Anápolis (GO) 27/08/2008 – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, e o comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Juniti Saito, receberam no dia 27/8 os últimos dois aviões de caça Mirage 2000 (designado F-2000 na FAB), de um lote de doze adquiridos da França. Os aviões substituirão os modelos anteriores de Mirage que saíram de serviço em 2005, e deverão fazer a ponte até a chegada dos novos aviões que serão adquiridos no projeto FX2, com entrega para após 2015.
Para comemorar a data, Jobim fez um vôo de aproximadamente 50 minutos em um Mirage. Segundo Jobim, esta compra marca o fim do ciclo de aquisições puras para a área de Defesa. Os novos modelos já serão adquiridos sob a ótica da transferência de tecnologia por parte do fabricante. “Significa a importância de nós encerrarmos um ciclo, que é o ciclo do Brasil comprador. Agora nós deveremos começar um novo ciclo, que é o ciclo do Brasil Parceiro”, afirmou Jobim, em entrevista coletiva após a cerimônia.
De acordo com Jobim, a intenção do Brasil é adquirir um pequeno lote inicial do novo avião que vier a ser escolhido e passar a desenvolver localmente uma plataforma que participe da produção das unidades seguintes. “A nova estratégia de Defesa significa que nós seremos produtores”. Segundo o ministro, os principais países que participam da disputa afirmam que estão dispostos a transferir tecnologia. Mas ele pondera que nem sempre os fatos confirmam a intenção, e cita o caso do governo americano, que recentemente dificultou a remessa de componentes adquiridos para o Supertucano, da Embraer.
Participam da disputa do FX2 as empresas norte-americanas Boeing (F/A-18 E/F Super Hornet) e Lockheed Martin (F-35 Lightning II), a francesa Dassault (Rafale), a russa Rosoboronexport (Sukhoi SU-35), a sueca Saab (Gripen) e o consórcio europeu Eurofighter (Typhoon).
O ministro elogiou a transparência da França e sua disposição de avançar, na área aeronáutica, da mesma maneira que avançou no acordo para a transferência de tecnologia destinada à produção de um submarino brasileiro de propulsão nuclear. Mas o ministro negou que haja decisão tomada em relação aos franceses para a aquisição dos novos aviões. “A partir de janeiro nós vamos abrir a discussão em relação ao FX. Evidentemente os franceses estão na concorrência; agora, tudo vai depender das conveniências ao Brasil”, concluiu.
Jobim destacou a importância da autonomia tecnológica e industrial para a consolidação da defesa brasileira. “O país que tem a capacitação nacional tem poder dissuasório real”, explicou Jobim. Ele esclarece que o fortalecimento da defesa do país não tem nenhuma causa específica externa . “Não estamos organizando e transformando as Forças Armadas pela perspectiva de um inimigo ou de uma ameaça. Estamos transformando na perspectiva da capacitação”.
Jobim observou que o país tem muitas riquezas a defender, como as áreas juridicionais de sua plataforma marítima, que somam 3,5 milhões de km2, e que deverão subir para 4,5 milhões. “São grandes riquezas. Só os leigos é que acreditam que não precisam estar capacitados para responder a qualquer ameaça”.
Quarta Frota- O ministro negou qualquer vinculação entre o fortalecimento da Defesa brasileira e a criação da Quarta Frota por parte dos Estados Unidos. “Não vamos nos conduzir da perspectiva de que os Estados Unidos estejam nos conduzindo. Nós vamos nos conduzir dentro das nossas condições e da nossa perspectiva de capacitação”.
O ministro, inclusive , relativizou a preocupação manifestada por algumas pessoas com a criação da Quarta Frota, que ele classifica de uma mudança administrativa dos Estados Unidos, que transferiram da Segunda Frota para a Quarta Frota alguns de seus meios navais.
“Eu não vejo problema nenhum, isso é uma decisão americana. O americano toma as decisões que bem quer. Nós não gostaríamos que as decisões que o Brasil está tomando agora no Plano de Defesa fossem objeto de objeções americanas. A autodeterminação dos povos é vital, e eu não vejo nenhuma dificuldade em relação à Quarta Frota. Fica nítido e claro que as relações com o Brasil continuarão sendo amistosas”.
Jobim também observou que não há preocupação exclusiva da Defesa com a área do pré-sal, onde foram localizadas reservas gigantes de petróleo. Esta é apenas uma das grandes riquezas que o País tem e que precisam ser defendidas, argumentou. “Nós temos que nos lembrar que a América do Sul é a maior reserva de energia do mundo hoje, é a maior reserva de produção de alimentos e a maior reserva de água doce. Nós temos a Amazônia e o aqüífero Guarani. Isto basta para que nós tenhamos capacitação”.

FONTE: www.defesa.gov.br

NOTA DO BLOG: Reproduzimos a nota e as fotos publicadas no site do Ministério da Defesa. Notar nas legendas das fotos que o pessoal da assessoria de imprensa errou o nome do avião, grafando “Mirrage” ao invés de Mirage com um “r” só. No texto da matéria nós corrigimos.

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Jornalista especializado em temas militares, editor-chefe da revista Forças de Defesa e da trilogia de sites Poder Naval, Poder Aéreo e Forças Terrestres. É também fotógrafo, designer gráfico e piloto virtual nas horas vagas. Perfil no Facebook: https://www.facebook.com/alexandregalante

56 Responses to “Últimos Mirage 2000 são recebidos pela FAB” Subscribe

  1. daniel 28 de agosto de 2008 at 11:44 #

    O pessoal da assessoria de empresa errou o nome do aviao, o Jobim errou por ter comprado estes avioes.

    Foram excelentes avioes no seu tempo, se o Brasil os tivesse comprado nos anos oitenta seriam válidos, hj preferia ver mais um esquadrao de F-5 modernizado, enquanto aguardamos o FX-2.

  2. daniel 28 de agosto de 2008 at 11:44 #

    O pessoal da assessoria de empresa errou o nome do aviao, o Jobim errou por ter comprado estes avioes.

    Foram excelentes avioes no seu tempo, se o Brasil os tivesse comprado nos anos oitenta seriam válidos, hj preferia ver mais um esquadrao de F-5 modernizado, enquanto aguardamos o FX-2.

  3. Erich Hartmann 28 de agosto de 2008 at 11:52 #

    Então, que venham os Rrrrrrrrrrrrrafales…

  4. Erich Hartmann 28 de agosto de 2008 at 11:52 #

    Então, que venham os Rrrrrrrrrrrrrafales…

  5. Manfred Von Richthofen 28 de agosto de 2008 at 12:32 #

    Pessoal, o Mirage 2000 nada mais é do que um caça tampão (Tampax ou O.B.) para a FAB. Sua aquisição foi para manter o 1o. GDA treinando, mas em termos de América Latina ele dá pro gasto, desde que os Su-30 do Chavez continuem desdentados.

  6. Manfred Von Richthofen 28 de agosto de 2008 at 12:32 #

    Pessoal, o Mirage 2000 nada mais é do que um caça tampão (Tampax ou O.B.) para a FAB. Sua aquisição foi para manter o 1o. GDA treinando, mas em termos de América Latina ele dá pro gasto, desde que os Su-30 do Chavez continuem desdentados.

  7. Renato 28 de agosto de 2008 at 13:11 #

    “Entrega do FX2 para após 2015″?????

    Para que tanta pressa?

  8. Renato 28 de agosto de 2008 at 13:11 #

    “Entrega do FX2 para após 2015″?????

    Para que tanta pressa?

  9. C.Queiroz 28 de agosto de 2008 at 13:13 #

    E complementando o colega Manfred Von Richthofen, já existe um projeto em estudo pronto para ser emplementado que será a criação de um esquadrão de caça na Amazonia equipada com estes assim que os mesmos forem trocados pelos novos FX-2. Com possibilidades de compras futuras tambem para complementarem ou criarem um novo esquadrão. neste caso os mesmos passaram por pequenas atualizações, como exemplos um data-link e compatibilidade de armas com os vetores atuais e o novo FX-2, outro projeto é mais simples e traria para nossa influência a FAA(Fuerza Aerea Argentina) pois com apoio da França repassariamos para eles estas aeronaves assim como ajudariamos a adquirir mais exemplares via Brasil onde com a produção do FX-2(caso seja o Rafale F-3, este omni-rolle e capacidades de super-cruise(em desenvolvimento junto ao seu M-88 III) e CFT) as suas intervenções maiores seriam feitas aqui gerando dependencia dos hermanos ao nosso parque instaladao e também lucros.

  10. C.Queiroz 28 de agosto de 2008 at 13:13 #

    E complementando o colega Manfred Von Richthofen, já existe um projeto em estudo pronto para ser emplementado que será a criação de um esquadrão de caça na Amazonia equipada com estes assim que os mesmos forem trocados pelos novos FX-2. Com possibilidades de compras futuras tambem para complementarem ou criarem um novo esquadrão. neste caso os mesmos passaram por pequenas atualizações, como exemplos um data-link e compatibilidade de armas com os vetores atuais e o novo FX-2, outro projeto é mais simples e traria para nossa influência a FAA(Fuerza Aerea Argentina) pois com apoio da França repassariamos para eles estas aeronaves assim como ajudariamos a adquirir mais exemplares via Brasil onde com a produção do FX-2(caso seja o Rafale F-3, este omni-rolle e capacidades de super-cruise(em desenvolvimento junto ao seu M-88 III) e CFT) as suas intervenções maiores seriam feitas aqui gerando dependencia dos hermanos ao nosso parque instaladao e também lucros.

  11. tomas 28 de agosto de 2008 at 13:37 #

    Em termos de America Latina M.2000 dá para o gasto em termos…
    A FAP, Fureza Aérea Peruana está negociando a compra de SU-30 conforme
    seus oficias desejam, muito embora tenha sido oferecido pela SAAB o caça Griffen. A FAP quer ter estes caças incorporados até 2012 no máximo. A FACH ainda quer adquirir mais F-16 e a FAV não está com seus SU-30 tão desdentados assim…
    Todo cuidado é pouco para o novo teatro de operações que se descortina na AL e principalmente na nossa fronteira norte.
    Só temo que o programa FX-2 se arrate por anos e se perca nos meandros da burocracia governamental. Tendo em vista as declarações do ministro Jobim dizendo que estes caças (Rafale F-3, SU-35, F-18 SH, etc…) começarão a ser incorporados em 2015, isto é, em outro governo…

  12. tomas 28 de agosto de 2008 at 13:37 #

    Em termos de America Latina M.2000 dá para o gasto em termos…
    A FAP, Fureza Aérea Peruana está negociando a compra de SU-30 conforme
    seus oficias desejam, muito embora tenha sido oferecido pela SAAB o caça Griffen. A FAP quer ter estes caças incorporados até 2012 no máximo. A FACH ainda quer adquirir mais F-16 e a FAV não está com seus SU-30 tão desdentados assim…
    Todo cuidado é pouco para o novo teatro de operações que se descortina na AL e principalmente na nossa fronteira norte.
    Só temo que o programa FX-2 se arrate por anos e se perca nos meandros da burocracia governamental. Tendo em vista as declarações do ministro Jobim dizendo que estes caças (Rafale F-3, SU-35, F-18 SH, etc…) começarão a ser incorporados em 2015, isto é, em outro governo…

  13. tomas 28 de agosto de 2008 at 13:37 #

    Em termos de America Latina M.2000 dá para o gasto em termos…
    A FAP, Fureza Aérea Peruana está negociando a compra de SU-30 conforme
    seus oficias desejam, muito embora tenha sido oferecido pela SAAB o caça Griffen. A FAP quer ter estes caças incorporados até 2012 no máximo. A FACH ainda quer adquirir mais F-16 e a FAV não está com seus SU-30 tão desdentados assim…
    Todo cuidado é pouco para o novo teatro de operações que se descortina na AL e principalmente na nossa fronteira norte.
    Só temo que o programa FX-2 se arrate por anos e se perca nos meandros da burocracia governamental. Tendo em vista as declarações do ministro Jobim dizendo que estes caças (Rafale F-3, SU-35, F-18 SH, etc…) começarão a ser incorporados em 2015, isto é, em outro governo…

  14. tomas 28 de agosto de 2008 at 13:37 #

    Em termos de America Latina M.2000 dá para o gasto em termos…
    A FAP, Fureza Aérea Peruana está negociando a compra de SU-30 conforme
    seus oficias desejam, muito embora tenha sido oferecido pela SAAB o caça Griffen. A FAP quer ter estes caças incorporados até 2012 no máximo. A FACH ainda quer adquirir mais F-16 e a FAV não está com seus SU-30 tão desdentados assim…
    Todo cuidado é pouco para o novo teatro de operações que se descortina na AL e principalmente na nossa fronteira norte.
    Só temo que o programa FX-2 se arrate por anos e se perca nos meandros da burocracia governamental. Tendo em vista as declarações do ministro Jobim dizendo que estes caças (Rafale F-3, SU-35, F-18 SH, etc…) começarão a ser incorporados em 2015, isto é, em outro governo…

  15. tomas 28 de agosto de 2008 at 13:37 #

    Em termos de America Latina M.2000 dá para o gasto em termos…
    A FAP, Fureza Aérea Peruana está negociando a compra de SU-30 conforme
    seus oficias desejam, muito embora tenha sido oferecido pela SAAB o caça Griffen. A FAP quer ter estes caças incorporados até 2012 no máximo. A FACH ainda quer adquirir mais F-16 e a FAV não está com seus SU-30 tão desdentados assim…
    Todo cuidado é pouco para o novo teatro de operações que se descortina na AL e principalmente na nossa fronteira norte.
    Só temo que o programa FX-2 se arrate por anos e se perca nos meandros da burocracia governamental. Tendo em vista as declarações do ministro Jobim dizendo que estes caças (Rafale F-3, SU-35, F-18 SH, etc…) começarão a ser incorporados em 2015, isto é, em outro governo…

  16. tomas 28 de agosto de 2008 at 13:37 #

    Em termos de America Latina M.2000 dá para o gasto em termos…
    A FAP, Fureza Aérea Peruana está negociando a compra de SU-30 conforme
    seus oficias desejam, muito embora tenha sido oferecido pela SAAB o caça Griffen. A FAP quer ter estes caças incorporados até 2012 no máximo. A FACH ainda quer adquirir mais F-16 e a FAV não está com seus SU-30 tão desdentados assim…
    Todo cuidado é pouco para o novo teatro de operações que se descortina na AL e principalmente na nossa fronteira norte.
    Só temo que o programa FX-2 se arrate por anos e se perca nos meandros da burocracia governamental. Tendo em vista as declarações do ministro Jobim dizendo que estes caças (Rafale F-3, SU-35, F-18 SH, etc…) começarão a ser incorporados em 2015, isto é, em outro governo…

  17. Jose Luis 28 de agosto de 2008 at 14:11 #

    Agora só está faltando o Governo anunciar investimentos na base das Forças Armadas, ou seja, na valorização do soldado brasileiro. O Brasil precisa ter um soldado bem pago,treinado e equipado, pois patriotas já sabemos que são.

  18. Jose Luis 28 de agosto de 2008 at 14:11 #

    Agora só está faltando o Governo anunciar investimentos na base das Forças Armadas, ou seja, na valorização do soldado brasileiro. O Brasil precisa ter um soldado bem pago,treinado e equipado, pois patriotas já sabemos que são.

  19. AJS 28 de agosto de 2008 at 14:32 #

    Caro tomas,
    Levará um tempo até assinatura do contrato com todas as definições necessária, bem como o tempo necessário para chegar o momento de produção, outros compraram antes de nós e a fila vai andando.
    A chegada será no próximo governo ou no que vier a sucedê-lo.
    Quanto ao F-35, foi retirado do páreo e oferecido em seu lugar o F-16 BR.
    Abraços.

  20. AJS 28 de agosto de 2008 at 14:32 #

    Caro tomas,
    Levará um tempo até assinatura do contrato com todas as definições necessária, bem como o tempo necessário para chegar o momento de produção, outros compraram antes de nós e a fila vai andando.
    A chegada será no próximo governo ou no que vier a sucedê-lo.
    Quanto ao F-35, foi retirado do páreo e oferecido em seu lugar o F-16 BR.
    Abraços.

  21. Pedro Rocha 28 de agosto de 2008 at 14:55 #

    Olá senhores! Quando eu tomei conhecimento do discurso do ministro Jobim, prejulguei que o ministro declarara que o Rafale seria o vencedor. Quando vi a integra do discurso entendi que todos estão no páreo porem a parceria com a França estava em alta, em virtude da boa vontade de transferir tecnologias (?!) Cabe aqui uma reflexão, será mesmo? Todos sabem da minha preferência pelo Su 35 ++, mas daria meu braço a torcer se fabricarmos o Rafale com um índice de nacionalização acima de 60% (incluindo o motor Snecma M88). Infelizmente sabemos que as coisas não são bem assim. Vamos ver alguns fatos que não estão sendo discutidos. Seja qual for o vencedor quem o montaria e por conseqüência o fabricaria? As unidades de São José dos Campos e Gavião Peixoto da Embraer estão sobrecarregadas, A Avibrás quase fechando as portas e os Parques de Material Aeronáutico da FAB não estão preparados. Vejam bem até para montar com peças vindas de fora demandaria investimentos pesados em infra-estrutura (como exemplo ampliar as instalações de Gavião Peixoto). Portanto essas palavras de transferência de tecnologia tornar-se-ão inócuas. Seriam esses custos com infra-estrutura que estão afastando os outros parceiros. Senhores a Suécia, por exemplo, está dando um braço por esse contrato porem trazer a linha de montagem para o Brasil deve custar por baixo um bilhão de dólares. Se o contrato é 2,2 bilhões qual seria o lucro? Como existem muitas coisas entre o céu e a terra, ou melhor, entre a França e o Brasil estou temendo a criação da FXbras com investimentos públicos diretos ou através de renuncia fiscal (incluindo união, estado e município) no mesmo modelo da Helibras. Faço meu alerta se é para subsidiar a indústria francesa, façam a mesma proposta para a Rússia, Suécia e EUA. Os senhores sabiam que a Boeing paquera a Embraer a longa data? Esse namoro ainda não decolou em virtude da associação da Boeing com Bombardier. Aproveitando esse espaço vou hoje escrever Ministro com m maiúsculo, mesmo com todos os jogos de cena do Ministro Jobim quero elogiá-lo, pois realmente tem sido um ótimo ministro da defesa. Anterior ao Jobim a pasta era só cabide de emprego.

  22. Pedro Rocha 28 de agosto de 2008 at 14:55 #

    Olá senhores! Quando eu tomei conhecimento do discurso do ministro Jobim, prejulguei que o ministro declarara que o Rafale seria o vencedor. Quando vi a integra do discurso entendi que todos estão no páreo porem a parceria com a França estava em alta, em virtude da boa vontade de transferir tecnologias (?!) Cabe aqui uma reflexão, será mesmo? Todos sabem da minha preferência pelo Su 35 ++, mas daria meu braço a torcer se fabricarmos o Rafale com um índice de nacionalização acima de 60% (incluindo o motor Snecma M88). Infelizmente sabemos que as coisas não são bem assim. Vamos ver alguns fatos que não estão sendo discutidos. Seja qual for o vencedor quem o montaria e por conseqüência o fabricaria? As unidades de São José dos Campos e Gavião Peixoto da Embraer estão sobrecarregadas, A Avibrás quase fechando as portas e os Parques de Material Aeronáutico da FAB não estão preparados. Vejam bem até para montar com peças vindas de fora demandaria investimentos pesados em infra-estrutura (como exemplo ampliar as instalações de Gavião Peixoto). Portanto essas palavras de transferência de tecnologia tornar-se-ão inócuas. Seriam esses custos com infra-estrutura que estão afastando os outros parceiros. Senhores a Suécia, por exemplo, está dando um braço por esse contrato porem trazer a linha de montagem para o Brasil deve custar por baixo um bilhão de dólares. Se o contrato é 2,2 bilhões qual seria o lucro? Como existem muitas coisas entre o céu e a terra, ou melhor, entre a França e o Brasil estou temendo a criação da FXbras com investimentos públicos diretos ou através de renuncia fiscal (incluindo união, estado e município) no mesmo modelo da Helibras. Faço meu alerta se é para subsidiar a indústria francesa, façam a mesma proposta para a Rússia, Suécia e EUA. Os senhores sabiam que a Boeing paquera a Embraer a longa data? Esse namoro ainda não decolou em virtude da associação da Boeing com Bombardier. Aproveitando esse espaço vou hoje escrever Ministro com m maiúsculo, mesmo com todos os jogos de cena do Ministro Jobim quero elogiá-lo, pois realmente tem sido um ótimo ministro da defesa. Anterior ao Jobim a pasta era só cabide de emprego.

  23. Pedro Rocha 28 de agosto de 2008 at 15:03 #

    Em tempo a licitação do FX2 está na fase de informações (RFI) como foram nomeadas as aeronaves as quais a FAB quer informações a proposta do F-16 está automaticamente descartada. Salvo se houver alteração no RFI. Portanto é prematuro achar que o Rafale seja o vencedor.

  24. Pedro Rocha 28 de agosto de 2008 at 15:03 #

    Em tempo a licitação do FX2 está na fase de informações (RFI) como foram nomeadas as aeronaves as quais a FAB quer informações a proposta do F-16 está automaticamente descartada. Salvo se houver alteração no RFI. Portanto é prematuro achar que o Rafale seja o vencedor.

  25. Douglas 28 de agosto de 2008 at 15:41 #

    As preocupações do Pedro Rocha, são as minhas, quando digo que há uma aparente tendência de nos tornarmos reserva de mercado da industria francesa e seus equipamentos de 2ª linha. As criticas feitas ao projeto das canhoneiras da marinha, sobre armamento e velocidade publicadas ha pouco tempo pelo Galante e o fato da propria França ter deixado o helo EC 725 de lado preferindo adquirir exemplares do NH 90 e transferindo a linha de montagem daquele para cá,a dá a impressão de que, como o Pedro Rocha falou, estarmos bancando o faturamento de industrias francesas com material encalhado, usando o dinheiro do nosso contribuinte. Vamos ver até onde isso vai. E o Rafale? virá com radar AESA, versão F 3 e motor atualizado? ou vai vir peladão?

  26. Douglas 28 de agosto de 2008 at 15:41 #

    As preocupações do Pedro Rocha, são as minhas, quando digo que há uma aparente tendência de nos tornarmos reserva de mercado da industria francesa e seus equipamentos de 2ª linha. As criticas feitas ao projeto das canhoneiras da marinha, sobre armamento e velocidade publicadas ha pouco tempo pelo Galante e o fato da propria França ter deixado o helo EC 725 de lado preferindo adquirir exemplares do NH 90 e transferindo a linha de montagem daquele para cá,a dá a impressão de que, como o Pedro Rocha falou, estarmos bancando o faturamento de industrias francesas com material encalhado, usando o dinheiro do nosso contribuinte. Vamos ver até onde isso vai. E o Rafale? virá com radar AESA, versão F 3 e motor atualizado? ou vai vir peladão?

  27. Wagner_ASW 28 de agosto de 2008 at 16:46 #

    Senhores Douglas e Pedro Rocha, lhes dou toda razão no comentário!!! Será que estamos virando segunda linha da França em equipamentos !!!! Fica ai a dúvida heim… Olha que para criar uma linha de montagem adequada aqui vai muito dinheiro mesmo. E quem vai bancar o estrago??? Salário do Lula, Ministros, Senadores, Deputados ??? Ou quem sabe dos contribuintes brasileiros??? Esta ficando obscuro este processo de licitação…

  28. Wagner_ASW 28 de agosto de 2008 at 16:46 #

    Senhores Douglas e Pedro Rocha, lhes dou toda razão no comentário!!! Será que estamos virando segunda linha da França em equipamentos !!!! Fica ai a dúvida heim… Olha que para criar uma linha de montagem adequada aqui vai muito dinheiro mesmo. E quem vai bancar o estrago??? Salário do Lula, Ministros, Senadores, Deputados ??? Ou quem sabe dos contribuintes brasileiros??? Esta ficando obscuro este processo de licitação…

  29. Walderson 28 de agosto de 2008 at 17:25 #

    C. Queiroz,
    vc está querendo matar los hermanos. Se isso for ventilado, os camaradas não vão querer nem de longe comprar avião algum. kkkkkk.

    Pedro Rocha,
    essa é uma preocupação acertada, mas que se pode dar jeito. a EMBRAER só tinha a unidade de São José dos Campos, hj tem empresa até na China, a Unidade de Gavião Peixoto em SP. Qdo há dinheiro em jogo, sempre se dá jeito. Pode despreocupar-se.

    Douglas,
    acho que às vezes pegam um pouco demais no seu pé, mas tem hora que tenho que concordar: vc tem uns argumentos que nem sempre cabe e vc ainda bate na mesma tecla. São coisas diferentes. Pode ter certeza, francês é o povo mais bairrista que existe. Ele só usará material, equipamento, enfim, qualquer coisa de outro país se ele não fabricar. Se vc for nesse site, http://pt.wikipedia.org/wiki/NHI_NH90, verá que a França faz parte do consórcio que criou o NH 90. Verá inclusive foto de um helicóptero da ARMÉE DE L’AIR (Força Aérea Francesa). Veja o modelo. São mais de 1000 aparelhos vendidos em mais de 7 países – do EC 725. Não concordo que seja aparelho de 2ª. Veja o do NH 90 no site http://pt.wikipedia.org/wiki/Eurocopter_AS-332_Super_Puma . a França é reconhecida por ser um dos melhores pontos de Tecnologia fina do mundo – ou sensível, como queira. Outro ponto, se o Br financiar por meio do BNDES ficarei feliz, pois foi pra isso que ele foi criado – Bando Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Penso que a França não iria queimar seu nome por não pagar um financiamento. O meu questionamento no seu lugar seria outro: até que ponto ela iria tranferir a tecnologia? 10%, 30%, 50%, que tanto? Esse pra mim é o ponto mais importante. Penso que os franceses têm um mérito muito grande: tiveram a coragem de investir nas empresas deles para produzirem os produtos de que as FAs têm necessidade pra não ficarem dependendo de ninguém. Eles não enchergam investimento em armas com despesas, gastos desnecessários, como nós brasileiros. Mas o contextos deles é outro. A Europa viveu duas guerras mundiais e a guerra fria no passado próximo. O país deles foi construído por meio de guerras. Tanto é assim que existe o ASTERIX, história em quadrinhos que conta de forma cômica o passado de lutas. Nós não tivemos isso e ainda temos fome por todo lado. Normal esses pensamentos.
    Caro amigo Douglas,
    não leve a mau meu comentário. É que não concordo com algumas coisas. Mas é direito seu ficar com o mesmo pensamento. Por favor, só não me diga que vc acha americano o mais BONZINHO do mundo; né?

  30. Walderson 28 de agosto de 2008 at 17:25 #

    C. Queiroz,
    vc está querendo matar los hermanos. Se isso for ventilado, os camaradas não vão querer nem de longe comprar avião algum. kkkkkk.

    Pedro Rocha,
    essa é uma preocupação acertada, mas que se pode dar jeito. a EMBRAER só tinha a unidade de São José dos Campos, hj tem empresa até na China, a Unidade de Gavião Peixoto em SP. Qdo há dinheiro em jogo, sempre se dá jeito. Pode despreocupar-se.

    Douglas,
    acho que às vezes pegam um pouco demais no seu pé, mas tem hora que tenho que concordar: vc tem uns argumentos que nem sempre cabe e vc ainda bate na mesma tecla. São coisas diferentes. Pode ter certeza, francês é o povo mais bairrista que existe. Ele só usará material, equipamento, enfim, qualquer coisa de outro país se ele não fabricar. Se vc for nesse site, http://pt.wikipedia.org/wiki/NHI_NH90, verá que a França faz parte do consórcio que criou o NH 90. Verá inclusive foto de um helicóptero da ARMÉE DE L’AIR (Força Aérea Francesa). Veja o modelo. São mais de 1000 aparelhos vendidos em mais de 7 países – do EC 725. Não concordo que seja aparelho de 2ª. Veja o do NH 90 no site http://pt.wikipedia.org/wiki/Eurocopter_AS-332_Super_Puma . a França é reconhecida por ser um dos melhores pontos de Tecnologia fina do mundo – ou sensível, como queira. Outro ponto, se o Br financiar por meio do BNDES ficarei feliz, pois foi pra isso que ele foi criado – Bando Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Penso que a França não iria queimar seu nome por não pagar um financiamento. O meu questionamento no seu lugar seria outro: até que ponto ela iria tranferir a tecnologia? 10%, 30%, 50%, que tanto? Esse pra mim é o ponto mais importante. Penso que os franceses têm um mérito muito grande: tiveram a coragem de investir nas empresas deles para produzirem os produtos de que as FAs têm necessidade pra não ficarem dependendo de ninguém. Eles não enchergam investimento em armas com despesas, gastos desnecessários, como nós brasileiros. Mas o contextos deles é outro. A Europa viveu duas guerras mundiais e a guerra fria no passado próximo. O país deles foi construído por meio de guerras. Tanto é assim que existe o ASTERIX, história em quadrinhos que conta de forma cômica o passado de lutas. Nós não tivemos isso e ainda temos fome por todo lado. Normal esses pensamentos.
    Caro amigo Douglas,
    não leve a mau meu comentário. É que não concordo com algumas coisas. Mas é direito seu ficar com o mesmo pensamento. Por favor, só não me diga que vc acha americano o mais BONZINHO do mundo; né?

  31. Walderson 28 de agosto de 2008 at 17:27 #

    Em tempo,
    um abraço, amigo Douglas.

  32. Walderson 28 de agosto de 2008 at 17:27 #

    Em tempo,
    um abraço, amigo Douglas.

  33. FERNANDO 28 de agosto de 2008 at 18:07 #

    Eu acredito que a disputa ficará entre o SU 35 e o RAFALE!
    Este negócio dos americanos repassarem tecnologias sensíveis, é história para ingles ver, e estejam cientes que eles não irão aceitar o resultado, pois tudo leva a crer que será o RAFALE.
    Vão entrar com liminares suspendendo o resultado e o negócio vai se enrolar, esperem para ver.
    Fora a pressão que eles geralmente fazem.
    Tudo culpa do governo Lula, que trata a defesa como uma pasta de economia sem nenhum interesse estrategico ou geopolitico.
    O governo ja deveria ter se decidido por duas aeronaves, colocar os americanos no meio, é a mesma coisa que convidar uma cascavel para tomar um café.
    O ministro até pode dar a entender que o RAFALE vencerá, mas o Brasil adiquiriu helicopteros de ataque russos, o famoso MI 35, e os russos ainda não desistiram.
    Eu sou sincero prefiro o SU 35, e o ministro já deu a entender que também prefere o SU 35, o jeito é esperar e torcer para que a FAB tenha o melhor avião.
    Eu acredito que Brasil-Argentina-Chile-Africa do Sul poderiam criar um consorcio e desenvolver um avião de batalha. Poderia colocar outros paises neste consorcio, tais como, Colômbia, Venezuela,etc
    É uma idéia!Não sei se seria viavel até pela geopolítica sulamericana, mais não custa tentar né!
    É uma forma de afastar o tio sam e suas maravilhas da segunda guerra mundial, que segundo os generais americanos são ideais para os paises latinos americanos, nossa imaginem a nossa infataria com os fuzis M1 Garand utilizados pela tropa norte americanas.
    É muito moderno para o Brasil!
    No podemos vender!
    Palhaçada ianqui!
    Temos que ter decisão, ou França ou Russia, está decisão envolverá não só a compra de 36 caças para a FAB, mas também o programa espacial, o submarino nuclear,misseis,etc.
    Por isso eu acho que o SU 35 vai ganhar.

  34. FERNANDO 28 de agosto de 2008 at 18:07 #

    Eu acredito que a disputa ficará entre o SU 35 e o RAFALE!
    Este negócio dos americanos repassarem tecnologias sensíveis, é história para ingles ver, e estejam cientes que eles não irão aceitar o resultado, pois tudo leva a crer que será o RAFALE.
    Vão entrar com liminares suspendendo o resultado e o negócio vai se enrolar, esperem para ver.
    Fora a pressão que eles geralmente fazem.
    Tudo culpa do governo Lula, que trata a defesa como uma pasta de economia sem nenhum interesse estrategico ou geopolitico.
    O governo ja deveria ter se decidido por duas aeronaves, colocar os americanos no meio, é a mesma coisa que convidar uma cascavel para tomar um café.
    O ministro até pode dar a entender que o RAFALE vencerá, mas o Brasil adiquiriu helicopteros de ataque russos, o famoso MI 35, e os russos ainda não desistiram.
    Eu sou sincero prefiro o SU 35, e o ministro já deu a entender que também prefere o SU 35, o jeito é esperar e torcer para que a FAB tenha o melhor avião.
    Eu acredito que Brasil-Argentina-Chile-Africa do Sul poderiam criar um consorcio e desenvolver um avião de batalha. Poderia colocar outros paises neste consorcio, tais como, Colômbia, Venezuela,etc
    É uma idéia!Não sei se seria viavel até pela geopolítica sulamericana, mais não custa tentar né!
    É uma forma de afastar o tio sam e suas maravilhas da segunda guerra mundial, que segundo os generais americanos são ideais para os paises latinos americanos, nossa imaginem a nossa infataria com os fuzis M1 Garand utilizados pela tropa norte americanas.
    É muito moderno para o Brasil!
    No podemos vender!
    Palhaçada ianqui!
    Temos que ter decisão, ou França ou Russia, está decisão envolverá não só a compra de 36 caças para a FAB, mas também o programa espacial, o submarino nuclear,misseis,etc.
    Por isso eu acho que o SU 35 vai ganhar.

  35. Walderson 28 de agosto de 2008 at 18:40 #

    Galera, achei este texto na revista ASAS:

    “Segundo o ministro, “o que precisamos é nos organizar em termos de nossa capacitação. Chega de pensarmos pequeno. Chega de termos pretensões de curto prazo. Precisamos ter afirmações de curto, médio e de longo prazo. E a capacitação de um temor dissuasório efetivo no Brasil é fundamental, tendo em vista sua perspectiva de país grande. E é por isso que, no final do ano, em dezembro, comparecerá ao Brasil Sua Excelência o presidente (francês, Nicolas) Sarkozy, e o Brasil firmará grande acordo estratégico com a França, que envolve não só trocas e trabalhos na área de defesa, mas fundamentalmente a possibilidade de ampliação de nossa base industrial de defesa em aliança com os franceses”. Jobim destacou, como fundamental na escolha da parceria, o fato de que “os franceses e a França são o país que, nos diálogos que fizemos pelo mundo, com a Índia, com a Rússia, com a Suécia, com os Estados Unidos, em todos eles só encontramos efetivamente com os franceses uma transparência, uma disposição real de uma parceria estratégica com o Brasil. Não somos, não seremos e não continuaremos a ser meros consumidores de produtos de defesa, seremos, isso sim, produtores de serviços de defesa na integração do desenvolvimento brasileiro. Os dois Mirages que ora nos são entregues é o final de um ciclo. Teremos um novo ciclo. Um novo ciclo em que os produtos terão, junto com o ciclo, claramente, as cores brasileira e francesa para afirmar a efetividade do Brasil como um país grande”.
    Jobim também anunciou, para os próximos dias, a apresentação à população brasileira de um “Plano Estratégico Nacional de Defesa”. Durante os eventos de ontem, em Anápolis, o ministro teve ainda a chance de realizar um vôo, de cerca de 50 minutos, num Mirage 2000B.”

    Se formos pelo texto acima, parece que deu Rafale, Scorpene, FREEM e outros.

  36. Walderson 28 de agosto de 2008 at 18:40 #

    Galera, achei este texto na revista ASAS:

    “Segundo o ministro, “o que precisamos é nos organizar em termos de nossa capacitação. Chega de pensarmos pequeno. Chega de termos pretensões de curto prazo. Precisamos ter afirmações de curto, médio e de longo prazo. E a capacitação de um temor dissuasório efetivo no Brasil é fundamental, tendo em vista sua perspectiva de país grande. E é por isso que, no final do ano, em dezembro, comparecerá ao Brasil Sua Excelência o presidente (francês, Nicolas) Sarkozy, e o Brasil firmará grande acordo estratégico com a França, que envolve não só trocas e trabalhos na área de defesa, mas fundamentalmente a possibilidade de ampliação de nossa base industrial de defesa em aliança com os franceses”. Jobim destacou, como fundamental na escolha da parceria, o fato de que “os franceses e a França são o país que, nos diálogos que fizemos pelo mundo, com a Índia, com a Rússia, com a Suécia, com os Estados Unidos, em todos eles só encontramos efetivamente com os franceses uma transparência, uma disposição real de uma parceria estratégica com o Brasil. Não somos, não seremos e não continuaremos a ser meros consumidores de produtos de defesa, seremos, isso sim, produtores de serviços de defesa na integração do desenvolvimento brasileiro. Os dois Mirages que ora nos são entregues é o final de um ciclo. Teremos um novo ciclo. Um novo ciclo em que os produtos terão, junto com o ciclo, claramente, as cores brasileira e francesa para afirmar a efetividade do Brasil como um país grande”.
    Jobim também anunciou, para os próximos dias, a apresentação à população brasileira de um “Plano Estratégico Nacional de Defesa”. Durante os eventos de ontem, em Anápolis, o ministro teve ainda a chance de realizar um vôo, de cerca de 50 minutos, num Mirage 2000B.”

    Se formos pelo texto acima, parece que deu Rafale, Scorpene, FREEM e outros.

  37. RL 28 de agosto de 2008 at 20:32 #

    Concordo com o Mandfred.
    Os F2000 são apenas tampão.

    Logo logo, teremos RAFALES, e se deus quiser, não serão apenas na FAB e sim para a MB tb.

    Abraços.

  38. RL 28 de agosto de 2008 at 20:32 #

    Concordo com o Mandfred.
    Os F2000 são apenas tampão.

    Logo logo, teremos RAFALES, e se deus quiser, não serão apenas na FAB e sim para a MB tb.

    Abraços.

  39. Paulo Costa 28 de agosto de 2008 at 21:43 #

    Senhores,os participantes da Otan continuam a fazer parte de
    seu material proprio de defesa,armas leves ,tanques,navios,
    submarinos,misseis,mas me parece aviões e helicopteros são
    compartilhados.As companhias francesas de defesa nestes itens,
    farão projetos futuros em conjunto com as demais participantes
    da Otan.Com a venda dos Rafales,e dos EC725,eles poderão investir aqui em fabricas e transferencia de tecnologia,justamente para recuperar parte do dinheiro la investido,e como não terão continuidade talvez em outra areas tambem repassem tambem para nos.
    Talvez esteja na hora de conseguirmos esta chance..

  40. Paulo Costa 28 de agosto de 2008 at 21:43 #

    Senhores,os participantes da Otan continuam a fazer parte de
    seu material proprio de defesa,armas leves ,tanques,navios,
    submarinos,misseis,mas me parece aviões e helicopteros são
    compartilhados.As companhias francesas de defesa nestes itens,
    farão projetos futuros em conjunto com as demais participantes
    da Otan.Com a venda dos Rafales,e dos EC725,eles poderão investir aqui em fabricas e transferencia de tecnologia,justamente para recuperar parte do dinheiro la investido,e como não terão continuidade talvez em outra areas tambem repassem tambem para nos.
    Talvez esteja na hora de conseguirmos esta chance..

  41. Pedro Rocha 28 de agosto de 2008 at 23:53 #

    Olá senhores! Estava analisando as ofertas do Grippen, feitas pela Suécia, para a Noruega e Holanda e fiquei surpreso com as contrapartidas comerciais (offset) que chegam a ser acima de 100%. Porém a Suécia só está negociando trocas equivalentes e não transferência de tecnologia. A Índia está aceitando compensação comercial até 80% haja vista que a Índia irar fabricar sobre licença num processo gradativo recebendo as primeiras unidades prontas, montando as seguintes com componentes advindos do fornecedor que for vencedor e finalmente fabricando com maquinário e infra-estrutura local. A Índia não poderá comercializar o caça que for campeão. Clausula contratual de quem fabrica sobre licença. Estive refletindo e acho que a questão toda não transferência de tecnologias estratégicas (muitas das quais facilmente adquiridas via internet, basta ver o exemplo do Irã), mas os serviços e manutenções após a compra no decorrer da vida útil. Ora senhores a indústria aeroespacial brasileira é muito competitiva e eficientes, tal qual a de Israel. Os senhores sabiam que Israel está interessando no F-35, porem só quer a casca, pois já estão desenvolvendo um programa de upgrade nos mesmo moldes do F-16? Os F-16 israelenses são muito mais avançados que os americanos. Vejam o exemplo do Xavante, conseguimos comercializá-lo. Exportamos mais unidades que a Itália, pois as vendas para a Austrália e África do Sul foram à verdade fabricação sobre licença. O único produto militar da Embraer que não foi um sucesso de exportações foi o AMX, mas por outros problemas e não por causa da capacidade comercial da Embraer. Se conseguirmos fazer prevalecer a nossa livre determinação em dominar todo o ciclo de vida da aeronave vencedora com certeza esta vai conseguir conquistar muitos mercados cativos. Como a França vai fechar varias linhas de montagem seria um ótimo negocio transferir maquinário e viver só de copywriter. Realmente o pós-venda é muito mais lucrativo. Os senhores sabiam que a participação da Inglaterra no F-35 esteve ameaçada, pois os EUA não aceitavam compartilhar código fonte com os Ingleses (!?), porém a muito contragosto da indústria americana, foi tomada uma decisão política na qual os códigos fontes foram todos abertos para a Indústria Inglesa. Também sabiam que a Itália é tão estratégica para os EUA que eles propuseram um centro de manutenção no norte da Itália, no qual toda as manutenções do F-35 italianos e americanos estacionados no norte da Europa sejam feitos lá. Porem como entusiasta continuo com o Su 35++, mesmo sabendo de todo esse xadrez político e econômico que está acontecendo nos bastidores.

  42. Pedro Rocha 28 de agosto de 2008 at 23:53 #

    Olá senhores! Estava analisando as ofertas do Grippen, feitas pela Suécia, para a Noruega e Holanda e fiquei surpreso com as contrapartidas comerciais (offset) que chegam a ser acima de 100%. Porém a Suécia só está negociando trocas equivalentes e não transferência de tecnologia. A Índia está aceitando compensação comercial até 80% haja vista que a Índia irar fabricar sobre licença num processo gradativo recebendo as primeiras unidades prontas, montando as seguintes com componentes advindos do fornecedor que for vencedor e finalmente fabricando com maquinário e infra-estrutura local. A Índia não poderá comercializar o caça que for campeão. Clausula contratual de quem fabrica sobre licença. Estive refletindo e acho que a questão toda não transferência de tecnologias estratégicas (muitas das quais facilmente adquiridas via internet, basta ver o exemplo do Irã), mas os serviços e manutenções após a compra no decorrer da vida útil. Ora senhores a indústria aeroespacial brasileira é muito competitiva e eficientes, tal qual a de Israel. Os senhores sabiam que Israel está interessando no F-35, porem só quer a casca, pois já estão desenvolvendo um programa de upgrade nos mesmo moldes do F-16? Os F-16 israelenses são muito mais avançados que os americanos. Vejam o exemplo do Xavante, conseguimos comercializá-lo. Exportamos mais unidades que a Itália, pois as vendas para a Austrália e África do Sul foram à verdade fabricação sobre licença. O único produto militar da Embraer que não foi um sucesso de exportações foi o AMX, mas por outros problemas e não por causa da capacidade comercial da Embraer. Se conseguirmos fazer prevalecer a nossa livre determinação em dominar todo o ciclo de vida da aeronave vencedora com certeza esta vai conseguir conquistar muitos mercados cativos. Como a França vai fechar varias linhas de montagem seria um ótimo negocio transferir maquinário e viver só de copywriter. Realmente o pós-venda é muito mais lucrativo. Os senhores sabiam que a participação da Inglaterra no F-35 esteve ameaçada, pois os EUA não aceitavam compartilhar código fonte com os Ingleses (!?), porém a muito contragosto da indústria americana, foi tomada uma decisão política na qual os códigos fontes foram todos abertos para a Indústria Inglesa. Também sabiam que a Itália é tão estratégica para os EUA que eles propuseram um centro de manutenção no norte da Itália, no qual toda as manutenções do F-35 italianos e americanos estacionados no norte da Europa sejam feitos lá. Porem como entusiasta continuo com o Su 35++, mesmo sabendo de todo esse xadrez político e econômico que está acontecendo nos bastidores.

  43. Douglas 29 de agosto de 2008 at 12:05 #

    Walderson, a questão do EC 725 que vendeu mais de 1000, é verdade. O Mirage também, e ambos são passado. Ou não? Vc não percebe que o argumento era o mesmo como M 2000-5? quiseram nos oferecer como o opalão dos ares. O FX foi cancelado e a fabrica do M-2000 fechou as portas la na França. Essa é a questão, um caça bom, novo, mas se tornou de 2ª linha se comparado a projetos mais modernos. Tivesse o M 2000 parado aqui, os franceses estariam rindo a toa, como estão agora ao empurrarem o Ec 725.

  44. Douglas 29 de agosto de 2008 at 12:05 #

    Walderson, a questão do EC 725 que vendeu mais de 1000, é verdade. O Mirage também, e ambos são passado. Ou não? Vc não percebe que o argumento era o mesmo como M 2000-5? quiseram nos oferecer como o opalão dos ares. O FX foi cancelado e a fabrica do M-2000 fechou as portas la na França. Essa é a questão, um caça bom, novo, mas se tornou de 2ª linha se comparado a projetos mais modernos. Tivesse o M 2000 parado aqui, os franceses estariam rindo a toa, como estão agora ao empurrarem o Ec 725.

  45. AJS 29 de agosto de 2008 at 18:17 #

    Caro Fernando.
    A Lei 8666, das licitações, dispensa esse tipo de negócio das regras de licitação, o governo brasileiro, pode comprar o equipamento que melhor lhe aprouver desde que tenha dinheiro e o vendedor se disponha a entregá-lo, não cabe qualquer contestação judiciária quanto à escolha feita, não se trata de compra com base na lei das licitações.

  46. AJS 29 de agosto de 2008 at 18:17 #

    Caro Fernando.
    A Lei 8666, das licitações, dispensa esse tipo de negócio das regras de licitação, o governo brasileiro, pode comprar o equipamento que melhor lhe aprouver desde que tenha dinheiro e o vendedor se disponha a entregá-lo, não cabe qualquer contestação judiciária quanto à escolha feita, não se trata de compra com base na lei das licitações.

  47. Walderson 30 de agosto de 2008 at 18:14 #

    Mauro,
    tô começando a achar isso tb. kkkkkkkkkkkkkkkkk
    Um abraço a todos.

  48. Walderson 30 de agosto de 2008 at 18:14 #

    Mauro,
    tô começando a achar isso tb. kkkkkkkkkkkkkkkkk
    Um abraço a todos.

  49. Vassily Zaitsev 30 de agosto de 2008 at 20:51 #

    Falô bonito José Luis. É preciso que se invista muito mais na tropa, principalmente no quesito ” soldo”. Sou patrióta, curto muito a FAB, EB e a MB, sempre quis ser Fuzileiro, mas com o salarinho que é pago, não dá!!!!!!!!!! E os pilotos da FAB, só ficam mesmo na ativa porque gostam do que fazem, porque em uma TAM da vida ganhariam muito mais.

    Lembram do Major-Astronauta Marcos Pontes? Realizou seu sonho, foi para o Espaço, foi promovido e, depois deu no pé, foi ganhar a vida como palestrante.
    Tá certo, não concordo nem um pouco com tal atitude, alguns mais radicais o chamariam de ” mercenário”. seria um exagero.

    Desisti do meu sonho, mas continuo acompanhando o que acontece no setor. Meus votos para que o Governo abra os olhos e valorize os militares um pouco mais.

  50. Vassily Zaitsev 30 de agosto de 2008 at 20:51 #

    Falô bonito José Luis. É preciso que se invista muito mais na tropa, principalmente no quesito ” soldo”. Sou patrióta, curto muito a FAB, EB e a MB, sempre quis ser Fuzileiro, mas com o salarinho que é pago, não dá!!!!!!!!!! E os pilotos da FAB, só ficam mesmo na ativa porque gostam do que fazem, porque em uma TAM da vida ganhariam muito mais.

    Lembram do Major-Astronauta Marcos Pontes? Realizou seu sonho, foi para o Espaço, foi promovido e, depois deu no pé, foi ganhar a vida como palestrante.
    Tá certo, não concordo nem um pouco com tal atitude, alguns mais radicais o chamariam de ” mercenário”. seria um exagero.

    Desisti do meu sonho, mas continuo acompanhando o que acontece no setor. Meus votos para que o Governo abra os olhos e valorize os militares um pouco mais.

  51. João-Curitiba 31 de agosto de 2008 at 19:13 #

    Foi sugerido aqui o desenvolvimento de um supersônico do Mercosul. Pois bem. Já no tempo do FHC ele fez esta proposta, não lembro se à Argentina ou ao Chile, que foi recusada. Os argentinos são muito orgulhosos e não gostam de dar o braço a torcer para nós. Podemos ver o exemplo do TAM (tanque argentino médio). Nós temos o MB-3 Tamoyo que eles poderiam comprar pronto ou o projeto. Preferiram adquirir o projeto de um similar na Alemanha. Acho Israel e África do Sul mais parceiros do que os companheiros do Mercosul.

  52. João-Curitiba 31 de agosto de 2008 at 19:13 #

    Foi sugerido aqui o desenvolvimento de um supersônico do Mercosul. Pois bem. Já no tempo do FHC ele fez esta proposta, não lembro se à Argentina ou ao Chile, que foi recusada. Os argentinos são muito orgulhosos e não gostam de dar o braço a torcer para nós. Podemos ver o exemplo do TAM (tanque argentino médio). Nós temos o MB-3 Tamoyo que eles poderiam comprar pronto ou o projeto. Preferiram adquirir o projeto de um similar na Alemanha. Acho Israel e África do Sul mais parceiros do que os companheiros do Mercosul.

  53. Leoamx 30 de agosto de 2009 at 19:19 #

    Tudo tranqueira

  54. Leoamx 30 de agosto de 2009 at 19:19 #

    Tudo tranqueira

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