m-346_foto-alenia-aermacchi

O protótipo do treinador a jato italiano M-346 atingiu Mach 1.15 em vôo de 75 minutos realizado nesta quinta-feira, 18 de dezembro, conforme notícia veiculada pela Alenia-Aermacchi.  Os testes com o protótipo continuarão até que seja atingida a velocidade projetada de Mach 1.2. A última marca alcançada, em 2007, foi de Mach 0,96.

m-346_foto-2-alenia-aermacchi

Segundo a empresa, a performance alcançada é resultado da integração entre a nova versão do software de controle Fly by Wire quadruplex com o conjunto aerodinâmica / motorização (são duas turbinas Honeywell F124, que permitem uma razão peso-potência próxima de 1). O treinador avançado / Lift (Lead In Fighter Trainer) M-346 foi projetado para manter-se plenamente controlável em ângulos de ataque além de 35 graus, o que, aliado a uma interface homem-máquina representativa da nova geração de aeronaves de combate, permite simular características de caças como o Eurofighter Typhoon, F-16, Rafale e F-35. Em julho de 2008, o primeiro M-346 de pré-produção fez seu vôo inaugural.

m-346_painel-foto-alenia-aermacchi

A Alenia-Aermacchi também divulgou que, após concurso realizado entre outubro e novembro para a escolha de uma denominação para a aeronave, o nome ganhador foi “Master”. A pessoa que venceu o concurso (foram mais de 4.000 nomes sugeridos) ganhou um vôo no M-346.  

Fonte e fotos: Alenia-Aermacchi

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82 Comentários to “M-346 “Master” realiza seu primeiro vôo supersônico”

  1. Almeida disse:

    Pra quem duvidava de q ele era supersonico…

    Na minha opiniao um treinador avançado e caça leve bem superior ao T-50 coreano. Eu gostaria MUITO de ver a Embraer fabricando algumas dezenas desses como treinador e caça ‘low’ para a FAB. Melhor do q gastar dinheiro modenizando AMX… Ponham a avionica proposta para o A1-M nele e teremos um caça de verdade, multi-funçao de baixo custo.

    PS: nada contra termos entrado no programa AMX, muito pelo contrario, aprendemos muito com ele e por isso mesmo deveriamos fazer nova parceria com os italianos no M-346! Deu certo no Xavante, no AMX, vamos fazer dar certo de novo!

  2. Almeida disse:

    Pra quem duvidava de q ele era supersonico…

    Na minha opiniao um treinador avançado e caça leve bem superior ao T-50 coreano. Eu gostaria MUITO de ver a Embraer fabricando algumas dezenas desses como treinador e caça ‘low’ para a FAB. Melhor do q gastar dinheiro modenizando AMX… Ponham a avionica proposta para o A1-M nele e teremos um caça de verdade, multi-funçao de baixo custo.

    PS: nada contra termos entrado no programa AMX, muito pelo contrario, aprendemos muito com ele e por isso mesmo deveriamos fazer nova parceria com os italianos no M-346! Deu certo no Xavante, no AMX, vamos fazer dar certo de novo!

  3. RL disse:

    Se trocarmos as turbinas dos nossos A-1 para outras com maiores libras de potência, não seriamos capazes de também aumentar a velocidade dos mesmos para niveis próximos do M-346?

  4. RL disse:

    Se trocarmos as turbinas dos nossos A-1 para outras com maiores libras de potência, não seriamos capazes de também aumentar a velocidade dos mesmos para niveis próximos do M-346?

  5. Nunão disse:

    RL,
    A resposta é não. A aerodinâmica do A-1 foi projetada para vôo transônico a baixa altitude. No mínimo, teria que projetar uma nova asa, com outro perfil. E para instalar uma turbina mais poderosa, provavelmente teria que modificar a fuselagem traseira e entradas de ar. É muita mudança para pouco benefício, na minha opinião. Modernizar a aviônica e instalar radar nos A-1 eu acho que já está de ótimo tamanho.

    Nada tenho contra, por outro lado, à idéia de produzir o M-346 por aqui sob licença quando chegar o tempo de substituir o A-1M (ou mesmo antes, já na aposentadoria dos Xavante / Impala, mas tudo isso depende de como vai se configurar de vez a passagem dos A-29 para os F-5M). E é claro, produzir com as devidas adaptações e desenvolvimentos locais (aviônica, por ex). O mesmo digo para o KAI T50, de projeto mais antigo porém mais veloz, ou o Tejas – aliás, foi para fomentar essa discussão que esses dois foram objetos de posts recentes, agora somados ao M-346. Ainda está faltando colocar aqui os russos. Saudações.

  6. Nunão disse:

    RL,
    A resposta é não. A aerodinâmica do A-1 foi projetada para vôo transônico a baixa altitude. No mínimo, teria que projetar uma nova asa, com outro perfil. E para instalar uma turbina mais poderosa, provavelmente teria que modificar a fuselagem traseira e entradas de ar. É muita mudança para pouco benefício, na minha opinião. Modernizar a aviônica e instalar radar nos A-1 eu acho que já está de ótimo tamanho.

    Nada tenho contra, por outro lado, à idéia de produzir o M-346 por aqui sob licença quando chegar o tempo de substituir o A-1M (ou mesmo antes, já na aposentadoria dos Xavante / Impala, mas tudo isso depende de como vai se configurar de vez a passagem dos A-29 para os F-5M). E é claro, produzir com as devidas adaptações e desenvolvimentos locais (aviônica, por ex). O mesmo digo para o KAI T50, de projeto mais antigo porém mais veloz, ou o Tejas – aliás, foi para fomentar essa discussão que esses dois foram objetos de posts recentes, agora somados ao M-346. Ainda está faltando colocar aqui os russos. Saudações.

  7. zocca disse:

    com certeza a FAB vai presizar de um treinador avançado, tai um otimo, que claro não serve so para treinar, e lembrando que acordos com os ITALIANOS sempre deram bons resultados. gratze

  8. zocca disse:

    com certeza a FAB vai presizar de um treinador avançado, tai um otimo, que claro não serve so para treinar, e lembrando que acordos com os ITALIANOS sempre deram bons resultados. gratze

  9. Cinquini disse:

    Eita “aviãozinho” bonitinho!!!

  10. Cinquini disse:

    Eita “aviãozinho” bonitinho!!!

  11. RT disse:

    Poderia substituir até parte da frota de F-5.

  12. RT disse:

    Poderia substituir até parte da frota de F-5.

  13. Vassily Zaitsev disse:

    A 1ª e a 3ª fotos são muito bonitas. Parece um caça “puro-sangue”.

    No meu ponto de vista, o substituto natural do cansado EMB-326 Xavante. Daria conta do recado com folga.

  14. Vassily Zaitsev disse:

    A 1ª e a 3ª fotos são muito bonitas. Parece um caça “puro-sangue”.

    No meu ponto de vista, o substituto natural do cansado EMB-326 Xavante. Daria conta do recado com folga.

  15. kaleu disse:

    Caro amigo Almeida,

    Entendo que o AMX tem uma função “dierente” do M-346, já que o Italo-Brasileiro é uma nave de ataque ao solo.

    Ainda penso que o FX-2 deve ser usado como caça “Hi”, e com a possível transf de tecno, desenvolvermos um monomotor “Lo”, para a FAB, este último com desing furtivo, agregando toda a tecnologia que adquirirmos no FX-2.

    abraços
    Kaleu

  16. kaleu disse:

    Caro amigo Almeida,

    Entendo que o AMX tem uma função “dierente” do M-346, já que o Italo-Brasileiro é uma nave de ataque ao solo.

    Ainda penso que o FX-2 deve ser usado como caça “Hi”, e com a possível transf de tecno, desenvolvermos um monomotor “Lo”, para a FAB, este último com desing furtivo, agregando toda a tecnologia que adquirirmos no FX-2.

    abraços
    Kaleu

  17. Flavio Santana disse:

    Kaleu,

    Concordo com seu pensamento de FX-2 como caça “Hi” e um caça monomotor em maiores quantidades como “Low”.

    A curto prazo acredito que deveriamos comprar o máximo de células de F-5 e moderniza-las. Temos os F-5 suiços, os Tiger 3 chilenos e etc… Mas num prazo maior acredito que deveriamos pensar num novo “Fusca” ou “Fiat Uno” para nossa FAB, e não é de forma depreciativa não.

    O “Lo” tem que ser barato na compra, barato no uso, manutenção fácil e descomplicada, robusto, aberto a moderninazações e capaz de disparar BVRs e operar em rede!

    Sei que todos torcemos por 120 FX-2 na FAB, mas um núcleo de 36 ou 48 FX-2 no estado da arte e 60 ou 72 F-5M ou M-346 seria tranquilamente a força aérea mais bem equipada da AL!

  18. Flavio Santana disse:

    Kaleu,

    Concordo com seu pensamento de FX-2 como caça “Hi” e um caça monomotor em maiores quantidades como “Low”.

    A curto prazo acredito que deveriamos comprar o máximo de células de F-5 e moderniza-las. Temos os F-5 suiços, os Tiger 3 chilenos e etc… Mas num prazo maior acredito que deveriamos pensar num novo “Fusca” ou “Fiat Uno” para nossa FAB, e não é de forma depreciativa não.

    O “Lo” tem que ser barato na compra, barato no uso, manutenção fácil e descomplicada, robusto, aberto a moderninazações e capaz de disparar BVRs e operar em rede!

    Sei que todos torcemos por 120 FX-2 na FAB, mas um núcleo de 36 ou 48 FX-2 no estado da arte e 60 ou 72 F-5M ou M-346 seria tranquilamente a força aérea mais bem equipada da AL!

  19. RL disse:

    Nunão. Obrigado pelas explicações.

    Neste caso então, seria viável nós repassarmos os AMX a alguns países que precisam adiquirir ou mesmo modernizar suas FA´s como Bolivia, Paraguai ou até mesmo Uruguai dentre outros.

    Criariamos uma esfera de fornecimento militar aos paises da AL valendo-se da necessidade de reposição de peças e sobressalentes dos AMX para estes paises, ao mesmo tempo que poderiamos abrir uma linha de produção do M-346 não apenas para a FAB e sim para outros paises como Argentina, Chile, Colombia, Peru, México.

    Acredito que seria uma boa opção para manter as boas relações com os vizinhos e afirmar nossa liderança regional sem necessidade de impor imperialismo e muioto menos submissão, más sim de parceria.

  20. RL disse:

    Nunão. Obrigado pelas explicações.

    Neste caso então, seria viável nós repassarmos os AMX a alguns países que precisam adiquirir ou mesmo modernizar suas FA´s como Bolivia, Paraguai ou até mesmo Uruguai dentre outros.

    Criariamos uma esfera de fornecimento militar aos paises da AL valendo-se da necessidade de reposição de peças e sobressalentes dos AMX para estes paises, ao mesmo tempo que poderiamos abrir uma linha de produção do M-346 não apenas para a FAB e sim para outros paises como Argentina, Chile, Colombia, Peru, México.

    Acredito que seria uma boa opção para manter as boas relações com os vizinhos e afirmar nossa liderança regional sem necessidade de impor imperialismo e muioto menos submissão, más sim de parceria.

  21. RT disse:

    RL quando vc fala em repasse é praticamente doar, pois nossos vizinhos da AL não pagam o que compram e nem cumprem acordos.

  22. RT disse:

    RL quando vc fala em repasse é praticamente doar, pois nossos vizinhos da AL não pagam o que compram e nem cumprem acordos.

  23. rodrigo rauta disse:

    Mas Nunão, o motor RR que equipa o A-1 originalmente não tinha pos-combustor? Na época, foi o q eu soube, e que na verdade o A-1 so é subsonico por questoes economicas.Esta certo isso?? pq se for, o desenho do A-1 comporta velocidades mais levadas.Não sei se to falando besteira, mas foi o q eu li.
    Abraços!!

  24. rodrigo rauta disse:

    Mas Nunão, o motor RR que equipa o A-1 originalmente não tinha pos-combustor? Na época, foi o q eu soube, e que na verdade o A-1 so é subsonico por questoes economicas.Esta certo isso?? pq se for, o desenho do A-1 comporta velocidades mais levadas.Não sei se to falando besteira, mas foi o q eu li.
    Abraços!!

  25. RL disse:

    RT.

    Desculpe-me. Expressei-me mal. Realmente, vc tem razão. Da forma que foi colocado realmente se tem essa noção de repasse / doação.

    O “repasse” que menciono seria obviamente uma venda a custos acessiveis aos paises mencionados. Pagos em médio prazo, dada as condições ecônomicas dos mesmos.

    Obrigado pelo toque, abraços.

  26. RL disse:

    RT.

    Desculpe-me. Expressei-me mal. Realmente, vc tem razão. Da forma que foi colocado realmente se tem essa noção de repasse / doação.

    O “repasse” que menciono seria obviamente uma venda a custos acessiveis aos paises mencionados. Pagos em médio prazo, dada as condições ecônomicas dos mesmos.

    Obrigado pelo toque, abraços.

  27. Nunão disse:

    Rodrigo, para colocar um pós-combustor no Spey do AMX teria que reprojetar a cauda. E para atingir velocidades mais elevadas de forma eficiente, teria que reprojetar a asa. O AMX (A-1) não é supersônico por medida de economia, mas pelo próprio requisito do projeto, por uma escolha que veio desde o início visando uma aeronave transônica de ataque a baixa altitude, e ele é todo projetado aerodinamicamente segundo esse requisito. Uma nova motorização serviria para melhorar sua performance de decolagem com cargas mais pesadas, para aumentar sua manobrabilidade, mas não para torná-lo supersônico. E a essa altura, creio que remotorizar o avião teria custos desproporcionais aos benefícios. Mas já ouvi falar que estão incorporando algumas melhorias ao Spey, para um ligeiro (bem ligeiro mesmo, embora bem-vindo) aumento do empuxo e diminuição da fumaça. Já estaria bom demais para o avião.

    Quanto ao M-346 para caça “low”, acho a idéia válida, desde que o mesmo seja plenamente adaptado para carregar armamento, o que não é assim tão fácil – no artigo de uma ou duas semanas atrás sobre o KAI-T 50 Golden Eagle coreano, o colega Excel comentou sobre algumas dificuldades que o jato está tendo para desenvolver plenamente sua capacidade de carregar armamento. Para o M-346, se houver um bom potencial para armá-lo com eficácia, faria sentido a meu ver desenvolver conjuntamente uma versão de caça leve.

    E tem o Tejas, que é na verdade um caça-leve desde a concepção inicial, e que terá agora uma versão treinadora (para adaptação ao próprio modelo, a princípio), que poderia dar um bom Lift. Vale lembrar que a Índia desenvolveu um outro modelo de jato, bem mais simples que o Tejas, para a função de treinador avançado, mas que compartilha com este uns 40% das peças, se não me engano: o HAL HJT-36.

    E falando em aviões mais simples, uma solução, embora não seja a minha preferida, é o “low” ser ainda mais “low”. Esses novos Lifts custam beeeeem caro (mas é claro, muito mais baratos que os caças modernos, que são absurdamente caros).

    Talvez o que a FAB precise mais seja simplesmente um jato barato, que possa receber a aviônica do A-29, para adaptar os pilotos para o vôo a jato e uma arena de combate maior, sem muitas frescuras. Como o HJT-36, ou o primo mais pobre do M-346, o M-311 de asas retas, ou mesmo o Pampa argentino que, mesmo sendo bastante limitado, cumpriria a função a um custo bem mais baixo. Mas é claro que todos esses seriam, caso utilizados como caças “low”, bem limitados, algo como o Xavante foi nos anos 70-80, e não trariam muitas vantagens sobre os A-29. Enfim, muita coisa para se pensar após a decisão pelo F-X2!

  28. Nunão disse:

    Rodrigo, para colocar um pós-combustor no Spey do AMX teria que reprojetar a cauda. E para atingir velocidades mais elevadas de forma eficiente, teria que reprojetar a asa. O AMX (A-1) não é supersônico por medida de economia, mas pelo próprio requisito do projeto, por uma escolha que veio desde o início visando uma aeronave transônica de ataque a baixa altitude, e ele é todo projetado aerodinamicamente segundo esse requisito. Uma nova motorização serviria para melhorar sua performance de decolagem com cargas mais pesadas, para aumentar sua manobrabilidade, mas não para torná-lo supersônico. E a essa altura, creio que remotorizar o avião teria custos desproporcionais aos benefícios. Mas já ouvi falar que estão incorporando algumas melhorias ao Spey, para um ligeiro (bem ligeiro mesmo, embora bem-vindo) aumento do empuxo e diminuição da fumaça. Já estaria bom demais para o avião.

    Quanto ao M-346 para caça “low”, acho a idéia válida, desde que o mesmo seja plenamente adaptado para carregar armamento, o que não é assim tão fácil – no artigo de uma ou duas semanas atrás sobre o KAI-T 50 Golden Eagle coreano, o colega Excel comentou sobre algumas dificuldades que o jato está tendo para desenvolver plenamente sua capacidade de carregar armamento. Para o M-346, se houver um bom potencial para armá-lo com eficácia, faria sentido a meu ver desenvolver conjuntamente uma versão de caça leve.

    E tem o Tejas, que é na verdade um caça-leve desde a concepção inicial, e que terá agora uma versão treinadora (para adaptação ao próprio modelo, a princípio), que poderia dar um bom Lift. Vale lembrar que a Índia desenvolveu um outro modelo de jato, bem mais simples que o Tejas, para a função de treinador avançado, mas que compartilha com este uns 40% das peças, se não me engano: o HAL HJT-36.

    E falando em aviões mais simples, uma solução, embora não seja a minha preferida, é o “low” ser ainda mais “low”. Esses novos Lifts custam beeeeem caro (mas é claro, muito mais baratos que os caças modernos, que são absurdamente caros).

    Talvez o que a FAB precise mais seja simplesmente um jato barato, que possa receber a aviônica do A-29, para adaptar os pilotos para o vôo a jato e uma arena de combate maior, sem muitas frescuras. Como o HJT-36, ou o primo mais pobre do M-346, o M-311 de asas retas, ou mesmo o Pampa argentino que, mesmo sendo bastante limitado, cumpriria a função a um custo bem mais baixo. Mas é claro que todos esses seriam, caso utilizados como caças “low”, bem limitados, algo como o Xavante foi nos anos 70-80, e não trariam muitas vantagens sobre os A-29. Enfim, muita coisa para se pensar após a decisão pelo F-X2!

  29. camarada disse:

    Essa é a primeira vez, em 52 anos, que um avião inteiramente projetado e construído na Itália rompe a barreira do som. O primeiro avião italiano a voar mais rápido que o som foi o Aerfer Sagitário II, pilotado pelo Tenente-Coronel Giovanni Franchini, que em 4 de dezembro de 1956 atingiu Mach 1.1 ao final de um longo mergulho em Pratica di Mar.

  30. camarada disse:

    Essa é a primeira vez, em 52 anos, que um avião inteiramente projetado e construído na Itália rompe a barreira do som. O primeiro avião italiano a voar mais rápido que o som foi o Aerfer Sagitário II, pilotado pelo Tenente-Coronel Giovanni Franchini, que em 4 de dezembro de 1956 atingiu Mach 1.1 ao final de um longo mergulho em Pratica di Mar.

  31. Nunão disse:

    Só para complementar: toda essa questão que se coloca sobre mix caça “hi”(F-X2) e “lo” (lift / caça leve) parte, pelo menos para mim, do pressuposto de que mesmo levando-se em conta a nova END, os discursos etc, tudo isso quando é contrastado ao mundo real dos cortes orçamentários, me faz ver como muito difícil de ser concretizada (embora não impossível) a idéia de adquirir, e principalmente manter 120 caças da categoria dos três finalistas. Notadamente os dois bimotores (sem deixar de perceber que o monomotor concorrente, o meu preferido, também não é essencialmente “baratinho”) de custo de aquisição e operação ainda mais elevado.

    Afinal, para os 2 bilhões – 2 bilhões e meio de dólares pensados para o F-X2, dá pra comprar no máximo uns 20 Rafales (falando somente da opção preferida pelos freqüentadores deste blog, como se vê na enquete acima) se levarmos em consideração os valores da concorrência do Marrocos que foi objeto de artigo (um tanto malhado, por sinal) aqui no Blog. Número que dá para um só esquadrão digno desse nome, ou no máximo dois esquadrõezinhos mal equipados em quantidade. Fazer essa conta chegar a 120 é bem difícil dada a realidade histórica.

  32. Nunão disse:

    Só para complementar: toda essa questão que se coloca sobre mix caça “hi”(F-X2) e “lo” (lift / caça leve) parte, pelo menos para mim, do pressuposto de que mesmo levando-se em conta a nova END, os discursos etc, tudo isso quando é contrastado ao mundo real dos cortes orçamentários, me faz ver como muito difícil de ser concretizada (embora não impossível) a idéia de adquirir, e principalmente manter 120 caças da categoria dos três finalistas. Notadamente os dois bimotores (sem deixar de perceber que o monomotor concorrente, o meu preferido, também não é essencialmente “baratinho”) de custo de aquisição e operação ainda mais elevado.

    Afinal, para os 2 bilhões – 2 bilhões e meio de dólares pensados para o F-X2, dá pra comprar no máximo uns 20 Rafales (falando somente da opção preferida pelos freqüentadores deste blog, como se vê na enquete acima) se levarmos em consideração os valores da concorrência do Marrocos que foi objeto de artigo (um tanto malhado, por sinal) aqui no Blog. Número que dá para um só esquadrão digno desse nome, ou no máximo dois esquadrõezinhos mal equipados em quantidade. Fazer essa conta chegar a 120 é bem difícil dada a realidade histórica.

  33. Flavio Santana disse:

    Nunão,

    Ainda pensando na idéia do caça “Low”, o que você acha de comprarmos mais F-5? Sejam os Tiger 3 chilenos, os Tiger 2 suiços e outros que houverem no mercado.

    Ao meu ver eles são baratos, robustos, e modernizados ao nível do F-5M podem disparar BVRs e operar em rede!

    Você acredita que essas células talvez não tenham um bom custo beneficio pela sua durabilidade?

    Abraços

  34. Flavio Santana disse:

    Nunão,

    Ainda pensando na idéia do caça “Low”, o que você acha de comprarmos mais F-5? Sejam os Tiger 3 chilenos, os Tiger 2 suiços e outros que houverem no mercado.

    Ao meu ver eles são baratos, robustos, e modernizados ao nível do F-5M podem disparar BVRs e operar em rede!

    Você acredita que essas células talvez não tenham um bom custo beneficio pela sua durabilidade?

    Abraços

  35. Almeida disse:

    Pessoal, o AMX nunca poderia ser transformado em um caça supersonico devido a sua aerodinamica e nao a sua motorizaçao. Ele nao segue a regra de area, nao tem asas e fuselagem finas na medida para voo supersonico. Ele nunca foi projetado para isso. Vcs podem por, nao sei como, um Saturn AL-31F, um PW P135, EJ200 ou qualquer outro, com pos-combustao e tudo, q ao inves de quebrar a barreira do som ele vai eh se quebrar em mil pedacinhos quando chegar bem perto dela.

    Se fosse tao facil assim, do ponto de vista aerodinamico, fazer um aviao supersonico, acreditem, todos eles seriam.

  36. Almeida disse:

    Pessoal, o AMX nunca poderia ser transformado em um caça supersonico devido a sua aerodinamica e nao a sua motorizaçao. Ele nao segue a regra de area, nao tem asas e fuselagem finas na medida para voo supersonico. Ele nunca foi projetado para isso. Vcs podem por, nao sei como, um Saturn AL-31F, um PW P135, EJ200 ou qualquer outro, com pos-combustao e tudo, q ao inves de quebrar a barreira do som ele vai eh se quebrar em mil pedacinhos quando chegar bem perto dela.

    Se fosse tao facil assim, do ponto de vista aerodinamico, fazer um aviao supersonico, acreditem, todos eles seriam.

  37. Almeida disse:

    Como eu falei, M-346 LIFT ja para substituir os Xavante/Impala e no futuro um AF-346 para complementar os FX-2, substituindo parte dos F-5M e todos os A1-M.

    Nunao, concordo q nao eh facil transformar o M-346 num caça low por questoes de integraçao de armamento. Mas nossas parcerias com os italianos sempre foram frutiferas e eles tem bastante conhecimento em treinadores q se desdobram em aeronaves de ataque. Bem mais q os coreanos, e os norte-americanos q os assessoraram.

  38. Almeida disse:

    Como eu falei, M-346 LIFT ja para substituir os Xavante/Impala e no futuro um AF-346 para complementar os FX-2, substituindo parte dos F-5M e todos os A1-M.

    Nunao, concordo q nao eh facil transformar o M-346 num caça low por questoes de integraçao de armamento. Mas nossas parcerias com os italianos sempre foram frutiferas e eles tem bastante conhecimento em treinadores q se desdobram em aeronaves de ataque. Bem mais q os coreanos, e os norte-americanos q os assessoraram.

  39. Almeida disse:

    Ah sim, e quanto ao Tejas, eh um otimo caça low. Mas nao chegamos nem perto de termos com os indianos a proximidade q ja temos com os italianos. Temos laços economicos, cientificos, politicos e ate mesmo culturais muito mais fortes com nossos amigos latinos.

    E convenhamos, o M-346 eh bem mais bonito q o Tejas! :)

  40. Almeida disse:

    Ah sim, e quanto ao Tejas, eh um otimo caça low. Mas nao chegamos nem perto de termos com os indianos a proximidade q ja temos com os italianos. Temos laços economicos, cientificos, politicos e ate mesmo culturais muito mais fortes com nossos amigos latinos.

    E convenhamos, o M-346 eh bem mais bonito q o Tejas! :)

  41. kaleu disse:

    Flavia Santana, como 2ª opção tbm ficaria com o F-5Ms, temos domínio de operação nesta máquina, A FAB tem uma sólida doutrina de operação, e ELE é bem eficiente operando em conjunto com os R99s.

    Digo 2ª opção porque vejo como preemente a necessidade do Brasil desenvolver seu próprio vetor, ser independente em todo o ciclo de produção, e, afinal, não é por esse motivo que demoramos tanto para concluir nosso FX ? … Não é para adquirirmos tecno e partir para o “nosso vôo solo ? … então, mesmo que custar caro temos que desenvolver nossa indústria aeronautica Militar… é o que penso !

    abraços
    kaleu

  42. kaleu disse:

    Flavia Santana, como 2ª opção tbm ficaria com o F-5Ms, temos domínio de operação nesta máquina, A FAB tem uma sólida doutrina de operação, e ELE é bem eficiente operando em conjunto com os R99s.

    Digo 2ª opção porque vejo como preemente a necessidade do Brasil desenvolver seu próprio vetor, ser independente em todo o ciclo de produção, e, afinal, não é por esse motivo que demoramos tanto para concluir nosso FX ? … Não é para adquirirmos tecno e partir para o “nosso vôo solo ? … então, mesmo que custar caro temos que desenvolver nossa indústria aeronautica Militar… é o que penso !

    abraços
    kaleu

  43. Nunão disse:

    Flavio, talvez a compra de mais alguns F-5 usados, no mínimo para aumentar a quantidade de modelos “F”, ainda possa interessar à FAB, mas creio que o número atual já é suficiente ou está bem perto disso, caso todos os jordanianos sejam aproveitados para modernização.

    Somando-se os F-2000, os F-5 ainda não modernizados e os F-5M (quando terminar a modernização), os A-1 operacionais / passíveis de modernização (já que há a velha história de que alguns estão sem condições de voltar à ativa – na dúvida eliminemos 1/3 do total) e os Xavante / Impala do Pacau, devemos ter algo próximo a 120 caças a jato (operacionais? Nem todos… Vai depender de menos cortes no orçamento para custeio…).

    Adquirir e modernizar mais alguns F-5 certamente ajudaria a complementar a frota quando da aposentadoria dos Xavante / Impala, cada vez mais próxima. Mesmo porque, para um caça mais antigo como o F-5, há a necessidade de manter uma reserva técnica maior do que os caças mais novos para se manter na rampa uma dada quantidade de caças.

    Se for possível a progressão operacional dos pilotos de caça para a primeira linha ser no sentido do A-29 para o A-1M, depois para o F-5M, depois para o F-X2 (não estou dizendo que o A-1M cumpra o papel estrito de Lift, mesmo porque há poucos biplace para tanto, mas creio que a “escada” seria melhor assim), por um bom tempo ainda não precisaremos de um Lift. Mas acho que essa não seria a melhor maneira de se passar à primeira linha. Minha opinião é que, com o tempo, se possa adquirir novos lotes de F-X2 e de um Lift / caça leve para substituir a frota de F-5M, primeiro, e num segundo momento, a frota de A-1M. Assim, dependendo do cronograma da FAB (afinal, o discurso da Força é de 120 caças F-X2, o resto é elocubração nossa) pode valer ou não a pena adquirir mais F-5. O que era planejado ontem (chegou-se a falar de frota de 80 F-5…), pode não ser mais o plano de hoje conforme o que se decida.

  44. Nunão disse:

    Flavio, talvez a compra de mais alguns F-5 usados, no mínimo para aumentar a quantidade de modelos “F”, ainda possa interessar à FAB, mas creio que o número atual já é suficiente ou está bem perto disso, caso todos os jordanianos sejam aproveitados para modernização.

    Somando-se os F-2000, os F-5 ainda não modernizados e os F-5M (quando terminar a modernização), os A-1 operacionais / passíveis de modernização (já que há a velha história de que alguns estão sem condições de voltar à ativa – na dúvida eliminemos 1/3 do total) e os Xavante / Impala do Pacau, devemos ter algo próximo a 120 caças a jato (operacionais? Nem todos… Vai depender de menos cortes no orçamento para custeio…).

    Adquirir e modernizar mais alguns F-5 certamente ajudaria a complementar a frota quando da aposentadoria dos Xavante / Impala, cada vez mais próxima. Mesmo porque, para um caça mais antigo como o F-5, há a necessidade de manter uma reserva técnica maior do que os caças mais novos para se manter na rampa uma dada quantidade de caças.

    Se for possível a progressão operacional dos pilotos de caça para a primeira linha ser no sentido do A-29 para o A-1M, depois para o F-5M, depois para o F-X2 (não estou dizendo que o A-1M cumpra o papel estrito de Lift, mesmo porque há poucos biplace para tanto, mas creio que a “escada” seria melhor assim), por um bom tempo ainda não precisaremos de um Lift. Mas acho que essa não seria a melhor maneira de se passar à primeira linha. Minha opinião é que, com o tempo, se possa adquirir novos lotes de F-X2 e de um Lift / caça leve para substituir a frota de F-5M, primeiro, e num segundo momento, a frota de A-1M. Assim, dependendo do cronograma da FAB (afinal, o discurso da Força é de 120 caças F-X2, o resto é elocubração nossa) pode valer ou não a pena adquirir mais F-5. O que era planejado ontem (chegou-se a falar de frota de 80 F-5…), pode não ser mais o plano de hoje conforme o que se decida.

  45. Nunão disse:

    Estou escrevendo muito hoje, o texto aí de cima tá truncado, mas estou com preguiça de melhorar… Desculpas antecipadas e saudações!

  46. Nunão disse:

    Estou escrevendo muito hoje, o texto aí de cima tá truncado, mas estou com preguiça de melhorar… Desculpas antecipadas e saudações!

  47. Baschera disse:

    O Aermacchi M-346 ou Yakovlev Yak-130 são irmão gêmeos, desenvolvidos apartir de 1993 por um acordo de desenvolvimento conjunto. De um projeto inicial de versão única, no entanto diferenças havidas na fase de desenvolvimento levaram a separação do projeto em duas versões posteriores.
    Estes dois aviões já foram, como disse o Nunão, fruto de notícia aqui no Blog. Vejam em : http://www.aereo.jor.br/?p=325
    Sds.

  48. Baschera disse:

    O Aermacchi M-346 ou Yakovlev Yak-130 são irmão gêmeos, desenvolvidos apartir de 1993 por um acordo de desenvolvimento conjunto. De um projeto inicial de versão única, no entanto diferenças havidas na fase de desenvolvimento levaram a separação do projeto em duas versões posteriores.
    Estes dois aviões já foram, como disse o Nunão, fruto de notícia aqui no Blog. Vejam em : http://www.aereo.jor.br/?p=325
    Sds.

  49. Flavio Santana disse:

    :) Tranquilo Nunão!

    Deu pra entender o pensamento. E obrigado pelas considerações!

  50. Flavio Santana disse:

    :) Tranquilo Nunão!

    Deu pra entender o pensamento. E obrigado pelas considerações!

  51. Baschera disse:

    Nunão,
    Tá matando à pau !! Imagina sem preguiça….hehehe..
    Mas para um caça Lo o M-346 tem bons armamentos já em fase de integração :
    ARMAMENTO-M-346 :
    Ar Ar: Míssil AIM 9 Sidewinder, Íris-T, Mica.
    Ar Terra: Míssil Maverick, Bombas MK-82, MK-83, OPHER, Míssil antinavio MBDA Marte MK-2, canhão DEFA de 30 mm em casulo. Total de cargas externas: 3500 kg.

    Sds.

  52. Baschera disse:

    Nunão,
    Tá matando à pau !! Imagina sem preguiça….hehehe..
    Mas para um caça Lo o M-346 tem bons armamentos já em fase de integração :
    ARMAMENTO-M-346 :
    Ar Ar: Míssil AIM 9 Sidewinder, Íris-T, Mica.
    Ar Terra: Míssil Maverick, Bombas MK-82, MK-83, OPHER, Míssil antinavio MBDA Marte MK-2, canhão DEFA de 30 mm em casulo. Total de cargas externas: 3500 kg.

    Sds.

  53. Nunão disse:

    Pôxa, se realmente já está integrando isso tudo tá de bom tamanho, Baschera!

    Na real eu sempre desconfio um pouco de algumas informações de “em fase de integração” etc, afinal isso custa uma bala. Desconfiaria do Mica, da relação acima, já que não é utilizado na Força Aérea Italiana, mas mesmo assim, se já estão integrando alguma coisa, é um bom sinal.

    Quanto a escrever muito, é por razões de trabalho. Tô envolvido num texto interminável pra refazer e entregar amanhã (trabalho legal, mas como estou de saco cheio, domingão…). É por isso que os comentários aqui acabam ficando grandes: não dá tempo de escrever mais curto!

    Saudações.

  54. Nunão disse:

    Pôxa, se realmente já está integrando isso tudo tá de bom tamanho, Baschera!

    Na real eu sempre desconfio um pouco de algumas informações de “em fase de integração” etc, afinal isso custa uma bala. Desconfiaria do Mica, da relação acima, já que não é utilizado na Força Aérea Italiana, mas mesmo assim, se já estão integrando alguma coisa, é um bom sinal.

    Quanto a escrever muito, é por razões de trabalho. Tô envolvido num texto interminável pra refazer e entregar amanhã (trabalho legal, mas como estou de saco cheio, domingão…). É por isso que os comentários aqui acabam ficando grandes: não dá tempo de escrever mais curto!

    Saudações.

  55. Baschera disse:

    Nunão,
    E não é só isto, o M-346 já realizou todos os testes de abastecimento no ar. Foto abastecendo de um Tornado da AMI:
    http://airway.uol.com.br/site/foto/fot400_4831.jpg

    Uma curiosidade é que o seu trem de pouso é derivado do AMX com um novo projeto tendo em vista a diminuição de peso além da possibilidade do freio aerodinâmico ter sua abertura aumentada para 0.9m.

    Quanto ao armamento me enganei, JÀ estão integrados…. fonte :

    WEAPONS

    Armaments are carried on nine external store stations, six of which are underwing, equipped with 1,000lb class ejector release units, and two wingtip stations for air-to-air missiles. The under-fuselage station carries avionics pods or a 300-litre conformal fuel tank. The system data presentation and control functions of the stores management system use any one of the multifunction displays in both cockpits. Hands on throttle and stick (HOTAS) controls are used to select the weapons. Weapon aiming is controlled by the central main processor, aiming data being presented to the pilots through the Head Up Display (HUD) or the Helmet Mounted Display (HMD).

    The weapons carried include: MK82 500 lb and MK83 1000 lb free fall or retarded bombs; Rocket launchers; AIM-9 Sidewinder short range air-to-air missiles; Raytheon AGM-65 Maverick air-to-ground missiles; MBDA (formerly Alenia) Marte MK-2A anti-ship missiles. The external hard points can also carry the Vinten VICON-601 reconnaissance pod, laser designator pod, radar warning receiver pod and Elettronica ELT-55 electronic countermeasures pod.

    For fighter trainer role, self-protection system functions and simulated tactical scenario threats are presented and monitored on the multifunction displays. For operational roles, the aircraft is fitted with a radar warning receiver, chaff and flares dispensers, and active electronic countermeasures.

    Um abraço.

  56. Baschera disse:

    Nunão,
    E não é só isto, o M-346 já realizou todos os testes de abastecimento no ar. Foto abastecendo de um Tornado da AMI:
    http://airway.uol.com.br/site/foto/fot400_4831.jpg

    Uma curiosidade é que o seu trem de pouso é derivado do AMX com um novo projeto tendo em vista a diminuição de peso além da possibilidade do freio aerodinâmico ter sua abertura aumentada para 0.9m.

    Quanto ao armamento me enganei, JÀ estão integrados…. fonte :

    WEAPONS

    Armaments are carried on nine external store stations, six of which are underwing, equipped with 1,000lb class ejector release units, and two wingtip stations for air-to-air missiles. The under-fuselage station carries avionics pods or a 300-litre conformal fuel tank. The system data presentation and control functions of the stores management system use any one of the multifunction displays in both cockpits. Hands on throttle and stick (HOTAS) controls are used to select the weapons. Weapon aiming is controlled by the central main processor, aiming data being presented to the pilots through the Head Up Display (HUD) or the Helmet Mounted Display (HMD).

    The weapons carried include: MK82 500 lb and MK83 1000 lb free fall or retarded bombs; Rocket launchers; AIM-9 Sidewinder short range air-to-air missiles; Raytheon AGM-65 Maverick air-to-ground missiles; MBDA (formerly Alenia) Marte MK-2A anti-ship missiles. The external hard points can also carry the Vinten VICON-601 reconnaissance pod, laser designator pod, radar warning receiver pod and Elettronica ELT-55 electronic countermeasures pod.

    For fighter trainer role, self-protection system functions and simulated tactical scenario threats are presented and monitored on the multifunction displays. For operational roles, the aircraft is fitted with a radar warning receiver, chaff and flares dispensers, and active electronic countermeasures.

    Um abraço.

  57. Baschera disse:

    Quanto à fabrica-lo aqui, acho brabo, o mercado de treinadores/ ataque leve, já está bastante concorrido, curiosamente com poucas encomendas, ainda, senão vejamos :
    >> Brasil : S.Tucano
    >> Rússia : YAK-130 e MIG-AT
    >> Argentina : Pampa II(vem aí nova versão)
    >> Romênia : IAR Soim
    >> Rep. Checa : L-159 ALCA
    >> Coreia do Sul : T/F-50
    >> Alemanha : MAKO (projeto)
    >> China : K-8
    >> Inglaterra : Hawk 200
    >> India : LCA Tejas

    Esquecí algum ??
    Sds.

  58. Baschera disse:

    Quanto à fabrica-lo aqui, acho brabo, o mercado de treinadores/ ataque leve, já está bastante concorrido, curiosamente com poucas encomendas, ainda, senão vejamos :
    >> Brasil : S.Tucano
    >> Rússia : YAK-130 e MIG-AT
    >> Argentina : Pampa II(vem aí nova versão)
    >> Romênia : IAR Soim
    >> Rep. Checa : L-159 ALCA
    >> Coreia do Sul : T/F-50
    >> Alemanha : MAKO (projeto)
    >> China : K-8
    >> Inglaterra : Hawk 200
    >> India : LCA Tejas

    Esquecí algum ??
    Sds.

  59. LeoPaiva disse:

    Baschera,

    Uma verdadeira aula sua e do Nunão, e já que perguntou sobre mais opções de trainer-attack:

    -Aermacchi M 290
    -Polônia : PZL-130 Orlik
    -Cessna T-37 Tweet
    -Sem falar do nosso arqui-rival o americano Texan II.

    Sds.

  60. LeoPaiva disse:

    Baschera,

    Uma verdadeira aula sua e do Nunão, e já que perguntou sobre mais opções de trainer-attack:

    -Aermacchi M 290
    -Polônia : PZL-130 Orlik
    -Cessna T-37 Tweet
    -Sem falar do nosso arqui-rival o americano Texan II.

    Sds.

  61. Pinchas Landisbergis disse:

    Desculpem se um velho marinheiro fala bobagens……
    Mas me parece que a aquisição de uns avioezinhos destes traria um custo-beneficio maior do que modernizar caças antiquados e de operação dispendiosa, vejam a avionica embarcada destes e comparem,
    me parece ser extremamente vantajosa a obtenção de licença para fabrica-los aqui. Este sim parece um bom produto de exportação e cumpriria missoes de treinamento avançado e até mesmo de interceptação , nas mãos dos pilotos de caça da da FAB (juntamente com os Guardiões)

  62. Pinchas Landisbergis disse:

    Desculpem se um velho marinheiro fala bobagens……
    Mas me parece que a aquisição de uns avioezinhos destes traria um custo-beneficio maior do que modernizar caças antiquados e de operação dispendiosa, vejam a avionica embarcada destes e comparem,
    me parece ser extremamente vantajosa a obtenção de licença para fabrica-los aqui. Este sim parece um bom produto de exportação e cumpriria missoes de treinamento avançado e até mesmo de interceptação , nas mãos dos pilotos de caça da da FAB (juntamente com os Guardiões)

  63. Marco Antonio disse:

    Só uma pergunta.
    Se a Venezuela queria comprar o AMX-T, porque nos não podemos compralo???????

  64. Marco Antonio disse:

    Só uma pergunta.
    Se a Venezuela queria comprar o AMX-T, porque nos não podemos compralo???????

  65. Almeida disse:

    Pq o AMX-T era uma porcaria enquanto aviao de treinamento avançado. Melhor q os demais concorrentes para ataque ao solo, sim. Mas pior enquanto treinador, especialmente para os caças supermanobraveis de 4a e 4a++ geraçao.

    A FAB descartou o AMX-T, a Embraer descartou o AMX-T. Proxima pagina por favor!

  66. Almeida disse:

    Pq o AMX-T era uma porcaria enquanto aviao de treinamento avançado. Melhor q os demais concorrentes para ataque ao solo, sim. Mas pior enquanto treinador, especialmente para os caças supermanobraveis de 4a e 4a++ geraçao.

    A FAB descartou o AMX-T, a Embraer descartou o AMX-T. Proxima pagina por favor!

  67. Cinquini disse:

    Quando estive no PAMA-SP me falaram que o Xavante/Impala só irão voar até o ano que vem, tanto que é que a linha de manutenção das suas turbinas está sendo desmontada, isso eu vi com meus proprios olhos…

    Marco Antonio, o AMX-T já está “morto” nao será construída mais nenhuma célula dessa aeronave.

    Apesar do AMX ser um excelente vetor ele foi concebido em uma outra época para um outro TO, hoje já temos novos vetores, não tem pq investir em construir novos AMX e sim moderniza-los para que possam continuar fazendo a sua excelente função!

    Abração

  68. Cinquini disse:

    Quando estive no PAMA-SP me falaram que o Xavante/Impala só irão voar até o ano que vem, tanto que é que a linha de manutenção das suas turbinas está sendo desmontada, isso eu vi com meus proprios olhos…

    Marco Antonio, o AMX-T já está “morto” nao será construída mais nenhuma célula dessa aeronave.

    Apesar do AMX ser um excelente vetor ele foi concebido em uma outra época para um outro TO, hoje já temos novos vetores, não tem pq investir em construir novos AMX e sim moderniza-los para que possam continuar fazendo a sua excelente função!

    Abração

  69. Rodrigo Campos disse:

    Prezados,

    acho interessante o conceito de “núcleo” de aviões de 4ª geração, mas para iniciar a transição para um único modelo, visando otimização de custos. Assim, imagino que os primeiros 36 ou 48 novos aviões iriam para Canoas, Santa Cruz e Anápolis. Eu deslocaria os F-5 modernizados destas unidades para três novos esquadrões em Boa Vista, Porto Velho e Campo Grande. Os F-5 recém comprados deveriam ir para Natal, para treinamento. Ou então seriam centralizados em Natal todos os F-5 biposto. Num segundo momento, quando os A-1 e F-5 modernizados chegassem ao fim da vida útil seriam paulatinamente substituídos pelos aviões do mesmo tipo já formando o chamado “núcleo”. Desta feita teriamos um programa de compras adequado às restriões orçamentárias do país, mas com um rumo certo no sentido de padronização (F-X2) e otimização de uso de aeronaves modernizadas (A-1M e F-5M).

  70. Rodrigo Campos disse:

    Prezados,

    acho interessante o conceito de “núcleo” de aviões de 4ª geração, mas para iniciar a transição para um único modelo, visando otimização de custos. Assim, imagino que os primeiros 36 ou 48 novos aviões iriam para Canoas, Santa Cruz e Anápolis. Eu deslocaria os F-5 modernizados destas unidades para três novos esquadrões em Boa Vista, Porto Velho e Campo Grande. Os F-5 recém comprados deveriam ir para Natal, para treinamento. Ou então seriam centralizados em Natal todos os F-5 biposto. Num segundo momento, quando os A-1 e F-5 modernizados chegassem ao fim da vida útil seriam paulatinamente substituídos pelos aviões do mesmo tipo já formando o chamado “núcleo”. Desta feita teriamos um programa de compras adequado às restriões orçamentárias do país, mas com um rumo certo no sentido de padronização (F-X2) e otimização de uso de aeronaves modernizadas (A-1M e F-5M).

  71. Baschera disse:

    LeoPaiva,
    Obrigado. Idem por completar a minha lista.
    Sds.

  72. Baschera disse:

    LeoPaiva,
    Obrigado. Idem por completar a minha lista.
    Sds.

  73. Eleazar Moura Jr. disse:

    Alguém saberia quais são os radares disponíveis no mercado que poderiam ser instalados no M-346 dotando-os de capacidade para lançamento de mísseis BVR tipo o MICA?O Griffo (até por ser italiano)poderia ser instalado?

  74. Eleazar Moura Jr. disse:

    Alguém saberia quais são os radares disponíveis no mercado que poderiam ser instalados no M-346 dotando-os de capacidade para lançamento de mísseis BVR tipo o MICA?O Griffo (até por ser italiano)poderia ser instalado?

  75. [...] “guerreiras”, clique aqui. Para matérias sobre outras aeronaves da categoria, como o M-346 italiano e o HAL Tejas indiano, clique nos nomes dos aviões, ou faça uma busca utilizando o campo [...]

  76. [...] “guerreiras”, clique aqui. Para matérias sobre outras aeronaves da categoria, como o M-346 italiano e o HAL Tejas indiano, clique nos nomes dos aviões, ou faça uma busca utilizando o campo [...]

  77. [...] para ler as  matérias publicadas pelo Blog do Poder Aéreo (clique nos nomes a seguir) sobre o M-346 Master, o T-50 Golden Eagle, o BAE Hawk, o Mako, o Tejas, o AT-63 Pampa, o L-15 e o Yak-130. Não deixe [...]

  78. [...] para ler as  matérias publicadas pelo Blog do Poder Aéreo (clique nos nomes a seguir) sobre o M-346 Master, o T-50 Golden Eagle, o BAE Hawk, o Mako, o Tejas, o AT-63 Pampa, o L-15 e o Yak-130. Não deixe [...]

  79. [...] Segundo informações do site Defense News, os Emirados Árabes Unidos (EAU) selecionaram o Alenia Aermacchi M-346 Master como o novo jato de treinamento de caça / Lift de sua força aérea, com previsão para operar [...]

  80. [...] Segundo informações do site Defense News, os Emirados Árabes Unidos (EAU) selecionaram o Alenia Aermacchi M-346 Master como o novo jato de treinamento de caça / Lift de sua força aérea, com previsão para operar [...]

  81. [...] Aeronautica Militare (Força Aérea Itáliana) assinou um contrato para a compra dos seus primeiros Alenia M-346 Master, um jato de treinamento avançado: seis unidades, mais a prestação de serviços integrados de [...]

  82. [...] Aeronautica Militare (Força Aérea Itáliana) assinou um contrato para a compra dos seus primeiros Alenia M-346 Master, um jato de treinamento avançado: seis unidades, mais a prestação de serviços integrados de [...]

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