HAL HF-24 Marut: o primeiro caça a jato projetado na Índia, “by Kurt Tank”

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    Aproveitando a curiosidade despertada pelo HAL (Hindustan Aeronautics Limited) Tejas em vários freqüentadores deste Blog e mais ainda nos do Blog Naval, seguem duas pequenas histórias que mostram que já vem de longe o interesse da Índia em desenvolver caças próprios. O primeiro desses dois caças não muito conhecidos e pouco comentados é o bimotor HAL HF-24 Marut (Espírito do Vento). Desenvolvido por uma equipe liderada por Kurt Tank (projetista do lendário FW190 alemão da 2ª Guerra Mundial), voou pela primeira vez como protótipo em 17 de junho de 1961. Os exemplares de pré-série voaram em 1963, e o primeiro dos 112 aviões de produção, em 15 de novembro de 1967. Os Marut equiparam três esquadrões da IAF (Indian Air Force) e foram retirados de serviço em 1985.
    Motores: dois Orpheus 703 (produzido sob licença pela HAL) com 4.850 libras de empuxo cada.
    Armamento: quatro canhões Aden de 30mm, foguetes e bombas.
    Envergadura: 9m. Comprimento: 15,87m. Altura: 3,60m.
    Peso vazio 6.195 kg. Máximo de decolagem: 10.908 kg.
    Velocidade máxima a 12.200m: 1.083 km/h.

    HAL Ajeet. O “peso-mosca” dos caças leves

    Se o HAL Tejas pode ser considerado hoje o “peso leve” dos caças leves a jato, o HAL Ajeet (Invencível) poderia ser considerado o “peso palha”, não fosse o britânico Folland FO 145 Gnat, que lhe deu origem, ainda mais leve: 200 quilos a menos, vazio. Em 1974, após montar 23 unidades e produzir outras 195 do Gnat original – aeronave que na versão treinadora equipou a equipe Red Arrows da RAF e é mais conhecida hoje por ter “estrelado” o filme “Top Gang” – a HAL desenvolveu uma série de melhorias no caça: introdução de tanques integrais nas asas, dois pontos duros extras para armamento, novos assentos ejetáveis e aviônicos, além de melhorias nos sistemas de controle. No total, as modificações fizeram com que o novo avião tivesse menos de 60% de comunalidade com seu predecessor. O protótipo do Ajeet voou em 5 de março de 1975 e o primeiro exemplar de produção, em 30 de setembro de 1976. Um total de 79 aviões foram produzidos até fevereiro de 1982 e, além desses, 10 Gnat originais foram convertidos para o padrão Ajeet. O vetor saiu de serviço na IAF em março de 1991.
    Motor: Orpheus 701-01 com 4.500 libras de empuxo.
    Armamento: dois canhões Aden de 30mm, foguetes e bombas.
    Envergadura: 6,73m. Comprimento: 9.04m. Altura: 2,46m.
    Peso vazio (equipado): 2.307 kg. Máximo de decolagem: 4.171 kg.
    Velocidade máxima a 12.000m: 1.020 km/h.

    Fotos: http://www.bharat-rakshak.com/IAF/

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    Walter
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    Walter

    Interessante, o Kurt Tank esteve por essas bandas e o máximo que conseguimos foi uma coleção de protótipos, com apoio oficial os indianos produziram 112 aparelhos!! É triste a realidade aqui na América do Sul.

    Walter
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    Walter

    Interessante, o Kurt Tank esteve por essas bandas e o máximo que conseguimos foi uma coleção de protótipos, com apoio oficial os indianos produziram 112 aparelhos!! É triste a realidade aqui na América do Sul.

    Zuavo
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    Zuavo

    E durante, justamente, o período em que tais aparelhos estavam operacionais, o Brasil tirava onda com a Índia, achando-se mais desenvolvido. Os Mirage III entraram em operação em 1972 e nos deixaram em 2006! Não foram fabricados aqui, e como foram poucos! Sei que a realidade geográfica e política da Índia é bem diferente da do Brasil, mas… convenhamos!! Falam que a plataforma do AMX é muito antiga para voltar a ser fabricada, mas e o Hawk inglês? Não só é fabricado até hoje, como também a Índia começou a fabricá-los. O seu conceito é do início ou meados da… Read more »

    Zuavo
    Visitante
    Zuavo

    E durante, justamente, o período em que tais aparelhos estavam operacionais, o Brasil tirava onda com a Índia, achando-se mais desenvolvido. Os Mirage III entraram em operação em 1972 e nos deixaram em 2006! Não foram fabricados aqui, e como foram poucos! Sei que a realidade geográfica e política da Índia é bem diferente da do Brasil, mas… convenhamos!! Falam que a plataforma do AMX é muito antiga para voltar a ser fabricada, mas e o Hawk inglês? Não só é fabricado até hoje, como também a Índia começou a fabricá-los. O seu conceito é do início ou meados da… Read more »

    joaquim
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    joaquim

    pois é meu rapaz…

    O jobim é um daqueles que provou o doce e quis se lambuzar….sei lá……esse pais não tem jeito mesmo….só um milagre concerta isso aqui…

    joaquim
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    pois é meu rapaz…

    O jobim é um daqueles que provou o doce e quis se lambuzar….sei lá……esse pais não tem jeito mesmo….só um milagre concerta isso aqui…

    Bagatini
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    Já faz muito tempo que li em um revista que durante a guerra indu-paquistanesa o Gnat ficou conhecido como matador de Sabre.

    Bagatini
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    Já faz muito tempo que li em um revista que durante a guerra indu-paquistanesa o Gnat ficou conhecido como matador de Sabre.

    Fábio Max
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    Mais uma prova de que um dia, a Índia resolveu ser efetivamente independente e arregaçou as mangas…

    Fábio Max
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    Mais uma prova de que um dia, a Índia resolveu ser efetivamente independente e arregaçou as mangas…

    Vassily Zaitsev
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    Vassily Zaitsev

    Olhando de relance, o HAL MARUT parece o Hunter.

    Já o AJEET parece o Mig-21.

    Vassily Zaitsev
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    Olhando de relance, o HAL MARUT parece o Hunter.

    Já o AJEET parece o Mig-21.

    CorsarioDF
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    CorsarioDF

    Vassilly, o AJEET tem a frente realmente muito parecida com o Mig-21, talvez a própria cabine deve ser a dele! Agora o MARUT lembra muito a linha Dassault Mystere / Super Mystere, com o avião com o “bico” empinado. Mais uma prova que desde a década de 60 a Índia corre atrás da sua independência militar, vale lembrar em que ano ela conseguiu a independência da Coroa Britânica? E nós com quase 200 anos de independência como estamos? Progredimos ou REGREDIMOS? Temos que parar para analisar. Sds.

    CorsarioDF
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    Vassilly, o AJEET tem a frente realmente muito parecida com o Mig-21, talvez a própria cabine deve ser a dele! Agora o MARUT lembra muito a linha Dassault Mystere / Super Mystere, com o avião com o “bico” empinado. Mais uma prova que desde a década de 60 a Índia corre atrás da sua independência militar, vale lembrar em que ano ela conseguiu a independência da Coroa Britânica? E nós com quase 200 anos de independência como estamos? Progredimos ou REGREDIMOS? Temos que parar para analisar. Sds.

    joaquim
    Visitante
    joaquim

    nobres amigos O Ajeet é um um Folland Gnat monoposto aperfeiçoado a partir do projeto desenvolvido na Inglaterra. Tanto o Gnat quanto o Ajeet foram fabricados na India.A Finlandia recebeu 13 unidades do Gnat monoposto e estes foram retirados de serviço apos a chegada dos Saab Drakens em 1972. Os Gnats indianos foram usados nas duas guerras contra o Paquistão e revelaram-se superiores aos Sabres Paquistaneses nos dog fights, devido á sua extrema agilidade. Em 1973 um deles esteve em demonstração no memoravel I (e ultimo) Salão Aeroespacial realizado no Brasil, e que teve como sede a cidade de São… Read more »

    joaquim
    Visitante
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    nobres amigos O Ajeet é um um Folland Gnat monoposto aperfeiçoado a partir do projeto desenvolvido na Inglaterra. Tanto o Gnat quanto o Ajeet foram fabricados na India.A Finlandia recebeu 13 unidades do Gnat monoposto e estes foram retirados de serviço apos a chegada dos Saab Drakens em 1972. Os Gnats indianos foram usados nas duas guerras contra o Paquistão e revelaram-se superiores aos Sabres Paquistaneses nos dog fights, devido á sua extrema agilidade. Em 1973 um deles esteve em demonstração no memoravel I (e ultimo) Salão Aeroespacial realizado no Brasil, e que teve como sede a cidade de São… Read more »

    Mauricio R.
    Visitante
    Mauricio R.

    Essa estória de “matador” de Sabre, é conversa de pescador.

    Mauricio R.
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    Essa estória de “matador” de Sabre, é conversa de pescador.

    Zuavo
    Visitante
    Zuavo

    Caro Máurício R.,
    Bagatini tem razão. Leia a respeito dos 2 conflitos indo-paquistaneses e verá que ele tem razão sobre o “matador” de Sabres.
    Por fim, os F 104 paquistaneses foram um fiasco.

    Zuavo
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    Caro Máurício R.,
    Bagatini tem razão. Leia a respeito dos 2 conflitos indo-paquistaneses e verá que ele tem razão sobre o “matador” de Sabres.
    Por fim, os F 104 paquistaneses foram um fiasco.

    joaquim
    Visitante
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    Caros amigos

    E as estatisticas dos dois conflitos….estão erradas?

    joaquim
    Visitante
    joaquim

    Caros amigos

    E as estatisticas dos dois conflitos….estão erradas?

    carlosargus
    Visitante

    É a famosa politica de estado,é kerer andar com as próprias pernas.Os Rússos estão nos oferecendo um pacote de tranferência de tecnologia sobre o Su 35,misseis,Subs( Amur 1850 )torpedo SChkal e sosiedade no PakFa T-50 ..o que faremos? Os iankes nos oferecem os velhos F-18 sem repasse de tecnológia e bem + caros q o Su 35 ..Temos de aprender p/ andarmos c/ nossas pernas , os sinos já estão no espaço e ja tem o seu J-10..É nós, vamos ficar nessa ?

    carlosargus
    Visitante

    É a famosa politica de estado,é kerer andar com as próprias pernas.Os Rússos estão nos oferecendo um pacote de tranferência de tecnologia sobre o Su 35,misseis,Subs( Amur 1850 )torpedo SChkal e sosiedade no PakFa T-50 ..o que faremos? Os iankes nos oferecem os velhos F-18 sem repasse de tecnológia e bem + caros q o Su 35 ..Temos de aprender p/ andarmos c/ nossas pernas , os sinos já estão no espaço e ja tem o seu J-10..É nós, vamos ficar nessa ?

    Armando
    Visitante
    Armando

    Tenho acompanhado por anos essa atitude crítica e comtemplativa resignada(á Léia/ filha de Labão)ao invés de uma reflexão ativa(á Raquel/ irmã de Léia) e disposição operativa para mudar o que precisa ser mudado…se é que estão entendendo.Senhores..de nada adianta ficarem discutindo a nossa política industrial e estratégica no campo militar como especialistas em sites e chats…Saiam de baixo das saias das mamães e vão á lutam..se é que podem ou entendem de alguma coisa. Agora criticarem o país e ainda permanecerem submetidos à esse complexo de inferioridade latino americana (até para indianos) não irá mudar nada. P.S. Se a espada… Read more »

    Armando
    Visitante
    Armando

    Tenho acompanhado por anos essa atitude crítica e comtemplativa resignada(á Léia/ filha de Labão)ao invés de uma reflexão ativa(á Raquel/ irmã de Léia) e disposição operativa para mudar o que precisa ser mudado…se é que estão entendendo.Senhores..de nada adianta ficarem discutindo a nossa política industrial e estratégica no campo militar como especialistas em sites e chats…Saiam de baixo das saias das mamães e vão á lutam..se é que podem ou entendem de alguma coisa. Agora criticarem o país e ainda permanecerem submetidos à esse complexo de inferioridade latino americana (até para indianos) não irá mudar nada. P.S. Se a espada… Read more »