2009: o ano do Gripen?

Nos próximos 18 meses o Brasil, a Croácia, Dinamarca, Índia, Holanda, Noruega, Romênia e Suíça farão a seleção final das suas competições de caças, num total de 523 aeronaves, num valor que pode chegar a US$ 40 bilhões. Será um período decisivo para definir o futuro do mercado global de caças.
As concorrências nos 8 países têm em comum a presença do caça sueco Saab Gripen, que até agora  conseguiu aumentar, de forma limitada, sua presença no mercado de exportação, com a venda de 60 aeronaves: República Tcheca (14 aeronaves), Hungria (14), África do Sul (26) e Tailândia (6).
A Saab espera poder aumentar esses números significativamente nos próximos 18 meses.
Uma das razões é que ela está oferecendo um Gripen melhorado, o Gripen NG (Next Generation), que incorpora uma série de aperfeiçoamentos em relação ao bem-sucedido Gripen C/D.
Entre os avanços estão um radar AESA desenvolvido em conjunto com a Thales, motor mais potente General Electric F-414G, que proporciona maior peso de decolagem, aviônica melhorada e alcance maior.
Outro grande trunfo do Gripen é o seu custo de aquisição e de operação. Bob Kemp, diretor de marketing e vendas da Gripen International, disse que o Gripen NG, na concorrência da Holanda que compreende uma frota de 85 aeronaves, custa 6 bilhões de euros (US$7,6 bilhões) menos que o F-35, em termos de ciclo de vida, num período de 30 anos. O custo por unidade situa-se entre US$ 50 e 60 milhões. Como comparação, o custo do F-35 e do F/A-18E/F, no ano fiscal 2009, é de US$ 83,1 e US$ 82,7 milhões, respectivamente.

FONTE: Jane’s

Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

125 Responses to “2009: o ano do Gripen?” Subscribe

  1. Nunão 16 de novembro de 2008 at 17:47 #

    A única coisa que não gosto é a posição da sonda de reabastecimento. De resto, um belíssimo design, como já tinha escrito no tópico do F-5 antes de aparecer este aqui.

    Pra mim o Gripen é o que tem mais possibilidades de um dia vir a ser operado, pela FAB, em quantidade maior do que os 36 caças planejados para o início desse programa F-X2.

  2. Nunão 16 de novembro de 2008 at 17:47 #

    A única coisa que não gosto é a posição da sonda de reabastecimento. De resto, um belíssimo design, como já tinha escrito no tópico do F-5 antes de aparecer este aqui.

    Pra mim o Gripen é o que tem mais possibilidades de um dia vir a ser operado, pela FAB, em quantidade maior do que os 36 caças planejados para o início desse programa F-X2.

  3. aircombat 16 de novembro de 2008 at 17:52 #

    Deveriamos fabrica-lo sob lisença, pois em epoca de crise global e o Brasil sempre priorizando outras coisas esse seria um excelente caça !!!

  4. aircombat 16 de novembro de 2008 at 17:52 #

    Deveriamos fabrica-lo sob lisença, pois em epoca de crise global e o Brasil sempre priorizando outras coisas esse seria um excelente caça !!!

  5. Hornet 16 de novembro de 2008 at 17:53 #

    Não sei se 2009 será o ano do Gripen, mas que certamente ele ganhará várias dessas concorrências em que está participando, disso não tenho muitas dúvidas. Até porque, por ser um caça “leve”, com uma só turbina, e relativamente barato, cai como uma luva para países pequenos em termos de território, como a Holanda, a Dinamarca, a Croácia etc.

    A dúvida, e acho eu o “grande desafio” do Gripen, será vencer na Ìndia e no Brasil, vamos aguardar.

    Mas que o Gripen é um belo de um avião, isso ele é…

    Se pudéssemos fazer um mix de Gripen, para substituir os F-5, e de Rafale, para substituir os Mirages e futuramente os AMX, seria perfeito na minha opinião…mas não vai acontecer isso. O FX-2 prevê um único caça para substituir toda nossa frota de jatos…uma pena que seja assim, pois não me atrai muito essa idéia de termos um único vetor no futuro…não sei se isso é muito bom… pra logística e redução de gastos é bom, mas pra defesa aérea, num sei não…enfim…

    abraços a todos

  6. Hornet 16 de novembro de 2008 at 17:53 #

    Não sei se 2009 será o ano do Gripen, mas que certamente ele ganhará várias dessas concorrências em que está participando, disso não tenho muitas dúvidas. Até porque, por ser um caça “leve”, com uma só turbina, e relativamente barato, cai como uma luva para países pequenos em termos de território, como a Holanda, a Dinamarca, a Croácia etc.

    A dúvida, e acho eu o “grande desafio” do Gripen, será vencer na Ìndia e no Brasil, vamos aguardar.

    Mas que o Gripen é um belo de um avião, isso ele é…

    Se pudéssemos fazer um mix de Gripen, para substituir os F-5, e de Rafale, para substituir os Mirages e futuramente os AMX, seria perfeito na minha opinião…mas não vai acontecer isso. O FX-2 prevê um único caça para substituir toda nossa frota de jatos…uma pena que seja assim, pois não me atrai muito essa idéia de termos um único vetor no futuro…não sei se isso é muito bom… pra logística e redução de gastos é bom, mas pra defesa aérea, num sei não…enfim…

    abraços a todos

  7. Nunão 16 de novembro de 2008 at 18:03 #

    Hornet, eu já achava que a autonomia e capacidade de armas do Gripen C era mais do que adequado para a FAB – muito superior aos supersônicos que tínhamos em linha à época do FX, os Mirage III e F-5, e comparável ao nosso atual supersônico de melhor desempenho aerodinâmico, o F2000. E com o aumento da autonomia e da capacidade do NG, eu sinceramente vejo ainda menos necessidade de se pensar como imperativo, numa eventual escolha do Gripen, um mix com algum modelo maior. O Gripen sempre foi “hi”, na minha visão.

    Em qualquer dos três concorrentes, o lado “lo” do mix na minha opinião deve ser um caça leve / lift, seja supersônico (KAI A50 / T50), ou subsônico M346 etc. Mas como já desenvolvi esse pensamento outras vezes, não vou ficar me repetindo para poupar a paciência dos freqüentadores do blog…

  8. Nunão 16 de novembro de 2008 at 18:03 #

    Hornet, eu já achava que a autonomia e capacidade de armas do Gripen C era mais do que adequado para a FAB – muito superior aos supersônicos que tínhamos em linha à época do FX, os Mirage III e F-5, e comparável ao nosso atual supersônico de melhor desempenho aerodinâmico, o F2000. E com o aumento da autonomia e da capacidade do NG, eu sinceramente vejo ainda menos necessidade de se pensar como imperativo, numa eventual escolha do Gripen, um mix com algum modelo maior. O Gripen sempre foi “hi”, na minha visão.

    Em qualquer dos três concorrentes, o lado “lo” do mix na minha opinião deve ser um caça leve / lift, seja supersônico (KAI A50 / T50), ou subsônico M346 etc. Mas como já desenvolvi esse pensamento outras vezes, não vou ficar me repetindo para poupar a paciência dos freqüentadores do blog…

  9. Hornet 16 de novembro de 2008 at 18:15 #

    Nunão, também acho o desempenho, autonomia e capacidade de carregar armas do Gripen infinitamente superior a tudo o que temos hoje na FAB. Eu só pensei num mix Hi-Low, incluindo o Gripen e o Rafale, por serem esses (junto com o SH) que estão no FX-2. E nesse sentido, e apenas nesse, que acharia interessante termos a dupla Gripen/Rafale.

    Eu também já postei aqui, em outras ocasiões, que não me agrada essa história de termos um único vetor, mesmo que isso só acorra no ano 2050…e acho que seria sensato por parte da FAB pensar no FX-2 (seja lá qual for o vencedor) para o “Hi”, e pensar também num “FX-dois e meio”, para adquirir ou desenvolver um “Low”…

    A não ser que vingue aquela história do FX-2 ser uma alavanca para desenvolver um caça de quinta ou de sexta geração…se isso vingar mesmo, pode até ser que lá pelos idos de 2050 ou 2060 tenhamos um mix de FX-2 e FX-Br, mas vai saber…seguro morreu de velho, né?

    abraços

  10. Hornet 16 de novembro de 2008 at 18:15 #

    Nunão, também acho o desempenho, autonomia e capacidade de carregar armas do Gripen infinitamente superior a tudo o que temos hoje na FAB. Eu só pensei num mix Hi-Low, incluindo o Gripen e o Rafale, por serem esses (junto com o SH) que estão no FX-2. E nesse sentido, e apenas nesse, que acharia interessante termos a dupla Gripen/Rafale.

    Eu também já postei aqui, em outras ocasiões, que não me agrada essa história de termos um único vetor, mesmo que isso só acorra no ano 2050…e acho que seria sensato por parte da FAB pensar no FX-2 (seja lá qual for o vencedor) para o “Hi”, e pensar também num “FX-dois e meio”, para adquirir ou desenvolver um “Low”…

    A não ser que vingue aquela história do FX-2 ser uma alavanca para desenvolver um caça de quinta ou de sexta geração…se isso vingar mesmo, pode até ser que lá pelos idos de 2050 ou 2060 tenhamos um mix de FX-2 e FX-Br, mas vai saber…seguro morreu de velho, né?

    abraços

  11. Joao 16 de novembro de 2008 at 18:20 #

    No meu blog,o Grippen esta em terceiro lugar…vote por ele. http://defensesystemsbrasil.blogspot.com/

  12. Joao 16 de novembro de 2008 at 18:20 #

    No meu blog,o Grippen esta em terceiro lugar…vote por ele. http://defensesystemsbrasil.blogspot.com/

  13. Vassily Zaitsev 16 de novembro de 2008 at 20:15 #

    João,

    Visitei o teu blog e curti o fomato, mas o fundo de tela preto com as letras azuis fica difícil até de ler. Troca a cor do pano de fundo que fica bem melhor.

    abraços

  14. Vassily Zaitsev 16 de novembro de 2008 at 20:15 #

    João,

    Visitei o teu blog e curti o fomato, mas o fundo de tela preto com as letras azuis fica difícil até de ler. Troca a cor do pano de fundo que fica bem melhor.

    abraços

  15. paulo costa 16 de novembro de 2008 at 20:17 #

    Com o Gripen NG,novo radar aesa,nova turbina com 20% a mais
    de potencia,e aumento interno de combustivel com mais 40% ,
    com o reposicionamento do trem de pouso,o Gripen se ja era
    bom, ficou ainda melhor,com mais chances de sucesso
    no mercado internacional.

  16. paulo costa 16 de novembro de 2008 at 20:17 #

    Com o Gripen NG,novo radar aesa,nova turbina com 20% a mais
    de potencia,e aumento interno de combustivel com mais 40% ,
    com o reposicionamento do trem de pouso,o Gripen se ja era
    bom, ficou ainda melhor,com mais chances de sucesso
    no mercado internacional.

  17. welington 16 de novembro de 2008 at 20:18 #

    O Gripen tem grandes chances de ganhar as concorrências nos países Europeus, porem, acho que no Brasil e na índia países de dimensões continentais, ele não ganhara, pois suas tecnologias sensíveis são fabricadas pelos EUA, frança, Inglaterra, os EUA e a Inglaterra, não transferem tecnologia então suas chances diminuem siguinificadamente, ele tinha um pequeno alcance na versão C/D porem na E/F(NG) ele tem um alcance maior que o do Rafale e isto e um ponto forte a favor do mesmo, alem de possuir capacidade supercruise o que o Rafall também não tem e alem de ser monomotor e ter uma velocidade final quase igual a do Rafale que é bimotor é um ótimo vetor porem para países menores como os europeus para o nosso pais que tem dimensões continentais o melhor seria uma aeronave com grande alcance como o SU-35 BM.

  18. welington 16 de novembro de 2008 at 20:18 #

    O Gripen tem grandes chances de ganhar as concorrências nos países Europeus, porem, acho que no Brasil e na índia países de dimensões continentais, ele não ganhara, pois suas tecnologias sensíveis são fabricadas pelos EUA, frança, Inglaterra, os EUA e a Inglaterra, não transferem tecnologia então suas chances diminuem siguinificadamente, ele tinha um pequeno alcance na versão C/D porem na E/F(NG) ele tem um alcance maior que o do Rafale e isto e um ponto forte a favor do mesmo, alem de possuir capacidade supercruise o que o Rafall também não tem e alem de ser monomotor e ter uma velocidade final quase igual a do Rafale que é bimotor é um ótimo vetor porem para países menores como os europeus para o nosso pais que tem dimensões continentais o melhor seria uma aeronave com grande alcance como o SU-35 BM.

  19. Mauricio R. 16 de novembro de 2008 at 20:25 #

    Nem hi e nem lo, somente o Gripen NG já dá conta do recado em atualizar a FAB.

  20. Mauricio R. 16 de novembro de 2008 at 20:25 #

    Nem hi e nem lo, somente o Gripen NG já dá conta do recado em atualizar a FAB.

  21. Manfred Von Richthofen 16 de novembro de 2008 at 20:35 #

    Vai dar Gripen no FX-2. Qualquer outro avião vai ser burrice, já que não temos e não teremos dinheiro sobrando na FAB.
    Sempre faltou $$$ pra comprar combustível, pneu de avião e até filme para as câmeras de combate.
    Não é possível que vão escolher um avião que custa US$ 100 milhões e que nunca foi comprado por outro país.

  22. Manfred Von Richthofen 16 de novembro de 2008 at 20:35 #

    Vai dar Gripen no FX-2. Qualquer outro avião vai ser burrice, já que não temos e não teremos dinheiro sobrando na FAB.
    Sempre faltou $$$ pra comprar combustível, pneu de avião e até filme para as câmeras de combate.
    Não é possível que vão escolher um avião que custa US$ 100 milhões e que nunca foi comprado por outro país.

  23. Nunão 16 de novembro de 2008 at 20:54 #

    Caro Manfred, Deus te ouça.

    E que te ouça também o ex-colega de academia daquele cara que compartilha esse seu “Von”, o Ronnie Von. E o chefe dele também, é claro.

  24. Nunão 16 de novembro de 2008 at 20:54 #

    Caro Manfred, Deus te ouça.

    E que te ouça também o ex-colega de academia daquele cara que compartilha esse seu “Von”, o Ronnie Von. E o chefe dele também, é claro.

  25. Zorann 16 de novembro de 2008 at 21:05 #

    Eu já defendi inúmeras vezes que o Gripen NG é a melhor opção para a FAB.
    -Menores custos de aquisição/manutenção ( possibilitando a FAB adquirir a quantidade pretendida de aeronaves )
    -Menores custos de operação
    -Radar AESA
    -Maior mix de armamentos já integrados à aeronave.
    -Monomotor
    -Confiabilidade
    -Míssel A-Darter com integração já contratada
    -África do Sul já encomendou a aeronave
    -Parceria já existente entre Embraer e Ericsson no R-99 (Ericsson também participa do programa Gripen NG)
    Com todos esses requisitos acredito numa vitória fácil do Gripen NG. Isso só não ocorrerá se intervenções políticas ( que são as mais temíveis ) influenciarem a decisão por outra aeronave. Do contrário o Gripen NG é oque melhor se adequa às nossas necessidades/possibilidades.
    Para mim – e escrevão isto – o Gripen já venceu essa batalha, “ele nos cai como uma luva” , ele é o FX-2
    Abraço a todos

  26. Zorann 16 de novembro de 2008 at 21:05 #

    Eu já defendi inúmeras vezes que o Gripen NG é a melhor opção para a FAB.
    -Menores custos de aquisição/manutenção ( possibilitando a FAB adquirir a quantidade pretendida de aeronaves )
    -Menores custos de operação
    -Radar AESA
    -Maior mix de armamentos já integrados à aeronave.
    -Monomotor
    -Confiabilidade
    -Míssel A-Darter com integração já contratada
    -África do Sul já encomendou a aeronave
    -Parceria já existente entre Embraer e Ericsson no R-99 (Ericsson também participa do programa Gripen NG)
    Com todos esses requisitos acredito numa vitória fácil do Gripen NG. Isso só não ocorrerá se intervenções políticas ( que são as mais temíveis ) influenciarem a decisão por outra aeronave. Do contrário o Gripen NG é oque melhor se adequa às nossas necessidades/possibilidades.
    Para mim – e escrevão isto – o Gripen já venceu essa batalha, “ele nos cai como uma luva” , ele é o FX-2
    Abraço a todos

  27. rodrigo rauta 16 de novembro de 2008 at 21:34 #

    Eu tb gosto muito do Gripen,apesar de prefir o Su-35MB ( sim , sou viuva do sukhoi!!) e dentro do F-X2 achar q vai dar Rafale, acho que o Gripen e do “numero” do Brasil, Veloz, agil , capacidade de desenvolvimento, avionica de ponta, armamento idem, ou seja um poderoso caça e que cabe melhor no nosso bolso que os outros dois.Acho que num pais que sempre teve problemas com orçamentos e manutenção de equipamentos , um caça que tem um custo operacional menor e sempre uma boa ideia, principalmente se esse avião for de primeira linha como é o Gripen!

  28. rodrigo rauta 16 de novembro de 2008 at 21:34 #

    Eu tb gosto muito do Gripen,apesar de prefir o Su-35MB ( sim , sou viuva do sukhoi!!) e dentro do F-X2 achar q vai dar Rafale, acho que o Gripen e do “numero” do Brasil, Veloz, agil , capacidade de desenvolvimento, avionica de ponta, armamento idem, ou seja um poderoso caça e que cabe melhor no nosso bolso que os outros dois.Acho que num pais que sempre teve problemas com orçamentos e manutenção de equipamentos , um caça que tem um custo operacional menor e sempre uma boa ideia, principalmente se esse avião for de primeira linha como é o Gripen!

  29. Francisco M. Xavier 16 de novembro de 2008 at 21:41 #

    sei não, este avião me parece um tanto frágil…, e pequeno! vamos ver….

  30. Francisco M. Xavier 16 de novembro de 2008 at 21:41 #

    sei não, este avião me parece um tanto frágil…, e pequeno! vamos ver….

  31. Zorann 16 de novembro de 2008 at 21:43 #

    Já disse escrevo: O Gripen NG já venceu!!

  32. Zorann 16 de novembro de 2008 at 21:43 #

    Já disse escrevo: O Gripen NG já venceu!!

  33. welington 16 de novembro de 2008 at 21:44 #

    Gente como pau que bate em Chico também bate em Francisco a manutenção do Gripen é cara, ela é menor do que as dos outros concorrentes porque é monomotor, porem a manutenção do Rafall é iper cara e super complicada o F-18 fica na media dos dois em termos de custos de manutenção (pois é bi reator) um caça mono reator tem melhor custo de manutenção porem tem menor desempenho e menos persistência e resistência no combate, o melhor para um país onde se desvia varias verbas e não sobra nada para defesa seria 36 SU-35 BM e 100 JAS 39 Gripens, porem o melhor para o nosso país que merece uma defesa moderna sem duvidas seria comprarmos 36 SU-35 BM e participar do programa PAK FA T-50 (aprenderíamos no desenvolvimento e absorveríamos toda a tecnologia) e adquirir o mesmo, mas como nossos políticos se venderão e aceitarão pressões externas, fico com o F-18 pois a França não vai nos transferir a tecnologia que precisamos e os EUA terão com certeza a melhor proposta, se der Rafall vai se caraquiterizar que a disputa foi comprada e tinha cartas marcadas desde o inicio pois a aeronave tem o menor alcance dos três, não tem supercruise, tem a mais cara manutenção, não é uma aeronave preparada para operar em pistas não preparadas, tem um custo de aquisição caro e ficaremos eternamente nas mãos dos Franceses pois o Maximo que eles vão fazer é nos deixar montar a aeronave sob licensa, deixar fabricarmos os trens de pouso, a fuselagem e as rodas, radares, computadores e motores serão fabricados na França, as tecnologias que precisamos não serão passadas como de radares, computadores e motores e assim ficaremos nas mãos dos Franceses e não absorveremos nenhuma tecnologia que alavancará a nossa industria.

  34. welington 16 de novembro de 2008 at 21:44 #

    Gente como pau que bate em Chico também bate em Francisco a manutenção do Gripen é cara, ela é menor do que as dos outros concorrentes porque é monomotor, porem a manutenção do Rafall é iper cara e super complicada o F-18 fica na media dos dois em termos de custos de manutenção (pois é bi reator) um caça mono reator tem melhor custo de manutenção porem tem menor desempenho e menos persistência e resistência no combate, o melhor para um país onde se desvia varias verbas e não sobra nada para defesa seria 36 SU-35 BM e 100 JAS 39 Gripens, porem o melhor para o nosso país que merece uma defesa moderna sem duvidas seria comprarmos 36 SU-35 BM e participar do programa PAK FA T-50 (aprenderíamos no desenvolvimento e absorveríamos toda a tecnologia) e adquirir o mesmo, mas como nossos políticos se venderão e aceitarão pressões externas, fico com o F-18 pois a França não vai nos transferir a tecnologia que precisamos e os EUA terão com certeza a melhor proposta, se der Rafall vai se caraquiterizar que a disputa foi comprada e tinha cartas marcadas desde o inicio pois a aeronave tem o menor alcance dos três, não tem supercruise, tem a mais cara manutenção, não é uma aeronave preparada para operar em pistas não preparadas, tem um custo de aquisição caro e ficaremos eternamente nas mãos dos Franceses pois o Maximo que eles vão fazer é nos deixar montar a aeronave sob licensa, deixar fabricarmos os trens de pouso, a fuselagem e as rodas, radares, computadores e motores serão fabricados na França, as tecnologias que precisamos não serão passadas como de radares, computadores e motores e assim ficaremos nas mãos dos Franceses e não absorveremos nenhuma tecnologia que alavancará a nossa industria.

  35. Wolfpack 16 de novembro de 2008 at 21:45 #

    Parabéns pelas reportagens de hoje, foram demais. Belas fotos do Gripen. Já escrevi neste Blog e reafirmo que a FAB está condizindo de maneira exemplar o FX2, torcemos para que este não venha a sofrer cortes.
    Notem que a disposição do manete de comando do Gripen e F18 E/F coincindem com a posição padrão central. Somente o Rafale adota a posição lateral, todos Fly by Wire, e esta disposição a F16 deve melhorar o acesso/visão dos displays centrais.
    Ainda confio na vitória do Dassault Rafale, seguido de perto pelo F18 E/F e correndo por fora e sempre bem cotado o SAAB Gripen. Suas melhorias propostas são excelentes, mas vejamos, motores GE F414, armamento AMRAAM/SIDEWINDER (ambos americanos) Radar AESA Thales (Francês). Porque comprarmos da subsidiária/filial e não da matriz?

  36. Wolfpack 16 de novembro de 2008 at 21:45 #

    Parabéns pelas reportagens de hoje, foram demais. Belas fotos do Gripen. Já escrevi neste Blog e reafirmo que a FAB está condizindo de maneira exemplar o FX2, torcemos para que este não venha a sofrer cortes.
    Notem que a disposição do manete de comando do Gripen e F18 E/F coincindem com a posição padrão central. Somente o Rafale adota a posição lateral, todos Fly by Wire, e esta disposição a F16 deve melhorar o acesso/visão dos displays centrais.
    Ainda confio na vitória do Dassault Rafale, seguido de perto pelo F18 E/F e correndo por fora e sempre bem cotado o SAAB Gripen. Suas melhorias propostas são excelentes, mas vejamos, motores GE F414, armamento AMRAAM/SIDEWINDER (ambos americanos) Radar AESA Thales (Francês). Porque comprarmos da subsidiária/filial e não da matriz?

  37. kaleu 17 de novembro de 2008 at 0:02 #

    Pessoal, pela comunidade de equipamentos e armas, o q acham da distribuição dos 120 caçadores da FAB, utilizando a filosofia HI / LOW com 36 F-18 E/F (hi)e 84 Gripen NG (LOW)?

    Poder de disuasão RESPEITAVEL o q acham ?

    abraços
    Kaleu

  38. kaleu 17 de novembro de 2008 at 0:02 #

    Pessoal, pela comunidade de equipamentos e armas, o q acham da distribuição dos 120 caçadores da FAB, utilizando a filosofia HI / LOW com 36 F-18 E/F (hi)e 84 Gripen NG (LOW)?

    Poder de disuasão RESPEITAVEL o q acham ?

    abraços
    Kaleu

  39. Almeida 17 de novembro de 2008 at 0:08 #

    Discordo sobre o armamento citado pelo Wolfpack. O Gripen NG pode usar tanto AMRAAMs quanto MICAs, como tambem Derbys e Meteors para BVR. Para WVR ele pode usar tanto o Sidewinder quanto os Python, A-darter, Iris-T e por ai vai. Liberdade de escolha total ao inves de fica amarrado a um pais, como vc pareceu induzir nos se post.

  40. Almeida 17 de novembro de 2008 at 0:08 #

    Discordo sobre o armamento citado pelo Wolfpack. O Gripen NG pode usar tanto AMRAAMs quanto MICAs, como tambem Derbys e Meteors para BVR. Para WVR ele pode usar tanto o Sidewinder quanto os Python, A-darter, Iris-T e por ai vai. Liberdade de escolha total ao inves de fica amarrado a um pais, como vc pareceu induzir nos se post.

  41. jean 17 de novembro de 2008 at 0:08 #

    Boa noite.

    Senhores!

    No primeiro FX ele já tinha demonstrado ser um excelente vetor que dentro de uma certa doutrina, mas eu na época achava que o “finado” seria a melhor escolha dentro das necessidades da FAB, hoje neste novo FX, e como tão bem salientarão, Manfred Von Richthofen, Hornet, Nunão; sem contar que ele é muito eclético quanto armamento, e as melhorias que foram acrescentadas fazem com que ele seja a melhor opção não só para a FAB, mas para uma grande quantidade de países que necessitam modernizar sua forças com um vetor de baixo custo operacional racionalizando os recursos disponíveis, e com ata tecnologia agregada.

    Penso também que ele pode ser uma boa decisão geopolítica, pois ele pode agradar ha europeus e americanos, acredito que vai haver transferência de tecnologia sim pois de certo modo todos saíram ganhando.

  42. jean 17 de novembro de 2008 at 0:08 #

    Boa noite.

    Senhores!

    No primeiro FX ele já tinha demonstrado ser um excelente vetor que dentro de uma certa doutrina, mas eu na época achava que o “finado” seria a melhor escolha dentro das necessidades da FAB, hoje neste novo FX, e como tão bem salientarão, Manfred Von Richthofen, Hornet, Nunão; sem contar que ele é muito eclético quanto armamento, e as melhorias que foram acrescentadas fazem com que ele seja a melhor opção não só para a FAB, mas para uma grande quantidade de países que necessitam modernizar sua forças com um vetor de baixo custo operacional racionalizando os recursos disponíveis, e com ata tecnologia agregada.

    Penso também que ele pode ser uma boa decisão geopolítica, pois ele pode agradar ha europeus e americanos, acredito que vai haver transferência de tecnologia sim pois de certo modo todos saíram ganhando.

  43. Hornet 17 de novembro de 2008 at 2:03 #

    Como eu sempre penso em parcerias estratégicas e desenvolvimento de tecnologias de Defesa no Brasil antes de qualquer outra coisa, creio que um jeito bom de o Gripen ser o vencedor do FX-2 seria a Saab/Suécia propor um desenvolvimento em conjunto com a FAB/Embraer do tal projeto “Stealth Gripen”, parceria essa que a Saab ofereceu para a Coréia do Sul (se é que isso não passa de uma lenda, não sei!)…

    Quem sabe não dispensamos o PAK-FA russo para entrar num programa stealth com os suécos? Tudo pode acontecer, quem é que sabe?…como nós apenas discutimos possibilidades aqui no blog (e não temos como fazer diferente), então vamos pensar nesta possibilidade também: 36 Gripen NG iniciais comprados diretamente da Suécia, depois mais um lote de 36 Gripen NG montados aqui no Brasil na Embraer, e por fim mais uns 48 “Stealth Gripen” desenvolvidos em parceria entre a SAAB e a Embraer para compor o restante da primeira linha da FAB. O que acham? Dava pro gasto, será? E ainda por cima teríamos um mix Hi-Low entre caças de quarta e de quinta geração. E por que não?!!!

    Como meu apoio ao Rafale se deve ao que a França pode nos oferecer para o futuro (uma parceria no projeto nEUROn, por exemplo), se a Suécia oferecer isso que eu escrevi acima, não vejo problema algum também. Aceito na hora a “barganha”. rs.rs.rs…

    Para quem quiser dar uma olhadinha no desenho do provável Gripen Stealth, ou Gripen de quinta geração, é só entrar nesses links abaixo:

    http://img339.imageshack.us/img339/396/saabpf9.jpg

    http://img56.imageshack.us/img56/8638/saab2og7.jpg

    abraços a todos

  44. Hornet 17 de novembro de 2008 at 2:03 #

    Como eu sempre penso em parcerias estratégicas e desenvolvimento de tecnologias de Defesa no Brasil antes de qualquer outra coisa, creio que um jeito bom de o Gripen ser o vencedor do FX-2 seria a Saab/Suécia propor um desenvolvimento em conjunto com a FAB/Embraer do tal projeto “Stealth Gripen”, parceria essa que a Saab ofereceu para a Coréia do Sul (se é que isso não passa de uma lenda, não sei!)…

    Quem sabe não dispensamos o PAK-FA russo para entrar num programa stealth com os suécos? Tudo pode acontecer, quem é que sabe?…como nós apenas discutimos possibilidades aqui no blog (e não temos como fazer diferente), então vamos pensar nesta possibilidade também: 36 Gripen NG iniciais comprados diretamente da Suécia, depois mais um lote de 36 Gripen NG montados aqui no Brasil na Embraer, e por fim mais uns 48 “Stealth Gripen” desenvolvidos em parceria entre a SAAB e a Embraer para compor o restante da primeira linha da FAB. O que acham? Dava pro gasto, será? E ainda por cima teríamos um mix Hi-Low entre caças de quarta e de quinta geração. E por que não?!!!

    Como meu apoio ao Rafale se deve ao que a França pode nos oferecer para o futuro (uma parceria no projeto nEUROn, por exemplo), se a Suécia oferecer isso que eu escrevi acima, não vejo problema algum também. Aceito na hora a “barganha”. rs.rs.rs…

    Para quem quiser dar uma olhadinha no desenho do provável Gripen Stealth, ou Gripen de quinta geração, é só entrar nesses links abaixo:

    http://img339.imageshack.us/img339/396/saabpf9.jpg

    http://img56.imageshack.us/img56/8638/saab2og7.jpg

    abraços a todos

  45. marcandrey 17 de novembro de 2008 at 8:13 #

    Concordo com o Francisco MX, para mim o cacinha sueco me parece muito frágil, pequeno e perneta para um país como o BRASIL!

  46. marcandrey 17 de novembro de 2008 at 8:13 #

    Concordo com o Francisco MX, para mim o cacinha sueco me parece muito frágil, pequeno e perneta para um país como o BRASIL!

  47. Nelson Lima 17 de novembro de 2008 at 9:08 #

    Com qualquer um dos 3 estaremos muito bem!

  48. Nelson Lima 17 de novembro de 2008 at 9:08 #

    Com qualquer um dos 3 estaremos muito bem!

  49. Sergio 17 de novembro de 2008 at 9:45 #

    Continuando nas divagações do grande “Hornet”… penso que outra possibilidade que daria um gaz nas negociações a favor do GripenNG seria uma negociação tringulada com a Africa do Sul, país que ja é parceiro em alguns projetos, bastante para isso a SAAB oferecer uma parceria futura de desenvolvimento de um caça de 5ª geração, com o Brasil e Africa do Sul. Neste caso eles teriam grande chance de levar.
    Mas penso tbem que estaremos bem servidos, seja qual for o caça vencedor.

  50. Sergio 17 de novembro de 2008 at 9:45 #

    Continuando nas divagações do grande “Hornet”… penso que outra possibilidade que daria um gaz nas negociações a favor do GripenNG seria uma negociação tringulada com a Africa do Sul, país que ja é parceiro em alguns projetos, bastante para isso a SAAB oferecer uma parceria futura de desenvolvimento de um caça de 5ª geração, com o Brasil e Africa do Sul. Neste caso eles teriam grande chance de levar.
    Mas penso tbem que estaremos bem servidos, seja qual for o caça vencedor.

  51. Pedro 17 de novembro de 2008 at 9:57 #

    Hornet, esse caça novo “stealth gripen” seria bi reator então???
    Pelas projeções que você trouxe parece um mix do que se viu nas projeções do PAK-FA com o F 22.

  52. Pedro 17 de novembro de 2008 at 9:57 #

    Hornet, esse caça novo “stealth gripen” seria bi reator então???
    Pelas projeções que você trouxe parece um mix do que se viu nas projeções do PAK-FA com o F 22.

  53. Corsario-DF 17 de novembro de 2008 at 13:44 #

    Hornet, você tá fumando demais rapaz!!!

    Mas mesmo assim eu te apoio, sem dúvida alguma seria mais interessante. Eu sinceramente acho que qualquer um que vier é muito melhor do que temos, mas acho que o Grippen leva vantagem por ser monomotor e ter uma possibilidade muito grande de inserir armamentos de diversas origens. Mas eu não arredo o pé e sou declarado viúva do Flanker. Mas se no futuro vier o “Grippen Sthealth” já está mais do que bom, eu tô até fazendo lobby para comprarmos uns Fokker Dr.I para servir de “gap”… rsrsrsrsrsrsrsrs.

    Sds.

  54. Corsario-DF 17 de novembro de 2008 at 13:44 #

    Hornet, você tá fumando demais rapaz!!!

    Mas mesmo assim eu te apoio, sem dúvida alguma seria mais interessante. Eu sinceramente acho que qualquer um que vier é muito melhor do que temos, mas acho que o Grippen leva vantagem por ser monomotor e ter uma possibilidade muito grande de inserir armamentos de diversas origens. Mas eu não arredo o pé e sou declarado viúva do Flanker. Mas se no futuro vier o “Grippen Sthealth” já está mais do que bom, eu tô até fazendo lobby para comprarmos uns Fokker Dr.I para servir de “gap”… rsrsrsrsrsrsrsrs.

    Sds.

  55. Vassily Zaitsev 17 de novembro de 2008 at 14:17 #

    Hornet,

    Se continuar desse jeito, não vou entregar aquela bomba na tua mão não.

    Vai que tu resolve “dá uma fumadinha” perto dela.. rs,rs,rs.

    Almeida, dia 17 0:08,

    Bravo! Bravo! Bravo!

  56. Vassily Zaitsev 17 de novembro de 2008 at 14:17 #

    Hornet,

    Se continuar desse jeito, não vou entregar aquela bomba na tua mão não.

    Vai que tu resolve “dá uma fumadinha” perto dela.. rs,rs,rs.

    Almeida, dia 17 0:08,

    Bravo! Bravo! Bravo!

  57. Hornet 17 de novembro de 2008 at 14:31 #

    Corsário,

    kkkk…não uso drogas. Só assisto televisão de vez em quando, o que pra mim já é o suficiente…hehehe

    Amigos,

    ninguém sabe direito como será esse futuro Gripen, e nem mesmo se ele vingará, embora a SAAB tenha algumas projeções dele, como eu mostrei nos links que postei.

    O que eu quis argumentar, e sempre argumento isso, é que a FAB tem duas possibilidades para o FX-2:

    a)Comprar um caça de quarta geração pensando apenas no caça, se equipar, mas continuar a ter o problema de dependência tecnológica no futuro…e a cada ciclo de vida de um caça volta toda a agonia de ter que comprar alguma coisa no mercado e nunca projetar algo que realmente necessite e se adeque às nossas necessidades reais;

    b) Comprar uma parceria que vise uma futura e relativa independência aereo-espacial por meio de uma compra de caças de quarta geração. Se equipa no momento, mas garante novos vetores no futuro, sem precisar a todo momento ficar com essas histórias macabras de FX, FX-2, FX-quem sabe um dia etc.

    Acho que o MD e a FAB estão levando em conta, e muito, o segundo item na análise do FX-2. Baseio meu “achismo” no que a FAB e os ministros Jobim e Mangabeira estão dizendo na imprensa, e já faz tempo: o FX-2 pressupõe o desenvolvimento de um caça de quinta geração (ou um caça mais moderno) no futuro, o FX-Br, daí ser imperativo a trasferência de tecnologia na compra deste caça de quarta geração, e se vier com um parceria já arrematada (como os franceses estão propondo) muito melhor, pois ajuda a queimar etapas no desenvolvimento de um novo caça.

    Pensando somente nos caças concorrentes do FX-2, todos são bons para hoje e para os próximos 20 anos. Mas nenhum é ideal para daqui mais de 20 anos (se basearmos nossa defesa aérea só neles, sem mais nenhum outro vetor), e aí ficaríamos defasados por demais, tal como estamos agora. Só que com um detalhe, estaríamos defasados e ainda pagando (ou até mesmo recebendo) os novos caças, então não faz sentido.

    Só faz sentido o Gripen, se a SAAB nos oferecer algo mais…digamos uma parceria com esse futuro “Stelth Gripen” (que pode ser feito de várias maneiras, inclusive num arranjo triangulado com a África do Sul, como disse um amigo acima, ou então por meio de acordos com a Coréia do Sul, África etc.). Isso faria sentido, e não o fato de ele ser barato e outras coisas (isso na minha opinião). Não acho que o FX-2 passe muito por aí, posso estar enganado…mas vamos ver.

    A mesma coisa em relação ao Rafale…só vale a pena, se junto vier uma parceria para o projeto nEUROn que a França está desenvolvendo (um caça UAV), ou outra coisa semelhante. No caso do Super Hornet não vejo como os EUA nos oferecerem muita coisa, além de códigos fonte de integração de armas e coisas assim. Não por não terem tecnologia, ao contrário. Mas por serem independentes demais para quererem um parceiro do terceiro mundo. Por isso que o vejo como sendo a pior opção, pois restringe essa compra a uma compra “de prateleira” apenas. A não ser que os EUA queiram uma parceria com o Brasil para desenvolver um novo caça, um caça de sexta geração…se isso ocorrer seria ótimo, pois os UA são o país mais desenvolvido do mundo em tecnologia de defesa…mas duvido que isso aconteça. É improvável.

    Resumo da ópera: podemos ter um caça, ou um caça e mais uma parceria tecnológica e estratégica. Vamos ver se a FAB e o MD mantém o que estão dizendo, na hora de fechar o contrato. Vamos ver se a economia e a política (no sentido rasteiro da palavra) não atrapalham tudo no final.

    Eu torço para que mantenham, e se manterem, estaremos fechando um negócio com a melhor proposta e não com o melhor caça, ou com o caça mais barato ou mais caro, ou com o caça mais bonito ou mais feio etc. Vamos ver pra que lado vai pender a definição desse FX-2…eu rezo para que não penda para o lado do caça apenas (qualquer que seja), mas sim para o lado da proposta e das parcerias tecnológicas.

    abraços a todos

    ps. Tô enrolando um, alguém quer dar um tapa?….kkkkkk

  58. Hornet 17 de novembro de 2008 at 14:31 #

    Corsário,

    kkkk…não uso drogas. Só assisto televisão de vez em quando, o que pra mim já é o suficiente…hehehe

    Amigos,

    ninguém sabe direito como será esse futuro Gripen, e nem mesmo se ele vingará, embora a SAAB tenha algumas projeções dele, como eu mostrei nos links que postei.

    O que eu quis argumentar, e sempre argumento isso, é que a FAB tem duas possibilidades para o FX-2:

    a)Comprar um caça de quarta geração pensando apenas no caça, se equipar, mas continuar a ter o problema de dependência tecnológica no futuro…e a cada ciclo de vida de um caça volta toda a agonia de ter que comprar alguma coisa no mercado e nunca projetar algo que realmente necessite e se adeque às nossas necessidades reais;

    b) Comprar uma parceria que vise uma futura e relativa independência aereo-espacial por meio de uma compra de caças de quarta geração. Se equipa no momento, mas garante novos vetores no futuro, sem precisar a todo momento ficar com essas histórias macabras de FX, FX-2, FX-quem sabe um dia etc.

    Acho que o MD e a FAB estão levando em conta, e muito, o segundo item na análise do FX-2. Baseio meu “achismo” no que a FAB e os ministros Jobim e Mangabeira estão dizendo na imprensa, e já faz tempo: o FX-2 pressupõe o desenvolvimento de um caça de quinta geração (ou um caça mais moderno) no futuro, o FX-Br, daí ser imperativo a trasferência de tecnologia na compra deste caça de quarta geração, e se vier com um parceria já arrematada (como os franceses estão propondo) muito melhor, pois ajuda a queimar etapas no desenvolvimento de um novo caça.

    Pensando somente nos caças concorrentes do FX-2, todos são bons para hoje e para os próximos 20 anos. Mas nenhum é ideal para daqui mais de 20 anos (se basearmos nossa defesa aérea só neles, sem mais nenhum outro vetor), e aí ficaríamos defasados por demais, tal como estamos agora. Só que com um detalhe, estaríamos defasados e ainda pagando (ou até mesmo recebendo) os novos caças, então não faz sentido.

    Só faz sentido o Gripen, se a SAAB nos oferecer algo mais…digamos uma parceria com esse futuro “Stelth Gripen” (que pode ser feito de várias maneiras, inclusive num arranjo triangulado com a África do Sul, como disse um amigo acima, ou então por meio de acordos com a Coréia do Sul, África etc.). Isso faria sentido, e não o fato de ele ser barato e outras coisas (isso na minha opinião). Não acho que o FX-2 passe muito por aí, posso estar enganado…mas vamos ver.

    A mesma coisa em relação ao Rafale…só vale a pena, se junto vier uma parceria para o projeto nEUROn que a França está desenvolvendo (um caça UAV), ou outra coisa semelhante. No caso do Super Hornet não vejo como os EUA nos oferecerem muita coisa, além de códigos fonte de integração de armas e coisas assim. Não por não terem tecnologia, ao contrário. Mas por serem independentes demais para quererem um parceiro do terceiro mundo. Por isso que o vejo como sendo a pior opção, pois restringe essa compra a uma compra “de prateleira” apenas. A não ser que os EUA queiram uma parceria com o Brasil para desenvolver um novo caça, um caça de sexta geração…se isso ocorrer seria ótimo, pois os UA são o país mais desenvolvido do mundo em tecnologia de defesa…mas duvido que isso aconteça. É improvável.

    Resumo da ópera: podemos ter um caça, ou um caça e mais uma parceria tecnológica e estratégica. Vamos ver se a FAB e o MD mantém o que estão dizendo, na hora de fechar o contrato. Vamos ver se a economia e a política (no sentido rasteiro da palavra) não atrapalham tudo no final.

    Eu torço para que mantenham, e se manterem, estaremos fechando um negócio com a melhor proposta e não com o melhor caça, ou com o caça mais barato ou mais caro, ou com o caça mais bonito ou mais feio etc. Vamos ver pra que lado vai pender a definição desse FX-2…eu rezo para que não penda para o lado do caça apenas (qualquer que seja), mas sim para o lado da proposta e das parcerias tecnológicas.

    abraços a todos

    ps. Tô enrolando um, alguém quer dar um tapa?….kkkkkk

  59. Hornet 17 de novembro de 2008 at 14:33 #

    Vassily,

    hehehe…boa!

    abraços

  60. Hornet 17 de novembro de 2008 at 14:33 #

    Vassily,

    hehehe…boa!

    abraços

  61. Almeida 17 de novembro de 2008 at 14:50 #

    Hornet sempre trazendo info de qualidade e primeira mao aqui pra gente! Parabens!

    So tenho uma coisa a adicionar aos seus comentarios: a SAAB, junto com a Dassault, eh parceira de tier 1 no programa nEUROn. Fazendo parceria com qualquer uma das duas estaremos em posicao de entrar tambem no maior projeto de UCAV europeu. Ate me causou estranheza ver o Gripen Stealth no seu comentario, so acredito porque parece um documento oficial da SAAB! Achei que eles fossem pular a 5a geracao direto pros UCAVs, como a Franca parece fazer.

    Com estas novas informacoes nao tenho duvidas: Gripen NG agora, nEUROn e/ou Super Gripen Stealth no futuro! SAAB, Dassault e Embraer podem fazer MUITA coisa juntas!

  62. Almeida 17 de novembro de 2008 at 14:50 #

    Hornet sempre trazendo info de qualidade e primeira mao aqui pra gente! Parabens!

    So tenho uma coisa a adicionar aos seus comentarios: a SAAB, junto com a Dassault, eh parceira de tier 1 no programa nEUROn. Fazendo parceria com qualquer uma das duas estaremos em posicao de entrar tambem no maior projeto de UCAV europeu. Ate me causou estranheza ver o Gripen Stealth no seu comentario, so acredito porque parece um documento oficial da SAAB! Achei que eles fossem pular a 5a geracao direto pros UCAVs, como a Franca parece fazer.

    Com estas novas informacoes nao tenho duvidas: Gripen NG agora, nEUROn e/ou Super Gripen Stealth no futuro! SAAB, Dassault e Embraer podem fazer MUITA coisa juntas!

  63. Hornet 17 de novembro de 2008 at 15:19 #

    Caro Almeida,

    os links do “Gripen Stealth” (ou Stealth Gripen, melhor dizendo) eu peguei na própria SAAB, e como se vê é apenas um esboço. Muita coisa pode mudar no projeto. O que se sabe a respeito dele, é que esse projeto de parceria foi oferecido pelos suécos para a Coréia do Sul, que parece que ainda está estudando a proposta. O projeto, conforme suas observações, talvez vise um futuro caça de quinta geração para a Coreia do Sul de repente, e a suécia talvez fique com os UAVs apenas…quem sabe? De qualquer modo, o Brasil precisava entrar nisso e poderíamos participar de ambos, ao menos como parceiro de desenvolvimento do projeto. Isso, para a Embraer e para a FAB, seria um “up” sem tamanho, não concorda?

    Pois é, de repente entramos no projeto nEUROn por meio dos suécos e não por meio dos franceses. Mas uma coisa é certa, seja com franceses ou com suécos, se disperdiçarmos essa chance vou começar a achar que temos “um sapo enterrado no quintal”, realmente, e que nada vai pra frente nesse país…rs.rs.rs. Mas ainda não acho isso, acho que estamos tentando fazer a coisa certa em relação a esse FX-2…vamos ver o que vai acontecer…

    um forte abraço

  64. Hornet 17 de novembro de 2008 at 15:19 #

    Caro Almeida,

    os links do “Gripen Stealth” (ou Stealth Gripen, melhor dizendo) eu peguei na própria SAAB, e como se vê é apenas um esboço. Muita coisa pode mudar no projeto. O que se sabe a respeito dele, é que esse projeto de parceria foi oferecido pelos suécos para a Coréia do Sul, que parece que ainda está estudando a proposta. O projeto, conforme suas observações, talvez vise um futuro caça de quinta geração para a Coreia do Sul de repente, e a suécia talvez fique com os UAVs apenas…quem sabe? De qualquer modo, o Brasil precisava entrar nisso e poderíamos participar de ambos, ao menos como parceiro de desenvolvimento do projeto. Isso, para a Embraer e para a FAB, seria um “up” sem tamanho, não concorda?

    Pois é, de repente entramos no projeto nEUROn por meio dos suécos e não por meio dos franceses. Mas uma coisa é certa, seja com franceses ou com suécos, se disperdiçarmos essa chance vou começar a achar que temos “um sapo enterrado no quintal”, realmente, e que nada vai pra frente nesse país…rs.rs.rs. Mas ainda não acho isso, acho que estamos tentando fazer a coisa certa em relação a esse FX-2…vamos ver o que vai acontecer…

    um forte abraço

  65. Hornet 17 de novembro de 2008 at 15:49 #

    UAV, não…UCAV…falha nossa!!!

  66. Hornet 17 de novembro de 2008 at 15:49 #

    UAV, não…UCAV…falha nossa!!!

  67. dumont 17 de novembro de 2008 at 16:11 #

    Olá Blogueiros,

    vou acrescentar um item não mencionado nas lista de armas do gripen que considero da maior importância, o METEOR, acho que com ele passaríamos a jogar realmente duro na arena BVR.

    Com relação a futuro, acho que a estória de 120 caças é ilusão (infelizmente), alias acho que com 2.2 bi de verdinhas não dá pra comprar 36 fx2… vamos ver se pagamos mais ou se compramos menos.

    Por fim queria, mui gentilmente, discordar do colega welington; não acho que o fato de ser monomotor prejudique a performance de um caça, de fato o que conta é a potência (e a razão potencia/peso). A vantagem do biturbina é que ele tem mais chance de sobrevivência (pois pode até, em tese, operar somente com um motor, alias o welington fala isso tb). Tb acho que o Rafale pode operar em pistas despreparadas (ou talvez semipreparadas), pelo menos em termos de trem de pouso ele está habilitado (se pousa num PA…)

    O q talvez fosse legal seria ter uma tabelinha com alguns dados críticos (se é que estão disponíveis…) como carga total, razão potencia/peso, alcance, etc… dos candidatos.

    Abrs. a todos

  68. dumont 17 de novembro de 2008 at 16:11 #

    Olá Blogueiros,

    vou acrescentar um item não mencionado nas lista de armas do gripen que considero da maior importância, o METEOR, acho que com ele passaríamos a jogar realmente duro na arena BVR.

    Com relação a futuro, acho que a estória de 120 caças é ilusão (infelizmente), alias acho que com 2.2 bi de verdinhas não dá pra comprar 36 fx2… vamos ver se pagamos mais ou se compramos menos.

    Por fim queria, mui gentilmente, discordar do colega welington; não acho que o fato de ser monomotor prejudique a performance de um caça, de fato o que conta é a potência (e a razão potencia/peso). A vantagem do biturbina é que ele tem mais chance de sobrevivência (pois pode até, em tese, operar somente com um motor, alias o welington fala isso tb). Tb acho que o Rafale pode operar em pistas despreparadas (ou talvez semipreparadas), pelo menos em termos de trem de pouso ele está habilitado (se pousa num PA…)

    O q talvez fosse legal seria ter uma tabelinha com alguns dados críticos (se é que estão disponíveis…) como carga total, razão potencia/peso, alcance, etc… dos candidatos.

    Abrs. a todos

  69. gerson 17 de novembro de 2008 at 17:07 #

    to começando achar que pelo preço o gripen leva o fx2

  70. gerson 17 de novembro de 2008 at 17:07 #

    to começando achar que pelo preço o gripen leva o fx2

  71. Zorann 17 de novembro de 2008 at 17:54 #

    O FX-2 será o Gripen. Tá na cara!!

  72. Zorann 17 de novembro de 2008 at 17:54 #

    O FX-2 será o Gripen. Tá na cara!!

  73. LeoPaiva 17 de novembro de 2008 at 18:25 #

    Hornet,

    Você é uma carreta carregada de sabedoria, uma Kombi lotada de inteligência, um verdadeiro Antonov de conhecimentos. rs rs.

    Acabo de concluir que o Gripen NG é realmente a melhor opção, eu relutei bastante por conta das desvantagens dele em ter muita tecnologia americana e européia, o que dificulta o repasse para terceiros, e de não ter uma versão embarcada, mas, tirando essas desvantagens, o Gripen é o que mais se adéqua ao nosso orçamento, bem como por ter um bom leque de armas já incorporadas e a incorporar, além de ter todas as boas características técnicas já citadas pela matéria e pelos colegas, e por isso acho que o Saito vai pensar nele com muito carinho durante todo o processo.

    Penso que o resultado de outros FXs pelo mundo pode até influenciar um pouco nossa decisão, se bem que temos que escolher o melhor para o Brasil independente do que os outros escolham, mas, é sempre bom operar um equipamento que também é operado por muitos, tanto pela questão futura da manutenção, como pela produção em escala, que acaba sempre diminuindo um pouco o preço final.

    Se fosse a versão anterior, não pensaria assim, mas a New Generation é outra estória.

    Abraços.

  74. LeoPaiva 17 de novembro de 2008 at 18:25 #

    Hornet,

    Você é uma carreta carregada de sabedoria, uma Kombi lotada de inteligência, um verdadeiro Antonov de conhecimentos. rs rs.

    Acabo de concluir que o Gripen NG é realmente a melhor opção, eu relutei bastante por conta das desvantagens dele em ter muita tecnologia americana e européia, o que dificulta o repasse para terceiros, e de não ter uma versão embarcada, mas, tirando essas desvantagens, o Gripen é o que mais se adéqua ao nosso orçamento, bem como por ter um bom leque de armas já incorporadas e a incorporar, além de ter todas as boas características técnicas já citadas pela matéria e pelos colegas, e por isso acho que o Saito vai pensar nele com muito carinho durante todo o processo.

    Penso que o resultado de outros FXs pelo mundo pode até influenciar um pouco nossa decisão, se bem que temos que escolher o melhor para o Brasil independente do que os outros escolham, mas, é sempre bom operar um equipamento que também é operado por muitos, tanto pela questão futura da manutenção, como pela produção em escala, que acaba sempre diminuindo um pouco o preço final.

    Se fosse a versão anterior, não pensaria assim, mas a New Generation é outra estória.

    Abraços.

  75. Wolfpack 17 de novembro de 2008 at 19:32 #

    Se a FAB deseja um caça monomotor como o SAAB Gripen, porque não citou o F16 Block 60, a Lockheed Marin não ofertou o F16 Block 60 para o FX2? Ainda acredito que a FAB deseja dar um salto qualitativo em sua força, e isso só é proporcionado pelos caças F18 E/F e Dassault Rafale. O que me deixa com um pé atrás é o seguinte. Quando se desenvolve algo, seja ele um palito de fósforo ou um Míssil Intercontinental, têm-se que levar em consideração os requisitos para que este projeto cumpra o que foi proposto. O SAAB Gripen foi desenvolvido basicamente com um só propósito, defender um território pequeno e substituir uma aeronave, SAAB JA37 Viggen, ter prontidão/disponibilidade excepcionais, com razão de subida suficiente para decolar de estradas e pistas curtas e interceptar caças ou bombardeiros soviéticos. Isto sem falar na provável complementação dada pelas forças da OTAN (a Suécia não faz parte da OTAN e da Zona do Euro). Bem, uma vez que o projeto teve se fim atingido, a SAAB agora tenta modificá-lo para um padrão que atenda mercados como o da Índia/Brasil e outros países continentais. Diferente dos outros dois concorrentes, o F18 E/F padrão US Navy e do Dassault Rafale padrão de toda a Força Aérea e Naval Francesa. Estes dois últimos foram projetados desde seu início, mesmo o F/A 18 Hornet para atender um padrão de operação próximo do utilizado no Brasil. O F18 EF Super Hornet é um caça naval, com desenho que e estrutura projetados para isso, o Rafale em sua versão M também projetado para operar no NAe CDG. O que me dizem do SAAB Gripen NG? Será que ele suporta o estresse em um ambiente umido como a Amazônia, ou operar a em regiões costeiras (a Suécia é praticamente uma ilha de tanta água existindo por lá e estremamente frio no inverno). Estas adaptações para alocar novos tanques de combustível, para se aumentar a autonomia não me agrada. Parece que a SAAB está fazendo de tudo, remendando o projeto, para se adequar aos requisitos Indianos e Brasileiros. Tudo isso deve-se ter e levar em consideração. Agora, se o principal é o valor unitário da aeronave + manutenção, então deve-se refazer o FX2 para agregar o F16 Block 50/60.

  76. Wolfpack 17 de novembro de 2008 at 19:32 #

    Se a FAB deseja um caça monomotor como o SAAB Gripen, porque não citou o F16 Block 60, a Lockheed Marin não ofertou o F16 Block 60 para o FX2? Ainda acredito que a FAB deseja dar um salto qualitativo em sua força, e isso só é proporcionado pelos caças F18 E/F e Dassault Rafale. O que me deixa com um pé atrás é o seguinte. Quando se desenvolve algo, seja ele um palito de fósforo ou um Míssil Intercontinental, têm-se que levar em consideração os requisitos para que este projeto cumpra o que foi proposto. O SAAB Gripen foi desenvolvido basicamente com um só propósito, defender um território pequeno e substituir uma aeronave, SAAB JA37 Viggen, ter prontidão/disponibilidade excepcionais, com razão de subida suficiente para decolar de estradas e pistas curtas e interceptar caças ou bombardeiros soviéticos. Isto sem falar na provável complementação dada pelas forças da OTAN (a Suécia não faz parte da OTAN e da Zona do Euro). Bem, uma vez que o projeto teve se fim atingido, a SAAB agora tenta modificá-lo para um padrão que atenda mercados como o da Índia/Brasil e outros países continentais. Diferente dos outros dois concorrentes, o F18 E/F padrão US Navy e do Dassault Rafale padrão de toda a Força Aérea e Naval Francesa. Estes dois últimos foram projetados desde seu início, mesmo o F/A 18 Hornet para atender um padrão de operação próximo do utilizado no Brasil. O F18 EF Super Hornet é um caça naval, com desenho que e estrutura projetados para isso, o Rafale em sua versão M também projetado para operar no NAe CDG. O que me dizem do SAAB Gripen NG? Será que ele suporta o estresse em um ambiente umido como a Amazônia, ou operar a em regiões costeiras (a Suécia é praticamente uma ilha de tanta água existindo por lá e estremamente frio no inverno). Estas adaptações para alocar novos tanques de combustível, para se aumentar a autonomia não me agrada. Parece que a SAAB está fazendo de tudo, remendando o projeto, para se adequar aos requisitos Indianos e Brasileiros. Tudo isso deve-se ter e levar em consideração. Agora, se o principal é o valor unitário da aeronave + manutenção, então deve-se refazer o FX2 para agregar o F16 Block 50/60.

  77. Pinchas Landisbergis 17 de novembro de 2008 at 19:35 #

    Já que não pode ser o Sukoi, sou favorável a este “Viking”
    pelo custo -beneficio , horas de voo etc. Nas mãos dos pilotos da FAB vão dar o que falar , com certeza.

  78. Pinchas Landisbergis 17 de novembro de 2008 at 19:35 #

    Já que não pode ser o Sukoi, sou favorável a este “Viking”
    pelo custo -beneficio , horas de voo etc. Nas mãos dos pilotos da FAB vão dar o que falar , com certeza.

  79. Francisco AMX 17 de novembro de 2008 at 20:01 #

    Vou lançar um dilema: Será que a EMBRAER, com a tecnologia que dentem hoje, depois de ter construido o AMX, junto aos Israelenses -mestres na arte de sistemas de armas e de aviônica avançada – desenvolver um caça do tipo do gripen, que, para mim, não tem nada de especial em termos aeronáuticos, ele é um belo exemplo do Frankstain que deu certo! e acho que se realmente o Governo e a EMBRAER quiserem, pode ser feito um projeto nos mesmos moldes, Fuselagem da EMBRAER, motor GE, Sitemas Israelenses, Radar Thales….etc.etc.. A Suécia, apesar da tecnologia, não é independente para fabricar o Gripen, e não vejo o Brasil menos dependente caso escolha este caça, pelo contrário, será mais dependente do que com qualquer um dos outros 2 vetores!
    Fala-se muito de independência, de não ficar na mão, etc.. etc.. porém o Brasil não fabrica nenhuma turbina e tb não desenvove nehum sistema de armas e aviõnica como os ISraelenses, por ex, radar, mísseis BVR, na verdade ainda não temos nenhum míssel decente, nem IR… além de outros importantes componentes, Seremos, como muitas nações de primeiro mundo, dependentes! se quisermos realmente sermos independentes, devemos pegar a cartilha Chinesa, hoje, e daqui a alguns 30 anos, poderemos sonhar com tal independencia! Nem a Inglaterra é totalmente independente! Somente USA, França e Russia são realmente independentes nesta área. Sinceramente, só não se viabiliza um projeto genuinamente nacional, de ger 4, como vemos alguns vetores hoje, pq não é interessante para alguns, acho que se fosse sério, valeria a pena investir, fazer como os chinese em sua criticada porém eficiente engenharia reversa, junto com alguma força asiática, africana ou mesmo européia, ser dependente de aliados não tem nada de mais! minha opinião. O gripen é o reflexo disso! Um Sueco que fala ingles, espanhol, hebraico, javanês… e se bobiar até aramaico..antigo : )
    Abraços
    Francisco

  80. Francisco AMX 17 de novembro de 2008 at 20:01 #

    Vou lançar um dilema: Será que a EMBRAER, com a tecnologia que dentem hoje, depois de ter construido o AMX, junto aos Israelenses -mestres na arte de sistemas de armas e de aviônica avançada – desenvolver um caça do tipo do gripen, que, para mim, não tem nada de especial em termos aeronáuticos, ele é um belo exemplo do Frankstain que deu certo! e acho que se realmente o Governo e a EMBRAER quiserem, pode ser feito um projeto nos mesmos moldes, Fuselagem da EMBRAER, motor GE, Sitemas Israelenses, Radar Thales….etc.etc.. A Suécia, apesar da tecnologia, não é independente para fabricar o Gripen, e não vejo o Brasil menos dependente caso escolha este caça, pelo contrário, será mais dependente do que com qualquer um dos outros 2 vetores!
    Fala-se muito de independência, de não ficar na mão, etc.. etc.. porém o Brasil não fabrica nenhuma turbina e tb não desenvove nehum sistema de armas e aviõnica como os ISraelenses, por ex, radar, mísseis BVR, na verdade ainda não temos nenhum míssel decente, nem IR… além de outros importantes componentes, Seremos, como muitas nações de primeiro mundo, dependentes! se quisermos realmente sermos independentes, devemos pegar a cartilha Chinesa, hoje, e daqui a alguns 30 anos, poderemos sonhar com tal independencia! Nem a Inglaterra é totalmente independente! Somente USA, França e Russia são realmente independentes nesta área. Sinceramente, só não se viabiliza um projeto genuinamente nacional, de ger 4, como vemos alguns vetores hoje, pq não é interessante para alguns, acho que se fosse sério, valeria a pena investir, fazer como os chinese em sua criticada porém eficiente engenharia reversa, junto com alguma força asiática, africana ou mesmo européia, ser dependente de aliados não tem nada de mais! minha opinião. O gripen é o reflexo disso! Um Sueco que fala ingles, espanhol, hebraico, javanês… e se bobiar até aramaico..antigo : )
    Abraços
    Francisco

  81. Francisco AMX 17 de novembro de 2008 at 20:14 #

    Gostei do teu post Wolfpack, vi que também és um que não esqueceu do melhor (no sentido amplo do que tem que ser um vetor) caça a combustão de todos os tempos, queiram ou não, o F-16 é o rei da cocada preta! e agora na versão B60, com radar AESA, e sistemas de controe do vôo, mais avançados que o F-18E/F, somados a uma manobrabilidade muito superior ao F-18 e capacidade de carga quase igual, viria a ser mais um grande representante dos americanos. Não sei pq a FAB solicitou apenas um avião de cada país concorrente! isto só prova que a política dita as regras, a parte técnica e racional vem depois! e bem depois pelo que vejo no FX-2. Se os AMericanos tem mais de um vetor, sorte e competência deles. Não era o caso dos russos, que sabido, tinham como o SU35 o melhor deles para oferecer ao Brasil, bem superior ao Mig-29/35.
    Vai entender…..
    Abraços
    Francisco

  82. Francisco AMX 17 de novembro de 2008 at 20:14 #

    Gostei do teu post Wolfpack, vi que também és um que não esqueceu do melhor (no sentido amplo do que tem que ser um vetor) caça a combustão de todos os tempos, queiram ou não, o F-16 é o rei da cocada preta! e agora na versão B60, com radar AESA, e sistemas de controe do vôo, mais avançados que o F-18E/F, somados a uma manobrabilidade muito superior ao F-18 e capacidade de carga quase igual, viria a ser mais um grande representante dos americanos. Não sei pq a FAB solicitou apenas um avião de cada país concorrente! isto só prova que a política dita as regras, a parte técnica e racional vem depois! e bem depois pelo que vejo no FX-2. Se os AMericanos tem mais de um vetor, sorte e competência deles. Não era o caso dos russos, que sabido, tinham como o SU35 o melhor deles para oferecer ao Brasil, bem superior ao Mig-29/35.
    Vai entender…..
    Abraços
    Francisco

  83. Hornet 17 de novembro de 2008 at 20:22 #

    [Você é uma carreta carregada de sabedoria, uma Kombi lotada de inteligência, um verdadeiro Antonov de conhecimentos. rs rs.]

    Amigo Leo Paiva, pena que meu chefe não pense assim….kkkkkk

    Mas falando sério, só conjecturei algumas das possibilidades do Gripen ser o vencedor, e o que mais poderíamos ganhar com isso, além do caça é claro…

    mas ainda acho que quem vai levar será o Rafale, e não vejo isso como uma alternativa ruim…pela possibilidade de parceria estratégica com a França…só que é pura “palpitologia”, certeza só teremos quando a FAB anunciar o vencedor, até lá…

    mas vamos ver que bicho vai dar no fim desta história…

    um forte abraço

  84. Hornet 17 de novembro de 2008 at 20:22 #

    [Você é uma carreta carregada de sabedoria, uma Kombi lotada de inteligência, um verdadeiro Antonov de conhecimentos. rs rs.]

    Amigo Leo Paiva, pena que meu chefe não pense assim….kkkkkk

    Mas falando sério, só conjecturei algumas das possibilidades do Gripen ser o vencedor, e o que mais poderíamos ganhar com isso, além do caça é claro…

    mas ainda acho que quem vai levar será o Rafale, e não vejo isso como uma alternativa ruim…pela possibilidade de parceria estratégica com a França…só que é pura “palpitologia”, certeza só teremos quando a FAB anunciar o vencedor, até lá…

    mas vamos ver que bicho vai dar no fim desta história…

    um forte abraço

  85. Francisco M. Xavier 17 de novembro de 2008 at 21:02 #

    Uma pergunta aos amigos: se vc fosse um piloto de caça, em uma guerra, hipotética, com forças equilibradas, em uma topografia como a da região sul do Brasil, por ex, e seu inimigo possuísse em sua ponta de lança o F-18E/F, ambos os lados com auxílio do R-99, qual vetor vc escolheria, entre Gripen NG e F-16B60? ambos armados com Sidewinder AIM-9X, AMRAM além do canhão (Vulcan no caso do F-16), e não se esqueçam do caos tático que, normalmente acontece nos exercícios reais, com muitas contra-medidas, e que muitas vezes os pilotos acabam percebendo e localizando o inimigo no limiar do alcance visual, tendo que usar IRs e até mesmo o canhão.
    Acredito que a resposta de forma direta, sem rodeios, para os que acompanham aviação militar desde, pelo menos, o início dos anos 80, fará a escolha natural e segura, que é claro será o F-16B60.
    Será que o Chile não considerou o Gripen? nem avaliou? se lá rolou política, certamente que sim, escolheram bem. Pois na minha opinião o F-16B50 é superior ao Gripen 1 geração, e o F-16B60 será sobre o NG. minha opinião.
    Abraços
    Francisco

  86. Francisco M. Xavier 17 de novembro de 2008 at 21:02 #

    Uma pergunta aos amigos: se vc fosse um piloto de caça, em uma guerra, hipotética, com forças equilibradas, em uma topografia como a da região sul do Brasil, por ex, e seu inimigo possuísse em sua ponta de lança o F-18E/F, ambos os lados com auxílio do R-99, qual vetor vc escolheria, entre Gripen NG e F-16B60? ambos armados com Sidewinder AIM-9X, AMRAM além do canhão (Vulcan no caso do F-16), e não se esqueçam do caos tático que, normalmente acontece nos exercícios reais, com muitas contra-medidas, e que muitas vezes os pilotos acabam percebendo e localizando o inimigo no limiar do alcance visual, tendo que usar IRs e até mesmo o canhão.
    Acredito que a resposta de forma direta, sem rodeios, para os que acompanham aviação militar desde, pelo menos, o início dos anos 80, fará a escolha natural e segura, que é claro será o F-16B60.
    Será que o Chile não considerou o Gripen? nem avaliou? se lá rolou política, certamente que sim, escolheram bem. Pois na minha opinião o F-16B50 é superior ao Gripen 1 geração, e o F-16B60 será sobre o NG. minha opinião.
    Abraços
    Francisco

  87. Baschera 17 de novembro de 2008 at 21:29 #

    Francisco,
    Sua idéia, do post mais acima, é boa e com certeza já foi “pensada” pela Embraer, o MD ou sei lá por mais quem…. mas decorre aí um problema fatal : escala de produção. O próprio Gripen, se não obtiver logo novas encomendas, pode sair de produção. Mesmo caso para para o Raptor F-22 da LM. Este é o problema. Sem escala o custo de desenvolver um avião é astronômico e pode ser bancado somente pelos maiores orçamentos. Até as empresas já não dão conta sozinhas, sem um pré compromisso do país operador de encomendas mínimas, para, pelo menos iniciar o projeto. Quando este fica pronto, praticamente já está obsoleto, pois as novas necessidades de superação do avião do “inimigo” ou “concorrente” impõem mais investimentos numa “nova” versão ou tranche. E lá vai muitos milhões, quando não bilhões para se conseguir isto. É complicado.
    Independente disto, e de minha própria preferência, tudo se encaminha para a escolha do Rafale francês.
    Em recente palestra do Ministro Mangabeira, elê próprio um fã do caça que já foi preterido no short-list do FX-2, dá um exemplo de porque ( na palestra aos empresários na FIESP) não se escolherá o Gripen NG. Menciona também, o porque a escolha do Rafale poderia atender aos requisitos do novo PND. Misteriosamente não fala do terceiro concorrente o F/A-18 E/F.
    Também soube que pessoal da Dassault Aviation,engenheiros e gerentes de projeto, inclusive pessoal da fábricação e mecânicos da linha de produção, estão aprendendo frenéticamente a lingua portuguesa e se preparando para uma longa permanência no Brasil.
    Seria, a meu ver, os primeiros sinais de que a escolha já está segura.
    À conferir…..
    Um abraço.
    Sds.

  88. Baschera 17 de novembro de 2008 at 21:29 #

    Francisco,
    Sua idéia, do post mais acima, é boa e com certeza já foi “pensada” pela Embraer, o MD ou sei lá por mais quem…. mas decorre aí um problema fatal : escala de produção. O próprio Gripen, se não obtiver logo novas encomendas, pode sair de produção. Mesmo caso para para o Raptor F-22 da LM. Este é o problema. Sem escala o custo de desenvolver um avião é astronômico e pode ser bancado somente pelos maiores orçamentos. Até as empresas já não dão conta sozinhas, sem um pré compromisso do país operador de encomendas mínimas, para, pelo menos iniciar o projeto. Quando este fica pronto, praticamente já está obsoleto, pois as novas necessidades de superação do avião do “inimigo” ou “concorrente” impõem mais investimentos numa “nova” versão ou tranche. E lá vai muitos milhões, quando não bilhões para se conseguir isto. É complicado.
    Independente disto, e de minha própria preferência, tudo se encaminha para a escolha do Rafale francês.
    Em recente palestra do Ministro Mangabeira, elê próprio um fã do caça que já foi preterido no short-list do FX-2, dá um exemplo de porque ( na palestra aos empresários na FIESP) não se escolherá o Gripen NG. Menciona também, o porque a escolha do Rafale poderia atender aos requisitos do novo PND. Misteriosamente não fala do terceiro concorrente o F/A-18 E/F.
    Também soube que pessoal da Dassault Aviation,engenheiros e gerentes de projeto, inclusive pessoal da fábricação e mecânicos da linha de produção, estão aprendendo frenéticamente a lingua portuguesa e se preparando para uma longa permanência no Brasil.
    Seria, a meu ver, os primeiros sinais de que a escolha já está segura.
    À conferir…..
    Um abraço.
    Sds.

  89. Hornet 17 de novembro de 2008 at 22:13 #

    Baschera,

    só pra corroborar com o que vc disse no final do post: o Brasil precisa de um caça com urgência, e a França precisa vender um caça com urgência…além de tudo o que já discutimos aqui, tem mais esse ponto que pode ajudar, ou pode facilitar, a escolha do Rafale…

    Enfim, continuo com uma certa prudência pra cravar a vitória deste ou daquele, mas acho que o Rafale está na frente desta corrida, e até com uma larga vantagem…mas acho que a corrida não está ganha, ainda pode acontecer algo que modifique tudo…mas se nada de muito extraordinário acontecer, dá Rafale.

    um forte abraço

  90. Hornet 17 de novembro de 2008 at 22:13 #

    Baschera,

    só pra corroborar com o que vc disse no final do post: o Brasil precisa de um caça com urgência, e a França precisa vender um caça com urgência…além de tudo o que já discutimos aqui, tem mais esse ponto que pode ajudar, ou pode facilitar, a escolha do Rafale…

    Enfim, continuo com uma certa prudência pra cravar a vitória deste ou daquele, mas acho que o Rafale está na frente desta corrida, e até com uma larga vantagem…mas acho que a corrida não está ganha, ainda pode acontecer algo que modifique tudo…mas se nada de muito extraordinário acontecer, dá Rafale.

    um forte abraço

  91. LeoPaiva 17 de novembro de 2008 at 22:39 #

    Boas informações Baschera, é sempre bom ter informações de bastidores para complementar nosso raciocínio. Mas, não acredito que esteja tudo acertado dessa forma, naquela ex-colônia francesa africana o Rafale tinha boas chances, mas os americanos viraram a mesa no final e levaram, aqui no Brasil o jornalista especializado Paulo Pedro dava como certa a vitória da Rússia, disse tinha contatos fortes, e no fim, nem classificados para a final os russos foram. Por essas e outras surpresas eu penso que muita água ainda vai rolar.

    Sds.

  92. LeoPaiva 17 de novembro de 2008 at 22:39 #

    Boas informações Baschera, é sempre bom ter informações de bastidores para complementar nosso raciocínio. Mas, não acredito que esteja tudo acertado dessa forma, naquela ex-colônia francesa africana o Rafale tinha boas chances, mas os americanos viraram a mesa no final e levaram, aqui no Brasil o jornalista especializado Paulo Pedro dava como certa a vitória da Rússia, disse tinha contatos fortes, e no fim, nem classificados para a final os russos foram. Por essas e outras surpresas eu penso que muita água ainda vai rolar.

    Sds.

  93. LeoPaiva 17 de novembro de 2008 at 22:42 #

    Se não me enganei outra vez o nome correto do jornalista é Pedro Paulo Rezende.

    Sds

  94. LeoPaiva 17 de novembro de 2008 at 22:42 #

    Se não me enganei outra vez o nome correto do jornalista é Pedro Paulo Rezende.

    Sds

  95. Hornet 17 de novembro de 2008 at 23:29 #

    Leo Paiva,

    também acho que o jogo ainda não está definido…e digo mais, se o MD souber aproveitar o interesse de cada concorrente para jogar a nosso favor, nós podemos fazer um negócio ainda melhor…ou com os franceses mesmo (que parecem ter um certo favoritismo, mas favoritismo nem sempre ganha jogo), ou com os outros concorrentes…

    abraços

  96. Hornet 17 de novembro de 2008 at 23:29 #

    Leo Paiva,

    também acho que o jogo ainda não está definido…e digo mais, se o MD souber aproveitar o interesse de cada concorrente para jogar a nosso favor, nós podemos fazer um negócio ainda melhor…ou com os franceses mesmo (que parecem ter um certo favoritismo, mas favoritismo nem sempre ganha jogo), ou com os outros concorrentes…

    abraços

  97. Francisco AMX 18 de novembro de 2008 at 10:17 #

    Bashera! concordo com vc também, só que estava falando de um vetor de 4 ger,nada de tão espetacular, simplesmente concorrer com a Suécia, nesta linha : )…., já não fizemos assim com o AMX…, claro, estou falando isso para frente, agora precisamos um vetor para ontem! sempre defendi esta idéia! comprem logo! comprem o vetor, 3 motores, 2 radares, 200 pneus, 50milhoes de parafusos…. : )
    Abraços
    Francisco

  98. Francisco AMX 18 de novembro de 2008 at 10:17 #

    Bashera! concordo com vc também, só que estava falando de um vetor de 4 ger,nada de tão espetacular, simplesmente concorrer com a Suécia, nesta linha : )…., já não fizemos assim com o AMX…, claro, estou falando isso para frente, agora precisamos um vetor para ontem! sempre defendi esta idéia! comprem logo! comprem o vetor, 3 motores, 2 radares, 200 pneus, 50milhoes de parafusos…. : )
    Abraços
    Francisco

  99. Francisco AMX 18 de novembro de 2008 at 10:29 #

    Dae pessoal! ninguém ousou fazer uma escolha entre o F-16B60 e o Gripen NG? lancei um desafio num post mais acima, seus maricas! : ), confundam minha cabeça! plis! Grande abraço!
    Francisco

  100. Francisco AMX 18 de novembro de 2008 at 10:29 #

    Dae pessoal! ninguém ousou fazer uma escolha entre o F-16B60 e o Gripen NG? lancei um desafio num post mais acima, seus maricas! : ), confundam minha cabeça! plis! Grande abraço!
    Francisco

  101. Baschera 18 de novembro de 2008 at 19:27 #

    Francisco,
    Minha escolha é pelo Gripen NG, capacidades semelhantes, mas o NG é um pouco menos americano…..
    Sds.

  102. Baschera 18 de novembro de 2008 at 19:27 #

    Francisco,
    Minha escolha é pelo Gripen NG, capacidades semelhantes, mas o NG é um pouco menos americano…..
    Sds.

  103. Nunão 19 de novembro de 2008 at 10:38 #

    Francisco, só agora reparei no seu desafio, então, mesmo sem vestir a carapuça de maricas e em prol do debate, vai aí:

    O F-16 PARTICIPOU da primeira fase do F-X2 no lugar do F-35 (ou seja, os EUA ofereceram sim DUAS opções para o programa: F-16 e F-18), e o F-16 não foi selecionado para a short list, então, na opinião da FAB (não lembro, todavia, qual o “Block” de F-16 oferecido), Gripen NG é mais vantajoso que o F-16.

    Na minha opinião, e já escrevi isso em algum outro post, F-16 era a melhor escolha em custo-benefício para o finado F-X, se o dito cujo tivesse sido decidido antes de 2002. A minha segunda escolha, no mesmo critério, era o Gripen. (no quesito “melhor caça”, à época eu achava que era o Sukhoi 35, mas ele perdia feio no meu quesito “melhor caça para a FAB”). Hoje, no F-X2, penso como a FAB: Gripen NG é melhor opção do que F-16.

    Saudações

  104. Nunão 19 de novembro de 2008 at 10:38 #

    Francisco, só agora reparei no seu desafio, então, mesmo sem vestir a carapuça de maricas e em prol do debate, vai aí:

    O F-16 PARTICIPOU da primeira fase do F-X2 no lugar do F-35 (ou seja, os EUA ofereceram sim DUAS opções para o programa: F-16 e F-18), e o F-16 não foi selecionado para a short list, então, na opinião da FAB (não lembro, todavia, qual o “Block” de F-16 oferecido), Gripen NG é mais vantajoso que o F-16.

    Na minha opinião, e já escrevi isso em algum outro post, F-16 era a melhor escolha em custo-benefício para o finado F-X, se o dito cujo tivesse sido decidido antes de 2002. A minha segunda escolha, no mesmo critério, era o Gripen. (no quesito “melhor caça”, à época eu achava que era o Sukhoi 35, mas ele perdia feio no meu quesito “melhor caça para a FAB”). Hoje, no F-X2, penso como a FAB: Gripen NG é melhor opção do que F-16.

    Saudações

  105. Francisco AMX 19 de novembro de 2008 at 16:09 #

    Nunão, valeu! não lembrava que o F-16 estava no FX2 : ), porém certamente seria o Bloco50, que é bem inferior e sistemas de voo, controle e sistemas de armas e radar (AESA) do novo Bloco 60!
    Se comparar com o B50 eu prefiro o Gripen também. Mas dá uma lida sobre o B60! : ) tu vais gostar! : ) se é para ser monoreator, que seja um “confirmado”, Israel sabe o que faz : ) – O F-18 em Israel, só teria uma vantagem, um pouco mais de autonomia e carga que um F-16B50, porém como Israel não precisa de autonomia, ele ficou com o melhor caça! Agora imaginem o B60, com as mesmas capacidade do F-18 além de radar AESA mais moderno…..
    Abraço
    Francisco

  106. Francisco AMX 19 de novembro de 2008 at 16:09 #

    Nunão, valeu! não lembrava que o F-16 estava no FX2 : ), porém certamente seria o Bloco50, que é bem inferior e sistemas de voo, controle e sistemas de armas e radar (AESA) do novo Bloco 60!
    Se comparar com o B50 eu prefiro o Gripen também. Mas dá uma lida sobre o B60! : ) tu vais gostar! : ) se é para ser monoreator, que seja um “confirmado”, Israel sabe o que faz : ) – O F-18 em Israel, só teria uma vantagem, um pouco mais de autonomia e carga que um F-16B50, porém como Israel não precisa de autonomia, ele ficou com o melhor caça! Agora imaginem o B60, com as mesmas capacidade do F-18 além de radar AESA mais moderno…..
    Abraço
    Francisco

  107. Francisco AMX 19 de novembro de 2008 at 16:11 #

    Baschera, tirando nacionalidade fora, (mas acho que o gripen é mais americano que o F-16 he he) o F-16 B60 é mais caça que o gripen, nada no gripen supera o “novo” Falcão.
    Abraço
    Francisco

  108. Francisco AMX 19 de novembro de 2008 at 16:11 #

    Baschera, tirando nacionalidade fora, (mas acho que o gripen é mais americano que o F-16 he he) o F-16 B60 é mais caça que o gripen, nada no gripen supera o “novo” Falcão.
    Abraço
    Francisco

  109. airacobra 20 de novembro de 2008 at 0:28 #

    francisco amx,

    só em poder empregar o meteor deixa o gripen numa posição + confortavel em combate que o block 60
    alem da variedade de armamentos sou + o gripen ng

    e quanto ao fx-2 a versão do f-16 que estava no pareo era a block 60 com radar aesa apg 80

  110. airacobra 20 de novembro de 2008 at 0:28 #

    francisco amx,

    só em poder empregar o meteor deixa o gripen numa posição + confortavel em combate que o block 60
    alem da variedade de armamentos sou + o gripen ng

    e quanto ao fx-2 a versão do f-16 que estava no pareo era a block 60 com radar aesa apg 80

  111. abacate 6 de julho de 2009 at 1:09 #

    Gente eu acho que o SU-35 ou F/A-18 Hornet levam essa…
    Você que ta lendo ta se perguntando por que esse caça?
    1.O motivo do F/A-18 é que ele é o melhor avião de patrulha que tem ok?
    2.Os motivos do SU-35 é: ele tem ótimas armas, ótima estabilidade,
    a velocidade de crizeiro é boa, mach dele tambem é bom e uma coisa que quase nenhum caça tem (sendo avaliado em todos os quesitos):ele pode ser comparado com um F-22 raptor isso é uma vantagem e tanta diz que não é?

  112. abacate 6 de julho de 2009 at 1:09 #

    Gente eu acho que o SU-35 ou F/A-18 Hornet levam essa…
    Você que ta lendo ta se perguntando por que esse caça?
    1.O motivo do F/A-18 é que ele é o melhor avião de patrulha que tem ok?
    2.Os motivos do SU-35 é: ele tem ótimas armas, ótima estabilidade,
    a velocidade de crizeiro é boa, mach dele tambem é bom e uma coisa que quase nenhum caça tem (sendo avaliado em todos os quesitos):ele pode ser comparado com um F-22 raptor isso é uma vantagem e tanta diz que não é?

  113. Francisco Lutkenhaus 12 de setembro de 2009 at 22:05 #

    Vamos com calma! Ninguem é louco de colocar em cheque a supremacia Norte Americana em se tratando de aviônicos e de desenvolvimento aeronáltico armado. A única vantagem que levam alguns “Migs Russos” é só na velocidade final. Um “raptor 22 Americano” ainda está no ápice da aviação armada. O resto vem depois e de longe.
    Quanto aos outros Paizes que possuem industria de aviões pode ser que ocupem (atualmente) um terceiro lugar, podendo alcançar (sem muito esforço, o segundo. Entre outros podemos citar o caso da Suécia e da França.
    Num futuro não muito distante (se houver verbas suficiente) até o Brasil fará parte deste seleto grupo. Poderemos ter, quem sabe uma fábrica de aviões de combate com a aceitação dos civis da nossa querida “Embraer” que conseguem vencer concorrencias com outras famosas emprêsas internacionais.
    Um Saab Gripen NG teria futuro no Parque Aeronaltico Brasileiro. Tomara que isto possa acontecer.

  114. coriolando 19 de setembro de 2009 at 16:13 #

    Estamos em um pais, que necessita urgentemente de: Saude, segurança e educação, e perdemos tempo debatendo qual a melhor opção em defesa aerea. Na minha humilde opinião devemos comprar apenas a maquina isto mesmo apenas os caças. E procurarmos através da embraer desenvolvermos nossa propria tecnologia em avionica supersonica, em pouco tempos estariamos em uma posiçao confortavel em força aerea.

  115. Francisco Lutkenhaus 22 de setembro de 2009 at 21:41 #

    As carências do Brasil inclui a defesa do espaço aéreo e territorial, não há como negar, apesar de outras carências sociais, na área da saúde e educação, infra-estrutura de saneamento básico e muito mais. Mas é lógico que soberania depende de um aparato militar bem definido e adequado às dimensões do nosso querido Pais.Continuamos sendo saqueados desde a época do domínio Português, e agora tambem dentro do domínio do nosso imenso mar territorial. A Nossa gloriosa Marinha de Guerra não pode contar com uma frota capaz de patrulhar todo o nosso litoral e fiscalizar a área navagável mercante (fluvial). Temos muito pessoal de 1ª linha a espera de ferramentas adequadas, e muitos problemas fronteiriços. E quando surge uma luz no fim do túnel os políticos começam a dizer tanta besteira que vão acabar optando pelo pior, em nome de Deus sabe o que. O rato que tem o queijo e a faca na mão sabe muito bem fazer o que não deveria. E quem tem a coragem de dizer alguma coisa? O que tiver que ser (do jeitinho deles) é o que vai, de fato, acontecer. Por menos honesto e sensato que isto venha a ser. Quem viver verá. E não terá como se arrepender, porque o que é ruím só sobre para o povão mesmo!

  116. Francisco Lutkenhaus 27 de setembro de 2009 at 21:30 #

    Nem a grande “potência” dos “dois” reatôres da Rafale inpediu que dois deles caissem ao mar após lançados de um porta-aviões Francês. Quantos mais terão que cair para que a preferência sobre a compra deles deixe de existir? Ou será que continuaremos brincando com o que é sério?
    Pode ser que o fato possa ser considerado acidental, ou até por falha humana, mas quem pode garantir? (Dois no mesmo dia, em simples exercício de decolagens e pousos em porta-aviões!). Será que estamos vendo fantasmas?
    O fim de outubro está bem próximo, seria bom refletirmos melhor sobre o que comprar (prá ter e funcionar).
    O namôro entre o Brasil e a França não tem que fazer parte de um joguinho político, cheio de esparrelas e de dívidas e dúvidas. As armações de mêsas de gabinetes estão repletas de incompetência e de ideais pessoais de “comando”. Quando as “bêstas humanas interferem onde não cabem seus narizes a Nação fica que nem bêbado atravessando uma auto pista em fim de feriado prolongado (mais perdido que cegoi em tiroteio).
    Onde impera a sacanagem (ou maracutáia,como queiram) Os finais felizes continuarão morando em palácios. Que ninguem duvide!
    Se contar até 10 faz bem (principalmente quando sabemos contar), heis aqui uma boa oportunidade para exercer o dom da humildade que reflete, sem pestanejar, a sabedoria (já que a experiência inexiste mesmo).
    Só nos resta aguardar (sem muita expectativa, é claro), prá ver o que vai acontecer (apesar o “romance” render conversa fiada e muito dinheiro no bolso, de quem? Adivinha?).

  117. Francisco Lutkenhaus 29 de setembro de 2009 at 21:47 #

    Os 72 SAAB GRIPEM NG oferecidos ao Brasil pelo mesmo preço dos 36 RAFALE, ao meu modo de ver, deve ser benvindo e aceito. Pois a Emprêsa Sueca tem a oferecer uma das melhores opções de compra, devido a praticidade e a grande eficiência de seu produto colocado em vídeo para qualquer mané ver. As controvérsias declinan-se para o devaneio, ou para sonhos absurdos diante da nossa economia de terceiro mundo.
    É preciso fazer mais e sonhar menos…. caros amigos.

  118. Jonas 30 de setembro de 2009 at 13:18 #

    UMA DÙVIDA… Se a holanda está comprando 85 caças. então está recebendo transferência tecnológica? Porque transferir tecnologia para um país que está comprando somente 36 caças???

    E mesmo com o Gripen NG metade do preço, caso seja escolhido, nada afirma que serão 72 caças ao invés de apenas 36. Acredito que o buraco seja mais fundo, com uma aquisição por licença de mais de 100 caças…

  119. Francisco Lutkenhaus 2 de outubro de 2009 at 8:07 #

    Qualquer País que for empregar um absurdo de dinheiro em caças de 4ª ou 5ª geração (e tiver um pouco de juizo) independente que sejam (à princípio) apenas 36 caças, a transferência de tecnologia pode e deve fazer parte inseparável da transação. O que importa é o que o Brasil pretende, e não o que vai acontecer com a Holanda ou qualquer outro País que esteja adquirindo o mesmo protuto que o Brasil. Quem tem o dinheiro pode e deve escolher a melhor forma de adquirir qualquer protudo que se pretenda. Quem não pensar dessa forma acaba pagando mais por muito menos. (Isto não é problema nosso).

  120. alvespereira 3 de outubro de 2009 at 13:03 #

    As falhas de projeto, como posição da sonda, única turbina, diminuir mais o rcs e se possível tornar sthealt, poderão ser corrigidas no desenvolvimento do projeto pela embraer e empresas coligadas.

    abraços.

  121. denis 15 de abril de 2010 at 8:47 #

    shou de bola esses caças, tava na hora do brasil comprar caças novos para redobrar a cigurança do país…

  122. lukas 30 de julho de 2010 at 15:19 #

    olha o brasil vai renovar sua frota de aviões….comparando os tres (f/a 18 , gripen ng e o rafale) o rafale é o mais potente o gripen tb pode ser uma boa mas por ele ainda estar em desenvolvimento demoraria muito para q seu projeto fosse terminado.(bom mas a embraer tb poderia usar esse projeto de avião como base para criar um novo avião caça 100por cento brasileiro.
    flws

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