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F-2000, o ‘gap filler’ da defesa aérea do Brasil

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O Mirage 2000 C/B foi a solução intermediária encontrada para substituir os velhos Mirage IIIBR, que prestaram bons serviços à FAB por mais de 30 anos. Os “novos” Mirage 2000, estão sendo retirados, aos poucos, dos esquadrões da Força Aérea Francesa, para serem submetidos a uma revisão geral e padronização, antes de virem ao Brasil. Foram adquiridos 10 monoplaces do modelo C e 2 biplaces modelo B, que começaram a ser entregues em setembro de 2006 com os dois primeiros exemplares. Mais dois foram entregues em 2006, seguindo lotes anuais de 4 aeronaves, sendo 4 durante 2007 e mais 4 em 2008.

A FAB anunciou que os 12 Mirage 2000C/B, adquiridos recentemente, estão equipados com o motor M53-5 com 8.998 Kg de empuxo, ao invés do M53-P2 com 9.698 Kg de empuxo. O radar é o Thomson-CSF RDI Series J2 e as contramedidas de guerra eletrônica são bem simples, com o RWR Serval e o lançador de chaffs/flares Eclair.

O armamento incluído no pacote são 10 mísseis Matra Super 530D (mais 4 de treinamento) e 22 Matra Magic 2 (mais 6 de treinamento), além de 3.750 cartuchos de 30mm, 288 chaffs e 64 flares. Apenas o custo do armamento foi de EUR 6,8 milhões. Os equipamento de apoio inclui 10 tanques externos de combustível ventrais de 1.300 l e 6 de 2.000 l (nos pontos internos de cada asa). Os Mirage 2000C/B tem 1.000 h de vôo disponíveis. As aeronaves foram fabricadas em 1984.

Embora seja uma aeronave com tecnologia da década de 80, o Mirage 2000 é uma aeronave muito mais capaz que o Mirage IIIE que substituiu na FAB, principalmente pela relação peso/potência e pelo radar RDI. O F-2000 também possibilita o combate dissimilar com o F-5EM, enriquecendo as doutrinas operacionais, além de manter a “tradição” francesa do 1o. Grupo de Defesa Aérea.
O 1o. GDA sempre representou a elite da FAB e esperamos que o Ministério da Defesa possa honrar nossos pilotos com a seleção de um novo caça que faça jus ao tamanho e o potencial do Brasil.

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edilson
edilson
11 anos atrás

em resumo, se tivessem gasto so 120 milhões na compra de 12 F-5 e reformado-os para o padrão F-5 M teriamos um avião mais capáz do que temos agora, com uma únioca linha logística e necessidade de treinamneto. ou melhor… 120 derby fariam mais estrago que o M-2000 “gentilmente” fornecido pelos formage… detalhe é que acho que o mirrage é um bom avião para o cenário na AS, ma snão na forma como foi e está sendo operado nem mesmo na altura em que veio… pra fechar gostaria de dar a minha humilde opinão sobre o que andam fazendo nosssos… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

É brincadeira! Sempre estas soluções meia boca. Até quando? A 8° economia do mundo, 180 milhões de habitantes, mais de 8 milhões de quilômetros quadrados, as maiores reservas naturais do planeta, mas na hora de comprarmos material de defesa somos “humilhados” com estas “pérolas”. Fabricados em 1984? 10 R530D e 22 R550? PQP! Além de ultrapassados os míssieis são em número insuficiente. É o cúmulo do absurdo. Se pelo menos fossem das versões mais modernas e armados com um número rasoável de Micas. Até o Butão (o páis) deve ser melhor protegido que a potência chamada Brasil. Eu sempre tento… Read more »

RoLoUcO
RoLoUcO
11 anos atrás

outro dia fiz uma pergunta aqui no blog e não tive resposta, vou deixar aqui para ver se alguem tira minha duvida. vendo um programa na tv da discovery, sobre a operação tempestade no deserto, no Iraque em 1991, vi que os americanos usavam aeronaves que iam a frente fazendo um tipo de guerra eletronica cegando os radares Iraquianos. logo atrás vinham aeronaves com o ataque aos sistemas anti aéreo, radares,carros de combate,etc… minha pergunta e, oque temos hoje para este tipo de guerra?? tanto para ataque quanto para nos defendermos deste tipo de ameaça?? este tipo de equipamento e… Read more »

Bosco
Bosco
11 anos atrás

E quanto ao FX2, qualquer quantidade que vier menor que uns 80 caças de 4° geração não resolve nada. É melhor gastar o dinheiro com fuzil, balestra, mina de fragmentação e facão de mato para as tropas de terra fazerem “guerrilha” no caso de invasão externa, que estaremos mais protegidos.

joão
joão
11 anos atrás

caro edilson, realmente a compra dos mirage 2000 foi “um tiro no pé” da fab, porem não responsabilize somente os militares pelo erro, afinal de contas ele tambem tem que comprir ordens, ordens essas que as vezes não os agradão mas tem que ser cumpridas.
mas fica aqui o meu apoio a um novo conceito para as aquisições de nossas forças armadas, com maior relevancia dada a operecionalidade e funcionalidade dos equipamentos.
obrigado.
até mas.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

RoLoUcO, o Brasil não possui aeronaves especializadas na função de Guerra Eletrônica, mas pelo que sei a FAB comprou 3 casulos de EW israelenses Sky Shield para os F5 com a função de identificar e interferir nos radares defensivos no caso de incursões ofensivas. Os USA possuiam os EF111 Raven e os EA6B Intruders. Os EF111 foram aposentados ficando apenas os EA6B da marinha sendo usados em conjunto pela USN/USAF. Existe um plano de transformarem alguns B52 em aeronaves de EW. Os F18G da USN vão substiutir os E6B na função de EW e supressão de defesa com mísseis anti-radar.… Read more »

edilson
edilson
11 anos atrás

Caro João, como ex militar, não responsabilizo apenas o camando pela ordens as quais muitas vezes são obrigados a cumprir. não quero que entenda que estou responsabilizando única e simplismente a FAB por isso. mas na hora de por a boca no trombone ninguém se movimenta. os militares passaram de uma situação onde influenciavam a opinião pública para uma em que a opinião pública só falta mandar bater e prender generais pela rua. achoq ue falta um pouco de atitude principalmente pela parte dos militares. é verdade que muita coisa tem mudado, as recentes declarações do Brigadeiro SAITO e do… Read more »

Billy
Billy
11 anos atrás

Acho que a aquisição dos M2000 visou apenas manter o 1º GDA operacional,na mesma “tradição” francesa, até que se definisse o FX (cruza os dedos!). Até porque o RAFALECO continua no páreo.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

RoLoUcO,
na mesma época a FAB comprou também 4 sistemas de navegação/reconhecimento/aquisição de alvos com sensores eletroópticos multiespectrais de Israel para serem utilizados pelos F5M.
Pelo que me consta os F5M não usam armas ar-sup guiadas (laser, GPS, IIR) portanto o módulo aquisição de alvos vai ser usado para lançar bombas “burras”.

Bosco
Bosco
11 anos atrás

Correção: Os aviões de EW da USN são os EA6B Prowler e não EA6B Intruders.

Alexandre Bagatini
11 anos atrás

Concordo com o Edilson, deveríamos ter gasto este dinheiro com mais F5Ms e derbys ao invés de comprar um avião caro e com capacidade de somente fazer defesa aérea.
Na minha opinião, deveríamso para o FX2 adquirir um bom avião de 4º geração, multifuncional e dotado de armas inteligentes, o que adianta um avião de 5º vazio e sem dinheiro para voá-lo. Vejam o exemplo da Marinha, levou anos para comprar um avião e agora não tem dinheiro para utilizá-los

Fred
11 anos atrás

Mas a FAB comprou mais 11 F5 Tiger II da Jordania, inclusive os 3 primeiros chegaram dia 19 na BASP em um Antonov.

Alexandre Bagatini
11 anos atrás

Talvez com mais um lote igual a este da Jordânia, nossos esquadrões poderiam estar compostos com F5M em Canoas, Anápolis, Fortaleza e Rio de Janeiro. Aliás, um dos esquadrões do Rio e de Santa Maria poderiam ser deslocados para a Amazônia, pois no Rio temos 2 esquadrões de F5, um de AMX e um de A-4( CASO VENHA SER UM DIA OPERACIONAL)e em Santa Maria temos 2 de AMX.

Raimundo
Raimundo
11 anos atrás

Apenas para completmentar:
================================================
No site Sistemas de Armas [http://sistemadearmas.sites.uol.com.br/] , existe uma informação referente à aquisição pela FAB de um lote de bombas inteligentes LISARD de origem israelense. Inclusive, tais armamentos já teriam sido testados em alguns caças da FAB com resultados muito satisfatórios.

RoLoUcO
RoLoUcO
11 anos atrás

vlw bosco!

Raimundo
Raimundo
11 anos atrás

Sr. Alexandre Bagatini, concordo com sua pessoa. Acho ideal para o FX2, o Brasil adquirir um caça de 4ª+ geração, já testado e com um leque completo de armamentos (O Super Hornet pode ser considerado como de Geração 4.5). Li no fórum Base Militar que a linha de produção do Rafale, na França, está muito lenta. Quem sabe, se a FAB se decidir pelo Super Hornet, os EUA possam autorizar a venda dos A-4 da Nova Zelandia, que estão estocados, com todos os seus sistemas, sensores e armamentos instalados para a Marinha do Brasil (um “pacote completo” para a MB).… Read more »

Vassily Zaitsev
Vassily Zaitsev
11 anos atrás

Sinto muito, com todo o respeito que tenho pelos nossos F-5 e Mirage 2000,mas não dá, eles já tiveram seus dias de glória, por mais que sejam modernizados não chegarão no patamar dos caças de última geração. Já passou da hora de esses políticos tomarem vergonha na cara e repassarem para a FAB um orçamento que nos permita manter pelo menos 84 caças modernos em opeação. Sugiro o Eurofighter como candidato pois ele é superior ao Rafale EM TUDO. Aposentaríamos o F-5, Mirage 2000 e colocaríamos o AMX como caça de conversão operacional por um tempo, enquanto Mako Ou M-346… Read more »

Vassily Zaitsev
Vassily Zaitsev
11 anos atrás

Para Raimundo, sou leior assíduo do sistemasdearmas, pena que é atualizado apenas bimestralmente. Também acesso Defesanet e Grandes Guerras. Se realmente compramos a Lizard, pode crer numa coisa: foi em número muito pequeno;apenas para falar que compramos.

joao
joao
11 anos atrás

Realmente a situacao da FAB e desesperadora,mesmo. E do jeito que vao as relacoes Washington-Moscow,acho que vendas mais extensas da Russia para a Venezuela sao muito provaveis. Muito se fala do Chavez,mas ele,esquerdista ou nao,sim esta convertendo as FAAS venezuelanas nas mais modernas da AL. Inclusive ja possuem misseis anti-navio do tipo “fire and forget”,o que coloca o Brasil numa seria desvantagem,ja que em caso de um ataque contra a MB,nao temos um so aparelho que chegue perto dos Sukhoi venrzuelanos,os quais tambem tem um alcance de radar superior. A minha opiniao e que ja chegou a hora de deixar… Read more »

Raimundo
Raimundo
11 anos atrás

Sr. “Vassily Zaitsev”,
o citado sítio informa em outra página um outro dado: que há alguns anos (final da década de 90), a FAB adquiriu cerca de 100 mísseis Phyton III para uso nos Mirage III e F-5. Mas realmente, a quantidade de bombas LIZARDS adquiridas pela FAB não é informada no site Sistemas de Armas.

RL
RL
11 anos atrás

Na minha humilde opinião, acredito que os F-2000 comprados foram mais por questões politicas do que outro motivo. Foram empurrados para nós visando o que tempos mais tarde, viria a acontecer. Assinatura de tratados para cooperação militar entre Brasil e França, dentre as quais, o brasil permite o fluxo de tropas francesas dentro de nosso território sem impedimentos. O Mirrage, acredito, foi uma forma de “agradar” as autoridades brasileiras, pois na época os russos ofereceram caças Sukhoy com armamentos por preços inferiores e de pronta entrega, parecidissimas com as condições feitas pelos EUA recentemente como mencionou nosso amigo João. Ao… Read more »

Paulo Costa
Paulo Costa
11 anos atrás

Existe um site sobre o Mirage 2000,que cita que o tanque de combustivel no centerline se for usado sempre,ou por horas,
permite estender o dobro do tempo de vida util da celula.
Ou seja os nossos tem mais 1000 horas de uso,mas se usarmos
sempre o tanque centerline teremos mais 2000 horas de uso.
Os dois misseis por asa pouco comtribuem para redução de horas.

tomas
tomas
11 anos atrás

Os EUA estão fazendo o possível e impossível para fornecer 36 caças F-18 Super Hornet para a FAB. Conforme o presidente da Boeing seria aberto espaço para fornecimento tecnológico visando a montagem no Brasil de futuras encomendas (+84) na Embraer, fornecendo até códigos fonte de armamentos a serem transportados por esta aeronave.
Os EUA visam transformar o Brasil em seu principal aliado político/militar na AL e futuro grande fornecedor de petróleo..Pre-Sal.
Comenta-se até que a título de offsets nesse pacote viriam armamentos em quantidades substanciais para reequipar as tres forças tão nescessitaddas.

RL
RL
11 anos atrás

Tomas. Seria ótimo poder contar com essa provável “bondade” de uma visão estratégica do Tio Sam para com nossa humilde força aérea. Porem, mais uma vez, não seria surpresa se uma empresa dos EUA levarem a bolada, pois dentre todos os concorrentes, o que tem maior peso de influencia em nossa dependencia extrangeira em armamentos realmente são os EUA. A fidelidade dessas informações é o que coloca em dúvida se realmente serão cumpridas todas as promessas, levando-se em consideração que os EUA não teriam interesse em armar o Brasil até os dentes. Afinal, eles são os donos do mundo e… Read more »

Fernando-Canoas
Fernando-Canoas
11 anos atrás

Amigos… A idéia de usar o din-din do M2000 para comprar mais F-5 e arma-los melhor é boa no sentido de padronizar o equipamento mas lembrem-se que se tivessemos apenas F-5 e AMX não teríamos Mach 2…. Aí sim….um velho Mirage III poderia cruzar nossos céus que não teríamos aeronave veloz o suficiente para persegui-lo (abate-lo é outra conversa !!!!!). Saiu barato a compra….olhem pela ótica global e não pontual: temos 12 caças mach 2 com um radar mais moderno que os que tínhamos, aprendemos algum segredo extra do sistema FBW, aprendemos alguma coisa extra do míssil BVR S530, APRENDEMOS…APRENDEMOS….APRENDEMOS….até… Read more »

tomas
tomas
11 anos atrás

RL. Vamos ver se todo esse “esforço” do Pentágono vai vingar!!! Caso venha a acontecer a aprovação da venda dos F-18 Super Hornet para a FAB, espero que o comando da FAB tenha boa visão e fique com uma “carta na manga” com outros fornecedores quanto aos armamentos transportdos por este caça, evitando futuras “pendengas” intervencionistas para o fornecimento de armas inteligentes e mísseis BVR made in USA. Não podemos esquecer que outros mísseis BVR e bombas inteligentes de fabrico europeus, israelenses e sul africanos estão disponíveis e otimizados para serem usados nos F-18 . Ex.:dos Derby, Meteor, MICA, etc…… Read more »

Billy
Billy
11 anos atrás

O que é código fonte? É o sistema que permite armar o avião com determinado tipo de arma? A posse destes códigos permitiria alterá-lo para receber outras que não as Americanas? ou Israelenses? Imagina um F-18 E lançando armas Russas ou Francesas? É isso que JOBIM quer? Pode esquecer. Ou os Americanos tornaram-se otários d’uma hora p’ra outra? Os Francese acaso permitiram este tipo de coisa com os Mirage 2000?

Jose Luis
Jose Luis
11 anos atrás

Em recente visita aos EUA o Ministro Jobim disse categoricamente se dirigindo ao Comandante Saito da Força Aérea Brasileira que o F-35 é um caça avançado demais para as necessidades brasileiras. Acho que esse pensamento é o que fundamenta as decisões na área da defesa do Brasil,não se escolhe o melhor, ganha o que for mais barato e mesmo assim me parece que são escolhas feitas só para cumprir uma obrigação, não se tem como objetivo real a formação de um aparato militar realmente moderno e forte, capaz de defender os interesses da Nação.

Manfred Von Richthofen
Manfred Von Richthofen
11 anos atrás

O José Luis resumiu tudo…
Antes da criação do Ministério da Defesa, a Força Aérea Brasileira não fazia sequer parte do organograma do Ministério da Aeronáutica.
Nossa Força Aérea sempre foi pequena demais para o tamanho do país, dava para contar nos dedos o número de interceptadores em condições de vôo e a situação hoje mudou só um pouco.
Na brincadeira de alguns, dizia-se que a FAB era o “maior aeroclube do mundo” e que seria melhor mudar a inscrição nos aviões para “Farsa Aérea Brasileira”.
Esperamos que a coisa mude…

edilson
edilson
11 anos atrás

Caro senhor José Luiz. Apesar de denunciar e não concordar com esta barbaridade que andam fazendo com as forças armadas pelo menos até agora (até 7 de setembro espero, achoq ue o ministro queria é dar um troco 30 anos atrazado. explico o porque. na altura em que o brasil queria adiquirir um caça em meados dos anos 70 o Fanton era o preferido, e os americanos o negaram sobre a alegação de que o mesmo era avançado de mais para o Brasil. o curioso é que a Fab também estudou o SAAB Vigen e o mesmo por conter tecnologias… Read more »

konner
konner
11 anos atrás

Oportuna e valorosa sua recordação Sr.Edilsom

JP
JP
11 anos atrás

@ billy… sim, ter acesso ao codigo-fonte permite a integração de armamentos não-americanos ao jato. brigar por acesso ao codigo depende do comprador. se nçao estou engando, os indianos conseguiram fazer com q seus mirages operassem armamento russos depois de fazer modificações no código-fonte e atualizar o software dos jatos.

Mauricio R.
Mauricio R.
11 anos atrás

Tem uma lata de lixo aí, bem facinha???

AJS
AJS
11 anos atrás

Caro Edilson, quando o Brasil tentou comprar o F-5 A, o governo Nixon disse que era avião para defender o que o Brasil não tinha, daí, vieram os Mirage III.

thiago
11 anos atrás

foram 600 kit-lizard

Baschera
Baschera
11 anos atrás

Senhores, As Lizard isrealenses já foram pagas, se foram recebidas e sua quantidade é assunto classificado(até o momento). O Phyton IV já está configurado ao software, mas sua compra ainda não foi confirmada, também sendo assunto classificado. A venezuela já recebeu as armas (mísseis) para seus Su-30MK alguns meses atráz (30 containes). A FAB comprou para os F-5EM/FM o que segue : DOU-19/5/2006 EDL Nº6/DIRMAB/2006 >>>04 POD “LITENING III” completos e logística associada- Us$ 13,126.538.00 DOU-06/07/2006 EDL Nº9/DIRMAB/2006 03 SKYSHIELD PODS SYSTEMS, treinamento, documentação e logística associada na ROP EMAER nº 25 requisito operacional preliminar para o Sistema Ofensivo de… Read more »

Robson Br
Robson Br
11 anos atrás

Os mirage 2000 comprados pela FAB são relativamente novos. Acho que caberia uma modernização com o radar RDY e data link.

RODRIGO
RODRIGO
11 anos atrás

Os M2000 são dos primeiros lotes e sua estrutura têm vida curta.Inclusive,possuem menos horas disponíveis do que os Pantera chilenos recém desativados.

taer
taer
11 anos atrás

Muito feliz o comentário do Mauro, acredito ainda que o caça escolhido será o Rafale.
Sds.

Jonas Rafael
Jonas Rafael
11 anos atrás

O Fernando-Canoas lembrou bem. Interceptação e Superioridade Aérea não são exatamente a mesma coisa. Interceptação é muito mais importante em tempos de paz e além de tudo exige velocidade, razão de subida e autonomia. E nisso o M200 é muito superior ao F-5

Jose Luis
Jose Luis
11 anos atrás

Para interceptar atualmente é preciso primeiro ter um radar moderno, o do MIRAGE 2000 já está defasado uma década no mínimo, senão ao invés de interceptar você será interceptado, e quando interceptar é melhor você estar bem armado, os F-5 tem um radar moderno, mas levam pouco armamento, então não temos nem um nem outro, na verdade nossas Forças Armadas dariam para enfrentar no máximo a Bolívia, se os mesmos não tivessem a ajuda da Venezuela, caso contrário o situação ficaria difícil.

thiago
11 anos atrás

CHEGAR PRIMEIRO E NÃO RESOLVER NADA(M.2000) OU CHEGAR DEPOIS E RESOLVER (F-5)

Baschera
Baschera
11 anos atrás

Confirmado, o F-35 está fora do FX-2.
Sds.

edilson
edilson
11 anos atrás

A red flag deu indícios.
uma vez no ar, qualquer plataforma bem armada e equipada é capaz de causar estrago.
o tal tempo de reação do mirage seria importante se este fosse adequadamente equipado e armado.
na minha opinião era melhor ter mais bicudos padrão M voando 24 horas por dia que os mirage com capacidades limitadas (isto claro até o FX2).
depois os teóricamente principais interceptadores da força não se comunicam via data link com os alerta aéreo antencipado?

Jose Luis
Jose Luis
11 anos atrás

Acho que todos nós já vimos o cachorro que corre atrás do gato e quanto alcança e encurrala o mesmo, o gato se arrepia todo, mostra suas garras e coloca o cachorro para correr, interceptar sem estar bem armado ocorrerá o mesmo.Os F-5 se conseguirem alcançar algum caça moderno, tem apenas dois mísseis Derby, muito pouco para atuarem como interceptadores. Já os MIRAGE tem velocidade, mas já estão com um radar desatualizado e armamentos obsoletos.

Fernando-Canoas
Fernando-Canoas
11 anos atrás

Qualquer interceptação (em qualquer força aérea) é feita á partir do contato primário dos radares em terra, aéreo (se este estiver no lugar certo e na hora certa), ou ainda por alerta aéreo satelital. Somente após a identificação do alvo será acionada a plataforma que irá realizar a interceptação esteja ela no solo (alerta base) ou no ar… (salvo contatos realizados por aeronaves em PAC e que mesmo assim, precisarão de autorização para investir contra os alvos plotados!!!). Lembrem-se que a guerra aerea hoje é feita BVR e atirar em qualquer bip radar que aparecer, sem ter certeza que é… Read more »

Walderson
Walderson
11 anos atrás

Pessoal,
estou vendo malharem o M-2000, mas a França foi procurada pela Índia, antes de ela lançar a concorrência mundial para caças, para a compra do Mirage 2000. Aí foi avisada de que a fabricação tinha sido encerrada com a encomenda grega. Não o acho um avião ruim como falam. Não estão no estado da arte, não é a “ultima ratio”, mas é um bom avião. Penso que uma modernização nos aviônicos daria aos jaguares garras mais afiadas. Um abraço.

Jose Luis
Jose Luis
11 anos atrás

Acontece caro Walderson, que a Índia quando adquire um equipamento ou é novo ou é modernizado, e o Brasil quando compra o equipamento só vai modernizá-lo quando o mesmo já está caindo aos pedaços e totalmente obsoleto, essa é a diferença. Ex: AMX- modernizados após 20 anos, F-5- modernizados após 30 anos de uso, ambos sem qualquer modernização anterior.

Walderson
Walderson
11 anos atrás

Jose Luis,
concordo contigo apenas no fato de que a FAB demorou a fazer a modernização de todos os seu meios, mas que eu me lembre, todos os aviões foram comprados zero. O único a fugir dessa regra foi o F-2000. Posso estar equivocado, mas não me lembro de outro modelo. Se alguém se lembrar, ajude-nos. Obrigado e um abraço.

trackback
11 anos atrás

[…] Brigadeiro Juniti Saito, receberam nesta ontem (27/8) os últimos dois aviões de caça Mirrage 2000 (designado F-2000 na FAB), de um lote de doze adquiridos da França. Os aviões substituirão os […]