputa. Bom Mauro torcida, pode ser, mas torço por todos os vetores, em relação ao FX2 não torço para nem um vetor, quero o melhor para meu país e avaliando cada vetor e as possibilidades é claro não sou cego por preferências, gostos ou preconceitos desta forma fica clara a melhor opção, mas reitero não é só para min que esta é a melhor escolha, mas para varias pessoas que não levam nacionalidades e preconceitos em suas opiniões e julgamentos.
Comentário Mauro=A compra será de até 36 vetores e não de 36 caças.
Welington=????????????????????????, Bom a meu ver a compra será de 36 caças multi role a mesma coisa que 36 vetores de combate multi role.
Em 2014 poderíamos receber qualquer vetor de 4.5G disponível no mercado inclusive o SU-35 BM ou o Gripen NG, já em 2020 pode ocorrer de ficarmos com o vencedor do FX2 ou adquirirmos um novo vetor no caso um caça de 5º geração com a chegada provável em 2022 com dois anos de atraso que facilmente seriam supridos pelos Mirage 2000 modernizados que poderiam atuar até 2025(Se fossem modernizados).
Mauro é clara a melhor opção e caso você não siba o mundo não é comandado por governos e sim pelas vontades das elites(Mas quando falo elites falo das reais elites donos de empresas multibilionárias que compram decisões governamentais, mas isto não vem ao caso), a decisão será política não da FAB em termos, a FAB tem a mesma opinião que a minha(Geral, oficiais e praças), se a mesma tivesse autonomia e o governo tivesse um real interesse em desenvolver nossa industria e elevar a FAB a um nível quase similar ao de uma super potencia(Quase pelo inigualável numero de vetores de diferença).
Como já expliquei a exclusão do vetor Russo foi por questões políticas o que não prova de maneira alguma a incapacidade Russa de nos fornecer materiais de defesa, muito pelo contrario eles fazem parcerias firmes com a Índia e com a China onde estas duas Grandes nações hoje se desenvolvem a passos largos neste setor com grande ajuda Russa, os Russos assim como os EUA ou a França tem total capacidade de nos fornecer materiais e suporte para nossa força aérea normalmente.
Airton sena assassinado???? Essa é nova, mas que Alcântra foi sabotada isto há inúmeras evidencias, intenções e vantagens para os autores, sobre o Ronaldo quem entende de futebol e de medicina o que no segundo caso não é de meu pleno conhecimento, mas pelos relatos médicos e pelo rendimento e estado do jogador há uma grande possibilidade ainda mais levando em conta que não é a primeira vez e que o Maradona já o fez e aluga os Brasileiros á tempos, neste caso não julgo ser verdade, mas é grande a possibilidade mas em Alcântra as evidencias e os interesses são muito fortes.
Sobre o texto ter melhorado……….
Mauro não sou formado em letras, mas tenho o dever de respeitar nossa língua e escrever da forma mais culta possível, porem as vezes escrevo rapidamente e não tenho nem tempo de reler os textos e é normal que aja erros no texto, mas nem um de nos somos azes da língua portuguesa portanto não é necessário e nem conveniente ficar criticando as pessoas já que as vezes as mesmas não podem editar seus textos, pedi desculpas aos leitores(Geral) pelos erros contidos pois não é legal ficar lendo um texto mal grafado, mas salvo as situações é plenamente aceitáve. Á mauro o Cleuber entendeu para quem foi o comentário.
Sobre o AMX 2(32), pode nos trazer vários ganhos pra a indústria, mas em termos de vetor infelizmente seria um vetor de pouco desempenho, em termos de custos e de vetor reprovo constantemente o AMX2, mas para o desenvolvimento da indústria seria uma boa opção, no geral para min não seria viável, o melhor seria uma parceria de longo prazo para desenvolvimento conjunto de vetores de alta tecnologia e desempenho, mas se fosse para ser adquirido alem prováveis 120 vetores previstos no FX seria uma boa, desta forma ficando como vetor de missão específica(Ataque) seria ótimo, mas nossa realidade não nos permite tal números de vetores portanto sou contra.
Boscão Rubinho na cabeça esse ano ele “desatola” rsrsrs, abração kara.
Um abraço a todos.
Mauro em 29 mar, 2009 às 0:11
O custo de operação não é o menor. O que é menor é o custo das operações….rs. Ele é operacional, não é operacional em uma força aérea….rs. Precisa comentar? Não vale a pena…rs.
Welington rsrs, os custos de operação do SU-35 BM já são conhecidos á muito tempo assim como o das suas versões anteriores e desde quando um caça precisa estar operacional em uma força aérea para se saber o custo de operação??????? Levando-se em conta os custos de vôo da aeronave seu alcance sua capacidade de carga e também levando em conta os custos astronômicos de operação de uma aeronave REVO sabe se normalmente que um vetor que não necessita deste apoio e de menos vetores para realizar uma missão (Pois tem uma maior capacidade de “carga”) tem menores custos em operações de médio e longo alcance (Isto é mais que obvio rsrs).
Mauro como você subestima as pessoas, para você um editor e/ou redator de uma revista é bem amais qualificado que todos nos, a meu ver não é o que ocorre vários de nos poderíamos ser redatores de revistas normalmente, no caso da FAB existem vários especialistas muito competentes (Em suas áreas específicas) porem como lhe expliquei varias vezes o SU-35 BM era o preferido da FAB(Geral) a sua saída foi motivada por questões s políticas não existe nenhuma base técnica que justificaria sua saída.
Mauro não depende da FAB hora alguma e sim do governo, pois o vetor será escolhido mais por questões políticas do que técnicas, se fosse de vontade do governo teríamos uma força bem equipada á décadas e se for de interesse do governo por algum motivo teremos verbas para um programa de desenvolvimento de um vetor de 5º e 6º geração normalmente, a FAB de certa forma obedece ao governo e suas posições, pois se fosse o contrario o SU-35 BM estaria na disputa. Bom Mauro torcida, pode ser, mas torço por todos os vetores, em relação ao FX2 não torço para nem um vetor, quero o melhor para meu país e avaliando cada vetor e as possibilidades é claro não sou cego por preferências, gostos ou preconceitos desta forma fica clara a melhor opção, mas reitero não é só para min que esta é a melhor escolha, mas para varias pessoas que não levam nacionalidades e preconceitos em suas opiniões e julgamentos.
Comentário Mauro=A compra será de até 36 vetores e não de 36 caças.
Welington=????????????????????????, Bom a meu ver a compra será de 36 caças multi role a mesma coisa que 36 vetores de combate multi role.
Em 2014 poderíamos receber qualquer vetor de 4.5G disponível no mercado inclusive o SU-35 BM ou o Gripen NG, já em 2020 pode ocorrer de ficarmos com o vencedor do FX2 ou adquirirmos um novo vetor no caso um caça de 5º geração com a chegada provável em 2022 com dois anos de atraso que facilmente seriam supridos pelos Mirage 2000 modernizados que poderiam atuar até 2025(Se fossem modernizados).
Mauro é clara a melhor opção e caso você não siba o mundo não é comandado por governos e sim pelas vontades das elites(Mas quando falo elites falo das reais elites donos de empresas multibilionárias que compram decisões governamentais, mas isto não vem ao caso), a decisão será política não da FAB em termos, a FAB tem a mesma opinião que a minha(Geral, oficiais e praças), se a mesma tivesse autonomia e o governo tivesse um real interesse em desenvolver nossa industria e elevar a FAB a um nível quase similar ao de uma super potencia(Quase pelo inigualável numero de vetores de diferença).
Como já expliquei a exclusão do vetor Russo foi por questões políticas o que não prova de maneira alguma a incapacidade Russa de nos fornecer materiais de defesa, muito pelo contrario eles fazem parcerias firmes com a Índia e com a China onde estas duas Grandes nações hoje se desenvolvem a passos largos neste setor com grande ajuda Russa, os Russos assim como os EUA ou a França tem total capacidade de nos fornecer materiais e suporte para nossa força aérea normalmente.
Airton sena assassinado???? Essa é nova, mas que Alcântra foi sabotada isto há inúmeras evidencias, intenções e vantagens para os autores, sobre o Ronaldo quem entende de futebol e de medicina o que no segundo caso não é de meu pleno conhecimento, mas pelos relatos médicos e pelo rendimento e estado do jogador há uma grande possibilidade ainda mais levando em conta que não é a primeira vez e que o Maradona já o fez e aluga os Brasileiros á tempos, neste caso não julgo ser verdade, mas é grande a possibilidade mas em Alcântra as evidencias e os interesses são muito fortes.
Sobre o texto ter melhorado……….
Mauro não sou formado em letras, mas tenho o dever de respeitar nossa língua e escrever da forma mais culta possível, porem as vezes escrevo rapidamente e não tenho nem tempo de reler os textos e é normal que aja erros no texto, mas nem um de nos somos azes da língua portuguesa portanto não é necessário e nem conveniente ficar criticando as pessoas já que as vezes as mesmas não podem editar seus textos, pedi desculpas aos leitores(Geral) pelos erros contidos pois não é legal ficar lendo um texto mal grafado, mas salvo as situações é plenamente aceitáve. Á mauro o Cleuber entendeu para quem foi o comentário.
Sobre o AMX 2(32), pode nos trazer vários ganhos pra a indústria, mas em termos de vetor infelizmente seria um vetor de pouco desempenho, em termos de custos e de vetor reprovo constantemente o AMX2, mas para o desenvolvimento da indústria seria uma boa opção, no geral para min não seria viável, o melhor seria uma parceria de longo prazo para desenvolvimento conjunto de vetores de alta tecnologia e desempenho, mas se fosse para ser adquirido alem prováveis 120 vetores previstos no FX seria uma boa, desta forma ficando como vetor de missão específica(Ataque) seria ótimo, mas nossa realidade não nos permite tal números de vetores portanto sou contra.
Boscão Rubinho na cabeça esse ano ele “desatola” rsrsrs, abração kara.
Um abraço a todos.
Que isso Mauro tenho maior respeito por você como pelos outros amigos do BLOG como o Hornet, Bosco, Marine, ETC, claro que pode me chamar de amigo, temos nossas discussões claro, mas já á algum tempo elas se tornaram saudáveis sem perder o foco principal das discussões o melhor para o país o que só abrilhantou nossas discussões como também o BLOG, como diz o Marine existem (13) pessoas que são a alma do BLOG e você esta entre elas.
Concordo com a independência tecnológica, mas temos que ter parceiros para nos desenvolvermos, pois sozinhos demoraremos e gastaremos muito mais pra sermos independentes e em uma parceria de um vetor moderno e de alto desempenho evoluiremos muito mais rápido, mas se tivéssemos começado a nos desenvolvermos no setor á 20 anos como você disse hoje estaríamos com um alto nível tecnológico e com certeza poderíamos almejar desenvolver um caça de 5º geração a médio tempo.
Com certeza os UCAVs estarão entrando em operação daqui a 15 anos, mas não autônomos e sim sendo controlados por pilotos funcionando como base de comando em caças de 5º geração ou aeronaves dedicadas a esta missão ou até mesmo em terra, mas acho que somente após 2030 teremos veículos aéreos de combate não tripulados “autônomos” e eficientes contra vetores de 5º geração de alto desempenho como o F-22 e o PAK FA.
Com relação aos 36 vetores depende se for os Rafales acho difícil, mas se for o Gripen NG, F-18 SH ou se o SU-35 BM for reavaliado a á possibilidade de ocorrer com estes três vetores, porem o Rafale e o Typhoon(Se este for reavaliado) são vetores caros e como você acho quase impossível a aquisição de 36 vetores se estes forem os escolhidos.
No mais um abração amigão.
Que isso Mauro tenho maior respeito por você como pelos outros amigos do BLOG como o Hornet, Bosco, Marine, ETC, claro que pode me chamar de amigo, temos nossas discussões claro, mas já á algum tempo elas se tornaram saudáveis sem perder o foco principal das discussões o melhor para o país o que só abrilhantou nossas discussões como também o BLOG, como diz o Marine existem (13) pessoas que são a alma do BLOG e você esta entre elas.
Concordo com a independência tecnológica, mas temos que ter parceiros para nos desenvolvermos, pois sozinhos demoraremos e gastaremos muito mais pra sermos independentes e em uma parceria de um vetor moderno e de alto desempenho evoluiremos muito mais rápido, mas se tivéssemos começado a nos desenvolvermos no setor á 20 anos como você disse hoje estaríamos com um alto nível tecnológico e com certeza poderíamos almejar desenvolver um caça de 5º geração a médio tempo.
Com certeza os UCAVs estarão entrando em operação daqui a 15 anos, mas não autônomos e sim sendo controlados por pilotos funcionando como base de comando em caças de 5º geração ou aeronaves dedicadas a esta missão ou até mesmo em terra, mas acho que somente após 2030 teremos veículos aéreos de combate não tripulados “autônomos” e eficientes contra vetores de 5º geração de alto desempenho como o F-22 e o PAK FA.
Com relação aos 36 vetores depende se for os Rafales acho difícil, mas se for o Gripen NG, F-18 SH ou se o SU-35 BM for reavaliado a á possibilidade de ocorrer com estes três vetores, porem o Rafale e o Typhoon(Se este for reavaliado) são vetores caros e como você acho quase impossível a aquisição de 36 vetores se estes forem os escolhidos.
No mais um abração amigão.
É um verdadeiro imortal da academia nacional de letras senão vejamos:gripén, desenvolvéssemos, substiruição, melhoru, impala!
quase todos aqui cometem erros e assumem, mas existem os que assumem a condição de “imortais”.Fazer o que de quem elege Romário um filósofo!
welington, concordo com vc.O sukhoi 35 BM foi eliminada por questões políticas e não técnicas!O comprometimento de governos como o do Brasil no campo da tomada de decisão com os EUA é muito grande.Esse comprometimento suplanta muitas vezes as reais necessidades da nação!Concordo também com vc, quando diz que o custo de operação do sukhoi-35 BM pois isso é um fato testado cientificamente.Ou será que pensam que quando se lança um produto no mercado os resultados só serão conhecidos quando forem consumidos?RSRS.O sukhoi 35 BM é preferido entre os pilotos da FAB como já foi divulgado várias vezes e também é a única porta de acesso a um programa de 5° geração.Só o fato de permitir participar do Pak Fa T-50 já valeria a pena pois só Rússia e EUA desenvolvem programas de 5° geração.
Bosco “antes tarde que nunca”, mas gostaria de parabenizá-lo embora discorde de vc em alguns pontos vc soube conduzir bem o debate!
Abraços.
É um verdadeiro imortal da academia nacional de letras senão vejamos:gripén, desenvolvéssemos, substiruição, melhoru, impala!
quase todos aqui cometem erros e assumem, mas existem os que assumem a condição de “imortais”.Fazer o que de quem elege Romário um filósofo!
welington, concordo com vc.O sukhoi 35 BM foi eliminada por questões políticas e não técnicas!O comprometimento de governos como o do Brasil no campo da tomada de decisão com os EUA é muito grande.Esse comprometimento suplanta muitas vezes as reais necessidades da nação!Concordo também com vc, quando diz que o custo de operação do sukhoi-35 BM pois isso é um fato testado cientificamente.Ou será que pensam que quando se lança um produto no mercado os resultados só serão conhecidos quando forem consumidos?RSRS.O sukhoi 35 BM é preferido entre os pilotos da FAB como já foi divulgado várias vezes e também é a única porta de acesso a um programa de 5° geração.Só o fato de permitir participar do Pak Fa T-50 já valeria a pena pois só Rússia e EUA desenvolvem programas de 5° geração.
Bosco “antes tarde que nunca”, mas gostaria de parabenizá-lo embora discorde de vc em alguns pontos vc soube conduzir bem o debate!
Abraços.
Completando: o custo de operação do sukhoi-35 BM é menor.
Completando: o custo de operação do sukhoi-35 BM é menor.
[...] a capacidade de ataque maciço aos alvos inimigos. Para essas missões, o F-22 leva duas bombas GBU-32 JDAM de 1.000lb (454kg) ou 8 bombas SDB (small diameter [...]
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[...] Paveway IV é a última da série e usa guiagem GPS/INS e laser, aumentando a capacidade de uso em qualquer [...]
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