Enquanto isso, na China…

Enquanto isso, na China…

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… a aviação de combate continua evoluindo rapidamente. Nas fotos abaixo, na sequência: o caça J-10, o jato LIFT L-15 e o caça-bombardeiro JH-7 (FBC-1).

NO COMMENTS

  1. Se eu já não gosto dos originais imagine a cópia da cópia da cópia… Se a Índia coleciona aeronaves, os Chineses fazem estas aberrações que conseguem agregar nestes J10, L-15 e JH-7 conceitos do F16, IAI Levi, Typhoon, Panavia Tornado, F18. O Canopie do JH7 lembra dos MIG25 FoxBat e o menos ruim é o L15. Imagine como ficará o EMB190 deles depois da cópia… Que horror.

  2. Se eu já não gosto dos originais imagine a cópia da cópia da cópia… Se a Índia coleciona aeronaves, os Chineses fazem estas aberrações que conseguem agregar nestes J10, L-15 e JH-7 conceitos do F16, IAI Levi, Typhoon, Panavia Tornado, F18. O Canopie do JH7 lembra dos MIG25 FoxBat e o menos ruim é o L15. Imagine como ficará o EMB190 deles depois da cópia… Que horror.

  3. Wolfpack, podem ser cópias, mas voam, atiram e existirão em uma quantidade absurda! Compare a performance do J-10 com o F-5M procê ver…

  4. Wolfpack, podem ser cópias, mas voam, atiram e existirão em uma quantidade absurda! Compare a performance do J-10 com o F-5M procê ver…

  5. Será que a gente faz parte mesmo desta estória de BRIC. Os outros 3 são armados até os dentes e nós andamos por aí banguelas.
    Quem foi o enxerido que pôs a gente no RIC.
    BRICadeira!

  6. Será que a gente faz parte mesmo desta estória de BRIC. Os outros 3 são armados até os dentes e nós andamos por aí banguelas.
    Quem foi o enxerido que pôs a gente no RIC.
    BRICadeira!

  7. Wolfpack,
    se originalidade ganhasse combates e guerras era só escalar o Joãozinho 30 como ministro da defesa pra coordenar nossas forças armadas e tava tudo resolvido.
    Um abraço

  8. Wolfpack,
    se originalidade ganhasse combates e guerras era só escalar o Joãozinho 30 como ministro da defesa pra coordenar nossas forças armadas e tava tudo resolvido.
    Um abraço

  9. Por aqui nos blogs da vida é só blá,blá,blá,blá enquanto na china eles estão produzindo e evoluindo e se tornando um nação de respeito no mundo todo, meus respeitos aos Chineses.

  10. Por aqui nos blogs da vida é só blá,blá,blá,blá enquanto na china eles estão produzindo e evoluindo e se tornando um nação de respeito no mundo todo, meus respeitos aos Chineses.

  11. hehehe…Boa, Bosco. Hoje vc está inspirado, hein?!!!

    No caso dos BRIC, só pra lembrar, nos enfiaram nessa história devido a nossa economia e não às nossas FAs. É a nossa economia e a nossa sociedade de um modo geral que o banco Goldman Sachs projetou para estar entre as mais importantes do mundo até o ano de 2050…Se o banco tivesse levado as questões de defesa em consideração, o BRIC seria só RIC mesmo…rs.

    Mas a questão de defesa dos BRIC precisa ser entendida nos contextos históricos de cada país. O Brasil não é assim, digamos, nenhuma Brastemp na Defesa, entre outras coisas, devido à falta de ameaça externa, e vejo isso como sorte e uma dádiva, não vejo isso como problema, ao contrário (afinal, não tem sentido querer se desfazer da tranquilidade no campo da Defesa que o Brasil vive, com o argumento que só conseguiriamos o que já temos se não a tivéssemos…é non sense isso). Já no caso dos outros BRICs a coisa é diferente. A Russia teve a Guerra Fria com os EUA (entre outras coisas), e se armou até os dentes. A Índia tem o Paquistão como uma ameaça constante e a China, por enquanto, tem o problema de Taiwan (em breve, provavelmente a China econtrará mais “adversários” militares, do jeito que a coisa anda, tem tudo pra China ser uma potência militar em breve, e portanto, terá mais “inimigos” mundo afora). O Brasil não teve nada disso e nem tem nada disso no horizonte do provável…o nosso “rival histórico” era a Argentina (hoje não é mais)…vai vendo…Ou seja, era o roto querendo brigar com o rasgado…rs.rs.rs.

    Mas agora parece que a coisa tende a ser repensada aqui no Brasil, pois agora estamos precisando de ter defesas mais eficazes, não apenas por causa das Amazônias (Azul e Verde), mas porque o Brasil quer dar outros vôos no cenário internacional, e precisa ter uma mão forte para poder entrar no jogo. Isso não quer dizer entrar em guerras e nem nada disso. É só uma estratégia política, da política internacional do Brasil. uscamos mais peso político no jogo internacional, e esse peso tem que estar respaldado em FAs mais eficazes e bem armadas, justamente para bancar nossas posições futuras perante o mundo. Por isso que estamos planejando a nossa defesa em termos de independência tecnológica (ao menos nas partes mais sensíveis da defesa)…ao contrário de certos “arautos de Andrômeda” (rs.) que moram aqui do lado do Brasil, que só pensa em comprar coisas…isso não vira nada. Faz um certo auê por um tempo, mas não vira nada de consistente.

    A questão nossa é outra: é firmar essas parcerias que estamos querendo fazer, para voltar a termos condições de mantermos um complexo industrial de defesa minimamente consistente…se vamos conseguir ou não, eu não sei…mas acho que a idéia é essa e vejo isdso como uma boa estratégia de defesa e de projeção política no cenário mundial…vamos ver o que vira…

    abraços

  12. hehehe…Boa, Bosco. Hoje vc está inspirado, hein?!!!

    No caso dos BRIC, só pra lembrar, nos enfiaram nessa história devido a nossa economia e não às nossas FAs. É a nossa economia e a nossa sociedade de um modo geral que o banco Goldman Sachs projetou para estar entre as mais importantes do mundo até o ano de 2050…Se o banco tivesse levado as questões de defesa em consideração, o BRIC seria só RIC mesmo…rs.

    Mas a questão de defesa dos BRIC precisa ser entendida nos contextos históricos de cada país. O Brasil não é assim, digamos, nenhuma Brastemp na Defesa, entre outras coisas, devido à falta de ameaça externa, e vejo isso como sorte e uma dádiva, não vejo isso como problema, ao contrário (afinal, não tem sentido querer se desfazer da tranquilidade no campo da Defesa que o Brasil vive, com o argumento que só conseguiriamos o que já temos se não a tivéssemos…é non sense isso). Já no caso dos outros BRICs a coisa é diferente. A Russia teve a Guerra Fria com os EUA (entre outras coisas), e se armou até os dentes. A Índia tem o Paquistão como uma ameaça constante e a China, por enquanto, tem o problema de Taiwan (em breve, provavelmente a China econtrará mais “adversários” militares, do jeito que a coisa anda, tem tudo pra China ser uma potência militar em breve, e portanto, terá mais “inimigos” mundo afora). O Brasil não teve nada disso e nem tem nada disso no horizonte do provável…o nosso “rival histórico” era a Argentina (hoje não é mais)…vai vendo…Ou seja, era o roto querendo brigar com o rasgado…rs.rs.rs.

    Mas agora parece que a coisa tende a ser repensada aqui no Brasil, pois agora estamos precisando de ter defesas mais eficazes, não apenas por causa das Amazônias (Azul e Verde), mas porque o Brasil quer dar outros vôos no cenário internacional, e precisa ter uma mão forte para poder entrar no jogo. Isso não quer dizer entrar em guerras e nem nada disso. É só uma estratégia política, da política internacional do Brasil. uscamos mais peso político no jogo internacional, e esse peso tem que estar respaldado em FAs mais eficazes e bem armadas, justamente para bancar nossas posições futuras perante o mundo. Por isso que estamos planejando a nossa defesa em termos de independência tecnológica (ao menos nas partes mais sensíveis da defesa)…ao contrário de certos “arautos de Andrômeda” (rs.) que moram aqui do lado do Brasil, que só pensa em comprar coisas…isso não vira nada. Faz um certo auê por um tempo, mas não vira nada de consistente.

    A questão nossa é outra: é firmar essas parcerias que estamos querendo fazer, para voltar a termos condições de mantermos um complexo industrial de defesa minimamente consistente…se vamos conseguir ou não, eu não sei…mas acho que a idéia é essa e vejo isdso como uma boa estratégia de defesa e de projeção política no cenário mundial…vamos ver o que vira…

    abraços

  13. Honet,
    excelente sua defesa de nossa inclusão na RIC formando a BRIC.
    Mas o meu ponto é o seguinte. Eu não sou ingênuo de achar que o Brasil deva ter forças armadas para rivalizarem com a dos outros membros da BRIC. Conheço muito bem nosso contexto histórico e geopolítico, mas pera lá!
    As nossas estão muito capengas até para os modestos padrões da AL.
    Ta certo que os hospitais, as estradas, as escolas, ta tudo capenga. Mas as forças armadas? Símbolo da soberania nacional, profissionalismo, idealismo, patriotismo, alta tecnologia, fidelidade, altruísmo, coragem, orgulho…
    No Brasil se faz escola e não põe professor. Se faz hospital e para no meio porque faltou tijolo. Depois de pronto não tem médico e quando tem médico falta mertiolate e algodão.
    Mas e quanto a caças de milhões de dólares, helicópteros, fragatas, submarinos.
    Se não tivemos um planejamento de longo prazo quando compramos os AMX como vamos saber o que fazer daqui a 10 anos com o F-X2?
    Não quero ver o Brasil uma superpotência militar não. Só quero que o dinheiro aplicado na defesa seja bem empregado.
    Cinqüenta e poucos helicópteros parados? Apenas 1 submarino operacional? Ora! É gozação! Então não compra. Compra só o que dá pra manter. Senão é jogar o dinheiro do povo no lixo.
    Por isso que eu não gosto da idéia do subnuc e nem do Opalão com seus “caças” A-4.
    Um abraço meu caro! (E não vá sonhar com os insetóides afeminados não!)

  14. Honet,
    excelente sua defesa de nossa inclusão na RIC formando a BRIC.
    Mas o meu ponto é o seguinte. Eu não sou ingênuo de achar que o Brasil deva ter forças armadas para rivalizarem com a dos outros membros da BRIC. Conheço muito bem nosso contexto histórico e geopolítico, mas pera lá!
    As nossas estão muito capengas até para os modestos padrões da AL.
    Ta certo que os hospitais, as estradas, as escolas, ta tudo capenga. Mas as forças armadas? Símbolo da soberania nacional, profissionalismo, idealismo, patriotismo, alta tecnologia, fidelidade, altruísmo, coragem, orgulho…
    No Brasil se faz escola e não põe professor. Se faz hospital e para no meio porque faltou tijolo. Depois de pronto não tem médico e quando tem médico falta mertiolate e algodão.
    Mas e quanto a caças de milhões de dólares, helicópteros, fragatas, submarinos.
    Se não tivemos um planejamento de longo prazo quando compramos os AMX como vamos saber o que fazer daqui a 10 anos com o F-X2?
    Não quero ver o Brasil uma superpotência militar não. Só quero que o dinheiro aplicado na defesa seja bem empregado.
    Cinqüenta e poucos helicópteros parados? Apenas 1 submarino operacional? Ora! É gozação! Então não compra. Compra só o que dá pra manter. Senão é jogar o dinheiro do povo no lixo.
    Por isso que eu não gosto da idéia do subnuc e nem do Opalão com seus “caças” A-4.
    Um abraço meu caro! (E não vá sonhar com os insetóides afeminados não!)

  15. Esse J 10 da foto tá com uma pinta de Mirage III, não acham? Cubra as entradas de ar e confira (pelo menos na parte da frente do avião).

  16. Esse J 10 da foto tá com uma pinta de Mirage III, não acham? Cubra as entradas de ar e confira (pelo menos na parte da frente do avião).

  17. Se o J-10 e o J-7 fossem desenvolvimentos brasileiros, teria blogueiro especialista, como diz o RL, reclamando: “PQ O BRASIL FAZ CAÇA DE 4º GERACAO??? SE FOR PARA TER LIXO MELHOR NAO TER NADA!!!”
    Da mesma forma como falaram dos PiranhaII…

  18. Se o J-10 e o J-7 fossem desenvolvimentos brasileiros, teria blogueiro especialista, como diz o RL, reclamando: “PQ O BRASIL FAZ CAÇA DE 4º GERACAO??? SE FOR PARA TER LIXO MELHOR NAO TER NADA!!!”
    Da mesma forma como falaram dos PiranhaII…

  19. Bosco,

    hehehe…os insetosauros foi a melhor do dia…

    Vc está certo, e não penso diferente. Em muitos aspectos a trilha sonora do Brasil continua sendo a música “Inutil”, do Ultraje a Rigor, lembra?…”a gente joga bola e não consegue ganhar, a gente escreve livro e não consegue publicar, inutil, a gente somos inutil”…e por ai vai…

    Mas no caso da Defesa, o que eu vejo como algo mais ou menos promissor, é justamente a idéia dessas parcerias…que ao que parece (veja bem “ao que parece”) deve se dar de uma forma mais ampla que no caso do AMX…embora, é inegável que o AMX não tenha sido um avanço para a indústria nacional…não vejo como poderíamos ter feito no Brasil um avião como o Super Tucano, os R-99, a modernização dos F-5 e dos próprios AMX (quiça, dos Falcões também), fora os aviões comerciais criados pela Embraer, sem termos participado do projeto do AMX. Ainda colhemos os frutos do AMX, não acho que a coisa não teve continuidade. Poderíamos estar melhor? Claro que sim. Mas que o AMX impulsionou a Embraer e ajudou a equipar a FAB com outros aviões, creio que não tem como duvidar, certo? E a Embraer hoje é o que é, entre outras coisas, devido a essa parceria com a Itália…acho que o caminho é esse…e se pudermos replicar isso para outras áreas da defesa, acho que temos tudo para termos FAs mais bem equipadas dentro em breve. Se vamos conseguir isso, ou não, eu não sei…quem sabe? Mas estamos aqui na espectativa e na torcida…

    De resto, é bem o que vc falou: nossas FAs por enquanto estão vendendo o almoço para poder jantar…tá feia a coisa, eu sei disso. E nunca disse nada em contrário. E isso não se justifica. Temos que projetar o futuro, mas sem abandonar o presente, senão não teremos nem uma coisa e nem outra…é isso aí…concordo contigo, mas faço a ressalva que o que me agrada nisso tudo é essa perspectiva de independência tecnológica por meio de parcerias…torço pra que dê certo…

    um grande abraço

  20. Bosco,

    hehehe…os insetosauros foi a melhor do dia…

    Vc está certo, e não penso diferente. Em muitos aspectos a trilha sonora do Brasil continua sendo a música “Inutil”, do Ultraje a Rigor, lembra?…”a gente joga bola e não consegue ganhar, a gente escreve livro e não consegue publicar, inutil, a gente somos inutil”…e por ai vai…

    Mas no caso da Defesa, o que eu vejo como algo mais ou menos promissor, é justamente a idéia dessas parcerias…que ao que parece (veja bem “ao que parece”) deve se dar de uma forma mais ampla que no caso do AMX…embora, é inegável que o AMX não tenha sido um avanço para a indústria nacional…não vejo como poderíamos ter feito no Brasil um avião como o Super Tucano, os R-99, a modernização dos F-5 e dos próprios AMX (quiça, dos Falcões também), fora os aviões comerciais criados pela Embraer, sem termos participado do projeto do AMX. Ainda colhemos os frutos do AMX, não acho que a coisa não teve continuidade. Poderíamos estar melhor? Claro que sim. Mas que o AMX impulsionou a Embraer e ajudou a equipar a FAB com outros aviões, creio que não tem como duvidar, certo? E a Embraer hoje é o que é, entre outras coisas, devido a essa parceria com a Itália…acho que o caminho é esse…e se pudermos replicar isso para outras áreas da defesa, acho que temos tudo para termos FAs mais bem equipadas dentro em breve. Se vamos conseguir isso, ou não, eu não sei…quem sabe? Mas estamos aqui na espectativa e na torcida…

    De resto, é bem o que vc falou: nossas FAs por enquanto estão vendendo o almoço para poder jantar…tá feia a coisa, eu sei disso. E nunca disse nada em contrário. E isso não se justifica. Temos que projetar o futuro, mas sem abandonar o presente, senão não teremos nem uma coisa e nem outra…é isso aí…concordo contigo, mas faço a ressalva que o que me agrada nisso tudo é essa perspectiva de independência tecnológica por meio de parcerias…torço pra que dê certo…

    um grande abraço

  21. Se o Brasil comprasse uns 48 F18E/F e uns 80 desses JH-7 eu acho que teríamos juntamente com uns 100 A-29 uma composição alta/média/baixa sofisticação/custo excelente para as nossas necessidades.

  22. Se o Brasil comprasse uns 48 F18E/F e uns 80 desses JH-7 eu acho que teríamos juntamente com uns 100 A-29 uma composição alta/média/baixa sofisticação/custo excelente para as nossas necessidades.

  23. E a Cruzex , alguém sabe dizer algo ?, pois no site só tem noticias superficiais evasivas, ou estamos dando uma lavada E ESTÃO ESCONDENDO O LEITE como na versão passada , ou estamos fazendo feio.

  24. E a Cruzex , alguém sabe dizer algo ?, pois no site só tem noticias superficiais evasivas, ou estamos dando uma lavada E ESTÃO ESCONDENDO O LEITE como na versão passada , ou estamos fazendo feio.

  25. Muito bem colocados os comentários de Bosco e Hornet, é por aí, nesse sentido, que nossos temas de defesa deveriam sequir. Parabens aos blogueiros acima.
    Sds.

  26. Muito bem colocados os comentários de Bosco e Hornet, é por aí, nesse sentido, que nossos temas de defesa deveriam sequir. Parabens aos blogueiros acima.
    Sds.

  27. Parabems para a China. Cada dia dao eles um salto maior na aviacao de combate. So de pensar que tres decadas atraz,estavam mais atrasados do que ate mesmo o Brasil. E incrivel o que se alcanca quando ha vontade de fazer as coisas,empenho e trabalho duro.Mas claro,depois de ficar acreditando na palavra santa do History Channel,muitos vao insistir que todos os avioes produzidos na China sao copias fieis de modelos russos,sendo assim todos porcarias.Que qualquer aviao F-15 bonitinho abateria todos os modelos chineses,etc e etc.

  28. Parabems para a China. Cada dia dao eles um salto maior na aviacao de combate. So de pensar que tres decadas atraz,estavam mais atrasados do que ate mesmo o Brasil. E incrivel o que se alcanca quando ha vontade de fazer as coisas,empenho e trabalho duro.Mas claro,depois de ficar acreditando na palavra santa do History Channel,muitos vao insistir que todos os avioes produzidos na China sao copias fieis de modelos russos,sendo assim todos porcarias.Que qualquer aviao F-15 bonitinho abateria todos os modelos chineses,etc e etc.

  29. Olha! Esses aviões são no mínimo bonitos. Não conheço a performance deles e não os conheço em combate, mas são bonitos. E existe um velho ditado em aviação. Se o avião é bonito deve voar bem.

    Belezas a parte eles estão construindo seus próprios aviões e isso é o mais importante. Para o país do inventor do avião estamos manchando o nome dele.

    Não adinta o Brasil ter uma super aeronave de décima geração. Eles sabem fazer o avião e daqui a alguns anos farão um avião ainda melhor. Se um uma cópia dos russos ou americanos não importa. É uma aeronave que deve evoluir. O P-51 nasceu do design do P-40. O Tempest do Spitfire. As aeronaves não nascem do nada. O avião se baseou nos pássaros.

    O importante e o realmente relevante é que a China faz seus próprios aviões. O importante é que a China manda gente para o espaço (isso em vários sentidos).

    A Índia está se projetando e já desenvolveu seus próprios aviões de combate quer ser independente.

    E não me venham com esse papo de que o Brasil não tem inimigos externos. O mundo não é o clube da Mônica. A qualquer momento o nosso melhor amigo pode virar nosso pior inimigo. E se a Russia, China e Índia são o que são é porque não são fracos e mostram força para o mundo e por este motivo são respeitados.

    Esse papo de que o Brasil não precisa se preocupar e coisa de acomodado. Tem que buscar alternativas e ser forte

  30. Olha! Esses aviões são no mínimo bonitos. Não conheço a performance deles e não os conheço em combate, mas são bonitos. E existe um velho ditado em aviação. Se o avião é bonito deve voar bem.

    Belezas a parte eles estão construindo seus próprios aviões e isso é o mais importante. Para o país do inventor do avião estamos manchando o nome dele.

    Não adinta o Brasil ter uma super aeronave de décima geração. Eles sabem fazer o avião e daqui a alguns anos farão um avião ainda melhor. Se um uma cópia dos russos ou americanos não importa. É uma aeronave que deve evoluir. O P-51 nasceu do design do P-40. O Tempest do Spitfire. As aeronaves não nascem do nada. O avião se baseou nos pássaros.

    O importante e o realmente relevante é que a China faz seus próprios aviões. O importante é que a China manda gente para o espaço (isso em vários sentidos).

    A Índia está se projetando e já desenvolveu seus próprios aviões de combate quer ser independente.

    E não me venham com esse papo de que o Brasil não tem inimigos externos. O mundo não é o clube da Mônica. A qualquer momento o nosso melhor amigo pode virar nosso pior inimigo. E se a Russia, China e Índia são o que são é porque não são fracos e mostram força para o mundo e por este motivo são respeitados.

    Esse papo de que o Brasil não precisa se preocupar e coisa de acomodado. Tem que buscar alternativas e ser forte

  31. Hornet, muito bom comentário.
    Bosco, você tava indo bem, até que disse que tinha que comprar o JH-7, aí tu viajou na maionese legal…
    Esse JH-7 é uma mistura de Mig-23, Panavia Tornado, Mig-25, Su-25 e F-4 Phanton, sinceramente não sei ao certo de quem eles copiaram. Todavia o J-10 já se pode dizer que é um caça, se é bom não sei, mas como dizia Marcel Dassault:
    “se o avião é bonito com certeza ele voa bem”!!!
    Mas mesmo assim a China está de parabéns de modificar profundamente suas FAs com material deles, são cópias, mas feitos por eles. Israel fazia o mesmo e ninguém ficava metendo o pau!!! A China evolui de tal forma que já colocou um homem no espaço e está avançadíssimo na questão espacial. Excelente iniciativa deles. É claro que o cenário dos outros BRICs é bem mais complexo que o nosso, mas temos que ter nossas FAs prontas quando necessárias. Enquanto isso, nós como sempre, choramos nossa miséria.
    Sds.

  32. Hornet, muito bom comentário.
    Bosco, você tava indo bem, até que disse que tinha que comprar o JH-7, aí tu viajou na maionese legal…
    Esse JH-7 é uma mistura de Mig-23, Panavia Tornado, Mig-25, Su-25 e F-4 Phanton, sinceramente não sei ao certo de quem eles copiaram. Todavia o J-10 já se pode dizer que é um caça, se é bom não sei, mas como dizia Marcel Dassault:
    “se o avião é bonito com certeza ele voa bem”!!!
    Mas mesmo assim a China está de parabéns de modificar profundamente suas FAs com material deles, são cópias, mas feitos por eles. Israel fazia o mesmo e ninguém ficava metendo o pau!!! A China evolui de tal forma que já colocou um homem no espaço e está avançadíssimo na questão espacial. Excelente iniciativa deles. É claro que o cenário dos outros BRICs é bem mais complexo que o nosso, mas temos que ter nossas FAs prontas quando necessárias. Enquanto isso, nós como sempre, choramos nossa miséria.
    Sds.

  33. Não sei porque tanta crítica ao Brasil. Só por não ter escolhido o SU 35? As viúvas que me desculpem. Não tenho torcida pra ninguem. Só acho que o Brasil está fazendo o processo do mesmo jeito. Quando construímos o AMX aprendemos a projetar aeronaves. Quando modernizamos o F5, aprendemos os sistemas. A prova disso que os sistemas do helicópteros serão desenvolvidos aqui. Hoje a FAB tem o controle de tudo. Dentro de nosso TO a coisa é diferente.

  34. Não sei porque tanta crítica ao Brasil. Só por não ter escolhido o SU 35? As viúvas que me desculpem. Não tenho torcida pra ninguem. Só acho que o Brasil está fazendo o processo do mesmo jeito. Quando construímos o AMX aprendemos a projetar aeronaves. Quando modernizamos o F5, aprendemos os sistemas. A prova disso que os sistemas do helicópteros serão desenvolvidos aqui. Hoje a FAB tem o controle de tudo. Dentro de nosso TO a coisa é diferente.

  35. Sou leigo no assunto e ainda não sei definir se um avião é uma cópia de outro ou não, alguém pode me ajudar a definir esse conceito ?
    E acho assim, pra gente falar mal dos chineses primeiro a gente teria que possuir algo igual ou superior ao deles.
    abraços.

  36. Sou leigo no assunto e ainda não sei definir se um avião é uma cópia de outro ou não, alguém pode me ajudar a definir esse conceito ?
    E acho assim, pra gente falar mal dos chineses primeiro a gente teria que possuir algo igual ou superior ao deles.
    abraços.

  37. Pela minha origem, sem duvida sou o unico aqui que ve medo em vez admiracao ou indgnacao no desenvolvimento armamentista da China. Esses caras copiam e roubam descaradamente a tecnologia dos outros sem a menor vergonha, tudo isso para fins expansionistas.
    Os mexicanos dizem: “Pobre do Mexico, tao longe de Deus e tao perto dos EUA”. Digo a mesma coisa a respeito da China.

  38. Pela minha origem, sem duvida sou o unico aqui que ve medo em vez admiracao ou indgnacao no desenvolvimento armamentista da China. Esses caras copiam e roubam descaradamente a tecnologia dos outros sem a menor vergonha, tudo isso para fins expansionistas.
    Os mexicanos dizem: “Pobre do Mexico, tao longe de Deus e tao perto dos EUA”. Digo a mesma coisa a respeito da China.

  39. Olha eu tambem me preocupo com a China…

    Uma hora vai dar problema entre a China e Japão ou outro visinho…

    Mas o que pega na china e não fazer parte do tratado sobre Patentes, alias os caras ignoram isto… Por isto eles podem copiar o que quizerem, e não tem medo de represalias, afinal eles precisam de alguem ? quem vai peitar a marinha deles para efetivar um possivel embargo ? Ninguem é maluco.

    Agora o Brasil é integrante da lei internacional de patentes, então cópia aqui não rola, mesmo que pudesemos ter esta opção…

    [ ]´s

  40. Olha eu tambem me preocupo com a China…

    Uma hora vai dar problema entre a China e Japão ou outro visinho…

    Mas o que pega na china e não fazer parte do tratado sobre Patentes, alias os caras ignoram isto… Por isto eles podem copiar o que quizerem, e não tem medo de represalias, afinal eles precisam de alguem ? quem vai peitar a marinha deles para efetivar um possivel embargo ? Ninguem é maluco.

    Agora o Brasil é integrante da lei internacional de patentes, então cópia aqui não rola, mesmo que pudesemos ter esta opção…

    [ ]´s

  41. Paises mais avançados,America,Japão,os da Europa,
    segundo um orgão internacional,criam por ano
    de 300 a 400 novas patentes cada um destes.
    A China esta na faixa de 200 a 250 por ano,
    sabem quanto nos produzimos por aqui?
    Eles fabricam manufaturados de qualidade,e vendem para
    America,e Europa,e pra nos,que tem mais peso o preço do que a qualidade,recebemos varios tipos de mercadoria por aqui,
    eles estão quase la,se ja não estão…

  42. Paises mais avançados,America,Japão,os da Europa,
    segundo um orgão internacional,criam por ano
    de 300 a 400 novas patentes cada um destes.
    A China esta na faixa de 200 a 250 por ano,
    sabem quanto nos produzimos por aqui?
    Eles fabricam manufaturados de qualidade,e vendem para
    America,e Europa,e pra nos,que tem mais peso o preço do que a qualidade,recebemos varios tipos de mercadoria por aqui,
    eles estão quase la,se ja não estão…

  43. Caros Hornet e Bosco,

    concordo com vcs em gênero, número e grau. Apenas ressaltaria um outro ponto que não foi mencionado, mas tenho certeza que vcs levam em conta: acabamos de sair de uma ditadura. Alguns poderiam pensar que, afinal, já faz vinte e poucos anos. O problema é que a galera que apanhou na rua ainda está aí. E o detalhe mais interessante é que deve ter gente falando: “não falei, é coisa do PT”. Total engano, pois a galera que corria da polícia, que foi presa e tb apanhou está espalhada por vários partidos. E tem tb os seus discípulos: aqueles que não viveram isso por serem pequenos, mas aprenderam com seus “mestres” que militar é a encarnação do diabo na terra. Esse pessoal todo forma o caldo político que temos no Brasil. Isso significa RANSO, mágoas e por aí vai. Só agora que isso está começando a passar. E não é porque o pessoal está perdoando de coração, não. É porque a economia impõe essa nova postura. Temos duas amazônias para defender (a verde e a azul) e não temos como. Como gera bastante dinheiro, terão de investir naqueles que odeiam. É como segurança pública: por décadas não se investiu em segurança, na polícia e em questões sociais. Gerou-se bolsões de pobreza, favelas e o crime as invadiu, tomando o lugar do Estado que esqueceu-se do povo. Olha aí o crime se enraizando. Com os militares aconteceu isso. Existia a ditadura, que fez e aconteceu. Acabou, e, agora, subiu ao poder o pessoal que sofreu nas mãos deles. Como podíamos esperar investimento em FAs se não temos um inimigo real para nos ameaçar. Só a questão econômica para mudar isso.

    Um abraço a todos.

  44. Caros Hornet e Bosco,

    concordo com vcs em gênero, número e grau. Apenas ressaltaria um outro ponto que não foi mencionado, mas tenho certeza que vcs levam em conta: acabamos de sair de uma ditadura. Alguns poderiam pensar que, afinal, já faz vinte e poucos anos. O problema é que a galera que apanhou na rua ainda está aí. E o detalhe mais interessante é que deve ter gente falando: “não falei, é coisa do PT”. Total engano, pois a galera que corria da polícia, que foi presa e tb apanhou está espalhada por vários partidos. E tem tb os seus discípulos: aqueles que não viveram isso por serem pequenos, mas aprenderam com seus “mestres” que militar é a encarnação do diabo na terra. Esse pessoal todo forma o caldo político que temos no Brasil. Isso significa RANSO, mágoas e por aí vai. Só agora que isso está começando a passar. E não é porque o pessoal está perdoando de coração, não. É porque a economia impõe essa nova postura. Temos duas amazônias para defender (a verde e a azul) e não temos como. Como gera bastante dinheiro, terão de investir naqueles que odeiam. É como segurança pública: por décadas não se investiu em segurança, na polícia e em questões sociais. Gerou-se bolsões de pobreza, favelas e o crime as invadiu, tomando o lugar do Estado que esqueceu-se do povo. Olha aí o crime se enraizando. Com os militares aconteceu isso. Existia a ditadura, que fez e aconteceu. Acabou, e, agora, subiu ao poder o pessoal que sofreu nas mãos deles. Como podíamos esperar investimento em FAs se não temos um inimigo real para nos ameaçar. Só a questão econômica para mudar isso.

    Um abraço a todos.

  45. Galera,

    ainda tem a questão da cultura do povo, da cidadania, do interesse, do egoísmo do ser humano. Digo egoísmo porque os brasileiros querem ser de primeiro mundo, mas ninguém quer abrir mão de nada e muito menos pensar no todo. É a culturo do Gerson, do meu pirão primeiro e por aí vai. Enquanto não pensarmos no todo. Enquanto cada um não fizer a sua parte; enquanto quisermos nos dar bem em cima dos outros; enquanto não mudarmos nossas condutas (isso inclui devolver 10 centavos a mais no troco), não seremos nada mais que o país do futuro. Penso que devemos, sim, querer sermos do país o presente, pois o futuro do jeito que nos é colocado nunca chegará. É a questão de exigir que nossos representantes façam o seu trabalho, e que se puna os corruptos. Que não se eleja aquele que prometeu e não cumpriu; que saibamos parar e pensar no que queremos, nas propostas dos políticos etc. Enfim, eu poderia passar o resto do dia escrevendo sobre boas condutas, mas isso não adiantaria, pois tem de partir de cada um. Infelizmente não é o que ocorre. Nós ainda queremos sombra e água fresca; optamos pela lei do menor esforço. Na China, foi criada a cultura do mudar acima de tudo. Basta vermos os resultados das olimpíadas: a China não era nem o terceiro colocaco. De repente, virou terceiro e, na última, foi a primeirona. Houve imposição, houve. Mas tb houve vontade de ser melhor que os melhores. Cada um que pode, está fazendo a sua parte.
    Um abraço.

  46. Galera,

    ainda tem a questão da cultura do povo, da cidadania, do interesse, do egoísmo do ser humano. Digo egoísmo porque os brasileiros querem ser de primeiro mundo, mas ninguém quer abrir mão de nada e muito menos pensar no todo. É a culturo do Gerson, do meu pirão primeiro e por aí vai. Enquanto não pensarmos no todo. Enquanto cada um não fizer a sua parte; enquanto quisermos nos dar bem em cima dos outros; enquanto não mudarmos nossas condutas (isso inclui devolver 10 centavos a mais no troco), não seremos nada mais que o país do futuro. Penso que devemos, sim, querer sermos do país o presente, pois o futuro do jeito que nos é colocado nunca chegará. É a questão de exigir que nossos representantes façam o seu trabalho, e que se puna os corruptos. Que não se eleja aquele que prometeu e não cumpriu; que saibamos parar e pensar no que queremos, nas propostas dos políticos etc. Enfim, eu poderia passar o resto do dia escrevendo sobre boas condutas, mas isso não adiantaria, pois tem de partir de cada um. Infelizmente não é o que ocorre. Nós ainda queremos sombra e água fresca; optamos pela lei do menor esforço. Na China, foi criada a cultura do mudar acima de tudo. Basta vermos os resultados das olimpíadas: a China não era nem o terceiro colocaco. De repente, virou terceiro e, na última, foi a primeirona. Houve imposição, houve. Mas tb houve vontade de ser melhor que os melhores. Cada um que pode, está fazendo a sua parte.
    Um abraço.

  47. foi os USA que passaram tecnologia para china! só pode! porque a Russia não deve ter sido. : ) Segundo alguns colegas eles não fazem isso! não cumprem nada, nenhum acordo, china e India que aprenderam e absorveram com os Alemães depois da derrota na WWII, tiveram acesso aos documentos secretos alemães e tudo mais… só pode!

  48. foi os USA que passaram tecnologia para china! só pode! porque a Russia não deve ter sido. : ) Segundo alguns colegas eles não fazem isso! não cumprem nada, nenhum acordo, china e India que aprenderam e absorveram com os Alemães depois da derrota na WWII, tiveram acesso aos documentos secretos alemães e tudo mais… só pode!

  49. amigo Walderson,

    é verdade, tem também o ranso proveniente da época da ditadura. Bem lembrado.

    Mas não acho que ocorra “ódio” hoje em dia mais, não. De ambos os lados. Por incrível que possa parecer e por mais que não se acredite nisso aqui no Blog, existe uma afinidade enorme entre as FAs e o pensamento de esquerda no Brasil, historicamente. E sabe por quê? Porque tanto as esquerdas – desde o antigo PCB, fundado em 1922, até os partidos de hoje, que são mais ou menos de esquerda (são de centro esquerda na minha opinião) como o PT, PDT e o próprio PC do B – têm um projeto nacional, se articulam em torno de um projeto nacional. (Quem estranhar ou duvidar do que eu estou falando, basta dar uma estudadinha na questão). Então, as questões do nacional e da soberania nacional é colocada tanto para as esquerdas como para as FAs, e nisso ambos se tocam e se completam. Quem geralmente não pensa muito no “Nacional” e na defesa da soberania nacional, é justamente o capital (particularmente o capital finaceiro). Pro capital financeiro, e para os partidos que o defendem acima de tudo (como se o capital fosse uma espécie de fetiche religioso, ou um dogma), pouco imorta se o lucro vem do Brasil, da China ou do Zimbábue. O Capital é global, e não nacional. Basta ver essa crise atual pra entender o que estou dizendo.

    Portanto, não me estranha nada (ao contrário, até) que tenha sido no atual governo (de centro, talvez de centro esquerda mas mais para o centro) que tenha se pensado em um PND. Isso nunca se faria num governo identificado com o capital internacional, como foram os nossos governos anteriores, pelos motivos que disse acima.

    Além disso, ironia do destino, os militares (ao menos os do alto escalão) vêem com muita adimiração pessoas como um Aldo Rebelo (já cotado para o MD e que tinha total aprovação dos militares), do PC do B e até mesmo um José Genoíno (ex-guerilheiro). E a recíproca é verdadeira. Já vi ambos tecendo várias considerações importantes sobre o papel das FAs no Brasil atual e no contexto mundial.

    Louco, né? Mas é o que ocorre…e isso se deve à proximidade de pensamento em torno da idéia do “Nacional”, da soberania nacional que ambos não abrem mão (nem os militares e nem as esquerdas). O que ocorreu no período da ditadura militar foi um desencontro (incentivado pela Guerra Fria e por forças internas no Brasil) entre dois projetos nacionais, um mais à esquerda (Jango, UNE, PCB etc.), e o outro à direita (Militares, TFP, indústria paulista etc.). Mas tanto o guerrilheiro como o general tinham um projeto de nação para o Brasil, na época. Caminhos diferentes para um objetivo semelhante.

    E como hoje temos a geração de 60 e 70 no poder (FHC, Lula, Serra, Dilma etc., são todos frutos desta época), mas atuando numa época de democracia, o projeto nacional volta a vigorar, apenas com a distinção que marca os projetos do PT e do PSDB. Engana-se profundamente quem acha que o Lula, o PT, uma grande parte do PSDB ou coisas do tipo, não tenham preocupações com a soberania Nacional. Só tem. Fiquei surpreso com a pouca importância que o FHC deu à Defesa em seus 2 mandatos, isso sim me surpreendeu no início, mas depois entendi a situação: o neoliberalismo que ele queria implantar aqui não combinava com a idéia de soberania nacional, e entre optar por uma coisa ou outra, acabou optando pelo capital financeiro global. Que hoje está em crise total.

    um forte abraço

  50. amigo Walderson,

    é verdade, tem também o ranso proveniente da época da ditadura. Bem lembrado.

    Mas não acho que ocorra “ódio” hoje em dia mais, não. De ambos os lados. Por incrível que possa parecer e por mais que não se acredite nisso aqui no Blog, existe uma afinidade enorme entre as FAs e o pensamento de esquerda no Brasil, historicamente. E sabe por quê? Porque tanto as esquerdas – desde o antigo PCB, fundado em 1922, até os partidos de hoje, que são mais ou menos de esquerda (são de centro esquerda na minha opinião) como o PT, PDT e o próprio PC do B – têm um projeto nacional, se articulam em torno de um projeto nacional. (Quem estranhar ou duvidar do que eu estou falando, basta dar uma estudadinha na questão). Então, as questões do nacional e da soberania nacional é colocada tanto para as esquerdas como para as FAs, e nisso ambos se tocam e se completam. Quem geralmente não pensa muito no “Nacional” e na defesa da soberania nacional, é justamente o capital (particularmente o capital finaceiro). Pro capital financeiro, e para os partidos que o defendem acima de tudo (como se o capital fosse uma espécie de fetiche religioso, ou um dogma), pouco imorta se o lucro vem do Brasil, da China ou do Zimbábue. O Capital é global, e não nacional. Basta ver essa crise atual pra entender o que estou dizendo.

    Portanto, não me estranha nada (ao contrário, até) que tenha sido no atual governo (de centro, talvez de centro esquerda mas mais para o centro) que tenha se pensado em um PND. Isso nunca se faria num governo identificado com o capital internacional, como foram os nossos governos anteriores, pelos motivos que disse acima.

    Além disso, ironia do destino, os militares (ao menos os do alto escalão) vêem com muita adimiração pessoas como um Aldo Rebelo (já cotado para o MD e que tinha total aprovação dos militares), do PC do B e até mesmo um José Genoíno (ex-guerilheiro). E a recíproca é verdadeira. Já vi ambos tecendo várias considerações importantes sobre o papel das FAs no Brasil atual e no contexto mundial.

    Louco, né? Mas é o que ocorre…e isso se deve à proximidade de pensamento em torno da idéia do “Nacional”, da soberania nacional que ambos não abrem mão (nem os militares e nem as esquerdas). O que ocorreu no período da ditadura militar foi um desencontro (incentivado pela Guerra Fria e por forças internas no Brasil) entre dois projetos nacionais, um mais à esquerda (Jango, UNE, PCB etc.), e o outro à direita (Militares, TFP, indústria paulista etc.). Mas tanto o guerrilheiro como o general tinham um projeto de nação para o Brasil, na época. Caminhos diferentes para um objetivo semelhante.

    E como hoje temos a geração de 60 e 70 no poder (FHC, Lula, Serra, Dilma etc., são todos frutos desta época), mas atuando numa época de democracia, o projeto nacional volta a vigorar, apenas com a distinção que marca os projetos do PT e do PSDB. Engana-se profundamente quem acha que o Lula, o PT, uma grande parte do PSDB ou coisas do tipo, não tenham preocupações com a soberania Nacional. Só tem. Fiquei surpreso com a pouca importância que o FHC deu à Defesa em seus 2 mandatos, isso sim me surpreendeu no início, mas depois entendi a situação: o neoliberalismo que ele queria implantar aqui não combinava com a idéia de soberania nacional, e entre optar por uma coisa ou outra, acabou optando pelo capital financeiro global. Que hoje está em crise total.

    um forte abraço

  51. Walderson,

    claro! No caso do FHC eu me surpreendi apenas em partes, pois ele havia avisado antes: “esqueçam o que eu escrevi” (esqueçam o meu passado!). Então, foi uma surpresa parcial apenas…rs.rs.rs

    abraços

  52. Walderson,

    claro! No caso do FHC eu me surpreendi apenas em partes, pois ele havia avisado antes: “esqueçam o que eu escrevi” (esqueçam o meu passado!). Então, foi uma surpresa parcial apenas…rs.rs.rs

    abraços

  53. Corsário,
    confesso que me equivoquei no caso de propor o JH-7 para a FAB. Sua semelhança com o SEPECAT Jaguar anglo-francês me fez acreditar que seria uma cópia do mesmo, proporcionando à FAB um caça bombardeiro leve de ataque (já que o AMX não está mais em produção), preenchendo a lacuna de uma aeronave de médio custo/sofisticação dedicada ao apoio tático, interdição e ataque e com boa capacidade de auto-defesa.
    Pela penúltima foto percebi meu engano tardiamente em comparar as duas aeronaves já que o JH-7 parece maior que um F-111 e quase do tamanho de um Backfire.
    Curuis de um troço destes na FAB. Favor deletar o comentário das 21:20 do dia 10.
    Um abraço.

  54. Corsário,
    confesso que me equivoquei no caso de propor o JH-7 para a FAB. Sua semelhança com o SEPECAT Jaguar anglo-francês me fez acreditar que seria uma cópia do mesmo, proporcionando à FAB um caça bombardeiro leve de ataque (já que o AMX não está mais em produção), preenchendo a lacuna de uma aeronave de médio custo/sofisticação dedicada ao apoio tático, interdição e ataque e com boa capacidade de auto-defesa.
    Pela penúltima foto percebi meu engano tardiamente em comparar as duas aeronaves já que o JH-7 parece maior que um F-111 e quase do tamanho de um Backfire.
    Curuis de um troço destes na FAB. Favor deletar o comentário das 21:20 do dia 10.
    Um abraço.

  55. Só pra deixar claro acho que a composição hi-lo da FAB viável seria uns 48 a 60 caça de quarta geração novos com aviônica avançada (quarta geração e meia, quarta geração +, ++,+++,++++ como queiram) e armados no “estado da arte” para a arena ar-ar, e um monte de caças de menor custo, como por exemplo um AMX modernizado, acompanhado de uma penca de A-29.
    Embora acharei ótimo se algum dia tivermos 120 caças de alto desempenho “operacionais”, não creio que seja viável econômicamente e nem necessário. E duvido muito que o tenhamos em tal quantidade, assim como duvido do SubNuc.
    Voltando ao assunto, nós não podemos nos dar ao luxo de fazer, por exemplo, apóio tático com uma aeronave de 60 milhões de dólares e deixaríamos as mesmas apenas para a defesa aérea do território nacional e conquistar e manter a superioridade aérea no caso de conflito improvável.
    O “piano” ficaria para os caças de menor desempenho e para os A-29.

  56. Só pra deixar claro acho que a composição hi-lo da FAB viável seria uns 48 a 60 caça de quarta geração novos com aviônica avançada (quarta geração e meia, quarta geração +, ++,+++,++++ como queiram) e armados no “estado da arte” para a arena ar-ar, e um monte de caças de menor custo, como por exemplo um AMX modernizado, acompanhado de uma penca de A-29.
    Embora acharei ótimo se algum dia tivermos 120 caças de alto desempenho “operacionais”, não creio que seja viável econômicamente e nem necessário. E duvido muito que o tenhamos em tal quantidade, assim como duvido do SubNuc.
    Voltando ao assunto, nós não podemos nos dar ao luxo de fazer, por exemplo, apóio tático com uma aeronave de 60 milhões de dólares e deixaríamos as mesmas apenas para a defesa aérea do território nacional e conquistar e manter a superioridade aérea no caso de conflito improvável.
    O “piano” ficaria para os caças de menor desempenho e para os A-29.

  57. Hornet,

    com certeza, amigo. Isso que vc falou tb é muito forte. Realmente o que deve ter ocorrido foi um desencontro.
    Um abraço.

  58. Hornet,

    com certeza, amigo. Isso que vc falou tb é muito forte. Realmente o que deve ter ocorrido foi um desencontro.
    Um abraço.

  59. Hornet em 11 nov, 2008 às 15:25! Percebo que sua lucidêz de pensamento não se resume somente aos assuntos de defesa e de sua área, ja que vc é pesquisador. Ótimo POST, comungo integralmente do seu pensamento.

  60. Hornet em 11 nov, 2008 às 15:25! Percebo que sua lucidêz de pensamento não se resume somente aos assuntos de defesa e de sua área, ja que vc é pesquisador. Ótimo POST, comungo integralmente do seu pensamento.

  61. Hornet pra presidente do site! e o Galante para, calro, para Imperador! he he
    Brancadeira! mas se tivesse que escolher…. huahuahuah

  62. Hornet pra presidente do site! e o Galante para, calro, para Imperador! he he
    Brancadeira! mas se tivesse que escolher…. huahuahuah

  63. Bosco, compartilho de sua opinião sobre hi-lo na aviação de caça da FAB.

    Soltaria rojões se conseguíssemos, até 2020, ter umas 60 aeronaves de 4ª geração com todos os +++++++ que forem possíveis para substituir os F2000 e os F-5M e, numa segunda etapa, caças leves / lifts para substituir os A-1M.

    Meia dúzia de esquadrões de primeira linha (metade com os 4ª geração++++, metade com os caças leves), a maior parte deles nas bases do Centro-Sul, desdobrando esquadrilhas para bases do Norte / Centro-Oeste / Nordeste onde estão baseados os A-29.

    Mais pra frente, e quando for possível, amplia-se. Não adianta sonhar hoje com centenas e centenas de caças de primeira linha para os quais não há dinheiro nem estrutura para comprar e operar como se deve.

  64. Bosco, compartilho de sua opinião sobre hi-lo na aviação de caça da FAB.

    Soltaria rojões se conseguíssemos, até 2020, ter umas 60 aeronaves de 4ª geração com todos os +++++++ que forem possíveis para substituir os F2000 e os F-5M e, numa segunda etapa, caças leves / lifts para substituir os A-1M.

    Meia dúzia de esquadrões de primeira linha (metade com os 4ª geração++++, metade com os caças leves), a maior parte deles nas bases do Centro-Sul, desdobrando esquadrilhas para bases do Norte / Centro-Oeste / Nordeste onde estão baseados os A-29.

    Mais pra frente, e quando for possível, amplia-se. Não adianta sonhar hoje com centenas e centenas de caças de primeira linha para os quais não há dinheiro nem estrutura para comprar e operar como se deve.

  65. Nunão,
    bem que o Galante poderia colocar um post sobre os possíveis candidatos a um caça bombardeiro de baixo custo (lo) que seja viável para a FAB e de preferência com a linha de produção ainda aberta.
    Ou então que esteja disponível usado, mas que ainda pudesse prestar pelo menos uns 15 anos de serviço no mínimo, e sem precisar de nenhum upgrade de monta, contando já com o básico para o nosso TO.
    Ao meu ver deveriam ser subsônicos como nosso AMX, derivados de jatos de treinamento, supersônicos de ataque como o SEPECAT Jaguar, etc.
    Um abraço.

  66. Nunão,
    bem que o Galante poderia colocar um post sobre os possíveis candidatos a um caça bombardeiro de baixo custo (lo) que seja viável para a FAB e de preferência com a linha de produção ainda aberta.
    Ou então que esteja disponível usado, mas que ainda pudesse prestar pelo menos uns 15 anos de serviço no mínimo, e sem precisar de nenhum upgrade de monta, contando já com o básico para o nosso TO.
    Ao meu ver deveriam ser subsônicos como nosso AMX, derivados de jatos de treinamento, supersônicos de ataque como o SEPECAT Jaguar, etc.
    Um abraço.

  67. Mal ou bem a China vai metendo a cara nas áreas de tecnologia militar e desenvolvendo know-how em projeto e construção destes equipamentos.
    Parece que entenderam os conceitos dos Israelenses e estão fazendo a parte deles baseados naquela velha expressão de que “nada se cria, tudo se copia”.
    Pena que no Brasil não temos este tipo de conceito pois já poderíamos ter pelo menos começado a fabricar aqui “cópias” melhoradas de alguns equipamentos. Até o Irã deu um jeito de fazer uma espécie de cópia do F-5, ao seu modo é claro. Engenharia reversa com o parque industrial que temos não é algo difícil, falta vontade (recursos tem é só tirar das cuecas e das malas dos políticos).
    Me metendo na conversa de alguns colegas acima, um caça bombardeiros que gostaria de ver na FAB é o Tornado.. com um bom programa de upgrade teríamos os 10 ou 15 anos de operacionalidade … e daria muita alegria em ter equipamento para “aterrorizar” nossos queridos vizinhos “hermanos” …rs
    Abraços,

  68. Mal ou bem a China vai metendo a cara nas áreas de tecnologia militar e desenvolvendo know-how em projeto e construção destes equipamentos.
    Parece que entenderam os conceitos dos Israelenses e estão fazendo a parte deles baseados naquela velha expressão de que “nada se cria, tudo se copia”.
    Pena que no Brasil não temos este tipo de conceito pois já poderíamos ter pelo menos começado a fabricar aqui “cópias” melhoradas de alguns equipamentos. Até o Irã deu um jeito de fazer uma espécie de cópia do F-5, ao seu modo é claro. Engenharia reversa com o parque industrial que temos não é algo difícil, falta vontade (recursos tem é só tirar das cuecas e das malas dos políticos).
    Me metendo na conversa de alguns colegas acima, um caça bombardeiros que gostaria de ver na FAB é o Tornado.. com um bom programa de upgrade teríamos os 10 ou 15 anos de operacionalidade … e daria muita alegria em ter equipamento para “aterrorizar” nossos queridos vizinhos “hermanos” …rs
    Abraços,

  69. Bosco, ótima idéia. Mais pra frente eu mesmo pretendo colocar uma série de posts a respeito. Uma boa pedida é, por enquanto, rememorar os lifts que foram assunto aqui no blog nas suas primeiras semanas de vida (é só ir no calendário do blog).

    Dos que foram abordados, gosto especialmente do KDX T50 coreano. Combinaria muito bem com Gripen ou Super Hornet (motores “aparentados”). Quanto a usados… prefiro continuar com os nossos, modernizados, e depois substituí-los por caças leves / lifts.

    Mas cada coisa a seu tempo… é bom que primeiro termine esse F-X2, mesmo porque, a meu ver é a partir da escolha do hi que a gente deve pensar o lo. Saudações.

  70. Bosco, ótima idéia. Mais pra frente eu mesmo pretendo colocar uma série de posts a respeito. Uma boa pedida é, por enquanto, rememorar os lifts que foram assunto aqui no blog nas suas primeiras semanas de vida (é só ir no calendário do blog).

    Dos que foram abordados, gosto especialmente do KDX T50 coreano. Combinaria muito bem com Gripen ou Super Hornet (motores “aparentados”). Quanto a usados… prefiro continuar com os nossos, modernizados, e depois substituí-los por caças leves / lifts.

    Mas cada coisa a seu tempo… é bom que primeiro termine esse F-X2, mesmo porque, a meu ver é a partir da escolha do hi que a gente deve pensar o lo. Saudações.

  71. Senhores

    Quando do FX1, o Aldo Rebelo, numa entrevista num programa de TV qualquer, na condição de membro da Comissão de Defesa da Câmara, já falava em 120 caças. E naquela época queríamos apenas 12 caças. Quando o repórter perguntou porque tantos fornecedores estavam se engalfinhando para fornecer apenas 12 aviões, ele lembrou que quem fornecesse estes 12, seria o provável fornecedor dos outros 108. Logo, este número de 120 é um programa de Estado. Vem desde o FHC. Ou quem sabe de antes ainda.

  72. Senhores

    Quando do FX1, o Aldo Rebelo, numa entrevista num programa de TV qualquer, na condição de membro da Comissão de Defesa da Câmara, já falava em 120 caças. E naquela época queríamos apenas 12 caças. Quando o repórter perguntou porque tantos fornecedores estavam se engalfinhando para fornecer apenas 12 aviões, ele lembrou que quem fornecesse estes 12, seria o provável fornecedor dos outros 108. Logo, este número de 120 é um programa de Estado. Vem desde o FHC. Ou quem sabe de antes ainda.

  73. Elbit é contratada pela Embraer para modernização dos AMX da FAB
    Ter, 11 de Novembro de 2008 11:34

    A israelense Elbit Systems anunciou ontem (10), que foi contratada pela Embraer para o fornecimento de aviônicos para a modernização dos aviões AMX que equipam a Força Aérea Brasileira (FAB). A fase de desenvolvimento está avaliada em 67 milhões de doláres. O contrato inteiro, incluindo a fase de produção envolverá 187 milhões de dólares, com previsão para conclusão em 2014.

    A Elbit Systems atuará no programa de modernização dos AMX em cooperação com a sua subsidiária no Brasil, a Aeroeletrônica, localizada em Porto Alegre (RS). A empresa israelense fornecerá o computador de missão de combate, sistema de gerenciamento de armamentos, e displays, enquanto que a sua subsidiária Elisra Electronic Systems proverá sistemas de guerra eletrônica.

    “Nós estamos muito orgulhosos de nossas seleção para este importante projeto. Nós acresditamos que nossa seleção reflete a satisfação de nossos clientes brasileiros de performances passadas, incluindo nossa longa bem sucedida colaboração com a Embraer. Nossa cpaacidade de incorporar os sistemas de guerra eletrônica da Eslira no projeto de modernização demonstra a sinergia dentro do portfólio de produtos da Elbit Systems, o que nos possibilita oferecer aos nossos clientes uma ampla varidade de soluções inovadores”, disse em nota Joseph Ackerman, presidente da Elbit Systems

  74. Elbit é contratada pela Embraer para modernização dos AMX da FAB
    Ter, 11 de Novembro de 2008 11:34

    A israelense Elbit Systems anunciou ontem (10), que foi contratada pela Embraer para o fornecimento de aviônicos para a modernização dos aviões AMX que equipam a Força Aérea Brasileira (FAB). A fase de desenvolvimento está avaliada em 67 milhões de doláres. O contrato inteiro, incluindo a fase de produção envolverá 187 milhões de dólares, com previsão para conclusão em 2014.

    A Elbit Systems atuará no programa de modernização dos AMX em cooperação com a sua subsidiária no Brasil, a Aeroeletrônica, localizada em Porto Alegre (RS). A empresa israelense fornecerá o computador de missão de combate, sistema de gerenciamento de armamentos, e displays, enquanto que a sua subsidiária Elisra Electronic Systems proverá sistemas de guerra eletrônica.

    “Nós estamos muito orgulhosos de nossas seleção para este importante projeto. Nós acresditamos que nossa seleção reflete a satisfação de nossos clientes brasileiros de performances passadas, incluindo nossa longa bem sucedida colaboração com a Embraer. Nossa cpaacidade de incorporar os sistemas de guerra eletrônica da Eslira no projeto de modernização demonstra a sinergia dentro do portfólio de produtos da Elbit Systems, o que nos possibilita oferecer aos nossos clientes uma ampla varidade de soluções inovadores”, disse em nota Joseph Ackerman, presidente da Elbit Systems

  75. Boa Nunão,
    faz isso mesmo.
    E não esqueça de ver a disponibilidade dos Tornado (como lembrou o Henrique) e até mesmo dos Harrier (até mesmo para o Opalão)
    Um abraço.

  76. Boa Nunão,
    faz isso mesmo.
    E não esqueça de ver a disponibilidade dos Tornado (como lembrou o Henrique) e até mesmo dos Harrier (até mesmo para o Opalão)
    Um abraço.

  77. Só lembrando, Bosco: onde eu escrevei KDX, leia-se KAI (Korean Aircraft Industries)… KDX é de outro Blog!

    Tornado e Harrier? Tô fora… Aí que o orçamento da força vai pro brejo. É mais barato implantar logística nova para vetores novos ou incrementar vetores velhos de logística já implementada, a meu ver.

    João Curitiba: o número de 120 vem de muito longe mesmo. Mas é intenção. Não creio (opinião pessoal) que seja factível de obter e, principalmente, de manter, na visão realista de uma força que leva em conta, certamente, que contingenciamentos dos orçamentos não terminarão de um dia para o outro. E também não creio que os próprios fabricantes acreditem nesse número de 120, quando analisam os orçamentos da força, adiamentos de programas recentes etc.

  78. Só lembrando, Bosco: onde eu escrevei KDX, leia-se KAI (Korean Aircraft Industries)… KDX é de outro Blog!

    Tornado e Harrier? Tô fora… Aí que o orçamento da força vai pro brejo. É mais barato implantar logística nova para vetores novos ou incrementar vetores velhos de logística já implementada, a meu ver.

    João Curitiba: o número de 120 vem de muito longe mesmo. Mas é intenção. Não creio (opinião pessoal) que seja factível de obter e, principalmente, de manter, na visão realista de uma força que leva em conta, certamente, que contingenciamentos dos orçamentos não terminarão de um dia para o outro. E também não creio que os próprios fabricantes acreditem nesse número de 120, quando analisam os orçamentos da força, adiamentos de programas recentes etc.

  79. Nunão,
    toda vez que me refiro ao vetor “Lo” eu dou tiro no pé.
    Primeiro foi o JH-7, depois eu viagem de rabera no comentário do Henrique em relação aos Tornados. Realmente querer que eles sejam o componente “barato” da FAB é no mínimo insano. E quanto ao Harrier ai é que eu viajei bonito.
    Este uísque ainda vai fazer meu relê colar de vez.
    Deleta!

  80. Nunão,
    toda vez que me refiro ao vetor “Lo” eu dou tiro no pé.
    Primeiro foi o JH-7, depois eu viagem de rabera no comentário do Henrique em relação aos Tornados. Realmente querer que eles sejam o componente “barato” da FAB é no mínimo insano. E quanto ao Harrier ai é que eu viajei bonito.
    Este uísque ainda vai fazer meu relê colar de vez.
    Deleta!

  81. Caríssimos Bosco e Nunão.., difícil tudo bem mas impossível não. Do jeito que o governo injeta recursos em programas fantasmas, ONGs, MST, Bancos, cabides de empregos e agora alguns bilhões para as montadoras etc.. etc… sonhar com uma força de Tornados ou míseros 12 Sea Herriers para o sucatão, mesmo que tenham manutenção cara (nunca falei que seriam baratos), não é algo tão insano…concordam?
    Abraço.

  82. Caríssimos Bosco e Nunão.., difícil tudo bem mas impossível não. Do jeito que o governo injeta recursos em programas fantasmas, ONGs, MST, Bancos, cabides de empregos e agora alguns bilhões para as montadoras etc.. etc… sonhar com uma força de Tornados ou míseros 12 Sea Herriers para o sucatão, mesmo que tenham manutenção cara (nunca falei que seriam baratos), não é algo tão insano…concordam?
    Abraço.

  83. Henrique,
    Eu usei o termo “insano” a respeito da minha viajada sobre o seu comentário, em querer que o mesmo fosse o componente “barato” da FAB. Não o usei para me referir ao seu comentário, que achei muito pertinente em desejá-los para a FAB, que agregaria um formidável poder de ataque às nossas raquíticas capacidades.
    Sei que você não me entendeu mal mas já me adianto em me justificar para que não sobre dúvidas sobre minha possível indelicadeza com sua pessoa.
    Um abraço meu caro.

  84. Henrique,
    Eu usei o termo “insano” a respeito da minha viajada sobre o seu comentário, em querer que o mesmo fosse o componente “barato” da FAB. Não o usei para me referir ao seu comentário, que achei muito pertinente em desejá-los para a FAB, que agregaria um formidável poder de ataque às nossas raquíticas capacidades.
    Sei que você não me entendeu mal mas já me adianto em me justificar para que não sobre dúvidas sobre minha possível indelicadeza com sua pessoa.
    Um abraço meu caro.

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