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Brigadeiro diz que jogos vão atrair turismo

Presidente da Comissão Desportiva Militar do Brasil (CDMB), o brigadeiro Luís Antonio Pinto Machado afirmou à Folha que as olimpíadas militares são importantes para “fortalecer a paz”, pois incentivam a “convivência com mais de cem forças armadas do mundo”.

Pinto Machado acredita que o evento servirá para estimular o turismo e “redundará na captação de impostos para a cidade e para o país”.

“Para o Brasil, a importância do evento está ligada à oportunidade de investimentos em eventos esportivos”, afirma.

O brigadeiro disse que toda a infra-estrutura desportiva construída para os Jogos Pan-Americanos será usada. Destacam-se, em outras obras, segundo ele, o Parque Aquático Maria Lenk, a arena multiuso, o velódromo, o Maracanãzinho, o Centro Nacional de Tiro e o Centro de Pentatlo Moderno Deodoro.

“Todas as modalidades do Pan vão para os jogos militares”, explica Pinto Machado. O brigadeiro estima em mais de 250 os militares brasileiros que testarão suas habilidades atléticas. Já o contingente mobilizado para “a organização e a realização” do evento é bem maior. “Haverá mais de 2.000 militares”, declara.

Investimentos

Pinto Machado prevê um total de 7.000 visitantes no Rio de Janeiro, em razão dos Jogos.
“Os investimentos, na verdade, já começaram no ano passado, com os Jogos Pan-Americanos. Vão ter continuidade, em 2011, com os jogos militares. Prosseguirão em 2013, com a Copa das Confederações, em 2014, com a Copa do Mundo de Futebol, e em 2016, com as Olimpíadas. O mundo inteiro está olhando para o Brasil e querendo vir para por causa desse evento”, afirma o brigadeiro.

O Rio de Janeiro é umas das quatro cidades que vão disputar a fase final para a escolha da sede das Olimpíadas de 2016, ao lado de Chicago, nos Estados Unidos, Tóquio, no Japão, e Madri, na Espanha. O anúncio de qual cidade será a escolhida para sediar o evento será feito no dia 2 de outubro do ano que vem, em Copenhague (Dinamarca).

Fonte: Folha de São Paulo

Leia mais sobre as olimpíadas militares no blog naval

 

Equador recebe Legacy da Embraer

Enquanto recorre à Câmara de Comércio Internacional para não pagar dívida de US$ 286,8 milhões ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o presidente do Equador, Rafael Correa, recebeu hoje (13/12) o avião Legacy 600, fabricado Embraer, que usará em suas viagens.

Com a compra do avião, que será utilizada para viagens internas e internacionais, “se evitará o alto o custo de aluguel de aeronaves privadas, sobretudo para vôos internacionais“, justificou o Governo equatoriano.

Outra das razões da compra, acrescentou a Presidência, foi a necessidade constante da comunicação presidencial, já que atualmente o governante, Rafael Correa, permanece “isolado nas viagens longos e este fator resulta prejudicial para as atividades do líder e para o Estado em geral”.

O avião conta com internet e videoconferência, indicou a nota, especificando que o aspecto da segurança também foi levado em conta no momento de escolher a aeronave, “já que conta com a tecnologia mais moderna nesta área”.

O ministro da Defesa, Javier Ponce, recebeu oficialmente a aeronave na qual chegaram Miguel Carvajal, vice-ministro da Defesa e Diego Jaramillo, secretário-geral da Presidência da República.

O Embraer Legacy 600 tem capacidade para 13 passageiros e sua velocidade máxima é de 840 km/h.

Seu alcance sem escalas é de 6.019 quilômetros, podendo ir de Quito ou Guayaquil a toda América do Sul e até o sul do Canadá sem escalas e à Europa com uma só escala, acrescentou a Presidência.

Fonte: EFE        Foto: El Diario

Nota do Blog: segundo o periódico equatoriano El Comercio, o valor da compra foi de 30 milhões, trezentos mil e duzentos e noventa dólares, sendo que 40% do valor (12,1 milhões de dólares) foi pago antecipadamente, com os restantes 60% previstos para serem quitados na entrega por meio de transferência do banco central. O presidente equatoriano deverá fazer o primeiro uso da aeronave em viagem ao Brasil, em compromisso ligado à Unasul.

 

Em 11 de dezembro de 2008, o site do consórcio Eurofighter anunciou que a Força Aérea Espanhola (Ejército del Aire) recebeu seus três primeiros Typhoons Tranche 2  de produção, de um total programado de 34 caças dessa versão. Os quatro países parceiros no programa, Grã-Bretanha, Itália, Espanha e Alemanha, comprometeram-se a adquirir 620 Eurofighters das três versões (Tranches), e a encomenda espanhola corresponde a 87 desse total.  A entrega dos Tranche 1, dos quais 19 foram recebidos pela Força Aérea Espanhola, concluiu-se em setembro do ano passado. 

O Eurofighter Typhoon Tranche 2 traz uma nova suíte de computadores, com maior poder de processamento, incorporando melhorias na interface homem-máquina e capacidades ampliadas de ataque ao solo, num programa que também integrará um pod designador laser (LDP) e novas armas como a Paveway IV e a EGBU-16. As aeronaves do Block 8 (Tranche 2) começaram a ser entregues às forças aéreas dos quatro países participantes do consórcio em outubro deste ano, e mais de 60 caças dessa versão estão atualmente nas fases finais de montagem.

Fonte e foto de cima: Eurofighter / ASD Network   

Foto de baixo (Tranche 1): Ejército del Aire

 

Mako HEAT, um mock-up bem cool

O projeto continua marcando presença no site da EADS, mas a página do MAKO revela que a última atualização foi feita em julho do ano passado. Assim, parece cada vez menos provável que o Mako HEAT (Hight Energy Advanced Trainer – treinador avançado de alta energia) um dia deixe de ser apenas um mock-up frio, ou melhor, um mock-up “bacaninha”.

Uma pena, pois além de stealth (furtivo), o design é bonito e moderno, com características muito interessantes, como capacidade supersônica, performance adequada para simular perfis de vôo dos caças de última geração e modularidade, que se percebe pela grande similaridade entre a seção anterior da fuselagem nas versões monoposto e biposto, numa bela solução de design, como pode ser comprovado nas ilustrações abaixo.

 

Em contraste, o desenvolvimento do italiano Alenia Aermacchi M-346, que oferece várias capacidades similares às do Mako (embora seja de “aparência” menos stealth) prossegue, sendo atualmente o único treinador avançado / Lift de nova geração disponível na europa, nas palavras da empresa italiana. 

Foto e ilustração: airforce-technology

 

Rússia “groundeia” frota de MiG-29

A Agência Jane’s de defesa noticiou que a Força Aérea da Rússia manteve todos os seus MiG-29 ‘Fulcrum-A/C’ no solo após um acidente fatal. Uma aeronave do regimento de aviação de caça 120, baseado em Domna (Sibéria) caiu a cinco quilometros da base no último dia 5 de dezembro. Recentemente uma aeronave do mesmo tipo, proveniente da mesma base também sofreu um acidente. Naquela oportunidade o piloto ejetou-se sem maiores complicações.

 

Novas fotos do Su-35BM

A mais nova versão do Flanker continua em testes, com dois protótipos em vôo. O primeiro voou pela primeira vez em fevereiro de 2008 e o segundo em outubro.
Os russos planejam começar a produção do seu novo caça de geração 4++ a partir de 2011, com previsão de exportação de 160 aeronaves até 2020, além da produção de unidades para a Força Aérea da Federação Russa.

 

Presidente da Embraer nega corte de funcionários

Durante a entrega do primeiro avião E-195 a Azul Linhas Aéreas Brasileiras, o presidente da Embraer, Frederico Curado, negou que a empresa tenha decidido demitir 4 mil funcionários. “Não há nenhum plano de demitir 4 mil. É preciso perguntar para quem soltou essa informação, que não foi de dentro da empresa”, disse.

A informação sobre o corte de 4 mil funcionários foi dada pelo jornal Gazeta Mercantil e publicada aqui no blog. O corte ocorreria nas primeiras semanas do próximo mês.

Curado ressaltou que a crise financeira mundial é preocupante e pode afetar a companhia no futuro. “Essa crise não é do Brasil. Porém, a escassez de crédito pode fazer nossos clientes reduzirem os pedidos. Nesse momento, o crédito é o mais importante”, afirmou.

 

Foi entregue na noite desta quinta-feira (11.12) na sede da Embraer, em São José dos Campos-SP, a primeira das 36 aeronaves EMB 195 encomendadas pela Azul Linhas Aéreas Brasileiras.

A entrega da aeronave prefixo PR- AYB foi feita pelo Sr. Frederico Curado (Pres. da Embraer) ao Srs. David Neeleman (Fundador da Azul) e Pedro Janot (Pres. da Azul), que contou ainda com a empolgante presença dos funcionários da nova companhia aérea, que entrará em operação na próxima segunda-feira (15.12), em um vôo inaugural ligando a cidade paulista de Campinas e a capital bahiana.

Segundo o presidente da Azul, Pedro Janot, a intenção é estender os vôos para outras 22 cidades, incluindo São José dos Campos.

Até 2012, a Azul deverá estar presente nas principais cidades brasileiras, com uma frota de 42 jatos da Embraer.

Tudo Azul:

 

Su-34 completou testes com armas

Segundo a agência de notícias Interfax, o Su-34 completou todos os testes com armas programados para 2008.
Foram testadas armas guiadas e não guiadas e todas obtiveram resultados positivos, com alto grau de precisão.
O Su-34 foi projetado pelo Sukhoi Design Bureau e está sendo produzido desde 2006. A Força Aérea Russa planeja adquirir cerca de 300 aviões até 2020, para substituir os velhos jatos Su-24.
Na foto acima, um Su-34 voa ao lado de um Su-24, que irá substituir, seguindo um IL-76. Nas fotos abaixo, o Su-34 aparece em testes de armas.

 

Triste fim do Buffalo 2357

Foto: Poder Aéreo

 

Um bilhão de libras, ou aproximadamente um bilhão e meio de dólares. Em reais, são 3 bilhões e meio. É o que o Ministério da Defesa do Reino Unido (MoD) pretende economizar antecipando em cinco anos a aposentadoria da frota de Harrier GR9, operada em conjunto pela RAF (Real Força Aérea) e pela RN (Marinha Real), e planejada originariamente para ser desativada em 2018. Vale lembrar que desde março de 2006, com a baixa dos últimos Sea Harrier, a RAF e a RN passaram a operar os modelos GR9 através do Joint Force Harrier (JFH), tanto a partir de bases terrestres quanto embarcados.

Mas segundo reportagem da Jane’s do último dia 9 de dezembro, essa proposta pode estar sendo revista devido a objeções da RN, pois com a aposentadoria dos vetores em 2012 seria criado um gap operacional entre sua desativação e a chegada de seus substitutos, os F-35 Lightning II. Como solução paliativa, estaria sendo proposta a operação de um mínimo de 20 aeronaves em um único esquadrão, ao menos no período crítico entre 2012 e 2018.

Por outro lado, uma nova arma, a Paveway IV, está sendo somada ao arsenal do Harrier e de outros jatos da RAF. Custo: 400 milhões de libras.

Ainda sobre os Harriers, a RAF divulgou ontem (10 de dezembro) que a bomba guiada de nova geração Paveway IV estaria iniciando sua entrada em serviço, com previsão para em breve equipar tanto os GR9 quanto outras aeronaves, como os Tornado GR4, os Typhoon e, posteriormente, os JSF (F-35). A arma pode ser guiada tanto por GPS como por laser, tendo capacidade para ataques de precisão dia e noite, em qualquer tempo, com lançamento a partir de altitudes médias. A espoleta de aproximação pode ser pré-programada, assim como o ângulo e a direção pela qual a bomba impactará o alvo, maximizando os efeitos da carga explosiva de 500 libras (227 kg).

As coordenadas dos alvos podem ser programadas ainda em terra ou em pleno vôo, o que proporciona maior flexibilidade tática tanto aos pilotos quanto aos controladores de vôo / observadores avançados (FAC – Forward Air Controllers), já que o alvo pode ser trocado no decorrer da missão, conforme a dinâmica das operações. A Paveway IV pesa aproximadamente metade da Paveway II atualmente em uso na RAF, e o MoD divulgou um custo de 400 milhões de libras para o projeto.

Fontes: Jane’s, airforce-tech. , naval-tech. e RAF/MOD Fotos: RAF/MOD

 

O título acima é obviamente uma brincadeira: as razões para os F-18 canadenses (assim como os espanhóis, suíços, finlandeses e outros) manterem os dispositivos que permitem dobrar as pontas das asas são várias, e fica para os freqüentadores do Blog do Poder Aéreo a discussão a respeito. Mas esta foto de um Hornet sendo deslocado por rodovia em 2006, para participar de uma exposição, sem dúvida mostra uma utilidade inusitada para um dispositivo próprio de aeronaves embarcadas.

Foto: C. Coulombe - Força Aérea Canadense

 
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