Aliança aeroespacial Brasil-Argentina. Desta vez vai?

Aliança aeroespacial Brasil-Argentina. Desta vez vai?

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O governo argentino espera concretizar, até o fim deste ano, uma aliança estratégica entre a fabricante de aviões Área Material Córdoba (AMC) e a brasileira Embraer para a produção conjunta de equipamentos para aviação civil e militar. Será o segundo passo de uma aproximação maior entre a Embraer e Argentina, que está sendo promovida pelos governos com as empresas há um ano e meio, em negociações conduzidas pelos ministros da Defesa do Brasil, Nelson Jobin, e da Argentina, Nilda Garré.

O primeiro passo será discutido no fim de semana quando os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Cristina Kirchner se encontrarem em Brasília para a celebração do dia da Independência. A presidente argentina comunicará a Lula oficialmente a intenção de seu governo de comprar aviões Embraer para renovação da frota da Aerolíneas Argentinas, cuja reestatização foi aprovada quarta-feira pelo Congresso.

O acordo com a AMC é uma outra etapa. “Acreditamos que Córdoba possa ser um fornecedor estratégico da Embraer”, disse ao Valor Oscar Cuattromo, secretário de Planejamento do Ministério da Defesa. Segundo ele, o governo argentino acredita na possibilidade concreta de que a ex-fábrica militar de aviões se converta em um fornecedor da Embraer, começando com a fabricação de peças simples, avançando para a produção conjunta de componentes a médio prazo.

Os contatos de aproximação entre a AMC e a Embraer começaram com a troca de visitas de funcionários e técnicos às duas instalações, a de Córdoba (a 800 km de Buenos Aires) e a de São José dos Campos (200 km de São Paulo). A AMC é administrada pela americana Lockheed Martin Aircraft & Logistics Centers. Desde 1994, quando foi privatizada, se transformou em uma sociedade anônima e passou a se chamar oficialmente Lockheed Martin Aircraft Argentina S/A.

O decreto de 1994, que entregou a AMC em concessão para a Lockheed, era parte de um acordo político para reforçar os laços entre Argentina e Estados Unidos. O contrato de concessão tinha duração de 25 anos (vencimento em 2019) e dava à Lockheed o gerenciamento operacional da fábrica que inclui serviços de manutenção de aviões militares e de empresas aéreas particulares, construção de estruturas, modernização de motores e peças. Mas todos os ativos (prédios, galpões, máquinas, equipamentos e aeronaves) continuaram controlados pelo Estado.

A partir de 2006, o ex-presidente Nestor Kirchner, marido da atual presidente, começou a pressionar a empresa para retomar a produção de aviões Pampa. Como a Lockheed resistiu a retomar o projeto, em outubro de 2007, o Ministério da Defesa decidiu reformular todo o contrato de concessão. O novo contrato estabelecia um orçamento de US$ 66,4 milhões para a prestação de serviços e a fabricação de 10 estruturas do Pampa IA-63. E possuía um adendo, chamado “Contrato de Transição”, que deu prazo até 31/12/2008 para que a Lockheed decida se quer continuar ou não com a concessão. Caso não queira, deverá vender as ações da AMC para o governo. Na prática isso significou retirar a concessão da companhia antes do prazo final.

O secretário Cuattromo conta que desde 2005 o governo argentino vinha conversando com a direção da Lockheed para convencer a empresa a voltar a construir aviões para as Forças Armadas. “As negociações foram feitas com muita cordialidade.” Mas a resposta foi negativa e por isso, relata, não houve qualquer resistência dos americanos quando a ministra Nilda Garré propôs a antecipação do vencimento do contrato.

“A Lockheed veio para a Argentina como parte de um acordo político, não por uma estratégia de negócios”, disse o secretário em entrevista ao Valor na sede do Ministério. Segundo ele, dos US$ 35 bilhões anuais que a gigante americana fatura em suas operações mundiais, a AMC contribui com apenas US$ 40 milhões. Toda a operação é gerenciada por argentinos e os únicos americanos que trabalham em Córdoba são o presidente e um diretor financeiro.

A AMC está equipada para manutenção e reparo dos modelos Pulquí I, o primeiro avião de reação da América Latina e o sétimo do mundo; o Mentor B45, da Beechcraft (para treinamento de pilotos); o Pucará IA-58 (avião de ataque); o Fightinghawk A-4AR; o Hercules C-130; o holandês Fokker F-28;e o brasileiro Tucano, além do Pampa AT-63. Mas suas instalações são antigas e necessitariam investimentos em modernização.

“Nosso objetivo é recuperar as capacidades industriais de Córdoba”, afirma Cuattromo, frisando que será um processo longo, complexo e que exigirá muito dinheiro. Por isso o governo argentino está disposto a buscar associações com outras empresas, estatais e privadas. “O investimento em modernização seria feito pelo Estado argentino, mas estamos abertos a associações com outras empresas para projetos específicos”. Além da Embraer, o Ministério da Defesa está em negociações com a aeronáutica do Chile e pretende manter a flexibilidade para negociação com outros parceiros.

A expectativa, diz Cuattromo, é recuperar a fábrica nos próximos dez anos e retomar o projeto Pampa que prevê a fabricação de outras 18 aeronaves, para dobrar a frota atual da Força aérea, e a partir daí começar a produzir para exportação. Não será a primeira parceria da AMC com a Embraer. No começo dos anos 80, a brasileira tinha um acordo com as Forças Armadas da Argentina para o desenvolvimento conjunto do CBA 123, um avião de transporte de passageiros com 19 assentos e motor a hélice traseiro. Porém o acordo resultou na construção de apenas três aeronaves.

Procurada, a Embraer confirmou, por meio de uma nota, que está em negociações com o governo argentino com o “objetivo de estabelecer um plano de cooperação aeronáutico”. Segundo o comunicado, nas discussões mantidas entre Embraer e as entidades do governo argentino, “identificou-se, de uma parte, a possibilidade de vendas de aeronaves Embraer para o mercado argentino e, de outra, a capacitação da AMC de prestar serviços de manutenção e produzir peças para as aeronaves civis da Embraer”. A empresa diz que, no entanto, não há, em nenhum dos casos, compromisso firmado entre as partes. A Embraer ressaltou que a posição de hoje é a mesma anunciada no início do ano, durante contatos entre os governos do Brasil e Argentina.

Fonte: Valor Econômico

134 COMMENTS

  1. Continuo sem entender o que o governo brasileiro tem a ver com uma
    possivel alianca entre a estatal argentina e a Embraer, uma empresa
    privada. Espero que o o Lula nao esteja colocando o Brasil como um
    “fiador” nessa historia.

  2. Continuo sem entender o que o governo brasileiro tem a ver com uma
    possivel alianca entre a estatal argentina e a Embraer, uma empresa
    privada. Espero que o o Lula nao esteja colocando o Brasil como um
    “fiador” nessa historia.

  3. O governo brasileiro tá de brincadeira!!!!!Os hermanos estão totalmente “quebrados”, é só ver a força aérea deles tá só o caco,aliança aeroespacial,esse pessoal do governo são uns fanfarrões.ABRAÇOS A TODOS.

  4. O governo brasileiro tá de brincadeira!!!!!Os hermanos estão totalmente “quebrados”, é só ver a força aérea deles tá só o caco,aliança aeroespacial,esse pessoal do governo são uns fanfarrões.ABRAÇOS A TODOS.

  5. Uma associação com a Argentina seria o cúmulo da irresponsabilidade por parte da Embraer. A Embraer é uma empresa privada, cujas ações são negociadas em bolsa de valores e que tem que prestar contas aos seus acionistas.

    Infelizmente a Argentina ainda é um país instável politicamente, que não respeita contratos e não honra seus compromissos tanto técnico quanto financeiros.

    Creio que o fiasco do projeto CBA-123 deve estar na memória daqueles que viveram aqueles tempos.

    Não faz o menor sentido este tipo de associação.

    Leo

  6. Uma associação com a Argentina seria o cúmulo da irresponsabilidade por parte da Embraer. A Embraer é uma empresa privada, cujas ações são negociadas em bolsa de valores e que tem que prestar contas aos seus acionistas.

    Infelizmente a Argentina ainda é um país instável politicamente, que não respeita contratos e não honra seus compromissos tanto técnico quanto financeiros.

    Creio que o fiasco do projeto CBA-123 deve estar na memória daqueles que viveram aqueles tempos.

    Não faz o menor sentido este tipo de associação.

    Leo

  7. Pois e’ Leo, por isso que eu estou preocupado com o envolvimento do governo brasileiro nessa historia. Sera que o Lula esta colocando a Uniao como “garantidor” caso a Argentina de um cano na Embraer? Porque acho que improvavel que a Embraer coloque dinheiro dela na Argentina de hoje. Isso provocaria uma revolda dos acionistas.

  8. Pois e’ Leo, por isso que eu estou preocupado com o envolvimento do governo brasileiro nessa historia. Sera que o Lula esta colocando a Uniao como “garantidor” caso a Argentina de um cano na Embraer? Porque acho que improvavel que a Embraer coloque dinheiro dela na Argentina de hoje. Isso provocaria uma revolda dos acionistas.

  9. Amigo Mauro,

    muito boa a troca proposta. Seria ainda melhor se o Calipso fosse e a Mercedes Sosa perdesse o avião e ficasse por lá. Rs
    Mas pelo amor de Deus, PAMPA, não. O chile está substituindo os dele (chamado por lá de Toqui) por Super Tucano, se não estou enganado e falando besteira. Rs..
    Penso que uma parceria seria viável se fosse como é com a ENAER do Chile, que produz peças para os jatos civis da EMBRAER. Aí, concordo contigo em número, gênero e grau. Pra variar, né? Rs.
    Está ocorrendo parceria tb para desenvolver modelos de “Jipes”.

    Caro Camberiu,

    essas negociações de grande porte sempre têm influência na balança comercial do país. Tem tb a questão tributária, os incentivos fiscais de todo gênero. Daí, muitas vezes serem tratadas por meio de uma delegação envolvendo o Governo.

    Um abraço.

  10. Amigo Mauro,

    muito boa a troca proposta. Seria ainda melhor se o Calipso fosse e a Mercedes Sosa perdesse o avião e ficasse por lá. Rs
    Mas pelo amor de Deus, PAMPA, não. O chile está substituindo os dele (chamado por lá de Toqui) por Super Tucano, se não estou enganado e falando besteira. Rs..
    Penso que uma parceria seria viável se fosse como é com a ENAER do Chile, que produz peças para os jatos civis da EMBRAER. Aí, concordo contigo em número, gênero e grau. Pra variar, né? Rs.
    Está ocorrendo parceria tb para desenvolver modelos de “Jipes”.

    Caro Camberiu,

    essas negociações de grande porte sempre têm influência na balança comercial do país. Tem tb a questão tributária, os incentivos fiscais de todo gênero. Daí, muitas vezes serem tratadas por meio de uma delegação envolvendo o Governo.

    Um abraço.

  11. Walderson,

    Quando a Toyota, Audi, Volks, IBM, Samsung, Rhodia e Scania instalaram fabricas no pais, nao creio que qualquer delegacao politica dos seus paises de origem estavam envolvidas. E’ compreensivel que quando se fala de estatais como a Eurocopter, os politicos dos paises de origem estejam envolvidos. Mas nos estamos falando ai de paises do Mercosul e associacao de empresas. Quando a AmBev se instalou na Argentina (que tambem envolve questoes tributarias, fiscais, etc…), nao foi preciso nenhuma delegacao politica de alto escalao se envolver. Alem disso, quem esta lidando com isso nao e’ uma “delegacao” de medio escalao do governo. Estamos falando do presidente de Republica e o seu ministro mais forte. Porque isso? Desculpe, mas questoes tributarias e de balanca comerical nao me parecem justificar o envolvimento DIRETO do 1o escalao do governo.

  12. Walderson,

    Quando a Toyota, Audi, Volks, IBM, Samsung, Rhodia e Scania instalaram fabricas no pais, nao creio que qualquer delegacao politica dos seus paises de origem estavam envolvidas. E’ compreensivel que quando se fala de estatais como a Eurocopter, os politicos dos paises de origem estejam envolvidos. Mas nos estamos falando ai de paises do Mercosul e associacao de empresas. Quando a AmBev se instalou na Argentina (que tambem envolve questoes tributarias, fiscais, etc…), nao foi preciso nenhuma delegacao politica de alto escalao se envolver. Alem disso, quem esta lidando com isso nao e’ uma “delegacao” de medio escalao do governo. Estamos falando do presidente de Republica e o seu ministro mais forte. Porque isso? Desculpe, mas questoes tributarias e de balanca comerical nao me parecem justificar o envolvimento DIRETO do 1o escalao do governo.

  13. “Creio que esteja havendo um certo exagero….se os hermanos estão realmente quebrados e verificamos isso olhando a Força aérea Argentina em que estado se encontra, não seria justamente isso uma oportunidade excelente de negócios?”

    Mauro,

    Pode ate ser uma OTIMA oportunidade. Mas quem tem que decidir se e’ uma grande oportunidade ou nao e’ a EMBRAER. Como contribuinte, nao creio que eu (ou os meus empregados dirigentes do estado) tem nada a ver com isso. Se a EMBRAER e a estatal argentina chegarem a um acordo considerado benefico para ambos, otimo, mas nao acho que os meus empregados (o pessoal do auto escalao do governo) deveriam estar gastando o extremamente caro (pro meu bolso) tempo deles envolvidos nisso.

  14. “Creio que esteja havendo um certo exagero….se os hermanos estão realmente quebrados e verificamos isso olhando a Força aérea Argentina em que estado se encontra, não seria justamente isso uma oportunidade excelente de negócios?”

    Mauro,

    Pode ate ser uma OTIMA oportunidade. Mas quem tem que decidir se e’ uma grande oportunidade ou nao e’ a EMBRAER. Como contribuinte, nao creio que eu (ou os meus empregados dirigentes do estado) tem nada a ver com isso. Se a EMBRAER e a estatal argentina chegarem a um acordo considerado benefico para ambos, otimo, mas nao acho que os meus empregados (o pessoal do auto escalao do governo) deveriam estar gastando o extremamente caro (pro meu bolso) tempo deles envolvidos nisso.

  15. Quando estive em viajem pela Argentina, me surpreendeu eles não nos consideram rivais, ou inimigos, eles não gostam dos chilenos isso ouvi de um oficial Argentino em Uspallata, onde eu estava acampando e sobre a guerra das malvinas eles se lembram bem dos Bandeirulas, que receberam durante a guerra…

    Ah e tem uns colegas, que tem que aprender sobre interpretação de texto. O acordo é sobre produzir peças em cordoba!

  16. Quando estive em viajem pela Argentina, me surpreendeu eles não nos consideram rivais, ou inimigos, eles não gostam dos chilenos isso ouvi de um oficial Argentino em Uspallata, onde eu estava acampando e sobre a guerra das malvinas eles se lembram bem dos Bandeirulas, que receberam durante a guerra…

    Ah e tem uns colegas, que tem que aprender sobre interpretação de texto. O acordo é sobre produzir peças em cordoba!

  17. Mauro,

    o que os hermanos poderiam nos oferecer em material belico ?
    alem dos alfajores a das hermanas, nao ha mais nada…

  18. Mauro,

    o que os hermanos poderiam nos oferecer em material belico ?
    alem dos alfajores a das hermanas, nao ha mais nada…

  19. Pensei que, com esse acordo, diminuiria a dependência de peças e componentes dos EUA para os aviões da EMBRAER, mas parece que nada muda, o controle continua com titio San.

    Prefiro um acordo ( limitado ) na área nuclear pois eles avançaram na miniaturização de reatores nucleares para uso civil e precisamos obter essa tecnologia ( sem passar a nossa é claro ).

    Ficaria mais tranqüilo se só a EMBRAER se meter nessa pois é uma empresa privada e deve saber o que faz, espero que o nosso governo não seja avalista de nada.
    SDS

  20. Pensei que, com esse acordo, diminuiria a dependência de peças e componentes dos EUA para os aviões da EMBRAER, mas parece que nada muda, o controle continua com titio San.

    Prefiro um acordo ( limitado ) na área nuclear pois eles avançaram na miniaturização de reatores nucleares para uso civil e precisamos obter essa tecnologia ( sem passar a nossa é claro ).

    Ficaria mais tranqüilo se só a EMBRAER se meter nessa pois é uma empresa privada e deve saber o que faz, espero que o nosso governo não seja avalista de nada.
    SDS

  21. Salve Camberiu,

    O meu receio é também o seu. Pouco foi divulgado até o momento. Mas já deu pare percerber os riscos envolvido em qualquer operação com Argentina.

    Há pouco tempo foi confirmado que o governo argentino havia comprado 2 Lineage para transporte presidencial. Esta semana já saiu uma notícia dizendo que esta compra foi cancelada e o dinheiro seria empregado na construção de dois hospitais.

    Infelizmente o nível de seriedade dos nossos irmãos argentinos consegue ser bem pior que o nosso. É uma questão de conjuntura política que espero eles consigam superar.

    Acho difícil a Embraer entrar numa canoa furada como esta. Mas acho bastante possível que o governo brasileiro entre como fiador ou financiador (BNDES) de compras feitas pela Aerolineas Argentinas (AA).

    A Argentina não tem mais acesso aos sistemas de créditos internacionais devido aos problemas da moratória. Não sei como eles pretendem viabilizar a AA sem comprar novos aviões. Por outro lado, a AA precisa de aviões grandes, para longo curso, não creio que os tenham um mercado significativo na Argentina.

    Portanto, toda esta história está muito nebulosa. Me parece que o governo anda trocando os pés pelas mãos. Quer fazer algo, mas não sabe exatamente o quê.

    Leo

  22. Salve Camberiu,

    O meu receio é também o seu. Pouco foi divulgado até o momento. Mas já deu pare percerber os riscos envolvido em qualquer operação com Argentina.

    Há pouco tempo foi confirmado que o governo argentino havia comprado 2 Lineage para transporte presidencial. Esta semana já saiu uma notícia dizendo que esta compra foi cancelada e o dinheiro seria empregado na construção de dois hospitais.

    Infelizmente o nível de seriedade dos nossos irmãos argentinos consegue ser bem pior que o nosso. É uma questão de conjuntura política que espero eles consigam superar.

    Acho difícil a Embraer entrar numa canoa furada como esta. Mas acho bastante possível que o governo brasileiro entre como fiador ou financiador (BNDES) de compras feitas pela Aerolineas Argentinas (AA).

    A Argentina não tem mais acesso aos sistemas de créditos internacionais devido aos problemas da moratória. Não sei como eles pretendem viabilizar a AA sem comprar novos aviões. Por outro lado, a AA precisa de aviões grandes, para longo curso, não creio que os tenham um mercado significativo na Argentina.

    Portanto, toda esta história está muito nebulosa. Me parece que o governo anda trocando os pés pelas mãos. Quer fazer algo, mas não sabe exatamente o quê.

    Leo

  23. Salve Camberiu,

    O meu receio é também o seu. Pouco foi divulgado até o momento. Mas já deu pare percerber os riscos envolvido em qualquer operação com Argentina.

    Há pouco tempo foi confirmado que o governo argentino havia comprado 2 Lineage para transporte presidencial. Esta semana já saiu uma notícia dizendo que esta compra foi cancelada e o dinheiro seria empregado na construção de dois hospitais.

    Infelizmente o nível de seriedade dos nossos irmãos argentinos consegue ser bem pior que o nosso. É uma questão de conjuntura política que espero eles consigam superar.

    Acho difícil a Embraer entrar numa canoa furada como esta. Mas acho bastante possível que o governo brasileiro entre como fiador ou financiador (BNDES) de compras feitas pela Aerolineas Argentinas (AA).

    A Argentina não tem mais acesso aos sistemas de créditos internacionais devido aos problemas da moratória. Não sei como eles pretendem viabilizar a AA sem comprar novos aviões. Por outro lado, a AA precisa de aviões grandes, para longo curso, não creio que os tenham um mercado significativo na Argentina.

    Portanto, toda esta história está muito nebulosa. Me parece que o governo anda trocando os pés pelas mãos. Quer fazer algo, mas não sabe exatamente o quê.

    Leo

  24. Salve Camberiu,

    O meu receio é também o seu. Pouco foi divulgado até o momento. Mas já deu pare percerber os riscos envolvido em qualquer operação com Argentina.

    Há pouco tempo foi confirmado que o governo argentino havia comprado 2 Lineage para transporte presidencial. Esta semana já saiu uma notícia dizendo que esta compra foi cancelada e o dinheiro seria empregado na construção de dois hospitais.

    Infelizmente o nível de seriedade dos nossos irmãos argentinos consegue ser bem pior que o nosso. É uma questão de conjuntura política que espero eles consigam superar.

    Acho difícil a Embraer entrar numa canoa furada como esta. Mas acho bastante possível que o governo brasileiro entre como fiador ou financiador (BNDES) de compras feitas pela Aerolineas Argentinas (AA).

    A Argentina não tem mais acesso aos sistemas de créditos internacionais devido aos problemas da moratória. Não sei como eles pretendem viabilizar a AA sem comprar novos aviões. Por outro lado, a AA precisa de aviões grandes, para longo curso, não creio que os tenham um mercado significativo na Argentina.

    Portanto, toda esta história está muito nebulosa. Me parece que o governo anda trocando os pés pelas mãos. Quer fazer algo, mas não sabe exatamente o quê.

    Leo

  25. mas nos ja detemos a tec de “mini-reatores”… nao e o mesmo que esta sendo montado em Ipero ??? que eu saiba esse reator so nao foi montado aindo por falta de vera, a tec ja possuimos…
    esse reator sera usado no nosso sub…
    ou estou enganado ?!?!?!?!?!?!?!

  26. mas nos ja detemos a tec de “mini-reatores”… nao e o mesmo que esta sendo montado em Ipero ??? que eu saiba esse reator so nao foi montado aindo por falta de vera, a tec ja possuimos…
    esse reator sera usado no nosso sub…
    ou estou enganado ?!?!?!?!?!?!?!

  27. Aiiiiii! Meu bolso!!!

    Isso aí será mais uma doação do suado dinheirinho dos impostos cobrados do contribuinte brasileiro, para o governo fazer demagogia bolivariana com esse país claudicante e sem rumo chamado Argentina… essa “aliança” dará errado, os argentinos vão se locupletar e deixar o prejuízo para os brasileiros… como sempre fazem!

  28. Aiiiiii! Meu bolso!!!

    Isso aí será mais uma doação do suado dinheirinho dos impostos cobrados do contribuinte brasileiro, para o governo fazer demagogia bolivariana com esse país claudicante e sem rumo chamado Argentina… essa “aliança” dará errado, os argentinos vão se locupletar e deixar o prejuízo para os brasileiros… como sempre fazem!

  29. Pablo, podem me corrigir se estiver errado, mas o nosso protótipo de reator miniaturizado só fica pronto lá pra 2020, los hermanos parece que já vão na quarta geração de reatores pequenos e já exportaram para outros países.

    mais informações em INVAP ou CAREM no google.

    SDS

  30. Pablo, podem me corrigir se estiver errado, mas o nosso protótipo de reator miniaturizado só fica pronto lá pra 2020, los hermanos parece que já vão na quarta geração de reatores pequenos e já exportaram para outros países.

    mais informações em INVAP ou CAREM no google.

    SDS

  31. Mauro,

    No hipotetico cenario de “alianca para desenvolver armas” que voce colocou aqui, eu fico com a impressao de que o papel de avalista cairia so para a Uniao, e a Argentina entraria com o “entusiasmo”. Se esse fosse o caso, tal alianca hipotetica ainda contaria com o seu apoio?

  32. Mauro,

    No hipotetico cenario de “alianca para desenvolver armas” que voce colocou aqui, eu fico com a impressao de que o papel de avalista cairia so para a Uniao, e a Argentina entraria com o “entusiasmo”. Se esse fosse o caso, tal alianca hipotetica ainda contaria com o seu apoio?

  33. Acho que o pessoal quer mesmo é complicar. Onde o texto fala em política? Onde se falou em governo brasileiro? Quem sabe a Embraer, uma empresa privada, vai lá na Argentina fazer caridade? Ora, ela vai lá só se valer a pena e digo mais: para ser um bom negócio tem que ser bom para os dois.

  34. Acho que o pessoal quer mesmo é complicar. Onde o texto fala em política? Onde se falou em governo brasileiro? Quem sabe a Embraer, uma empresa privada, vai lá na Argentina fazer caridade? Ora, ela vai lá só se valer a pena e digo mais: para ser um bom negócio tem que ser bom para os dois.

  35. GustavoB,

    Onde o texto fala de politica ou falou de governo Brasileiro? Vejamos….vamos procurar no texto novamente….Ah, aqui esta’, achei!

    “Será o segundo passo de uma aproximação maior entre a Embraer e Argentina, que está sendo promovida pelos governos com as empresas há um ano e meio, em negociações conduzidas pelos ministros da Defesa do Brasil, Nelson Jobin, e da Argentina, Nilda Garré.”

    Respondida a sua perguta?

  36. GustavoB,

    Onde o texto fala de politica ou falou de governo Brasileiro? Vejamos….vamos procurar no texto novamente….Ah, aqui esta’, achei!

    “Será o segundo passo de uma aproximação maior entre a Embraer e Argentina, que está sendo promovida pelos governos com as empresas há um ano e meio, em negociações conduzidas pelos ministros da Defesa do Brasil, Nelson Jobin, e da Argentina, Nilda Garré.”

    Respondida a sua perguta?

  37. Os argentinos tem um programa nuclear bastante consistente. Especialmente em relação ao desenvolvimento de reatores nucleares de PESQUISA, os quais já foram expertados para vários países.

    O nós precisamos é de um reator naval de potência. O Carem, por enquanto, é apenas um projeto de um conceito novo – aparentemente muito interessante – de reator. Nunca foi produzido e testado. Tampouco foi projetado para ser um reator naval.

    Neste aspecto o Brasil se encontra na dianteira, já estudou e fabricou praticamente todos os componentes do Labgene. Falta “apenas” montá-los e ver como a planta propulsora funciona.

    Muito provavelmente num prazo de até 5 anos isto seria bastante possível. Depois disso teríamos que inciar a produção do protótipo para o submarino nuclear propriamente dito.

    Leo

  38. Os argentinos tem um programa nuclear bastante consistente. Especialmente em relação ao desenvolvimento de reatores nucleares de PESQUISA, os quais já foram expertados para vários países.

    O nós precisamos é de um reator naval de potência. O Carem, por enquanto, é apenas um projeto de um conceito novo – aparentemente muito interessante – de reator. Nunca foi produzido e testado. Tampouco foi projetado para ser um reator naval.

    Neste aspecto o Brasil se encontra na dianteira, já estudou e fabricou praticamente todos os componentes do Labgene. Falta “apenas” montá-los e ver como a planta propulsora funciona.

    Muito provavelmente num prazo de até 5 anos isto seria bastante possível. Depois disso teríamos que inciar a produção do protótipo para o submarino nuclear propriamente dito.

    Leo

  39. Tens razão Leo, a experiência argentina é voltada apenas para produção de energia, o nosso desenvolvimento é diretamente voltado para o uso no sub nuclear, só o prazo de 5 anos me parece muito curto, pelo menos segundo o almirante Moura Neto, que afirmou o seguinte :
    “O almirante Moura Neto disse ainda que desde o ano passado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu a continuidade do projeto nuclear da Marinha, que tem como meta a construção de um submarino de propulsão nuclear. Segundo ele, o projeto está na fase de desenvolvimento do protótipo de reator. As previsões oficiais indicam que até 2020 a Marinha deverá testar esse protótipo em um submarino”. TRIBUNA DA IMPRENSA 28/08/2008.

    Mas voltando ao tópico, acho poucos motivos de preocupação nesse envolvimento com a empresa argentina, principalmente depois dessa citação no post “Acreditamos que Córdoba possa ser um fornecedor estratégico da Embraer”, se for só isso não vejo tantos problemas assim.

    SDS

  40. Tens razão Leo, a experiência argentina é voltada apenas para produção de energia, o nosso desenvolvimento é diretamente voltado para o uso no sub nuclear, só o prazo de 5 anos me parece muito curto, pelo menos segundo o almirante Moura Neto, que afirmou o seguinte :
    “O almirante Moura Neto disse ainda que desde o ano passado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva garantiu a continuidade do projeto nuclear da Marinha, que tem como meta a construção de um submarino de propulsão nuclear. Segundo ele, o projeto está na fase de desenvolvimento do protótipo de reator. As previsões oficiais indicam que até 2020 a Marinha deverá testar esse protótipo em um submarino”. TRIBUNA DA IMPRENSA 28/08/2008.

    Mas voltando ao tópico, acho poucos motivos de preocupação nesse envolvimento com a empresa argentina, principalmente depois dessa citação no post “Acreditamos que Córdoba possa ser um fornecedor estratégico da Embraer”, se for só isso não vejo tantos problemas assim.

    SDS

  41. Srs…
    Qual acordo comercial com os Argentinos deu certo ??? Olhem o próprio Mercosul, vai aos trancos e barrancos e o Sapo barbudo sempre cedendo aos caprichos do lado de lá…. eles aumentam o preço do trigo mas nós não podemos aumentar o preço das auto peças, eletrodomésticos e calçados nacionais que do lado de lá são adorados pela batalhadora gente de lá…. Não tenho nada contra o povo argentino, mas as rápidas mudanças de humor, geralmente pendendo á favor deles é de doer …..

  42. Srs…
    Qual acordo comercial com os Argentinos deu certo ??? Olhem o próprio Mercosul, vai aos trancos e barrancos e o Sapo barbudo sempre cedendo aos caprichos do lado de lá…. eles aumentam o preço do trigo mas nós não podemos aumentar o preço das auto peças, eletrodomésticos e calçados nacionais que do lado de lá são adorados pela batalhadora gente de lá…. Não tenho nada contra o povo argentino, mas as rápidas mudanças de humor, geralmente pendendo á favor deles é de doer …..

  43. LeoPaiva,

    Se for so’ isso, nao me preocuparia tambem. O que me da receio nessa historia e’ o fato do primeiro escalao do governo brasileiro estar envolvido nas nagociacoes. Novamente, se a ideia e’ so fazer a fabrica de Cordoba ser fornecedora da Embraer, apra que envolvimento do Lula ou do Jobim. Me parece um processo muito simples:

    Entendimentos entre a Embraer e a estatal argentina sao feitos. Contratos sao assinados. Da-se entratada da papelada na Receita Federal para a importacao das pecas argentinas e pronto.

    Porque e’ que o APICE do governo federal tem que estar diretamente envolvido em qualquer aspecto dessa relacao simples e direta entre fornecedor e fabricante?

  44. LeoPaiva,

    Se for so’ isso, nao me preocuparia tambem. O que me da receio nessa historia e’ o fato do primeiro escalao do governo brasileiro estar envolvido nas nagociacoes. Novamente, se a ideia e’ so fazer a fabrica de Cordoba ser fornecedora da Embraer, apra que envolvimento do Lula ou do Jobim. Me parece um processo muito simples:

    Entendimentos entre a Embraer e a estatal argentina sao feitos. Contratos sao assinados. Da-se entratada da papelada na Receita Federal para a importacao das pecas argentinas e pronto.

    Porque e’ que o APICE do governo federal tem que estar diretamente envolvido em qualquer aspecto dessa relacao simples e direta entre fornecedor e fabricante?

  45. Camberiu, da mesma forma que os EUA induzem as vendas da sua indústria em todas as regiões de seu interesse, o Brasil também pode. Ou não?
    O papel do Estado é esse mesmo, apoiar a indústria nacional e a de outras nações, quando for de interesse do país.
    Você sabe por que o Brasil não conseguiu vender o Osório na concorrência contra o Abrams para a Arábia Saudita? Porque houve a mão pesada do Governo dos EUA no negócio…

  46. Camberiu, da mesma forma que os EUA induzem as vendas da sua indústria em todas as regiões de seu interesse, o Brasil também pode. Ou não?
    O papel do Estado é esse mesmo, apoiar a indústria nacional e a de outras nações, quando for de interesse do país.
    Você sabe por que o Brasil não conseguiu vender o Osório na concorrência contra o Abrams para a Arábia Saudita? Porque houve a mão pesada do Governo dos EUA no negócio…

  47. Galante,

    Nem tudo que os EUA fazem e’ bom, inteligente ou ate mesmo etico. Sim, o governo dos EUA frequentemente interveem para beneficiar a sua industria belica deles. Agora mesmo, o governo dos EUA comtemplam usar o dinheiro do contribuinte americano para financiar 36 cacas F-16 para o Iraque. Com certesa isso e’ muito bom para a Lockheed Martin, muito bom para alguns politicos americanos que vao receber comissao, bom para o Iraque, mas sera bom para o contribuinte Americano?
    No caso da EMBRAER na Argentina, o pais nao vai sequer vendar nada, estamos falando de ter Cordoba como fornecedora da Embraer? Novamente fica a minha pergutna, qual a razao do envolvimento do governo nisso? Tudo bem, se fosse so a venda de avioes da Embraer para a AA eu entenderia (nas jusficaria, mas entenderia). Agora, ter Cordoba como fornecedora de pecas a Embraer, qual o papel do governo federal nessa historia? Mais importante, qual o interesse do contribuinte brasileiro nessa historia?

  48. Galante,

    Nem tudo que os EUA fazem e’ bom, inteligente ou ate mesmo etico. Sim, o governo dos EUA frequentemente interveem para beneficiar a sua industria belica deles. Agora mesmo, o governo dos EUA comtemplam usar o dinheiro do contribuinte americano para financiar 36 cacas F-16 para o Iraque. Com certesa isso e’ muito bom para a Lockheed Martin, muito bom para alguns politicos americanos que vao receber comissao, bom para o Iraque, mas sera bom para o contribuinte Americano?
    No caso da EMBRAER na Argentina, o pais nao vai sequer vendar nada, estamos falando de ter Cordoba como fornecedora da Embraer? Novamente fica a minha pergutna, qual a razao do envolvimento do governo nisso? Tudo bem, se fosse so a venda de avioes da Embraer para a AA eu entenderia (nas jusficaria, mas entenderia). Agora, ter Cordoba como fornecedora de pecas a Embraer, qual o papel do governo federal nessa historia? Mais importante, qual o interesse do contribuinte brasileiro nessa historia?

  49. Senhores,

    Vejo a iniciativa com bons olhos, tenho esperança que dê certo e que seja só um início.

    A integração dos países da América do Sul é na política externa brasileira um dos maiores desafios, e para longo prazo.

    O Brasil tem um peso muito grande nas relações internacionais e esse peso aumenta a cada dia.

    O fato de nós termos uma boa relação com a Argentina, o fato de nós trabalharmos de maneira integrada com a América do Sul, fortalece ainda mais essa posição no cenário internacional.

    Hoje, o desenvolvimento de todos e de cada um dos países no mundo depende do crescimento de seus vizinhos.

    A integração, nesse contexto, constitui alternativa consciente para enfrentar os desafios impostos e, ao mesmo tempo, aproveitar as oportunidades que se oferecem.

    Houve um robusto crescimento das exportações brasileiras para nossos vizinhos, a América do Sul sozinha já é, para o Brasil, um grande mercado.

    O caso da Argentina é emblemático. Trata-se de um dos maiores parceiros comercial do Brasil, contudo, a política comercial é apenas uma das dimensões da política externa.

    Não se exclui que, no processo de consolidação dessas parcerias, eventuais divergências entre seus membros possam aflorar, é inevitáveis quando se trilha caminho inexplorado.

    O futuro que desejamos para o Brasil não poderá ser construído pela defesa inflexível de posições individuais, nem tão pouco, reunindo em nossas fronteiras vizinhos descontentes, desprovidos de meios e sentindo-se ameaçado pelo gigante tão próximo.

    O estabelecimento gradual da percepção de que a América do Sul integrada produzirá igualmente benefícios para países grandes e pequenos, naturalmente, terá como maior beneficiário o Brasil, se for ele, Brasil, o condutor desta politica de desenvolvimento regional e integração.

    Circunstâncias históricas muito específicas mantiveram, durante séculos, os países sul-americanos relativamente afastados uns dos outros.

    Se pretendemos desempenhar um papel relevante entre as nações e, principalmente, se desejamos criar condições para um desenvolvimento pleno do Brasil, as circunstâncias atuais exigem a construção de um futuro compartilhado.

  50. Senhores,

    Vejo a iniciativa com bons olhos, tenho esperança que dê certo e que seja só um início.

    A integração dos países da América do Sul é na política externa brasileira um dos maiores desafios, e para longo prazo.

    O Brasil tem um peso muito grande nas relações internacionais e esse peso aumenta a cada dia.

    O fato de nós termos uma boa relação com a Argentina, o fato de nós trabalharmos de maneira integrada com a América do Sul, fortalece ainda mais essa posição no cenário internacional.

    Hoje, o desenvolvimento de todos e de cada um dos países no mundo depende do crescimento de seus vizinhos.

    A integração, nesse contexto, constitui alternativa consciente para enfrentar os desafios impostos e, ao mesmo tempo, aproveitar as oportunidades que se oferecem.

    Houve um robusto crescimento das exportações brasileiras para nossos vizinhos, a América do Sul sozinha já é, para o Brasil, um grande mercado.

    O caso da Argentina é emblemático. Trata-se de um dos maiores parceiros comercial do Brasil, contudo, a política comercial é apenas uma das dimensões da política externa.

    Não se exclui que, no processo de consolidação dessas parcerias, eventuais divergências entre seus membros possam aflorar, é inevitáveis quando se trilha caminho inexplorado.

    O futuro que desejamos para o Brasil não poderá ser construído pela defesa inflexível de posições individuais, nem tão pouco, reunindo em nossas fronteiras vizinhos descontentes, desprovidos de meios e sentindo-se ameaçado pelo gigante tão próximo.

    O estabelecimento gradual da percepção de que a América do Sul integrada produzirá igualmente benefícios para países grandes e pequenos, naturalmente, terá como maior beneficiário o Brasil, se for ele, Brasil, o condutor desta politica de desenvolvimento regional e integração.

    Circunstâncias históricas muito específicas mantiveram, durante séculos, os países sul-americanos relativamente afastados uns dos outros.

    Se pretendemos desempenhar um papel relevante entre as nações e, principalmente, se desejamos criar condições para um desenvolvimento pleno do Brasil, as circunstâncias atuais exigem a construção de um futuro compartilhado.

  51. A Marinha do Brasil mandou as turbinas dos A4, para revisão na Argentina. Além de não entregarem no prazo (com MUITO atraso), receberam adiantado (e nem sei se o valor foi devolvido), quando a primeira turbina foi devolvida, ela NÂO ESTAVA FUNCIONANDO! A Marinha teve que mandar a turbina para revisão em outro país.
    Compramos a uns anos atrás aviões leves para a formação de pilotos privados em aeroclubes. Os aviões são uma porcaria! E o governo comprou em detrimento de aviões fabricados aqui e de MUITO melhor qualidade.
    Sei lá. É como todo mundo aqui está dizendo, será que uma aliança comercial com uma estatal argentina vai dar certo? E quem vai pagar a conta? O Lula tá querendo fazer bonito? Melhor investir em outras empresas nacionais.

  52. A Marinha do Brasil mandou as turbinas dos A4, para revisão na Argentina. Além de não entregarem no prazo (com MUITO atraso), receberam adiantado (e nem sei se o valor foi devolvido), quando a primeira turbina foi devolvida, ela NÂO ESTAVA FUNCIONANDO! A Marinha teve que mandar a turbina para revisão em outro país.
    Compramos a uns anos atrás aviões leves para a formação de pilotos privados em aeroclubes. Os aviões são uma porcaria! E o governo comprou em detrimento de aviões fabricados aqui e de MUITO melhor qualidade.
    Sei lá. É como todo mundo aqui está dizendo, será que uma aliança comercial com uma estatal argentina vai dar certo? E quem vai pagar a conta? O Lula tá querendo fazer bonito? Melhor investir em outras empresas nacionais.

  53. Certo dia, ouvi na rádio CBN, um economista argentino fazendo o seguinte comentário.

    “Quando um cidadão argentino acorda, é muito provável que ele vá tomar banho em uma ducha de fabricação brasileira. Ao se enxugar, muito provável que a toalha, seja brasileira. Ao se trocar, muito provável que o seu calçado seja de fabricação brasileira. Ai ir para o serviço, muito provável que o carro e se possível o combustível do carro sejam brasileiros. Caso saia do serviço e resolva ir tomar cerveja com os amigos, é muito provável que a cerveja, também seja brasileira…..”.

    Bom. Muito em breve, ao que parece, veremos argentinos sobrevoando a argentina de uma extremidade à outra, em aviões que muito provavelmente serão também, BRASILEIROS.

    Para finalizar, lembro-me de que o economista ainda disse: “A América Latina precisa entender que não da para crescer sem que o mais forte cresça. Os menos fortes, precisam do crescimento de seu maior membro. O Brasil.”

    Pessoal. Acredito que essa parceria encaminha na ordem natural das coisas. Estamos presentes em toda a América Latina, e a cada ano que se passa, nossa influencia no continente aumenta. Não precisamos fazer isso da mesma forma que Chavéz, que quer más não tem o carisma que nós temos. Estamos fazendo isso por ser uma ordem de naturalidade, onde o mais forte, e o maior que se projeta como lider, tem a fazer para trazer consigo todos os outros.

    Como mais uma vez disse em suas palavras o amigo Mauro, não vejo a Argentina falida. Pelo contrário. Estão buscando parcerias para que o país não deixe de crescer, uma vez que os indíces de crescimento economico por lá tem sido maiores do que os do Brasil nos último anos. Inclusive anunciaram recentemente que vão quitar parte de sua divida externa com o clube de Paris. Se estivessem quebrando, não estariam na condição de pagar, mas sim pedir dinheiro emprestado.

    Sou a favor de uma aliança com “los Hermanos”, não somente da Argentina, más sim do Chile, Colombia, Equador, Peru e toda a América LAtina.

    Não quero que pensem que estou sendo “Pretencionista”. Muito pelo contrario. Estou sendo muito positivo em dizer que sem o Brasil, a América Latina não tem como crescer, e o Brasil sem a América Latina, também não cresce.

    Abraços a todos.

  54. Certo dia, ouvi na rádio CBN, um economista argentino fazendo o seguinte comentário.

    “Quando um cidadão argentino acorda, é muito provável que ele vá tomar banho em uma ducha de fabricação brasileira. Ao se enxugar, muito provável que a toalha, seja brasileira. Ao se trocar, muito provável que o seu calçado seja de fabricação brasileira. Ai ir para o serviço, muito provável que o carro e se possível o combustível do carro sejam brasileiros. Caso saia do serviço e resolva ir tomar cerveja com os amigos, é muito provável que a cerveja, também seja brasileira…..”.

    Bom. Muito em breve, ao que parece, veremos argentinos sobrevoando a argentina de uma extremidade à outra, em aviões que muito provavelmente serão também, BRASILEIROS.

    Para finalizar, lembro-me de que o economista ainda disse: “A América Latina precisa entender que não da para crescer sem que o mais forte cresça. Os menos fortes, precisam do crescimento de seu maior membro. O Brasil.”

    Pessoal. Acredito que essa parceria encaminha na ordem natural das coisas. Estamos presentes em toda a América Latina, e a cada ano que se passa, nossa influencia no continente aumenta. Não precisamos fazer isso da mesma forma que Chavéz, que quer más não tem o carisma que nós temos. Estamos fazendo isso por ser uma ordem de naturalidade, onde o mais forte, e o maior que se projeta como lider, tem a fazer para trazer consigo todos os outros.

    Como mais uma vez disse em suas palavras o amigo Mauro, não vejo a Argentina falida. Pelo contrário. Estão buscando parcerias para que o país não deixe de crescer, uma vez que os indíces de crescimento economico por lá tem sido maiores do que os do Brasil nos último anos. Inclusive anunciaram recentemente que vão quitar parte de sua divida externa com o clube de Paris. Se estivessem quebrando, não estariam na condição de pagar, mas sim pedir dinheiro emprestado.

    Sou a favor de uma aliança com “los Hermanos”, não somente da Argentina, más sim do Chile, Colombia, Equador, Peru e toda a América LAtina.

    Não quero que pensem que estou sendo “Pretencionista”. Muito pelo contrario. Estou sendo muito positivo em dizer que sem o Brasil, a América Latina não tem como crescer, e o Brasil sem a América Latina, também não cresce.

    Abraços a todos.

  55. Sr. André…..não quero aprender absolutamente nada com o sapo barbudo, pois ele prometeu para as famílias das pessoas (21)que morreram na torre do VLS-3 (23/08/2003)que até o final do seu 1º mandato o programa VLS estaria 100% e que um novo foguete estaria sendo lançado em homenagem aos mortos…. isso foi em 2003….passou-se o 1º mandato ….vai passar o 2º e vc me diz que eu tenho que aprender com ele!!!! só ser for promessas que não podem ser cumpridas.

  56. Sr. André…..não quero aprender absolutamente nada com o sapo barbudo, pois ele prometeu para as famílias das pessoas (21)que morreram na torre do VLS-3 (23/08/2003)que até o final do seu 1º mandato o programa VLS estaria 100% e que um novo foguete estaria sendo lançado em homenagem aos mortos…. isso foi em 2003….passou-se o 1º mandato ….vai passar o 2º e vc me diz que eu tenho que aprender com ele!!!! só ser for promessas que não podem ser cumpridas.

  57. vamos invadir a Argentina e tomar tudo o que nos interessa…
    o unico jeito do Brasil crescer, e tomando tudo dos outros…
    e se eles reclamarem, diremos que o lula ira virar argentino, ja que ele gosta do Messi…

  58. vamos invadir a Argentina e tomar tudo o que nos interessa…
    o unico jeito do Brasil crescer, e tomando tudo dos outros…
    e se eles reclamarem, diremos que o lula ira virar argentino, ja que ele gosta do Messi…

  59. Acho está aliança muito interessante, embora eu concorde com os companheiros que manisfestaram a opinião de que a Argentina é uma país instavel políticamente.
    Mas sinceramente fazer o que, entrar para a ALBA do Chaves, ou talves a ALCA do Bush, eu acredito que Brasil e Argentina possam se tornar grandes parceiros seja comercial, político,militar,etc.
    As pessoas falam mal do MERCOSUL, mas não analisam está proposta daqui a 70,80,90,100 anos.
    Existem três caminhos a seguir, prmeiro, ou nos quebramos de porradas com os argentinos, segundo, fica como está, ambos falando mui amigo um para o outro, mas ambos segurando uma adaga, ou terceiro superamos as inimizades e criamos uma América do Sul melhor.
    E digo para vcs as argentinas são gostosas….

  60. Acho está aliança muito interessante, embora eu concorde com os companheiros que manisfestaram a opinião de que a Argentina é uma país instavel políticamente.
    Mas sinceramente fazer o que, entrar para a ALBA do Chaves, ou talves a ALCA do Bush, eu acredito que Brasil e Argentina possam se tornar grandes parceiros seja comercial, político,militar,etc.
    As pessoas falam mal do MERCOSUL, mas não analisam está proposta daqui a 70,80,90,100 anos.
    Existem três caminhos a seguir, prmeiro, ou nos quebramos de porradas com os argentinos, segundo, fica como está, ambos falando mui amigo um para o outro, mas ambos segurando uma adaga, ou terceiro superamos as inimizades e criamos uma América do Sul melhor.
    E digo para vcs as argentinas são gostosas….

  61. Concordo xará……Eu estive várias vezes lá…e confirmo: a MAÇÃ argentina é gostosa pra caramba….hahahahahahahahahaha

  62. Concordo xará……Eu estive várias vezes lá…e confirmo: a MAÇÃ argentina é gostosa pra caramba….hahahahahahahahahaha

  63. Argentina tem um déficit comercial com o Brasil, por isso que o governo cede as vezes.
    As argentinas são maravilhosas de fato.

  64. Argentina tem um déficit comercial com o Brasil, por isso que o governo cede as vezes.
    As argentinas são maravilhosas de fato.

  65. rsrs

    Não entendi, estavamos falando do mercosul, de trigo acordos comerciais ou de promessas?

    Pois se for de promessas essas realmente ele nem sempre cumpre!!

  66. rsrs

    Não entendi, estavamos falando do mercosul, de trigo acordos comerciais ou de promessas?

    Pois se for de promessas essas realmente ele nem sempre cumpre!!

  67. Como o goleiro JULIO CÉSAR,da Seleção Brasileira de Futebol, perguntou: “PORQUE LULA NÃO SE MUDA PARA ARGENTINA??”

  68. Como o goleiro JULIO CÉSAR,da Seleção Brasileira de Futebol, perguntou: “PORQUE LULA NÃO SE MUDA PARA ARGENTINA??”

  69. Galante,
    Tens razão. Temos que ter mão forte.
    Notícias de hoje, dizem que Condoleza Rice está em Portugal promovendo “a mão forte” do governo americano para que a OGMA, cujo controle é da Embraer (+ EADS e Gov. Português)para que a mesma desista de fazer a manutenção dos C-130 da Argélia, contrato de EUR 100 milhões, em favor de sua “protegida” a LM.
    Sds.

  70. Galante,
    Tens razão. Temos que ter mão forte.
    Notícias de hoje, dizem que Condoleza Rice está em Portugal promovendo “a mão forte” do governo americano para que a OGMA, cujo controle é da Embraer (+ EADS e Gov. Português)para que a mesma desista de fazer a manutenção dos C-130 da Argélia, contrato de EUR 100 milhões, em favor de sua “protegida” a LM.
    Sds.

  71. konner e RL,

    parabéns pelos comentários.

    Acho que uma maior integração com a Argentina é importante, e cabe aos governos promover isso.

  72. konner e RL,

    parabéns pelos comentários.

    Acho que uma maior integração com a Argentina é importante, e cabe aos governos promover isso.

  73. Eles são caloteiros por natureza! Pendengas históricas e rivalidades à parte, acredita em argentino quem quiser. Temos que fazer parcerias com o hemisfério norte, se for com o sul, com gente decente, como os sul-africanos, os chilenos e os indianos.

  74. Eles são caloteiros por natureza! Pendengas históricas e rivalidades à parte, acredita em argentino quem quiser. Temos que fazer parcerias com o hemisfério norte, se for com o sul, com gente decente, como os sul-africanos, os chilenos e os indianos.

  75. Concordo com os senhores,a Argentina esta de mau humor
    conosco.A balança comercial esta a nosso favor,estamos
    mantendo a relação com o mercosul,devido a importancia
    do mesmo.Acredito que possamos fazer partes dos E-jets
    por la ,do tipo que o Chile ja faz.Mais que isto somente
    com o apoio do BNDES,ja que a Embrae e privada.
    Parece que vamos fazer um afago neles,daremos a eles um financiamento do BNDES,via venda de nossos produtos.
    A situação melhora pois estamos começando a ter um excedente de
    gas,e ano que vem poderemos ceder o que eles precisam
    Como a crise por la ainda continua,todo cuidado é pouco.

  76. Concordo com os senhores,a Argentina esta de mau humor
    conosco.A balança comercial esta a nosso favor,estamos
    mantendo a relação com o mercosul,devido a importancia
    do mesmo.Acredito que possamos fazer partes dos E-jets
    por la ,do tipo que o Chile ja faz.Mais que isto somente
    com o apoio do BNDES,ja que a Embrae e privada.
    Parece que vamos fazer um afago neles,daremos a eles um financiamento do BNDES,via venda de nossos produtos.
    A situação melhora pois estamos começando a ter um excedente de
    gas,e ano que vem poderemos ceder o que eles precisam
    Como a crise por la ainda continua,todo cuidado é pouco.

  77. Perfeito Paulo Costa… Não digo que seja errado uma acordo comercial nesta áerea, mas como administrador, eu vejo que colocar dinheiro sadio em corpo doente tem um grau de risco muito alto. Imaginem a Embraer ter que desistrir do 390 por ter que sustentar financeiramente a Fabrica de Córdoba?! O contrato deve ter cláusulas muito firmes quanto á desistências e/ou instabilidades.
    Eles já desistiram do 190 Tango 1…, aprontaram com os motores dos A-4…O projeto Pampa é um ralo de recursos financeiros… É para estudar bem para não cair em armadilhas !!!!

  78. Perfeito Paulo Costa… Não digo que seja errado uma acordo comercial nesta áerea, mas como administrador, eu vejo que colocar dinheiro sadio em corpo doente tem um grau de risco muito alto. Imaginem a Embraer ter que desistrir do 390 por ter que sustentar financeiramente a Fabrica de Córdoba?! O contrato deve ter cláusulas muito firmes quanto á desistências e/ou instabilidades.
    Eles já desistiram do 190 Tango 1…, aprontaram com os motores dos A-4…O projeto Pampa é um ralo de recursos financeiros… É para estudar bem para não cair em armadilhas !!!!

  79. Mi opinion es que esta alianza o asociacion en realidad no es tal. LMAASA factura menos de 50 millones de dolares anuales mientras que Embraer factura miles de millones y es una empresa lider a nivel mundial. Argentina puede ser un socio en el campo espacial o el nuclear pero no en el aeronautico.
    Mi impresion es que podemos tomar esto como una ayuda del gobierno brasileño para ayudar a desarrollar la industria aeronautica en argentina. Quizas de aqui a 15 años (si todo sale bien) podamos estar hablando de una asociacion, pero hoy dia la comparacion entre ambas industrias aeronauticas es como comparar a un raton y un elefante.
    Saludos

  80. Mi opinion es que esta alianza o asociacion en realidad no es tal. LMAASA factura menos de 50 millones de dolares anuales mientras que Embraer factura miles de millones y es una empresa lider a nivel mundial. Argentina puede ser un socio en el campo espacial o el nuclear pero no en el aeronautico.
    Mi impresion es que podemos tomar esto como una ayuda del gobierno brasileño para ayudar a desarrollar la industria aeronautica en argentina. Quizas de aqui a 15 años (si todo sale bien) podamos estar hablando de una asociacion, pero hoy dia la comparacion entre ambas industrias aeronauticas es como comparar a un raton y un elefante.
    Saludos

  81. Salve Christian,

    Concordo com você. Creio que uma associação no campo nuclear, para o desenvolvimento de centrais energéticas padronizadas para os dois países seriam muito interessante.

    Este é um setor da indústria argentina que sempre sobreviveu incólume às mudanças políticas do país. Um exemplo a ser seguido pelo Brasil

    Saludos

    Leo

  82. Salve Christian,

    Concordo com você. Creio que uma associação no campo nuclear, para o desenvolvimento de centrais energéticas padronizadas para os dois países seriam muito interessante.

    Este é um setor da indústria argentina que sempre sobreviveu incólume às mudanças políticas do país. Um exemplo a ser seguido pelo Brasil

    Saludos

    Leo

  83. Em respeito ao amigo de web VILLADA, digo que as parcerias podem ter resultados positivos. Mas até o momento não creio que tenhamos tido qualquer resultado positivo:
    Exemplos: CBA-123, o tal veículo aerotransportavel, os motores dos A-4.

  84. Em respeito ao amigo de web VILLADA, digo que as parcerias podem ter resultados positivos. Mas até o momento não creio que tenhamos tido qualquer resultado positivo:
    Exemplos: CBA-123, o tal veículo aerotransportavel, os motores dos A-4.

  85. Dane-se a Argentina e a Venezuela! QUEM LIGA?! A Argentina (ou argentinos) nos chamam de macacos, só querem levar vantagem em tudo, não tem intenção alguma de fazer nada que não seja em beneficio próprio. Quem já fez negócios no “Mercosul” já sabe bem do que estou falando. Fazer negócios sim! Mas sem a ilusão que o governo (este e outros) tem que isso é “política”, que vamos dar as mãos (e enfiar pelos pés)e com isso vamos nos fortalecer. O argentino não está nem aí com os “macacos” do norte! Eles querem é mais nos ver fora do mapa! E aproveitam qualquer oportunidade de negócio para tirar uma casca e nos dar uma banana! Chega de ilusões! Ficam falando no “avançado” programa nuclear da Argentina e o que eles querem é a tecnologia das centrífugas (assim como americanos, franceses, ingleses, etc) e sem nos dar nada em troca. O Sapo barbudo acha que é “esperto” e vai se transformar no “grande líder” das américas e tudo que vai conseguir é repassar tecnologia conseguida a ferro e fogo! Claro, já que ele nunca fez nem um curso técnico, como pode avaliar as intermináveis horas de pesquisa, trabalho, suor e sacrifícios que uma nação precisa fazer para obter alguma tecnologia decente? Chega de ingenuidade! Devemos tratar los hermanos da mesmissa maneira que nos tratam. Olhando de cima e deixando-os por lá mesmo, por baixo! O mesmo para o cucaracha do Chavez!

  86. Dane-se a Argentina e a Venezuela! QUEM LIGA?! A Argentina (ou argentinos) nos chamam de macacos, só querem levar vantagem em tudo, não tem intenção alguma de fazer nada que não seja em beneficio próprio. Quem já fez negócios no “Mercosul” já sabe bem do que estou falando. Fazer negócios sim! Mas sem a ilusão que o governo (este e outros) tem que isso é “política”, que vamos dar as mãos (e enfiar pelos pés)e com isso vamos nos fortalecer. O argentino não está nem aí com os “macacos” do norte! Eles querem é mais nos ver fora do mapa! E aproveitam qualquer oportunidade de negócio para tirar uma casca e nos dar uma banana! Chega de ilusões! Ficam falando no “avançado” programa nuclear da Argentina e o que eles querem é a tecnologia das centrífugas (assim como americanos, franceses, ingleses, etc) e sem nos dar nada em troca. O Sapo barbudo acha que é “esperto” e vai se transformar no “grande líder” das américas e tudo que vai conseguir é repassar tecnologia conseguida a ferro e fogo! Claro, já que ele nunca fez nem um curso técnico, como pode avaliar as intermináveis horas de pesquisa, trabalho, suor e sacrifícios que uma nação precisa fazer para obter alguma tecnologia decente? Chega de ingenuidade! Devemos tratar los hermanos da mesmissa maneira que nos tratam. Olhando de cima e deixando-os por lá mesmo, por baixo! O mesmo para o cucaracha do Chavez!

  87. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá anunciar nesta semana o Plano Estratégico de Defesa Nacional para os próximos 30 anos. Mas há dois problemas, práticos e conceituais.

    Primeiro, o plano será uma carta de intenções dependente do cumprimento da promessa de mais dinheiro para o setor. Segundo, a compra de material bélico vem sendo alinhavada sem coordenação e com diversos pontos de interrogação.

    Hoje o plano é um documento de pouco mais de cem páginas, resultado de um ano de visitas a potências militares e intermináveis reuniões entre os ministros Nelson Jobim (Defesa), Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) e o Alto Comando das Forças Armadas.

    Por ora, o texto planeja o reaparelhamento das Forças, a organização da indústria bélica nacional, o reforço do patrulhamento da fronteira e alterações no serviço militar obrigatório. Mas sua redação não é final.

    Exemplo: Mangabeira defende um serviço civil obrigatório a ser exigido de todos os reservistas. Eles fariam serviços comunitários e passariam por um tratamento militar rudimentar, para servirem como força de reserva. O próprio ministro tem poucas esperanças de emplacar a idéia: “É audacioso, eu sei. Mas a transformação de um país exige sacrifício”. Conforme relataram sob sigilo dois oficiais superiores que participaram das discussões, o plano pode virar, nas palavras deles mesmos, um amontoado de idéias ora “amalucadas”, ora “realistas”, ora “inexeqüíveis”.

    O plano não trata especificamente das negociações de material bélico. E aí residem incoerências. O caso da Marinha é eloqüente: há 26 anos o Brasil tem um acordo com estaleiros alemães para fabricar o consagrado submarino Tipo-209, mas, por conta da parceria estratégica com a França, o trabalho será paralisado e recomeçado com o Scorpène, produto não exatamente aceito no mercado.

    Na Aeronáutica, o caso mais famoso de ida-e-vinda é o da compra dos caças supersônicos: após muita protelação, o governo Lula comprou 12 Mirage-2000 da França para “tapar buraco”, mas a idéia em debate é ambiciosa: compra inicial de até 36 aparelhos, chegando a mais de 100 até 2020, para substituir os Mirage, os AMX de ataque e os F-5BR táticos. Os concorrentes fortes são os mesmos da licitação F-X, em 2002: França e Rússia.

    Os franceses, com o seu Rafale, parecem hoje mais bem posicionados devido à tal “parceria estratégica”. Do ponto de vista puramente militar, o russo Sukhoi-35 é considerado superior, e Moscou promete total transferência tecnológica.

    Mas aí entra a confusão. Mangabeira chegou a anunciar uma “parceria estratégica” com os russos para construir em conjunto um caça de próxima geração, mas a Defesa confirma o acordo com os franceses. Além de altamente improvável devido à falta de tradição de cooperação russo-brasileira, a idéia de Mangabeira choca-se com a preferência de Jobim: qual o sentido de comprar de um fornecedor e depois buscar o produto futuro de outro?

    Mesma confusão já ocorre na área de helicópteros. O governo, com a ajuda do lobby do governador Aécio Neves (PSDB-MG), aceitou comprar 50 unidades do Cougar, helicóptero francês sobre o qual pesam boatos de descontinuação da linha européia. Aécio entrou na jogada porque a Helibrás, que pertence à francesa Eurocopter, tem fábrica em Itajubá.

    Enquanto isso, chega ao Brasil amanhã uma missão russa para fechar a venda de 12 helicópteros de ataque russos Mi-35, negócio em torno de US$ 250 milhões. O produto é dos melhores de sua categoria, mas cabe perguntar o motivo da escolha de duas matrizes diferentes de fornecedor de produtos semelhantes: são duas escolas de manutenção e treinamento completamente diferentes.

    O plano não dá detalhes, mas preverá o estabelecimento de favores para a indústria bélica nacional, que já foi uma das “top 10” do mundo nos anos 80. Há relatos incipientes de fábricas de veículos blindados em Minas e no Rio Grande do Sul, mas quem deverá se beneficiar é a poderosa Embraer: a FAB conseguiu emplacar uma rubrica no Orçamento de 2009 para dar dinheiro ao desenvolvimento de um avião de carga a jato para substituir os Hércules C-130. Um bom negócio para a Embraer: se o projeto não decolar, não terá gasto nada nele.

    Além disso, há o ceticismo decorrente da realidade orçamentária do país. Mesmo com um orçamento gigante, de R$ 41 bilhões neste ano, a Defesa só conseguiu gastar R$ 394 milhões em investimento direto.

    Mas há mais dinheiro prometido: a verba para investimento e custeio saltou de R$ 7,4 bilhões neste ano para R$ 10,9 bilhões em 2009.

    Outro fator importante: o Chile e a Venezuela se armaram muito nos últimos anos. O fato foi lembrado em Anápolis pelo comandante da Aeronáutica, Juniti Saito: “Eles [Chile e Venezuela] fizeram a parte deles. É importante que façamos a nossa. Nossos diplomatas são muito capazes, mas ninguém sabe o dia de amanhã”.

    Lobistas agem abertamente entre oficiais

    As discussões são todas “de alto nível”, com oficiais estrelados e ministros, mas na hora de fechar um negócio militar quem invariavelmente aparece é o lobista.

    Alguns agem abertamente. Na quarta passada, enquanto o ministro Nelson Jobim (Defesa) recebia na Base Aérea de Anápolis (GO) os dois últimos caças Mirage-2000 comprados da França em 2006, dois franceses chamavam a atenção pela desenvoltura com que circulavam entre os chefes da FAB: eram representantes da gigante francesa Dassault. Oficialmente, estavam ali para a entrega do Mirage, mas aproveitaram cada minuto para alardear as vantagens do Rafale, forte candidato a virar o novo caça padrão do Brasil.

    Aos oficiais da FAB e à Folha, François Haas e Jean-Marc Merialdo revelaram os argumentos que levaram ao Estado-Maior da Aeronáutica, em agosto, para manter a parceria com a França: a garantia do governo francês de transferir ao Brasil a tecnologia do Rafale. “No mundo atual, isso não é fácil. A Boeing pode prometer o que quiser, mas se o governo americano não concordar em transferir tecnologia, não há o que fazer”, disse Haas.

    Jean-Marc citou o bom desempenho dos Rafale no Afeganistão -“os pilotos elogiaram muito”-, mas o fato é que a Dassault está com problemas para vender o Rafale fora da França. Ele perdeu até aqui todas as concorrências que disputou, geralmente por conta do preço alto, entre 50 e 60 milhões. Em Anápolis, Jobim foi apresentado ao novo adido militar da França no Brasil, Jean-Marie Charpentier, que endossou o compromisso de transferir tecnologia: “O presidente Nicolas Sarkozy está à disposição do Brasil”.

    Enquanto isso, amanhã chega ao país uma comitiva de russos e paquistaneses visando fechar a venda de helicópteros Mi-35 à FAB – 12 unidades a US$ 20 milhões cada. A presença de paquistaneses decorre do fato de que é uma empresa daquele país uma das maiores lobistas pela venda de armas russas.

    So estou esperando pra ver o que vai acontecer amanha…

  88. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva irá anunciar nesta semana o Plano Estratégico de Defesa Nacional para os próximos 30 anos. Mas há dois problemas, práticos e conceituais.

    Primeiro, o plano será uma carta de intenções dependente do cumprimento da promessa de mais dinheiro para o setor. Segundo, a compra de material bélico vem sendo alinhavada sem coordenação e com diversos pontos de interrogação.

    Hoje o plano é um documento de pouco mais de cem páginas, resultado de um ano de visitas a potências militares e intermináveis reuniões entre os ministros Nelson Jobim (Defesa), Mangabeira Unger (Assuntos Estratégicos) e o Alto Comando das Forças Armadas.

    Por ora, o texto planeja o reaparelhamento das Forças, a organização da indústria bélica nacional, o reforço do patrulhamento da fronteira e alterações no serviço militar obrigatório. Mas sua redação não é final.

    Exemplo: Mangabeira defende um serviço civil obrigatório a ser exigido de todos os reservistas. Eles fariam serviços comunitários e passariam por um tratamento militar rudimentar, para servirem como força de reserva. O próprio ministro tem poucas esperanças de emplacar a idéia: “É audacioso, eu sei. Mas a transformação de um país exige sacrifício”. Conforme relataram sob sigilo dois oficiais superiores que participaram das discussões, o plano pode virar, nas palavras deles mesmos, um amontoado de idéias ora “amalucadas”, ora “realistas”, ora “inexeqüíveis”.

    O plano não trata especificamente das negociações de material bélico. E aí residem incoerências. O caso da Marinha é eloqüente: há 26 anos o Brasil tem um acordo com estaleiros alemães para fabricar o consagrado submarino Tipo-209, mas, por conta da parceria estratégica com a França, o trabalho será paralisado e recomeçado com o Scorpène, produto não exatamente aceito no mercado.

    Na Aeronáutica, o caso mais famoso de ida-e-vinda é o da compra dos caças supersônicos: após muita protelação, o governo Lula comprou 12 Mirage-2000 da França para “tapar buraco”, mas a idéia em debate é ambiciosa: compra inicial de até 36 aparelhos, chegando a mais de 100 até 2020, para substituir os Mirage, os AMX de ataque e os F-5BR táticos. Os concorrentes fortes são os mesmos da licitação F-X, em 2002: França e Rússia.

    Os franceses, com o seu Rafale, parecem hoje mais bem posicionados devido à tal “parceria estratégica”. Do ponto de vista puramente militar, o russo Sukhoi-35 é considerado superior, e Moscou promete total transferência tecnológica.

    Mas aí entra a confusão. Mangabeira chegou a anunciar uma “parceria estratégica” com os russos para construir em conjunto um caça de próxima geração, mas a Defesa confirma o acordo com os franceses. Além de altamente improvável devido à falta de tradição de cooperação russo-brasileira, a idéia de Mangabeira choca-se com a preferência de Jobim: qual o sentido de comprar de um fornecedor e depois buscar o produto futuro de outro?

    Mesma confusão já ocorre na área de helicópteros. O governo, com a ajuda do lobby do governador Aécio Neves (PSDB-MG), aceitou comprar 50 unidades do Cougar, helicóptero francês sobre o qual pesam boatos de descontinuação da linha européia. Aécio entrou na jogada porque a Helibrás, que pertence à francesa Eurocopter, tem fábrica em Itajubá.

    Enquanto isso, chega ao Brasil amanhã uma missão russa para fechar a venda de 12 helicópteros de ataque russos Mi-35, negócio em torno de US$ 250 milhões. O produto é dos melhores de sua categoria, mas cabe perguntar o motivo da escolha de duas matrizes diferentes de fornecedor de produtos semelhantes: são duas escolas de manutenção e treinamento completamente diferentes.

    O plano não dá detalhes, mas preverá o estabelecimento de favores para a indústria bélica nacional, que já foi uma das “top 10” do mundo nos anos 80. Há relatos incipientes de fábricas de veículos blindados em Minas e no Rio Grande do Sul, mas quem deverá se beneficiar é a poderosa Embraer: a FAB conseguiu emplacar uma rubrica no Orçamento de 2009 para dar dinheiro ao desenvolvimento de um avião de carga a jato para substituir os Hércules C-130. Um bom negócio para a Embraer: se o projeto não decolar, não terá gasto nada nele.

    Além disso, há o ceticismo decorrente da realidade orçamentária do país. Mesmo com um orçamento gigante, de R$ 41 bilhões neste ano, a Defesa só conseguiu gastar R$ 394 milhões em investimento direto.

    Mas há mais dinheiro prometido: a verba para investimento e custeio saltou de R$ 7,4 bilhões neste ano para R$ 10,9 bilhões em 2009.

    Outro fator importante: o Chile e a Venezuela se armaram muito nos últimos anos. O fato foi lembrado em Anápolis pelo comandante da Aeronáutica, Juniti Saito: “Eles [Chile e Venezuela] fizeram a parte deles. É importante que façamos a nossa. Nossos diplomatas são muito capazes, mas ninguém sabe o dia de amanhã”.

    Lobistas agem abertamente entre oficiais

    As discussões são todas “de alto nível”, com oficiais estrelados e ministros, mas na hora de fechar um negócio militar quem invariavelmente aparece é o lobista.

    Alguns agem abertamente. Na quarta passada, enquanto o ministro Nelson Jobim (Defesa) recebia na Base Aérea de Anápolis (GO) os dois últimos caças Mirage-2000 comprados da França em 2006, dois franceses chamavam a atenção pela desenvoltura com que circulavam entre os chefes da FAB: eram representantes da gigante francesa Dassault. Oficialmente, estavam ali para a entrega do Mirage, mas aproveitaram cada minuto para alardear as vantagens do Rafale, forte candidato a virar o novo caça padrão do Brasil.

    Aos oficiais da FAB e à Folha, François Haas e Jean-Marc Merialdo revelaram os argumentos que levaram ao Estado-Maior da Aeronáutica, em agosto, para manter a parceria com a França: a garantia do governo francês de transferir ao Brasil a tecnologia do Rafale. “No mundo atual, isso não é fácil. A Boeing pode prometer o que quiser, mas se o governo americano não concordar em transferir tecnologia, não há o que fazer”, disse Haas.

    Jean-Marc citou o bom desempenho dos Rafale no Afeganistão -“os pilotos elogiaram muito”-, mas o fato é que a Dassault está com problemas para vender o Rafale fora da França. Ele perdeu até aqui todas as concorrências que disputou, geralmente por conta do preço alto, entre 50 e 60 milhões. Em Anápolis, Jobim foi apresentado ao novo adido militar da França no Brasil, Jean-Marie Charpentier, que endossou o compromisso de transferir tecnologia: “O presidente Nicolas Sarkozy está à disposição do Brasil”.

    Enquanto isso, amanhã chega ao país uma comitiva de russos e paquistaneses visando fechar a venda de helicópteros Mi-35 à FAB – 12 unidades a US$ 20 milhões cada. A presença de paquistaneses decorre do fato de que é uma empresa daquele país uma das maiores lobistas pela venda de armas russas.

    So estou esperando pra ver o que vai acontecer amanha…

  89. esse lula ta sendo bomzinho demais com os “boludos”…
    eles que corram atras de seus objetivos, que nao venham na cola do Brasil…
    e o grande molusco ainda os convidou para fazerem parte do pre-sal…
    realmente, as hermanas sao as mejores…

  90. esse lula ta sendo bomzinho demais com os “boludos”…
    eles que corram atras de seus objetivos, que nao venham na cola do Brasil…
    e o grande molusco ainda os convidou para fazerem parte do pre-sal…
    realmente, as hermanas sao as mejores…

  91. realmente me decepcionan que piensen asi…tal vez el mercosur, los vecinos o paises hermanos como suelen decir es puro marketing.-

  92. realmente me decepcionan que piensen asi…tal vez el mercosur, los vecinos o paises hermanos como suelen decir es puro marketing.-

  93. Pelo jeito o Pablo, aí, tem problemas psiquiátricos… Refere-se ao Presidente eleito de forma desrespeitosa – queria ver esse —— ESSE COMENTÁRIO TEVE TERMOS DE BAIXO CALÃO APAGAD0S PELOS EDITORES DO BLOG ——-fazer isso com os ditadores… – mas não tem o mínimo de conhecimento diplomático e político-estratégico necessário… Portam-se como os gorilas de torcidas organizadas. Patético, patético.

    Vai ler, ô ignorante!!!!

  94. Pelo jeito o Pablo, aí, tem problemas psiquiátricos… Refere-se ao Presidente eleito de forma desrespeitosa – queria ver esse —— ESSE COMENTÁRIO TEVE TERMOS DE BAIXO CALÃO APAGAD0S PELOS EDITORES DO BLOG ——-fazer isso com os ditadores… – mas não tem o mínimo de conhecimento diplomático e político-estratégico necessário… Portam-se como os gorilas de torcidas organizadas. Patético, patético.

    Vai ler, ô ignorante!!!!

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