Na última enquete, 59% (722) dos leitores consideraram absurda a eliminação do Flanker da concorrência para o FX-2. 41% (504) opinaram que a eliminação era esperada, e que existem opções melhores para o Brasil. Em homenagem à maioria, vai a foto do Flanker venezuelano, como consolo.
A nova enquete pergunta qual deverá ser o caça selecionado, levando-se em conta somente fatores técnicos e não políticos. Quem ainda não leu o resumo das características dos finalistas, pode acessar as fichas nos seguintes links: BOEING (F/A-18 E/F SUPERHORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG).
Nas fotos, aeronaves e sistemas expostos em comemoração aos 60 anos da criação do Estado de Israel. A Força Aérea de Israel, considerada uma das mais bem treinadas do mundo e com maior experiência de combate, é referência na vanguarda tecnológica, principalmente no desenvolvimento de tecnologia própria.
O caça demonstrador de tecnologia Lavi, que acabou cancelado, serviu de base para o J-10 chinês.
O Departamento de Justiça dos EUA aprovou a fusão das companhias aéreas norte-americanas Delta e Northwest, permitindo a criação da maior empresa mundial do setor. Juntas, elas transportaram 126 milhões de passageiros no ano passado. A nova empresa se chamará Delta e vai servir mais de 375 cidades em 66 países. Pelo acordo, a Delta vai dar 1,25 ação por papel da Northwest, em um negócio avaliado em mais de US$ 2,6 bilhões.
Fonte: Folha de São Paulo
Enquanto os F-5EM da FAB atuaram na defesa aérea, os Gripen da Força Aérea Sueca cumpriram missões de ataque na Red Flag. Na foto, o jato aparece equipado com bombas guiadas a laser GBU-12 e um pod designador Recce Lite.
Em continuidade ao processo de seleção dos novos caças multi-emprego para a Força Aérea Brasileira (FAB) e cumprindo o cronograma pré-estabelecido, o Comando da Aeronáutica informa que, por meio da Gerência do Projeto F-X2 (GPF-X2), nesta quinta-feira, 30 de outubro, procedeu à entrega do Pedido de Oferta às empresas participantes selecionadas na short list, listadas aqui em ordem alfabética: BOEING (F-18 E/F SUPERHORNET), DASSAULT (RAFALE) e SAAB (GRIPEN NG).
A partir do recebimento do Pedido de Oferta (Request For Proposal – RFP, em inglês), as empresas terão até o dia 2 de fevereiro de 2009 para apresentarem suas propostas, as quais serão submetidas a profundas análises, com base nos requisitos estabelecidos pelo Comando da Aeronáutica.
Nesta etapa, as empresas devem detalhar os aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, industriais, de compensação comercial (Off set) e de transferência de tecnologia.
Fonte: CECOMSAER
Fotomontagem com imagens via Boeing e airforce-technology.com
A Venezuela lançou nesta quarta-feira ao espaço seu primeiro satélite, o Simón Bolívar, construído na China
A Venezuela lançou nesta quarta-feira ao espaço seu primeiro satélite, o Simón Bolívar, construído na China, com objetivos exclusivamente civis e com o qual o presidente Hugo Chávez deseja avançar na ‘construção do socialismo’ e na integração latino-americana. O satélite geoestacionário Venesat-1 foi lançado às 12h20, hora local (16h50 GMT) do centro espacial Xichang, na província chinesa de Sichuan (sudoeste).
Chávez, acompanhado do presidente boliviano Evo Morales, esteve na cidade de Luepa, a leste da Venezuela, onde fica a segunda estação terrena de controle do Simón Bolívar. ‘O que tem a ver um satélite com o socialismo? Uma empresa capitalista lança um satélite para fazer dinheiro. Este, agora, é um ato de libertação e independência (…) para construir o socialismo dentro da Venezuela e para cooperar com outros povos’, declarou Chávez.
Com o satélite, acrescentou, o governo venezuelano deseja dar um passo adiante em ‘sua soberania tecnológica’, acrescentou, afirmando que ‘não é para nós, mas para os povos da América Latina e do Caribe (…) É mais um passo para a independência’, celebrou Chávez, assegurando que o projeto ‘romperá com o analfabetismo tecnológico’.
Durante seus 15 anos de vida útil, o Simón Bolívar será ampliado ‘a países irmãos’ para desenvolver ‘programas sociais, por exemplo de alfabetização ou medicina’ servindo, também, para baratear e agilizar os sistemas de telecomunicações, segundo a ministra da Ciência e Tecnologia, Nuris Orihuela.
A construção e a colocação em órbita deste satélite – um projeto iniciado em 2002 – custaram à Venezuela 241 milhões de dólares, aos quais se somam 165 milhões pela construção das duas sedes terrestres de controle.
O Simón Bolívar estará situado a 36.000 km da superfície terrestre, na órbita hemisférica 78-Oeste, cedida pelo Uruguai, o que fará com que o sinal de 1.300 megahertz (MHz) se estenda do sul do México até a metade do território da Argentina e Chile.
Fonte e fotos: AFP, via Cosmo on Line e yahoo
Nota do Blog: segundo reportagem sobre o mesmo assunto veiculada no jornal Folha de São Paulo, o centro de operações da cidade de Luepa pertence à chamada Agência Bolivariana para as Atividades Espaciais (Abae), a “Nasa local”.
Nas fotos, pode-se ver o Sukhoi Su-34 Fullback, uma aeronave caça-bombardeiro e de ataque marítimo, considerada por muitos, a mais bonita da família Flanker.
Para ataques marítimos clássicos o Su-32FN pode ser armado com até seis mísseis antinavio supersônicos Kh-31A ou Kh-31R (como os dois cinzas da foto acima na barriga), seis mísseis Kh-35U, três Kh-59M/D stand-off, Kh-41 Moskit (Sunburn) e 3M-54 Alfa supersônicos. Isso tudo, sem perder sua capacidade de combate aéreo!
Sua versão Su-32FN foi projetada para missões de patrulha e ataque marítimo, com capacidade anti-submarino (por incrível que isto possa parecer!). Para ficar mais fácil, é só pensar nele como um S-3 Viking supersônico…
A principal adição ao Su-32FN é a suíte de patrulha marítima ‘Morskaya Zmyeya’ (Sea Snake), que inclui um sistema MAGE e MAD (Detetor Magnético de Anomalias).
Para missões anti-submarino, o Su-32FN pode levar 4 torpedos carregados em pares nas estações 8 e 9, e um pod conformal na barriga pode ser carregado com 72 sonobóias de vários tipos.
Imagine-se um país como o Brasil, tendo um esquadrão desses aviões para proteger seu litoral? Com sua grande autonomia, eles seriam capazes de “fechar” o Atlântico Sul…
A Marinha do México anunciou, em 2006, que estava fechando um contrato com a Rosoboronexport para a compra de 8 caças Sukhoi Su-27 e 2 Su-27UB de treinamento. Os novos caças atuariam na vigilância estratégica da costa mexicana, bem como do campo de óleo da Baía de Campeche. Em fevereiro de 2007 a Secretaria de Marina (SEMAR) abandonou a aquisição dos aviões, por falta de recursos (ou por pressão americana).
A Rússia recebeu dois Su-34 em janeiro de 2007 e mais 6 estavam programados para até o início de 2008. Segundo informações da Força Aérea, 24 aviões deverão ser recebidos até 2010 e 58 até 2015. Os planos incluem substituir os mais de 300 Su-24, por apenas 58 Su-34, por estes serem muito superiores em performance.
A Bielorrússia começou no dia 15 de outubro um grande exercício militar, de um mês de duração, que conta com a participação de forças da Rússia.
A operação táctica emprega cerca de 8.500 militares, 40 aeronaves, 60 tanques, 250 veículos blindados e artilharia com quase 40 baterias, segundo a mídia bielorrussa.
Entre as aeronaves presentes, caças Su-27, MiG-29, Su-25 de apoio aéreo aproximado e helicópteros Mi-24 de ataque, estão fazendo exercícios conjuntos com a Força Aérea Bielorrussa, segundo o porta-voz da Força Aérea Russa, Vladimir Drik.
De acordo com fontes militares, a Operação Stability 2008 tem como objetivo treinar as forças armadas para o emprego estratégico, incluindo a tríade nuclear, para dissuadir as ameaças potenciais próximas da fronteira russa. Nas fotos, as aeronaves durante os exercícios.
Trechos de reportagem de Ana Paula Machado e Júlio Ottoboni, do jornal Gazeta Mercantil
Para se preparar para a licitação dos 36 caças militares promovida pelo governo brasileiro a Boeing iniciou as conversas com fornecedores nacionais para fabricação dos jatos F-18 Super Hornet. Segundo o vice-presidente do programa F-18 da Boeing, Bob Gower, hoje a empresa tem reunião marcada com 30 fornecedores brasileiros. “Já estamos estruturando uma rede de fornecedores, caso nossa proposta seja a escolhida no processo de licitação”, disse o executivo.
O processo brasileiro para a compra dos caças será feita pelo regime off set, onde haverá transferência de tecnologia e também obrigatoriedade de utilização de produtos e peças nacionais. “E uma grande oportunidade para trabalharmos com o Brasil sob o ponto de vista de mercado e também poder acessar a rede de fornecedores que há no país. Todo esse processo será alavancado para o benefício do Brasil. Nessa licitação temos que olhar três aspectos, o militar, em que acredito que nosso avião é um forte candidato, a relação entre governos e também a questão da indústria aeronáutica, se há empresas capacitadas para receber nossa tecnologia”, disse Gower. “Vai ser um processo político”.
A Boeing participará da licitação brasileira com o caça F-18 Super Hornet, e segundo Gower, as configurações do sistema operacional do avião já foram aprovadas pelo governo norte-americano. “Temos todo apoio do governo dos Estados Unidos para a venda dos caças para o Brasil. Já passamos pelo processo de aprovação da configuração dos jatos, já que teremos que transferir tecnologia. Somente a questão das armas que equiparão os jatos é que depende de aprovação do governo”, explicou. Segundo ele, o governo brasileiro publicará amanhã as especificações que deverá conter os jatos. “Queremos ter um cliente na América do Sul. Esta é a nossa meta”, disse Gower,
O governo brasileiro deverá comprar 36 jatos mas tem potencial para mais de 120. Está em jogo um contrato que, num primeiro momento, pode atingir um total de US$ 2,2 bilhões.
O fato de a indústria aeronáutica russa estar desenvolvendo um jato comercial na faixa dos 100 lugares, um futuro concorrente da Embraer, pesou contra a Sukhoi que está excluída do processo apesar de haver se aliado com a brasileira Avibras Indústria Aeroespacial. A Embraer também projetou a unidade de Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, para tocar seus grandes projetos militares.
Fonte: Gazeta Mercantil, via Notimp
Foto: Boeing
O Pentágono anunciou em 24 de outubro que será criado o Comando de Ataque Global, dedicado exclusivamente às missões de ataque estratégico nuclear.
“Tivemos que tomar muitas ações corretivas em resposta às dolorosas lições aprendidas”, disse o Secretário da Força Aérea Michael Donley aos jornalistas, mas “mas ainda há trabalho a fazer.”
A Força Aérea liberou um roteiro intitulado “Revitalizar as Capacidades Nucleares da Força Aérea”, que detalha as principais ações a serem tomadas, incluindo:
- Estabelecer o novo comando, a ser comandado por um Tenente-General (Major-Brigadeiro do Ar) e a respectiva divisão no Estado-Maior no QG da Força Aérea;
- Consolidar as funções previstas de sustentação no Comando de Material da Força Aérea e no Centro de Armas Nucleares da Força Aérea;
- Melhorar a administração das capacidades nucleares nos processos corporativos da Força Aérea;
- Criar planos estratégicos de longo prazo que abordam requisitos nucleares, incluindo aqueles para os mísseis de cruzeiro, bombardeiros, aviões de dupla capacidade e mísseis balísticos
- intercontinentais (ICBMs).
Os Bombardeiros B-2 e B-52 da 8ª Força Aérea e os mísseis balísticos da 20ª Força Aérea ficarão agora subordinados ao Comando de Ataque Global. Essa reorganização divide a Força de Bombardeiros, com os B-1 ficando sob o Comando de Combate Aéreo.
O Relatório Schlesinger, da Força-Tarefa de Gestão de Armas Nucleares, recomendou que todos os bombardeiros ficassem com o novo comando, mas a Força Aérea resolveu preservar os ganhos obtidos nos últimos 15 anos, no sentido de tornar os bombardeiros mais eficazes no apoio às
operações de teatro.
O novo comando deve atingir a capacidade operacional inicial em setembro de 2009.
A decisão de se criar um novo grande comando foi tomada no início desse mês e vem somar-se a diversas ações corretivas nos procedimentos com armas nucleares, depois de uma série de graves ocorrências nas operações.
































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